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Calvin Cycle e a Formula da Matrix/DNA: Maravilhas da Formula Criadora

Wednesday, December 2nd, 2020

Como a formula Matrix/DNA para sistemas naturais e ciclos vitais montou o Calvin Cycle? BASTA VER A SEGUNDA FIGURA AQUI PARA ENTENDER TUDO!

O processo da fotossíntese se divide em duas fases. Uma é chamada de fase clara, porque se dá na presença da luz; a outra é a fase escura, porque ocorre no interior da folha, sem luz. Esta segunda fase é o Calvin Cycle.

Um artigo completo explicando o Calvin Cycle pode ser visto no Wikipedia ou melhor no link: https://www.eartheclipse.com/biology/calvin-cycle.html

1) Figura do Calvin Cycle

Superpondo o objeto real criado ( o Calvin Cycle ) sobre o template gerador que é a formula Matrix/DNA, temos:

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Calvin Cycle e a Formula Matrix/DNA

Recordando uma das figuras da formula:

The Universal Matrix/DNA as Closed System

F1 fica no local Stage 1, carbon fixation, depois que entra ” 3 molecules CO2″ na folha através dos poros chamados stomata. Ali existe uma molécula que é a receptora inicial de NADPH and ATP, os quais vem da primeira fase da fotossínteses que é outro ciclo. Este receptor (acceptor, porque F1 é função inicial receptora que inicia a mistura das matérias primas e gera o embrião do sistema ) é chamado RuBP: ribulose-1,5-bisphosphate (RuBP), a five-carbon acceptor molecule. Observe que no final do ciclo, no Stage 3, começa a ocorrer a regeneração de RuBP, da mesma forma que no sistema astronômico os fragmentos de F7 se reúnem num ponto para refazerem o vórtice nuclear.

Partindo daí deduzimos que o Stage 2 representa as funções F2, F3, F4. Observa-se que o produto final, 3-carbon sugar é emitido onde deve estar F4, onde fica a função masculina emitindo seu “espermatozoide” que tanto pode ser a energia e informação a fecundar F1 ( sistema fechado) ou pode ser energia/informação atirada para fora do sistema ( sistema aberto).

Temos então a novidade, o curioso caso em que um sistema perfaz-se como fechado e aberto ao mesmo tempo. Fechado porque ele mesmo fornece o material para refazer sua fonte inicial, e aberto porque ele recebe e fornece, ou seja faz trocas com o exterior.

Mas como isto é possível? Eu nunca vi sistema semelhante antes, ou não notei que outros sistemas também fazem isso. A explicação é que o sistema não é realmente fechado, como também não é realmente aberto. Em resumo, pode-se explicar com uma analogia de dois grupos de três passageiros humanos num veiculo:

Existe uma estrada circular, formando uma esfera, onde permanentemente roda um veiculo, com 3 pessoas. A certa altura, o veiculo para e recolhe 3 pessoas que pedem carona. Ficam 6 pessoas. Antes do veiculo chegar novamente ao ponto onde as 3 caronas entraram, elas saltam do veiculo, e correm a pé na frente, para reentrarem quando as três caronas desembarcarem… isto porque naquele trecho terá que ser feita uma tarefa da qual o grupo carona é especialista. Aquele trecho que fica no inicio e no final de uma volta, sempre terá apenas 3 passageiros. Essas voltas do veiculo com 3 pessoas representa o sistema fechado, que foi aberto no meio da volta e voltou a se fechar, sem afetar nada na chegada. E qual a evidencia para esta teoria? Está aqui: ” An enzyme called RuBP carboxylase/oxygenase or rubisco would catalyze the attachment of carbon dioxide to the RuBP. This process would make a six-carbon compound. But because the said compound is unstable, it would quickly split into two molecules of a three-carbon compound which is called as the 3-phosphoglyceric acid or 3-PGA. Hence, for each of carbon dioxide that would enter the cycle, two 3-PGA molecules are formed.”

Two 3-PGA … São dois grupos de 3 passageiros.

