Egoísmo: suas origens e significado existencial

April 7th, 2021

Vamos analisar o egoísmo `a luz das leis naturais? Existem dois tipos extremos opostos de sistemas naturais: o totalmente aberto e o fechado em si mesmo. E a Natureza não aceita nenhum dos dois, destrói-os. Isso ficou claro na origem da matéria universal quando surgia um ponto na forma de partícula com excesso de energia contida, represada. Para não explodir por excesso, essa partícula fechada se abre em ondas espiraladas e se nada a contem, a onda expele energia ate se desfazer por falta de energia. Na evolução, 13,8 bilhões de anos atrás esse dualismo se tornou, por exemplo, nos humanos, na parafernália bissexual, em que o elemento macho necessita expelir energia que ‘e absorvida pelo elemento fêmea que dela necessita. Se ocorrer uma fusão no momento em que o que esta na metade da perda se liga ao que esta na metade do ganho, os dois se tornam uma terceira forma, uma transcendência. Entenda-se esse nosso passado e se entendera todas as diferenças entre as psicologias ou instintos masculino e feminino. Assim foram surgindo os sistemas atômicos, os astronômicos, os biológicos. E’ objetivo supremo da massa obter o equilíbrio termodinâmico na inercia eterna, a tal zona de conforto. Por outro lado, e’ objetivo supremo da energia girar em spin sobre si mesma na máxima velocidade, o tal orgasmo do prazer. Como os sistemas naturais são compostos de massa e energia, existe este conflito interno entre a inercia extrema e a dinâmica extrema. A matéria conseguiu o máximo desse equilíbrio interno quando se formou como galáxias. Basta ver o template de um building block das galáxias, como os sete tipos de astros se conectam, para ver como funciona uma maquina perfeita que seria eterna não fosse a entropia. Nesse estado um tipo de sistema natural se fechou em si mesmo, o universo foi povoado por elas. Mas… dentro dos sistemas naturais flui um principio vital, que os constrói com um objetivo final: a reprodução genética do sistema criador do Universo, que deflagrou o Big Bang, que nada mais foi que um evento de fecundação cósmica. Se tem esse processo, nenhuma forma material de sistema pode se eternizar como forma provisória de feto ou embrião. Para isso a Natureza dispõe do mecanismo da entropia que desmancha qualquer sistema que se feche. Como somos sistemas feitos de massa mais energia somos tendentes ao máximo egoísmo, nos focar no próprio umbigo e o resto que se exploda. Todo rico sonha com seu reino paradisíaco privado fechado. Mas assim como ocorreu com as galáxias, passado o deslumbramento inicial ele se descobre prisioneiro no que vai se tornando seu inferno. Isto porque dentro dele. o fluido vital que vai se expressando como consciência não pode ser represado naquela forma primitiva. Ele implora por liberdade, como, por analogia com uma lenda, Adão e Eva implorariam para serem libertos daquele paraíso animalesco. Assim ,todo egoísta vai deixar de ser egoísta pelo simples andar da Natureza.

Gestação de humano em nove meses e a fusão dos genomas (vídeos)

April 6th, 2021

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Life in the womb (9 months in 4 minutes) HD – Presented to You from PSNX

by : BobbyandDanna Jackson

https://www.youtube.com/watch?v=_5OvgQW6FG4

Fertilization – Nucleus Medical Media Nucleus Medical Media

Mais mídia usando meus desenhos (avatar)

April 6th, 2021

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Circle Of Life, Elton John – Legenda PT BR –
Sol Ange Vídeos

O Fio da História

April 1st, 2021

A frase abaixo lida ao acaso me alertou sobre mais um detalhe do fio da historia:

“O negacionismo sempre explora os fios desencapados da realidade pra criar um mundo ficcional. Em clima, você faz recorte parcial de dados, explora as incertezas que são inerentes a qualquer atividade científica ou até diz assim: “tá bom, eu acredito, mas isso é muito caro, não vamos trabalhar na solução desse negócio”.

Fio desencapado?

