A Matriz Universal Dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais

Introdução

        Esta figura exibindo um padrão de circuito (que a Natureza sempre usa quando organiza matéria em sistemas) como denominador comum entre os três principais eventos da História Universal da Evolução foi feita numa madrugada de céu estrelado na selva no dia que me occorreram as idéias de que os astros estão sob um ciclo vital e de que existe uma Macro-Evolução iniciada antes do Big Bang, a qual vem vindo tunelada, dirigida, numa única e mesma linhagem evolutiva, continua, lógica e racional, até os dias de hoje, resultando nas arquiteturas estupendas como os corpos humanos e seus sistemas mentais. Rabiscado o modêlo com lápis de côres e num caderno simples sôbre os joelhos dentro de uma barraca de lona solitária no meio da selva e sob a luz de uma pequena fogueira para manter as feras e os mosquitos piuns e carapanãs à distância, o modêlo-fórmula vem a 30 anos fornecendo explicações fantásticas e jamais imaginadas para todos os fenômenos naturais, revelando um mundo novo que pode fazer nossa mente dar um novo salto evolutivo.
         A seguir vem uma lista contendo alguns dos fenômenos naturais e eventos evolutivos explicados por esta nova abordagem, com “links” para os artigos relacionados:


        

1) O Maior Herói Ancestral de Todos os Tempos: O Réptil que Transcendeu para Mamífero!


         A Teoria da Evolução dispõe de fósseis ósseos que fornecem uma plausível explanação sugerindo que dos répteis vieram os mamíferos. Mas esta passagem permanece contestada pelos não-evolucionistas e cheia de mistérios porque o principal fator nesta passagem deu-se a nível de órgãos, matéria carnal, da qual não se dispõe de provas porque não são fossilizadas. Como foi que o réptil, o qual possuía um sistema reprodutor tão simples que botava os ovos fora abandonando a prole à própria sorte, se conduziu ou foi conduzido ao esforço de cada vez segurar por mais tempo os ovos dentro até que culminou no desenvolvimento desta extraordinária engenharia reprodutora mamifera que mantém sua prole até sua formação completa?! Veja a explicação da Matriz no artigo n.1, ou sob o título acima.


        

2)As Escrituras Sagradas: Inspiração de Deuses, Simples Imaginação, ou Memória Genética?