Mas sentimos aqui algo muito mais profundo e complexo acontecendo. E parece-me que a nível quântico! Pois um sistema fechado é estável, sempre. Se qualquer de suas partes se tornar instável – por alguma perturbação externa – o fluxo ou parte dele se desvia da lógica do ciclo vital, o que significa que não vai chegar o material necessário em F1 para reiniciar a auto-reciclagem. Mas neste sistema, ele já se torna instável logo após a partida do fluxo de F1. Como se seu corpo começasse gordo em demasia de maneira que o veiculo, muito pesado, não rolaria para perfazer o circuito. Mas quando o veiculo começa a falhar logo depois da partida, quer queira, quer não queira, o sistema será invadido por outro gordo, que vem de fora. Mas ao invés do invasor entrar no veiculo, empurra-o. E só pára quando termina o stage 2. O invasor entra como a molécula “NADO” e sai na forma de glucose. Tudo bem, não vemos nenhum dedo da quântica nisso, é perfeitamente racional pelas leis da física clássica. Mas…

E se o sistema não tivesse partido instável? Ele não pode evitar a invasão que sempre ocorrerá no meio do trajeto. Se o gordo invasor tivesse entrado no veiculo, todo o sistema teria desmoronado. Então para que o sistema sobreviva ele precisa se tornar instável logo na partida. Mas como, na partida, o motorista do veiculo sabe que vai ser atacado no futuro?!!!

O fluxo nada pode saber do futuro, assim como as aguas de um rio não podem saber que lá na frente vai desaguar sobre ela as aguas de outro rio que também vem correndo na direção do mar.

O FENOMENO QUANTICO DA “ESCOLHA RETARDADA” SE MANIFESTA NO CALVIN CYCLE?

Esta estranha surpresa nos lembra imediatamente o mesmo problema chamado de “escolha retardada” que ocorre na dimensão quântica, e que foi meu assunto a uns dois ou três artigos atrás. No qual o acaso que vai ocorrer no futuro determinou a logica do que ocorreu no passado…. Os caras ficam observando o canhão emitir um feixe de fótons que saem na forma de partículas e perfazem um circuito. Aí resolvem brincar com os fótons e faze-los quebrarem o nariz num paredão. Devido a se moverem na velocidade da luz, não é possível colocar a barreira no circuito depois que os fótons foram disparados. Então colocam a barreira antes e disparam o canhão. Os fótons atravessaram a barreira. Como? Repetem a experiência, Vamos focar na barreira como fazem isso. Aí descobrem estupefatos que os fótons não vinham como partículas e sim como ondas, as quais atravessam facilmente a barreira. Mas como vinham como ondas se saíram como partículas? E porque quando não colocamos a segunda barreira, os fótons saem como partícula e continuam como partícula até o fim? Vamos focar a boca do canhão de onde saem estes fótons. Sem barreira, saem como partículas. Quando botam a barreira, saem como ondas.

Como é que os fótons adivinham que lá no futuro vão encontrar outra barreira e por isso precisam serem ondas? E no Calvin Cycle, como é que os carbonos sabem que devem entrar em numero de seis, o que parece suicídio, na forma instável, porque lá na frente vai chegar algo que se os encontrassem na forma estável estariam todos mortos?!!!

NÃO EXISTE DE FATO A DUALIDADE SIMULTANEA DE UM OBJETO COMO ONDA E PARTICULA ?

Para mim, a formula da Matrix/DNA está sugerindo uma solução que me parece lógica. É uma solução parecida com a epigenética. E vem reforçar uma suspeita que venho pensando a tempo e que escandalizaria os cientistas da teoria quântica: “Não existe essa dualidade onda/partícula. Claro que essa ideia tem minado toda a nossa racionalidade, pois ela não existe de fato. O que existe, no experimento acima, é uma partícula fóton se movendo junto com seu background, seu fractal maior, que é um campo que é onda, como se fosse um campo eletromagnético. Acontece que essa onda é luz a luz original de onde vem os fótons, e os fótons são miniaturas da onda, eles contem tudo o que a onda completa contem, com seus sete estágios vibracionais. E acho que isso explica também o ainda desconhecido comando de instruções do DNA. A formula está ali materializada em carne e osso, mas ela continua junto como luz.

A MATRIX/DNA, ENQUANTO ONDA DE LUZ, É ATEMPORAL?

