Archive for the ‘Cells Systems’ Category

Meditação e saude: um fato real pode indicar que minha técnica funciona… ou não…

Saturday, February 8th, 2020

Fato real baseado no link para video:

https://www.youtube.com/watch?v=7Hk9jct2ozY

Uma molécula grande rodeada por liquido onde nadam ao acaso milhões de átomos/pequenas moléculas, de vários tipos diferentes. A molécula grande funcionando como a linha de montagem em serie de uma fabrica, montando um RNA, ou uma proteína, que são como maquinas complexas para produzirem carros, aviões. Como, me pergunto, em milhares de operações por cada minuto, entram no produto que corre na esteira de montagem, a peça certa, se existem dezenas, centenas de tipos diferentes chegando das fabricas externas de auto-peças, e todas jogadas num tanque de água onde ficam nadando por acaso?!

A explicação cosmológica, metafisica, que meus resultados estão indicando, é que toda essa fantastica movimentação que meu cérebro não consegue abarcar, é resultado da evolução de bilhões de anos progredindo sempre, quando, na origem do Universo, uma ou umas ondas de luz se propagou de uma fonte desconhecida, e essa onda seria constituída, segundo meu modelo teórico, de um sistema funcional semi-vivo, e ao dispersar da onda, fragmentando-se em partículas, cada partículas modelada em cada posição na onda tornou-se a informação especifica e funcional daquela posição na onda e a grande sina deste mundo é criada, no nível material, por essas-partículas fótons-bits-informação espalhadas no fim das ondas por dispersão tornam-se desesperadamente necessitadas de recompor ou reproduzir a onda original de onde vieram, e então vão se procurando as que eram vizinhas na onda, se juntando, formando tribos, comunidades, especializadas no tipo de função que tinham e vão voltando, fazendo o trajeto inverso de quando a onda se propagou, vão voltando e remontando a onda, tem como objetivo final retornar à fonte. Como tenho a cada dia que descubro mais informações na formula da onda de luz percebido que cada novo conhecimento desdobra-se num leque com mais mistérios, mais coisas a explicar do que existia antes, me faz crer que a complexidade encriptada na onda inicial está muito alem da capacidade de processamento do meu cérebro, então quando vejo esta incrível movimentação de átomos e moléculas a velocidades vertiginosas em precisão mecânica excepcional, não me surpreendo mais, pois o modelo teórico já me avisou que a complexidade é surpreendente e crescente. Os fótons da onda de luz, possuem em si um emaranhamento, uma extensão na forma de sinapse que apenas se conecta com a extensão sináptica do outro fótons que estava como seu vizinho na onda. Nada mais é que um sistema se refazendo exatamente igual como era antes de ser fragmentado. E aqui no nosso mundo material, estes fótons estão dentro das partículas dos átomos, usando-os como ferramentas, tratores, guindastes, etc. na remontagem do sistema. mas isto é minha metafisica, na qual não acredito, apenas a mantenho no ar enquanto vou testando se ela existe de fato.

Mas então, voltando ao fato real, como os elementos dispersos entram na linha de montagem no momento e posição exata?

Temos aqui três alternativas:

a) O controle funciona de fora para dentro. Como um comando geral vindo da entidade do sistema celular. Existira uma força fora da grande molécula com um exercito de forças funcionando como os empregados ou robots nesta fabrica, que precisam saber exatamente qual o tipo de átomo/pequena molécula inserir em qual exato momento. Na célula quem ou o que faz a função dos robots?

b) O controle funciona de dentro de dentro para fora: a grande molécula funciona como um pescador num rio cheio de seres aquáticos. O pescador tem em mãos uma lista de produtos a entregar nas lojas do mercado, cada loja quer um ser aquático especifico e tem ordem de hora para entrega. Então o pescador escolhe a cada momento um tipo especifico, colhe-o, embala-o num pacote com um numero e vai colocando os números em ordem na carga do veiculo.

c) Os átomos/pequenas moléculas nadando ao acaso querem entrar na grande molécula, mas só querem ficarem ao lado de outros tipos específicos de átomos, por isso escolhem o momento de entrar. Talvez estes átomos tenham receptores específicos para apenas outro átomo, mas isto já estou rebuscando na parte metafisica da minha teoria.