         As mentes de escritores antigos produziram obras geniais como as escrituras sagradas das várias religiões que continuam até hoje a formar a visão de mundo da maioria dos seres humanos. O que é a nossa mente incorpórea e abstrata de tantos mistérios e como se formam as imaginações produtoras de tais relatos nunca observados no mundo real humano?! Serpentes oferecendo maçãs, dragões emergindo de lagos, vórtices no espaço... de onde vem isso?!
         Após re-escrever a história do Universo inteiro a Matriz nos abre uma fresta ainda nebulosa para além das fronteiras do Universo onde penso ter visualizado um sistema genético mentalizado criador de universos, apesar de tão natural como nós, incapaz de fazer milagres fazendo coisas surgirem do nada. Pode-se chama-lo Deus, se assim apetece, mas a fórmula corrige a indevida auto-projeção humana sôbre êle (a qual o reduz às dimensões espaço-temporais humanas), para devolvê-lo à elevada altura digna da extra-dimensionalidade dos universos. No entanto, qualquer pessoa pode deduzir outra cosmovisão da análise dos modêlos.
         A Matriz sugere como os sistemas naturais do passado (átomos, super-partículas, galáxias) existentes antes das origens da vida e que foram nossos ancestrais estão registrados em nossa carga genética e como certos estados alterados da mente fazem com que flashes visuais de cenas e eventos ocorridos a bilhões de anos afloram espontâneamente. Os símbolos de fábulas como a Genêse da Bíblia – a serpente, Adão, a árvore do conhecimento, o paraíso, etc. - são surpreendentes símbolos reais descrevendo as arquiteturas termodinâmicas da Física Teórica e os modêlos da Astronomia quando estudam o corpo do nosso ancestral astronômico gerador da Vida na Terra.
         A fórmula da Matriz relata as relações comuns entre os símbolos de tôdas as escrituras sagradas, sugerindo como tôdas tiveram o mesmo ponto de partida. Visões como a do filósofo chinês do dragão emergindo do lago e gerando a cultura e simbolos do I Ching, assim como as de Schimeon Ben Jochai que deu origem à simbologia esotérica da chamada Doutrina Secreta e suas ramificações como a Cabala, a Numerologia, a Teosofia, etc.. Veja a explicação detalhada no artigo n. 2 ( A Bibila, o I Ching, a Doutrina Secreta, explicadas pela Física Moderna).
         Mas antes de continuar esta lista, vamos fazer uma pausa nela e inserir um texto explicativo resumindo como chegamos à idéia geral da Matriz, pois um leitor curioso estaria impaciente para primeiro elucidar esta questão. A lista continua abaixo depois dêste texto e estará sendo sempre atualizada, pois a cada dia são descobertas novidades que vão se acumulando como evidências aos modêlos. Título:
         Lá fora naquela noite não se ouvia o habitual coaxar de sapos, gritos de macacos, silvar de grilos: a floresta estava aterrozada, silenciosa, todos se ocultavam, procurando uma toca, ou a copa mais alta de uma árvore, para se esconderem devido àquêle ruído horrível que cortava os ares fazendo o sangue gelar nas veias: ao longe, a cêrca talvez de um quilômetro, uma onça das grandes andava em círculo em torno da minha barraca, extremamente irada como o cão quando raivoso late sem parar. Ela emitia urros terríveis que ecoavam nas montanhas da selva prenunciando a morte horrível de alguém. A raiva dela era porque o jantar seria eu, um invasor de seu território, mas como eu mantinha a noite tôda uma fogueira acêsa em frente à porta da barraca, ela não podia atacar. Horas antes eu já não estava aguentando mais aquêles urros, a duas noites sem dormir, tanto que estava me decidindo a sair de arma em punho para enfrenta-la e, fôsse quem fôsse levasse a melhor, ao menos tinha que acabar logo com aquela tortura. “Roouuuuu....ruuuuuuu...”, aquilo parecia o roar mecânico e frio das máquinas usadas pelos garimpeiros para triturar cascalho, nas não havia ser humano algum a dezenas de quilometros dali, aliás, nunca aquela região do Território dos Jamanxis acima do Rio Tapajós fôra pisada por um homem branco.
         Apesar de que a história tôda anterior que levou ao despontar da idéia ter sido humanamente rara e inusitada, com lances que vai da crise existencial de um filósofo naturalista pouco à vontade na civilização mecanicista e anti-intelectual moderna, a fuga suicida para a selva, a influência espiritualista de xamans e pajés indigenas, a beberagem de poções alucinógenas como o Santo Daime, às visões indescritíveis murmuradas num balbuciar de palavras incoerentes durante os estados de coma produzidos pelas elevadas febres da malária, eu jamais havia experimentado algo como aquela indescritível sensação quando os urros da fera, imitando engrenagens de máquinas, começou a parecer-me que estavam vindo das alturas e não mais da fera, das estrêlas que pairavam acima do planeta, e estas começaram a dançar em minha mente, aos poucos iam se arranjando, se organizando, até formarem a mais perfeita máquina da maior e extraordinária engenharia jamais imaginada por um homem.
