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Terra: As Mudanças no núcleo e a importância do campo magnético para a vida.

Tuesday, September 1st, 2020

Os astrônomos discutem a idade do núcleo da Terra e teorias variam desde 4 bilhões de anos a 1,3 bilhão, supondo que a idade do núcleo solido não é a mesma idade do planeta. Este artigo divulga um estudo baseado no ferro liquido que concluiu pelos 1,3 bilhões de anos. Outro assunto interessante tratado aqui é: este planeta é o único do sistema solar que tem vida porque tem uma atmosfera respirável e na superfície não tem radiação. Mas estes predicados existem aqui graças a um outro fenômeno: o campo magnético da Terra. Se não fosse o campo magnético barrar a radiação vinda do Sol acima da atmosfera, esta radiação destruiria esta atmosfera. Mas este é o único planeta do sistema solar que tem campo magnético. Por isso é o único que cria e suporta a vida.

Earth’s core is a billion years old

https://www.space.com/earth-core-billion-years-old.html

Earth's layers shown in this modified NASA image.
(Image: © Shutterstock)

Artigo: Not much is known about the history of this 1,500-mile-wide (2,442 kilometers) iron ball that’s the Earth’s nucleus. Estimates of its age have ranged from half a billion years to more than 4 billion years, almost as old as 4.5-billion-year-old Earth itself. Now, researchers have squeezed a miniscule piece of iron between two diamonds and blasted it with lasers to arrive at a new estimate of 1 billion to 1.3 billion years old — a date range that coincides with a measurable strengthening of the Earth’s magnetic field that happened around the same time.

Matrix/DNA: Mas o que é 1,3 bilhão de anos, a substancia do núcleo ou o estado físico desta substancia – se solida. liquida? Eu não posso me arriscar a opinar porque não sei se esta galaxia e este sistema estelar é de primeira ou segunda geração, pois existiram dois processos diferentes de formação destes sistemas, assim como o sistema celular teve como primeiro processo a simbiose e depois disso aprendeu a se reproduzir… no caso dos sistemas astronômicos aprenderam a se reproduzirem auto-reciclando-se. Creio que no sistema celular a simbiose na formação das células modernas manteve-se encoberta: a partir das proteínas produzidas pelo DNA/RNA as organelas são produzidas numa sequencia e esta é a mesma sequencia do ciclo vital da primeira geração quando as organelas foram geradas fora da célula. Então a logica aconselha que na formação dos sistemas astronômicos modernos deve estar encoberto o processo da primeira geração, o qual está explicitado na formula Matrix/DNA.

E sugere esta teoria da primeira formação que os núcleos dos planetas são formados antes dos planetas, no estado liquido, depois são congelados tornando-se sólidos e depois voltam a serem líquidos, sempre variando pela variação da temperatura externa. Mas esta sequencia e esta variação é sugerida também quando aplicamos outro método de construção do nosso modelo teórico, o qual consiste em verificar o que este sistema astronomico produziu aqui quando criou os sistemas biológicos para calcular como teria sido a formação destes sistemas astronômicos, pois a ideia é que sistemas só sabem gerar outros sistemas pelo mesmo método que eles próprios foram gerados.

E o método para gerar i sistema biológico vegetal, que veio primeiro do que a célula animal, portanto sento mais fiel ao método do ancestral, começa pela formação da semente, que corresponde ao núcleo dos astros e ditas sementes de novas estrelas. pensamos como exemplo uma semente de milho. Ela é feita sob alta temperatura exposta ao sol, depois é esfriada quando inserida na terra, e depois volta a esquentar quando recebe novamente a energia solar pela água e o solo, quando então cresce e brota. Assim deve acontecer no aspecto astronomico quando desabrocha uma nova estrela. Não é por acaso que vindo por dois caminhos diferentes, dois métodos diferentes, chegamos um mesmo resultado: porque seja no processo de primeira geração, no processo da segunda, e no caso da semente vegetal, em todos os três casos a formula construtora é a mesma.

