Archive for the ‘Physics’ Category

Naturalistica explicacao para a existencia do Universo

Monday, April 12th, 2021

https://infidels.org/library/modern/quentin_smith/natural.html

A Natural Explanation for the existence and laws of our Universe

Resumidamente o autor – um fisico – parte da hipotese alem dos atuais modelos cosmologicos de uma oscilante espuma quantica inicial, produzindo forcas ja com propriedades e aplicando a estatisca quantica, que gerariam os elentos mais coplexos de hoje. Ele nao mostra as causas anteriores. Mas e’ uma das poucas teorias naturalistas.

Interessante notar uma mesma intuicao para a exitencia do universo que Matrix/DNA teve : um sinal de luz anterior. No paragrafo em que o autor expoe uma definicao para o que e’ um universo, ele fala de uma lei basica gerando todas as demais leis, que seria um sinal de luz viajando num espaco vazio de vacuo a 186.000 km/s.

White holes : Zel’ dovich and Novicov proposed the existense of reverse black holes, called white holes, wich, insteead sucking matter, vomit matter. (PURA MATRIX/DNA THEORY !)

“Se o Princípio do Caos se impõe pela força (na marra), por que o Princípio da Ordem não se impõe?

Thursday, February 11th, 2021

Me surgiu uma pergunta intrigante para a qual não encontro resposta:
“Se o Princípio do Caos se impõe pela força (na marra), por que o Princípio da Ordem não se impõe?
Por exemplo: o Princípio do Caos é destrutivo e perturbador da ordem natural, ele produz as tragédias naturais, a corrupção entre humanos, os crimes, etc. Para o povo simples isso pode ser entendido como o “mal”. O princípio da Ordem é aquela força ainda desconhecida que surge na Natureza e que, com os elementos do ambiente, constrói algum tipo de sistema, como o atômico, o galáctico, o biológico etc., e dentro destes sistemas a tendência é evoluir para o estado de equilíbrio total, de ordem.
Para o povo simples isso pode ser entendido como o “bem”. Em palavras populares poderíamos trocar para: ” Se a Força do Mal se impõe com brutalidade e mais energia, por que a Força do Bem não se impõe da mesma maneira?”
Basta se lembrar de como este mundo tem funcionado para se destacar milhões de evidencias a favor do caos, e quando procuro evidencias a favor da ordem não vejo nenhuma na nossa microscópica dimensão, apenas pressinto-a quando observo o Cosmos e vejo galáxias – um sistema natural – se impondo ao todo, como vencedoras. Então talvez devêssemos trocar a pergunta:
“Porque no grande reina a Ordem e no pequeno reina o Caos?”,
… mas como não sabemos o que existe além das galáxias, também não podemos afirmar que a Ordem reina no grande.
Veja que esta parece ser uma questão alienante, abstrata, coisa apenas de filósofos e não do humano na sua luta com a vida pratica. Porem isto é engano. Nas Ciências Físicas e Matemáticas, estes princípios são estudados principalmente na Teoria da Informação. Em todos os eventos e lugares que formos agora nos ambientes da vida, vamos constatar sofrimento de humanos, de animais, de vegetais. Os quais eu poderia consertar num estalo se tivesse o poder de impor o Princípio da Ordem. Ora, estamos falando de forças naturais, natureza, e temos aprendido que com a Ciência já mudamos muita coisa na Natureza, já eliminamos muitos tipos de mal ao humano ( ex: a vacina matando os vírus que entram no corpo, foguetes da NASA podendo destruir no espaço meteoritos que iriam cair sobre a Terra, etc ), então nos aconselha o racional que procuremos cientificamente investigar o que é e de onde vem essa força do Princípio da Ordem, pois se descobrirmos isso, poderemos aplica-la eliminando todos os obstáculos e sofrimentos aos humanos… Esta é uma questão pratica, da vida real.

Alguém se aventura a refletir sobre isso? Se tiver algum insight, ou tese, por favor me avise nos comentários.

E para os ingleses:
If the Chaos Principle is imposed by force, why does the Order Principle is not imposed? For philosophers, religious, scientists.

Questão publicada no Reddit:

https://www.reddit.com/r/askscience/comments/lhqecj/if_the_chaos_principle_is_imposed_by_force_why/?utm_source=share&utm_medium=web2x&context=3

Publicada no Facebook em Fev/11/2021:

(20+) Louis Charles Morelli | Facebook

Não se passa da Física para a Teoria do Tudo

Saturday, December 5th, 2020
Não se passa da Física para a Teoria do Tudo

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A meu ver, uma das principais causas que está conduzindo a humanidade ao poder tecnológico sem a necessária correspondente evolução da moral, ética, fraternidade, e sensibilidade para conhecer de fato esta Natureza Universal, e adiando o auto-exorcismo dos instintos egoístas herdados dos ancestrais animais, é o domínio atual da disciplina da Física sobre as outras disciplinas. Tanto que os Físicos estão dominando a cosmovisão moderna e acreditam que vão produzir uma Teoria do Todo, sabendo tudo, e as outras disciplinas ao invés de reagirem, se ajoelham, imitando-a.

Ora, a Física, com sua linguagem, a Matemática, está limitada a não conhecer mais que 30% do Universo Físico e não mais que 5% da complexidade deste mundo. Pois Física só capta os movimentos mecânicos e materiais relacionados ao esqueleto do Universo. Se aplica-la para desvendar a anatomia e a complexidade de um corpo humano, ela vai descobrir quase tudo sobre o esqueleto ósseo, no máximo os músculos e fibras, mas além disso, mais nada. A carne, as interações entre células, órgãos, a neurologia, os sentimentos, emoções, a consciência… nada dessa complexidade ela pode captar com seus poderosos instrumentos de medição. E foi do Universo que este corpo obteve seus materiais, suas forças e suas propriedades. Portanto, não digo apenas este Universo de galáxias, mas sim este mundo, tem que ter em si, na sua anatomia, na sua organização, todas estas propriedades vitais, biológicas, consciências, pois nada o Universo poderia ter criado por mágica.

Na minha investigação – sintetizada na Teoria Geral da Matrix/DNA – está sendo sugerido como, inclusive esta galáxia, tem uma ordem de fenômenos ainda desconhecidos dos físicos, atuando como uma cobertura de complexidade orgânica, vital da matéria. Não se salta do esqueleto ósseo para se entender o cérebro e a consciência, isto é obvio. Nossas crianças nas escolas estão sendo traídas, desviadas da verdadeira inteligência natural e isto significa doenças e auto extinção.

