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Nosso Deus é onda de Luz num movimento de queda e retorno para subir ao reino do Deus d´Ele.

Monday, January 11th, 2021

Pela primeira vez sou informado agora que algumas religiões cultuam um Deus em movimento e não estático como o Deus bíblico. A ideia desse movimento é a de um Deus que existe como uma onda que se propaga, e nisso decai, até se fragmentar, e os fragmentos voltam a reconstruir a onda, retornando o todo á grandeza que era no ponto de partida. Essa informação vem muito reduzida no meio de um debate num vídeo, mas o palestrante deu umas dicas, referindo-se ao hermetismo, a Shiva, o que já me fornece pistas para iniciar uma pesquisa. O que me interessou no momento e vim correndo a registrar, é a semelhança entre essa ideia e um dos resultados sugeridos pela formula da Matrix/DNA. O estalo se deu principalmente quando o palestrante disse a palavra “fragmentar”, pois a formula disse essa mesma palavra quando se refere a ela mesma, como criadora da vida em evolução e o que acontece quando se atinge o ultimo estagio da evolução… uma fragmentação como transição para a transcendência.

E essa ideia me ajudará a aperfeiçoar o resultado. Mas interessante também é que todos os palestrantes concordaram com uma questão: ” Os relatos das experiências de quase morte sempre repetem o narrador dizendo que se viu e se sentiu como um corpo de luz e uma consciência conectada com tudo, que sabia tudo, e tinha imenso poder. Mas se somos seres de luz com poder, porque somos trazidos a este planeta e estas condições carnais tão inferiores, onde nada temos de poder e somos demasiados débeis? Ninguém consegue uma explicação racional para essa questão…”

Mas aí meu coração palpitou mais forte. A formula da Matrix/DNA sugere uma explicação racional. Fantástica, incomensurável, mas totalmente logica e racional porque tem como parâmetro analogias com o que vemos acontecer aqui na realidade.

Para explicar preciso trazer para cá uma figura:

Trata-se de uma figura refeita de figuras originais técnicas, acrescentando propriedades sugeridas pela formula da Matrix/DNA. Os diferentes materiais, elementos irradiam luz e quando essas radiações são conectadas numa única visão dizemos que existe uma onda de luz completa. A formula sugere que com o Big Bang emergiu uma onda de luz que se propagou movida pelo processo do ciclo vital. Disso decorre que nosso corpo, sendo uma forma evolucionaria dessa onda de luz, nasce vindo de uma fonte e se propaga no tempo ( aumentando em idade) e no espaço ( crescendo em tamanho), passando por varias diferentes formas e tudo isto produzido pela força do ciclo vital. As diferentes formas produzidas pelo processo vital na luz original foram estas sete diferentes faixas de frequências, vibrações, cores, etc. A fonte da onda estava localizada antes e além do Big Bang, na figura seria na margem direita, pois a mais elevada energia/vibração do gamma ray indica a fase primeira, da infância. Então a onda começou na direita e foi se transformando, decaindo em energia e quando chega na margem esquerda ela se… “fragmenta”, nas suas partículas, que são os fótons.

Fiquei muitos anos observando e refletindo nesse quadro sugerido pela formula. Pois a coisa toda não fazia sentido racional. A onda de luz original funcionou como o lançamento de um genoma. Os genomas são emitidos por uma fonte (um casal da espécie humana) na direção de uma placenta formada de células ( que é a representante biológica da “placenta” universal formada de células galácticas). No caso do sexo separado e não hermafrodita como é o genoma original, ocorre uma fragmentação do genoma para haver o acasalamento de cada parte entre o masculino e o feminino. O resultado da fragmentação são os genes, que são então individualizados, cada qual por uma informação especifica. A seguir eles reconstroem exatamente o corpo da fonte, um corpo da espécie humana. E quando essa construção está se completando todos os genes sobem como neurônios formando uma só personalidade, uma mente.

Então vamos agora para a onda de luz original. Ela veio de uma fonte. Na falta de outro nome melhor, vamos dar a essa fonte o nome de Deus. Outros podem dar o nome que quiserem, como os materialistas dão o nome de “o minúsculo átomo que explodiu”, etc. Então a onda de luz original que era um genoma seria o genoma de Deus.

Para que Deus emitiria um genoma seu? Porque meu pai e minha mãe emitiram um genoma seu? Para terem um filho.

Então a onda de luz original chega ao seu ultimo limite de expansão e se fragmenta em suas partículas, os fótons, os quais são dispersos no espaço, como partículas inconscientes, simplesmente luz natural e talvez com algum quanta de energia. Espalhados, em estado caótico, como ovos botados fora, a prole abandonada á própria sorte. mas acontece que vieram de um… sistema. A formula mostra como essa onda de luz na figura acima, quando se tem a linha de onda encurvada e unida as duas pontas, forma uma esfera, onde as sete fases se tornam as sete partes, os sete órgãos, de um sistema natural. Vamos trazer a figura da fórmula para lembrar melhor:

A formula universal Matrix/DNA dos sistemas naturais e ciclos vitais

Nesta figura a Função 7 corresponde á faixa “radio” do espectro, enquanto a Função 1 corresponde à faixa do gamma ray. Mas acho que o leitor terá dificuldade em entender isso, então vamos trazer outra figura da mesma formula que pode elucidar melhor. Me desculpem a pobreza desta figura mas ela pe a primeira, a original, que foi feita na selva em cima de uma pedra tendo-se apenas lápis e papel de embrulhar pão:

Observe que a Função 7 ( F7) representa a fase de um corpo que morreu e se fragmenta, sendo seus fragmentos que vão construir F1.

Então voltemos à luz original, ao genoma divino, quando seus fragmentos estão na posição F7, ou vindo de F7. Quem é que, na placenta da minha mãe, comanda os genes dos meus pais a começarem a trabalhar tendo um modelo a ser construído? Por que, cargas d´`agua, um simples punhado de átomos começam a se moverem, procurando seus pares do outro lado, se acasalando, formando uma unidade característica, etc.? Olhe os átomos de uma montanha, os átomos do vento, da agua, porque não fazem isso também? Se são os mesmos átomos!? No meio da matéria estupida de uma placenta, ou de um planeta, não pode existir tal comando, nem tal modelo, isto seria supernatural. Qual a explicação?

O comando não vem de fora, mas de dentro dos átomos, quando formam os genes. E esse comando de dentro não é nada fantasmagórico, é simplesmente natural, é a anatomia interna do gene. A fisiologia, como nossos corpos tem um aspecto interno fisiológico, uma anatomia. E essa anatomia, todas estas partes, em conjunto, movem o corpo fazendo tudo, desde a digestão, a respiração, a reprodução. São sete propriedades vitais, cada uma oriunda de princípios que compunham as sete faixas do genoma de Deus, da onda de luz original.

Cabe aqui um adendo. Os fótons são partículas-informação da onda de luz, como são os genes, partículas- informação da espécie humana. Quando separados vagando no espaço, fótons entram dentro dos átomos e se alojam dentro de elétrons, prótons, como os vírus numa célula. Então assumem a maquinaria do átomo, como os vírus assumem a maquinaria da célula dirigindo-a para os reproduzirem. Os fótons, ou a informação isolada do foton, querem reproduzir o sistema de onde vieram, o genoma de Deus. Assim procuram e quando encontram outros fótons que são suas sequencias no sistema divino dentro de outras partículas dentro de outros átomos, dirigirem estes átomos a se combinarem. Para isso os fótons lançam fios energéticos de luz que produzem aqueles efeitos fantásticos quânticos do emaranhamento. Os cientistas veem uma partícula na Inglaterra mudar uma partícula na China sem ver o fio conectando as duas, porque os humanos não veem a luz original, muito menos as sinapses entre suas partículas. Mas estes fios são como as sinapses entre neurônios, assim vão se formando as networks de fótons que são os fantasmas construindo os sistemas naturais como o DNA e corpos humanos e galáxias. Chegam ao incrível fato de adentrarem uma sopa na Terra primitiva e dela levantarem a Vida!