A onda é atemporal ( passado e futuro colapsam a um ponto que é o presente, então, sempre existe apenas o presente) portanto antes do fóton partir, a onda já sabe qual será sua futura trajetória. Se a onda sabe que terá a segunda barreira, ela modela o fóton para se comportar como onda. Essa ideia me veio do meu modelo teórico do átomo, quando procurava descobrir como a formula Matrix/DNA ( que é a onda que estamos falando) construiu os sistemas atômicos. Sendo o primeiro molde evolutivo do sistema universal, o átomo foi feito mais como template do que objeto real. O template está circunscrito nas sete camadas eletrônicas, cada camada sendo uma das partes da formula. Elas são campos abstratos de força, ou luz, e apenas emergem como objetos se tocadas por um elétron. É como se um corpo humano fosse invisível e quando tocado em algum órgão, ou mais alguns, estes órgãos se materializassem sendo visíveis… com o resto do corpo permanecendo invisível. E isso resolveria as contradições entre o modelo teórico de Rutherford, onde elétrons circulam o núcleo como partículas, e o modelo teórico quântico, onde os elétrons aparecem como ondas difusas. Ora, a partícula elétron continua, mas agora também a camada eletrônica correspondente a onda se manifesta, por isso os observadores veem como onda.

( Pesquisa a ser continuada)

Incrível: a formula da Matrix/DNA me conduz a sugerir uma solução para o maior mistério da Física Quântica! (Claro que devo estar errado mas esta solução seria elegante demais)

Friday, November 13th, 2020

Sobre: O Experimento da Escolha Retardada

Inspirado no Artigo: Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://Onda ou partícula? Experimento testa natureza dos objetos quânticos

http://sbfisica.org.br/v1/home/index.php/pt/

Sociedade Brasileira de Física

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O desenho abaixo explica o experimento proposto num artigo na revista Physical Review Letters, pelos físicos Rafael ChavesGabriela Lemos e Jacques Pienaar, todos pesquisadores do Instituto Internacional de Física (IIF) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. A novidade do experimento é que é uma modificação do chamado experimento da escolha atrasada, concebido em 1979 pelo físico norte-americano John Wheeler (1911-2008), justamente para testar a realidade quântica, e cujo resultado levantou a famosa discussão entre um grupo que acredita na escolha atrasada ( a consciência do observador interfere no comportamento dos fótons), e outro grupo que defende a segunda explicação: “É que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido”. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985).

O desenho abaixo ilustra o experimento realizado pelos físicos do IFF:

destaque 2018 09 20

O experimento usa um conjunto de espelhos perfeitos e semi-refletores. Primeiro, um fóton incide sobre um aparelho chamado de divisor de feixes (BS1 na figura acima). É um espelho semi-refletor, que em 50% das vezes reflete os fótons incidentes e nas 50% das vezes restantes deixa os fótons atravessarem sem desviá-los.

Assim, o fóton pode tomar dois caminhos possíveis. Refletido, toma o caminho b, encontra um espelho perfeito e atinge o detector de fótons d. Mas se atravessar BS1, percorre o caminho c e atinge o detector e. Nesse caso, o fóton parece se comportar como uma partícula: existe chance igual do fóton ser detectado em d ou e.

O fóton se comporta como uma onda, porém, se além do divisor de feixes BS1, os experimentadores colocarem no cruzamentos dos caminhos b e c, um segundo divisor de feixes, BS2. Nesse caso, as chances do fóton ser detectado em d ou e variam. As probabilidades de detecção variam com o tamanho relativo dos caminhos c e b e o ajuste do modulador de fase no caminho c (triângulo amarelo na figura). Nesse caso, o fóton age como se fosse uma onda. Ao incidir em BS1, a onda se divide em duas, que depois interferem uma com a outra em BS2. A interferência das ondas em BS2 determina a probabilidade do fóton ser detectado em d ou e.

Wheeler imaginou então o que aconteceria se o experimentador escolhesse colocar ou não o divisor BS2 apenas depois do fóton já ter incidido em BS1. O experimento já foi realizado várias vezes e verificou que a escolha atrasada não influencia o resultado. Sem o divisor BS2, o fóton age como partícula. Com o divisor BS2, o fóton age como uma onda. Mas como isso seria possível? Como o fóton poderia “saber” se deve se comportar como partícula ou como onda ao passar por BS1?