Incrível: a formula da Matrix/DNA me conduz a sugerir uma solução para o maior mistério da Física Quântica! (Claro que devo estar errado mas esta solução seria elegante demais)

Friday, November 13th, 2020

Sobre: O Experimento da Escolha Retardada

Inspirado no Artigo: Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://sbfisica.org.br/v1/home/index.php/pt/

Sociedade Brasileira de Física

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O desenho abaixo explica o experimento proposto num artigo na revista Physical Review Letters, pelos físicos Rafael ChavesGabriela Lemos e Jacques Pienaar, todos pesquisadores do Instituto Internacional de Física (IIF) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. A novidade do experimento é que é uma modificação do chamado experimento da escolha atrasada, concebido em 1979 pelo físico norte-americano John Wheeler (1911-2008), justamente para testar a realidade quântica, e cujo resultado levantou a famosa discussão entre um grupo que acredita na escolha atrasada ( a consciência do observador interfere no comportamento dos fótons), e outro grupo que defende a segunda explicação: “É que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido”. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985).

O desenho abaixo ilustra o experimento realizado pelos físicos do IFF:

destaque 2018 09 20

O experimento usa um conjunto de espelhos perfeitos e semi-refletores. Primeiro, um fóton incide sobre um aparelho chamado de divisor de feixes (BS1 na figura acima). É um espelho semi-refletor, que em 50% das vezes reflete os fótons incidentes e nas 50% das vezes restantes deixa os fótons atravessarem sem desviá-los.

Assim, o fóton pode tomar dois caminhos possíveis. Refletido, toma o caminho b, encontra um espelho perfeito e atinge o detector de fótons d. Mas se atravessar BS1, percorre o caminho c e atinge o detector e. Nesse caso, o fóton parece se comportar como uma partícula: existe chance igual do fóton ser detectado em d ou e.

O fóton se comporta como uma onda, porém, se além do divisor de feixes BS1, os experimentadores colocarem no cruzamentos dos caminhos b e c, um segundo divisor de feixes, BS2. Nesse caso, as chances do fóton ser detectado em d ou e variam. As probabilidades de detecção variam com o tamanho relativo dos caminhos c e b e o ajuste do modulador de fase no caminho c (triângulo amarelo na figura). Nesse caso, o fóton age como se fosse uma onda. Ao incidir em BS1, a onda se divide em duas, que depois interferem uma com a outra em BS2. A interferência das ondas em BS2 determina a probabilidade do fóton ser detectado em d ou e.

Wheeler imaginou então o que aconteceria se o experimentador escolhesse colocar ou não o divisor BS2 apenas depois do fóton já ter incidido em BS1. O experimento já foi realizado várias vezes e verificou que a escolha atrasada não influencia o resultado. Sem o divisor BS2, o fóton age como partícula. Com o divisor BS2, o fóton age como uma onda. Mas como isso seria possível? Como o fóton poderia “saber” se deve se comportar como partícula ou como onda ao passar por BS1?

Entenda: O fóton sai do canhão emissor, ninguém sabe ainda se como onda ou partícula. Se lá na frente, depois que ele partiu, colocarem um BS2, se verifica que ele partiu como onda. Se não colocarem, verifica-se que ele partiu como partícula… !!! This blow up our brains…

“A primeira possibilidade é que a decisão do experimentador sobre a medição no futuro refletisse no comportamento do fóton no passado”, explica Lemos. Essa possibilidade implicaria no absurdo de eventos no futuro poderem influenciar eventos no passado.

“A segunda explicação é que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido” diz Pienaar. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985). Wheeler foi um aluno de Bohr e costumava afirmar que “nenhum fenômeno é real até ser um fenômeno observado”.

Inspirados por discussões com Romeu Rossi Junior, físico da Universidade Federal de Viçosa, Chaves, Lemos e Pienaar decidiram verificar se não haveria uma explicação alternativa para o experimento da escolha atrasada. “Surpreendentemente, descobrimos que há sim um modelo clássico estatístico causal para explicar os resultados”, diz Lemos.

O modelo matemático de causa e efeito descoberto pelos físicos do IIF é difícil de visualizar, pois não utiliza os conceitos de onda ou partícula. É um conjunto de regras abstratas que assumem que o comportamento do fóton é controlado por uma variável que só pode assumir dois valores ou estados possíveis. O valor dessa variável “oculta” é sensível à presença do divisor BS2 apenas no momento em que este é colocado no experimento, modificando o comportamento do fóton, fazendo com que as previsões do modelo sejam idênticas às da teoria da mecânica quântica convencional. “Desta forma, o experimento de Wheeler não seria um bom experimento para diferenciar um fenômeno quântico de um fenômeno clássico”, explica Lemos.

Os pesquisadores então propuseram uma pequena modificação no experimento da escolha atrasada. Inserindo moduladores de fase adicionais no circuito do experimento, os experimentadores poderiam criar situações em laboratório em que as previsões do modelo clássico de dois estados seriam diferentes das previsões da mecânica quântica. Os resultados das três realizações do experimento rejeitaram o modelo clássico e confirmaram as previsões da mecânica quântica.

Financiada pelo CNPq, MEC e MCTIC, a pesquisa foi destaque em artigo da Quanta, revista de divulgação científica da Simons Foundation, sendo republicado pela revista Wired.

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Pois bem. Vamos fazer agora uma introdução à uma terceira solução, que estou sugerindo. Depois continuamos esta pesquisa verificando o paper na Physical Review, os artigos da Quanta e da Wired, e fazer uma pesquisa na Internet buscando mais reações de cientistas.

Solução da Matrix/DNA:

A nossa Teoria Geral tem sugerido que existem ondas de luz primordiais ( ou existiu uma primordial emitida no Big Bang) que, quando avança se propagando no tempo e espaço ( ou seja, ficando mais idosa e maior em tamanho), a onda de luz imita exatamente o que acontece com um corpo humano quando, emitido pela fonte geradora, avança se propagando no tempo e espaço ( ficando mais idoso e maior). Mas tem mais outras coincidências entre uma onda de luz original e um corpo humano. Por exemplo, observando-se as luzes emitidas por radiação eletromagnética de sete diferentes elementos, obtém-se sete diferentes “estados” de luz, que são por nos denominados de faixas de frequência, cada qual emitindo uma cor especifica. Isto fica visível na figura que se forma na tela do computador e que se chama “espectro eletromagnético” segundo a figura abaixo:

See the source image

Na montagem da minha teoria, fui parar no Big Bang procurando o que houve ali que teria sido a primeira manifestação neste universal material da formula da Matrix/DNA, pois me focalizando no nosso DNA e seguindo as pegadas da evolução de trás para a frente, ou seja, daqui do presente rumo ao passado, fui encontrando os ancestrais desse DNA nos sistemas astronômicos, depois nos atômicos, observei a formula fazendo os primeiros átomos alguns instantes após o Big Bang,