Tenho pensado num fio da historia inteiriço, do qual saem ramificações. Um fio inteiriço seria obrigatório se no Universo existe um propósito existencial, tal como o processo de reprodução cósmica genética. Todas as causalidades produzidas por acidentes ou livre-arbitrios seriam fios laterais , que poderiam secar ou retornar ao fio-tronco. Ou poderiam ser fios-laterais portais comunicando diferentes dimensões do universo entre si. Assim estes fios laterais entrariam nos reinos metafísicos e perderíamos seu rastro, ficando tudo o mais ao sabor de nossas imaginações.

Se o fio for descascado, não teria proposito existencial, tudo iria acontecendo por acaso. Pois os ingredientes dentro do fluxo poderiam ser perdidos e coisas possíveis do meio externo poderiam entrar no fluxo. Nossas imaginações do sobrenatural também nunca conectariam de forma logica nosso mundo com estes sobrenaturais. Que é o que acontece na maioria das religiões.

Na Matrix/DNA os cálculos sugerem que existe sim, um propósito, mas não provamos este proposito, trata-se de teoria, então temos que manter as duas possibilidades.

Ódio: Qual sua origem na psique humana?

March 31st, 2021

Ódio em relação `à psique humana é a manifestação na forma mental das forças destruidoras do Princípio do Caos, opostas às forças do Princípio da Ordem. Agora, saber o porquê este mundo surgiu assim, com essa dualidade, é para mim ainda o mais intragável e odiado mistério, que me obriga a negar qualquer amor supremo criador.

Sensores Humanos: com defeitos, perdidos, faltantes

March 30th, 2021

Migrants birds can even “see” the Earth’s magnetic field via the quantum entanglement of the electrons in their eyes, an evolutionary trick 

https://www.nytimes.com/2021/03/30/books/review/a-world-on-the-wing-scott-weidensaul.html

The New York Times: Why Are Migratory Birds Vanishing Out of the Sky?

As aves podem “ver” (ou sentir) o campo magnético da Terra via o emanharamento quântico dos electrons em seus olhos, um truque evolucionário. Porque o cérebro humano perdeu ou não desenvolveu este sensor?

Frases preferidas pela Matrix/DNA

March 28th, 2021

“A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhece-la.” – Eduardo Galeano

Justamente o que pensei na juventude quando decidi que não suportaria o que a humanidade fez e estava fazendo de sua existência, então fugi para viver isolado no meio da selva. Lá tive a intuição de que o mundo urbano era artificial e falso, e assim essa mentalidade gerada e crescida nele. Decidi que investiria o que me restava da vida na selva investigando na natureza bruta e virgem a visão ou interpretação do mundo que gerou essa mentalidade. Então na investigação comecei a perceber que as interpretações humanas dos fatos e fenômenos e eventos naturais estavam erradas, fora da realidade. Se consertassem essas interpretações, sincronizando-as com a realidade, deveriam mudar a mentalidade doentia. Então tinha que levantar e provar que novas interpretações eram mais racionais, mais logicas, mais de acordo com as experiências reais humanas, tinha que mostrar os absurdos nas velhas interpretações ( como a inexistente separação dos sistemas naturais em vivos e não-vivos, etc.) , desconstruindo a velha cultura milenar. Assim surgiu e se desenvolveu a cosmovisão da Matrix/DNA. De fato, antes de mudar o mundo humano, e para mudar o mundo humano, é preciso antes conhecer a realidade. Parabéns, Mr. Galeano.

Como entender a psique dos comerciantes e outros negativistas dessa pandemia

March 25th, 2021

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Assista o vídeo no link e depois leia o texto abaixo.

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1136681863448206&id=100013192092049

Ele explica tudo em três palavras: “Aqui não tem cordeiro”

Tudo é trino, tem a dualidade dos dois opostos e acima desta dimensão tem o transcendente meio-termo, ou superação dos dois opostos. Mas quando se cita um dos dois opostos estamos na dimensão do dualismo inexorável natural. Então qual o oposto de cordeiro?

Predador.

O jeito que ele fala, a agressividade nos seus gestos, a aparência física planejada para se impor pelo tamanho e iludir conquistando pela imagem ao invés da ética , moral e fraternidade, tudo bate com o previsto de como um instinto predador trabalha a genética fazendo o corpo que vai encarnar. O modo como ele falseia a palavra “trabalho”, a atuação na vida como “comerciante”, a cegueira do racional perante uma pandemia, todas características reveladoras de um predador.