Na minha técnica de meditação se supõe o corpo humano constituído de duas copias de um sistema cuja anatomia fundamental é a formula da Matrix/DNA. Uma copia, bem mais evoluída, é o cérebro, a outra copia é o resto do corpo construído como extensão das funções cerebrais para carregar e manter o cérebro. Então imagina-se uma figura que tem um exemplar da formula, menor, que tem suas hastes abertas na sua posição F4, e as hastes se abrem e se estendem formando outra copia em tamanho maior, portanto na forma de escada em espiral. As duas formas da formula estão no seu estado original como quando surgiram nesta natureza universal, ondas de luz compostas de fótons. Circulando a copia menor funcionando como cérebro existe o espaço externo, locupleto de partículas fótons invisíveis aos olhos humanos. Existe grande diversidade de tipos de fótons, em varias cores diferentes. O corpo precisa destes fótons para alimentar, reparar, energizar toda essa estrutura, compor pensamentos, como a grande molécula na célula compõem estruturas em código. Sem saber qual das três alternativas funcionam, o individuo meditativo imagina os fótons do espaço, em momentos diferentes e cores diferentes sendo pescados e transportados em torvelinhos para dentro do corpo e sendo entregues nos locais da network da formula cujas cores em cada local recebem fótons de mesma cor. Para isso o meditador precisa conhecer a imagem teórica do seu interno corpo constituído pela network de fótons, que seria sua aura. As duas hastes do DNA em espiral se remexendo ondularmente como as duas serpentes do kundalini tendo no meio entre elas sete estrelas brilhantes de focos de fótons imitando os chacras que na verdade são as bases nitrogenadas de moléculas. mas tem que imaginar esta aura cansada pela luta diária, desfeita, enfraquecida, e pior, afetada pela dominância dos instintos e anatomias herdadas dos animais. As estrelas centrais quase apagadas emitem raios fracos ou falhando, mas como na figura estão alinhadas numa sequencia de cores que é a mesma sequencia das cores do arco-iris, o meditador sabe emitir comando da network mental para captar o foton na cor certa e envia-lo para a região de mesma cor., energizando as estrelas-chacras, fazendo os rais resplandecerem. Ao menos, não sei se por fato real ou por ilusão mental tipo efeito placebo, me sinto renovado, leve, energizado, e transbordando energia e saude. Que seja placebo, que seja coisa de louco estou ganhando com isso, me deem licença para ser louco pois assim me sinto mais muito bem comigo e com o mundo. O meu cérebro é constituído dessas células, estas células são muito menos capazes que meu cérebro, no entanto elas fazem isso, elas selecionam o tipo de elemento certo na posição exata, e talvez, sem me avisar, o cérebro faça isso também com mais facilidade, basta eu lhe dar ordem para faze-lo.

Ou seja, a Natureza de fato emprega este processo no nível biológico. O meditador supõe que o nível biológico é uma camada superficial de um nível mais sutil, não biológico. E que o nível biológico tem a capacidade de praticar este mecanismo porque o mesmo mecanismo existe no nível sutil.

Suposições, hipóteses, criadas tendo por base os resultados de uma investigação mental, não pratica laboratorial. Sendo racionalisticamente cético, desconfiado, o meditador não acredita que a técnica funciona e mesmo ainda desconfia se o nível sutil existe. O resultado final da investigação sugeriu esta figura geral e sugeriu que esta técnica deve funcionar. O meditador experimentou, como teste. E verificou que durante 40 anos praticando essa meditação teve uma saude perfeita, apesar de vida incontrolavelmente desregrada. Mas o meditador não tem fatos reais mostrando qual a causa dessa saude, se natural ou se provocada pela técnica.

