Nosso Deus é onda de Luz num movimento de queda e retorno para subir ao reino do Deus d´Ele.

Pela primeira vez sou informado agora que algumas religiões cultuam um Deus em movimento e não estático como o Deus bíblico. A ideia desse movimento é a de um Deus que existe como uma onda que se propaga, e nisso decai, até se fragmentar, e os fragmentos voltam a reconstruir a onda, retornando o todo á grandeza que era no ponto de partida. Essa informação vem muito reduzida no meio de um debate num vídeo, mas o palestrante deu umas dicas, referindo-se ao hermetismo, a Shiva, o que já me fornece pistas para iniciar uma pesquisa. O que me interessou no momento e vim correndo a registrar, é a semelhança entre essa ideia e um dos resultados sugeridos pela formula da Matrix/DNA. O estalo se deu principalmente quando o palestrante disse a palavra “fragmentar”, pois a formula disse essa mesma palavra quando se refere a ela mesma, como criadora da vida em evolução e o que acontece quando se atinge o ultimo estagio da evolução… uma fragmentação como transição para a transcendência.

E essa ideia me ajudará a aperfeiçoar o resultado. Mas interessante também é que todos os palestrantes concordaram com uma questão: ” Os relatos das experiências de quase morte sempre repetem o narrador dizendo que se viu e se sentiu como um corpo de luz e uma consciência conectada com tudo, que sabia tudo, e tinha imenso poder. Mas se somos seres de luz com poder, porque somos trazidos a este planeta e estas condições carnais tão inferiores, onde nada temos de poder e somos demasiados débeis? Ninguém consegue uma explicação racional para essa questão…”

Mas aí meu coração palpitou mais forte. A formula da Matrix/DNA sugere uma explicação racional. Fantástica, incomensurável, mas totalmente logica e racional porque tem como parâmetro analogias com o que vemos acontecer aqui na realidade.

Para explicar preciso trazer para cá uma figura:

Trata-se de uma figura refeita de figuras originais técnicas, acrescentando propriedades sugeridas pela formula da Matrix/DNA. Os diferentes materiais, elementos irradiam luz e quando essas radiações são conectadas numa única visão dizemos que existe uma onda de luz completa. A formula sugere que com o Big Bang emergiu uma onda de luz que se propagou movida pelo processo do ciclo vital. Disso decorre que nosso corpo, sendo uma forma evolucionaria dessa onda de luz, nasce vindo de uma fonte e se propaga no tempo ( aumentando em idade) e no espaço ( crescendo em tamanho), passando por varias diferentes formas e tudo isto produzido pela força do ciclo vital. As diferentes formas produzidas pelo processo vital na luz original foram estas sete diferentes faixas de frequências, vibrações, cores, etc. A fonte da onda estava localizada antes e além do Big Bang, na figura seria na margem direita, pois a mais elevada energia/vibração do gamma ray indica a fase primeira, da infância. Então a onda começou na direita e foi se transformando, decaindo em energia e quando chega na margem esquerda ela se… “fragmenta”, nas suas partículas, que são os fótons.

Fiquei muitos anos observando e refletindo nesse quadro sugerido pela formula. Pois a coisa toda não fazia sentido racional. A onda de luz original funcionou como o lançamento de um genoma. Os genomas são emitidos por uma fonte (um casal da espécie humana) na direção de uma placenta formada de células ( que é a representante biológica da “placenta” universal formada de células galácticas). No caso do sexo separado e não hermafrodita como é o genoma original, ocorre uma fragmentação do genoma para haver o acasalamento de cada parte entre o masculino e o feminino. O resultado da fragmentação são os genes, que são então individualizados, cada qual por uma informação especifica. A seguir eles reconstroem exatamente o corpo da fonte, um corpo da espécie humana. E quando essa construção está se completando todos os genes sobem como neurônios formando uma só personalidade, uma mente.

