Archive for the ‘Planets as Earth’ Category

Teoria planetária virada do avesso

Monday, September 28th, 2020

Descobertos vários sistemas estelares onde os planetas giram no sentido contrario ao de suas estrelas. Então a teoria acadêmica oficial de que estes sistemas, como o solar são formados de nebulosas de gases e poeira giratórias não se sustenta, pois todos os corpos deveriam girar na mesma direção da nuvem original. Quanto ao modelo astronomico da Teoria da Matrix/DNA, isto já estava previsto. (ver meu comentário abaixo).

http://www.astropt.org/2010/04/13/teoria-planetaria-virada-do-avesso/

eso 1016a
descoberta de nove novos exoplanetas em trânsito foi hoje anunciada no NAM2010.
Quando estes novos resultados foram combinados com observações anteriores de exoplanetas em trânsito, os astrónomos surpreenderam-se com o facto de seis deles, numa amostragem de 27, orbitarem na direção oposta à da rotação da estrela hospedeira – precisamente o contrário do que se passa no nosso Sistema Solar. Estas novas descobertas põem em causa, de maneira séria e inesperada, as atuais teorias de formação planetária. (ler mais…)

meu comentário enviado para modera~~ao em 9/28/20

Louis Morelli:

Ora, Carlos, elaborei um modelo teórico astronomico em que a migração planetária é a norma e possibilidade de planetas orbitarem na direção oposta à da rotação da estrela hospedeira ser comum. Isso a 35 anos atrás, tenho os copyright para confirmar e o modelo esta no meu website a 10 anos. Mas está se tornando comum a cada nova foto do Hubble ou novo dado descoberto vir acompanhado da observação ” isto não está de acordo com os cálculos do modelo teórico portanto teremos que rever a teoria”, enquanto todos tem reforçado meu modelo. Mas como seria possível que alguém sem diploma em astronomia e usando instrumentos simples pudesse acertar mais que os profissionais?
É possível para qualquer um desde que mantenha a logica racional pura tal como recebida pela Natureza, sem desviar a mente pelas fantasias imaginarias. Minha pesquisa começou com uma pergunta logica: ” O primeiro sistema biológico que apareceu na superfície da Terra só pode ter sido produzido por forças e elementos naturais contidos nesta galáxia. O primeiro sistema biológico – um sistema celular – tem que ter sido produzido por um sistema natural menos evoluído, porem, deve ter mantido suas características. Então onde estão estas forças e elementos no sistema galáctico? Se o modelo acadêmico não as encontrou, o modelo teórico deve estar equivocado. E deve bastar projetar o sistema celular sobre o quadro geral da galáxia sabendo que ambos são à imagem e semelhança para se obter um modelo da galáxia mais plausível.”
Encontrei fácil um modelo astronomico onde todas as forças, os elementos e as propriedades vitais já se encontravam nele, de forma mais simples. Agora, se uma humanidade inteira desvia sua razão para acreditar na mística de que houve uma origem da vida onde nunca houve nada parecido, que esta origem veio de sobrenaturais mágicos como um acaso absoluto ou um deus imaginário… vão certamente calcular formação de planetas e sistemas estelares sem nenhuma correspondência com a realidade. essa mente desviada vai acreditar num modelo teórico pseudocientífico e decretar que o modelo correto é pseudociência… mesmo que não possuam um fato real sequer para provar sua sentença.
Mas para entender o meu modelo tem um aviso. O sistema celular tem dois processos diferentes de formação. O primeiro processo foi por simbiose, e formada a primeira célula, ela aprendeu a se replicar, que é io segundo processo. isto não é por acaso, pois sua genitora, esta galáxia, teve igualmente os mesmos dois processos de formação. Infelizmente este nosso sistema solar parece ser de segunda ou terceira geração e o meu modelo se refere apenas ao primeiro processo. Mesmo assim, a diferença deve ser mínima.

Terra: As Mudanças no núcleo e a importância do campo magnético para a vida.

