Plasma estelar: grande solução para um buraco na Matrix/DNA Theory

Tem sido nebulosa a imagem imaginada da poeira vinda de um cadaver estelar formando uma nuvem devido a gravidade mas rodopiando sobre si mesma e formando um cone espiralado. Esta imagem faz parte do processo da auto-reciclagem dos sistemas astronômicos. O que se concentraria tanto naquela nuvem para formar o bico pesado do cone? E como uma poeira dispersa em forma de nuvem com baixíssima densidade material iria elevar sua velocidade de giro?

Tenho mantido esta questão aberta por 30 anos sempre nela voltando tentando repensa-la e resolve-la.

Mas hoje, sem estar pensando nela, me venho uma intuição. Num debate na Internet alguém dizia que os acadêmicos afirmam que viemos de mera poeira estelar. Então respondi que “o que eles não fazem ideia é que no meio daquela poeira estelar, vinha a “alma das estrelas”, ou seja a formula da Matrix fragmentada em seus fótons, e foram estes fótons que reconstruíram o sistema estelar morto e mais tarde nos fizeram trabalhando os ingredientes fornecidos pelas estrelas. É o mesmo caso de alguém que vê chegar no centro de um ovulo uma geleia informe e depois assiste a montagem de organismo, ele não sabe que no meio da geleia do cromossoma está o DNA. Então devemos considerar a hipótese que das estrelas que morrem não resultam apenas fragmentos de poeira, mas também fragmentos de seu plasma incandescente, que é uma substancia normal das estrelas. Alias, não me esqueço que os vulcões emitem magma, uma espécie de plasma incandescente, e os gigantescos vulcões de pulsares emitem este magma que quando caem no espaço se tornam os cometas…”

E foi aqui que vi a similaridade entre a cena do cromossoma Y chegando no ovulo e porções de plasma estelar estar chegando no meio da nuvem de poeira. Os fótons-bits-informação estariam no plasma! E o plasma seria uma solução para o mecanismo da imagem nebulosa, pois ele seria denso, muito mais pesado que a poeira, por isso seria dirigido ao centro da nuvem, encurvando esse ponto da nuvem para baixo, tornando-se o bico do cone, e por ser denso, entende-se porque aumenta o giro de rotação da nuvem inteira.

Aí está mais uma solução mentalizada, teórica, para um dos detalhes não resolvidos que ainda existem no corpo da teoria geral. Boa solução porque espaldada num parâmetro real conhecido por todos, o cromossoma com sua carga genética. Agora tereis que pesquisar “plasma estelar” e rever todas as fotos do Hubble e etc. para ver se em algum momento foi detectado plasma espacial fora de estrelas ou no meio interestelar…

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