DNA animations by wehi.tv for science-art exhibition

Para quem critica minha teoria de que a primeira célula foi criada a imagem e semelhança dos building blocks astronômicos

Saturday, February 8th, 2020

Esta imagem é da chamada “Nebulosa da Bolha”, ou Bubble Nebula

The Bubble Nebula - NGC 7635 - Heic1608a.jpg

NGC 7635, também conhecida de Nebulosa da Bolha, Bubble Nebula, ou Shaspless 162 e Caldwell 11 é uma nebulosa de emissão localizada na constelação de Cassiopeia a 11 mil anos luz da Terra. A bolha que caracteriza essa nebulosa é criada pelo forte vento estelas que provem de uma fonte de quente, que é uma estrela jovem (SAO 20575) de 8,7 magnitude e de massa solar de 15 ± 5. Essa nebulosa esta perto de uma grande nuvem molecular. A estrela jovem que esta em seu centro brilha e esta nebulosa emite o brilho da estrela. Foi descoberto em 1787 por Friedrich Wilhelm Herschel (Wikipedia)

Neste video ela é impressionante como algo pré-vivo no Cosmos…

Célula: Ciclo Vital criado pela Formula Universal

Wednesday, December 11th, 2019

A evolução desde o sistema galáctico para os sistemas biológicos vivos teria que provocar uma drástica mutação nos processos internos do sistema devido aos ambientes e substancias de origens serem muito diferentes. Na comparação ente um sistema galáctico – pelo meu modelo teórico – e a primeira célula viva vemos que o significado geral dos sistemas foi mantido, a dinâmica do ciclo vital que veio com ondas de luz de alguma maneira se impôs. Temos que estudar como um sistema regido pela mecânica astronômica se torna um sistema pelo método biológico de organização da matéria. Não podemos esquecer que entre a mecânica astronômica e a organização biológica teve um elo, que foi a química orgânica. A mutação ocorreu nas formações químicas das moléculas orgânicas primitivas, aqui temos que desvendar como foi essa mutação. E a separação de um todo em pacotes de informações para depois serem juntados estes pacotes reproduzindo o todo permite muitas variações, em ambientes inéditos.

O circuito sistêmico sempre tem o mesmo desenho do ciclo vital, pois é o ciclo que vital que se torna um sistema.

Esta figura quando vista sob a perspectiva da visão de mundo pela Matrix/DNA lembra imediatamente a formula universal do sistema natural universal. Então vamos trazer a formula para cá:

Formula do Sistema Natural Universal

Na figura da célula notamos que o ciclo começa no topo de cima com a célula filha, então temos que inverter o sentido da figura da formula pondo F1 no lugar da célula filha, F2 onde a célula cresce, etc. Quando na Interfase, a célula começa ps preparativos para a bifurcação do circuito que acontecerá em F4 e para isso ela duplica o DNA que é o carregador da informação para um segundo fluxo do circuito de desprender. Ela está fazendo isso entre F2 e F3, por isso ela é dirigida pela formula a crescer ainda mais. Na Profase vemos o processo sexual hermafrodita se solidificar. A cromatina se condensa em cromossomos que é uma forma necessária para constituir os genomas sexuais e o desaparecimento do nucléolo tem que acontecer: até aqui, em F3, se impos a face feminina do processo, com a criação da célula filha pela femea em F1, mas em F4, que é a face masculina, a feminina sai e cede o lugar ao masculino.