Entenda: O fóton sai do canhão emissor, ninguém sabe ainda se como onda ou partícula. Se lá na frente, depois que ele partiu, colocarem um BS2, se verifica que ele partiu como onda. Se não colocarem, verifica-se que ele partiu como partícula… !!! This blow up our brains…

“A primeira possibilidade é que a decisão do experimentador sobre a medição no futuro refletisse no comportamento do fóton no passado”, explica Lemos. Essa possibilidade implicaria no absurdo de eventos no futuro poderem influenciar eventos no passado.

“A segunda explicação é que o fóton não tem propriedades bem definidas até que seja medido” diz Pienaar. Essa é a explicação mais aceita pelos físicos, a chamada interpretação de Copenhagen da mecânica quântica, defendida pelo dinamarquês Niels Bohr (1885-1985). Wheeler foi um aluno de Bohr e costumava afirmar que “nenhum fenômeno é real até ser um fenômeno observado”.

Inspirados por discussões com Romeu Rossi Junior, físico da Universidade Federal de Viçosa, Chaves, Lemos e Pienaar decidiram verificar se não haveria uma explicação alternativa para o experimento da escolha atrasada. “Surpreendentemente, descobrimos que há sim um modelo clássico estatístico causal para explicar os resultados”, diz Lemos.

O modelo matemático de causa e efeito descoberto pelos físicos do IIF é difícil de visualizar, pois não utiliza os conceitos de onda ou partícula. É um conjunto de regras abstratas que assumem que o comportamento do fóton é controlado por uma variável que só pode assumir dois valores ou estados possíveis. O valor dessa variável “oculta” é sensível à presença do divisor BS2 apenas no momento em que este é colocado no experimento, modificando o comportamento do fóton, fazendo com que as previsões do modelo sejam idênticas às da teoria da mecânica quântica convencional. “Desta forma, o experimento de Wheeler não seria um bom experimento para diferenciar um fenômeno quântico de um fenômeno clássico”, explica Lemos.

Os pesquisadores então propuseram uma pequena modificação no experimento da escolha atrasada. Inserindo moduladores de fase adicionais no circuito do experimento, os experimentadores poderiam criar situações em laboratório em que as previsões do modelo clássico de dois estados seriam diferentes das previsões da mecânica quântica. Os resultados das três realizações do experimento rejeitaram o modelo clássico e confirmaram as previsões da mecânica quântica.

Financiada pelo CNPq, MEC e MCTIC, a pesquisa foi destaque em artigo da Quanta, revista de divulgação científica da Simons Foundation, sendo republicado pela revista Wired.

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Pois bem. Vamos fazer agora uma introdução à uma terceira solução, que estou sugerindo. Depois continuamos esta pesquisa verificando o paper na Physical Review, os artigos da Quanta e da Wired, e fazer uma pesquisa na Internet buscando mais reações de cientistas.

Solução da Matrix/DNA:

A nossa Teoria Geral tem sugerido que existem ondas de luz primordiais ( ou existiu uma primordial emitida no Big Bang) que, quando avança se propagando no tempo e espaço ( ou seja, ficando mais idosa e maior em tamanho), a onda de luz imita exatamente o que acontece com um corpo humano quando, emitido pela fonte geradora, avança se propagando no tempo e espaço ( ficando mais idoso e maior). Mas tem mais outras coincidências entre uma onda de luz original e um corpo humano. Por exemplo, observando-se as luzes emitidas por radiação eletromagnética de sete diferentes elementos, obtém-se sete diferentes “estados” de luz, que são por nos denominados de faixas de frequência, cada qual emitindo uma cor especifica. Isto fica visível na figura que se forma na tela do computador e que se chama “espectro eletromagnético” segundo a figura abaixo:

See the source image

Na montagem da minha teoria, fui parar no Big Bang procurando o que houve ali que teria sido a primeira manifestação neste universal material da formula da Matrix/DNA, pois me focalizando no nosso DNA e seguindo as pegadas da evolução de trás para a frente, ou seja, daqui do presente rumo ao passado, fui encontrando os ancestrais desse DNA nos sistemas astronômicos, depois nos atômicos, observei a formula fazendo os primeiros átomos alguns instantes após o Big Bang,

