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Origem das “folhas” dos livros

Friday, December 11th, 2020

( texto escrito hoje no facebook)

Lição do Momento:

Porque as partes internas de papel, de livros e cadernos, receberam o nome de folhas?! Pensando bem, não tem nada a ver…

Quando o primeiro gajo viu e precisou falar do primeiro livro, e não existia nenhum nome, ele ficou olhando as laminas internas de papel e na sua mente veio uma associação bêsta com as folhas das arvores?!

Meio estranho não é?

Para mim, aquelas laminas de papel não lembraria em nada as arvores e folhas penduradas. Eu me lembraria antes, por exemplo, das escamas de peixes, cobras… Porque não dizemos: as escamas do caderno? A explicação veio de onde eu menos poderia esperar! No Wikipedia, em https://en.wikipedia.org/wiki/Palm-leaf_manuscript … Neste link interessante de ver, vamos aprender que há milhares de anos atrás, povos como os budistas hindus começaram a sentir a necessidade de inventar outro jeito além da fala para comunicar suas mensagens, conhecimentos, etc. Mas inventar o que, naquele tempo em que, para matar piolhos na cabeça dos filhos, as mães usavam um martelinho feito de pedras? Em que as “influenciadoras” youtubers altamente intelectualizadas dirigiam a juventude ao consumismo, destruição do planeta,… quero dizer… à elevação mental,… e se apresentavam cobrindo só aquele “poquinho” com folhas coloridas de bananeira? Para ganharem mais likes e tomarem o dinheiro dos desintelectualizados?

Como gravar as mensagens em algo que não fossem apenas os sinais eletromagnéticos sonoros da fala entre pessoas próximas, para pessoas distantes e para as próximas gerações?

Com o passar do tempo as “gatinhas da época” descobriram que folhas de palmeiras podiam ser tratadas no sol, secadas, e coloridas, até com flores, para seduzirem mais os gatinhos (e claro, na boleia destes vinham os gatões pervertidos e pedófilos). Vendo essas influenciadoras, os mestres monges budistas ficaram eletrizados, tanto pela imaginação do que estava escondido atrás daquelas folhas, quanto pelo inicio da ideia de que aquelas folhas podiam conter desenhos gravados de suas ideias! E claro, o machismo registrou que a invenção foi dos homens… só prá não contrariar a moda eterna, né?

Enfim, assim aconteceu de os textos sagrados da maioria das seitas antigas, como budismo, esoterismos, etc., que permanecem até hoje, serem gravados em sânscrito nas folhas de palmeiras, o que em inglês recebeu o nome de “palm-leaf manuscicript” (manuscritos em folhas de palmeiras). Por fim, no ocidente a velha técnica dos manuscritos foi desenvolvida pela criatividade tecnológica que emerge da mente evolucionista, ( ao contrario da mente conservadora religiosa que acredita que o mundo foi feito assim por Deus e nada tem que ser mudado, e isso atrasou a evolução da humanidade em milhares de anos) que produziu a imprensa moderna. Eu me queixo que os santos monges antigos, assim como os sábios filósofos gregos, que evoluíram em ética, moral e fraternidade, foram preguiçosos e arrogantes sem querer sujas as mãos na massa fazendo as experiências cientificas, enquanto estas experiências foram feitas depois por quem não tinha evoluído naquela ética, moral e fraternidade, devido sua nova religião, o materialismo Darwinista… Faltou a uns o que tinha nos outros.

Por isso prefiro a nova cosmovisão da Matrix/DNA descoberta por um tal zé-ninguém chamado Louis Morelli, que incentiva as experiências cientificas, a evolução, ao mesmo tempo que é fonte fantástica de valores éticos, morais e uma nova fraternidade humana… mas isto é outra história…

Mas na frente das primeiras maquinas soltando aquele monte de laminas de papel o Gutemberg reclamou: “Raios, preciso perguntar aos clientes quantas destas escamas internas eles querem e, principalmente as madames, ficam furiosas, dizendo que elas estão satisfeitas com a pele delas assim, e não são lagartixas para quererem escamas… então como vou perguntar, que nome dar a isso? Bem, eu copiei tudo daqueles velhos gagás antigos, eles chamavam isso de folhas, e folhas parece um nome romântico, então tá aí! Daqui para frente o produto que faço vai se chamar livro, composto de capa e … folhas!”

Hoje as pessoas modernas manuseiam os livros e falham em folhas, em desfolhar as paginas, ou “vai na folha 47…”, sem que suas mentes façam nenhuma associação com o outro significado da palavra folha, que são aquelas coisinhas lindinhas verdinhas penduradas nos galhos das arvores. Daí que a mãe na cozinha pede para a criança estudando nos cadernos na sala: “Me traz uma caneta e folha aí…” A criança vai correndo ao abacateiro no quintal e traz uma folha para a mãe, com uma caneta… Eu sempre disse que as crianças são mais pé-no-chão, mais racionais, que os adultos…

Quando eu me perdi na selva amazônica e comecei a regredir ao estagio do macaquico, dos bistataravôs dos meus bisavôs, e a me conectar psiquicamente com plantas e animais, ao caminhar abrindo picada no facão, algumas palmeiras me cortavam todo com as bordas das suas palmas. E num dia quando quase fui degolado na garganta, ralhei com a palmeira, enfurecido. Nisso me parece que ouvi uma voz vinda da infeliz dizendo: ” Faço isso porque vocês humanos me traíram, cospem no prato em que comeram, pois eu, minhas palmas, fui a criadora e inspiradora do nome folhas, de seus cadernos, mas vocês infiéis traidores só pensam nas folhas das árvores, só porque são maiores que eu. Aquilo não era para chamar-se folhas e sim “palmas”! Vou continuar te cortando a bunda toda sim!”

… As palmas dos livros, dos cadernos… Para um extraterrestre isso soaria esquisito, mas extraterrestres na selva já me disseram que é muito esquisito quando nós, humanos, mostramos laminas de papel e dizemos “isso são folhas”… Aí eu respondo: ” Não liga não, nós humanos somos todos atrapalhados mesmo…”

Reparem que num desenho na Wikipédia, os livros antigos eram na forma de leques…

E por isso se inventou as estantes cheias de livros nas salas dos ricos. Quando estavam na rua com muito calor, principalmente as madames, entravam nas lojas e compravam aqueles leques ( contendo manuscritos que descreviam verdades sobre os mais profundos mistérios do mundo reveladas por deuses alienígenas) sem nunca olhar o que estava escrito nas… palmas… e quando chegavam em casa botavam na prateleira. E como tinham capas coloridas, visual bonito, acharam chique, das prateleiras fizeram estas estantes, e os menos avisados quando entram nas salas destas mansões pensam… ” Nossa, esta família deve ser muito letrada…”.

Livro com receitas para fazer cocadas do Rei Davi

Mas e eu estou gozando o que, dos novos-ricos semi-analfabetos? Se faço pior, pois sempre disse que faria um livro botando todas as descobertas que fiz na selva, e quando cheguei na velhice sem o tal livro e tenho tudo bagunçado num website, digo para as pessoas que me perguntam do livro, que o livro esta invisível no meio do website: “É um livro sem capa que para ser livro só falta as paginas….”

LEMBRE-SE DA LIÇÃO DE HOJE:

LIVROS NÃO TEM FOLHAS, NEM PALMAS, NEM ESCAMAS, NEM SOLAS DE SAPATOS,… TEM PAGINAS!