Na prometafase se insere a F5 com seu ramo lateral e interno. Se na galaxia isto acontecia com os cometas retornando no espaço na direçâo onde vai se formar novamente F1, e na reprodução das seccões do DNA entra para isso a uracila, na célula são fabricados os centromeros e em lugar da linha do fluxo de F5 surgem os microtubulos. O que importa na formula é dividir o sistema ao meio, em face esquerda e direita, para que depois cada uma construa sua outra metade. A engenhosidade da formula aqui é extraordinaria, considerando-se que sua unica experiencia anterior era o mecanismo muito mais simples astronomico, mas nem por isso vamos personalizar a formula com inteligencia própria: creio que tudo ocorreu pelo forte impulso do fluxo avançar e obedecendo a formula que determinava a bifurcação. tudo deve ter ocorrido por processos naturais, como quando as águas das montanhas vão forçando a abertura de caminhos na sua descida. Mas ainda não tenho dados para decidir o que foi que realmente realizou o evento que resultou na extraordinária experimentação e confecção de extraordinary novos elementos.

Na fase Mitótica a membrana desaparece e isso não é surpresa pois já vimos acontecer isso nesta mesma posição nas galaxias: quando a femea está desativada, a poeira do horizonte de eventos, ou quasar, desaparece também. Na Metáfase fica uma questão. Qual o mecanismo e porque os cromossomas que estavam dispersos na cromatina se alinham em sequencia? Se logo a seguir eles se separam novamente em cromátides que vão para os dois lados da célula? A pesquisar…

Por fim F5 se torna Myosin II e completa a separação. Daqui a célula velha vai para sua morte, determinada por F6 e F7.

Portanto não foi a matéria simples e burra da superfície deste planetinha que inventou pela primeira vez no Universo esse método de tão extraordinária engenharia, e sim as partículas de luz que se infiltraram com o liquido nessa matéria e simplesmente caminharam como vem caminhando desde o Big Bang quando a onda de luz original caminhou no espaço sideral e se propagando no tempo ao ir montando seus órgãos anatômicos internos – ou suas faixas diferenciadas – na mesma sequencia do ciclo vital. E depois estavam infiltradas nesta estrela Sol de onde vieram recompostas como luz para dirigir os átomos terrestres a se subordinarem ao modelo de sistema que elas constituem.

Mas nem tudo ficou tão fácil de ser compreendido com a fórmula da Matrix/DNA. O ciclo dos centríolos, ou centrômeros, e a própria presença dos centríolos, continua muito complexo, inexplicável. Parece que outra coisa alem da formula estava fazendo as coisas nas origens da célula. Mas ao mesmo tempo os centríolos servem como um alerta e um alento: a formula ainda tem muitos segredos encriptados nela. Um desses segredos que não tenho informações vindas da Ciência é que a formula tem sua camada mais invisível, que é seu campo magnético. As imagens geradas pelo centríolo lembra os fusos do campo magnético do planeta, os seus polos magnéticos, etc. Vejamos a figura abaixo:

File:Centrosome Cycle.svg

Se existe uma camada subliminar da formula de consistência eletromagnética, atrelada a sua substancia de luz, e há já muita evidencia de que de fato existe, os polos norte e sul representam F1 e F4. Mas quem é quem? Qual o polo feminino e o masculino?

Suspeito que a compreensão de como as forças naturais construíram este processo dos centrômeros vai ser encontrada quando desenvolver-mos mais a epigenética. Este não é um processo genético, localizado nos elementos e partindo dos elementos, parece mais um efeito da identidade dos sistemas. Pois os passos na evolução deste ciclo dos centrômeros vão ocorrendo em paralelo aos passos na evolução dos cromossomas no núcleo celular e depois os dois elementos se conectam complementarmente. de onde veio a ideia de dotar um corpo, como o centríolo, de tentáculos, e depois dirigir estes tentáculos exatamente para cada secção dos cromossomas quando alinhados no eixo celular, e ainda mais… dotar os tentáculos de “mãos” moleculares para agarrarem e puxarem uma das hastes do DNA!!!. Isto parece a harmonia de uma orquestra tocando uma sinfonia, e toda orquestra tem que ter um maestro. Neste caso a identidade do sistema, por isso, aposto que a epigenética vai elucidar este mistério.

