Archive for the ‘Quantum Theory’ Category

Calvin Cycle e a Formula da Matrix/DNA: Maravilhas da Formula Criadora

Wednesday, December 2nd, 2020

Como a formula Matrix/DNA para sistemas naturais e ciclos vitais montou o Calvin Cycle? BASTA VER A SEGUNDA FIGURA AQUI PARA ENTENDER TUDO!

O processo da fotossíntese se divide em duas fases. Uma é chamada de fase clara, porque se dá na presença da luz; a outra é a fase escura, porque ocorre no interior da folha, sem luz. Esta segunda fase é o Calvin Cycle.

Um artigo completo explicando o Calvin Cycle pode ser visto no Wikipedia ou melhor no link: https://www.eartheclipse.com/biology/calvin-cycle.html

1) Figura do Calvin Cycle

Superpondo o objeto real criado ( o Calvin Cycle ) sobre o template gerador que é a formula Matrix/DNA, temos:

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Calvin Cycle e a Formula Matrix/DNA

Recordando uma das figuras da formula:

The Universal Matrix/DNA as Closed System

F1 fica no local Stage 1, carbon fixation, depois que entra ” 3 molecules CO2″ na folha através dos poros chamados stomata. Ali existe uma molécula que é a receptora inicial de NADPH and ATP, os quais vem da primeira fase da fotossínteses que é outro ciclo. Este receptor (acceptor, porque F1 é função inicial receptora que inicia a mistura das matérias primas e gera o embrião do sistema ) é chamado RuBP: ribulose-1,5-bisphosphate (RuBP), a five-carbon acceptor molecule. Observe que no final do ciclo, no Stage 3, começa a ocorrer a regeneração de RuBP, da mesma forma que no sistema astronômico os fragmentos de F7 se reúnem num ponto para refazerem o vórtice nuclear.

Partindo daí deduzimos que o Stage 2 representa as funções F2, F3, F4. Observa-se que o produto final, 3-carbon sugar é emitido onde deve estar F4, onde fica a função masculina emitindo seu “espermatozoide” que tanto pode ser a energia e informação a fecundar F1 ( sistema fechado) ou pode ser energia/informação atirada para fora do sistema ( sistema aberto).

Temos então a novidade, o curioso caso em que um sistema perfaz-se como fechado e aberto ao mesmo tempo. Fechado porque ele mesmo fornece o material para refazer sua fonte inicial, e aberto porque ele recebe e fornece, ou seja faz trocas com o exterior.

Mas como isto é possível? Eu nunca vi sistema semelhante antes, ou não notei que outros sistemas também fazem isso. A explicação é que o sistema não é realmente fechado, como também não é realmente aberto. Em resumo, pode-se explicar com uma analogia de dois grupos de três passageiros humanos num veiculo:

Existe uma estrada circular, formando uma esfera, onde permanentemente roda um veiculo, com 3 pessoas. A certa altura, o veiculo para e recolhe 3 pessoas que pedem carona. Ficam 6 pessoas. Antes do veiculo chegar novamente ao ponto onde as 3 caronas entraram, elas saltam do veiculo, e correm a pé na frente, para reentrarem quando as três caronas desembarcarem… isto porque naquele trecho terá que ser feita uma tarefa da qual o grupo carona é especialista. Aquele trecho que fica no inicio e no final de uma volta, sempre terá apenas 3 passageiros. Essas voltas do veiculo com 3 pessoas representa o sistema fechado, que foi aberto no meio da volta e voltou a se fechar, sem afetar nada na chegada. E qual a evidencia para esta teoria? Está aqui: ” An enzyme called RuBP carboxylase/oxygenase or rubisco would catalyze the attachment of carbon dioxide to the RuBP. This process would make a six-carbon compound. But because the said compound is unstable, it would quickly split into two molecules of a three-carbon compound which is called as the 3-phosphoglyceric acid or 3-PGA. Hence, for each of carbon dioxide that would enter the cycle, two 3-PGA molecules are formed.”

Two 3-PGA … São dois grupos de 3 passageiros.

Mas sentimos aqui algo muito mais profundo e complexo acontecendo. E parece-me que a nível quântico! Pois um sistema fechado é estável, sempre. Se qualquer de suas partes se tornar instável – por alguma perturbação externa – o fluxo ou parte dele se desvia da lógica do ciclo vital, o que significa que não vai chegar o material necessário em F1 para reiniciar a auto-reciclagem. Mas neste sistema, ele já se torna instável logo após a partida do fluxo de F1. Como se seu corpo começasse gordo em demasia de maneira que o veiculo, muito pesado, não rolaria para perfazer o circuito. Mas quando o veiculo começa a falhar logo depois da partida, quer queira, quer não queira, o sistema será invadido por outro gordo, que vem de fora. Mas ao invés do invasor entrar no veiculo, empurra-o. E só pára quando termina o stage 2. O invasor entra como a molécula “NADO” e sai na forma de glucose. Tudo bem, não vemos nenhum dedo da quântica nisso, é perfeitamente racional pelas leis da física clássica. Mas…

E se o sistema não tivesse partido instável? Ele não pode evitar a invasão que sempre ocorrerá no meio do trajeto. Se o gordo invasor tivesse entrado no veiculo, todo o sistema teria desmoronado. Então para que o sistema sobreviva ele precisa se tornar instável logo na partida. Mas como, na partida, o motorista do veiculo sabe que vai ser atacado no futuro?!!!