Tuesday, September 1st, 2020

Os astrônomos discutem a idade do núcleo da Terra e teorias variam desde 4 bilhões de anos a 1,3 bilhão, supondo que a idade do núcleo solido não é a mesma idade do planeta. Este artigo divulga um estudo baseado no ferro liquido que concluiu pelos 1,3 bilhões de anos. Outro assunto interessante tratado aqui é: este planeta é o único do sistema solar que tem vida porque tem uma atmosfera respirável e na superfície não tem radiação. Mas estes predicados existem aqui graças a um outro fenômeno: o campo magnético da Terra. Se não fosse o campo magnético barrar a radiação vinda do Sol acima da atmosfera, esta radiação destruiria esta atmosfera. Mas este é o único planeta do sistema solar que tem campo magnético. Por isso é o único que cria e suporta a vida.

Earth’s core is a billion years old

https://www.space.com/earth-core-billion-years-old.html

Earth's layers shown in this modified NASA image.
(Image: © Shutterstock)

Artigo: Not much is known about the history of this 1,500-mile-wide (2,442 kilometers) iron ball that’s the Earth’s nucleus. Estimates of its age have ranged from half a billion years to more than 4 billion years, almost as old as 4.5-billion-year-old Earth itself. Now, researchers have squeezed a miniscule piece of iron between two diamonds and blasted it with lasers to arrive at a new estimate of 1 billion to 1.3 billion years old — a date range that coincides with a measurable strengthening of the Earth’s magnetic field that happened around the same time.

Matrix/DNA: Mas o que é 1,3 bilhão de anos, a substancia do núcleo ou o estado físico desta substancia – se solida. liquida? Eu não posso me arriscar a opinar porque não sei se esta galaxia e este sistema estelar é de primeira ou segunda geração, pois existiram dois processos diferentes de formação destes sistemas, assim como o sistema celular teve como primeiro processo a simbiose e depois disso aprendeu a se reproduzir… no caso dos sistemas astronômicos aprenderam a se reproduzirem auto-reciclando-se. Creio que no sistema celular a simbiose na formação das células modernas manteve-se encoberta: a partir das proteínas produzidas pelo DNA/RNA as organelas são produzidas numa sequencia e esta é a mesma sequencia do ciclo vital da primeira geração quando as organelas foram geradas fora da célula. Então a logica aconselha que na formação dos sistemas astronômicos modernos deve estar encoberto o processo da primeira geração, o qual está explicitado na formula Matrix/DNA.

E sugere esta teoria da primeira formação que os núcleos dos planetas são formados antes dos planetas, no estado liquido, depois são congelados tornando-se sólidos e depois voltam a serem líquidos, sempre variando pela variação da temperatura externa. Mas esta sequencia e esta variação é sugerida também quando aplicamos outro método de construção do nosso modelo teórico, o qual consiste em verificar o que este sistema astronomico produziu aqui quando criou os sistemas biológicos para calcular como teria sido a formação destes sistemas astronômicos, pois a ideia é que sistemas só sabem gerar outros sistemas pelo mesmo método que eles próprios foram gerados.

E o método para gerar i sistema biológico vegetal, que veio primeiro do que a célula animal, portanto sento mais fiel ao método do ancestral, começa pela formação da semente, que corresponde ao núcleo dos astros e ditas sementes de novas estrelas. pensamos como exemplo uma semente de milho. Ela é feita sob alta temperatura exposta ao sol, depois é esfriada quando inserida na terra, e depois volta a esquentar quando recebe novamente a energia solar pela água e o solo, quando então cresce e brota. Assim deve acontecer no aspecto astronomico quando desabrocha uma nova estrela. Não é por acaso que vindo por dois caminhos diferentes, dois métodos diferentes, chegamos um mesmo resultado: porque seja no processo de primeira geração, no processo da segunda, e no caso da semente vegetal, em todos os três casos a formula construtora é a mesma.

Artigo: Modern Earth is like a layer cake, with a solid outer crust, a hot, viscous mantle, a liquid outer core and a solid inner core. That solid inner core is growing slowly as the liquid iron in the core cools and crystallizes. This process helps power the churning motion of the liquid outer core, which in turn creates the magnetic field that surrounds Earth and helps protect the planet from harmful cosmic radiation. ( leia mais no link acima)

In an orange swirl, astronomers say humanity has its first look at the birth of a planet, as a prediction of Matrix/DNA Theory 30 years ago…

Wednesday, May 20th, 2020
The disc around the young AB Aurigae star, where the European Southern Observatory's Very Large Telescope has spotted signs of planet birth. Close to the center, in the inner region of the disc, is the "twist" (in very bright yellow) that scientists believe marks the spot where a planet is forming.

https://www.nbcnews.com/science/space/orange-swirl-astronomers-say-humanity-has-its-first-look-birth-n1211291?cid=eml_nbn_20200520

Obs.: Esta foto pode ser útil para a Matrix/DNA Theory, na pesquisa de como se tornou o segundo processo na formação das galaxias recentes.

