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Se as evidencias e previsões da Teoria da Matrix/DNA não fossem cientificas, seriam ao menos filosóficas?

Monday, July 15th, 2019

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– ” Just as science is not a proving process, neither is philosophy. But what they both do is ask those that make extraordinary claims to provide extraordinary evidence to support their claim.”

– ” I would say science does ask for evidence but philosophy asks for arguments as many things just cannot be proven with evidence. Or maybe you talk about the philosophy of science but is again a bit different than just bringing evidence forward. When there is an evidence it stops being philosophy, it’s only science.”

– “Philosophy without evidence is religion.”

Ok…

Evidence = the available body of facts or information indicating whether a belief or proposition is true or valid.

Scientific evidence consists of observations and experimental results that serve to support, refute, or modify a scientific hypothesis or theory, when collected and interpreted in accordance with the scientific method.

In philosophy, the study of evidence is closely tied to epistemology, which considers the nature of knowledge and how it can be acquired.

Qual a natureza do conhecimento sobre a Matrix/DNA?

Ela teria iniciado pelo método da anatomia comparada, comparando-se o primeiro ser vivo ( um sistema celular completo e funcionando) com a galaxia, o sistema natural existente antes, mais complexo conhecido. A razão da aplicação deste método entre estas duas estruturas naturais era apenas a intuição de que a primeira célula teria sido mero produto da evolução direta do sistema natural mais complexo que existia antes, que era a galaxia. Nesta comparação não se detectou que as sete organelas celulares mais seu código genético estariam presentes em formas menos evoluídas na estrutura física da galaxia. Esta correlação seria detectada se uma organela da célula tivesse a mesma função sistêmica de um tipo de astro na galaxia. E isso não foi encontrado na primeira pratica da anatomia comparada.

Pensou-se então que a falta em encontrar tal correlação podia ser devido ao pouco que se conhece da galaxia. Este pouco teria produzido um modelo teórico do sistema galáctico errado em relação ao real, ou então bastante incompleto.

Mas como detectar o modelo correto do sistema galáctico contando com as poucas informações existentes?

Passou-se a fazer vários exercícios tentando conectar os sete tipos de astros de todas diferentes maneiras, para ver se haveria um modelo em que todas as funções sistêmicas dos astros fossem similares a todas funções sistêmicas das organelas da célula.

Tais exercícios mostraram-se nulos.

Porem, a intuição e que a célula teria sido produto evolucionário da galaxia implicava que as propriedades dos seres vivos deveriam existir numa forma física simples e mecânica como propriedades da galaxia. Uma das propriedades dos seres vivos é o ciclo vital. O qual transforma a forma inicial de um corpo embrionário em múltiplas formas diferentes subsequentes ao logo de sua existência. Ao aplicar-se o processo do ciclo vital sobre os sete tipos de astros, descobriu-se que tudo o que se sabe sobre estes astros indicam uma figura de cada um e todos estes astros seriam originados por este processo. Ainda mais: o quadro final era um novo modelo teórico astronômico e funcionava como uma sistema, e mais, um sistema auto-reciclável.

Mas não posso omitir que outros fatores fora da pesquisa vieram a influenciar sobremaneira a intuição de aplicar o ciclo vital nos sistema galáctico.

Ocorreu neste ínterim na selva amazônica uma suposta informação nova, inédita, sobre o sistema galáctico, através da fala de um nativo amazônico com o cérebro alterado por alucinógenos. A fala descrevia um visionário corpo energético embutido nos corpos humanos semelhante ao que asiáticos visionários descrevem como “aura”. Porem a “aura” descrita pelo nativo pouco se referia aos “sete sois”, que seriam os “chacras” dos asiáticos, e focalizava-se num oitavo elemento, posicionado no local do neocortex cerebral, ao qual o nativo deu o nome de “buraco negro”. Mas a descrição relatava uma especie de simples tornado ou rodamoinho na forma cônica, destes existentes na Terra, apenas enriquecido com as informações de forças atuando como atracao e repulsao. esta atracao ou repulsao se dava em relacao a coisas vagantes no espaço aéreo logo acima da superficie terrestre e aqui o fato chamou a atencao do ouvinte: as descricao da anatomia fisica das coisas microscopiccas vagantes era semelhante a descricao das ciencias fisicas sobre particulas. Pareceu-nos que o estado mental alterado “via” algo de real, concreto, e se fosse assim, a informacao sobre o “buraco negro” precisava ser pensada. E o nome buraco negro nos lembrava astronomia, o modelo teorico cientifico sobre o que pode existir no nucleo galactico.  Porem o buraco negro aqui era diferente da teoria cientica e constatou-se que alem de buracos negros nunca terem sido observados como objetos existentes, tudo o que se dizia deles era fruto de calculos matematicos e observacoes do que acontecria nas suas redondezas como efeitos do buraco negro.

