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Ser um intelectual da classe média, na poltrona com ar condicionado, imitando os filósofos gregos… qual o sentido e resultado desta vida?

Thursday, May 13th, 2021

( texto como comentário num debate de filosofia, não me lembro onde…)

Uma pergunta, Victor: qual o sentido da vida tem um humano que investiu sua vida numa causa que exigia ficar sentado e na solidão, buscando aprender tudo o que se passou de pensamentos, imaginações, resultantes da configurações sinápticas emanadas pela anatomia dos cérebros de indivíduos da espécie humana, sendo que alguns destes pensamentos se materializaram como atos, os quais, no seu conjunto, construiu o quadro atual que ele vê quando caminha na superfície do planeta Terra? Para que? O que ele almeja obter como resultado final deste investimento, se vai morrer fazendo apenas isso e sem terminar de estudar todos? No final, o que vai ser feito de sua mente e toda essa produção acumulada como um tesouro, e o que vai ser deste planeta, e o que vai ser feito desta espécie humana, que foram influenciados pela presença e manutenção deste corpo físico, que viveu como classe media trabalhando em alguma atividade da classe media, formando uma família e gerando filhos, e assim continuando o simples ciclos das gerações e consumindo porções dos ingredientes deste planeta, muitas vidas de outros animais, e parte da energia do trabalho dos humanos escravizados da classe pobre? No ultimo suspiro, se toda sua vida passasse num filme, ele se iria sorrindo satisfeito por concluir que foi um sucesso ou iria chorando por concluir que desperdiçara a vida numa meta fracassada? Qual seria a conclusão final do Universo, da Vida, deste planeta, e até mesmo de alguma possível inteligencia não biológica e não terrestre que possa estar vendo tudo daqui, sobre a existência de tal ser? ,,,,, Hoje estou com 60 anos, vou contar minha experiencia, que pode ajuda-lo a pensar. Na juventude e até os 30, fui ainda mais radical que você nesta meta, pois trabalhava e me divertia menos, não formei família, tudo para sobrar mais tempo para estar sentado, isolado, lendo. Quando saia na rua, o fluxo humano moderno me arrastava, agitando-me, na direção de metas que eu detestava. Aí me caiu um livro chamado “O Lobo das Estepes”, do Hermann Hesse. Gostei e li um segundo dele, “O Jogo das Contas de Vidro”. Foi um choque tremendo. O autor era como nós na vida real e no livro ele buscou racionalizar esse modo de vida. Imaginou um lugar ocupado apenas por intelectuais ricos que passavam a vida estudando e seus debates eram feitos com pensamentos na forma de perolas que eram peças num tabuleiro de xadrez. No fim, na velhice, conclui que aquela vida não faz sentido, tudo com seus camaradas na sua comunidade se resumia a um jogo de xadrez sem sentido e finalidade racional, e ele se suicida. Nos dias que eu estava remoendo este conteúdo, li um livro espirita e nele uma frase: – “Ali, naquela cidade, vivem os desencarnados que na Terra amaram e se dedicaram aos estudos, intelectuais, científicos, literários… alguns ficam fazendo experimentos científicos… Mas acontece com todos, sempre acabam se cansando e nos procuram se temos alum outro lugar, ou alguma coisa mais substancial para fazerem…pois descobrem que não possuem capacidade mental para saltarem às dimensões onde estão as soluções da sabedoria que buscam, que para esse salto é preciso também realizar certas obras físicas, concretas ” …. Eu era alto funcionário do Metro de São Paulo com mil subordinados, tinha carro, uma kitchnete, fazendo a segunda faculdade, e uma firma particular com escritório, mas a maior parte do tempo nas leituras. Larguei tudo, arrumei uma mochila e fui cair vivendo sozinho, vizinho de índios, no meio da selva amazônica, sem livros. Uma guinada total do mundo mental para o mundo do animal irracional lutando pela sobrevivência na natureza bruta, virgem. Mas acho que foi a redução da atividade intelectual que me fez ver e sentir o mundo diferente, busquei microscópio e telescópio simples para ver se aquilo era real, etc. Sete anos depois de ter vivido o inferno, com duas malarias e cheio de venenos no corpo, sai da selva com um pouco de ouro, e com uma nova cosmovisão que precisava gritar ao mundo, alertando que a humanidade está interpretando todos os objetos e eventos naturais tudo errado, e se não mudar-mos o inferno nos espera. Você pode ver algo dessa cosmovisão clicando no meu avatar acima, mas avisado que humanos como eu só temos teorias, temos cérebros e sensores muito limitados, meu conselho é que construas tua própria cosmovisão. Pense na minha experiencia, porque se eu pudesse voltar na sua idade, deixaria de imitar os filósofos gregos que se recusaram a botar a mão na massa e arregaçaria as mangas caindo nessa carnificina deste mundo visando transforma-lo. Mas ser um intelectual de classe media é menos nocivo à vida, à especie, ao planeta, que os outros 95 %, por isso os prefiro. Sugiro apenas que procure meditar no sentido mais amplo da sua existência.