         Simplesmente ocorreu com minha mente torturada ( certa feita o guia indígena retornou e encontrando me moribundo transportou-me pela voadeira (pequena canoa a motor) até à aldeia ribeirinha do Tapajós chamada Jacareacanga, cujos moradores me transportaram para a capital onde me despejaram como indigente num hospital comunitário de doenças tropicais, apresentando vírus dos dois tipos de malária ao mesmo tempo: a falcíparum e a vivax!), ocorreu com minha mente o mesmo que ocorreu com o grande químico Friedrich Kekulé, qualdo descobriu a fórmula do benzeno. Para quem não sabe, conta a tradição que nos idos de 1800 a comunidade dos químicos positivistas e atomistas estava alvoroçada e envolvida numa competição para ver quem elucidaria o problema de como eram arranjados os átomos que formavam a molécula mais cobiçada da época, o benzeno. Kekulé, como os outros, nos ultimos anos respirava dias após dias o mistério e sonhava com o benzeno, rabiscava modêlos em papéis que eram rasgados e jogados no cêsto de lixo, sem nunca ter chegado a uma fórmula que explicasse os efeitos conhecidos do benzeno. Num belo dia, já à noitinha quando retornava de carruagem tocada pelo cocheiro para casa ia quase dormindo no assento quando começou a sonhar e adivinha com que? Claro com química, átomos. Mas o chacoalhar da carruagem faziam com que seu corpo como se dançasse sendo sacudido na boléia, e talvez como efeito disto no sonho de Kekulé átomos começaram a trepidar e vibrar dançando no espaço vazio e se organizando como numa roda perfeita, como se dessem as mãos rodando a ciranda tal como faziam as crianças brincando na rua. Quando acordou com aquela imagem inusitada na memória rápidamente Kekulé sacou seu bloco de notas, rabiscou um modêlo, refletiu sôbre os efeitos e ficou pasmo: estava descoberta a fórmula em anel molecular do benzeno! Pelas experiências de Darwin, Kekulé e a minha própria, parece-me que quando qualquer ser humano (não tem que ser maus inteligente que outros) concentra-se na busca de uma solução, põe nessa busca tôda sua energia, êle fatalmente encontra algo, ou a solução cem por cento certa ou cem por cento errada (que pode ser o meu caso, ai...ai...)
         Feras são fôrças brutas incontroláveis, frias, gélidas, como máquinas demolidoras e trituradoras de corpos, como os nossos corpos, mas devido suas aparências e magestoso porte fascinam muitos seres humanos a ponto de paraliza-los quando face a face com uma delas, resultando no famoso transe hipnótico. Mas como é que estes tipos de feras-engenhos descomunais foram produzidos a partir da lama simples e estúpida da Terra e sua atmosfera quase abstrata?! Para a mente inquieta e inquiridora de um filósofo de nascença esta é mais uma das questões existenciais que o assolam dias e noites a fio, principalmente quando está isolado e no meio delas. Aquela fera nos havia seguido na selva sem se mostrar por dias de caminhada, o índio nativo que me conduzia a caminho de sua aldeia havia várias vêzes pressentido sua presença e tomado as precauções devidas – tínhamos que caminhar de arma em punho e segurando tochas ardentes embebidas em óleo – e já a dois dias rondava a barraca, por isso minha mente treinada em física, quimica, biologia e cosmogonias afins, povoada de átomos e moléculas que se ocultavam por trás dos mistérios da Natureza, não conseguia se desligar da preocupação com a fera maquinal que assim expressava os principios caóticos, selvagens, primitivos, que reinavam nos primórdios da Evolução da Vida.
         E por isso ( penso hoje, quando tento refazer na memória os raciocínios que me conduziram àquêles modêlos), a máquina selvagem e ruidosa daqui foi projetada mentalmente para os tempos antes das origens da Vida, quando o tôpo evolucionário da evolução em tôdo o Universo eram as arquiteturas astronômicas, e assim astros se misturavam e se comportavam como os órgãos do corpo da fera analisada, ao mesmo tempo que davam a impressão de serem peças de uma máquina cuja imagem ia se compondo mentalmente. Mas claro: a lama estúpida da Terra jamais poderia ter inventado por si só tamanha e extraordinária engenharia como o majestoso leão se não contivesse nela “hidden variables”, ou seja, fôrças ocultas herdadas de seus ancestrais que ainda compunham a existência do planeta e fôrças em estado natural caótico, que ainda permaneciam ocultas aos pesquisadores desde as primeiras tentativas de Oparin em calcular as reduções atmosféricas e planetárias que teriam deflagrado a Vida nêste planeta.
         Por um pouco uma onça não come uma das mais estranhas idéias que ocorreram na Humanidade em todos os tempos!
         Quando terminei o modêlo e refletí alguns minutos uma avalancha de idéias me deixou zonzo, mais tonto ainda do que quando estou no meu normal. Era uma solução tão fantástica, tão linda, tão poderosa que naquela madrugada me fêz ignorar os urros da faminta e sair para fora de mãos vazias com o olhar ávido procurando fitar o céu límpido e estrelado sem par do meio da Selva Amazônica objeto da minha descoberta, e dar um urro celebrando a maior vitória de minha vida, me surpreendendo porque meu urro saiu mais forte que o da fera... o que deve ter deixado os animais confusos, pensando: - “Êpa, êsse bicho novo aí também é da pesada... acho que a monstrona vai entrar numa fria... raios, porque não começam logo esse combate mortal o qual não quero perder por nada dêste mundo?”
         De repente minha imaginação assistia os pontos luminosos estrelados do céu como se movessem sincronizados e no ritmo do som de uma orquestra cósmica invisível e astros imaginários surgiam ora chorando como bebês ora rindo como aolescentes peraltas, ora tornando-se maduros, amarelos como frutas e luminosos como o Sol: eram astros tendo suas formas transformadas pelos ciclos de suas existências. Imagino a alegria de Galileu quando naquela noite na velha Pádua apontou sua luneta para o céu, viu uma nova estrêla que nunca estivera nos mapas astronômicos e saiu de ciroulas à rua gritando: “Apareceu uma nova estrêla no céu! Aleluia! O céu muda! Não é imutável como diz a Bíblia e Aristóteles! Aleluia!” .
         Fiquei ali a uns dez metros da fogueira, em pé ora levantando irracionalmente os braços para o céu, numa atitude imprudente como o filósofo que se mete a caçador de leão da figura abaixo:

Ciclo Vital Humano e Astronômico

Capitulo 1

        Nesta figura vemos dois fluxos de circuitos formados por dois ciclos vitais: o externo representa o ciclo vital humano e o interno, o ciclo vital de qualquer astro celeste. Como a matéria da Terra (que até então só construía corpos sólidos como rochas, gazes e águas) foi conduzida a construir corpos que nascem, crescem, vivem e morrem!? Ela o fez porque existiam forças naturais conduzindo-a, forças que vieram do passado, forças que faziam com que os próprios planetas já eram corpos sob um ciclo vital, que o planeta Terra nasceu com outra forma, cresceu e está crescendo, e vai-se tornar em outras formas.
         A Humanidade ainda não havia percebido isto porque ela começou a estudar o céu apenas a 5 ou 10 mil anos e qualquer movimento, qualquer transformação de um astro celeste demora até 3 bilhões de anos. Nunca vimos e nunca vamos ver um astro nascer, seja planeta, quasar ou estrela, nunca vamos presenciar a transformação de astro na sua próxima forma vital como podemos ver e acompanhar aqui a transformação de uma criança num adulto humano. Humanos surgem na forma de mórula, se transformam em blástula, tornam-se fetos, embriões, bebês, crianças, jovens, adultos, idosos, cadáveres e estes retornam 'a terra que lhes fez crescerem.
         E astros surgem da matéria de estrelas mortas como pequenas esferas incandescentes aqui denominados "germes estelares", atravessam um horizonte de eventos cheio de poeira e grãos estelares os quais se agregam 'a esfera formando o que será consumido como placenta ou material nutritivo quando o germe despertar e neste ponto o denominamos "semente estelar".
        O corpo continua se aprofundando no espaço onde a poeira estelar torna-se cada vez mais fria e estas diferenças vão determinar as futuras diferentes camadas geológicas até que a ultima camada que o reveste é matéria congelada. Neste estágio o astro-criança vaga no espaço até que passe perto de alguma estrela cuja força gravitacional de atração o capture na sua órbita. O calor da energia da estrêla-Sol derrete a coura~ca de gelo gerando os oceanos e continentes e nêste ponto o astro adolescente recebe o nome de planeta. Mas o bombardeio de partículas do Sol continua e esta energia vai se infiltrando nas frestas entre as placas tectõnicas .