Astronomers said the dramatic scene could help scientists better understand how planets come to exist around stars.

A candidate protoplanet located inside a spiral arm has already been claimed in an earlier study based on the same ALMA data.

Scientific paper:

Possible evidence of ongoing planet formation in AB Aurigae

A showcase of the SPHERE/ALMA synergy

A. Boccaletti1, E. Di Folco2, E. Pantin3, A. Dutrey2, S. Guilloteau2, Y. W. Tang4, V. Piétu5, E. Habart6, J. Milli8, T. L. Beck7 and A.-L. Maire9+

Received: 23 March 2020 Accepted: 29 April 2020

https://www.aanda.org/articles/aa/abs/2020/05/aa38008-20/aa38008-20.html

Estes dois desenhos foram feitos a 30 anos atras:

Matrix/DNA as Universal Configuration For All Natural Systems
Matrix/DNA as Universal Configuration For All Natural Systems
Formation and Vital Cycle of Astronomic Bodies

Em outros artigos aqui explicamos o processo calculado que resultou neste modelo. Este modelo teorico resultou quando calculávamos como seria o elo evolucionario entre a Evolução Cosmologica e a Evolução Biologica, ou mais exatamente, como esta galáxia (que foi o ultimo mais complexo da Evolução Cosmologica) produziu o primeiro elemento da Evolução Biologica ( que foi o primeiro sistema celular). Anatomia comparada entre os tipos e funções das sete organelas celulares foram comparadas com os tipos e funções dos sete tipos de astros conhecidos. para nossa surpresa, os sete astros se alinhavam numa sequencia perfeita explicando a origem e desenvolvimento de cada um e ao mesmo tempo sugerindo que todos eram formas de um unico astro inicial ao qual se aplicava o processo do ciclo vital. E em seguida descobrimos que justamente este desenho é idêntico a uma secção ou unidade fundamental de informação do DNA ( dois nucleotideos laterais com seis moléculas e mais a uracila, performando tambem sete partes de um sistema. Assim se explicava como e de onde veio o processo do ciclo vital nos sistemas biologicos. Mas não se vê de fora este sistema na galáxia, da mesma forma que não se vê de fora o DNA dentro de uma célula. Apesar de ser um modelo logico de acordo com as leis naturais conhecidas, quando procurávamos como prova-lo percebemos que este modelo existiu no espaço sideral na formação das primeiras galaxias, assim como a molécula do DNA existiu fora do sistema celular antes de formar este. E assim como a formação de uma celula obedeceu a dois processos diferentes ( o primeiro, a formação da primeira célula, por simbiose, e o segundo, quando a célula aprendeu a se replicar) assim tambem foi na formação das galaxias.)

Então no nisso modelo, os planetas são sim formados a partir de um vortex de poeira galáctica mais energia trazida por cometa, mas o vortex primeiro produz uma especie de semente de todos os astros, e esta semente tem agregada a si as poeiras congeladas do evento de horizonte que mais tarde vão formar rochas, continentes e oceanos, apenas então se caracterizando a forma de planeta. Portanto, pelo nosso modelo, enquanto o astro esta ainda dentro do circular horizonte de eventos, é um proto-planeta em formação, apenas quando é ejetado e cai na orbita de uma estrela ou no espaço sideral se torna um planeta maduro. Por isso os astrônomos viram em fotos anteriores proto-planetas dentro do vortex. É possivel que a foto acima seja da formação de planetas na segunda ou terceira geração de galaxias.

Enfim, a formula universal Matrix/DNA para todos os sistemas naturais conhecidos localiza, quando no plano astronomico, os planetas na função F3, como se vê abaixo:

The Matrix/DNA

Ionosfera estudada por ICON e debate no REDDIT – O Planeta respira?