Ele acerta descrevendo o contexto de um momento, dizendo: “Não podemos parar, eu vou quebrar, e como os empregados vão comer?”. Jamais vai lhe passar pela cabeça que o contexto sem solução do momento é puro efeito do que ele vem fazendo de errado na vida. E o pior que a maioria das pessoas não vão também atinar com as causas mais profundas que produziram este final doloroso, e os outros predadores jamais vão aceitar as causas verdadeiras. Jamais vão entender nas leis naturais porque a competição leva ao caos e extinção, enquanto apenas a cooperação pode levar `a transcendência. Uma espécie biológica que cria um sistema social como este baseado no “mercado” revela que recém veio dos primatas ancestrais, portanto com a genética que modela a psique ou com caninos abstratos de predadores ou com cornos e orelhas longas abstratas das presas. E essa espécie não consegue se auto-conhecer para entender os efeitos criados pelos seus comportamentos. E mais vai adiar esse autoconhecimento e mais vai continuar sofrendo as dores destes efeitos, enquanto mentirem que ao invés dos macacos e remotos ancestrais erráticos dos céus vieram dos céus como Adao e Eva…

Pobre criatura, mas quebrar no bolso agora pode ensiná-lo algo da realidade que o motive a evitar o inferno amanhã… Aqui se aplicaria aquele velho dizer de que “Deus escreve certo por linhas tortas”. Pois permitir essa pandemia agora sobre estas criaturas tão erráticas é escrever com linhas tortas o presente para que se torne o certo no futuro…

Minha missão não é despertar os leões ou ovelhas nos homens, e sim exorciza-los para a nossa transcendência. Chega do repugnante animalismo

March 24th, 2021

Cartaz veiculando entre extremistas com instinto de leões predadores:

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Nem leões, nem ovelhas e sim despertar o cósmico no homem

Desigualdade econômica: a mentira eterna do instinto predador na academia

March 23rd, 2021

Baseado na importante tese publicada em:

EUROZINE

https://www.eurozine.com/change-course-human-history/?fbclid=IwAR0M9FwpI0rgyRTzMM2HSHXs8QthgVp-RW3yqBHFdCVTTDjoeuYNcWXmO4o

How to change the course of human history

O dogma pregado ao mundo para justificar a desigualdade social é baseado na tal “historia de uma queda da inocência primordial”, ( the story of a fall from primordial innocence ). Em resumo dogma julga que nos primórdios da espécie humana, o grupo era de caçadores nômades, portanto não havia propriedade e disputa por terra, e quando estes livres inocentes se organizaram em civilizações começou a desigualdade. Sacramentado pelo escritor profeta da bíblia sagrada da deusa “desigualdade inevitável”, Jean-Jacques Rousseau, o dogma une a punição pela tentativa humana de união pela liberdade contra um tirano celeste através da Torre de Babel, com a punição divina ao pecado da inocência de Adão e Eva perante o demônio, e consequente queda. Esta narrativa ardilosa sempre foi a muleta mística religiosa como condicionadora psíquica sustentando os estados de reis e servos individualistas, porque o objetivo supremo destes servos é a união privada de cada um com o fantasma todo-poderoso no céu e não a união na Terra com seus insignificantes semelhantes. Que se tornam de fato insignificantes como feed-back da desunião.

Matrix/DNA : Mas isto esta totalmente contra a logica da evolução natural. A evolução dentro de uma espécie não vai para a frente e volta para trás para depois ir para a frente novamente. Mutações para melhor que são fixadas numa população não caem a zero e depois retornam.

Como eram os sistemas socais entre animais irracionais ancestrais dos hominidae, seja no mar, no ar ou nos continentes? Havia territórios marcados, delimitados por proprietários, vigiados por capatazes e habitados, trabalhados por escravos, transformando grama em carne de vitela nos continentes ou alga-marinha em carne de peixe nos oceanos. Ou o leão não era o senhor do território onde se movia? Movendo-se em círculos nas ultimas fronteiras ao seu alcance, para impedir que os lobos e raposas comecem suas presas, mas permitindo aos lobos ficarem nas fronteiras como vigias temíveis para evitar que as presas escapassem e contentes com a rapina das poucas fugidias? Os chimpanzés não dominavam um território inclusive canibalizando as espécies de macacos menores? Não é necessário ir nas savanas e estepes para aprender que os lobos vigiam e atacam quem entra em seus territórios, basta ver seus descendentes modernos, os cães, em seus quintais.