Mas… de onde veio a formula? Num belo dia, observando e refletindo sobre uma figura num livro de física, do espectro eletromagnético, de repente deu um estalo no cocuruto… Quando eu desenhava a formula da Matrix/DNA como sistema aberto, resultava numa reta continua, como se pode entender a senóide do espectro como reta continua. E quando eu aplicava esta formula nos sistemas naturais conhecidos, os objetos que se situavam nas Funções, apresentavam diferentes intensidades de energia. deixa-me de novo trazer a figura da formula no seus aspecto de diagrama de software:

Formula Universal da Matrix/DNA no aspecto de sistema fechado

Resumindo e recapitulando o que está exaustivamente explicado em outros artigos neste website: um sistema natural perfeito é um conjunto de seis peças que se conectam movidos pela força do ciclo vital; o sistema é produzido iniciando-se pela fonte geradora (F1) emitindo um bólido que devido ao ciclo vital se transforma em forma e estado gerando F2 e assim sucessivamente até em F7 se desintegrar e seus fragmentos retornam reconstruindo a fonte que reinicia o ciclo. Se dividir-mos a vida de um corpo humano de 70 anos em sete formas ( desde a forma de feto até a forma de cadáver) teremos F1 como a barriga da mãe ou fonte geradora, o baby em F1, e assim até F7 que é a forma de cadáver se desintegrando. Nesse caso as seis formas do corpo que rola sob o ciclo vital se fixam como peças de um sistema, aberto. A formula é abstrata no sentido de que as peças são representadas como funções sistêmicas, as quais se encarnam em cada peça e nunca variam. Assim podemos situar como peças as organelas do sistema celular, as moléculas de uma unidade fundamental de informação do DNA, os órgãos de um corpo humano, os sete tipos de astros de uma galáxia, as sete camadas eletrônicas de um sistema atômico. Assim a formula construiu tudo isso, todos os sistemas naturais são copias diferenciadas de um único sistema universal, se dissemos que uma bactéria – que é um sistema – foi nossa ancestral temos que dizer que a galáxia – outro sistema – também é nossa ancestral, apenas mais remota… Mas onde estava essa formula antes de fazer a primeira forma desse sistema universal, que foi o átomo? De que substancia ela era feita?

Por uma década desisti de buscar, achei que nunca iria encontrar a solução, arquivei toda a teoria na gaveta, pois qual seria a utilidade dela, de saber que vim do átomo, que passei pelas galáxias, tido produzido no mundo por uma formula invisível que parece ter surgido ao acaso?

Mas estava sempre descobrindo novos sistemas e como batiam com a formula, então os desenhava, até que tive a intuição de desenhar apenas o fluxo de energia que corria nas formas das peças variando de intensidade e montei a formula da energia dos sistemas. Obtive a mesma figura da senoide do espectro eletromagnético, e isso me fez eriçar os pelos do corpo todo… a LUZ!

Primeiro fez-se a Luz! Fiat Lux!

A luz? Sim, existiam ondas de luz antes do primeiro átomo e ela não apenas tem a mesma cara da formula como também cresce e morre mostrando as mesmas formas de energia e na mesma exata sequencia das frequências!

Dai veio o resto: o Big Bang foi um ato de fecundação, dele foi emitido uma onda de luz que contem o código da vida sendo uma forma de genoma, este Universo é formado por uma placenta de células galácticas e no meio desta placenta esta havendo um processo de reprodução genética daquilo que fecundou… Se em mim, meu DNA é de matéria biológica porque sou de matéria biológica, então um DNA de luz só pode vir de um corpo que tem luz… e etc.

Então voltei na figura do espectro magnético e acrescentei algumas coisas nele, como na figura a seguir. Botei as sete formas do corpo humano ali, na luz, onde elas merecem estar. E os astros, e as funções sistêmicas. Mas poderia botar tudo, as organelas das células, as moléculas do DNA, e até a mão humana, se por a palma como a barriga gravida e o dedo mindinho como o baby, vais descobrir que cada dedo representa uma frequência da onda de luz e suas mãos também foram feitas e desenhadas pelo ciclo vital.