Então vamos agora para a onda de luz original. Ela veio de uma fonte. Na falta de outro nome melhor, vamos dar a essa fonte o nome de Deus. Outros podem dar o nome que quiserem, como os materialistas dão o nome de “o minúsculo átomo que explodiu”, etc. Então a onda de luz original que era um genoma seria o genoma de Deus.

Para que Deus emitiria um genoma seu? Porque meu pai e minha mãe emitiram um genoma seu? Para terem um filho.

Então a onda de luz original chega ao seu ultimo limite de expansão e se fragmenta em suas partículas, os fótons, os quais são dispersos no espaço, como partículas inconscientes, simplesmente luz natural e talvez com algum quanta de energia. Espalhados, em estado caótico, como ovos botados fora, a prole abandonada á própria sorte. mas acontece que vieram de um… sistema. A formula mostra como essa onda de luz na figura acima, quando se tem a linha de onda encurvada e unida as duas pontas, forma uma esfera, onde as sete fases se tornam as sete partes, os sete órgãos, de um sistema natural. Vamos trazer a figura da fórmula para lembrar melhor:

A formula universal Matrix/DNA dos sistemas naturais e ciclos vitais

Nesta figura a Função 7 corresponde á faixa “radio” do espectro, enquanto a Função 1 corresponde à faixa do gamma ray. Mas acho que o leitor terá dificuldade em entender isso, então vamos trazer outra figura da mesma formula que pode elucidar melhor. Me desculpem a pobreza desta figura mas ela pe a primeira, a original, que foi feita na selva em cima de uma pedra tendo-se apenas lápis e papel de embrulhar pão:

Observe que a Função 7 ( F7) representa a fase de um corpo que morreu e se fragmenta, sendo seus fragmentos que vão construir F1.

Então voltemos à luz original, ao genoma divino, quando seus fragmentos estão na posição F7, ou vindo de F7. Quem é que, na placenta da minha mãe, comanda os genes dos meus pais a começarem a trabalhar tendo um modelo a ser construído? Por que, cargas d´`agua, um simples punhado de átomos começam a se moverem, procurando seus pares do outro lado, se acasalando, formando uma unidade característica, etc.? Olhe os átomos de uma montanha, os átomos do vento, da agua, porque não fazem isso também? Se são os mesmos átomos!? No meio da matéria estupida de uma placenta, ou de um planeta, não pode existir tal comando, nem tal modelo, isto seria supernatural. Qual a explicação?

O comando não vem de fora, mas de dentro dos átomos, quando formam os genes. E esse comando de dentro não é nada fantasmagórico, é simplesmente natural, é a anatomia interna do gene. A fisiologia, como nossos corpos tem um aspecto interno fisiológico, uma anatomia. E essa anatomia, todas estas partes, em conjunto, movem o corpo fazendo tudo, desde a digestão, a respiração, a reprodução. São sete propriedades vitais, cada uma oriunda de princípios que compunham as sete faixas do genoma de Deus, da onda de luz original.

Cabe aqui um adendo. Os fótons são partículas-informação da onda de luz, como são os genes, partículas- informação da espécie humana. Quando separados vagando no espaço, fótons entram dentro dos átomos e se alojam dentro de elétrons, prótons, como os vírus numa célula. Então assumem a maquinaria do átomo, como os vírus assumem a maquinaria da célula dirigindo-a para os reproduzirem. Os fótons, ou a informação isolada do foton, querem reproduzir o sistema de onde vieram, o genoma de Deus. Assim procuram e quando encontram outros fótons que são suas sequencias no sistema divino dentro de outras partículas dentro de outros átomos, dirigirem estes átomos a se combinarem. Para isso os fótons lançam fios energéticos de luz que produzem aqueles efeitos fantásticos quânticos do emaranhamento. Os cientistas veem uma partícula na Inglaterra mudar uma partícula na China sem ver o fio conectando as duas, porque os humanos não veem a luz original, muito menos as sinapses entre suas partículas. Mas estes fios são como as sinapses entre neurônios, assim vão se formando as networks de fótons que são os fantasmas construindo os sistemas naturais como o DNA e corpos humanos e galáxias. Chegam ao incrível fato de adentrarem uma sopa na Terra primitiva e dela levantarem a Vida!