Nunca houve “primordial inocência”. E não poderia haver inocência – no sentido de atuar com malignidade em relação a outro sem ter consciência do sadismo como escolha de seu livre-arbítrio – numa biosfera produzida pelo estado de caos da natureza no qual as forças maiores fazem não apenas o querem com as menores, mas possuem o dom natural da destruição , o qual se torna como o ódio natural na psique humana predadora, como a energia contaminada com o ódio como motivação natural para faze-lo, obrigatoriamente. Até a velha crença propagada de que os animais só matam para matarem sua fome foi desbancada com tantos vídeos mostrando tigres matando dez ovelhas, puxando apenas uma para comer no meio dos cadáveres deixados a apodrecerem. Na natureza o principio da ordem é uma força orientada para a construção e o princípio do caos é sua antítese dualística, uma forca orientada para a destruição. No meio tem o principio do equilíbrio oscilando entre os dois extremos, ora se definindo como “a direita”, quando pode embarcar comodamente na boleia das forcas devassadoras do caos, ora se definindo como “a esquerda”, quando se vê vitima das forcas do caos, misturando-se sorrateiramente no meio das forcas tendentes a ordem para orientarem-nas como ordenarem-se formando uma muralha protetora na frente aguentando as investidas do inimigo e incitando-as como exércitos ordeiros a contra-atacarem, sempre ficando na retaguarda.

O caçador nômade hominida era apenas um macaco assassino canibal e estuprador e quando transformou-se em humano emergiu com os mesmos instintos, como o dono de terras, enquanto sua antítese, o hominida agricultor era apenas o macaco menor comedor de bananas e raízes para ficar gordo e ser canibalizado, ou as ovelhas que ficavam trabalhando 24 horas por dia na rotina fabril de transformar grama em suculentos filets. O advento da civilização foi o despertar dos predadores de que era melhor se respeitarem e trocarem informações de estratégias de dominação das presas, começando nos primórdios da revolução comercial como as gangs de traficantes donas de territórios, e depois se unindo como a gang cada vez mais coesa na direção do governo mundial, um individuo só com muitas cabeças de serpentes como a Hydra de Lerna, o Big Brother do território global, onde se assentam na suas zonas de conforto de instintos inconscientes, os capatazes da classe media e a grande população de ovelhas felizes por terem pasto a vontade porque não percebem o que será feito e seus cadáveres além das cercas.

Desde que os predadores iniciaram esta ” cultura humana” ela foi orientada a caminhar crescendo numa ruela lateral desértica que se desvia da estrada principal da evolução natural. Porque assim como o excesso da masturbação matemática a faz se desviar da função de tradutora logica da senda da evolução natural logica, tornando-se imprestável nos horizontes mais amplos como o microcomos quântico e o macrocosmo galáctico, mas ainda sobrevive se masturbando por algum tempo porque inventa os imaginários para se agarrar na ilusão que criou ( distanciando-se ainda mais dos reais), que resultam nos cosmovisões iniciadas por Big Bangs ao acaso e espumas quânticas preenchendo o nada absoluto de onde veio o tudo, assim a masturbação intelectual dos pensadores da poltrona e ar condicionado como Rousseau, os conduz a imaginários como inocência primordial seguida de queda punitiva. Esse imaginário torna-se a verdade imposta explicando a condição humana contendo em si a pretensa impossibilidade de vencer a desigualdade. Ora, se se mantivessem fieis a sua natureza ouvindo-a como a única mestra confiável, não se cegariam para a cena dos hominidas se levantando como almas transformadas dos corpos dos macacos devido a inevitável chegada do principio da ordem que sempre se instala quando o caos exaure-se cansado e retira-se de cena, nos quasi-eternos ciclos evolutivos. Não sou eu nem a vontade de qualquer humano como Rousseau que determina as leis naturais, e sim a natureza, como a lei dos ciclos tendo decidido que a desigualdade entre os vivos neste planeta vai acabar. Porem, esta Lei natural é universal, portanto sua aplicação obedece a escala do tempo astronômico, o que para nós, microscópicos seres de tempo vertiginosamente acelerado, a justiça natural se torna uma insuportável lentidão.

( cont. a ler o texto e a critica)