O fluxo nada pode saber do futuro, assim como as aguas de um rio não podem saber que lá na frente vai desaguar sobre ela as aguas de outro rio que também vem correndo na direção do mar.

O FENOMENO QUANTICO DA “ESCOLHA RETARDADA” SE MANIFESTA NO CALVIN CYCLE?

Esta estranha surpresa nos lembra imediatamente o mesmo problema chamado de “escolha retardada” que ocorre na dimensão quântica, e que foi meu assunto a uns dois ou três artigos atrás. No qual o acaso que vai ocorrer no futuro determinou a logica do que ocorreu no passado…. Os caras ficam observando o canhão emitir um feixe de fótons que saem na forma de partículas e perfazem um circuito. Aí resolvem brincar com os fótons e faze-los quebrarem o nariz num paredão. Devido a se moverem na velocidade da luz, não é possível colocar a barreira no circuito depois que os fótons foram disparados. Então colocam a barreira antes e disparam o canhão. Os fótons atravessaram a barreira. Como? Repetem a experiência, Vamos focar na barreira como fazem isso. Aí descobrem estupefatos que os fótons não vinham como partículas e sim como ondas, as quais atravessam facilmente a barreira. Mas como vinham como ondas se saíram como partículas? E porque quando não colocamos a segunda barreira, os fótons saem como partícula e continuam como partícula até o fim? Vamos focar a boca do canhão de onde saem estes fótons. Sem barreira, saem como partículas. Quando botam a barreira, saem como ondas.

Como é que os fótons adivinham que lá no futuro vão encontrar outra barreira e por isso precisam serem ondas? E no Calvin Cycle, como é que os carbonos sabem que devem entrar em numero de seis, o que parece suicídio, na forma instável, porque lá na frente vai chegar algo que se os encontrassem na forma estável estariam todos mortos?!!!

NÃO EXISTE DE FATO A DUALIDADE SIMULTANEA DE UM OBJETO COMO ONDA E PARTICULA ?

Para mim, a formula da Matrix/DNA está sugerindo uma solução que me parece lógica. É uma solução parecida com a epigenética. E vem reforçar uma suspeita que venho pensando a tempo e que escandalizaria os cientistas da teoria quântica: “Não existe essa dualidade onda/partícula. Claro que essa ideia tem minado toda a nossa racionalidade, pois ela não existe de fato. O que existe, no experimento acima, é uma partícula fóton se movendo junto com seu background, seu fractal maior, que é um campo que é onda, como se fosse um campo eletromagnético. Acontece que essa onda é luz a luz original de onde vem os fótons, e os fótons são miniaturas da onda, eles contem tudo o que a onda completa contem, com seus sete estágios vibracionais. E acho que isso explica também o ainda desconhecido comando de instruções do DNA. A formula está ali materializada em carne e osso, mas ela continua junto como luz.

A MATRIX/DNA, ENQUANTO ONDA DE LUZ, É ATEMPORAL?

A onda é atemporal ( passado e futuro colapsam a um ponto que é o presente, então, sempre existe apenas o presente) portanto antes do fóton partir, a onda já sabe qual será sua futura trajetória. Se a onda sabe que terá a segunda barreira, ela modela o fóton para se comportar como onda. Essa ideia me veio do meu modelo teórico do átomo, quando procurava descobrir como a formula Matrix/DNA ( que é a onda que estamos falando) construiu os sistemas atômicos. Sendo o primeiro molde evolutivo do sistema universal, o átomo foi feito mais como template do que objeto real. O template está circunscrito nas sete camadas eletrônicas, cada camada sendo uma das partes da formula. Elas são campos abstratos de força, ou luz, e apenas emergem como objetos se tocadas por um elétron. É como se um corpo humano fosse invisível e quando tocado em algum órgão, ou mais alguns, estes órgãos se materializassem sendo visíveis… com o resto do corpo permanecendo invisível. E isso resolveria as contradições entre o modelo teórico de Rutherford, onde elétrons circulam o núcleo como partículas, e o modelo teórico quântico, onde os elétrons aparecem como ondas difusas. Ora, a partícula elétron continua, mas agora também a camada eletrônica correspondente a onda se manifesta, por isso os observadores veem como onda.