O que pode evitar a crise existencial e necessidade de terapias nesta pandemia.

Thursday, April 22nd, 2021

Celio Augusto – postado em 22/04/21, no link:

https://www.facebook.com/groups/ilhadoconhecimentomarcelogleiser/

10 h  · Atualmente é grande a procura por terapia devido a vários tipos de dificuldades e transtornos, mas e quando a busca por terapia é devido a uma crise existencial?Sei que aqui no grupo tem muitas pessoas ligadas a filosofia, e tenho lido sobre filosofia médica, a minha pergunta é, o quando a filosofia pode ajudar nesta situação?Eu mêsmo faço terapia, tive muitas perdas nos últimos anos, fui obrigado a fazer algo extremamente difícil que é procurar ajuda profissional, sou autista, adulto e tendo que viver sizinho e independente.Uma frase que me marcou da última Live do Marcelo, é que temos que ter um motivo pra viver, para acordar todos os dias. E quando vc precisa encontrar este motivo, a filosofia poderia ajudar?

Resposta da Matrix/DNA:

A autentica Filosofia Naturalista detecta na Natureza as forças naturais que modelam bem ou mal as mentes e corpos sistêmicos, como os dos humanos. Você poderia ter detectado estas forças e adotado as boas para ti se não tivesse sido desviado da Filosofia Naturalista pela cultura absurda do coletivo humano e por certos instintos caóticos herdados dos nossos ancestrais animais irracionais.

Quem está te informando isto aprendeu por si mesmo a ter ótimas saúdes mental e física, e muita energia com muitas ideias para lutar. Mas nada vem de graça, eu era um filosofo acadêmico que caí a viver sete anos no meio da selva amazônica e na Natureza real fui reduzido a semi-macaco para me re-erguer com outra filosofia, outra visão do mundo, que me ajustou muito bem a como funciona este mundo. É minha obrigação e conveniência que os demais humanos tenham conhecimento dessa nova e inédita maneira de interpretar e entender suas existências, para ficarem saudáveis como eu e abraçarem a mesma causa evolutiva, pois estão fazendo tudo errado e isso me prejudica.

Se clicares no meu avatar vais encontrar meu website gratuito e lendo apenas a pagina home em português talvez te dê um estalo, um despertar e se anime a continuar se informando sobre isso. Não sou eu quem diz, e sim a natureza virgem e intocada: suas ciências, suas visões de mundo, seus misticismos e fantasias, esta filosofia acadêmica traidora da mãe Natureza, está tudo tragicamente muito errado. Ter crise existencial e precisar de terapia é um bom sinal porque revela alguém com potencial para descobrir a verdadeira realidade deste mundo.

Existe alguma lógica na existência deste Universo e nossa existência? Encontrei uma possível, pense nela

Sunday, February 21st, 2021

Na minha opinião de autodidata não acadêmico, existe neste Universo uma lógica, e apenas uma. Ela teria se manifestado no meio do caos pós-Big Bang”, como uma força natural imbuída de um “Princípio da Ordem”, o qual deflagrou a avalancha desta longa cadeia de causas e efeitos (que já conta 13,8 bilhões), interligados, construindo sistemas naturais com interiores ordenados, da qual seu último produto mais complexo nesta nossa região do tempo e o espaço é o sistema cérebro humano. A lógica se revelará quando descobrirmos o processo aplicado nessa evolução dos sistemas ordeiros. No processo sabemos que existe uma lógica (complexificar o simples inicial até que essa complexidade se torne autoconsciente: é o que os fatos reais nos demonstram aqui e agora). Se houver ou não uma inteligência no comando deste processo, vamos deduzir da qualidade da lógica extraída dele. Efetuando minha investigação particular por um método (anatomia comparada entre todos os sistemas naturais conhecidos, de átomos a galáxias a células e cérebros) resultou na indicação de um processo universal: reprodução genética. Ou seja, este Universo de células galácticas está imitando uma placenta cósmica onde está ocorrendo um processo de reprodução genética (também chamado computacional) daquilo desconhecido que deflagrou o Big Bang como um evento de fecundação. Pois existe uma fórmula essencial (como o DNA é para os sistemas biológicos) comum desde átomos a galáxias a vivos que vem evoluindo com as mesmas características dos ciclos vitais, e atuando como um genoma universal. Que a autoconsciência tenha se expressado neste estágio ainda embrionário indica que a coisa desconhecida seja autoconsciente. Que a lógica consiste em construir e complexificar sistemas naturais, deduz-se que a coisa desconhecida seja um sistema natural. E que a reprodução genética não requer nenhuma intervenção de inteligência, sendo um processo puramente natural transmitido entre os corpos dos reprodutores, a coisa desconhecida deve ser natural, um sistema, e autoconsciente. Que se reproduz sem aplicar lógica apesar de que na Natureza o processo de desenvolva sob uma lógica. A esta teoria, desta lógica, nomeei como “Teoria da Formula Universal Matrix/DNA dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”

