Archive for the ‘Meditation by Matrix/DNA’ Category

A Falácia do erro na transcrição genética que causaria mutações ao acaso

Thursday, October 24th, 2019

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A teoria acadêmica da evolução acredita que as mutações genéticas ocorrem por erros nas sucessivas copias do código genético, assim como quando a gente escreve, digita num teclado ou lê um livro, quando chega no fim de uma frase ou parágrafo, a gente sente que a coisa não faz sentido, e então volta a reler e percebe que leu uma palavra errada, ou nossa definição antiga da palavra não é a mesma do dicionario. Ou então na tela aparece uma palavra sublinhada pelo computador mostrando que aquela palavra não existe, tem um erro nela.

Nos cometemos erros, e por isso, devido ao incorrigível ato de antropomorfizar projetando o contexto humano em tudo que desconhecemos para elaborar nossas teorias do que não conhecemos, acabamos auto-projetando a deficiência humana em cometer erros sobre a Natureza, crendo que Ela também comete erros.

Mas estes acadêmicos nunca pararam para raciocinar no que estão acreditando. Se tivessem raciocinado sobre o que estão dizendo parariam com isso imediatamente. Iriam perceber que não faz o menor sentido logico em dizer que a Natureza erra.

O que é “erro”? Como o dicionario define essa palavra? Como os acadêmicos falam inglês, vamos ver isso no inglês:

– Error | Definition of Error by Merriam-Webster

Oct 10, 2019 – error, mistake, and blunder mean an act or statement that is not right or true or proper. error is used for failure to follow a model correctly. There was an error in the addition. mistake is used when someone misunderstands something or does not intend to do wrong.

– the state or condition of being wrong in conduct or judgment.

Wikipedia: Error

– os mesmos acadêmicos dizem que no DNA existe um mecanismo de auto-correção. Então penso num ciclone começando nas Bermudas como um erro da Natureza. Aconteça o que acontecer, o ciclone vai desaparecer e o ambiente vai voltar ao normal que era antes. Esse ambiente então é o agente da correção, e isto nos lembra a seleção natural, pois ela funciona mais ou menos assim. Assim a natureza tem o mecanismo de auto-correção de erros. transpondo isso para o DNA temo que dizer que o ambiente normal, ou seja, o código que vem sendo transmitido exato de copia em copia, acaba por corrigir um erro de transcrição.

Se for assim nunca deveria haver mutação, ou melhor, toda mutação desapareceria nas copias seguintes. mas temos que notar que num ciclone pode haver mudança no ambiente que vai ficar existindo depois que o ciclone desapareceu. E o velho ambiente as vezes pode não corrigir isso, ou, melhor, ele sempre tem a tendencia a corrigir, mas tem novas diferenças pequenas que não o afeta, ou ele não alcança, então estas persistem e todas as novas copias vão copiar a nova diferença. Mas porque acontecem os ciclones? Por erros no funcionamento da Natureza ou por efeitos inevitáveis de forças naturais? As quais não estavam no local onde principiou o evento, nunca estiveram, vieram de outros locais de um ambiente maior?

Então foi uma anormalidade para um observador observando do local e não para um observador observando o ambiente maior. Mas como o ambiente maior aceita aquela mudança em si mesmo, se ele tende a manter sua normalidade? A resposta deve ser que o ambiente maior não é de maneira alguma afetado pela mudança que afeta e muda o ambiente menor, e isto lembra a hierarquia dos sistemas naturais.

(Daqui para a frente falta corrigir os erros de ortografia do teclado)

Sera possivel isso acontecer na realidade? Sim, deve acontecer senao nao haveria evolucao ou degradacao de sistemas, e isto ocorre com todos, os menores e os maiores. A nao ser que exista um sistema maior, fora da hierarquia dos sistemas feitos com especieifos e limitados ingredientes, que contenha ingredientes diferentes nao contidos nos sistemas abaixo dele. Se existir, este sistema fora e acima teria que funcionar como um objetivo deterministico em relacao a todos os seus sub-sistemas. estes ingredientes diferentes seriam as forssas vindas de fora das Bermudas que causa um ciclone. Por exemplo, o calor produzido pelo homem num continente. mas notamos que emtodas estas possibilidades uma coisa fica patente, clara, inegavel: nao e trata de erro na natureza e sim simples movimentos das forssas naturais. Existem tres alternativas fundamentais dos erros:

1) existe erro quando existe um processo sob um desenho de uma meta final, e durante o processo algo imprevisto acontece de maneira que o design final nao fe obtido. Mas isto implica na existencia de um previo design, sempre ;

2) existe erro num processo que tem um desenho final, mas como o desenho final fe um projeto, entao ele existia antes de iniciar o processo, e ele dirige o processo, entao ele corrige o erro no processo antes de chegar ao desenho final. E isto tambem implica na existencia de um previo design, sempre;

3) nao existe erro se nao houver uma meta final, nao tem como comparar o desenho resultante de todo o processo natural com outro deenho que nao existe para se dizer que houve erro. E isto, diferente das duas premissas anteriores, implica que nao existe um previo design, sempre;

Conclusao logica: so existe erro quando existe previo design.

Nos nao podemos saber se a Natureza existe sob um projeto de um desenho final ou nao. Os academicos materialistas acreditam que nao haja tal determinismo de desdenho final, mas essa crenca nao tem base realista, cientifica. Nos nao podemos saber se tem ou nao uma meta final na existencia da Natureza, ou mesmo se a natureza fe ou nao um processo, que existe para produzir um resultado final. Mas nos vimos nas tres caracteristicas de erros que para se inferir se existe  erro na natureza, ela tem que ter um previo design. Como ninguem nunca mostrou um previo design na Natureza, nunca ninguem pode ter constatado erro algum. Erro em relacao a que? Alguem pode achar que um evento natural foi um erro, mas todos os achismos de erros naturais sao apenas imaginarios. Nao existem erros, de maneira alguma. Entao como fica isso em relacao ao DNA e suas mutacoes? nao existe erros, temos entao que procurar outra explicacao para as mutacoes. E como vimos acima, o que parece erro de transcricao deve ser acao de forssa de um sistema hierarquicamente superior, entrando com novos ingredientes que nao existiram nas copias anteriores. isto significa que o observador local assistindo o evento nao conhece e nao pode ver o ambiente maior, o qual sera visto e enetendido por um observador maior. Nos vemos o DNA atraves de lentes multiplicando o super microscopico, nos somos o persoangem na ponta do microscopio localizado no local do DNA, dentro do DNA, assistindo seus eventos. para ver o causador dos eventos que fogem ao normal das copias, nos precisamos de outros instrumentos que possam enxergar as coisas existentes no ambiente circundando o DNA. Quando enxergar-mos estas forssas naturais nao tera sentido dizer que existe erro na trancricao genetica que permanece no tronco da arvore da evolucao. Ou uma copia desigual sera descartada pelo desenho final, ou ela estava programada no desenho final, porque em relacao ao DNA, aqui sim, nos temos certeza absoluta que existe um desenho final, que existia desde antes do evento da copia. Nao tem a possibilidade numero 3. Nos sabemos que a possibilidade numero 2 fe possivel, ocorre um erro que fe auto-corrigido mais a frente. Mas…

espera ai… a possibilidade numero 1 tambem existe para o DNA, e isso corere de fato, muitas vezes um embriao nasce com defeitos ou com melhorias nunca ocorridas antes. mas quando nasce com defeitos, nao se adapta tao bem e sera sdescartado na evolucao. Quando nasce com melhorias, em relacao ao previo design, ele sera incluido no tronco da arvore da evolucao.

Entao existe uma diferenca entre o macrocosmo e o microcosmo? Quais foram as forssas naturais que atuaram no momento da copia e produziu a mutacao para melhor? Quais as forssas que vieram de fora das Bermudas e produziram o ciclone? nas Bermudas as forssas vem de um previo design, o qual fe o sistema superior ambiental envolvendo e contendo as bermudas. Mas esse sistema superior foi formado pelo mesmo previo design que ele fe? Ou ele se tornou o design que e porque era uma massa informe e foi sendo modelada para se encaixar e adaptar em outro design ainda mais superior?