Thursday, October 17th, 2019

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Postei (atrasado) minha questao no LIVE da NASA no REDDIT, a qual está copiada abaixo:

https://www.reddit.com/r/space/comments/den4zi/on_oct_9_nasa_is_launching_a_new_mission_the/?linkId=74903894&fbclid=IwAR1CNqbHjOMN4ho-nIAv7ue1JfOLusIv60yAohWDKa98-6xBX5YBE6mwWQ0

On Oct. 9, NASA is launching a new mission, the Ionospheric Connection Explorer, or ICON for short. Ask us anything about the science of ICON and the mission’s upcoming launch

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Informacoes nos textos:

– – The ionosphere is the densest plasma between you and the sun, so it’s a remarkable feature of our planet and a “natural laboratory” for plasma physics. Because it is a plasma, it has the property of refracting and reflecting radio waves. That property is both useful and problematic, depending on what one is trying to do. In any case, the difficulty presented is understanding why the density changes so much from one day to the next, particularly where the plasma is very dense at low latitudes. Understanding this variability is ICON’s goal

– the dynamic zone high in our atmosphere where Earth’s weather from below meets space weather from above, helping us untangle what drives changes in this region — changes that can affect our technology.

Matrix: Então a ionosfera que é um plasma denso funciona como uma membrana da Terra. As mudanças são mais em termos eletromagnéticos, sugerindo que as trocas se dão entre o campo magnético solar e de outros planetas com o campo magnetico terrestre. A evolução da Fisica para a Biologia sugere que ocorreu mais a nivel de campo magnetico, pois o a nivel de materia organica da célula nao parece ter correspondencia com o nivel de trocas de materia inorganica entre astros ( a não ser que estas trocas astronomicas ocorram em tempos astronomicos que não captamos) .

O que são radio waves? Radio é a ultima frequencia, a mais longa, das ondas. Isto significa que… temos um problema. Esta certo que a ionosfera seja o local da radio wave emitida desde o nucleo terreste, porem nosso planeta não esta na posição do sistema solar relacionada com radio wave e sim com a quarta frequencia, a luz visivel. Qual seria o efeito do encontro entre ondas da setima frequencia com ondas da quarta frequência? Encontro entre F6 e F4? Cadáver estelar e pulsar? O pulsar realimenta e ressuscita o cadaver a cada ciclo. estaria a Terra morrendo a cada dia e sendo ressuscitada, uma especie de respiração astronomica?

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

 

Ver  as propriedades da membrana celular e da inonosfera e comparar as duas.

– – what causes Earth’s ionosphere to change so remarkably from day to day?

Matrix: realmente isto é surpresa pois fenomenos astronomicos deveriam ocorrer na escala astronomica do tempo… O que causa a membrana celular mudar a cada segundo?

ICON is instrumented to pull out some key quantities like the velocity of the wind and the temperatures at the boundary of space at about 100 km. ICON is sensing remotely the neutral wind speed while directly measuring the ions and electrons that make up the ionosphere. ICON focuses on the dynamic zone high in our atmosphere where terrestrial weather from below meets space weather above. In this region, the tenuous gases are anything but quiet, as a mix of neutral and charged particles travel through in giant winds. These winds can change on a wide variety of time scales — due to Earth’s seasons, the day’s heating and cooling, and incoming bursts of radiation from the sun. Specifically ICON will add detailed measurements of the movement, temperature and composition of the ionosphere-thermosphere system

Matrix: Então Icon trabalha exclusivamente no nivel fisico e apenas medindo variações na velocidade dos ventos e na temperatura?

— NASA’s GOLD instrument which provides hemispheric images of the air glow (brilho, incandescencia) bands in the ionosphere

Matrix: Então a partneship que estão falando fe entre o ICON e GOLD, o qual ‘e outro satélite/instrumento e pertence a NASA e que providencia hemisféricas imagens do brilho das bandas da ionosfera.

— SPACE WEATHER : The easiest example of space weather is the aurora (or northern and southern lights)’ .

Space weather comes also in the form of day to day changes in the ionosphere that aren’t easy to predict right now. These aren’t related to geomagnetic storms, but come naturally from what we think is energy and momentum propagating up from the lower atmosphere. Some places can see the ionosphere change by 2x from one day to the next without the sun or solar wind changing much, so understanding where that comes from is a critical problem for ICON

Matrix: Então a mudança do clima na ionosfera é mais causada from inside-out que from out-inside. Isto significa que a Terra, desde deu nucleo, é a causa das mudanças diarias. O que muda diariamente no planeta? O movimento de rotação? Como a posição de locais na membrana terrestre pode ser afetada pelo momentum de cada rotação? The southern hot spot is part of the old Solar Cycle 24. The northern hot spot is from the new Solar Cycle 25. Ver o que fe Solar Cycle.

