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Entenda como recompensa o sacrifício na busca do conhecimento

Thursday, December 12th, 2019

No filme “O dia que Nietzsche chorou” ele diz a um estudante: “Se optar pelo prazer do conhecimento, prepare-se para sofrer. Quer menos dor? Vá, seja parte da massa…”

Vamos a um exemplo real. Quando caí por acidente no meio da selva amazônica sofri os horrores do inferno, mas quando voltei, não conseguia resistir ao prazer que me dava quando lembrava coisas que aprendi sobre a Natureza e significado das existências. Sentia ou recordava mais estes prazeres que os sofrimentos. Tanto que retornei por conta própria na selva para enfrentar o inferno mas sabendo que iria ter novos destes “orgasmos espirituais”. Ninguém pode imaginar o que sente um homem sentado numa pedra a meia noite no meio da selva vendo uma estrela e descobrindo que ela é sua ancestral que cumpriu sua missão evolucionaria entregando a tocha a ti, e de lá ela te observa esperançosa que você conduza a tocha até chegar ao destino onde ela se assentará na eternidade dentro de ti.

Por outro lado não sentem esse prazer os acadêmicos do ar condicionado que pertencem àquela massa que pensa dentro da caixa, quando afirmam que fomos feitos pela poeira das estrelas… ao contrario… isso veio de graça e por isso se desprezam a si mesmos e ás estrelas.

Para responder aos que pregam a busca do conhecimento esotérico, mistico oriental.

Wednesday, September 25th, 2019

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Que “conhecimento”? “Conhecimento do que?” Você diz que “o conhecimento” nos traz a liberdade? Qual instrumento real esse “conhecimento” produz para me dar a liberdade? O que faria você sendo o escravo da foto ao lado quando Deus lhe dissesse que ao invés da liberdade vai te dar “conhecimento”, sabendo que continuarias escravo? Esse “conhecimento” traria o Nirvana para o escravo durante algumas horas de meditação deitado no chão da estrebaria com o corpo cheio de dores? Ora, a Filosofia tem que ser naturalista, realista, não pode descambar para a mística religiosa. Eu neguei-me a viver qualquer divertimento dedicando tudo a busca do conhecimento, e quando elaborei a minha cosmovisão percebi que fui mais longe no conhecimento da Natureza que todos os que conheço e se publicaram, e de que adiantou? Continuo escravo de um sistema criado por humanos predadores de humanos obrigado a assistir esta carnificina. Eu mandaria este Deus para os diabos… Todos os grandes buscadores, de Einstein a Nietzsche, morreram frustrados porque um dia se iludiram que ao homem é possível o conhecimento que o conduz, ao menos mentalmente, a sua transcendência, e no fim da vida se conscientizaram que o cérebro humano é demasiado limitado para processar as informações desse “conhecimento”. O máximo que podemos alcançar – como eu alcancei – é chegar nas últimas fronteiras este universo material, entender tudo o que esta dentro, mas desse limite não existe como ultrapassar… e o “conhecimento” esta sempre mais a frente, ele mora no outro lado… Sejamos honestos, nossos educandos devem ter a informação correta, eles escolhem seus caminhos…