Agora fica difícil explicar porque os possíveis leitores não conhecem os aspectos dos genes e do DNA que a formula tem sugerido. Ela diz que DNA é uma pilha de sistemas, de copias derivadas de um único sistema, o qual é sua unidade fundamental de informação, e essa unidade é exatamente igual a formula da Matrix/DNA. Faltou colocar na figura azul acima um outro ciclo vital que só descobri mais tarde, que é o da unidade fundamental do DNA. Esta se constitui em dois nucleotídeos paralelos com suas quatro bases, e mais a base uracila do RNA, a qual performa a função 5. Cada base nitrogenada e os dois açucares laterais mais a uracila são cada uma das sete funções da formula.

Então cada unidade do DNA é uma copia do sistema universal, e a soma de todas as unidades , que forma a totalidade do DNA, resulta novamente na reprodução do sistema universal… ou, em outras palavras, da onda de luz original.

Mas acontece um detalhe demasiado importante, fundamental nessa historia toda: a energia, ou fluxo de energia informação que corre no circuito que liga todas as partes é o processo do ciclo vital. E quando este está operando num corpo, não tendo como existir a forma de adolescente sem existir a forma de baby antes ou de adulto depois, ele conecta todas as partes sempre naquela eterna sequencia ensinada pela luz original. De maneira que o ciclo vital corre numa sequencia inquebrantável, nenhum humano ancião pode se esquecer que teve a forma de baby, de adolescente e tudo aquilo é hoje seu corpo. As unidades do DNA também. Os genes também. Os fótons também.

Enfim, para encurtar, quando os fótons são dispersados da luz original e ficam atarantados, movendo-se caoticamente, eles se diferenciam em sete cores, sete anatomias internas, sete informações diferentes, sete funções diferentes. cada foton isolado deve se sentir no desespero, como se o fígado do meu corpo de repente se visse separado fora do corpo, sozinho na noite fria. Ele iria ficar desesperado por retornar ao corpo e iria se situar exatamente ali no seu lugar, entre o estomago e o pulmão. Assim acontece com estes fótons. Isolados estão no desespero, procurando nos outros fótons quem é um estomago e quem pe um pulmão para ele se encaixar no meio, mas assim já teríamos três conectados, na mesma sequencia das faixas da onda de luz. Enfim, os fótons fragmentos tem um tendência: a de reconstruírem o sistema de onde vieram. Assim como os genes expulsos de um corpo humano, e caídos numa placenta, existem para reconstruir o corpo humano de onde vieram.

Os primeiros sistemas que os fótons formam serão as partículas elementares, depois os átomos, depois as galáxias, depois os humanos, depois a consciência cósmica e por fim, o emissor deles. Reconstroem a onda de luz original. Esta faz um retorno ao Big Bang, e chega nele na forma da fonte que a gerou. Deus…

isto significa que quando a onda de luz fez o ciclo completo, ou seja, ela foi e retornou, recomposta, quando ela retorna não chega mais ao Big Bang, ao evento de fecundação, mas sim na forma de embrião, provocando um evento de… Big Birth!

Do Big Bang ao Big Birth! Nada de sumiço total num Big Crunsh, nada de Eterno Retorno infinitamente. Cada ciclo forma um ser como nunca houve igual antes, a evolução continua ao infinito.

Vai nascer para o outro lado do Universo, na forma de um baby.

Todos em um. Uma so personalidade, uma só mente. Todos os fótons separados, isolados, são agora um. Antes tiveram que formarem pacotes de fótons, pacotes na forma de átomos, depois pacotes mais complexos na forma de galáxias, depois pacotes mais complexos na forma de humanos, depois pacotes mais complexos de consciências humanas… enfim o ultimo pacote, completo, uma só consciência… cósmica.

Mas para chegar ao estado de recompor a onda de luz total, comeram o pão que o diabo amassou, conheceram muitos momentos de dor, tragédias, mas venceram todas e continuarem determinados, sempre em frente. O deus além do Universo, acima da placenta, não podia fazer muito para ajuda-los, pois Ele é tão natural como uma mulher humana gravida. Ela não pode fazer muito para ajudar os genes construindo seu baby. E aunda tem o caso do livre-arbítrio, cada baby faz de si a aparência que preferir, o pai não impõe modelos. Mas no caso universal, divino, nada a que se preocupar, porque a maior sabedoria consegue determinar que a gestação será bem sucedida.

Mas porque Deus se reproduz? Para que precisa de filho, e no outro lado do Universo? E apostando-se que existam muitos outros universos, onde estariam sendo gerados muitos outros filhos, e talvez universos novos vindos atrás de universos desfeitos como a placenta, para que deus precisa de muitos filhos?

A humanidade tem 50.000 anos ou 200 milhões de anos, sei lá… neste tempo já teve milhões ou bilhões de gerações. Em cada geração os indivíduos produzem filhos que vão constituir a geração seguinte. E enquanto isso vai ocorrendo a evolução, um engrandecimento da espécie.

O nosso Deus, aquele que está lá agora nas portas de saída do Universo, esperando o dia do Big Birth, é natural. Lá fora do Universo, tem outro reino, ele tem bilhões de copias de sua mesma espécie, formando uma humani… glup…. digo, uma deusidade, igual formamos a humanidade. Lá fora é tudo igual aqui dentro. São deuses ao lado de outros deuses, são deuses acima de deuses, deuses abaixos de deuses, etc. E talvez exista até a diversidade de espécies evolutivas de deuses, sendo uma espécie de deus na fase correspondente ao macaco, outros deuses na forma de homo sapiens, outros na forma de pira consciência, isto vai ao infinito.

A questão que aqueles estudiosos das religiões não conseguem explicar ( porque caímos nesta condição inferior, se somos poderosos seres de luz) está explicada.

E aqui vou encontrando explicações para as perguntas que me faço quando humanos dizem estarem recebendo mensagens de extraterrestres oi de espíritos, ou sei lá mais o que ( me permitam agora uma viajem nos reinos da especulação metafisica). Eles dizem que podem viajar até a Terra, em naves que aqui podem ou não se manifestarem como matéria, etc. Porque eles tem corpos e consciências muito superiores. se um extraterrestre viesse pessoalmente me dizer isso a primeira pergunta que faria seria: “E vocês não sabem que vocês somos nós?”

Alias, algumas mensagens insinuam que eles sabem, e por isso nos acompanham tomando cuidado de nós.

Nós humanos, somos pequenos pacotes daqueles fótons da onda de luz original. Mais exatamente, em nível de complexidade, somos fisicamente o terceiro pacote, e mentalmente estamos compondo-nos como o quarto pacote. Temos o corpo físico carnal na terceira dimensão. e a consciência como entrada na quarta dimensão. Somos uma das faixas da onda de luz. mas assim como não pode existir um adulto humano se não tiver existido uma criança humana, assim não pode existir um terceiro pacote senão existir todas as outras seis formas de pacotes. Somos pequenos fractais, fractais dentro de fractais maiores. Temos uma forma correspondente a este nível mais denso da matéria enquanto outras formas nossas estão existindo em outra faixas vibracionais. Onde não existe este tempo que conhecemos, lá o passado e o futuro estão dentro do mesmo ponto do presente. O que se move dentro destes fractais e conecta estes fractais é o movimento de nosso Deus. Ele pertence a uma espécie que também está se perpetuando, evoluindo, sempre em frente adentrando o infinito.