( Pesquisa a ser continuada)

Incrível: a formula da Matrix/DNA me conduz a sugerir uma solução para o maior mistério da Física Quântica! (Claro que devo estar errado mas esta solução seria elegante demais)

Friday, November 13th, 2020

Sobre: O Experimento da Escolha Retardada

Inspirado no Artigo: Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://sbfisica.org.br/v1/home/index.php/pt/

Sociedade Brasileira de Física

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O desenho abaixo explica o experimento proposto num artigo na revista Physical Review Letters, pelos físicos Rafael ChavesGabriela Lemos e Jacques Pienaar, todos pesquisadores do Instituto Internacional de Física (IIF) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. A novidade do experimento é que é uma modificação do chamado experimento da escolha atrasada, concebido em 1979 pelo físico norte-americano John Wheeler (1911-2008), justamente para testar a realidade quântica, e cujo resultado levantou a famosa discussão entre um grupo que acredita na escolha atrasada ( a consciência do observador interfere no comportamento dos fótons), e outro grupo que defende a segunda explicação: “É que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido”. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985).

O desenho abaixo ilustra o experimento realizado pelos físicos do IFF:

destaque 2018 09 20

O experimento usa um conjunto de espelhos perfeitos e semi-refletores. Primeiro, um fóton incide sobre um aparelho chamado de divisor de feixes (BS1 na figura acima). É um espelho semi-refletor, que em 50% das vezes reflete os fótons incidentes e nas 50% das vezes restantes deixa os fótons atravessarem sem desviá-los.

Assim, o fóton pode tomar dois caminhos possíveis. Refletido, toma o caminho b, encontra um espelho perfeito e atinge o detector de fótons d. Mas se atravessar BS1, percorre o caminho c e atinge o detector e. Nesse caso, o fóton parece se comportar como uma partícula: existe chance igual do fóton ser detectado em d ou e.

O fóton se comporta como uma onda, porém, se além do divisor de feixes BS1, os experimentadores colocarem no cruzamentos dos caminhos b e c, um segundo divisor de feixes, BS2. Nesse caso, as chances do fóton ser detectado em d ou e variam. As probabilidades de detecção variam com o tamanho relativo dos caminhos c e b e o ajuste do modulador de fase no caminho c (triângulo amarelo na figura). Nesse caso, o fóton age como se fosse uma onda. Ao incidir em BS1, a onda se divide em duas, que depois interferem uma com a outra em BS2. A interferência das ondas em BS2 determina a probabilidade do fóton ser detectado em d ou e.

Wheeler imaginou então o que aconteceria se o experimentador escolhesse colocar ou não o divisor BS2 apenas depois do fóton já ter incidido em BS1. O experimento já foi realizado várias vezes e verificou que a escolha atrasada não influencia o resultado. Sem o divisor BS2, o fóton age como partícula. Com o divisor BS2, o fóton age como uma onda. Mas como isso seria possível? Como o fóton poderia “saber” se deve se comportar como partícula ou como onda ao passar por BS1?

Entenda: O fóton sai do canhão emissor, ninguém sabe ainda se como onda ou partícula. Se lá na frente, depois que ele partiu, colocarem um BS2, se verifica que ele partiu como onda. Se não colocarem, verifica-se que ele partiu como partícula… !!! This blow up our brains…

“A primeira possibilidade é que a decisão do experimentador sobre a medição no futuro refletisse no comportamento do fóton no passado”, explica Lemos. Essa possibilidade implicaria no absurdo de eventos no futuro poderem influenciar eventos no passado.

“A segunda explicação é que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido” diz Pienaar. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985). Wheeler foi um aluno de Bohr e costumava afirmar que “nenhum fenômeno é real até ser um fenômeno observado”.

Inspirados por discussões com Romeu Rossi Junior, físico da Universidade Federal de Viçosa, Chaves, Lemos e Pienaar decidiram verificar se não haveria uma explicação alternativa para o experimento da escolha atrasada. “Surpreendentemente, descobrimos que há sim um modelo clássico estatístico causal para explicar os resultados”, diz Lemos.

O modelo matemático de causa e efeito descoberto pelos físicos do IIF é difícil de visualizar, pois não utiliza os conceitos de onda ou partícula. É um conjunto de regras abstratas que assumem que o comportamento do fóton é controlado por uma variável que só pode assumir dois valores ou estados possíveis. O valor dessa variável “oculta” é sensível à presença do divisor BS2 apenas no momento em que este é colocado no experimento, modificando o comportamento do fóton, fazendo com que as previsões do modelo sejam idênticas às da teoria da mecânica quântica convencional. “Desta forma, o experimento de Wheeler não seria um bom experimento para diferenciar um fenômeno quântico de um fenômeno clássico”, explica Lemos.

Os pesquisadores então propuseram uma pequena modificação no experimento da escolha atrasada. Inserindo moduladores de fase adicionais no circuito do experimento, os experimentadores poderiam criar situações em laboratório em que as previsões do modelo clássico de dois estados seriam diferentes das previsões da mecânica quântica. Os resultados das três realizações do experimento rejeitaram o modelo clássico e confirmaram as previsões da mecânica quântica.

Financiada pelo CNPq, MEC e MCTIC, a pesquisa foi destaque em artigo da Quanta, revista de divulgação científica da Simons Foundation, sendo republicado pela revista Wired.