Nos nao podemos saber a resposta no caso do evento do ciclone e das Bermudas porque nao conhecemos e nao podemos ver o Cosmos inteiro, e assim nao sabemos se o cosmos inteiro fe um design ou nao. Mas o DNA nos sabemos que a mutacao ocorre num ambiente que tem acima de si um design – que fe a especie humana. mas quando vamos ver de onde veio a especie humana, que fe a forssa natural atuando na copia, chegamos – teoricamente – a um ponto sem design algum – que foi a teoria das origem da vida por acaso vinda do mundo nao-vivo. Epa! Aqui chegamos a uma conclusao definitiva!

se nao havia design nenhum, nao existem erros. o que vemos acontecer como mutacoes que nos parecem erros, o sao apenas em relacao ao DNA imediato, que tem um previo design com o qual podemos comparar o redsultado produzido na copia.  mas nao poddemos dizer isso porque o verdadeiro DNA tem 4 bilhoes de anos e – pela teoria dos academicos materialistas – esse DNA verdadeiro nao tem nenhum previo design. se nao tem previo design nao acontece erros. esta cientificamente incorreto, de acordo com as teorias cientificas aceitas – dizer que ha erro na trancricao genetica.

mas de acordo com nossa teoria da matrix/DNA, o DNA verdadeiro foi produzido por um previo design – que veio da especie ancestral, das galaxias. Se for assim, ou o evento anormal numa copia sera descartada pela forssa das galaxias, ou essa anormalidade se tornara uma nova forssa natural que vai resultar num final diferente do previsto pelas galaxias, vai sair fora da historia das galaxias e constituir uma outra seua propria historia. Mas… mesmo assim nao podemos saber se esta nova historia sera uma imprevisibilifdade a um sistema ainda maior que as galaxias, ou se ela foi produzida pelo design desta potencia maior. E se nao podemos saber, cientificamente nao esta certo afirmar que existe erro natural.

CyberneticsEdit

The word cybernetics stems from the Greek Κυβερνήτης (kybernētēs, steersman, governor, pilot, or rudder — the same root as government). In applying corrections to the trajectory or course being steered cybernetics can be seen as the most general approach to error and its correction for the achievement of any goal. The term was suggested by Norbert Wiener to describe a new science of control and information in the animal and the machine. Wiener’s early work was on noise.

The cybernetician Gordon Pask held that the error that drives a servomechanism can be seen as a difference between a pair of analogous concepts in a servomechanism: the current state and the goal state. Later he suggested error can also be seen as an innovation or a contradiction depending on the context and perspective of interacting (observer) participants. The founder of management cybernetics,Stafford Beer, applied these ideas most notably in his viable system model.

 

 

The network of biophotons of living systems reflects into the cosmic light wave background?

Thursday, October 24th, 2019

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https://www.meetup.com/Philosophy-in-Manhattan/events/261143577/

This little thought experiment from Ancient Greece illustrates the philosophical problems: “A man named Theseus has a ship. After a storm rips the main sail, he replaces it. Some time later, a wooden plank on the main deck warps, and is replaced. Pulleys rust and are replaced. None of this happens over night, but occurs gradually. Imagine fifteen years have passed and every piece of the ship, and every bit of tackle, the pitch and tar, the ropes, the rudder, and every other bit of material on the ship has been replaced. The ship now has none of its original components.” The question is this: Is this still Theseus’s Ship? If it is, how is it that all of the substance of a thing can change, and yet it remains the same thing? If it is not Theseus’s ship, at which point did it cease being the same ship? How much change can a thing go through without its identity changing?

This issue is related to an article in PDF, here:

https://www.dropbox.com/s/vama1noev0omp3s/Identity%20and%20Personal%20Identity.pdf?dl=0

My suggestion posted for Justine: (10/19/19)

By the way, as a naturalist philosopher I am long time thinking these questions and elaborated a general theory about, which suggests that the answer lays on systems and its emerging property called identity. Someone could suggest this question to Liam Ryan. Ships are not systems, but human bodies are and the identity of it as natural systems is composed by a network of biophotons. I can show how atoms and galaxies has this network composed not by biophotons, but by photons. If my theory about natural light wave is right, it has an internal anatomy identical to the process of life’s cycles, so, must have a universal cosmic wave background that reflects and absorbs all these biophotons networks. Then
, a natural system can changing entirely from living to nonliving that the network will be kept in the cosmic background. Ok, this need lots of technical details which are at my website.

Raios, havia um meetup neste domingo sobre este assunto na casa da Justine, quando fiquei sabendo não havia mais vagas, ai alguem desistiu, a Justine me avisou no sabado com o post abaixo, e eu nao vi a resposta dela… raios, raios e raios, diabos…

Justine : Louis, a spot has opened up tomorrow if you’d like to sign up.

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Estranha experiencia desativando a respiração automática e comendo ar, no sonho.

Saturday, September 14th, 2019

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Não tente esta experiencia, pois pode produzir sofrível pesadelo e pode ser perigosa. Vou registra-la para recordar,  refletir no assunto, e arriscar repeti-la.