PESQUISA:

HERMETISMO, DEUS EM MOVIMENTO… GOOGLAR ISSO.

Calvin Cycle e a Formula da Matrix/DNA: Maravilhas da Formula Criadora

Wednesday, December 2nd, 2020

Como a formula Matrix/DNA para sistemas naturais e ciclos vitais montou o Calvin Cycle? BASTA VER A SEGUNDA FIGURA AQUI PARA ENTENDER TUDO!

O processo da fotossíntese se divide em duas fases. Uma é chamada de fase clara, porque se dá na presença da luz; a outra é a fase escura, porque ocorre no interior da folha, sem luz. Esta segunda fase é o Calvin Cycle.

Um artigo completo explicando o Calvin Cycle pode ser visto no Wikipedia ou melhor no link: https://www.eartheclipse.com/biology/calvin-cycle.html

1) Figura do Calvin Cycle

Superpondo o objeto real criado ( o Calvin Cycle ) sobre o template gerador que é a formula Matrix/DNA, temos:

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Calvin Cycle e a Formula Matrix/DNA

Recordando uma das figuras da formula:

The Universal Matrix/DNA as Closed System

F1 fica no local Stage 1, carbon fixation, depois que entra ” 3 molecules CO2″ na folha através dos poros chamados stomata. Ali existe uma molécula que é a receptora inicial de NADPH and ATP, os quais vem da primeira fase da fotossínteses que é outro ciclo. Este receptor (acceptor, porque F1 é função inicial receptora que inicia a mistura das matérias primas e gera o embrião do sistema ) é chamado RuBP: ribulose-1,5-bisphosphate (RuBP), a five-carbon acceptor molecule. Observe que no final do ciclo, no Stage 3, começa a ocorrer a regeneração de RuBP, da mesma forma que no sistema astronômico os fragmentos de F7 se reúnem num ponto para refazerem o vórtice nuclear.

Partindo daí deduzimos que o Stage 2 representa as funções F2, F3, F4. Observa-se que o produto final, 3-carbon sugar é emitido onde deve estar F4, onde fica a função masculina emitindo seu “espermatozoide” que tanto pode ser a energia e informação a fecundar F1 ( sistema fechado) ou pode ser energia/informação atirada para fora do sistema ( sistema aberto).

Temos então a novidade, o curioso caso em que um sistema perfaz-se como fechado e aberto ao mesmo tempo. Fechado porque ele mesmo fornece o material para refazer sua fonte inicial, e aberto porque ele recebe e fornece, ou seja faz trocas com o exterior.

Mas como isto é possível? Eu nunca vi sistema semelhante antes, ou não notei que outros sistemas também fazem isso. A explicação é que o sistema não é realmente fechado, como também não é realmente aberto. Em resumo, pode-se explicar com uma analogia de dois grupos de três passageiros humanos num veiculo:

Existe uma estrada circular, formando uma esfera, onde permanentemente roda um veiculo, com 3 pessoas. A certa altura, o veiculo para e recolhe 3 pessoas que pedem carona. Ficam 6 pessoas. Antes do veiculo chegar novamente ao ponto onde as 3 caronas entraram, elas saltam do veiculo, e correm a pé na frente, para reentrarem quando as três caronas desembarcarem… isto porque naquele trecho terá que ser feita uma tarefa da qual o grupo carona é especialista. Aquele trecho que fica no inicio e no final de uma volta, sempre terá apenas 3 passageiros. Essas voltas do veiculo com 3 pessoas representa o sistema fechado, que foi aberto no meio da volta e voltou a se fechar, sem afetar nada na chegada. E qual a evidencia para esta teoria? Está aqui: ” An enzyme called RuBP carboxylase/oxygenase or rubisco would catalyze the attachment of carbon dioxide to the RuBP. This process would make a six-carbon compound. But because the said compound is unstable, it would quickly split into two molecules of a three-carbon compound which is called as the 3-phosphoglyceric acid or 3-PGA. Hence, for each of carbon dioxide that would enter the cycle, two 3-PGA molecules are formed.”

Two 3-PGA … São dois grupos de 3 passageiros.

Mas sentimos aqui algo muito mais profundo e complexo acontecendo. E parece-me que a nível quântico! Pois um sistema fechado é estável, sempre. Se qualquer de suas partes se tornar instável – por alguma perturbação externa – o fluxo ou parte dele se desvia da lógica do ciclo vital, o que significa que não vai chegar o material necessário em F1 para reiniciar a auto-reciclagem. Mas neste sistema, ele já se torna instável logo após a partida do fluxo de F1. Como se seu corpo começasse gordo em demasia de maneira que o veiculo, muito pesado, não rolaria para perfazer o circuito. Mas quando o veiculo começa a falhar logo depois da partida, quer queira, quer não queira, o sistema será invadido por outro gordo, que vem de fora. Mas ao invés do invasor entrar no veiculo, empurra-o. E só pára quando termina o stage 2. O invasor entra como a molécula “NADO” e sai na forma de glucose. Tudo bem, não vemos nenhum dedo da quântica nisso, é perfeitamente racional pelas leis da física clássica. Mas…

E se o sistema não tivesse partido instável? Ele não pode evitar a invasão que sempre ocorrerá no meio do trajeto. Se o gordo invasor tivesse entrado no veiculo, todo o sistema teria desmoronado. Então para que o sistema sobreviva ele precisa se tornar instável logo na partida. Mas como, na partida, o motorista do veiculo sabe que vai ser atacado no futuro?!!!

O fluxo nada pode saber do futuro, assim como as aguas de um rio não podem saber que lá na frente vai desaguar sobre ela as aguas de outro rio que também vem correndo na direção do mar.

O FENOMENO QUANTICO DA “ESCOLHA RETARDADA” SE MANIFESTA NO CALVIN CYCLE?

Esta estranha surpresa nos lembra imediatamente o mesmo problema chamado de “escolha retardada” que ocorre na dimensão quântica, e que foi meu assunto a uns dois ou três artigos atrás. No qual o acaso que vai ocorrer no futuro determinou a logica do que ocorreu no passado…. Os caras ficam observando o canhão emitir um feixe de fótons que saem na forma de partículas e perfazem um circuito. Aí resolvem brincar com os fótons e faze-los quebrarem o nariz num paredão. Devido a se moverem na velocidade da luz, não é possível colocar a barreira no circuito depois que os fótons foram disparados. Então colocam a barreira antes e disparam o canhão. Os fótons atravessaram a barreira. Como? Repetem a experiência, Vamos focar na barreira como fazem isso. Aí descobrem estupefatos que os fótons não vinham como partículas e sim como ondas, as quais atravessam facilmente a barreira. Mas como vinham como ondas se saíram como partículas? E porque quando não colocamos a segunda barreira, os fótons saem como partícula e continuam como partícula até o fim? Vamos focar a boca do canhão de onde saem estes fótons. Sem barreira, saem como partículas. Quando botam a barreira, saem como ondas.

Como é que os fótons adivinham que lá no futuro vão encontrar outra barreira e por isso precisam serem ondas? E no Calvin Cycle, como é que os carbonos sabem que devem entrar em numero de seis, o que parece suicídio, na forma instável, porque lá na frente vai chegar algo que se os encontrassem na forma estável estariam todos mortos?!!!

NÃO EXISTE DE FATO A DUALIDADE SIMULTANEA DE UM OBJETO COMO ONDA E PARTICULA ?