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Pois bem. Vamos fazer agora uma introdução à uma terceira solução, que estou sugerindo. Depois continuamos esta pesquisa verificando o paper na Physical Review, os artigos da Quanta e da Wired, e fazer uma pesquisa na Internet buscando mais reações de cientistas.

Solução da Matrix/DNA:

A nossa Teoria Geral tem sugerido que existem ondas de luz primordiais ( ou existiu uma primordial emitida no Big Bang) que, quando avança se propagando no tempo e espaço ( ou seja, ficando mais idosa e maior em tamanho), a onda de luz imita exatamente o que acontece com um corpo humano quando, emitido pela fonte geradora, avança se propagando no tempo e espaço ( ficando mais idoso e maior). Mas tem mais outras coincidências entre uma onda de luz original e um corpo humano. Por exemplo, observando-se as luzes emitidas por radiação eletromagnética de sete diferentes elementos, obtém-se sete diferentes “estados” de luz, que são por nos denominados de faixas de frequência, cada qual emitindo uma cor especifica. Isto fica visível na figura que se forma na tela do computador e que se chama “espectro eletromagnético” segundo a figura abaixo:

See the source image

Na montagem da minha teoria, fui parar no Big Bang procurando o que houve ali que teria sido a primeira manifestação neste universal material da formula da Matrix/DNA, pois me focalizando no nosso DNA e seguindo as pegadas da evolução de trás para a frente, ou seja, daqui do presente rumo ao passado, fui encontrando os ancestrais desse DNA nos sistemas astronômicos, depois nos atômicos, observei a formula fazendo os primeiros átomos alguns instantes após o Big Bang,

Mas… de onde veio a formula? Num belo dia, observando e refletindo sobre uma figura num livro de física, do espectro eletromagnético, de repente deu um estalo no cocuruto… Quando eu desenhava a formula da Matrix/DNA como sistema aberto, resultava numa reta continua, como se pode entender a senóide do espectro como reta continua. E quando eu aplicava esta formula nos sistemas naturais conhecidos, os objetos que se situavam nas Funções, apresentavam diferentes intensidades de energia. deixa-me de novo trazer a figura da formula no seus aspecto de diagrama de software:

Formula Universal da Matrix/DNA no aspecto de sistema fechado

Resumindo e recapitulando o que está exaustivamente explicado em outros artigos neste website: um sistema natural perfeito é um conjunto de seis peças que se conectam movidos pela força do ciclo vital; o sistema é produzido iniciando-se pela fonte geradora (F1) emitindo um bólido que devido ao ciclo vital se transforma em forma e estado gerando F2 e assim sucessivamente até em F7 se desintegrar e seus fragmentos retornam reconstruindo a fonte que reinicia o ciclo. Se dividir-mos a vida de um corpo humano de 70 anos em sete formas ( desde a forma de feto até a forma de cadáver) teremos F1 como a barriga da mãe ou fonte geradora, o baby em F1, e assim até F7 que é a forma de cadáver se desintegrando. Nesse caso as seis formas do corpo que rola sob o ciclo vital se fixam como peças de um sistema, aberto. A formula é abstrata no sentido de que as peças são representadas como funções sistêmicas, as quais se encarnam em cada peça e nunca variam. Assim podemos situar como peças as organelas do sistema celular, as moléculas de uma unidade fundamental de informação do DNA, os órgãos de um corpo humano, os sete tipos de astros de uma galáxia, as sete camadas eletrônicas de um sistema atômico. Assim a formula construiu tudo isso, todos os sistemas naturais são copias diferenciadas de um único sistema universal, se dissemos que uma bactéria – que é um sistema – foi nossa ancestral temos que dizer que a galáxia – outro sistema – também é nossa ancestral, apenas mais remota… Mas onde estava essa formula antes de fazer a primeira forma desse sistema universal, que foi o átomo? De que substancia ela era feita?

Por uma década desisti de buscar, achei que nunca iria encontrar a solução, arquivei toda a teoria na gaveta, pois qual seria a utilidade dela, de saber que vim do átomo, que passei pelas galáxias, tido produzido no mundo por uma formula invisível que parece ter surgido ao acaso?

Mas estava sempre descobrindo novos sistemas e como batiam com a formula, então os desenhava, até que tive a intuição de desenhar apenas o fluxo de energia que corria nas formas das peças variando de intensidade e montei a formula da energia dos sistemas. Obtive a mesma figura da senoide do espectro eletromagnético, e isso me fez eriçar os pelos do corpo todo… a LUZ!

Primeiro fez-se a Luz! Fiat Lux!

A luz? Sim, existiam ondas de luz antes do primeiro átomo e ela não apenas tem a mesma cara da formula como também cresce e morre mostrando as mesmas formas de energia e na mesma exata sequencia das frequências!