Mas… de onde veio a formula? Num belo dia, observando e refletindo sobre uma figura num livro de física, do espectro eletromagnético, de repente deu um estalo no cocuruto… Quando eu desenhava a formula da Matrix/DNA como sistema aberto, resultava numa reta continua, como se pode entender a senóide do espectro como reta continua. E quando eu aplicava esta formula nos sistemas naturais conhecidos, os objetos que se situavam nas Funções, apresentavam diferentes intensidades de energia. deixa-me de novo trazer a figura da formula no seus aspecto de diagrama de software:

Formula Universal da Matrix/DNA no aspecto de sistema fechado

Resumindo e recapitulando o que está exaustivamente explicado em outros artigos neste website: um sistema natural perfeito é um conjunto de seis peças que se conectam movidos pela força do ciclo vital; o sistema é produzido iniciando-se pela fonte geradora (F1) emitindo um bólido que devido ao ciclo vital se transforma em forma e estado gerando F2 e assim sucessivamente até em F7 se desintegrar e seus fragmentos retornam reconstruindo a fonte que reinicia o ciclo. Se dividir-mos a vida de um corpo humano de 70 anos em sete formas ( desde a forma de feto até a forma de cadáver) teremos F1 como a barriga da mãe ou fonte geradora, o baby em F1, e assim até F7 que é a forma de cadáver se desintegrando. Nesse caso as seis formas do corpo que rola sob o ciclo vital se fixam como peças de um sistema, aberto. A formula é abstrata no sentido de que as peças são representadas como funções sistêmicas, as quais se encarnam em cada peça e nunca variam. Assim podemos situar como peças as organelas do sistema celular, as moléculas de uma unidade fundamental de informação do DNA, os órgãos de um corpo humano, os sete tipos de astros de uma galáxia, as sete camadas eletrônicas de um sistema atômico. Assim a formula construiu tudo isso, todos os sistemas naturais são copias diferenciadas de um único sistema universal, se dissemos que uma bactéria – que é um sistema – foi nossa ancestral temos que dizer que a galáxia – outro sistema – também é nossa ancestral, apenas mais remota… Mas onde estava essa formula antes de fazer a primeira forma desse sistema universal, que foi o átomo? De que substancia ela era feita?

Por uma década desisti de buscar, achei que nunca iria encontrar a solução, arquivei toda a teoria na gaveta, pois qual seria a utilidade dela, de saber que vim do átomo, que passei pelas galáxias, tido produzido no mundo por uma formula invisível que parece ter surgido ao acaso?

Mas estava sempre descobrindo novos sistemas e como batiam com a formula, então os desenhava, até que tive a intuição de desenhar apenas o fluxo de energia que corria nas formas das peças variando de intensidade e montei a formula da energia dos sistemas. Obtive a mesma figura da senoide do espectro eletromagnético, e isso me fez eriçar os pelos do corpo todo… a LUZ!

Primeiro fez-se a Luz! Fiat Lux!

A luz? Sim, existiam ondas de luz antes do primeiro átomo e ela não apenas tem a mesma cara da formula como também cresce e morre mostrando as mesmas formas de energia e na mesma exata sequencia das frequências!

Dai veio o resto: o Big Bang foi um ato de fecundação, dele foi emitido uma onda de luz que contem o código da vida sendo uma forma de genoma, este Universo é formado por uma placenta de células galácticas e no meio desta placenta esta havendo um processo de reprodução genética daquilo que fecundou… Se em mim, meu DNA é de matéria biológica porque sou de matéria biológica, então um DNA de luz só pode vir de um corpo que tem luz… e etc.

Então voltei na figura do espectro magnético e acrescentei algumas coisas nele, como na figura a seguir. Botei as sete formas do corpo humano ali, na luz, onde elas merecem estar. E os astros, e as funções sistêmicas. Mas poderia botar tudo, as organelas das células, as moléculas do DNA, e até a mão humana, se por a palma como a barriga gravida e o dedo mindinho como o baby, vais descobrir que cada dedo representa uma frequência da onda de luz e suas mãos também foram feitas e desenhadas pelo ciclo vital.

THE ELECTRO MAGNETIC SPECTRUM – The template for all natural systems and Life´s cicles

Essa minha teoria também sugere que cada partícula de luz contem a onda toda. Ou seja, um fóton é uma partícula desprendida de uma onda e ele tem a mesma configuração de onda. Tem as sete formas de frequências, depende do observador se o vê fixo como partícula ou se movendo como onda.

E agora estudando a figura do experimento acima, tentei ver se a formula – que sempre foi meu oráculo – me socorre mais vez, pois ela nunca deixou pergunta sem resposta. Imaginei um experimento cujo resultado foi: enquanto os fótons correm nos circuitos se apresentam como partícula, quando o feixe é dividido, a partícula b se torna spin right, ou seja, gira para a direita, enquanto a partícula c se torna spin left. Se os dois spins se encontrarem em qualquer lugar, tenha ou não espelhos perfeitos ou refletores, os dois se juntem a será sempre uma onda. Mas porque a divisão em spins? Vamos imaginar o seguinte experimento:

Vamos pegar um corpo humano recém-nascido, fazer um clone dele e chamar de forma 1, depois fazemos outro clone quando for criança e chamamos de forma 2, assim:

clone 1 – forma baby > copía baby e deixa crescer

clone 2- forma criança > copia criança e deixa crescer

clone 3 – forma adolescente > copia adolescente e deixa crescer

clone 4 – forma adulto jovem > copia adulto jovem e //

clone 5 – forma adulto maduro > copia adulto maduro e deixa envelhecer

clone 6 – forma cadáver > copia cadáver e deixa desintegrar

( atenção: na formula aparecem sete funções, enquanto aqui delineamos seis funções. Isto porque a F5 é intermitente, responsável pela reprodução de sistemas, não entra aqui.)

Agora vamos fazer clones de cada forma de fóton ( fótons tem a forma geral da onda de luz, contem ao mesmo tempo todas as seis formas, mas expressa uma forma em cada momento dependendo do seu avanço no tempo e espaço)

clone 1 – Primeira (1*) frequência, raios gama > copia raios gama e deixa avançar (crescer)

clone 2 – X-rays – copia raios X e deixa avançar

clone 3 – ultravioleta – copia ultravioleta e… //

clone 4 – luz visível – copia luz visível e …

clone 5 – infravermelho – copia infravermelho e…

clone 6 – microwave – copia microwave e ….

clone 7 – radio wave – copia radio wave e …

Tudo bem… temos setes clones de fótons e seis de humanos ( Epa, cometi um erro acima: a primeira forma humana seria embrião, então corrija-se o esquema para ter os sete clones).