Artigo: Modern Earth is like a layer cake, with a solid outer crust, a hot, viscous mantle, a liquid outer core and a solid inner core. That solid inner core is growing slowly as the liquid iron in the core cools and crystallizes. This process helps power the churning motion of the liquid outer core, which in turn creates the magnetic field that surrounds Earth and helps protect the planet from harmful cosmic radiation. ( leia mais no link acima)

Coronavirus: A exata reação de Gaia se defendendo do humanovirus?

Tuesday, April 14th, 2020

Sabe o que estou deduzindo dessa calamidade hoje? E’ uma guerra entre as Leis Naturais e o comportamento anti-natural das criaturas dominantes nesta época na superficie deste planeta. Para Gaia – a forma de vida do planeta Terra, que mantém as dinâmicas internas do planeta – a especie humana está sendo sentida como um virus infeccioso, porque:

1) Gaia respira inspirando a nutriente luz solar que mantém seu núcleo vivo com suas reações nucleares, mas o virus humano está carregando a atmosfera com poluição que impede às partículas solares alcançarem o nucleo;

2) E tem que expirar para expulsar os gases e detritos destas reações e faz isso através de vulcões e seus poros na sua pele superficial. Mas o virus humano está tapando estes poros com crostas de asfalto, cimento, concreto. A Terra está ficando sufocada ameaçada por falta de respiração!

Então como a Natureza responde? Ora, com aquilo que Ela dotou suas criaturas: o sistema de defesa autoimune. Com anti-corpos. E anti-corpos contra virus humanos são os virus com genetica oposta, ou seja, coronavirus.

Penso ser muito curioso que o método com que estamos matando Gaia – desativação da respiração – é justamente o método com que o coronavirus está nos matando. Tal ação, igual reação?

Mas de que adianta eu pensar isso agora, que a vaca foi para o brejo? Se eu não vou mudar meu comportamento? Se estou como o viciado em estado terminal que não tem como resistir à próxima dose? Vou continuar aumentando a nossa população de virus, consumindo tudo o que encontro nas entranhas de Gaia. Mas como cheguei nesse vício estúpido desprezando o racional da Razão com que a Terra tinha dotado suas criaturas? Um fato notório hoje responde em parte esta pergunta:

A maior vítima do anti-corpo natural está sendo a minha adorada pátria, a America. E as outras maiores vítimas são 4 países poderosos da Europa. O que tem em comum estes países? A maior crença e adoração e pregação de um tipo de sistema social ao qual denomino de “selvagem capitalismo” Eu me conformo que o capitalismo seja um mal necessário e inevitável para meu pais se defender da escravidão dos outros sistemas vizinhos, como o comunismo. Mas sou contra o capitalismo selvagem, onde os maiores predadores do 1% continue a se apropriar de 10% de aumento na sua renda anual, o que significa um roubo de 10% das rendas das outras duas classes.

O maior predador tem o instinto e mentalidade do leão que nem sequer aceita que pode haver alguma mudança no seu território, onde ele determina o futuro. O mundo foi feito assim por Deus, com o grande predador necessário para governar as desajuizadas ovelhas, e nada iria mudar o que Deus fez, por isso ele não aceita a ideia de seu mundo sendo mudado, nem por um virus. Para manter seu reinado na Terra entre humanos e satisfazer sua gula crescente ele precisa que a economia gire acelerada e sem frescuras de escrúpulos como os respeitos a Gaia e seus recursos, e nisso ele comanda todos os humanos. Os quais são fracos, obedecem, porque também tem a gula do gado aumentando até devorar toda a vegetação, e assim todos são surpreendidos nestas calamidades. Pois o poder maior, a força maior, pertence a Gaia, e não aos humanos.

Depois que eu observei Gaia na biosfera amazônica e sai de lá com uma nova diferente cosmovisão, mudei muito meu comportamento, principalmente não acompanhando e combatendo o bombardeio do chamado ao consumismo. Esse pequeno sacrifício de nada vai me valer, pois nada posso sozinho e falando o idioma desconhecido de Gaia ninguém me ouve. Esse coronavirus anti-capitalismo e/ou anti-comunismo selvagens pode me pegar também, mas tenho uma vantagem: tenho motivo para manter a paz e dignidade durante a tortura até o último respirar. E vou adorando minha amada mãe Gaia, pois ela está certa, Ela precisa defender a evolução da vida, e para isso tem que se defender. HALLELUIA mãe Gaia, meu mais lindo e adorado deus PLANETA VIVO, se eu tenho que desaparecer para que sobrevivas e continue a gestar e desenvolver a VIDA, que é sagrada, que assim seja!

