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Não se deixe enganar quando alguém fala a palavra “tempo”. Porque tempo não existe no mundo real e prejudica sua inteligencia. Veja esta prova.

Saturday, November 14th, 2020
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Eu provei que o tempo não existe graças a essa minha esquisitice de querer viver como eremita, longe de tudo. Antes de fugir para o meio da selva amazônica e lá ficar por uns sete anos, morava na capital de São Paulo e nos finais de semana pegava o carro e ia viajar pela estrada velha do litoral, subindo e descendo montanhas, até chegar numa praia que fica cheia de gente durante o dia e ninguém à noite. Então nas madrugadas debaixo do belo luar da lua cheia, e ao lado das montanhas, eu me tornava o lobo solitário, podia uivar à vontade para a lua cheia, ouvindo o eco batendo nas montanhas, e depois cair na areia em meditação profunda, tendo como fundo musical o som das aguas do mar.

Foi assim que eu consegui o que ninguém mais na região conseguiu: conhecer o “seo Hagamenon”, saber que ele existia. Ele era um eremita solitário vivendo num casebre de caixotes na mata da montanha ao lado. Fazia questão de esconder-se, por isso me disse que as vezes ficava assistindo do alto do mato da montanha o povão na praia, e à noite quando se certificava que não havia mais viva alma ele descia e achava muitos objetos uteis, até alguma comida, bebida, etc. Mas eu o peguei no flagrante por umas duas vezes, segurei firme o tubo de gás pimenta oculto na manga como precaução, cumprimentei-o, mas surpreso ele saia correndo para a montanha. Na terceira vez levei leitoa assada e garrafas de vinho, comemos e bebemos a noite toda, consegui doma-lo. Perguntei porque “hagamenon”, um nome incomum, dos gregos… e ele rápido corrigiu: ” Não, não é o Hagamenorn grego ( ele tinha um sotaque estranho e só então notei que podia ser “hagamenor” ). ” É a letra “h”, sozinha e minúscula, e separada do resto, que é “menor”: h…menor?! ” Sim, h minúsculo de hominho pequeno, sou o menor dos homens do mundo ( aqueles outros que são h maiúsculo), sou o “aaaa..não” de Deus sempre dizendo “aaa…sim, meu Deus”.

Até hoje quando me lembro da criatividade daquele louco quando estou dentro de um trem e caio na gargalhada sozinho até ouvir a mulher mineira do lado dizendo ao marido: “Esse trem é louco e tá dentro do trem…” Ao que o marido olha pra mim e responde: “Ele é mais fraco que eu. Qualquer problema e boto esse trem fora do trem”… Mas aí me certifico que o tubo de gás pimenta está pronto na mão para qualquer problema, faço o gesto de tocar violão e canto alto:

“Este trem que é o de verdade, na próxima estação…

Bota pra fora todos os trens otários que transportou,

Seja o otário um trem forte ou não…

E já não tá mais aqui quem falou…”

Claro, pois nessa altura já estava correndo para outro vagão.

Mas até parece que o velho h…menor estava esperando alguém na montanha para uma ultima confissão, pois uns dois meses depois encontrei seu cadáver desfeito na cabana. Depois que a policia fez seu trabalho e a cabana ficou abandonada, eu passei a viver nela nos finais de semana. Foi aí que descobri a prova que o tempo não existe.

Os praianos deixavam muito lixo na praia, de vez em quando o pessoal da prefeitura ia limpar, mas não limpava perto do mato. Da arvore que eu via os praianos durante o dia, notei um pequeno monte de lixo na orla da mata. Garrafas plásticas, marmitas de isopor e alumínio, até pedaços de cadeiras… A altura do monte estava no nível de um sulco numa pedra ao lado. Dois dias depois notei que o monte estava mais alto, a altura estava no nível de outro suco mais elevado na pedra, mais lixo tinha sido agregado. E assim foi por dias, meses, o monte cresceu muito, já estava mais alto que a pedra toda. Pensando naquilo tive a ideia que podia fazer um novo tipo de ampulheta para medir o tempo: riscando sulcos paralelos na pedra em toda sua altura sendo que a distancia de cada sulco era igual ao lixo que era acumulado em uma semana, eu podia contar as semanas passando, o lixo funcionava como a areia na ampulheta.