Dai veio o resto: o Big Bang foi um ato de fecundação, dele foi emitido uma onda de luz que contem o código da vida sendo uma forma de genoma, este Universo é formado por uma placenta de células galácticas e no meio desta placenta esta havendo um processo de reprodução genética daquilo que fecundou… Se em mim, meu DNA é de matéria biológica porque sou de matéria biológica, então um DNA de luz só pode vir de um corpo que tem luz… e etc.

Então voltei na figura do espectro magnético e acrescentei algumas coisas nele, como na figura a seguir. Botei as sete formas do corpo humano ali, na luz, onde elas merecem estar. E os astros, e as funções sistêmicas. Mas poderia botar tudo, as organelas das células, as moléculas do DNA, e até a mão humana, se por a palma como a barriga gravida e o dedo mindinho como o baby, vais descobrir que cada dedo representa uma frequência da onda de luz e suas mãos também foram feitas e desenhadas pelo ciclo vital.

THE ELECTRO MAGNETIC SPECTRUM – The template for all natural systems and Life´s cicles

Essa minha teoria também sugere que cada partícula de luz contem a onda toda. Ou seja, um fóton é uma partícula desprendida de uma onda e ele tem a mesma configuração de onda. Tem as sete formas de frequências, depende do observador se o vê fixo como partícula ou se movendo como onda.

E agora estudando a figura do experimento acima, tentei ver se a formula – que sempre foi meu oráculo – me socorre mais vez, pois ela nunca deixou pergunta sem resposta. Imaginei um experimento cujo resultado foi: enquanto os fótons correm nos circuitos se apresentam como partícula, quando o feixe é dividido, a partícula b se torna spin right, ou seja, gira para a direita, enquanto a partícula c se torna spin left. Se os dois spins se encontrarem em qualquer lugar, tenha ou não espelhos perfeitos ou refletores, os dois se juntem a será sempre uma onda. Mas porque a divisão em spins? Vamos imaginar o seguinte experimento:

Vamos pegar um corpo humano recém-nascido, fazer um clone dele e chamar de forma 1, depois fazemos outro clone quando for criança e chamamos de forma 2, assim:

clone 1 – forma baby > copía baby e deixa crescer

clone 2- forma criança > copia criança e deixa crescer

clone 3 – forma adolescente > copia adolescente e deixa crescer

clone 4 – forma adulto jovem > copia adulto jovem e //

clone 5 – forma adulto maduro > copia adulto maduro e deixa envelhecer

clone 6 – forma cadáver > copia cadáver e deixa desintegrar

( atenção: na formula aparecem sete funções, enquanto aqui delineamos seis funções. Isto porque a F5 é intermitente, responsável pela reprodução de sistemas, não entra aqui.)

Agora vamos fazer clones de cada forma de fóton ( fótons tem a forma geral da onda de luz, contem ao mesmo tempo todas as seis formas, mas expressa uma forma em cada momento dependendo do seu avanço no tempo e espaço)

clone 1 – Primeira (1*) frequência, raios gama > copia raios gama e deixa avançar (crescer)

clone 2 – X-rays – copia raios X e deixa avançar

clone 3 – ultravioleta – copia ultravioleta e… //

clone 4 – luz visível – copia luz visível e …

clone 5 – infravermelho – copia infravermelho e…

clone 6 – microwave – copia microwave e ….

clone 7 – radio wave – copia radio wave e …

Tudo bem… temos setes clones de fótons e seis de humanos ( Epa, cometi um erro acima: a primeira forma humana seria embrião, então corrija-se o esquema para ter os sete clones).

Se colocarmos as três primeiras formas humanas de mãos dadas, e depois outra fila separada com as quatro seguintes formas de mãos dadas… vamos observar o quadro e refletir. A força do ciclo vital estaria empurrando o adolescente a pegar na mão do adulto jovem. E de fato, ao avançar no tempo e espaço ele vai se transformar num adulto jovem. Não da para dividir isso em partes iguais como fizeram com os fótons, só se dividisse o adulto jovem em dias metades e desse uma metade para cada grupo.

Mas quando o espelho refletor dividiu o feixe de fótons em duas metades de 50% cada uma, o que aconteceu? Acertou o foton quando ele estava expressando sua forma de luz visivel. Mas o corpo dele tem as sete formas ao mesmo tempo. Então, sua forma de adulto atravessa o espelho como c e vai envelhecendo passando por adulto maduro, idoso, cadaver… enquanto a outra forma de adulto vai como b retroagindo pata adolescente, criança, baby…

Energia crescente é spin right, energia decrescente é spin left. Quando as duas metades se envcontram no segundo espelho, uma esta na forma de drone 1 e o outro de drone 7. Ora drone 7 constroi imediatamente F1 que se torna o elo do qual resulta em F2, o embrião, o baby… está recomposta e fechada a onda.

bem… nesta altura do campeonato já não aguento mais, estou com forme, sono, vou parar por aqui por hoje.

Mas será mesmo?! E então ? Escolha atrasada ou fóton sem definição possível? Talvez não seja nenhuma das duas, meus pobres e queridos amigos cientistas… A luz pode ser viva e se mover pela força do ciclo vital… Sei que vocês ririam a valer se soubessem deste texto, mas eu… vou manter esta hipótese no ar e testando-a.

