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A quântica nos conduzindo ao idealismo? Matéria não existe, apenas a mente existe…?

Sunday, November 8th, 2020

Tomei conhecimento do autor deste livro no fórum com link abaixo onde está sendo debatido por skepticos que acusam de ser pseudociência. Mas o curriculum do autor ( abaixo) é muito bom. Vamos ler seus artigos, website, acompanhar o debate no fórum, para finalmente decidir se vale a pena comprar o livro.

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The Idea of the World: A Multi-Disciplinary Argument for the Mental Nature of Reality by [Bernardo Kastrup]
Livro em e-book, por U$ 14,00, guardei na wish list do Kundle-Amazon… decidir se compro. ( About the Author
Bernardo Kastrup has a Ph.D. in philosophy and another in computer engineering. He has been a scientist in some of the world’s foremost scientific laboratories. His main interests are metaphysics and philosophy of mind. )

CFI _ Center For Inquiry – Forum: Link:

DOES QUANTUM MECHANICS LEAD TO IDEALISM

Forums › General Discussion › Does Quantum Mechanics Lead to Idealism

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Physics Is Pointing Inexorably to Mind

Article by By Bernardo Kastrup on March 25, 2019

https://blogs.scientificamerican.com/observations/physics-is-pointing-inexorably-to-mind/

Physics Is Pointing Inexorably to Mind
Credit: Getty Images

Kastrup: ” Yet, as our understanding of physics progressed, we’ve realized that atoms themselves can be further divided into smaller bits, and those into yet smaller ones, and so on, until what is left lacks shape and solidity altogether. At the bottom of the chain of physical reduction there are only elusive, phantasmal entities we label as “energy” and “fields”—abstract conceptual tools for describing nature, which themselves seem to lack any real, concrete essence. ”

Matrix/DNA: Mas porque restam apenas energia e campos? E a luz? Porque não também a luz ? E nossa teoria encontrou que a base de toda matéria organizada, em sistemas, ou seja a informação fundamental para o Principio da Ordem Física, que é a formula da Matrix/DNA, surgiu neste Universo na forma de onda de luz.

Kastrup: “…  according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation. But in such a case, what exactly is meant by the word “information,” since there is no physical or mental substrate to ground it? “

Matrix/DNA: Bem… a única “mente” que pensamos existir aqui, estamos vendo que ela surge feita por informação, mas esta informação está plenamente ancorada na realidade física da matéria: o DNA. De que mente e que informação ele está falando? Talvez ele respondesse estar falando da primeira mente do primeiro humano, que é a mesma que vemos nascer aqui em cada novo baby. Ele não deve aceitar a tese de que a mente é pura produção ou efeito das operações do cérebro ( e ele é neurocirurgião ). Para nós acontece que as informações encarnadas na matéria do DNA são de uma network de fótons, ou seja, luz.

Kastrup: “… it is one thing to state in language that information is primary and can, therefore, exist independently of mind and matter. But it is another thing entirely to explicitly and coherently conceive of what—if anything—this may mean.

Our intuitive understanding of the concept of information—as cogently captured by Claude Shannon in 1948—is that it is merely a measure of the number of possible states of an independently existing system. As such, information is a property ofan underlying substrate associated with the substrate’s possible configurations—not an entity unto itself.

To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense; a word game less meaningful than fantasy, for internally consistent fantasy can at least be explicitly and coherently conceived of as such.