Deitado na cama e pensando no insolúvel mistério de como surgiu a matéria organizada em sistemas como são nossos corpos, neste mundo inicialmente caótico, e chegando a pensar no meu corpo como evolução dessa extraordinária e misteriosa  engenharia, me imaginei fora do corpo para tentar entrar no cérebro e operar os comandos, como um operador de maquinas entra na cabina de um guindaste e opera o braço e a “mão/caçamba” do guindaste. Mas para manter este corpo/maquina funcionando não basta apenas liga-lo e ficar girando o volante, puxando alavancas, seria preciso realizar milhares de operações simultâneas, como a respiração, circulação do sangue, etc. Me perguntando como seria operar a respiração de forma manual, me veio uma imagem inusitada: o humano tendo que colher ar branco numa caneca e toma-lo, fazer um gargarejo dentro do tórax rebolando o bumbum sacudindo os pulmões, e vomitar ou assoprar para fora o gaz carbônico na cor amarelada. Comer ar seria um alimento delicioso, indispensável e irresistível como uma droga, livre a vontade na atmosfera, porem, tendo que ser repetido a cada 30 segundos. Se não houvesse a capacidade do cérebro de fazer exatamente isso automaticamente e, ao mesmo tempo, realizar outras milhares de tarefas, estaríamos perdidos. Nada mais poderíamos fazer senão com a canequinha na mão colhendo ar da atmosfera, levando na boca e assoprando para fora. Nem mesmo poderíamos falar, não daria tempo para pronunciar mais que uma palavra em cada intervalo da respiração.

Assim fiquei por alguns minutos me imaginando com a canequinha catando ar no ar como quem caça borboletas. Forcei sentir na boca o sugamento forçado do ar, o chacoalho forçado do corpo para fazer o gargarejo no tórax, mexendo os pulmões, e soprando, vendo um gaz carbônico meio repugnante amarelo-esverdeado saindo da boca.

Passatempo maluco, ou o jeito que filósofos naturalistas matam o tempo ocioso. Eu me sentia como um fantasma dentro da cabine do cérebro movendo alavancas, dirigindo, apertando botoes. Teve uma hora que enquanto passava a canequinha no espaço uma mosca apareceu na frente da caneca eu até buzinei forte com raiva para ela sair do caminho.

Nisso, sem estar com sono, fui apagando e começando a sonhar. Como em todo sonho eu estava em algum lugar, uma cidade, com várias pessoas ao redor, me movendo, conversando, etc. Mas ai começou o pesadelo. Cada vez que na respiração eu inalava ar, produzia-se um som de ronco horrível na minha garganta e tórax, do ar passando (por estar mais próxima dos ouvidos, os ruídos na garganta quando o ar e a comida passa deve realmente ser mais forte que o roncar da barriga, mas não sei porque, não o ouvimos… Algum cientista já se perguntou isto?). Em seguida me sentia meio sufocado e cuspia ar, ou gas carbônico, com dificuldade produzindo borbulhas de saliva que me escorriam pelo queixo. Isso começou quando eu caminhava numa rua movimentada e procurei me esconder, me afastar das pessoas, que se irritavam com meu ronco e faziam caretas de estranheza me olhando. Uma motocicleta ambulante de carne e osso?! Eu sentia que tinha de forçar, permitir a nova entrada de ar, mas queria impedir por causa da dificuldade, dos barulhos, etc. E não conseguia parar aquilo. Parecia demasiado real, naquele momento estava num mundo real, não num sonho.

Felizmente acordei. Fiquei bom tempo ainda na cama me perguntando qual a causa do pesadelo, como ele se produziu justo quando eu, conscientemente, pensei em operar minha maquinaria da respiração. Estaria o meu cérebro me aplicando uma lição, saindo fora do controle e me deixando a fazer o serviço todo, manualmente? Alguns minutos e sem sono voltei a dormir outra vez e o mesmo pesadelo voltou! Quando acordei pensei: “Não… isso não é de se jogar fora! Duas vezes a mesma experiencia repetida? Não pode ser mero sonho e mero acaso, acasos não se repetem iguais. Entao porque isso acontece?!”

Sera que sem querer toquei mexendo no inconsciente que processa estas operações automáticas? Que o derrubei, e quando derrubei o inconsciente, ou seja qual for a região do cérebro, sai da vida consciente despertada também para entrar na dimensão do sonho? Sera possível isto acontecer de fato? E no sonho tive eu mesmo que fazer o serviço da respiração, porem aí notando que não é apenas comer e soprar, mas sim outras operações como inibir um ruído que deve existir normalmente, mas não se escuta, e outra operação para evitar a salivação incomoda? Raios,… pensando nisso vamos percebendo como o cérebro realmente tem que ser incrivelmente complicado… e quantas operações ele faz para melhorar nossa existência!