Computador quântico: minha sugestão técnica baseada na Matrix/DNA

Wednesday, October 23rd, 2019

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Esta ideia me ocorreu ao ler um comentário do john51 no link:

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/10/23/5-coisas-para-entender-o-que-e-computacao-quantica.htm

Como sei programação e trabalhei nisso pelo menos 30 anos, fico imaginando como fariam pra programar um computador quântico pra executar diversas operações ao mesmo tempo, realmente é uma revolução total na forma de programar

Minha resposta em 10/23/19

Talvez uma analogia pode nos ajudar a entender isso. O DNA é constituído de unidades fundamentais de informação, por dois nucleotídeos laterais. Estas unidades se ligam numa enorme pilha de milhões delas. Acontece que cada unidade ( que tem sete variáveis = 4 bases + dois açucares + uracila) é um sistema funcional, executando uma especifica tarefa. E todas as unidades são copias da unidade/sistema original, a primeiro de baixo da pilha, porem, cada unidade tem ao menos uma partícula em posição diferente, tornando-a diferente de todas as outras copias. Quando chega um RNA mensageiro com um problema (uma formula para uma proteína), imediatamente todas as copias são varridas e unidas aquelas que fazem cada elemento da proteína). Então, creio que a técnica deles seja quase essa: fizeram um programa inicial, variam alguma coisa nas copias fechando todas as possibilidades de saídas do labirinto, e inter-ligam todas pela superposição quântica. A solução apresentada pelo computador quântico significa a formula para a proteína. O Dna deve estar aplicando essa superposição. Bem, baseio-me na minha teoria do DNA…e não na deles.

Mas tem problemas com a minha sugestão e o que escrevi no meu Facebook mostra isso:

Minha descoberta/teoria da formula que denominei “Matrix/DNA” esta me levando longe demais… o problema é que ir longe demais fica-se sozinho, ninguém o entende…

Claro que aquele que deixa a caravana na estrada e sobe ao pico da montanha ao lado para ver mais longe, o que tem la na frente da estrada, pode interpretar errado o que vê com dificuldade, mas não tem ninguém para discutir com ele quando retorna a caravana e diz o que pensa que viu. A lenda da caverna de Platão é um exemplo disso: quando o escravo livre volta e conta para os outros o que tem fora da caverna ninguém acredita e nem sequer querem ouvi-lo…

E o problema é que a minha “montanha” foi sete anos na selva Amazônica observando o que a Natureza virgem nos ensina sobre a existência, e ninguém quer ir para a selva para ver o que penso ter visto. Mas se fossem menos arrogantes percebendo que a visão unica da estrada a partir da caravana é muito limitada e não pode revelar a verdade do que existe alem da próxima curva, deveriam prestar atenção ao que sugere a visão de horizontes mais amplos a partir do pico da montanha…

O computador quântico no modelo que estou sugerindo ( porque penso ter aprendido algo semelhante na matéria viva da selva) melhoraria em muito nossas condições de vida agora, mas ninguém vai entender o que estou sugerindo e eu não tenho as ferramentas para aplica-lo. Veja no artigo da UOL pelo link que forneco no meu artigo clicando no link abaixo para ver como estão lutando, mas engatinhando… As partículas na selva e na vida em geral não precisam de temperaturas frisadas no zero absoluto como estão pensando… O DNA faz isso na temperatura normal do copro humano. Estão lidando ou com partículas erradas ( tem que ser fótons, no máximo elétrons) ou em condições incompletas).











My suggestion to invent a quantum/computer/internet based on Matrix/DNA formula

Thursday, September 26th, 2019

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To Invent a Quantum Internet

https://www.quantamagazine.org/stephanie-wehner-is-designing-a-quantum-internet-20190925/#comments

My sommnets posted at 9/26/19 waiting for moderation:

Matrix/DNA posted:

Wehner would be more fast and successful if she knows the deep quantum/computational/biological secret hidden in DNA and Nature in general. It is called the Matrix/DNA formula, for all natural systems. This formula is encrypted as the basic unit of information of DNA, which is composed by two lateral nucleotides. This unit of information is a formidable complete working system as memory, processor, etc.

But there are two basic difference from our computers: instead the binary digits 1,0, the natural formula has six variables plus one that reproduces the last system into a new system, building the DNA. And instead normal electricity as carrier of softwares, the natural formula uses light, photons.

And here is the formidable secret: the flow of light naturally creates a circuit that is performed by the process of life’s cycles.Then, any bit of information is a working system in itself, it is alive. The same force that transforms the shapes of your body – from embryo to baby to children, etc – builds the nitrogenous bases into six different shapes of molecules, each molecule is a part of the system performing a specific systemic function.