A Falácia do erro na transcrição genética que causaria mutações ao acaso

Thursday, October 24th, 2019

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A teoria acadêmica da evolução acredita que as mutações genéticas ocorrem por erros nas sucessivas copias do código genético, assim como quando a gente escreve, digita num teclado ou lê um livro, quando chega no fim de uma frase ou parágrafo, a gente sente que a coisa não faz sentido, e então volta a reler e percebe que leu uma palavra errada, ou nossa definição antiga da palavra não é a mesma do dicionario. Ou então na tela aparece uma palavra sublinhada pelo computador mostrando que aquela palavra não existe, tem um erro nela.

Nos cometemos erros, e por isso, devido ao incorrigível ato de antropomorfizar projetando o contexto humano em tudo que desconhecemos para elaborar nossas teorias do que não conhecemos, acabamos auto-projetando a deficiência humana em cometer erros sobre a Natureza, crendo que Ela também comete erros.

Mas estes acadêmicos nunca pararam para raciocinar no que estão acreditando. Se tivessem raciocinado sobre o que estão dizendo parariam com isso imediatamente. Iriam perceber que não faz o menor sentido logico em dizer que a Natureza erra.

O que é “erro”? Como o dicionario define essa palavra? Como os acadêmicos falam inglês, vamos ver isso no inglês:

– Error | Definition of Error by Merriam-Webster

Oct 10, 2019 – error, mistake, and blunder mean an act or statement that is not right or true or proper. error is used for failure to follow a model correctly. There was an error in the addition. mistake is used when someone misunderstands something or does not intend to do wrong.

– the state or condition of being wrong in conduct or judgment.

Wikipedia: Error

– os mesmos acadêmicos dizem que no DNA existe um mecanismo de auto-correção. Então penso num ciclone começando nas Bermudas como um erro da Natureza. Aconteça o que acontecer, o ciclone vai desaparecer e o ambiente vai voltar ao normal que era antes. Esse ambiente então é o agente da correção, e isto nos lembra a seleção natural, pois ela funciona mais ou menos assim. Assim a natureza tem o mecanismo de auto-correção de erros. transpondo isso para o DNA temo que dizer que o ambiente normal, ou seja, o código que vem sendo transmitido exato de copia em copia, acaba por corrigir um erro de transcrição.

Se for assim nunca deveria haver mutação, ou melhor, toda mutação desapareceria nas copias seguintes. mas temos que notar que num ciclone pode haver mudança no ambiente que vai ficar existindo depois que o ciclone desapareceu. E o velho ambiente as vezes pode não corrigir isso, ou, melhor, ele sempre tem a tendencia a corrigir, mas tem novas diferenças pequenas que não o afeta, ou ele não alcança, então estas persistem e todas as novas copias vão copiar a nova diferença. Mas porque acontecem os ciclones? Por erros no funcionamento da Natureza ou por efeitos inevitáveis de forças naturais? As quais não estavam no local onde principiou o evento, nunca estiveram, vieram de outros locais de um ambiente maior?

Então foi uma anormalidade para um observador observando do local e não para um observador observando o ambiente maior. Mas como o ambiente maior aceita aquela mudança em si mesmo, se ele tende a manter sua normalidade? A resposta deve ser que o ambiente maior não é de maneira alguma afetado pela mudança que afeta e muda o ambiente menor, e isto lembra a hierarquia dos sistemas naturais.

(Daqui para a frente falta corrigir os erros de ortografia do teclado)

Sera possivel isso acontecer na realidade? Sim, deve acontecer senao nao haveria evolucao ou degradacao de sistemas, e isto ocorre com todos, os menores e os maiores. A nao ser que exista um sistema maior, fora da hierarquia dos sistemas feitos com especieifos e limitados ingredientes, que contenha ingredientes diferentes nao contidos nos sistemas abaixo dele. Se existir, este sistema fora e acima teria que funcionar como um objetivo deterministico em relacao a todos os seus sub-sistemas. estes ingredientes diferentes seriam as forssas vindas de fora das Bermudas que causa um ciclone. Por exemplo, o calor produzido pelo homem num continente. mas notamos que emtodas estas possibilidades uma coisa fica patente, clara, inegavel: nao e trata de erro na natureza e sim simples movimentos das forssas naturais. Existem tres alternativas fundamentais dos erros:

1) existe erro quando existe um processo sob um desenho de uma meta final, e durante o processo algo imprevisto acontece de maneira que o design final nao fe obtido. Mas isto implica na existencia de um previo design, sempre ;

2) existe erro num processo que tem um desenho final, mas como o desenho final fe um projeto, entao ele existia antes de iniciar o processo, e ele dirige o processo, entao ele corrige o erro no processo antes de chegar ao desenho final. E isto tambem implica na existencia de um previo design, sempre;

3) nao existe erro se nao houver uma meta final, nao tem como comparar o desenho resultante de todo o processo natural com outro deenho que nao existe para se dizer que houve erro. E isto, diferente das duas premissas anteriores, implica que nao existe um previo design, sempre;

Conclusao logica: so existe erro quando existe previo design.

Nos nao podemos saber se a Natureza existe sob um projeto de um desenho final ou nao. Os academicos materialistas acreditam que nao haja tal determinismo de desdenho final, mas essa crenca nao tem base realista, cientifica. Nos nao podemos saber se tem ou nao uma meta final na existencia da Natureza, ou mesmo se a natureza fe ou nao um processo, que existe para produzir um resultado final. Mas nos vimos nas tres caracteristicas de erros que para se inferir se existe  erro na natureza, ela tem que ter um previo design. Como ninguem nunca mostrou um previo design na Natureza, nunca ninguem pode ter constatado erro algum. Erro em relacao a que? Alguem pode achar que um evento natural foi um erro, mas todos os achismos de erros naturais sao apenas imaginarios. Nao existem erros, de maneira alguma. Entao como fica isso em relacao ao DNA e suas mutacoes? nao existe erros, temos entao que procurar outra explicacao para as mutacoes. E como vimos acima, o que parece erro de transcricao deve ser acao de forssa de um sistema hierarquicamente superior, entrando com novos ingredientes que nao existiram nas copias anteriores. isto significa que o observador local assistindo o evento nao conhece e nao pode ver o ambiente maior, o qual sera visto e enetendido por um observador maior. Nos vemos o DNA atraves de lentes multiplicando o super microscopico, nos somos o persoangem na ponta do microscopio localizado no local do DNA, dentro do DNA, assistindo seus eventos. para ver o causador dos eventos que fogem ao normal das copias, nos precisamos de outros instrumentos que possam enxergar as coisas existentes no ambiente circundando o DNA. Quando enxergar-mos estas forssas naturais nao tera sentido dizer que existe erro na trancricao genetica que permanece no tronco da arvore da evolucao. Ou uma copia desigual sera descartada pelo desenho final, ou ela estava programada no desenho final, porque em relacao ao DNA, aqui sim, nos temos certeza absoluta que existe um desenho final, que existia desde antes do evento da copia. Nao tem a possibilidade numero 3. Nos sabemos que a possibilidade numero 2 fe possivel, ocorre um erro que fe auto-corrigido mais a frente. Mas…

espera ai… a possibilidade numero 1 tambem existe para o DNA, e isso corere de fato, muitas vezes um embriao nasce com defeitos ou com melhorias nunca ocorridas antes. mas quando nasce com defeitos, nao se adapta tao bem e sera sdescartado na evolucao. Quando nasce com melhorias, em relacao ao previo design, ele sera incluido no tronco da arvore da evolucao.

Entao existe uma diferenca entre o macrocosmo e o microcosmo? Quais foram as forssas naturais que atuaram no momento da copia e produziu a mutacao para melhor? Quais as forssas que vieram de fora das Bermudas e produziram o ciclone? nas Bermudas as forssas vem de um previo design, o qual fe o sistema superior ambiental envolvendo e contendo as bermudas. Mas esse sistema superior foi formado pelo mesmo previo design que ele fe? Ou ele se tornou o design que e porque era uma massa informe e foi sendo modelada para se encaixar e adaptar em outro design ainda mais superior?