Se colocarmos as três primeiras formas humanas de mãos dadas, e depois outra fila separada com as quatro seguintes formas de mãos dadas… vamos observar o quadro e refletir. A força do ciclo vital estaria empurrando o adolescente a pegar na mão do adulto jovem. E de fato, ao avançar no tempo e espaço ele vai se transformar num adulto jovem. Não da para dividir isso em partes iguais como fizeram com os fótons, só se dividisse o adulto jovem em dias metades e desse uma metade para cada grupo.

Mas quando o espelho refletor dividiu o feixe de fótons em duas metades de 50% cada uma, o que aconteceu? Acertou o foton quando ele estava expressando sua forma de luz visivel. Mas o corpo dele tem as sete formas ao mesmo tempo. Então, sua forma de adulto atravessa o espelho como c e vai envelhecendo passando por adulto maduro, idoso, cadaver… enquanto a outra forma de adulto vai como b retroagindo pata adolescente, criança, baby…

Energia crescente é spin right, energia decrescente é spin left. Quando as duas metades se envcontram no segundo espelho, uma esta na forma de drone 1 e o outro de drone 7. Ora drone 7 constroi imediatamente F1 que se torna o elo do qual resulta em F2, o embrião, o baby… está recomposta e fechada a onda.

bem… nesta altura do campeonato já não aguento mais, estou com forme, sono, vou parar por aqui por hoje.

Mas será mesmo?! E então ? Escolha atrasada ou fóton sem definição possível? Talvez não seja nenhuma das duas, meus pobres e queridos amigos cientistas… A luz pode ser viva e se mover pela força do ciclo vital… Sei que vocês ririam a valer se soubessem deste texto, mas eu… vou manter esta hipótese no ar e testando-a.

A quântica nos conduzindo ao idealismo? Matéria não existe, apenas a mente existe…?

Sunday, November 8th, 2020

Tomei conhecimento do autor deste livro no fórum com link abaixo onde está sendo debatido por skepticos que acusam de ser pseudociência. Mas o curriculum do autor ( abaixo) é muito bom. Vamos ler seus artigos, website, acompanhar o debate no fórum, para finalmente decidir se vale a pena comprar o livro.

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The Idea of the World: A Multi-Disciplinary Argument for the Mental Nature of Reality by [Bernardo Kastrup]
Livro em e-book, por U$ 14,00, guardei na wish list do Kundle-Amazon… decidir se compro. ( About the Author
Bernardo Kastrup has a Ph.D. in philosophy and another in computer engineering. He has been a scientist in some of the world’s foremost scientific laboratories. His main interests are metaphysics and philosophy of mind. )

CFI _ Center For Inquiry – Forum: Link:

DOES QUANTUM MECHANICS LEAD TO IDEALISM

Forums › General Discussion › Does Quantum Mechanics Lead to Idealism

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Physics Is Pointing Inexorably to Mind

Article by By Bernardo Kastrup on March 25, 2019

https://blogs.scientificamerican.com/observations/physics-is-pointing-inexorably-to-mind/

Physics Is Pointing Inexorably to Mind
Credit: Getty Images

Kastrup: ” Yet, as our understanding of physics progressed, we’ve realized that atoms themselves can be further divided into smaller bits, and those into yet smaller ones, and so on, until what is left lacks shape and solidity altogether. At the bottom of the chain of physical reduction there are only elusive, phantasmal entities we label as “energy” and “fields”—abstract conceptual tools for describing nature, which themselves seem to lack any real, concrete essence. ”

Matrix/DNA: Mas porque restam apenas energia e campos? E a luz? Porque não também a luz ? E nossa teoria encontrou que a base de toda matéria organizada, em sistemas, ou seja a informação fundamental para o Principio da Ordem Física, que é a formula da Matrix/DNA, surgiu neste Universo na forma de onda de luz.

Kastrup: “…  according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation. But in such a case, what exactly is meant by the word “information,” since there is no physical or mental substrate to ground it? “

Matrix/DNA: Bem… a única “mente” que pensamos existir aqui, estamos vendo que ela surge feita por informação, mas esta informação está plenamente ancorada na realidade física da matéria: o DNA. De que mente e que informação ele está falando? Talvez ele respondesse estar falando da primeira mente do primeiro humano, que é a mesma que vemos nascer aqui em cada novo baby. Ele não deve aceitar a tese de que a mente é pura produção ou efeito das operações do cérebro ( e ele é neurocirurgião ). Para nós acontece que as informações encarnadas na matéria do DNA são de uma network de fótons, ou seja, luz.

Kastrup: “… it is one thing to state in language that information is primary and can, therefore, exist independently of mind and matter. But it is another thing entirely to explicitly and coherently conceive of what—if anything—this may mean.

Our intuitive understanding of the concept of information—as cogently captured by Claude Shannon in 1948—is that it is merely a measure of the number of possible states of an independently existing system. As such, information is a property ofan underlying substrate associated with the substrate’s possible configurations—not an entity unto itself.

To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense; a word game less meaningful than fantasy, for internally consistent fantasy can at least be explicitly and coherently conceived of as such.

Matrix/DNA: Preciso reler com mais atenção Claude Shannon e a origem desta definição de informação. Eu n~~ao posso concordar com esta definição. É mecanicismo antropomórfico, quando deveria ser geneticismo cósmico. Isto é colocar o homem no centro, quer dizer, o homem recebendo a informação de um sistema, pelo ato de medir. O sistema fornecendo a informação, quando o sistema é invadido e dele retirado, não a sua informação, e sim uma imagem de sua informação. . Ora, mas o sistema foi construído antes pela informação e ela não se extingue quando o sistema desaparece, quando muito, enquanto num sistema ela é um pacote de bits-informação, o pacote pode ser fragmentado e os bits espalhados aleatoriamente. No nosso caso, informação é “aquilo que dá forma a…”, a definição já está no próprio nome, que foi um feliz invento. E só pode dar uma forma a alguma coisa quem já é em si a própria forma. Se tem forma, tem respaldo no mundo material. Em todo caso, para nós toda informação dentro deste Universo vem de duas únicas fontes: das forças e campos do estado de caos e da força do Principio da Ordem Física que se apropria de elementos do caos para construir sistemas ordeiros. Não temos ideia de onde veio ou como existe o caos, mas o Princípio é a formula universal que existe já a 13,8 bilhões de anos, e por essa idade, sugere ser eterna. Mas apesar de ainda estarmos apenas no terreno de remotas especulações, nós imaginamos qual deve ser a fonte das informações do Principio Organizacional. E não é uma mente. Suponhamos que o Big Bang tenha sido um evento de processo igual ao que o Universo faz aqui, hoje e agora, perante nossos olhos, quando cria um novo sistema; o instante ou evento da fecundação. Então uma fonte desconhecida, a qual vamos inicialmente denominar de Fonte Geradora, emite uma receita que irá reproduzi-la, num sistema idêntico a ela. Foi isso que nossos pais como fonte geradora fizeram para nos conceber. Porem, a Fonte Geradora no Big Bang não é um sistema materializado, carnal ou material, apesar de ser um sistema natural. Tem um corpo constituído da substancia da luz que é banhada numa névoa de autoconsciência. Assim como nossos pais não usaram em momento algum sua mente ou inteligência para emitir seu genoma e se reproduzirem, assim também a Fonte Geradora que emite genomas nos espaços que possuem uma substancia espacial – a qual podemos dar qualquer nome, como éter, ou dark matter, etc. – não precisa usar a mente para isso. É tudo natural. bem, essa teoria será aprovada ou destruída quando podemos captar e tivermos pleno conhecimento do que são os fótons. Para nós são os bits-informação universais. O que liga dois átomos para formar compostos materiais são seus elétrons, e os fótons habitam os átomos, talvez sejam seus pilotos. A nossa principal diferença está em que, enquanto os materialistas acreditam que o esqueleto físico veio primeiro e produziu a vida, nós apostamos no inverso, ou seja, a vida teria criado o esqueleto físico. Ao menos estamos vendo aqui na Terra que a carne viva produz os ossos do esqueleto mecânico e não o contrario. E isso implica em especular que a Fonte Geradora era, ou ainda é, algo vivo.