Mas no silencio sob o luar nas madrugadas em que ficava sentado observando o mar, pensei no tempo que corria e me obrigaria a sair dali para o trabalho na cidade, me veio a mente que algo se movia no mundo e estava ao meu lado, avançando…, era o “TEMPO”… um fantasma invisível …. brrrrr… Me lembrei da multidão de filósofos e cientistas queimando neurônios por causa deste fantasma que se movia ao nosso lado, por cima de nós, de dentro de mim, no meio das estrelas, quantas equações matemáticas tinham o tempo como fator concreto variável…

Lembrei dos sulcos que fiz na pedra como armadilha para pegar o tempo, dos relógios que registram o fantasma alado passar, e… espera aí,… o tal tempo que eu queria pegar no monte era bem visível e concreto, eram os praianos. O que o relógio registrava era movimentos do planeta, outro objeto visível.

Então que invisível era este? Nas equações e nas elucubrações mentais dos filósofos o tempo era uma força real, um agente influenciando o mundo material… agente invisível produzindo a evolução com tanta força que quando o tempo se chamava Paleolítico ele atuava tanto em cima de um macaco que quando ele mudou o nome para Mesozoico tinha transformado o macaco em homo sapiens!

Encantado com os filósofos e cientistas quando era criança, pensava que o nosso mundo estava sendo cozinhado dentro de uma panela que estava na cratera de um vulcão ativo invisível que nunca se apaga, e o fogo do vulcão era o tempo. Tudo começou como um caldo de ingredientes espalhados ao acaso e o tempo cozinhou aquele caldo tornando-o a sopa dos cientistas da abiogêneses que criou bolhas que foram as membranas das células e continuou cozinhando e assim existimos aqui hoje pulando devido o fogo do tempo queimando nossas bundas. Sim, a julgar pelo que concluíram filósofos e matemáticos o tempo é a força material catalizadora que cozinha tudo neste universo, transformando tudo.

Mas… não havia nenhum fogo invisível debaixo daquele monte de lixo e nenhum agente invisível trazendo todos os dias ás escondidas mais garrafas plásticas, mais restos de sanduiches, e agregando essas coisas encima do monte. O monte crescia pela ação de agentes visíveis concretos – os praianos – e a cada dia ficava mais velho porque contava mais uma volta da Terra, outro agente concreto. Eu, um inventivo humano que fui na pedra desenhar sulcos e chamando a pedra de “minha ampulheta” , era o único ali naquela praia e naquelas montanhas dizendo a palavra tempo. A Natureza, as arvores, as rochas, não sabem o que é isso. Dizia a palavra “tempo” ao invés de dizer que os praianos botaram mais garrafas em cima do monte enquanto um observador em Marte viu a Terra girar de maneira que quando ele começou a olhar as luzes de New York estava a 40 graus à esquerda da face do sol e quando ele parou de olhar as luzes tinham se distanciado e sumido de vista. Onde está alguma força invisível correndo, se movendo, no meio de tudo isto?

Não existe!

Por isso calculei que não é possível ao humano fazer viagem no tempo… glug… que?… (olha eu caindo na fantasia também repetindo essa palavra-cilada que desvia o racional da racionalidade) … quero dizer, não é possível ao humano viajar com uma metralhadora até a Galileia onde, segundo autores contam num livro, soldados romanos estão fazendo uma cruz e se aprontando para crucificar um cara que eu gosto muito, e com minha metralhadora não vou permitir! Não é possível porque o corpo humano dos que viviam ali tinham diferenças desses corpos humanos que agora estão fazendo esse barulhão, e o pior, tem alguém de salto alto fazendo tik-tok pra lá e pra cá em cima da minha cabeça no apartamento de cima. Por exemplo, nas células dos soldados romanos os cromossomas tinham um telomero mais curto que envelhecia a célula aos 50 anos, enquanto nas células da diva de sapato alto em cima da minha cabeça tem um telomero mais comprido que só envelhece aos 60… para ela ter mais dez anos para gastar mais comprando mais cosméticos por mais dez anos.

Viagem no tempo? Deixa a imaginação deles continuar viajando…

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Physicists Say They’ve Come Up With a Mathematical Model For a Viable Time Machine
https://www.sciencealert.com/physicists-just-came-up-with-a-mathematical-model-for-a-viable-time-machine

O cara saindo daqui, com armadura de guerra, pegando sua capsula voadora, chegando lá com a metralhadora… durante a viagem iria perdendo as garrafas plásticas e restos de sanduiche que foram sendo acrescentados pela evolução no seu corpo, a armadura sumindo, sendo trocada por shortinho de couro de leopardo ( como desfilavam os soldados machões romanos), perucas desaparecendo, a pele muito branca se escurecendo, e até o tamanho do corpo sendo reduzido aos 1,50 mts de outrora… Pior: a metralhadora agora virou arco e flecha. Como enfrentar o exército romano? Assim ele não vai salvar nazareno nenhum. E depois quando quisesse voltar, onde ele iria achar as garrafas plásticas, os pedaços de telomeros, a peruca, que ele perdeu na viagem de ida?