( Extraído do post que publiquei em 21/02/2021, no QUORA, no link:

https://pt.quora.com/q/filosofiapura

relativo a questão: O que é a lógica? )

Um método para ressuscitar na juventude estudantil moderna o espirito critico dos filosofos como Socrates

Sunday, January 17th, 2021

Baseado no artigo em:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-55476570

Por que tantos jovens concluem estudos sem desenvolver verdadeiro espírito crítico

Precisamos desenvolver uma argumentação explicita dos motivos que estão eliminando a possibilidade de pensamento critico, e se possivel, a partir daí desenvolver o método para ressucita-lo. A seguir copiei meu post postado neste artigo no ramo da BBC.COM no Instagram, no link:

https://www.instagram.com/p/CKHejhmssaG/

louischarlesmorelli – Nos bancos escolares está morrendo o espírito crítico. A visão de mundo construída apenas pela Física e seu idioma, a Matematica, já desvendou todos os grandes mistérios, definindo o fio da meada que iniciou do nada, manifestou-se como um átomo minúsculo que explodiu num Big Bang e desencadeou a cadeia de acasos que criou a vida e tudo o mais que existe. Não tem espaço e nenhum sentido formular um pensamento crítico sobre um mundo tão simples. Os poucos que se arriscam são imediatamente exigidos apresentarem provas de fatos não constantes desse fio da meada. Ora, o espírito crítico teoriza a existência de fatos que seriam opostos aos fatos propagandeados, criando uma teoria e buscando experiencias que comprovem a realidade destes fatos imaginados. E isto exige inéditos métodos de investigação, porém, a academia não aceita criar as condições de investigação e experiencias que não sejam continuações retro alimentadoras das experiencias que embasam essa visão do mundo. Tão senhores dessa verdade e crentes nela estão que já declararam a morte da filosofia como cultura inútil. Nem os fenômenos “fora da caixa” na dimensão quântica abalaram essa visão pois, sem explicá-los, varreram tudo para debaixo do tapete confeccionado com o cálculo das probabilidades. Quando espalhei todos os fatos comprovados que suportam essa visão do mundo sobre a mesa e neles apliquei o pensamento crítico, percebi surpreso que existe na natureza uma variável que permeia toda a história da matéria universal e nunca foi detectada pela academia. Porém, apenas uma variável nova inserida no contexto geral muda tudo, o mundo definido plea física mecanicista se torna um mundo definido pela biologia vital. Mas para comprovar a existência dessa variável é necessário desenvolver outros instrumentos tecnológicos, de captação e medição, mas a academia jamais encontraria fundos para isso. Estamos definitivamente dentro de uma armadilha, caminhamos para o mundo dos zombies robotizados,

Filosofia e a mensagem da Matrix/DNA aos seus estudantes

Wednesday, December 9th, 2020

Aos estudantes de Filosofia que vem da classe média e tem tempo e ambiente caseiro apropriado para estudarem, a minha mensagem é:

Parabéns por terem as condições de ter um ambiente para a absorvição do conhecimento intelectual. Mas… na minha incompleta opinião, se você ama a humanidade e deseja a ela algum futuro, alerte seus alunos, principalmente os homens, a não procederem assim. Se a Filosofia trabalhar assim ela vai ser passiva à natural tendência para a imbecilidade e esta imbecilidade da humanidade vai eliminar a Filosofia. Para evitar estas tragédias a Filosofia teria que, além de absorver intelectualmente o que já foi aprendido pelos filósofos anteriores, impulsionar a busca por mais conhecimento.