Nos nao podemos saber a resposta no caso do evento do ciclone e das Bermudas porque nao conhecemos e nao podemos ver o Cosmos inteiro, e assim nao sabemos se o cosmos inteiro fe um design ou nao. Mas o DNA nos sabemos que a mutacao ocorre num ambiente que tem acima de si um design – que fe a especie humana. mas quando vamos ver de onde veio a especie humana, que fe a forssa natural atuando na copia, chegamos – teoricamente – a um ponto sem design algum – que foi a teoria das origem da vida por acaso vinda do mundo nao-vivo. Epa! Aqui chegamos a uma conclusao definitiva!

se nao havia design nenhum, nao existem erros. o que vemos acontecer como mutacoes que nos parecem erros, o sao apenas em relacao ao DNA imediato, que tem um previo design com o qual podemos comparar o redsultado produzido na copia.  mas nao poddemos dizer isso porque o verdadeiro DNA tem 4 bilhoes de anos e – pela teoria dos academicos materialistas – esse DNA verdadeiro nao tem nenhum previo design. se nao tem previo design nao acontece erros. esta cientificamente incorreto, de acordo com as teorias cientificas aceitas – dizer que ha erro na trancricao genetica.

mas de acordo com nossa teoria da matrix/DNA, o DNA verdadeiro foi produzido por um previo design – que veio da especie ancestral, das galaxias. Se for assim, ou o evento anormal numa copia sera descartada pela forssa das galaxias, ou essa anormalidade se tornara uma nova forssa natural que vai resultar num final diferente do previsto pelas galaxias, vai sair fora da historia das galaxias e constituir uma outra seua propria historia. Mas… mesmo assim nao podemos saber se esta nova historia sera uma imprevisibilifdade a um sistema ainda maior que as galaxias, ou se ela foi produzida pelo design desta potencia maior. E se nao podemos saber, cientificamente nao esta certo afirmar que existe erro natural.

CyberneticsEdit

The word cybernetics stems from the Greek Κυβερνήτης (kybernētēs, steersman, governor, pilot, or rudder — the same root as government). In applying corrections to the trajectory or course being steered cybernetics can be seen as the most general approach to error and its correction for the achievement of any goal. The term was suggested by Norbert Wiener to describe a new science of control and information in the animal and the machine. Wiener’s early work was on noise.

The cybernetician Gordon Pask held that the error that drives a servomechanism can be seen as a difference between a pair of analogous concepts in a servomechanism: the current state and the goal state. Later he suggested error can also be seen as an innovation or a contradiction depending on the context and perspective of interacting (observer) participants. The founder of management cybernetics,Stafford Beer, applied these ideas most notably in his viable system model.

 

 











Células: Journal of Cell Science

Friday, October 11th, 2019

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https://jcs.biologists.org/

Papers com livre acesso e muitas informações/imagens/videos, etc.

ll Journal of Cell Science content – including the entire archive dating back to 1853 – is available online, and is fully browsable and searchable. All Journal of Cell Science papers are freely available online six months after publication,











Cellular Circuits Networks

Wednesday, July 31st, 2019

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Ler este paper que esta livre e muito importante para Matrix/DNA. Verificar que no indice dos outros papers neste journal tem muitos papers sobre cellular networks.

Molecular Interaction Maps of Bioregulatory Networks: A General Rubric for Systems Biology

https://www.molbiolcell.org/doi/10.1091/mbc.e05-09-0824

Abstract

A standard for bioregulatory network diagrams is urgently needed in the same way that circuit diagrams are needed in electronics. Several graphical notations have been proposed, but none has become standard. We have ( cont.)

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E neste jornal tem a publicação:

Molecular Biology of the Cell

no link:

https://www.molbiolcell.org/journal/mboc