Resumo: nada de viagens do tempo com corpos e maquinas físicas, não porque não temos tecnologia, mas sim porque o tempo não existe. O que existe é o agregado gradual de garrafas plásticas sobre o monte dia a dia, o planeta girando em torno de uma estrela… O que existe são os sulcos que fiz na pedra, a minha visionaria invenção que acreditei que iria medir os movimentos do invisível fantasma e ia de boca cheia falar que era o meu “relógio que filma o invisível chamado tempo e registra passo a passo o seu movimento!” Conheço bem estas teorias sobre as dobras do tempo, viagem no tempo saindo da terceira e passando pela quarta dimensão, etc, nas analisando tudo, tudo se resume a sequencia de movimentos de objetos materiais.

Como um erro no inicio gera uma cadeia de mais erros, inventaram o erro da ampulheta, para medir o tempo. Como pode representar o tempo que todos creem se move do antes para o depois, de baixo para cima, por areia se movendo para baixo?! Eu não sou trouxa de cair nessa cadeia de erros por isso minha ampulheta é um monte de lixo que cresce de baixo para cima…

Os humanos inventaram esse negocio de tempo para poderem viver em sociedade e se relacionarem, poderem fazer algumas coisas juntos. Começou em Belém do Pará quando um casal apaixonado nim parque procurava desesperadamente um jeito de se encontrarem novamente e então ela teve um brilho esplendoroso no olhar, porque uma luz acendeu dentro de sua cabeça e ela disse: Todo dia à tarde chove, por isso tiramos a soneca depois do almoço. Podemos ficar sem almoçar antes da chuva indo para o parque se encontrar lá, ou podemos ir quando a chuva terminar… Eram as primeiras idéias que levaram à invenção do relógio, dos números marcando dias e anos… diria o dono do botequim que não sabe organizar a sequencia dos eventos e por isso não sabe que esses números marcando anos existiam no ano zero de Jesus Cristo que existiu antes do casal existir em Belém.

Enquanto isso um pouco distante dali, na selva amazônica, um índio fala aos outros: ” As antas vão todas as noites para o rio nessa direção ó… quando a lua fica acima do rio e manda seu espirito tomar banho na agua do rio. As antas também entram na agua aproveitando a claridade e se rirem dos astronautas da NASA porque elas não precisam ter aquele trabalhão dos diabos para viajarem e pisarem na lua, pois elas pisam na lua apenas esperando ela descer aqui… Vocês acreditam que as antas acreditam que a lua lá de cima é igual ao espirito dela que veem na agua! Coitadas são muito mais burras que eu, porque sei que as duas não é a mesma coisa, a daqui é só o espirito, … kikiki). Mas então basta esperar que a lua desce aqui e nos que estamos no mesmo rio aqui e vemos quando o espirito da lua está se banhando, ai vamos correr ao nosso encontro com as antas que foi marcado pela lua e, … comer saborosas costelas de antas.”

Como saberíamos que enquanto a matéria do continente americano estava rolando e produzindo a corrida do outro na Califórnia, a matéria rolando no continente europeu estava aprontando outras coisas, como a revolução francesa? Se não tivéssemos inventado essa historia de contar as voltas do planeta em torno da estrela nunca saberíamos que a revolução francesa aconteceu antes da luta pela independência americana e que foi aquela que influenciou esta. O Brasil deu de -7 a +0 na Alemanha ( você leu certo, é menos sete a mais zero), antes ou depois de cair o sutiã da Jackson no show em Las Vegas? Nós precisamos saber essas questões, isso é cultura, é a forma como organizamos os eventos à medida que vão acontecendo, a quantidade de garrafas plásticas e restos de sanduiches que vão sendo agregados encima do monte na praia… e para isso inventamos os medidores de movimentos da matéria, para saber e entender a sequencia em que acontecem… não para captar um agente invisível no microscópio ou no telescópio e nem para medir um fantasma invisível que não existe. Esse fantasma produto da imaginação infantil enquanto a humanidade era criança se foi a muito temp…. opppps… ( lá ia eu escorregando de novo), …há muitas garrafas e sanduiches atrás.