E isto se dá de duas maneiras: sair a campo estudando os fenômenos e eventos naturais, e/ou buscar conhecer tudo o que a humanidade conhece hoje, cientifica e empiricamente, e tentar conectar tudo de uma maneira diferente de todas que os outros filósofos aplicaram, para obter um grande novo quadro geral, uma nova cosmovisão. A qual será a teoria que guiará as próximas buscas cientificas e empíricas. Se eu tivesse tido a sua sorte de ter tempo e um local para trabalhar limpo e organizado iria morrer com o azar de não ter produzido nada novo, apenas ter escrito um monte de livros sobre os outros filósofos. Outro fator determinante é o filósofo manter-se ligado à academia, pois eu produzi algo novo para ser desconhecido e perdido porque nada, nem a academia, teve conhecimento desse algo

A intuição e seus efeitos como invenção e criatividade: uma necessária releitura de Henry Bergson.

Monday, November 30th, 2020

https://www.instagram.com/estante.filosofica/

Consegui hoje colocar no papel de forma mais organizada o meu entendimento mental do que são aquelas intuições que sempre me ajudaram a montar minha cosmovisão. Fui inspirado a fazer isso ao ler um post no Instagram, sobre o filosofo Bergson, no link:

Como vitima de algumas intuições fantasmagóricas com elevado potencial criativo, fiquei curioso em saber de onde vem a intuição, e por isso na minha juventude trombei com Bergson, sem no entanto ler nenhum livro completo dele. Nunca entendi porque ele gastava tanto miolo com a questão do tempo (uno e interpenetrado, não é? ) e ficar discutindo com mecanicistas. Mas a sua coloração metafisica-espiritual da intuição me influenciou na minha teoria da intuição, e consequente invenção, criação.

Como um filosofo que juntava todos os fatos e eventos conhecidos empírica e cientificamente e pelo método da analise e anatomia comparada, eu tentava montar o grande quebra-cabeças, vi minha investigação ser interrompida muitas vezes por questões sem possíveis soluções, mas depois de dias e noites irado pensando no problema, numa bela manhã acordava com um quadro desenhado na mente que era uma logica incrível solução.

Por exemplo, em certo momento a questão era: ” A vida surgiu dentro deste sistema solar feita com forças e elementos de um planeta e uma estrela. Quais as forças no sistema solar que executavam funções parecidas com as funções das propriedades da vida? Onde e como o sistema solar realiza algo que evoluiu para metabolismo, digestão, reprodução, código genético, etc?”

Fiquei semanas remoendo isso, devassei o sistema solar varias vezes, e nada. Quando já estava concluindo que não queria mais viver sem estas respostas, que nunca saberia porque e para que vivo, fui para a selva amazônica, e numa bela madrugada vendo o céu estrelado, os astros realizaram uma dança no meu cérebro. Correndo pequei lápis e papel e fui desenhando… No final tinha um modelo astronomico onde os sete tipos de astros conhecidos se conectavam de tal maneira que realizavam todas as funções vitais!

Em outra interrupção veio a súbita intuição de que uma onda de luz se propaga no tempo e espaço da mesma maneira que meu corpo, a partir da fonte que foi minha mãe, vem se propagando no tempo e espaço! Ou seja, ondas de luz natural trouxeram para este Universo o processo do ciclo vital…

E pior: a anatomia da onda de luz bate exatamente com o retrato falado e calculado do comando de instruções no DNA! Assim, de intuição a intuição formulei a nova cosmovisão que está no meu website. Então penso que a intuição é produto de informações que estão registradas na memoria do DNA, mais exatamente no dito “DNA-lixo”, que surgem como flashes na mente. Desde que nosso DNA tem 13,8 bilhões de anos e passou por todas as formas de sistemas naturais – de átomos a galáxias a bactérias – nós temos em nós o conhecimento de toda a matéria deste Universo, todos seus movimentos, suas origens, tudo no tal tempo colapsado numa duração simultânea que bem intuiu Bergson. Quando Bergson defendia o tempo qualitativo metafisico e criticava o tempo físico mecanicista, ele percebeu que uma intuição é um colapso brusco da historia em que passado e futuro coexistem num momento presente. Ele só não tinha o conhecimento biológico e astronomico atual para perceber que isto define o código genético: o passado deste mundo está todo registrado no ponto onde também estão registradas as informações para o futuro da arquitetura que ele está construindo.

Mas obrigado pelo post, pois você me alertou que preciso arrumar tempo e reler Bergson, agora seus 5 livros, por completo. Pois na juventude não entendi quase nada e rejeitava aquelas idéias metafisicas e espirituais, as quais, agora bem entendo, são puramente naturais, que tem como causa uma luz, que funciona como um genoma…metafisico, pois sua fonte veio do antes do Big Bang.

Diferença entre o humano animal e o humano transcendental

Wednesday, November 4th, 2020

O que Platão pensava ao concluir isso?