Resolveu-se entao trocar no modelo teorico galactico cientifico o buraco negro cientifico pelo buraco negro descrito pelo nativo. E trocar o horizonte de eventos calculado matematicamente pelo horizonte de eventos do nativo povoado com particulas sendo atraidas ou repelidas pelo buraco negro de acordo com suas especies. desta troca observou-se no quadro resultante que o nucleo galactico produziria “sementes ou embrioes de astros”, na forma de estrelas anas. Todos os processos nas movimentacoes do objeto ni nucleo galactico se asselhavam a todos os movimentos na evolucao da embriogenese de um corpo humano ou antes, de uma planta. Transplantou-se entao este elemento funcionando dessa maneira como o nucleo e o horizonte de eventos do modelo teorico cientifico e calculou-se qual seria o desenvolvimento desta semente ou embriao. neste desenvolvimento observou-se que o embriao se transformava em mais seis formas diferentes, selelhantes as formas dos outros seis tipos de astros conhecidos, e notou-se que o alinhamento destes astros neste desenvolvimento revelava um processo genuino de ciclo vital.

Mas este evento fora da pesquisa pode ser todo ignorado e considerar-se apenas que houve a intuição de aplicar o processo do ciclo vital sobre o sistema galáctico.

O composto de todos estes elementos formam um sistema completo e funcional. As funções de cada tipo de astro no sistema astronômico se assemelham as funções de cada uma das sete organelas da célula vital. Então notou-se que a constituição geral do novo modelo teórico astronômico era exatamente igual ao composto por um par lateral de nucleotídeos no DNA, com suas correspondentes sete tipos de moléculas. Percebemos então que erramos no inicio ao aplicar anatomia comparada entre galaxia e célula, pois entre elas havia um elo evolucionário, que foi a primeira unidade de informação do DNA. A qual se revelou agora como um sistema completo e funcional. Mas como teria sido o processo de transformação da galaxia astronômica para a célula microscópica? Sendo que o sistema galáctico inteiro teria que se auto-projetar a frente carregando e transmitindo todos seus detalhes fisiologísticos? Isto foi resolvido quando se intuiu que este processo teria sido exatamente como o processo da transmissão genética.

Mais tarde se descobriu que também o sistêmico atômico se sobrepõe perfeitamente ao design da formula. E mais recentemente se encontrou serias evidencias de que a mesma funcionalidade anatomia da formula também corresponde a funcionalidade e anatomia de uma onda de luz natural composta pelos sete tipos de radiações eletromagnéticas, o o dito “espectro eletromagnético”. Surge então a  teoria geral de que todos os sistemas naturais no Universo são montados em cima de uma formula que uma onda de luz funcionamento como uma especie de software que cria seus próprios hardwares materiais, os quais são estes sistemas naturais conhecidos.

Teríamos então uma teoria geral a qual seria imputado a definição de ser um “extraordinary claim”. Para nos esta imputação seria equivocada porque a teoria foi mero produto da mais pura logica racional. De onde mais teria vindo o primeiro sistema celular senão do mero desenvolvimento evolutivo de outro sistema natural pre-existente? As outras teorias existentes sim, são “extraordinary claims”, pois todas sugerem que existem eventos que não são produzidos pelo livre fluir da avalancha naturalista de causas e efeitos que teve inicio no Big Bang. Isto implicaria que algo fora dessa cadeia de causas e efeitos teria vindo de outro lugar e interferido no seu deslanchar natural. Então são apelos aos supernaturais e magicismos.

Mas agora vamos as provas e ou evidencias. Penso que evidencias aqui seria todo fenômeno e evento natural existente aqui e agora se encaixando como sendo produzidos pela formula encontrada, ou seja, o template que teria produzido galaxias, átomos e células. Quando percebemos que todos se encaixam, teríamos que arrolar uma unica evidencia: o Universo inteiro.

Mas isto seria inaceitável cientificamente e talvez também filosoficamente, porem ninguém se disporia a ler ou ouvir um relato abordando todos os fenômenos e eventos naturais do Universo, o qual demoraria talvez os 13,8 bilhões de anos do Universo.

Então percebemos que existe uma outra maneira para tornar a teoria a ser considerada ao menos filosoficamente: apontando todas as descobertas empíricas ou cientificas ocorridas apos a formulação da teoria a 30 anos atras como perfeitamente encaixável na formula da teoria, o que significa”previsões corretas”. Ja reunimos uma enorme coleção delas. Outra maneira de tratar esta teoria seria apontar ao menos uma lei natural ou fato real devidamente comprovado que nao se encaixe como produzido por esta formula, ou que derrube o edifício todo da teoria. Nunca foi encontrado nenhum fato.

Portanto o estado atual desta teoria seria a uma visão do mundo perfeitamente logica e racional para um homem só e incompressível e desconhecida por todos os outros seres humanos.