Para mim, a formula da Matrix/DNA está sugerindo uma solução que me parece lógica. É uma solução parecida com a epigenética. E vem reforçar uma suspeita que venho pensando a tempo e que escandalizaria os cientistas da teoria quântica: “Não existe essa dualidade onda/partícula. Claro que essa ideia tem minado toda a nossa racionalidade, pois ela não existe de fato. O que existe, no experimento acima, é uma partícula fóton se movendo junto com seu background, seu fractal maior, que é um campo que é onda, como se fosse um campo eletromagnético. Acontece que essa onda é luz a luz original de onde vem os fótons, e os fótons são miniaturas da onda, eles contem tudo o que a onda completa contem, com seus sete estágios vibracionais. E acho que isso explica também o ainda desconhecido comando de instruções do DNA. A formula está ali materializada em carne e osso, mas ela continua junto como luz.

A MATRIX/DNA, ENQUANTO ONDA DE LUZ, É ATEMPORAL?

A onda é atemporal ( passado e futuro colapsam a um ponto que é o presente, então, sempre existe apenas o presente) portanto antes do fóton partir, a onda já sabe qual será sua futura trajetória. Se a onda sabe que terá a segunda barreira, ela modela o fóton para se comportar como onda. Essa ideia me veio do meu modelo teórico do átomo, quando procurava descobrir como a formula Matrix/DNA ( que é a onda que estamos falando) construiu os sistemas atômicos. Sendo o primeiro molde evolutivo do sistema universal, o átomo foi feito mais como template do que objeto real. O template está circunscrito nas sete camadas eletrônicas, cada camada sendo uma das partes da formula. Elas são campos abstratos de força, ou luz, e apenas emergem como objetos se tocadas por um elétron. É como se um corpo humano fosse invisível e quando tocado em algum órgão, ou mais alguns, estes órgãos se materializassem sendo visíveis… com o resto do corpo permanecendo invisível. E isso resolveria as contradições entre o modelo teórico de Rutherford, onde elétrons circulam o núcleo como partículas, e o modelo teórico quântico, onde os elétrons aparecem como ondas difusas. Ora, a partícula elétron continua, mas agora também a camada eletrônica correspondente a onda se manifesta, por isso os observadores veem como onda.

( Pesquisa a ser continuada)

Photons from the Sun

Monday, May 4th, 2020

How long does it take for a photon to travel from the central core of the Sun to reach its surface and then the Earth?

I’ve read estimates that a photon will be emitted & absorbed trillions of times as it makes its way to the surface of the Sun – taking 250,000 to a million years finally reaching the photosphere…. from there, the journey is about 8 1/3 minutes across space to reach Earth.

So, 250,000 years and 8 1/3 minutes, minimum.

Célula: Ciclo Vital criado pela Formula Universal

Wednesday, December 11th, 2019

A evolução desde o sistema galáctico para os sistemas biológicos vivos teria que provocar uma drástica mutação nos processos internos do sistema devido aos ambientes e substancias de origens serem muito diferentes. Na comparação ente um sistema galáctico – pelo meu modelo teórico – e a primeira célula viva vemos que o significado geral dos sistemas foi mantido, a dinâmica do ciclo vital que veio com ondas de luz de alguma maneira se impôs. Temos que estudar como um sistema regido pela mecânica astronômica se torna um sistema pelo método biológico de organização da matéria. Não podemos esquecer que entre a mecânica astronômica e a organização biológica teve um elo, que foi a química orgânica. A mutação ocorreu nas formações químicas das moléculas orgânicas primitivas, aqui temos que desvendar como foi essa mutação. E a separação de um todo em pacotes de informações para depois serem juntados estes pacotes reproduzindo o todo permite muitas variações, em ambientes inéditos.

O circuito sistêmico sempre tem o mesmo desenho do ciclo vital, pois é o ciclo que vital que se torna um sistema.

Esta figura quando vista sob a perspectiva da visão de mundo pela Matrix/DNA lembra imediatamente a formula universal do sistema natural universal. Então vamos trazer a formula para cá:

Formula do Sistema Natural Universal

Na figura da célula notamos que o ciclo começa no topo de cima com a célula filha, então temos que inverter o sentido da figura da formula pondo F1 no lugar da célula filha, F2 onde a célula cresce, etc. Quando na Interfase, a célula começa ps preparativos para a bifurcação do circuito que acontecerá em F4 e para isso ela duplica o DNA que é o carregador da informação para um segundo fluxo do circuito de desprender. Ela está fazendo isso entre F2 e F3, por isso ela é dirigida pela formula a crescer ainda mais. Na Profase vemos o processo sexual hermafrodita se solidificar. A cromatina se condensa em cromossomos que é uma forma necessária para constituir os genomas sexuais e o desaparecimento do nucléolo tem que acontecer: até aqui, em F3, se impos a face feminina do processo, com a criação da célula filha pela femea em F1, mas em F4, que é a face masculina, a feminina sai e cede o lugar ao masculino.

Na prometafase se insere a F5 com seu ramo lateral e interno. Se na galaxia isto acontecia com os cometas retornando no espaço na direçâo onde vai se formar novamente F1, e na reprodução das seccões do DNA entra para isso a uracila, na célula são fabricados os centromeros e em lugar da linha do fluxo de F5 surgem os microtubulos. O que importa na formula é dividir o sistema ao meio, em face esquerda e direita, para que depois cada uma construa sua outra metade. A engenhosidade da formula aqui é extraordinaria, considerando-se que sua unica experiencia anterior era o mecanismo muito mais simples astronomico, mas nem por isso vamos personalizar a formula com inteligencia própria: creio que tudo ocorreu pelo forte impulso do fluxo avançar e obedecendo a formula que determinava a bifurcação. tudo deve ter ocorrido por processos naturais, como quando as águas das montanhas vão forçando a abertura de caminhos na sua descida. Mas ainda não tenho dados para decidir o que foi que realmente realizou o evento que resultou na extraordinária experimentação e confecção de extraordinary novos elementos.

Na fase Mitótica a membrana desaparece e isso não é surpresa pois já vimos acontecer isso nesta mesma posição nas galaxias: quando a femea está desativada, a poeira do horizonte de eventos, ou quasar, desaparece também. Na Metáfase fica uma questão. Qual o mecanismo e porque os cromossomas que estavam dispersos na cromatina se alinham em sequencia? Se logo a seguir eles se separam novamente em cromátides que vão para os dois lados da célula? A pesquisar…

Por fim F5 se torna Myosin II e completa a separação. Daqui a célula velha vai para sua morte, determinada por F6 e F7.

Portanto não foi a matéria simples e burra da superfície deste planetinha que inventou pela primeira vez no Universo esse método de tão extraordinária engenharia, e sim as partículas de luz que se infiltraram com o liquido nessa matéria e simplesmente caminharam como vem caminhando desde o Big Bang quando a onda de luz original caminhou no espaço sideral e se propagando no tempo ao ir montando seus órgãos anatômicos internos – ou suas faixas diferenciadas – na mesma sequencia do ciclo vital. E depois estavam infiltradas nesta estrela Sol de onde vieram recompostas como luz para dirigir os átomos terrestres a se subordinarem ao modelo de sistema que elas constituem.