Pode ser que não, eu suspeito que ele pensava o mesmo que pensei e me levou à mesma conclusão, sozinho, há muitos anos antes, depois que encontrei a formula da Matrix/DNA. E este tipo de ver o humano está na base de toda vez que escrevo aqui o lema: ” Humanos evoluem em sintonia com a dinâmica da natureza universal quanto mais se auto-exorcizarem dos instintos herdados dos animais irracionais e permitem a expressão de informações encriptadas no seu DNA que expressam a consciência cósmica.”.

Ninguém é mais pratico na sobrevivência e conhecedor do que lhe interessa no seu ambiente imediato natural que os animais. Vivendo na selva observei e constatei muitas vezes que os animais irracionais eram melhores do que eu no conhecimento pratico da sobrevivência.

Então vemos hoje se repetindo na sociedade humana o que a natur5esza fez om a evolução na época dos dinossauros. Não foram os mais astutos, ferozes, mais capazes por que foram mais espertos antes, mais espertos e astutos porque conheceram mais do ambiente e foram sendo selecionados por adaptação, que foram promovidos a mamíferos. aquele que foi promovido, o pequeno réptil mais parecendo um porquinho, cianodonte ( ou cinodonte), que sofria tudo sempre perdendo para os repteis maiores, que transcendeu, e hoje está no tronco da arvore da vida que viceja no senhor da Terra.

Especializar-se em finanças, negócios, nas psicologias de controle emocional dos clientes, nas táticas para conquistar mulheres ou os mais ricos maridos é próprio dos dinossauros de hoje enquanto aprender e ser acessível à substancia da consciência cósmica produz os perdedores cianodontes de hoje. Praticamente não existe meio-termo aqui porque o processo de conscientização exige todo esforço e todo tempo do futuro eleito.

Resta a seguinte questão:

Qual é o mais sábio, em relação ao significado verdadeiro da existência humana: ser o favorito, o selecionado, o eleito a viver melhor agora ou o selecionado a viver pior agora?

Refletir sobre qual o verdadeiro tipo de justiça inspirado na empatia e tentar vivê-la, assim como exprimir todas suas virtudes, ou ser astuto felino como os irracionais? Isto só poderia ser resolvido se tivéssemos a resposta para esta questão: Existe vida da consciência após a morte do corpo físico herdado dos animais?

Nenhum humano pode saber esta resposta. O certo é que é impossível a qualquer humano deixar de fazer sua aposta, ou num, ou noutro. E seja qual for sua aposta, ele vai sempre viver crendo que já ganhou.

Eu escolhi apostar no sofrimento e humilhação agora do que me contentar em ser um simples e descartável animal astuto baseado nos resultados da minha investigação privada sobre esta natureza universal. Cheguei na formula da Matrix/DNA a qual sugere que o meu DNA tem 13,8 bilhões de anos – portanto nunca morreu desde o Big Bang até agora e nele está encriptada a onda de luz primordial que tem as informações para uma autoconsciência deste Universo… e quiçá, além dele. Mas que ninguém se deixe influenciar pela minha filosofia, porque eu mesmo não consigo provar sua autenticidade.

Todos deveriam fazer esta investigação? Não sei. Todos os vencedores de hoje passaram por cima dos fatos escolhendo rapidamente em que apostar sem perder o seu tempo. Exatamente como fazem todos os animais irracionais. E daí?

Como saber o significado da sua existência através da Filosofia criada por você

Monday, November 2nd, 2020

No Instagram, pafgina de O Filosofo, postaram esse cartaz de Seneca, o qual me levou ao comentario copiado abaixo:

https://www.instagram.com/ofilosofo_/

xxxxx

Photo by O Filósofo on October 30, 2020. Image may contain: 1 person, text that says '"CONSAGRA-TE À FILOSOFIA SE DESEJAS SER VERDADEIRAMENTE LIVRE NAO ESPERA o DIA SEGUINTE PARA SE MODIFICAR QUEM A ELA SE SUBMETE EÉ E FIEL, POIS, DE FATO ESSE MESMO SERVIR À FILOSOFIA LIBERDADE." SÊNECA ΤΑ NOVA ACROPOLE OrganizaçãoInternacional Organização'.