Kastrup: ” Max Tegmark attributes existence solely to descriptions, while incongruously denying the very thing that is described in the first place. Matter is done away with and only information itself is taken to be ultimately real.

This abstract notion, called information realism is philosophical in character, but it has been associated with physics from its very inception. Most famously, information realism is a popular philosophical underpinning for digital physics…. Indeed, according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation.

Matrix/DNA: Ok, então o que eles denominam de information realism é que nem matéria nem mente existe, apenas abstrata informação, apenas ela é real… No dia em que a Ciência botar um sistema, um gato, sobre a banca de um laboratório, extrair dele uma essência real que ela identifica como informação, e mostrar que o gato com sua matéria e mente sumiram da bancada, esta teoria estará provada. Kastrup critica esta teoria com o seguinte argumento: ” To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense …”

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Bernardo Kastrup Website: https://www.bernardokastrup.com/

( continuar esta pesquisa )

Materialismo: “O Universo e a Vida podem ser explicados pela Física e Matemática com as 4 forças naturais mais uma carrada de acidentes”

Thursday, September 3rd, 2020

Assim afirma o físico Premio Nobel no vídeo com link abaixo, mas antes deixa-me registrar o comentário que postei no TED abaixo do vídeo:

Louis Charles Morelli – Posted at 9/3/2020

Poor man. At the next corner there will be a discovery that a known natural element is a force more important and universal than anything he knows, which contains and rules the four natural forces and will reveal that only 5% of this world is grasped by Physics and Math.

Why we find the same Math equation when opening the next order of natural phenomena? Because when we opens the next body of a new species, and any next natural system, we find the same universal natural formula, which we say “Matrix/DNA”, the fifth and more important natural law, which contains Physics and Math, that’s why you find the same Math equations. Which is the best indication of beauty and elegance in nature? The roots at its foundation or the buildings of life, emotions ans consciousness? Mr Gell-Mann believes that the natural world is only from the Big Bang till the last galaxy, he is blind to what came before the Big Bang and what comes after the galaxies, which he says that are accidents. But in the real world is the meat that produces the bone skeleton and not the skeleton that produces the meat.

All natural orders of phenomena are properties of natural systems, there is a unique universal natural system that is coming under evolution since the Big Bang, which had the shapes of atomic systems, astronomic systems, cell systems and now is getting the shape of consciousnesses system. And all these shapes were built by a unique and same natural force, a kind of universal genome, which we call “Matrix/DNA”. We can see it encrypted into natural light waves. When he says “you don’t need to search something more” he is not different from those religious medievals dominating the universities and saying that “you have the Bible and God, does not need search anything more”. This is a science-stopper, inhibiting the students from keeping the open mind and searching.

Beauty, Truth and… Physics? by Murray Gell-Mann

TED – Beauty, Truth and… Physics? by Murray Gell-Mann

Michelson–Morley Experiment: Luz, Eter Luminifero, ou outra substância do espaço

Saturday, October 19th, 2019

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Eu cai neste assunto quando estava numa discussão e alguém fez um argumento citando este experimento. Logo pensei que o experimento tratava de “substancia espacial” a qual é motivo que afeta minha teoria, então precisava ver isso. Mas depois de tanta pesquisa me lembrei que não, a substancia espacial em nada afeta a matéria, ela é apenas uma especie de conceito abstrato necessário como meio da luz produzir matéria, massa e energia. Uma fabrica humana se apoia no solo terrestre e tira do solo terrestre matéria-prima para se construir como fabrica, mas o solo terrestre, enquanto estático, não produz nenhum movimento que afete a fabrica. Tudo e todos envolvidos na existência da fabrica nem mesmo nota o solo que esta embaixo deles. Então para que me preocupar e debater  a substancia espacial, quer lhe deem o nome de eter, ou outro, como dark matter, ou como o “new aether” de Einstein ?

E minha conclusão se encaixa na conclusão final do longo artigo no Wikipedia sobre eter luminífero, que é o seguinte:

” The only similarity of this relativistic aether concept with the classical aether models lies in the presence of physical properties in space, which can be identified through geodesics. As historians such as John Stachel argue, Einstein’s views on the “new aether” are not in conflict with his abandonment of the aether in 1905. As Einstein himself pointed out, no “substance” and no state of motion can be attributed to that new aether. Einstein’s use of the word “aether” found little support in the scientific community, and played no role in the continuing development of modern physics”

Mas valeu a pesquisa e os registros aqui porque muita informação nova e velha foram recapituladas, e alem disso, nessas analises abaixo desenvolvi interessantes insights, como a da relação entre a velocidade dada por um motorista ao carro e a velocidade ordenada por lei pela sociedade.

Khan Academy – My Account ( preciso assistir aulas para obter 5.000 pontos para poder postar questoes):

https://www.khanacademy.org/profile/kaid_509150817467256209029728/courses

Michelson–Morley Experiment Introduction (good video) 

Simple idea behind the Michelson‒Morley experiment to detect ether wind.

https://www.khanacademy.org/science/physics/special-relativity/michelson-and-morleys-luminiferous-ether-experiment/v/michelson-morley-experiment-introduction

Observar que mais informações se obtém na Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Michelson%E2%80%93Morley_experiment#Subsequent_experiments

Ok… no seculo 19 se pensava que existe um éter luminífero. mas os físicos trouxeram a ideia de que tanto a luz como galaxias se movem com uma velocidade  causada pelo eter, então o eter deve se mover como um vento. Entao Michelson e Morley pensaram num experimento para ver se existe o vento do eter. Refletiram um raio de luz em espelhos e tal, e observaram que quando o raio se divide em dois, e uma metade segue direto em frente e a outra metade reflete subindo, no final as duas tem o mesmo padrão de velocidade. Então, concluiram não existe o vento do eter, pois em qualquer direção que a luz se dirige, não é afetada por nenhuma substancia do espaço.