Mas nem tudo ficou tão fácil de ser compreendido com a fórmula da Matrix/DNA. O ciclo dos centríolos, ou centrômeros, e a própria presença dos centríolos, continua muito complexo, inexplicável. Parece que outra coisa alem da formula estava fazendo as coisas nas origens da célula. Mas ao mesmo tempo os centríolos servem como um alerta e um alento: a formula ainda tem muitos segredos encriptados nela. Um desses segredos que não tenho informações vindas da Ciência é que a formula tem sua camada mais invisível, que é seu campo magnético. As imagens geradas pelo centríolo lembra os fusos do campo magnético do planeta, os seus polos magnéticos, etc. Vejamos a figura abaixo:

File:Centrosome Cycle.svg

Se existe uma camada subliminar da formula de consistência eletromagnética, atrelada a sua substancia de luz, e há já muita evidencia de que de fato existe, os polos norte e sul representam F1 e F4. Mas quem é quem? Qual o polo feminino e o masculino?

Suspeito que a compreensão de como as forças naturais construíram este processo dos centrômeros vai ser encontrada quando desenvolver-mos mais a epigenética. Este não é um processo genético, localizado nos elementos e partindo dos elementos, parece mais um efeito da identidade dos sistemas. Pois os passos na evolução deste ciclo dos centrômeros vão ocorrendo em paralelo aos passos na evolução dos cromossomas no núcleo celular e depois os dois elementos se conectam complementarmente. de onde veio a ideia de dotar um corpo, como o centríolo, de tentáculos, e depois dirigir estes tentáculos exatamente para cada secção dos cromossomas quando alinhados no eixo celular, e ainda mais… dotar os tentáculos de “mãos” moleculares para agarrarem e puxarem uma das hastes do DNA!!!. Isto parece a harmonia de uma orquestra tocando uma sinfonia, e toda orquestra tem que ter um maestro. Neste caso a identidade do sistema, por isso, aposto que a epigenética vai elucidar este mistério.

Cerebro reconstrói metade amputada

Monday, December 2nd, 2019

Veja este video fantástico do que ocorre dentro do cérebro e quais as implicações existenciais decorrentes desta descoberta. Meus dois comentários abaixo expoem o que uma consulta à formula da Matrix/DNA sugere.

New scans showed how the brains of people who had a hemisphere removed in childhood continue to function.

https://www.nytimes.com/2019/11/19/health/brain-removal-hemispherectomies-scans.html?fbclid=IwAR1VkKepz6-8pWPhIO9X4Uo2MiO0Bsjh_xHZIqz5BMxcijgBA5Ccw2-E2fw

A magnetic resonance imaging scan of a slice of an adult’s brain who had an entire hemisphere removed during childhood because of epilepsy. Video by Caltech Brain Imaging Center

O paper e pdf desta noticia esta em:

Cell Reports
Intrinsic Functional Connectivity of the Brain in Adults with a Single Cerebral Hemisphere

Open AccessDOI:https://doi.org/10.1016/j.celrep.2019.10.067
https://www.cell.com/cell-reports/fulltext/S2211-1247(19)31381-6

Ler o paper para ver como a network é importante

Mais uma evidencia para a Teoria da Matrix/DNA. Uma pessoa que teve a metade do cerebro retirada quando crianca, a outra metade que restou reconstrói a metade retirada! Os cientistas que viram isso na tela do computador pararam aqui, não refletiram sobre o fenomeno. Como sempre apenas descrevem os fenomenos, e correm procurar drogas que gerem lucro. Mas nos filosofos, estas descobertas são um prato cheio para refletir nas origens, causas, significados existenciais. E entao me lembro que nos ja vimos essa cena na Natureza: quando o DNA reconstrói sua metade faltante. E concluo que o DNA repassou para o cerebro a sua propriedade de reconstruir metades faltantes. Mas eu tenho mais informacoes que os cientistas não tem, fornecidas pela formula Matrix/DNA, a qual construiu o proprio DNA. E a formula mostra porque existe e como funciona este mecanismo. Porque a formula, ela propria, foi construída pelo processo do ciclo vital. Entao, para facilitar a explicacao recorro a outra cena onde atua o ciclo vital: o seu proprio corpo. Quando seu corpo chega na forma de adolescente, automaticamente ele se desenvolve para a forma adulta. O que produz estas transformações de formas é a forssa ou processo do ciclo vital. Como o cerebro foi feito a imagem e semelhança da formula, ele tambem foi construído pelo ciclo vital. Entao quando esta construída a ultima forma que fica no lado esquerdo da forma ( no caso do cerebro é o neocortex ou segunda região cerebral) o fluxo do ciclo vital continua avançando para construir a forma seguinte, que por acaso fica no lado direito, que é a terceira região cerebral. E dai constroi a quarta forma, a quarta região cerebral completando a metade direita.
Mas este fenomeno no cerebro abre as portas para questões muito mais profundas. O DNA faz a metade faltante porque ele existe no meio de uma sopa onde tem todos os atomos e moléculas para faze-lo. No caso do cerebro, não existem ingredientes, a metade ficou vazia. Com que ele fez os neurônios, as glândulas, e demais a multitude de aparatos que existem na outra metade supercomplexa do cerebro?! Bem, suponho que o sangue leva estes ingredientes. A questao é como a parte esquerda consegue montar uma complexidade com propriedades que ela mesma não possui?!
Mais uma vez a minha formula da Matrix/DNA vem ao nosso socorro. A parte visivel material do cerebro existe secundada por uma parte invisível, que é a network composta por fotons, que forma a mesma figura da formula universal. Entao foi retirado a parte material, carnal, mas a parte do circuito fotonico permaneceu. E esta network fotonica fornece as informacoes para a parte complexa.
E aqui me lembro de outro fenomeno, o qual nos faz conduzir esta recem-descoberta a um nivel ainda mais profundo dos mistérios existenciais. Me refiro ao fenomeno em que pessoas que tem um membro amputado continuam a sentirem dores e outras sensações no espaco vazio onde estava o membro. não seria isso uma evidencia de que a network fotonica continua a existir alem do desaparecimento da carne?
Mas tem tambem o fenomeno do DNA-fantasma, ja bastante debatido e demonstrado. O misterio existencial vem com a pergunta: e quando o corpo todo de carne desaparece porque morreu? O que é feito da network fotonica? Outro item incrível é que a formula sugere um modelo, uma figura da network fotonica, e qual não foi minha surpresa quando percebi que é a mesma figura da tal “aura” sugerida pelos orientais. Estes fenomenos demonstrados indicam que a network fotonica continua depois do desaparecimento da carne. E se essa network é a aura, entao… não morremos quando morremos?! Vou continuar esta pesquisa mesmo depois de morrer, na minha forma de network fotonica?

Meu post enviado em 02/12/19 para moderation na Cells Research para ser incluído na seção de comentários do paper cientifico:

Many ideas coming from Matrix/DNA Theory:
1) The Brain Can Rewire Itself After Half of It Is Removed because the brain is built by DNA and DNA can built its removed half part. The DNA´s unit of information was built by the universal formula for natural systems. The brain, the DNA´s unit and the universal formula have same image, functionality. Think of DNA´s unit as a section composed by two lateral sugars and in the middle, four nitrogenous bases. At the brain, one sugar becomes the hipocampus, other sugar is the neocortex and the four bases are the brain´s middle four regions. 
2) The universal formula is encripted in natural light waves, we can see it at the electromagnetic spectrum. The way that a light wave propagates into time space is the same process that the process of life cycle makes our body to propagate into time space. If a human body is at young shape, for sure the life cycle will lead it to the adult shape. Then, in the brain, the last region of one side is a shape that will go the next shape in the other side, by the same process. That´s why DNA and brains rebuild the missing half part.
3) Brains and DNA are hardwares. Built by the universal formula for systems that began as light wave, they have the formula in shape of software, a network of photons. You can remove a slice of the hardware but the same slice of software remains. That´s what produces the “ghost arm”, the “ghost DNA”, and now, you discovered here, the “ghost brain”. It explains what you found.  

