Para responder aos que pregam a busca do conhecimento esotérico, mistico oriental.

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Que “conhecimento”? “Conhecimento do que?” Você diz que “o conhecimento” nos traz a liberdade? Qual instrumento real esse “conhecimento” produz para me dar a liberdade? O que faria você sendo o escravo da foto ao lado quando Deus lhe dissesse que ao invés da liberdade vai te dar “conhecimento”, sabendo que continuarias escravo? Esse “conhecimento” traria o Nirvana para o escravo durante algumas horas de meditação deitado no chão da estrebaria com o corpo cheio de dores? Ora, a Filosofia tem que ser naturalista, realista, não pode descambar para a mística religiosa. Eu neguei-me a viver qualquer divertimento dedicando tudo a busca do conhecimento, e quando elaborei a minha cosmovisão percebi que fui mais longe no conhecimento da Natureza que todos os que conheço e se publicaram, e de que adiantou? Continuo escravo de um sistema criado por humanos predadores de humanos obrigado a assistir esta carnificina. Eu mandaria este Deus para os diabos… Todos os grandes buscadores, de Einstein a Nietzsche, morreram frustrados porque um dia se iludiram que ao homem é possível o conhecimento que o conduz, ao menos mentalmente, a sua transcendência, e no fim da vida se conscientizaram que o cérebro humano é demasiado limitado para processar as informações desse “conhecimento”. O máximo que podemos alcançar – como eu alcancei – é chegar nas últimas fronteiras este universo material, entender tudo o que esta dentro, mas desse limite não existe como ultrapassar… e o “conhecimento” esta sempre mais a frente, ele mora no outro lado… Sejamos honestos, nossos educandos devem ter a informação correta, eles escolhem seus caminhos…

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