Isto vai contra minha intuição que entrou como parte da minha teoria. Por isto não gosto da teoria e devo procurar algum erro no experimento. Se não encontrar erro, vou ter que rever minha intuição e os pontos onde isso entra na minha teoria.

Para começar tenho questões. De onde os físicos tiraram a ideia que o eter se move ou é movido e aponto de produzir um vento? Na minha intuição existe uma substancia do espaço (que mais chamaria de matéria escura ou não-matéria, que eter) mas esta substancia é inerte, imóvel, ao menos dentro deste universo. O que se move, o responsável por todos os movimentos neste mundo, é onda de luz, principalmente a original emitida pelo Big Bang. A dark matter , ou eter, se for luminífero seria devido a luz no meio dela. Mas como é uma onda de luz de primeira geração (não como a luz das estrelas e outros, que são de segunda ou mais gerações) ela é demasiado forte para nossa visão, ela nos cega, e assim não vemos a matéria iluminada como pano de fundo deste universo.

A luz original se move devido a sua anatomia, ao que ela é feita. na sua anatomia já esta programada um movimento de expansão, de crescimento, e depois retração na forma de luz escura, energia negativa, etc. Na sua anatomia esta inscrito o processo do ciclo vital, o mesmo que faz uma bolinha chamada blástula se expandir e crescer no espaço e no tempo tornando-se um adulto corpo humano, e depois degenerando.

Então não existe vento do eter ou no eter. E como os corpos como o planeta, o sistema solar, a galaxia se move em orbitas? Isto é devido todos estes corpos serem partes de sistemas, e todos estes sistemas serem partes de um sistema maior que é a própria onda de luz. O movimento da onda de luz, quando impregna uma porcão do eter, deixa ali uma parte de si, constrói ali um sistema, o qual vai ser internamente movente, ou seja, todos seus objetos/partes se movem, e como este sistema faz parte de um sistema maior, o sistema se move movido pelo sistema maior.

Então a velocidade da luz e dos objetos nada tem a ver com uma outra velocidade que não existe, que seria a velocidade do vento do eter. Por isso, esse resultado neste experimento.

Analogia das velocidades dos  corpos no espaço sideral com a velocidades dos automóveis. 

A velocidade dos corpos no espaço pode ser entendida por uma analogia com corpos humanos. A sociedade, o coletivo dos humanos formam um sistema, o social. este sistema tem leis do transito que impõe padrões de velocidades aos motoristas, para menor velocidade do que o motorista desejaria, ou para maior, como em ruas residenciais. Então o motorista dirige numa velocidade, um padrão para todos os carros. Podemos dizer que é o sistema maior que o corpo, que determina a velocidade do corpo. Mas de nada adiantaria essa determinação se o motorista estiver morto. O motorista também tem em si a propriedade da velocidade, do movimento autônomo, sem ela não existe movimento. A mesma coisa acontece com os objetos no espaço sideral. Existe sempre um sistema ao qual o corpo pertence, o corpo sempre esta no território de um sistema, e este sistema esta dentro do território de outro sistema maior, etc. Então os corpos no espaço se movem também porque tem a força para se moverem em si. E isto porque em todo corpo tem fótons de luz dentro dos elétrons dentro dos átomos.

Tenho motivos para crer que a sociedade humana caminha para adquiri uma anatomia interna que é semelhante a anatomia interna do corpo humano, porque aquela é uma auto-projeção desta. Por exemplo, no corpo tem um órgão com a função de fazer a limpeza das impurezas. Esta função sistêmica é projetada quando a humanidade constitui um sistema social na forma da função da policia. Na verdade o que esta se auto-projetando e modelando o sistema social é a formula da Matrix/DNA, que é a formula que construiu o corpo humano e seu DNA.

Pois os sistemas celestes como estelares, galácticos foram feitos pela mesma formula. Então ela tem que estar nos corpos celestes, como o DNA esta nos corpos humanos. E ela esta na forma dos seus bits/informação, os fótons. Em outra parte da teoria, descrevo como a friccao da propagação da luz no meio da substancia espacial cria a energia. Uma das maneiras de nominar a energia é eletricidade. esta é composta por elétrons. E como disse acima, os elétrons contem fótons. Na verdade energia, eletricidade, são fótons, que são luz.

Como a luz tem si programada que deve se mover, expandindo-se, os seus fótons também tem este programa, são auto-moventes, e com isso empurram o corpo onde estão. Mas aqui vai entrar campos magnéticos, atracão e repulsão entre corpos, gravitação, tudo derivado da luz no espaço total como sistema maior e dela dentro dos corpos. etc.

Mas existe outro detalhe. A formula dos sistemas naturais.

Esta mostra que o circuito sistêmico contendo o fluxo de informações/energia do sistema é dividido em duas metades quando chega em F4. Uma metade continua direto desenhando a esfera, outra metade cai na direção do núcleo do sistema. Ou seja, as mesmas direções produzidas pelo espelho no experimento. Acontece que a velocidade do fluxo fe sempre a mesma, esteja ele inteiro, ou dividido em duas metades, ou descendo ou subindo. E esta, como todas as demais propriedades dos sistemas vem das propriedades da onda de luz. Isto significa que também a onda de luz tem uma só velocidade, e sempre, a não ser que adentre um espaço com matéria mais ou menos densa. No experimento, depois da divisão das duas metades, elas continuaram no mesmo espaço, com a mesma substancia, portanto tem que ser igual.

Eu não captei como e onde este experimento prova que não exista uma substancia espacial, deem a ela o nome que quiserem.

E isto me induz a entrar na discussão da Khan, porem preciso antes dos 5.000 pontos.