Matrix/DNA: Preciso reler com mais atenção Claude Shannon e a origem desta definição de informação. Eu n~~ao posso concordar com esta definição. É mecanicismo antropomórfico, quando deveria ser geneticismo cósmico. Isto é colocar o homem no centro, quer dizer, o homem recebendo a informação de um sistema, pelo ato de medir. O sistema fornecendo a informação, quando o sistema é invadido e dele retirado, não a sua informação, e sim uma imagem de sua informação. . Ora, mas o sistema foi construído antes pela informação e ela não se extingue quando o sistema desaparece, quando muito, enquanto num sistema ela é um pacote de bits-informação, o pacote pode ser fragmentado e os bits espalhados aleatoriamente. No nosso caso, informação é “aquilo que dá forma a…”, a definição já está no próprio nome, que foi um feliz invento. E só pode dar uma forma a alguma coisa quem já é em si a própria forma. Se tem forma, tem respaldo no mundo material. Em todo caso, para nós toda informação dentro deste Universo vem de duas únicas fontes: das forças e campos do estado de caos e da força do Principio da Ordem Física que se apropria de elementos do caos para construir sistemas ordeiros. Não temos ideia de onde veio ou como existe o caos, mas o Princípio é a formula universal que existe já a 13,8 bilhões de anos, e por essa idade, sugere ser eterna. Mas apesar de ainda estarmos apenas no terreno de remotas especulações, nós imaginamos qual deve ser a fonte das informações do Principio Organizacional. E não é uma mente. Suponhamos que o Big Bang tenha sido um evento de processo igual ao que o Universo faz aqui, hoje e agora, perante nossos olhos, quando cria um novo sistema; o instante ou evento da fecundação. Então uma fonte desconhecida, a qual vamos inicialmente denominar de Fonte Geradora, emite uma receita que irá reproduzi-la, num sistema idêntico a ela. Foi isso que nossos pais como fonte geradora fizeram para nos conceber. Porem, a Fonte Geradora no Big Bang não é um sistema materializado, carnal ou material, apesar de ser um sistema natural. Tem um corpo constituído da substancia da luz que é banhada numa névoa de autoconsciência. Assim como nossos pais não usaram em momento algum sua mente ou inteligência para emitir seu genoma e se reproduzirem, assim também a Fonte Geradora que emite genomas nos espaços que possuem uma substancia espacial – a qual podemos dar qualquer nome, como éter, ou dark matter, etc. – não precisa usar a mente para isso. É tudo natural. bem, essa teoria será aprovada ou destruída quando podemos captar e tivermos pleno conhecimento do que são os fótons. Para nós são os bits-informação universais. O que liga dois átomos para formar compostos materiais são seus elétrons, e os fótons habitam os átomos, talvez sejam seus pilotos. A nossa principal diferença está em que, enquanto os materialistas acreditam que o esqueleto físico veio primeiro e produziu a vida, nós apostamos no inverso, ou seja, a vida teria criado o esqueleto físico. Ao menos estamos vendo aqui na Terra que a carne viva produz os ossos do esqueleto mecânico e não o contrario. E isso implica em especular que a Fonte Geradora era, ou ainda é, algo vivo.

Kastrup: ” Max Tegmark attributes existence solely to descriptions, while incongruously denying the very thing that is described in the first place. Matter is done away with and only information itself is taken to be ultimately real.

This abstract notion, called information realism is philosophical in character, but it has been associated with physics from its very inception. Most famously, information realism is a popular philosophical underpinning for digital physics…. Indeed, according to information realists, matter arises from information processing, not the other way around. Even mind—psyche, soul—is supposedly a derivative phenomenon of purely abstract information manipulation.

Matrix/DNA: Ok, então o que eles denominam de information realism é que nem matéria nem mente existe, apenas abstrata informação, apenas ela é real… No dia em que a Ciência botar um sistema, um gato, sobre a banca de um laboratório, extrair dele uma essência real que ela identifica como informação, e mostrar que o gato com sua matéria e mente sumiram da bancada, esta teoria estará provada. Kastrup critica esta teoria com o seguinte argumento: ” To say that information exists in and of itself is akin to speaking of spin without the top, of ripples without water, of a dance without the dancer, or of the Cheshire Cat’s grin without the cat. It is a grammatically valid statement devoid of sense …”

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Bernardo Kastrup Website: https://www.bernardokastrup.com/

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