  • louischarlesmorelli – ( 11/02/20) – Muita gente, lendo isso, vai entender que deve sair lendo todos os filósofos. E no fim pode se tornar no máximo como os filósofos brasileiros que se tornaram repetidores dos filósofos com humor… e mais nada, arrastando multidões nas suas palestras. Eu sugiro diferente. Crie a sua filosofia fazendo diretamente à Natureza as sagradas perguntas: o que eu sou? De onde vim? Que estou fazendo aqui? Para onde vou? Todo dia tome um tempo no silencio para meditar nestas questões imaginando ver seu corpo na sua casa no seu planeta no seu sistema solar na sua galáxia, no seu universo, e retorne. Em paralelo leia os filósofos mas na sequencia histórica em que existiram, para assim aprenderes como foi a evolução do pensamento humano e saberes tudo o que se sabe, Eu segui este método e não me arrependo pois encontrei quatro respostas para aquelas perguntas que hoje me satisfazem plenamente. Porem nisso influenciou uma estadia na selva isolado para sofrer uma lavagem cerebral executada pela natureza virgem limpando todas as fantasias e mitologias que a cultura de 15.000 anos havia me sujado o cérebro. A Natureza, nossa mãe sagrada, não falhou comigo, e creio que Ela também não jogará dados contigo. Apenas lendo filosofia te tornará frustrado na velhice porque nenhum filosofo te responde aquelas perguntas. No final da busca, quando já me despeço desta existência, a Natureza me soprou esta frase, na qual estão, no meu entender, as quatro respostas: “Somos 8 bilhões de irmãos genes semiconscientes que junto com bilhões de outros irmãos genes espalhados neste Universo estamos construindo o embrião da consciência cósmica onde nasceremos todos em um. Hallelluya!”
  • Resumindo: Viemos do Big Bang ( um evento de fecundação) e vamos ao nosso Big Birth… quando todo este universo material será descartado como a placenta e dela emergirá o embrião que está sendo germinado do qual uma característica genética indispensável está no meio do seu cérebro placenta dentro do seu crânio-ovo… A Natureza toda está lhe dizendo – desde as estrelas que são mães atarefadas em amamentar seus rebentos planetinhas com seu néctar energético enquanto os mantem protegidos debaixo de suas longas asas gravitacionais, às galinhas que mantem seus pintinhos aquecidos sob suas asas, ás mães humanas que dão sua vida pela vida de sua prole – que ela também é uma mãe atarefada em te criar, e que o significado da sua existência está no meio desta Historia Universal, do seu Big Bang ao seu Big Birth.

Qual a utilidade prática de uma nova cosmovisão como a Matrix/DNA e qual a utilidade publica de ter filósofos naturalistas como eu?

Monday, May 11th, 2020

Vale a pena viver a Vida? Se não, o mais racional para o rico é apenas se divertir até morrer, e para o pobre é suicidar-se logo de forma indolor. Se sim, ( o rico já respondeu acima que sim), eu pergunto ao pobre: porque é racional a você manter-se vivo nas suas condições de vida?

Todos os pobres a quem fiz a pergunta, imediatamente saíram fora do nível racional, entrando imediatamente no nível da fantasia metafisica ou mostrando estar condicionado mentalmente por esta cultura humana criada e inventada pelos mais fortes para fazerem o seu trabalho sujo.

Bem eu nasci pobre. Ainda dos piores, sem família e casa, criado ora nas ruas, ora temporariamente por algum parente. E quando cheguei por volta dos 20 anos muito sofridos, me fazendo essa pergunta, concluí que era mais racional preparar meu suicídio. Como escravo fugindo da senzala fui para morrer na selva amazônica, mas lá acabei achando algum ouro. Então, pensei que aquilo daria para comprar um terreno numa praia, fazer uma casa com um bar na frente, se não vendesse pinga num dia iria pegar uns peixes, encostar o burro na sombra gozando o resto da vida, e retornei da selva, vivo.

Mas enquanto viajava de hotel em hotel no litoral procurando o terreno e a praia, nas noites me sentava com cervejas e o fumo e ficava pensando, filosofando. Me voltava sempre a velha pergunta: “Vai valer a pena viver essa vida?”

Mas aconteceu algo na selva que, creio, me desconfigurou a rede neuronial que havia sido construída por milhares de leituras de todas as correntes do pensamento, religiões, e principalmente as informações fornecidas pela maioria das disciplinas cientificas, rede essa que eu de “o meu racional”. E acreditava que o meu racional era o mais perfeito e completo que pode existir, estava limpo de todas as misticas e teorias, exclusivamente embasado em dados realmente, cientificamente comprovados. Para mim continuava a conclusão de que me é indiferente viver ou não a experiencia de desocupado proprietário praiano e pescador até morrer. Nada faz sentido, nada tem proposito.

Agora eu não conseguia definir bem o que, mas algo na selva me abalou aquela certeza, me remexeu o racional, a ponto da velha pergunta mudar seu tom de racionalidade. Agora era:

” Vale a pena para as galaxias estarem assim, semeando a semente da vida em cada planeta dentro dela para frutificar naqueles que são de boa seara? Qual seria o lucro final, a vantagem, para as galáxias, na colheita dessa semeadura?”