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Bem… no precisei ir muito longe para saber que não sou apenas eu que tem argumentos contra a interpretação dos físicos sobre o experimento. Bastou dar uma olhada nos comentários abaixo do vídeo da Khan e encontrar que muita gente não concorda e gente pesada dentro da própria física, como Paul Dirac e… Einstein:

2 years ago
Great question Jim/Jennie… the MM experiment showed that the speed of light is constant in all directions. Einstein then showed it is constant from all reference frames (I.e. it is governed by some sort of universal speed limit). Paul Dirac in 1951 showed that MM did not rule out the presence of an Ether when he took into account the Uncertainty Principle (you can’t know velocity and position for relativistic particles like light). Many people have kept up with the idea that MM means no ether but even Einstein never thought that and encouraged his mentoree David Bohm (who wrote one of the definitive textbooks on Quantum Mechanics) to further develop De Broglie’s Pilot Wave Theory (which of course requires a medium or an Ether).
Mas tem os que defendem a conclusão no experimento, como o post abaixo:
3 years ago
They look at the interference pattern that comes from recombining the light beams. They tune the lengths until they get a pattern that indicates the lengths are the same (or different by an integer number of wavelengths). Once it is set up, they are looking for CHANGES that occur as the earth moves. If the direction of the ether “wind” is changing, the interference pattern will change.
The pattern didn’t ever change, so they had to abandon the idea of the ether
Mas eu ainda acho que isto apenas desaprova existência do vento, e não do éter.
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Descoberto mais um padrão universal: fluxo de elétrons num condutor

Thursday, September 26th, 2019

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Universal Pattern Explains Why Materials Conduct

Isto deve vir da formula da Matrix/DNA, talvez do fluxo de energia/informação que corre no circuito esférico do ciclo vital. Mas trata-se apenas da criação de uma faixa ampla de possibilidades numa Matrix matemática estatística com números que registrou os elétrons se posicionando mais ou menos no meio entre os dois lados extremos. Mas todos os padrões universais interessam a teoria da Matrix/DNA.

https://www.quantamagazine.org/universal-pattern-explains-why-materials-conduct-20190506/

Art for "Universal Pattern Explains Why Materials Conduct"

The movement of electrons inside a conductor is impossible to calculate exactly.

Esta imagem pode ir para o livro para dar uma ideia de como a entropia faz os fótons-bits-informações escaparem do fluxo do circuito sistêmico tornando-se os radicais livres que podem reproduzir o sistema em outro lugar.

“What they show, which I think is a breakthrough mathematically … is that first you have conduction, and second [you have] universality,” said Tom Spencer, a mathematician at the Institute for Advanced Study in Princeton, New Jersey.

My answer in Portuguese and English (voltar ao article para ver se foi publicado – aguardando moderador):

Matrix / DNA – A Systemic/Biological Approach –

And why is that? First, there must be a kind of matter that can be traversed by electrons. And as soon as electrons penetrate this material, instead of scattering like clouds across the material or coiling in one place, they line up and move forward in a row. Thus arises universality, because this line always happens.

An ant follows the last of a row because it has sensors such as smell, maybe vision, etc. Which sensors have the electrons to follow the last in line? When we look at an anthill or a beehive from a more distant location we see the whole set functioning as a system that copies the Matrix / DNA formula system. And the systems of those insects were not created by sensors like smells, etc., they build a design that insects couldn’t possibly do, so we learned that the system is automatically imposed by the formula inside the atoms and DNA forming the bodies of the insect proving to be a will from the inside out, but at the same time the same formula is in the larger environment surrounding the insects, suggesting an automatic imposition from the outside in.

In the case of these electrons, when penetrating a conductive substance that artificially conducts them through a pre-established wire could not function modeling to form a system. Even if the wire were bent by joining the beginning end to the end forming a ring, the flow would probably remain permanent running without further effect.

From the Matrix/DNA formula’s perspective, the scattering of electrons escaping from the flow and composing those few random numbers are due entropy of electrons. But comparison with the formula where the flow are photons, we ask what would these electrons lack that photons have to form systems? That is, forming parts and transforming the flow in the life cycle circuit? The photons – which are the registers / transporters of information – within the electrons would be missing. In simple natural systems the photons are the internal sensors. In the future when we get instruments that identify each photon and manipulate them, maybe it will be possible to emit photons aligned in the formula sequence and even in a conductive amorphous mass, systems may spontaneously arise.

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Matrix/DNA – Uma perspectiva sistemica e biologica:

E porque é assim? Primeiro é preciso que haja um tipo de matéria que seja atravessável pelos elétrons. E assim que elétrons penetram esse material, ao invés de se espalharem como nuvens por todo o material ou de se embolarem num só lugar, eles se enfileiram e seguem a frente como uma fila. Assim surge a universalidade, porque essa fila acontece sempre. Uma formiga segue as ultimas de uma fila porque tem sensores, como olfato, talvez visão, etc. Quais sensores tem os elétrons para seguirem os últimos da fila? Quando observamos um formigueiro ou uma colmeia de abelhas de um local mais distante vemos todo o conjunto funcionando como um sistema que copia o sistema da formula da Matrix/DNA. E os sistemas daqueles insetos não foram criados por sensores como cheiros, etc., eles constroem um design, impossível de ter sido feito pelos insetos, então aprendemos que o sistema fé imposto automaticamente pela formula que esta dentro dos átomos e do DNA formando os corpos do inseto mostrando ser uma vontade, de dentro para fora, mas ao mesmo tempo a mesma formula está no ambiente maior que envolve os insetos, sugerindo uma imposição automática de fora para dentro.

No caso destes elétrons, ao penetrarem uma substância condutora que os conduzem artificialmente através de um fio pré-estabelecido não poderia funcionar a modelagem para formarem um sistema. Mesmo que se curvasse o fio unindo a ponta inicial a ponta final formando um anel, provavelmente o fluxo se manteria permanente correndo sem mais efeitos. Pela perspectiva da formula da Matrix/DNA, o espalhamento dos elétrons escapando do fluxo e compondo aqueles poucos números ao acaso  são devidos a entropia dos eléctrons. Pela comparação com a formula onde o fluxo é composto por fótons, nos perguntamos o que estaria faltando aos elétrons que os fótons possuem para formar sistemas?  Ou seja formarem partes e transformarem o fluxo no circuito do ciclo vital? Faltariam justamente os fótons – que são os registradores/transportadores das informações – dentro dos elétrons. Nos sistemas naturais simples os fótons são os sensores internos.

No futuro quando conseguirmos instrumentos que identifiquem cada foton e os manipulem, talvez sera possível uma emissão de fótons alinhados na sequencia da formula e mesmo numa massa amorfa condutora, talvez surjam sistemas espontaneamente.

 











Proton: Astonishing Image

Thursday, September 19th, 2019

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colorful balls in the middle of black background

A proton is made of a swarm of quarks and gluons, as imagined in this illustration. ILLUSTRATION: CERN

 

Mais uma nova descoberta sobre este mundo que deve obrigar os filósofos de plantão a repensar tudo o que acreditam e imaginavam conhecer. Uma mudança no conhecimento do mais intimo da matéria tem que corresponder a uma mudança na inteligência e na mais cósmica das consciências. Como fica agora o novo mundo com este novo próton?!

Por isso é bom estar sempre procurando o que a humanidade vai descobrindo e se desenvolvendo em todos seus aspectos. Principalmente no que se refere ao conhecimento da Natureza, deste mundo, do qual dependemos mortalmente. Sempre fizemos uma ideia errada de como seria a imagem do núcleo de um átomo – este elemento que é mortalmente importante em nossa existência, pois cada ser humano é dono de trilhões, quatrilhões deles: tanto os trilhões que constituem seu corpo como os que constituem seus objetos e propriedades, e o mundo em geral.