Biophotons: Pesquisa

Thursday, October 24th, 2019

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Fritz-Albert Popp (Wikipedia)

Prof. Popp rediscovered and made the first extensive physical analysis of “Biophotons“. xxxx The International Institute of Life Energy (IILE) https://www.life-energy.institute/default.html The International Institute of Life Energy (IILE) is an organization that stands for holistic and sustainable research and strategies for a vital environment. To reach this goal, the IILE organizes promising and innovative, interdisciplinary research both in fundamental and applied fields of biology, medicine, agriculture, ecology and energetics. xxxxx Livro para comprar/ler ( nao tem em e-book. paper custa U$ 75,00 https://www.amazon.com/Light-shaping-life-Biophotons-medicine/dp/9081884328/ Photobiology – e-book usado, 3,50, comprar: https://www.amazon.com/gp/offer-listing/1402008422 Return to product information

 

VER LINKS LISTADOS NA ULTIMA LIMPEZA DO COMPUTADOR SOBRE BIOPHOTONS











A Falácia do erro na transcrição genética que causaria mutações ao acaso

Thursday, October 24th, 2019

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A teoria acadêmica da evolução acredita que as mutações genéticas ocorrem por erros nas sucessivas copias do código genético, assim como quando a gente escreve, digita num teclado ou lê um livro, quando chega no fim de uma frase ou parágrafo, a gente sente que a coisa não faz sentido, e então volta a reler e percebe que leu uma palavra errada, ou nossa definição antiga da palavra não é a mesma do dicionario. Ou então na tela aparece uma palavra sublinhada pelo computador mostrando que aquela palavra não existe, tem um erro nela.

Nos cometemos erros, e por isso, devido ao incorrigível ato de antropomorfizar projetando o contexto humano em tudo que desconhecemos para elaborar nossas teorias do que não conhecemos, acabamos auto-projetando a deficiência humana em cometer erros sobre a Natureza, crendo que Ela também comete erros.

Mas estes acadêmicos nunca pararam para raciocinar no que estão acreditando. Se tivessem raciocinado sobre o que estão dizendo parariam com isso imediatamente. Iriam perceber que não faz o menor sentido logico em dizer que a Natureza erra.

O que é “erro”? Como o dicionario define essa palavra? Como os acadêmicos falam inglês, vamos ver isso no inglês:

– Error | Definition of Error by Merriam-Webster

Oct 10, 2019 – error, mistake, and blunder mean an act or statement that is not right or true or proper. error is used for failure to follow a model correctly. There was an error in the addition. mistake is used when someone misunderstands something or does not intend to do wrong.

– the state or condition of being wrong in conduct or judgment.

Wikipedia: Error

– os mesmos acadêmicos dizem que no DNA existe um mecanismo de auto-correção. Então penso num ciclone começando nas Bermudas como um erro da Natureza. Aconteça o que acontecer, o ciclone vai desaparecer e o ambiente vai voltar ao normal que era antes. Esse ambiente então é o agente da correção, e isto nos lembra a seleção natural, pois ela funciona mais ou menos assim. Assim a natureza tem o mecanismo de auto-correção de erros. transpondo isso para o DNA temo que dizer que o ambiente normal, ou seja, o código que vem sendo transmitido exato de copia em copia, acaba por corrigir um erro de transcrição.

Se for assim nunca deveria haver mutação, ou melhor, toda mutação desapareceria nas copias seguintes. mas temos que notar que num ciclone pode haver mudança no ambiente que vai ficar existindo depois que o ciclone desapareceu. E o velho ambiente as vezes pode não corrigir isso, ou, melhor, ele sempre tem a tendencia a corrigir, mas tem novas diferenças pequenas que não o afeta, ou ele não alcança, então estas persistem e todas as novas copias vão copiar a nova diferença. Mas porque acontecem os ciclones? Por erros no funcionamento da Natureza ou por efeitos inevitáveis de forças naturais? As quais não estavam no local onde principiou o evento, nunca estiveram, vieram de outros locais de um ambiente maior?

Então foi uma anormalidade para um observador observando do local e não para um observador observando o ambiente maior. Mas como o ambiente maior aceita aquela mudança em si mesmo, se ele tende a manter sua normalidade? A resposta deve ser que o ambiente maior não é de maneira alguma afetado pela mudança que afeta e muda o ambiente menor, e isto lembra a hierarquia dos sistemas naturais.

(Daqui para a frente falta corrigir os erros de ortografia do teclado)

Sera possivel isso acontecer na realidade? Sim, deve acontecer senao nao haveria evolucao ou degradacao de sistemas, e isto ocorre com todos, os menores e os maiores. A nao ser que exista um sistema maior, fora da hierarquia dos sistemas feitos com especieifos e limitados ingredientes, que contenha ingredientes diferentes nao contidos nos sistemas abaixo dele. Se existir, este sistema fora e acima teria que funcionar como um objetivo deterministico em relacao a todos os seus sub-sistemas. estes ingredientes diferentes seriam as forssas vindas de fora das Bermudas que causa um ciclone. Por exemplo, o calor produzido pelo homem num continente. mas notamos que emtodas estas possibilidades uma coisa fica patente, clara, inegavel: nao e trata de erro na natureza e sim simples movimentos das forssas naturais. Existem tres alternativas fundamentais dos erros:

1) existe erro quando existe um processo sob um desenho de uma meta final, e durante o processo algo imprevisto acontece de maneira que o design final nao fe obtido. Mas isto implica na existencia de um previo design, sempre ;

2) existe erro num processo que tem um desenho final, mas como o desenho final fe um projeto, entao ele existia antes de iniciar o processo, e ele dirige o processo, entao ele corrige o erro no processo antes de chegar ao desenho final. E isto tambem implica na existencia de um previo design, sempre;

3) nao existe erro se nao houver uma meta final, nao tem como comparar o desenho resultante de todo o processo natural com outro deenho que nao existe para se dizer que houve erro. E isto, diferente das duas premissas anteriores, implica que nao existe um previo design, sempre;

Conclusao logica: so existe erro quando existe previo design.

Nos nao podemos saber se a Natureza existe sob um projeto de um desenho final ou nao. Os academicos materialistas acreditam que nao haja tal determinismo de desdenho final, mas essa crenca nao tem base realista, cientifica. Nos nao podemos saber se tem ou nao uma meta final na existencia da Natureza, ou mesmo se a natureza fe ou nao um processo, que existe para produzir um resultado final. Mas nos vimos nas tres caracteristicas de erros que para se inferir se existe  erro na natureza, ela tem que ter um previo design. Como ninguem nunca mostrou um previo design na Natureza, nunca ninguem pode ter constatado erro algum. Erro em relacao a que? Alguem pode achar que um evento natural foi um erro, mas todos os achismos de erros naturais sao apenas imaginarios. Nao existem erros, de maneira alguma. Entao como fica isso em relacao ao DNA e suas mutacoes? nao existe erros, temos entao que procurar outra explicacao para as mutacoes. E como vimos acima, o que parece erro de transcricao deve ser acao de forssa de um sistema hierarquicamente superior, entrando com novos ingredientes que nao existiram nas copias anteriores. isto significa que o observador local assistindo o evento nao conhece e nao pode ver o ambiente maior, o qual sera visto e enetendido por um observador maior. Nos vemos o DNA atraves de lentes multiplicando o super microscopico, nos somos o persoangem na ponta do microscopio localizado no local do DNA, dentro do DNA, assistindo seus eventos. para ver o causador dos eventos que fogem ao normal das copias, nos precisamos de outros instrumentos que possam enxergar as coisas existentes no ambiente circundando o DNA. Quando enxergar-mos estas forssas naturais nao tera sentido dizer que existe erro na trancricao genetica que permanece no tronco da arvore da evolucao. Ou uma copia desigual sera descartada pelo desenho final, ou ela estava programada no desenho final, porque em relacao ao DNA, aqui sim, nos temos certeza absoluta que existe um desenho final, que existia desde antes do evento da copia. Nao tem a possibilidade numero 3. Nos sabemos que a possibilidade numero 2 fe possivel, ocorre um erro que fe auto-corrigido mais a frente. Mas…

espera ai… a possibilidade numero 1 tambem existe para o DNA, e isso corere de fato, muitas vezes um embriao nasce com defeitos ou com melhorias nunca ocorridas antes. mas quando nasce com defeitos, nao se adapta tao bem e sera sdescartado na evolucao. Quando nasce com melhorias, em relacao ao previo design, ele sera incluido no tronco da arvore da evolucao.