” Tudo bem… as galáxias são tão irracionais como os pobres que perpetuam a vida plantando suas sementes e gerando rebentos sem qualquer lucro final e para desaparecerem todos um dia. Não é bem esta a questão interessante aqui. A questão que me angustia, me deixa inquieto surge quando troco o nome “galaxias” pelo nome “sistema astronomico”, e o nome vida, por “sistema biológico”. Agora estou limpando os conceitos metafísicos com que os humanos impregnam os fatos, excluindo a influencia do intelecto humano sobre estes objetos reais, para vê-los nus e crus tal como são. O que existe de comum entre a galaxia e sua cria é o fenótipo, ao qual damos o nome de “sistema”. Fica fácil aceitar que meus pais plantaram a semente que me trouxe à vida, aqui não preciso dizer que “corpos que são sistemas produziram uma semente que produziu um novo sistema, o qual é o meu corpo”. Sistemas é o fenótipo comum entre meus pais e eu, e sistemas é fenótipo comum entre o corpo da galaxia e o corpo de qualquer vivo.. Porque quando conserto as palavras devidas aos objetos, surge uma avalancha de perguntas que nunca me fiz antes, e nem mesmo nunca vi um filósofo ou cientista fazendo-as…:

“Como é a semente da vida?”

” Digo, qual sua constituição física?”

“Tem que ser algo parecido ( um grau menos evoluído) com o genoma, o DNA, o código genético biológicos. Mas onde está na galaxia, como é, como vem, transportado ou espalhado, pipocando de papoulas?”

“Porque essa diferença brutal entre criador e criatura, ou seja, entre o sistema galáctico e sua primeira criatura direta, o sistema celular ?!”

Não me refiro à diferença de tamanho, pois isto é mero problema relativista, e a natureza é expert em aplicar a nanotecnologia. Afinal ela não enfiou o corpo dos meus pais dentro de um microscópico saquinho cromossômico? Me refiro à diferença de grau evolutivo… Epa!… Heureka! Acabei de fazer uma grande descoberta: tem que haver um elo evolucionário entre galaxias e a primeira célula. LUCA? Mais um elo perdido para procurar-mos…

Bem, uma avalancha de mais perguntas me ocupavam até o sono vir de madrugada naqueles hotéis. Primeiro desconfiei que o revertério na minha configuração neuronial abalando meu racional pode ter sido produzido pelas noites na selva deitado numa rede no mais alto das arvores de onde eu via o céu mais estrelado do mundo ao mesmo tempo que via a escuridão da mata e minha vista ficava indo de um para outro enquanto delirava sob a febre malárica. A febre esquenta o cérebro, as sinapses ficam moles como macarrão e depois quando a febre se esvai os macarrões terminam conectados de diferente maneira… Isso já aconteceu na cabeça de outro filosofo, aquele que inventou a religião do Flying Spaguetti Monster… Raios, eu nunca havia pensado em galaxias… muito menos raciocinado que não pode existir outro criador da vida senão as galaxias.

É possível que a criação da vida pode ser por acaso, como estão ensinando nas escolas, mas este acaso só teve disponível as forças e elementos naturais disponíveis na galaxia, em nenhum lugar mais. Uma girafa não planeja dar a cria, ela surge por acaso, mas com material apenas da girafa… Ou seja, o acaso na criação da Vida é um acaso contido, na galaxia.

Bem… aqui desponta as respostas para as perguntas no título. Desisti de comprar terreno na praia, voltei para a selva, montei um restaurante num garimpo que me rendeu o suficiente para passar sete anos pesquisando na biosfera de natureza virgem na busca de qual foi a semente, como ela era, e como veio. Pois se a vida vale a pena ou não, depende de quem faz a pergunta. Se a própria vida ( através de um vivo como eu), ou se a galaxia, que a produz. A vida já encontrou sua resposta: não, não vale a pena. mas qual a resposta para a galaxia? O produtor? Talvez seja: ” Sim, a vida vale a pena porque ela me dá lucros, vantagens.”

Então porque vou ficar penando como o meio para um fim, e não partir para gozar o lucro do fim? Se eu descobrir qual a vantagem para a galaxia explorar a existência da vida, é possível que eu me apodere dessa vantagem. Ora, não vou ser a vida, vou ser o lucrador da existência da vida… Vou ser a galaxia, o criador, e não a criatura…

Aí sim, talvez valha a pena viver…

Brincadeira, eu estava apenas brincando. Assim como a carcaça putrefata dá sentido para a vida de um urubu, mas para mim não, talvez o lucro da galaxia para manter a vida não me apeteça. Talvez a vida seja para a galaxia o que o cosmético é para a mulher, apenas exibição de uma vaidade que desaparece. Eu pensei nisso mas claro, não faz sentido e releguei esse pensamento para o porão do esquecimento. Outra foi a motivação de eu investir tudo para procurar a tal semente. Na verdade foi uma: Filosofia. O vicio que faz a fraqueza dos filósofos.