Agora fica difícil explicar porque os possíveis leitores não conhecem os aspectos dos genes e do DNA que a formula tem sugerido. Ela diz que DNA é uma pilha de sistemas, de copias derivadas de um único sistema, o qual é sua unidade fundamental de informação, e essa unidade é exatamente igual a formula da Matrix/DNA. Faltou colocar na figura azul acima um outro ciclo vital que só descobri mais tarde, que é o da unidade fundamental do DNA. Esta se constitui em dois nucleotídeos paralelos com suas quatro bases, e mais a base uracila do RNA, a qual performa a função 5. Cada base nitrogenada e os dois açucares laterais mais a uracila são cada uma das sete funções da formula.

Então cada unidade do DNA é uma copia do sistema universal, e a soma de todas as unidades , que forma a totalidade do DNA, resulta novamente na reprodução do sistema universal… ou, em outras palavras, da onda de luz original.

Mas acontece um detalhe demasiado importante, fundamental nessa historia toda: a energia, ou fluxo de energia informação que corre no circuito que liga todas as partes é o processo do ciclo vital. E quando este está operando num corpo, não tendo como existir a forma de adolescente sem existir a forma de baby antes ou de adulto depois, ele conecta todas as partes sempre naquela eterna sequencia ensinada pela luz original. De maneira que o ciclo vital corre numa sequencia inquebrantável, nenhum humano ancião pode se esquecer que teve a forma de baby, de adolescente e tudo aquilo é hoje seu corpo. As unidades do DNA também. Os genes também. Os fótons também.

Enfim, para encurtar, quando os fótons são dispersados da luz original e ficam atarantados, movendo-se caoticamente, eles se diferenciam em sete cores, sete anatomias internas, sete informações diferentes, sete funções diferentes. cada foton isolado deve se sentir no desespero, como se o fígado do meu corpo de repente se visse separado fora do corpo, sozinho na noite fria. Ele iria ficar desesperado por retornar ao corpo e iria se situar exatamente ali no seu lugar, entre o estomago e o pulmão. Assim acontece com estes fótons. Isolados estão no desespero, procurando nos outros fótons quem é um estomago e quem pe um pulmão para ele se encaixar no meio, mas assim já teríamos três conectados, na mesma sequencia das faixas da onda de luz. Enfim, os fótons fragmentos tem um tendência: a de reconstruírem o sistema de onde vieram. Assim como os genes expulsos de um corpo humano, e caídos numa placenta, existem para reconstruir o corpo humano de onde vieram.

Os primeiros sistemas que os fótons formam serão as partículas elementares, depois os átomos, depois as galáxias, depois os humanos, depois a consciência cósmica e por fim, o emissor deles. Reconstroem a onda de luz original. Esta faz um retorno ao Big Bang, e chega nele na forma da fonte que a gerou. Deus…

isto significa que quando a onda de luz fez o ciclo completo, ou seja, ela foi e retornou, recomposta, quando ela retorna não chega mais ao Big Bang, ao evento de fecundação, mas sim na forma de embrião, provocando um evento de… Big Birth!

Do Big Bang ao Big Birth! Nada de sumiço total num Big Crunsh, nada de Eterno Retorno infinitamente. Cada ciclo forma um ser como nunca houve igual antes, a evolução continua ao infinito.

Vai nascer para o outro lado do Universo, na forma de um baby.

Todos em um. Uma so personalidade, uma só mente. Todos os fótons separados, isolados, são agora um. Antes tiveram que formarem pacotes de fótons, pacotes na forma de átomos, depois pacotes mais complexos na forma de galáxias, depois pacotes mais complexos na forma de humanos, depois pacotes mais complexos de consciências humanas… enfim o ultimo pacote, completo, uma só consciência… cósmica.