Quis o meu inconsciente, ou cérebro, me dar uma lição? Ou ele foi derrubado realmente do comando da respiração, e, para me salvar me levou para o sonho onde a consciência entra em serviço, mas na sua forma manual? E por isso dormi sem ter sono?!

Mais outra questão intrigante: o que é sonho?

Quer dizer que com parte do cérebro, ou do inconsciente, derrubados, sobrando apenas a consciência, nos não podemos viver acordados, apenas existimos no estado de sonho, onde a consciência arregaça as mangas e entra em serviço?

?!?!?!

Entao quem mexe meus dedos no teclado com intenção mental de fazer um trabalho fora dos trabalhos do sistema nervoso parassimpático, não é minha mente emitindo uma força de comando dentro do cérebro para iniciar impulsos químico-elétricos, e sim meu inconsciente? Sim, porque a consciência só serve para dar sugestões fantasmas quando tenho que tomar decisões e ficar livre tresloucada num mundo misto-real, misto-não-real, onde ela reina?

E imaginar com a canequinha colhendo, comendo, cuspindo ar, faz o cérebro ficar sem auto-controle, e surge esse revertério todo?! E se quando acordar o cérebro não voltar mais a assumir essa operação da respiração? Aqui esta o risco de repetir a experiência.

Mas como nada tenho a perder na vida e a busca do conhecimento acima de tudo, vou repetir a experiência na primeira nova oportunidade… isso tudo pode me levar a grandes novas descobertas sobre cérebro, inconsciente, sistema nervoso, consciência, etc. Mas espero que não entre muitas moscas na frente da caneca… para não ter que ficar buzinando…

 

O engodo na onda moderna sobre meditação

Saturday, July 27th, 2019

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Existe uma grande onda no Ocidente, milhares de gurus e websites aparecendo a cada dia, enganando o povo, se aproveitando dos modernos mal-estares físicos e mentais decorrentes do stress, tentando “ensinar” as praticas orientais, budistas, de meditação. Uma cientista pesquisadora americana escreveu um longo ensaio se queixando disso, que apos seguir os gurus e praticar tais meditações ficou pior ou mais confusa do que estava antes. O que aconteceu com ela fe prova do que venho tentando alertar de que estas praticas estão erradas, muito diferente da técnica que uso baseada numa total diferente visão do mundo. O ensaio foi levado para o REDDIT para debate entre filósofos, cujo link vai abaixo e onde postei um comentário. Tambem abaixo o link para o artigo ensaio da pesquisadora.

https://www.reddit.com/r/philosophy/comments/ci5aym/the_problem_

of_mindfulness_while_presenting/

The problem of mindfulness: while presenting itself as value-neutral, it is actually loaded with troubling assumptions about the self and the cosmos

Posted by u/voltimand – 7/26/19)

Baseado no artigo/ensaio:

The problem of mindfulness

https://aeon.co/essays/mindfulness-is-loaded-with-troubling-metaphysical-assumptions