Por fim, o filósofo naturalista tem uma intuição cósmica, parece-lhe que fisgou um novo fio da meada do Grande Mistério, então volta a colher todos os dados que a humanidade sabe de fato sobre a natureza real, desde o micro ao macro, desde o Big Bang aos dias de hoje, espalha tudo no piso do salão e ali vive e dorme por semanas, anos, mudando os cartões com dados de lugar, conectando-os de um jeito, desmanchando, conectando-os de outro, procurando montar o grande quebra-cabeças. Quando termina ele olha o resultado, o grande quadro final, e descobre: “Está aí uma nova forma de interpretar o mundo, as existências de tudo, uma nova cosmovisão que nunca foi pensada antes. E ela prediz novos eventos, ela sugere experimentos, porque ela é uma teoria racional.”

Foi assim o início de quase todas as grandes descobertas, das ideologias que moveram a humanidade até hoje. Darwin colheu tudo o que pode da selva e ficou 30 anos montando o quebra-cabeça e então pela primeira vez no mundo sua boca proferiu o nome: Evolução. O meu quadro me levou a balbuciar outro nome: A Matrix/DNA. Darwin teve sorte porque era privilegiado na corte britânica e sua teoria previu várias coisas que foram confirmadas, validando-a. A Matrix/DNA, não sei qual sua validade…

Estas teorias, como a Matrix/DNA, sugere uma grande quantidade de mecanismos e processos na natureza, que nunca se observou antes. E a tecnologia humana foi toda criada imitando o que a natureza faz. Mas acontece que a existência dos filósofos tem outra utilidade pratica. Por exemplo, a minha cosmovisão me presenteou com uma resposta super-racional para a pergunta: Vale a pena viver a vida?

A resposta foi de um tal valor inestimável, basta dizer que vivi super-feliz desde então e hoje se eu pudesse estenderia minha vida o máximo…”

E por mais complexa ou maluca seja uma cosmovisão, ela sempre atrai mais alguns. Estes serão picados pela mosca da resposta, e terão a mesma motivação para viver e serão lucrativos para a humanidade. Portanto, antes de embarcar na onda moderna de dizer que Filosofia e filósofos são inúteis, pense nisso.

Os filósofos parecem inúteis aos humanos normais, mas sem eles, a humanidade será inútil aos olhos do universo.

Wednesday, January 15th, 2020

O povo moderno não poderia se conformar observando a vida de um filosofo autentico, naturalista, e muito menos conseguiria ou se sentiria confortável tendo uma conversa com ele sobre o assunto em que ele esta desenvolvendo, pensando ou escrevendo no momento. mas em verdade vos digo, se não existirem estes filósofos, o destino da humanidade não será diferente do destino de todos os outros animais: a extinção do todo para sempre. As pessoas que compõem a humanidade estão presos no ciclo da correria para ganhar dinheiro, reproduzir famílias, gerações, construir mais e mais… e para onde leva todo esse ativismo? Geração apos geração é no final um ciclo redundante sem mudanças, a não ser aquelas impostas por um mundo externo que não suporta a vida por muito tempo num planeta. Perceba, por exemplo, que foi a atitude filosófica de um Newton observando e se inquirindo sobre a queda de uma maçã, e das inquirições de um Einstein observando os raios de luz descendo através das copas das arvores que conduziram os engenheiros mecanicistas a produzirem a tecnologia que levou o homem acima da Terra, para a Lua.

O filosofo existe fora dessa caravana de reciclagem, procurando meios para existir em outra realidade mais complexa e elevada. Ele, e apenas ele pode descobrir as saídas do ciclo mecanicista e desviar a caravana para subir montanhas, atravessar rios, chegar a outras paisagens. Somente ele pode encontrar os meios de transformar a especie rumo a sua transcendência.

Para você ter uma ideia de como funciona um filosofo naturalista, imagine-se chegando perto do filosofo quando ele estava refletindo e registrando por escrito suas reflexões, no artigo com link nexo. Como você iria conversar com tal cara sobre esse assunto? Que perguntas você faria?

Mas não deixe de raciocinar sobre o potencial transformador das descobertas feitas por ele e entenda como a humanidade na correria para a extinção pode estar se desviando dela para continuar a existir em “outra realidade mais complexa”. Isto para que você perceba a falta de sentido inteligente em você se deixar levar apanhado nessa engrenagem e seja a motivado a imitar o filosofo.