THE ELECTRO MAGNETIC SPECTRUM – The template for all natural systems and Life´s cicles

Essa minha teoria também sugere que cada partícula de luz contem a onda toda. Ou seja, um fóton é uma partícula desprendida de uma onda e ele tem a mesma configuração de onda. Tem as sete formas de frequências, depende do observador se o vê fixo como partícula ou se movendo como onda.

E agora estudando a figura do experimento acima, tentei ver se a formula – que sempre foi meu oráculo – me socorre mais vez, pois ela nunca deixou pergunta sem resposta. Imaginei um experimento cujo resultado foi: enquanto os fótons correm nos circuitos se apresentam como partícula, quando o feixe é dividido, a partícula b se torna spin right, ou seja, gira para a direita, enquanto a partícula c se torna spin left. Se os dois spins se encontrarem em qualquer lugar, tenha ou não espelhos perfeitos ou refletores, os dois se juntem a será sempre uma onda. Mas porque a divisão em spins? Vamos imaginar o seguinte experimento:

Vamos pegar um corpo humano recém-nascido, fazer um clone dele e chamar de forma 1, depois fazemos outro clone quando for criança e chamamos de forma 2, assim:

clone 1 – forma baby > copía baby e deixa crescer

clone 2- forma criança > copia criança e deixa crescer

clone 3 – forma adolescente > copia adolescente e deixa crescer

clone 4 – forma adulto jovem > copia adulto jovem e //

clone 5 – forma adulto maduro > copia adulto maduro e deixa envelhecer

clone 6 – forma cadáver > copia cadáver e deixa desintegrar

( atenção: na formula aparecem sete funções, enquanto aqui delineamos seis funções. Isto porque a F5 é intermitente, responsável pela reprodução de sistemas, não entra aqui.)

Agora vamos fazer clones de cada forma de fóton ( fótons tem a forma geral da onda de luz, contem ao mesmo tempo todas as seis formas, mas expressa uma forma em cada momento dependendo do seu avanço no tempo e espaço)

clone 1 – Primeira (1*) frequência, raios gama > copia raios gama e deixa avançar (crescer)

clone 2 – X-rays – copia raios X e deixa avançar

clone 3 – ultravioleta – copia ultravioleta e… //

clone 4 – luz visível – copia luz visível e …

clone 5 – infravermelho – copia infravermelho e…

clone 6 – microwave – copia microwave e ….

clone 7 – radio wave – copia radio wave e …

Tudo bem… temos setes clones de fótons e seis de humanos ( Epa, cometi um erro acima: a primeira forma humana seria embrião, então corrija-se o esquema para ter os sete clones).

Se colocarmos as três primeiras formas humanas de mãos dadas, e depois outra fila separada com as quatro seguintes formas de mãos dadas… vamos observar o quadro e refletir. A força do ciclo vital estaria empurrando o adolescente a pegar na mão do adulto jovem. E de fato, ao avançar no tempo e espaço ele vai se transformar num adulto jovem. Não da para dividir isso em partes iguais como fizeram com os fótons, só se dividisse o adulto jovem em dias metades e desse uma metade para cada grupo.

Mas quando o espelho refletor dividiu o feixe de fótons em duas metades de 50% cada uma, o que aconteceu? Acertou o foton quando ele estava expressando sua forma de luz visivel. Mas o corpo dele tem as sete formas ao mesmo tempo. Então, sua forma de adulto atravessa o espelho como c e vai envelhecendo passando por adulto maduro, idoso, cadaver… enquanto a outra forma de adulto vai como b retroagindo pata adolescente, criança, baby…

Energia crescente é spin right, energia decrescente é spin left. Quando as duas metades se envcontram no segundo espelho, uma esta na forma de drone 1 e o outro de drone 7. Ora drone 7 constroi imediatamente F1 que se torna o elo do qual resulta em F2, o embrião, o baby… está recomposta e fechada a onda.

bem… nesta altura do campeonato já não aguento mais, estou com forme, sono, vou parar por aqui por hoje.

Mas será mesmo?! E então ? Escolha atrasada ou fóton sem definição possível? Talvez não seja nenhuma das duas, meus pobres e queridos amigos cientistas… A luz pode ser viva e se mover pela força do ciclo vital… Sei que vocês ririam a valer se soubessem deste texto, mas eu… vou manter esta hipótese no ar e testando-a.