Wehner is thinking that she will get a quantum computer, which can not exist by quantum theory; he will get a formidable brain of a living creature. Although I have by while merely a theoretical natural formula as pattern of all natural systems – from atoms to galaxies to cells to brains – it would be a lot of food for thought and inspiration for Wehner…











O video das informacoes do corpo se extendendo como informacoes do campo magnetico de todo o Universo, de Nassim Haramein

Friday, August 16th, 2019

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Muito importante voltar a ver porque se por a luz que encontrei no lugar do “magnetic field”, o resto fica bem similar.

Nassim Haramein – The Field of Boundless Information – Quantum University

https://www.youtube.com/watch?v=3ZPVp0NGEYY











Bolhas Quanticas e Bolhas Humanas

Wednesday, July 17th, 2019

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O vídeo que os físicos produziram para mostrar como teorizam o jeito que é e funciona a substância quântica é a mesma cena de um vídeo que mostrasse o que é, e como funciona a substância vegetal num nível e a substância animal em outra camada. Como e porque pensei nisso….

Sai de uma casa para o quintal no meio de uma metrópole e de madrugada. O maior silêncio, todas as casas as escuras, todo mundo dormindo. Apenas eu acordado, andando no quintal, olhando as casas e estrelas. Qual o significado da existência disso tudo? De onde veio isso tudo? Minha mente saiu da visão do geral e se colapsou para observar eu. Estou velho, idoso. Nasci pequeno a algum tempo atrás, nesta superfície deste planeta, cresci como que me levantando desta superfície, agora começo a minguar e logo vou desaparecer daqui. E todos os humanos que estão dormindo nestas casas vai acontecer o mesmo. Então seria como bolhas pequenas brotando da superfície, crescendo, minguando e desaparecendo. Esta a historia da existência de cada ser humano. E a humanidade não acaba, parece eterna, porque todos não nascem na mesma hora e não desaparecem na mesma hora. Os nascimentos em tempos diferentes faz com que acima desta superfície exista uma multidão de bolhas nascendo, crescendo, morrendo, mas cada qual a seu tempo… Deixe-me tentar fazer um exercício mental. Vamos imaginar uma câmera instalada aqui filmando humanos na superfície deste planeta por cem anos, sem interrupção. Ok,… agora vamos passar o filme da câmera numa tela, mas reduzir os cem anos a uma hora, acelerando o filme. A cena se parece com a que vemos nas águas do mar  que parecem lisas e suaves vistas a distância porém parecem revoltas em ondas se vistas de perto,  formando espumas de bolhas na sua superfície ou na areia da praia, bolhas que surgem, crescem, existem por algum tempo e estouram desaparecendo. O quadro que sintetiza a existência desta humanidade, visto por um observador gigante, cuja escala de tempo seja de 100 para cada hora dos observadores humanos… E mais: seria o mesmo quadro visto se a câmera filmasse a vegetação na selva amazônica… como as árvores surgem, crescem, morrem, sendo substituídas por outras que nascem…

Epa! Me parece que vi essa cena em algum outro lugar… e foi no vídeo sobre a espuma quântica que assisti algum tempo atrás. Porque a mesma cena em duas realidades ou duas dimensões da existência tão diferentes entre si?!

 

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https://www.flickr.com/photos/125216703@N02/16626059445/

A cidade continuava dormindo, a noite escura, o céu escuro com apenas algumas estrelas não ofuscadas pela luz geral projetada pela cidade… e minha mente ia da espuma quântica para a camada da humanidade e vice-versa.

Os físicos suspeitam que aquela espuma produza as partículas virtuais que depois vão formar este mundo material captado pelos sensores humanos. Então suspeitamos que aquela dimensão com a espuma quântica se auto-projeta no tempo a frente, na forma de partículas, e vai se complexificando, com as partículas formando átomos, estes formando as galaxias, estas formando as camadas vegetais e animais nas superfícies dos planetas. Estas camadas são sobrepostas sobre a camada quântica. E como mudam as leis, a realidade, entre cada camada diferente! Na dimensão quântica existe o emaranhamento, a duplicidade de onda e luz ao mesmo tempo, o split experiment, coisas tão estranhas que estão deixando os físicos atordoados a ponto de imaginarem que a realidade que vemos e em que acreditamos na realidade não existe!

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Se a teoria quântica estiver correta, desta substância quântica surgem partículas virtuais formando uma segunda camada de realidade com leis e materiais diferentes da camada quântica. Por outro lado estou vendo que a cena da existência e movimentos da humanidade se assemelha a camada da realidade quântica no seu aspecto geral. Se isto for verdade, isto indica que das bolhas humanas, antes de morrerem, também deve serem emitidas algo que corresponda as partículas quânticas, porem, estas seriam partículas bem mais complexas. pelo menos isto se conclui pelo simples raciocínio logico.

AUTO-PROJEÇÃO EVOLUCIONÁRIA DA DIMENSÃO QUÂNTICA

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https://dailygalaxy.com/2016/06/two-worlds-of-spacetime-physicists-voyage-into-the-quantum-foam-wednesdays-most-popular/

Raios! Estamos entrando numa zona estranha, perigosa, estonteante. Pois fica a questão: o que sai dos corpos humanos, que continua a existir depois de seu desaparecimento, e que tipo de realidade nova e estranha com leis diferentes essas coisas que saem vão formar?!