Meu comentario postado no REDDIT em 7/27/19

MatrixDNA – at 7/27/19

After reading the article I am sure the author, neither Buddhism, does not know what’s mindfulness, they never reached it. They are talking about self, ego awareness, thinking that it is mindfulness, as the state of pure consciousness. Ego is what we feel as “I”, a physical system link between the human infant state of consciousness and the human physical body. I am thinking if we isolate this link, what else is resting? Like in the anesthesia or like an irrational animal body… which is a kind of conscious or ego neutrality, like a machine. What is the advantage getting it? The hindu nation and people are the answer: 1 billion people under the poverty through thousands of years. Is this what the Americans and Westerners want? “Nirvana” is the extreme selfish expression, like creationists believing that they are safe and prosperous reaching the spiritual state that would aligning them with Christ… and the others will burn in the hell…
My meditation technique is result of mixing three different world views: the scenes described by natives from Amazon under brain altered state by their hallucinogenic beverages, which are equal the “mystical” scenes described in Asia 5 or 10 thousands years ago; plus the Eastern picture of the “aura”, composed by two moving “serpents” enrolled in spirals having between them six “stars or chakras”, which, I discovered with the Amazon’s natives, is merely the two streams and six nitrogenous bases of DNA’s unit of information inside the neurons; plus the universal formula for systems, as the template of brain’s anatomy. It has worked very well for me. So my position here is like Bill Nye advocating evolutionary science against creationism and my suggestion is: Does not fall in confusion like the author, do not lose your time with this kind of mystical and wrong meditation, we have a great culture and nation, we can not be a new India, and I am telling about economy and quality of life. Meditation is good, it is necessary in this stressful modern world, but there is not better teacher about how to meditate than yourself, based on your own world view, what yours instincts and intuitions says to you. At meditation state you are entering into a loneliness dimension, so, go alone and by yourself in it. It would be good if you search the universal formula of natural systems that is the template of the brain and shows how the chemical/energetic flows of thoughts runs inside the brain mimicking the natural systemic circuit, because with practice we can begin to learn how to stop, avoid or drive the thoughts throughout the left, the right hemispheres integrating them with the neocortex. It is a very complex issue which Buddhists and these teachers has no idea about…
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Textos esparsos nao publicados que seriam incluidos no post:
I have improved 100% my life since I got my model of meditation, totally new, totally different than anything I have saw. How you will work yours thoughts if you have no idea what’s and how the chemical/energetic circuits of thoughts runs inside the brain? How do you stop, avoid, or drive the circuit of a thought if you don’t know the brain map and the avenies on which the thought is running? But, this is a technical issue, out of topic in a philosophy forum, I will not extend about it. Then, the OP says about ” troubling assumptions about the self and the cosmos “, which is a philosophic issue. For beginning to understand what is mindfulness – in the sense of consciousness, not the ego awareness which puts consciousness aside – humans should have a good knowledge about self and cosmos, which we don’t have. My totally different life’s experience from everyone else lead me to an interpretation of self and Cosmos totally different than anything that was written, so, my interpretation of mindfulness and my meditation practices are different. I learned that all those images saw by the founders of Buddhism, The Bible narrative of the paradise, the symbol of I Ching the “aura” composed by chakras and kundalini, are merely flashes inside the brain coming from the DNA at the center of neurons. They are registered memory of our non-biological real ancestors, like atoms and galaxies, in what we call junk-DNA. I watch natives i n Amazon jungle with altered brain’s state due their allucimnogenos descibing same imagens said 5.000 years ago in Asia. They describes scenes of the building blocks of galaxies – which is almost a perfect machine very good for our ancestor – but, if you draw the scenes in a paper, you see a metaphorical narraticve of physical reality exactly like that in the Bible. They describes scenes of two moving serpents enrolled into spirals having between them six stars. The founders of these Eatern religions said they are kundaline and chackras. It is not, it is merely the two streams of DNA and the stars are the nitrogenuous bases between them. The symbols of I Ching are merely the drawning of a universal formula as templeate of all natural systems, registered into the DNA becaise each unit of DNA’s information is hust this working system. This is about philosophy, showing how the ancient ) and amlmost the modern also) world view are totally wrong, so, our understanding about self and cosmos are wrong. How you get mindfulness based on wrong assumptions?……………….I created a new process of meditation and I think it is was very good for me about health, creativity, behavior. It was resullting from mixing the eastern worldview ( chakras, kundaline after discovering that this whole picture is all about the picture of DNA, in some way broght to mind by the DNA in the neurons) with Amazon natives under altered stte of mind due their jungle’s allucinogenous. I think this practice has changed my normal human neuronial connections, and the new state lead me to discover what I called as “universal formula of all natural systems”. Since the brain is a system and its anatomy fits perfectly with the formula, the flow of a thought must be equal the flow of the energy/information running inside the formula systemic circuit. Then, came hundred of surprisingly suggestions about what are thoights, how they works in the brain, what is mind, how is the connections mind/thoughts/body, etc. Since I can’t prove the formula is real, all I have I consider as theory to be tested. What I could doing is to teach other persons this technique for having more samples testing it, but I never did it because it would take too much time for explaining everything. I think that people here in the commnts are very interested in this issue of mildfulness, so, what I am working in as novelty coild be at least very curious to them. I will try mentioning only 10% of these novelties, but, please, these are temporary results of an ongoing investigation, do not take it as my affirmation:…….What are thoughts in a chemical-energetic discription……………No human can reach mindfulness by while, because our brain is not working as a whole system. It is divided into three parts: left and right hemisphere and a central cortex and no thought can mimick the systemic circuit integrating the three parts.