Mas falando sério agora, quando uns anos eu era o ermitão na selva amazônica fazendo perguntas filosóficas à Natureza, certo dia a Mestra franziu o cenho e disse: ” Menino impertinente, não para de encher o saco com tantas perguntas… sabe de uma coisa? Vou te dar um oraculo que vai te responder todas as perguntas, e veja se me deixa em paz…” E num passe de magia apareceu na lareira um pequeno altar onde tinha uma figura, a face da Matrix/DNA ! A formula que apareceu no Big Bang como onda de luz tão forte que hoje banha todo este Universo e nos cega os olhos tanto que não podemos vê-la, essa sim, um agente invisível que atua e move tudo neste mundo. E nas respostas da Matrix/DNA havia conteúdos que me fez começar a desconfiar da existência do tempo dos matemáticos, e não só isso, que a Matemática não era a linguagem superior do universo, que ela só se aplica com eficiência às coisinhas do nosso mundinho, por isso ela continua aceitando erros como a variável do tempo que não existe, isso será corrigido quando a linguagem for corrigida e adaptada para mundos maiores. Por exemplo, na evolução, não foi o mais adaptado e poderoso dos repteis – o dinossauro – que foi selecionado para transcender o reino dos repteis e se alojar no tronco da arvore da evolução na forma dos novos e engenhosos mamíferos. Não… a Natureza olhou para aqueles bichões que só tinham crescido em tamanho e força, sem nada de ética, moral, amor fraternal, então Ela os descartou, como um galho da arvore a secar e extinguir, e voltou o tempo ao inverso, indo lá atrás na história da evolução dos répteis até encontrar um meio desajeitado que parecia um porquinho, o cinodonte, que ao invés de comer os filhotes saltando fora dos seus ovos botados fora, fazia até ninhos de espinhas de cobra para junta-los… E a Natureza sorriu, caiu de amores, e apontou seu dedo cósmico para a pequena e humilde criatura que tremia temendo os monstros dinossauros, e disse: “Tu desejarás construir estes ninhos cada vez mais perto de ti, um dia desejarás fazê-los mesmo até dentro de ti, e assim terás o ninho de placenta e manterás os ovos dentro, e te tornarás uma mamífera, a futura rainha toda poderosa deste planeta!”

Como então o tempo correu ao inverso?! Voltou do futuro para o passado na história? Para quem estivesse em outro continente tentando registrar a sequencia de eventos iria se ver em papos de aranha pois algo na evolução num continente não iria bater com as leis da evolução em outro continente. teria a seleção natural dos arrogantes evolucionistas selecionado ao contrario, elegendo o mais fraco? Nada disso. Na praia do seo h… menor, tem montinhos de lixo mais escondidos perto daquele que cresceu muito, neles os praianos não acrescentaram tantas garrafas de plástico. Em relação ao racionalismo linear da lógica matemática, o tempo segue em minha reta e do passado para o futuro, não pode fazer estas curvas e voltar atrás, por isso a matemática linear atual não se aplicará aos mundos maiores da vida… como os buracos de minhoca. Como fazer as contas até os dinossauros e depois apagar metade das contas, esconder um pedaço da reta, e voltar ao cinodonte, para daí pegar a outra estrada trilhada pelos mamíferos até chegar ao homo sapiens?

Mas tem muito mais nas respostas da Matrix/DNA como evidencias sugerindo que o tempo é um fantasma imaginário humano. Alias ela sempre usa outros termos, como cadeia de causas e efeitos, dinâmica, movimentos dos corpos, sequencias, etc., nunca ouvi ela pronunciar esta palavra, tempo.

Sábio era o seo h…menor, quando via aquele mundo de gente invadindo sua praia e se lembrava de 30 anos atrás ( digo, menos 30 voltas da Terra no Sol) quando não vinha quase ninguém e exclamava com saudades: “Lá se foi aquele tempo”.

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Por 30 anos Joaquim te xingou toda manhã por lembra-lo da fábrica. Um dia ele se aposentou, te botou asas, e te mandou ver se ele estava na esquina, e então mudou de lugar, e você retornou, não o encontrou e continua assim voando, procurando, por toda eternidade…

Ou o caipira que foi raptado e encaixotado numa caixa de cimento chamado apartamento no meio de uma parafernália de prédios e motores ruidosos, olhando pela janela, relembrando com suspiro e saudades as noites na rede da varanda, sentindo o cheiro da plantação crescer, dos sapos na lagoa coaxando, enquanto enrolava o fumo do cigarro de palha, e exclamando a maior verdade deste mundo … “Foi-se o tempo”. Uma verdade que só os filósofos e matemáticos teimosos ainda não enxergaram e continuam a enfiar fantasmas nas suas equações, que por isso estão desviando o ritmo da tecnologia humana artificial da sincronicidade com o ritmo da Natureza que também avança desenvolvendo sua tecnologia natural… Um dia ainda vamos levantar numa manhã sem sentir solo firme, sem ar para respirar, e quando tivermos caindo veremos a Natureza se distanciando por outra estrada, acenando para nós e dizendo: “Sinto muito, vocês pegaram o caminho errado, não é esse o indicado pelo universo atemporal, bye, bye…”

  • “Oh… meu… caia na real… o tempo já era…. sumiu na era que ainda se acreditava em Papai Noel…”