Terra primitiva totalmente coberta por água? Evidencia para a minha teoria da formação dos planetas?

Tuesday, March 3rd, 2020

Descoberta indica que Terra primitiva era completamente ‘cheia d’água’

https://socientifica.com.br/2020/03/03/descoberta-indica-que-terra-primitiva-era-completamente-cheia-dagua/

O modelo astronomico construído tendo por base a formula Matrix/DNA para sistemas naturais, sugere que planetas são astros recém-saídos da nebulosa de poeira, gases e outros resíduos estelares que circundam um vórtice turbilhonar no núcleo do sistema. Ejetado pelo vórtice, o germe de astro ( uma esfera de magma incandescente) atravessa essa nebulosa, cujas regiões variam em consistência e densidade devido a temperatura decrescer quanto mais se afasta do vórtice. Isso indica que cada região com sua temperatura especifica agrega material ao astro, formando as diferentes camadas geológicas. Ao sair da nebulosa o astro deve estar coberto de poeira congelada. A seguir, avançando no espaço, o astro cai na orbita de uma estrela próxima, a qual esquenta e derrete o gelo superficial formando a água. Dependerá da razão entre poeira congelada e gelo real se o astro terá mais ou menos água na superfície. E neste ponto o astro recebe a classificação de planeta. Portanto, a teoria do artigo acima seria mais uma evidencia para reforçar esta teoria.

Mas deve se ter em conta que o modelo se refere aos building blocks das galaxias, e relacionados às primeiras gerações de galaxias apenas. Que o planeta Terra tenha sido produto desta geração não está ainda definido.

Terra, e evidencias para a Matrix/DNA Theory

Friday, October 4th, 2019

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Pela observada interação entre o núcleo e o campo eletromagnético, cientistas suspeitam que existam cristais metálicos misturados com o ferro incandescentes no núcleo. Sempre tenho tentado calcular como os fótons/genes/bits/informação da formula Matrix/DNA no seu aspecto astronômico estariam no meio do ferro incandescente, e agora a possibilidade dos cristais, que podem ter interações especiais com luz e fótons, chama atenção. Entra também aqui o caso co campo eletromagnético, suscitando mais uma vez a possibilidade de que a formula se projeta eletromagneticamente.

A informação de que o núcleo é quase tao quente quanto o SOL favorece a teoria de que o núcleo seja um germe estelar.

http://discovermagazine.com/2013/jan-feb/20-things-you-didnt-know-about-inner-earth?fbclid=IwAR3tJqktewCBwb40dn4Jib6wpoFdtOK3iJGtruKkpjWTmL4xmPwVaN8MyCc

Alguns textos do artigo:

Change is inevitable, even in the core. Examining paleomagnetic data, geoscientists at Johns Hopkins University suggest that the eastern and western halves of Earth’s core take turns growing and melting.

( Ver o que é paleomagnetic data e geoscientists at Johns Hopkins University)

Terra e seu germe nuclear

Terra e seu germe nuclear

At Earth’s center is an iron-rich orb more than 4,000 miles wide—bigger than Mercury, actually—closer to our feet than L.A. is to New York.

Earthquake waves that pass through the inner core travel faster north-south than they do east-west. One theory: The inner core consists of metallic crystals aligned with Earth’s poles, and the waves move more rapidly when they go with the grain.

The inner core is nearly as hot as the surface of the sun, and the pressure down there is 3 million times what it is on the surface.

Berkeley physicist Richard Muller speculates that oxygen, silicon, and sulfur are being squeezed out of the inner core and floating up to the core-mantle boundary, where they collect into hot, slushy dunes. Every once in a while, one dune may violently tumble into the mantle, revving up convection and disturbing the magnetic field.