Nossa imaginação imaginava um núcleo formado de bolinhas brilhantes amarelas como o Sol, que seriam os prótons, misturadas com igual quantidade de bolinhas escuras, que seriam os nêutrons. E emanando delas, do núcleo, uma serie de ondas em camadas magnéticas, pelas quais orbitariam os elétrons. E eu ficava surpreso quando estas pessoas céticas pregavam com imposição que ” que nada, nosso corpo não tem campo magnético, não tem essas coisas de energia aparecendo nas fotos, isso tudo é misticismo!”. Mas como não se num átomo 95% é campo magnético, e somos constituídos de átomos…, o certo é dizer que somos mais magnetismo que carne e osso…”

Mas de fato não conseguimos imaginar a realidade mais profunda das coisas, então para não complicar nossas vidas e não fundir nossa cuca, vamos embalar com o povo na ideia da carne com osso. “Não pode! Você tem que entender que se você enfia uma agulha cujos átomos tem a vibração P no seu corpo onde os átomos tem a vibração X, vai haver tempestades do choque entre diferentes vibrações, então não enfie agulha no seu corpo…” – ” Ora, fica mais fácil dizer que se enfiar agulha na carne vai doer”. ” mas assim você não entende o que é dor, um conflito de vibrações com ressonância nos átomos dos sensores no seu cérebro que…” – ” Louis, por favor, cale a boca, pare de complicar…” – “” Mas é por causa desta atitude que os humanos ainda sentem dores. Uma questão de vibrações a nível profundo da matéria é tratada por médicos que lidam com carne e osso quando devia ser tratada por físicos quânticos…” – “Cale a boca Louis!”

Agora de repente uma imagem que me ocupou a mente por toda a vida e que me desviava do maior conhecimento da Natureza foi derrubada em um flash do olhar, menos de um segundo! O próton continua sendo como uma bolinha, mas que complexidade! nada do sol luminoso amarelo, parece mais como um montículo feito de muitos ingredientes, sementes, como ervilhas, feijão, semente de girassol, lentilhas, grãos de arroz, milho… tudo misturado, e tudo cozido, porque esta tudo colado entre si! São como um armazém de sementes de todas as agriculturas… agora dá para entender porque os átomos formaram tantas coisas, tantos objetos, tantas especies de vida diferentes… eles tinham as sementes, as informações para tudo isso! E… epa… sim… vou comemorar, porque eu cantei essa bola a 30 anos atrás, apesar de não ter a ideia exata do que isso significava. Previ isso mas não por intuição ou inteligência e sim porque meus cálculos apontavam essa solução. O que mais é a fórmula da Matrix/DNA que estou defendendo que deve existir na Natureza com informações para tudo, senão a criadora de sistemas complexos assim, com as informações para tudo neste Universo? Ganhei mais uma, você tem que pagar a próxima cerveja… taí a imagem como mais evidências para minha teoria…

Na minha teoria, existe uma formula universal que  contem todas as informações para construir e de fato construiu todos as formas de sistemas naturais, de átomos a galaxias a corpos humanos, cujas formas são apenas variações de um único sistema surgido no Big Bang inicialmente na forma de uma onda de luz natural que se propaga no tempo/espaço ao desenvolver uma anatomia própria pela força do ciclo vital e de cuja anatomia emergem todas as informações.. ou seja, uma especie de genoma. Como o átomo foi uma das primeiras formas do sistema criado por essa formula/genoma, a onda de luz impregnou-o com as informações que estavam registradas nela. Como essas informações tornam a onda de luz algo muito complexo, que o próton tenha nascido com essa complexidade estava automaticamente previsto na teoria. Se fosse uma simples bola de luz homogênea, o próton não se encaixava nos meus cálculos da macro-evolução universal.

E você deve comemorar também porque esse átomo ai muito mais complexo e rico em detalhes e informações vale muito mais que o átomo antigo, e como você é dono de uns quatrilhões deles, seu corpo aumentou de valor… Quando você publicar aqueles anúncios que esta vendendo dois quilos de gordura da sua barriga, não se esqueça de corrigir o valor…











Jeremy England: Busca Acadêmica por Forças e Elementos da Física como Bases da Origem da Vida

Wednesday, August 14th, 2019

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Nova teoria sobre as origens da vida por um fisico, Jeremy England

https://en.wikipedia.org/wiki/Jeremy_England  

He was raised Jewish but did not study Judaism until he attended graduate school at Oxford University. He now considers himself an Orthodox Jew

Theoretical work

England has developed a hypothesis of the physics of the origins of life, that he calls ‘dissipation-driven adaptation’. The hypothesis holds that random groups of molecules can self-organize to more efficiently absorb and dissipate heat from the environment. His hypothesis states that such self-organizing systems are an inherent part of the physical world.

Pulitzer-Prize winning science historian Edward J. Larson said that if England can demonstrate his hypothesis to be true, “he could be the next Darwin.

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Artigo divulgando a teoria:

A origem da vida foi uma casualidade? Ou leis da física?

https://ciencianautas.com/a-origem-da-vida-foi-uma-casualidade-ou-leis-da-fisica/

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Artigo original em ingles:

Massachusetts physicist claims he solved mystery of how life emerged from matter

https://www.rt.com/usa/massachusetts-physicist-solve-mystery-life-098/ England pointed to plants as a great example of energy dissipaters, since they take in the energy around them, use it to sustain themselves, and disperse even more energy into their environment in the form of infrared light. Matrix: O que?! Plantas emitem luz infravermelha e no ambiente? pesquisar isso…. When sunlight strikes objects, certain wavelengths of this spectrum are absorbed and other wavelengths are reflected. The pigment in plant leaves, chlorophyll, strongly absorbs visible light and reflects near infrared.

Do plants emit infrared radiation?
When an object is not quite hot enough to radiate visible light, it will emit most of its energy in the infrared. For example, hot charcoal may not give off light but it does emit infrared radiation which we feel as heat. The warmer the object, the moreinfrared radiation it emits.
What produces infrared light?
Infrared radiation is popularly known as “heat radiation”, but light and electromagnetic waves of any frequency will heat surfaces that absorb them. Infrared light from the Sun accounts for 49% of the heating of Earth, with the rest being caused by visible light that is absorbed then re-radiated at longer wavelengths
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Jeremy says: ” As various forms of matter seek to disperse more energy over long periods of time, they would naturally start to replicate or reproduce, since replication itself disperses as much energy as it uses up – at least on the level of RNA molecules and bacteria. “A great way of dissipating more [energy] is to make more copies of yourself,” England said.