Mas para chegar ao estado de recompor a onda de luz total, comeram o pão que o diabo amassou, conheceram muitos momentos de dor, tragédias, mas venceram todas e continuarem determinados, sempre em frente. O deus além do Universo, acima da placenta, não podia fazer muito para ajuda-los, pois Ele é tão natural como uma mulher humana gravida. Ela não pode fazer muito para ajudar os genes construindo seu baby. E aunda tem o caso do livre-arbítrio, cada baby faz de si a aparência que preferir, o pai não impõe modelos. Mas no caso universal, divino, nada a que se preocupar, porque a maior sabedoria consegue determinar que a gestação será bem sucedida.

Mas porque Deus se reproduz? Para que precisa de filho, e no outro lado do Universo? E apostando-se que existam muitos outros universos, onde estariam sendo gerados muitos outros filhos, e talvez universos novos vindos atrás de universos desfeitos como a placenta, para que deus precisa de muitos filhos?

A humanidade tem 50.000 anos ou 200 milhões de anos, sei lá… neste tempo já teve milhões ou bilhões de gerações. Em cada geração os indivíduos produzem filhos que vão constituir a geração seguinte. E enquanto isso vai ocorrendo a evolução, um engrandecimento da espécie.

O nosso Deus, aquele que está lá agora nas portas de saída do Universo, esperando o dia do Big Birth, é natural. Lá fora do Universo, tem outro reino, ele tem bilhões de copias de sua mesma espécie, formando uma humani… glup…. digo, uma deusidade, igual formamos a humanidade. Lá fora é tudo igual aqui dentro. São deuses ao lado de outros deuses, são deuses acima de deuses, deuses abaixos de deuses, etc. E talvez exista até a diversidade de espécies evolutivas de deuses, sendo uma espécie de deus na fase correspondente ao macaco, outros deuses na forma de homo sapiens, outros na forma de pira consciência, isto vai ao infinito.

A questão que aqueles estudiosos das religiões não conseguem explicar ( porque caímos nesta condição inferior, se somos poderosos seres de luz) está explicada.

E aqui vou encontrando explicações para as perguntas que me faço quando humanos dizem estarem recebendo mensagens de extraterrestres oi de espíritos, ou sei lá mais o que ( me permitam agora uma viajem nos reinos da especulação metafisica). Eles dizem que podem viajar até a Terra, em naves que aqui podem ou não se manifestarem como matéria, etc. Porque eles tem corpos e consciências muito superiores. se um extraterrestre viesse pessoalmente me dizer isso a primeira pergunta que faria seria: “E vocês não sabem que vocês somos nós?”

Alias, algumas mensagens insinuam que eles sabem, e por isso nos acompanham tomando cuidado de nós.

Nós humanos, somos pequenos pacotes daqueles fótons da onda de luz original. Mais exatamente, em nível de complexidade, somos fisicamente o terceiro pacote, e mentalmente estamos compondo-nos como o quarto pacote. Temos o corpo físico carnal na terceira dimensão. e a consciência como entrada na quarta dimensão. Somos uma das faixas da onda de luz. mas assim como não pode existir um adulto humano se não tiver existido uma criança humana, assim não pode existir um terceiro pacote senão existir todas as outras seis formas de pacotes. Somos pequenos fractais, fractais dentro de fractais maiores. Temos uma forma correspondente a este nível mais denso da matéria enquanto outras formas nossas estão existindo em outra faixas vibracionais. Onde não existe este tempo que conhecemos, lá o passado e o futuro estão dentro do mesmo ponto do presente. O que se move dentro destes fractais e conecta estes fractais é o movimento de nosso Deus. Ele pertence a uma espécie que também está se perpetuando, evoluindo, sempre em frente adentrando o infinito.

PESQUISA:

HERMETISMO, DEUS EM MOVIMENTO… GOOGLAR ISSO.

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