 – – AURORA : the auroral ovals can move to lower latitudes – allowing more energy into Earth’s ionosphere. The aurora represents a current system in the sky – these flowing currents can adversely affect the power grids, pipelines and under sea cables. 

– –  the Van Allen Radiation Belts – these belts encircle the Earth wrapping around the equator at a distance of about 8000-38000 miles above the surface. These are regions of intense radiation which can cause problems for spacecraft which orbit the Earth. The radiation can cause charging of sensitive spacecraft hardware as well as damaging solar panels.

– – Theories: When one theory is proven, ten more questions will follow because natural science never ends.

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Minhas perguntas:

MatrixDNA  – 1 point·10 minutes ago – 10/07/19

 Sorry my weird questions because I am a native from the jungle, American citizen but English is not native language. So, feel free to not read my questions.

– Is there any evolutionary biologist in the ICON’s team? If so, my personal Matrix/DNA Theory is suggesting that he/her must be doing comparative anatomy between three natural systems: the cell’s system membrane and its ancestrals system, the Earth’s planetary membrane called ionosphere, plus its ancestral system, the galactic’s nuclei event membrane called event horizon. Or does the team believing that universal evolution is divided into cosmological and biological evolution with no linear evolutionary links between them? If you do not believe in that theory, how to discover first deeps causes of ionosphere events? I am doing these calculations but, do you think that I am “away far off the beam”?

– The ionosphere should be a kind of membrane. It should pushes out radio waves ( the seventh electromagnetic frequency) and pulls down visible light (the fourth frequency). My theoretical naturalist model called Matrix/DNA Theory is suggesting that when these two frequencies meets up, happens a kind of self-recycling, or a system’s respiration. So, these inter-changes seems to mimic a breath (respiration?) process of the planet in the solar system.  While human bodies breath are a minute-to-minute event, it is logical that astronomic breathing should be day-to-day event. So, the ionosphere day-to-day changes should reveal a common pattern at long times. Is the ICON/NASA team searching any patterns? Is my theory totally “away off the beam”?

 

 











Terra, e evidencias para a Matrix/DNA Theory

Friday, October 4th, 2019

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Pela observada interação entre o núcleo e o campo eletromagnético, cientistas suspeitam que existam cristais metálicos misturados com o ferro incandescentes no núcleo. Sempre tenho tentado calcular como os fótons/genes/bits/informação da formula Matrix/DNA no seu aspecto astronômico estariam no meio do ferro incandescente, e agora a possibilidade dos cristais, que podem ter interações especiais com luz e fótons, chama atenção. Entra também aqui o caso co campo eletromagnético, suscitando mais uma vez a possibilidade de que a formula se projeta eletromagneticamente.

A informação de que o núcleo é quase tao quente quanto o SOL favorece a teoria de que o núcleo seja um germe estelar.

http://discovermagazine.com/2013/jan-feb/20-things-you-didnt-know-about-inner-earth?fbclid=IwAR3tJqktewCBwb40dn4Jib6wpoFdtOK3iJGtruKkpjWTmL4xmPwVaN8MyCc

Alguns textos do artigo:

Change is inevitable, even in the core. Examining paleomagnetic data, geoscientists at Johns Hopkins University suggest that the eastern and western halves of Earth’s core take turns growing and melting.

( Ver o que é paleomagnetic data e geoscientists at Johns Hopkins University)

Terra e seu germe nuclear

Terra e seu germe nuclear

At Earth’s center is an iron-rich orb more than 4,000 miles wide—bigger than Mercury, actually—closer to our feet than L.A. is to New York.

Earthquake waves that pass through the inner core travel faster north-south than they do east-west. One theory: The inner core consists of metallic crystals aligned with Earth’s poles, and the waves move more rapidly when they go with the grain.

The inner core is nearly as hot as the surface of the sun, and the pressure down there is 3 million times what it is on the surface.

Berkeley physicist Richard Muller speculates that oxygen, silicon, and sulfur are being squeezed out of the inner core and floating up to the core-mantle boundary, where they collect into hot, slushy dunes. Every once in a while, one dune may violently tumble into the mantle, revving up convection and disturbing the magnetic field.