O Software/Matriz no Estágio Evolutivo de Sistema Fechado"

Capitulo 2

Extraindo os dois fluxos de informações dos dois CICLOS VITAIS acima obtive um CIRCUITO SISTEMICO na forma de um DIAGRAMA DE SOFTWARE como aqueles mais simples que vemos em computação. A Natureza se revela composta de matéria (hardware) e um invisível comando de instruções (software) o qual aqui denomino de A MATRIZ/DNA UNIVERSAL...


O Nucleotídeo Como Forma Biológica Da Matriz

Capitulo 3

O CICLO VITAL de qualquer ASTRO como o PLANETA TERRA desfaz-se pela ENTROPIA em fragmentos que são suas unidades de informação. Estes fragmentos na forma de fótons bombardeiam a superfície de ASTROS, se re-organizam como SOFTWARE/MATRIZ conduzindo átomos a construírem nucleotídeos, que são a UNIDADE DE INFORMAÇÃO DO DNA. Assim o CÓDIGO DOS SISTEMAS CELESTES tornam-se o CÓDIGO CÓSMICO HUMANO.


Célula Animal E Vegetal Pela Matriz

Capitulo 4

A partir do nucleotídeo foi construído o RNA como uma pilha de diferentes individuais nucleotídeos, a seguir veio as proteínas, as organelas celulares imitando as funções dos astros, montado o DNA, surgindo então o primeiro ser vivo, a célula vegetal que imita o sistema fechado à Evolução, e a animal, sem fotossíntese, como sistema aberto para a continuidade da Evolução.


Origem Dos Cromossomas Sexuais

Capitulo 5

As primeiras CÉLULAS herdaram o hermafroditismo do software/Matriz que veio de LUCA. Mas fazendo numa célula se expressar como dominante o circuito total, e noutra, como dominante a metade direita do circuito, a Matriz separa os sexos, tornando-o sistema ainda mais aberto a diversidade das espécies e sua evolução. Também o fenômeno da Vida canhota ou "left-handed" (quiralidade) surgiu pelo mesmo mecanismo.


O Ciclo Do Colesterol E A Matriz

Capitulo 6

Observe como o SOFTWARE/MATRIZ é a fórmula aplicada pela Natureza para organizar a matéria em SISTEMAS e CICLOS. O COLESTEROL efetua um circuito idêntico á Matriz onde o FÍGADO executa a FUNÇÃO 1. Mas há uma diferença: note que o corpo fora do circuito entre F2 e F3 (HDL) deveria estar entre F3 e F6. Não será este defeito a causa que torna o bom e imprescindível colesterol naquele mau colesterol capaz de matar-nos?


LUCA – the Last Universal Common Ancestral

Capitulo 7

Darwin acertou com a idéia da Evolução e com a sugestão de ter existido um cepo primitivo comum que teria deflagrado a Vida na Terra. Mas ele pensava num cepo microscópico e jamais poderia imaginar que LUCA é astronômico, formado pelas sete formas dos astros! Ao lado está a Face de LUCA. Esta descoberta engrandece a idéia de evolução ao acrescentar mais 4 variáveis observadas em LUCA ao VSI ((Variação, Seleção, Inheritance) Darwinista de apenas três variáveis, ligando a Micro-Evolução Darwiniana à Macro-Evolução Universal, e sugerindo a existência de uma Inteligência Suprema além das fronteiras deste Universo..



Louis Charles Morelli

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