Entao existe uma diferenca entre o macrocosmo e o microcosmo? Quais foram as forssas naturais que atuaram no momento da copia e produziu a mutacao para melhor? Quais as forssas que vieram de fora das Bermudas e produziram o ciclone? nas Bermudas as forssas vem de um previo design, o qual fe o sistema superior ambiental envolvendo e contendo as bermudas. Mas esse sistema superior foi formado pelo mesmo previo design que ele fe? Ou ele se tornou o design que e porque era uma massa informe e foi sendo modelada para se encaixar e adaptar em outro design ainda mais superior?

Nos nao podemos saber a resposta no caso do evento do ciclone e das Bermudas porque nao conhecemos e nao podemos ver o Cosmos inteiro, e assim nao sabemos se o cosmos inteiro fe um design ou nao. Mas o DNA nos sabemos que a mutacao ocorre num ambiente que tem acima de si um design – que fe a especie humana. mas quando vamos ver de onde veio a especie humana, que fe a forssa natural atuando na copia, chegamos – teoricamente – a um ponto sem design algum – que foi a teoria das origem da vida por acaso vinda do mundo nao-vivo. Epa! Aqui chegamos a uma conclusao definitiva!

se nao havia design nenhum, nao existem erros. o que vemos acontecer como mutacoes que nos parecem erros, o sao apenas em relacao ao DNA imediato, que tem um previo design com o qual podemos comparar o redsultado produzido na copia.  mas nao poddemos dizer isso porque o verdadeiro DNA tem 4 bilhoes de anos e – pela teoria dos academicos materialistas – esse DNA verdadeiro nao tem nenhum previo design. se nao tem previo design nao acontece erros. esta cientificamente incorreto, de acordo com as teorias cientificas aceitas – dizer que ha erro na trancricao genetica.

mas de acordo com nossa teoria da matrix/DNA, o DNA verdadeiro foi produzido por um previo design – que veio da especie ancestral, das galaxias. Se for assim, ou o evento anormal numa copia sera descartada pela forssa das galaxias, ou essa anormalidade se tornara uma nova forssa natural que vai resultar num final diferente do previsto pelas galaxias, vai sair fora da historia das galaxias e constituir uma outra seua propria historia. Mas… mesmo assim nao podemos saber se esta nova historia sera uma imprevisibilifdade a um sistema ainda maior que as galaxias, ou se ela foi produzida pelo design desta potencia maior. E se nao podemos saber, cientificamente nao esta certo afirmar que existe erro natural.

CyberneticsEdit

The word cybernetics stems from the Greek Κυβερνήτης (kybernētēs, steersman, governor, pilot, or rudder — the same root as government). In applying corrections to the trajectory or course being steered cybernetics can be seen as the most general approach to error and its correction for the achievement of any goal. The term was suggested by Norbert Wiener to describe a new science of control and information in the animal and the machine. Wiener’s early work was on noise.

The cybernetician Gordon Pask held that the error that drives a servomechanism can be seen as a difference between a pair of analogous concepts in a servomechanism: the current state and the goal state. Later he suggested error can also be seen as an innovation or a contradiction depending on the context and perspective of interacting (observer) participants. The founder of management cybernetics,Stafford Beer, applied these ideas most notably in his viable system model.

 

 











Michelson–Morley Experiment: Luz, Eter Luminifero, ou outra substância do espaço

Saturday, October 19th, 2019

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Eu cai neste assunto quando estava numa discussão e alguém fez um argumento citando este experimento. Logo pensei que o experimento tratava de “substancia espacial” a qual é motivo que afeta minha teoria, então precisava ver isso. Mas depois de tanta pesquisa me lembrei que não, a substancia espacial em nada afeta a matéria, ela é apenas uma especie de conceito abstrato necessário como meio da luz produzir matéria, massa e energia. Uma fabrica humana se apoia no solo terrestre e tira do solo terrestre matéria-prima para se construir como fabrica, mas o solo terrestre, enquanto estático, não produz nenhum movimento que afete a fabrica. Tudo e todos envolvidos na existência da fabrica nem mesmo nota o solo que esta embaixo deles. Então para que me preocupar e debater  a substancia espacial, quer lhe deem o nome de eter, ou outro, como dark matter, ou como o “new aether” de Einstein ?

E minha conclusão se encaixa na conclusão final do longo artigo no Wikipedia sobre eter luminífero, que é o seguinte:

” The only similarity of this relativistic aether concept with the classical aether models lies in the presence of physical properties in space, which can be identified through geodesics. As historians such as John Stachel argue, Einstein’s views on the “new aether” are not in conflict with his abandonment of the aether in 1905. As Einstein himself pointed out, no “substance” and no state of motion can be attributed to that new aether. Einstein’s use of the word “aether” found little support in the scientific community, and played no role in the continuing development of modern physics”

Mas valeu a pesquisa e os registros aqui porque muita informação nova e velha foram recapituladas, e alem disso, nessas analises abaixo desenvolvi interessantes insights, como a da relação entre a velocidade dada por um motorista ao carro e a velocidade ordenada por lei pela sociedade.

Khan Academy – My Account ( preciso assistir aulas para obter 5.000 pontos para poder postar questoes):

https://www.khanacademy.org/profile/kaid_509150817467256209029728/courses

Michelson–Morley Experiment Introduction (good video) 

Simple idea behind the Michelson‒Morley experiment to detect ether wind.

https://www.khanacademy.org/science/physics/special-relativity/michelson-and-morleys-luminiferous-ether-experiment/v/michelson-morley-experiment-introduction

Observar que mais informações se obtém na Wikipedia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Michelson%E2%80%93Morley_experiment#Subsequent_experiments

Ok… no seculo 19 se pensava que existe um éter luminífero. mas os físicos trouxeram a ideia de que tanto a luz como galaxias se movem com uma velocidade  causada pelo eter, então o eter deve se mover como um vento. Entao Michelson e Morley pensaram num experimento para ver se existe o vento do eter. Refletiram um raio de luz em espelhos e tal, e observaram que quando o raio se divide em dois, e uma metade segue direto em frente e a outra metade reflete subindo, no final as duas tem o mesmo padrão de velocidade. Então, concluiram não existe o vento do eter, pois em qualquer direção que a luz se dirige, não é afetada por nenhuma substancia do espaço.

Isto vai contra minha intuição que entrou como parte da minha teoria. Por isto não gosto da teoria e devo procurar algum erro no experimento. Se não encontrar erro, vou ter que rever minha intuição e os pontos onde isso entra na minha teoria.