Hein?!…

Raios, os físicos materialistas que dominam a academia intelectual moderna ficam furiosos e combatem agressivamente os humanos que dizem que experimentaram estranhas ocorrências nas suas mortes temporárias clínicas. “Não existe nada de vida depois da morte, isso são fantasias produzidas por um cérebro degenerando ao falecer!” – dizem com veemência.

Mas porque não prestam mais atenção nas suas próprias criações e nos resultados delas? Da forma como estou fazendo? Certamente não acredito piamente na sugestão de que o mundo material tenha inicio com partículas pipocando de uma espuma de uma substância que não se sabe o que é. Filósofos naturalistas apenas acreditam piamente no que seus sensores veem e podem tocar e medir. Mas também sabemos que temos uma propriedade chamada de reflexão inteligente que muitas vezes avança além do que se vê e se toca, e depois, com a invenção de instrumentos tecnológicos possantes que funcionam como extensões dos nossos sensores naturais, provaram que realmente existe o que a inteligencia calculou. Então a posição racional correta é não acreditar nem desacreditar da sugestão de que da espuma quântica surjam as tais partículas.

Mas também o mesmo tipo de reflexão racional levanta agora a teoria de que da substancia humanidade surjam elementos não tanto materiais que vão formar uma superposta camada de outra realidade. E no prosseguimento deste raciocínio logico somos obrigados a elaborar a teoria de que a existência breve de um corpo humano, uma bolha humana, não termina quando a bolha explode. Em outras palavras: não é racional o comportamento dos físicos em combaterem as pessoas que relatam que experimentaram a vida depois da morte.

O comportamento racional de um filosofo naturalista, agora, sera retornar a todos os relatos destas pessoas, para inquirir e formar uma teoria sobre uma possível camada de realidade superposta a nossa camada de realidade. E com essa vou voltar para a cama pensando nesse problema, pois todo mundo esta dormindo e estou parecendo um zumbi fantasma se movendo acordado aqui fora…

Curioso que então tive um sonho, parecia um pesadelo. De repente sonhei vendo uma camiseta no chão ao lado da cama se mexendo. de inicio não acreditei, esfreguei os olhos que se recusavam a se abrirem para ver melhor, e depois de um esfregão vi a camiseta novamente mas agora ela havia se inflado de ar, parecendo uma bola de pano… uma bolha de ar… sem acreditar esfreguei novamente os olhos e quando os abri, a camiseta com sua bolha havia desaparecido. Sera’ que na sua profundidade o cérebro identificou as cenas que eu imaginei acordado com cenas ou realidade que ele esta’ acostumado a experienciar e não nos conta? Pois afinal existe a teoria de que os pensamentos são substancia quântica ocorrendo em microtúbulos no cérebro.

Nesta nossa existência, nesta experiencia humana que estamos vivendo, tem muita “food for tought”… Agora me vejo obrigado a um árduo trabalho de pesquisa sobre algo que não sei se existe: vida apos a morte. Mãos a obra agora… se mo final eu concluir que não existe tal coisa, e que a tal substancia quântica me deu o prejuízo, se eu pegar essa essa substancia quântica eu a frito na frigideira só de raiva!

Um bom vídeo explicando, mostrando, a cena da espuma quântica, seria este com link abaixo, e se queres ir mais rápido a cena, vá ao momento 4:20

Quantum Foam

Do FERMILAB

 https://www.youtube.com/watch?v=nYDokJ2A_vU

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Meu comentario publicado no artigo da imagem acima, link:

https://sputniknews.com/art_living/201506161023411197/

Quantum Foam: The Universe Might Be Bubbly, But on a Teeny Tiny Scale

Louis Charles Morelli post at 7/17/19

I can’t understand the mind of materialist scientists. Do what I did. Go to the yard at 3:00 am inside a big city. Everybody sleeping, the city is quiet. Thinking about what I am doing here, and remembering I am old going to disappear from this world, I remember that every human being sleeping inside their silent houses are going to experiment the same experience. So, we are like bubbles arisen from Earth’s surface, growing, collapsing, disappearing. This scene remember me the scene of quantum foam. It is like the odd quantum world self-projecting evolutionary time ahead and becoming the ocean of human bubbles.

Imagine a camera filming one hundred years the human bubbles, arisen, growing, disappearing. Now, watch the same movie of one hundred years accelerated into one hour. It is the scene of quantum foam!

But…The theory suggests that these quantum bubbles emits material particles before dying, which will compose a superposition reality with new physics laws. If this self-projection is real, it means that each human bubble emits a kind of more complex particle when dying, which will compose a different reality with different laws. In another words, life after death. But… the materialist scientist becomes furious facing people telling their experiences at clinical death. Is it not rational thought that quantum foam leads to a necessary research about life after death? They will leave this hard job for us, naturalist philosophers?

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