Para começar tenho questões. De onde os físicos tiraram a ideia que o eter se move ou é movido e aponto de produzir um vento? Na minha intuição existe uma substancia do espaço (que mais chamaria de matéria escura ou não-matéria, que eter) mas esta substancia é inerte, imóvel, ao menos dentro deste universo. O que se move, o responsável por todos os movimentos neste mundo, é onda de luz, principalmente a original emitida pelo Big Bang. A dark matter , ou eter, se for luminífero seria devido a luz no meio dela. Mas como é uma onda de luz de primeira geração (não como a luz das estrelas e outros, que são de segunda ou mais gerações) ela é demasiado forte para nossa visão, ela nos cega, e assim não vemos a matéria iluminada como pano de fundo deste universo.

A luz original se move devido a sua anatomia, ao que ela é feita. na sua anatomia já esta programada um movimento de expansão, de crescimento, e depois retração na forma de luz escura, energia negativa, etc. Na sua anatomia esta inscrito o processo do ciclo vital, o mesmo que faz uma bolinha chamada blástula se expandir e crescer no espaço e no tempo tornando-se um adulto corpo humano, e depois degenerando.

Então não existe vento do eter ou no eter. E como os corpos como o planeta, o sistema solar, a galaxia se move em orbitas? Isto é devido todos estes corpos serem partes de sistemas, e todos estes sistemas serem partes de um sistema maior que é a própria onda de luz. O movimento da onda de luz, quando impregna uma porcão do eter, deixa ali uma parte de si, constrói ali um sistema, o qual vai ser internamente movente, ou seja, todos seus objetos/partes se movem, e como este sistema faz parte de um sistema maior, o sistema se move movido pelo sistema maior.

Então a velocidade da luz e dos objetos nada tem a ver com uma outra velocidade que não existe, que seria a velocidade do vento do eter. Por isso, esse resultado neste experimento.

Analogia das velocidades dos  corpos no espaço sideral com a velocidades dos automóveis. 

A velocidade dos corpos no espaço pode ser entendida por uma analogia com corpos humanos. A sociedade, o coletivo dos humanos formam um sistema, o social. este sistema tem leis do transito que impõe padrões de velocidades aos motoristas, para menor velocidade do que o motorista desejaria, ou para maior, como em ruas residenciais. Então o motorista dirige numa velocidade, um padrão para todos os carros. Podemos dizer que é o sistema maior que o corpo, que determina a velocidade do corpo. Mas de nada adiantaria essa determinação se o motorista estiver morto. O motorista também tem em si a propriedade da velocidade, do movimento autônomo, sem ela não existe movimento. A mesma coisa acontece com os objetos no espaço sideral. Existe sempre um sistema ao qual o corpo pertence, o corpo sempre esta no território de um sistema, e este sistema esta dentro do território de outro sistema maior, etc. Então os corpos no espaço se movem também porque tem a força para se moverem em si. E isto porque em todo corpo tem fótons de luz dentro dos elétrons dentro dos átomos.

Tenho motivos para crer que a sociedade humana caminha para adquiri uma anatomia interna que é semelhante a anatomia interna do corpo humano, porque aquela é uma auto-projeção desta. Por exemplo, no corpo tem um órgão com a função de fazer a limpeza das impurezas. Esta função sistêmica é projetada quando a humanidade constitui um sistema social na forma da função da policia. Na verdade o que esta se auto-projetando e modelando o sistema social é a formula da Matrix/DNA, que é a formula que construiu o corpo humano e seu DNA.

Pois os sistemas celestes como estelares, galácticos foram feitos pela mesma formula. Então ela tem que estar nos corpos celestes, como o DNA esta nos corpos humanos. E ela esta na forma dos seus bits/informação, os fótons. Em outra parte da teoria, descrevo como a friccao da propagação da luz no meio da substancia espacial cria a energia. Uma das maneiras de nominar a energia é eletricidade. esta é composta por elétrons. E como disse acima, os elétrons contem fótons. Na verdade energia, eletricidade, são fótons, que são luz.

Como a luz tem si programada que deve se mover, expandindo-se, os seus fótons também tem este programa, são auto-moventes, e com isso empurram o corpo onde estão. Mas aqui vai entrar campos magnéticos, atracão e repulsão entre corpos, gravitação, tudo derivado da luz no espaço total como sistema maior e dela dentro dos corpos. etc.

Mas existe outro detalhe. A formula dos sistemas naturais.

Esta mostra que o circuito sistêmico contendo o fluxo de informações/energia do sistema é dividido em duas metades quando chega em F4. Uma metade continua direto desenhando a esfera, outra metade cai na direção do núcleo do sistema. Ou seja, as mesmas direções produzidas pelo espelho no experimento. Acontece que a velocidade do fluxo fe sempre a mesma, esteja ele inteiro, ou dividido em duas metades, ou descendo ou subindo. E esta, como todas as demais propriedades dos sistemas vem das propriedades da onda de luz. Isto significa que também a onda de luz tem uma só velocidade, e sempre, a não ser que adentre um espaço com matéria mais ou menos densa. No experimento, depois da divisão das duas metades, elas continuaram no mesmo espaço, com a mesma substancia, portanto tem que ser igual.

Eu não captei como e onde este experimento prova que não exista uma substancia espacial, deem a ela o nome que quiserem.

E isto me induz a entrar na discussão da Khan, porem preciso antes dos 5.000 pontos.

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Bem… no precisei ir muito longe para saber que não sou apenas eu que tem argumentos contra a interpretação dos físicos sobre o experimento. Bastou dar uma olhada nos comentários abaixo do vídeo da Khan e encontrar que muita gente não concorda e gente pesada dentro da própria física, como Paul Dirac e… Einstein:

2 years ago
Great question Jim/Jennie… the MM experiment showed that the speed of light is constant in all directions. Einstein then showed it is constant from all reference frames (I.e. it is governed by some sort of universal speed limit). Paul Dirac in 1951 showed that MM did not rule out the presence of an Ether when he took into account the Uncertainty Principle (you can’t know velocity and position for relativistic particles like light). Many people have kept up with the idea that MM means no ether but even Einstein never thought that and encouraged his mentoree David Bohm (who wrote one of the definitive textbooks on Quantum Mechanics) to further develop De Broglie’s Pilot Wave Theory (which of course requires a medium or an Ether).
Mas tem os que defendem a conclusão no experimento, como o post abaixo:
3 years ago
They look at the interference pattern that comes from recombining the light beams. They tune the lengths until they get a pattern that indicates the lengths are the same (or different by an integer number of wavelengths). Once it is set up, they are looking for CHANGES that occur as the earth moves. If the direction of the ether “wind” is changing, the interference pattern will change.
The pattern didn’t ever change, so they had to abandon the idea of the ether
Mas eu ainda acho que isto apenas desaprova existência do vento, e não do éter.
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Fazendo matéria com a luz? Importantes novas informações sobre luz e fótons aqui

Friday, July 12th, 2019

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https://phys.org/news/2019-07-scientists-combine-particles-behaviors.html

Scientists combine light and matter to make particles with new behaviors

light

Credit: Petr Kratochvil/public domain

“… shaking electrons with lasers to create “doppelganger” features at new energies—a breakthrough that lets scientists create hybrid particles which are part-atom and part-, with a wide variety of new behaviors.”

Como pode uma particula ser parte-atomo?! E pior: parte-atomo e parte-luz, ao mesmo tempo?!

” One step along the way to making matter out of light is to make individual packets of light, called photons, interact with each other like matter does. (Normally photons zip along at the speed of light and don’t react to each other at all.)”

“Floquet polaritons”—quasi-particles which are part-light and part-atom, and unlike regular photons, interact with each other quite strongly. These interactions are essential for making matter from light.