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Calvin Cycle e a Formula da Matrix/DNA: Maravilhas da Formula Criadora

Wednesday, December 2nd, 2020

Como a formula Matrix/DNA para sistemas naturais e ciclos vitais montou o Calvin Cycle? BASTA VER A SEGUNDA FIGURA AQUI PARA ENTENDER TUDO!

O processo da fotossíntese se divide em duas fases. Uma é chamada de fase clara, porque se dá na presença da luz; a outra é a fase escura, porque ocorre no interior da folha, sem luz. Esta segunda fase é o Calvin Cycle.

Um artigo completo explicando o Calvin Cycle pode ser visto no Wikipedia ou melhor no link: https://www.eartheclipse.com/biology/calvin-cycle.html

1) Figura do Calvin Cycle

Superpondo o objeto real criado ( o Calvin Cycle ) sobre o template gerador que é a formula Matrix/DNA, temos:

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Calvin Cycle e a Formula Matrix/DNA

Recordando uma das figuras da formula:

The Universal Matrix/DNA as Closed System

F1 fica no local Stage 1, carbon fixation, depois que entra ” 3 molecules CO2″ na folha através dos poros chamados stomata. Ali existe uma molécula que é a receptora inicial de NADPH and ATP, os quais vem da primeira fase da fotossínteses que é outro ciclo. Este receptor (acceptor, porque F1 é função inicial receptora que inicia a mistura das matérias primas e gera o embrião do sistema ) é chamado RuBP: ribulose-1,5-bisphosphate (RuBP), a five-carbon acceptor molecule. Observe que no final do ciclo, no Stage 3, começa a ocorrer a regeneração de RuBP, da mesma forma que no sistema astronômico os fragmentos de F7 se reúnem num ponto para refazerem o vórtice nuclear.

Partindo daí deduzimos que o Stage 2 representa as funções F2, F3, F4. Observa-se que o produto final, 3-carbon sugar é emitido onde deve estar F4, onde fica a função masculina emitindo seu “espermatozoide” que tanto pode ser a energia e informação a fecundar F1 ( sistema fechado) ou pode ser energia/informação atirada para fora do sistema ( sistema aberto).

Temos então a novidade, o curioso caso em que um sistema perfaz-se como fechado e aberto ao mesmo tempo. Fechado porque ele mesmo fornece o material para refazer sua fonte inicial, e aberto porque ele recebe e fornece, ou seja faz trocas com o exterior.

Mas como isto é possível? Eu nunca vi sistema semelhante antes, ou não notei que outros sistemas também fazem isso. A explicação é que o sistema não é realmente fechado, como também não é realmente aberto. Em resumo, pode-se explicar com uma analogia de dois grupos de três passageiros humanos num veiculo:

Existe uma estrada circular, formando uma esfera, onde permanentemente roda um veiculo, com 3 pessoas. A certa altura, o veiculo para e recolhe 3 pessoas que pedem carona. Ficam 6 pessoas. Antes do veiculo chegar novamente ao ponto onde as 3 caronas entraram, elas saltam do veiculo, e correm a pé na frente, para reentrarem quando as três caronas desembarcarem… isto porque naquele trecho terá que ser feita uma tarefa da qual o grupo carona é especialista. Aquele trecho que fica no inicio e no final de uma volta, sempre terá apenas 3 passageiros. Essas voltas do veiculo com 3 pessoas representa o sistema fechado, que foi aberto no meio da volta e voltou a se fechar, sem afetar nada na chegada. E qual a evidencia para esta teoria? Está aqui: ” An enzyme called RuBP carboxylase/oxygenase or rubisco would catalyze the attachment of carbon dioxide to the RuBP. This process would make a six-carbon compound. But because the said compound is unstable, it would quickly split into two molecules of a three-carbon compound which is called as the 3-phosphoglyceric acid or 3-PGA. Hence, for each of carbon dioxide that would enter the cycle, two 3-PGA molecules are formed.”

Two 3-PGA … São dois grupos de 3 passageiros.

Mas sentimos aqui algo muito mais profundo e complexo acontecendo. E parece-me que a nível quântico! Pois um sistema fechado é estável, sempre. Se qualquer de suas partes se tornar instável – por alguma perturbação externa – o fluxo ou parte dele se desvia da lógica do ciclo vital, o que significa que não vai chegar o material necessário em F1 para reiniciar a auto-reciclagem. Mas neste sistema, ele já se torna instável logo após a partida do fluxo de F1. Como se seu corpo começasse gordo em demasia de maneira que o veiculo, muito pesado, não rolaria para perfazer o circuito. Mas quando o veiculo começa a falhar logo depois da partida, quer queira, quer não queira, o sistema será invadido por outro gordo, que vem de fora. Mas ao invés do invasor entrar no veiculo, empurra-o. E só pára quando termina o stage 2. O invasor entra como a molécula “NADO” e sai na forma de glucose. Tudo bem, não vemos nenhum dedo da quântica nisso, é perfeitamente racional pelas leis da física clássica. Mas…

E se o sistema não tivesse partido instável? Ele não pode evitar a invasão que sempre ocorrerá no meio do trajeto. Se o gordo invasor tivesse entrado no veiculo, todo o sistema teria desmoronado. Então para que o sistema sobreviva ele precisa se tornar instável logo na partida. Mas como, na partida, o motorista do veiculo sabe que vai ser atacado no futuro?!!!

O fluxo nada pode saber do futuro, assim como as aguas de um rio não podem saber que lá na frente vai desaguar sobre ela as aguas de outro rio que também vem correndo na direção do mar.

O FENOMENO QUANTICO DA “ESCOLHA RETARDADA” SE MANIFESTA NO CALVIN CYCLE?

Esta estranha surpresa nos lembra imediatamente o mesmo problema chamado de “escolha retardada” que ocorre na dimensão quântica, e que foi meu assunto a uns dois ou três artigos atrás. No qual o acaso que vai ocorrer no futuro determinou a logica do que ocorreu no passado…. Os caras ficam observando o canhão emitir um feixe de fótons que saem na forma de partículas e perfazem um circuito. Aí resolvem brincar com os fótons e faze-los quebrarem o nariz num paredão. Devido a se moverem na velocidade da luz, não é possível colocar a barreira no circuito depois que os fótons foram disparados. Então colocam a barreira antes e disparam o canhão. Os fótons atravessaram a barreira. Como? Repetem a experiência, Vamos focar na barreira como fazem isso. Aí descobrem estupefatos que os fótons não vinham como partículas e sim como ondas, as quais atravessam facilmente a barreira. Mas como vinham como ondas se saíram como partículas? E porque quando não colocamos a segunda barreira, os fótons saem como partícula e continuam como partícula até o fim? Vamos focar a boca do canhão de onde saem estes fótons. Sem barreira, saem como partículas. Quando botam a barreira, saem como ondas.

Como é que os fótons adivinham que lá no futuro vão encontrar outra barreira e por isso precisam serem ondas? E no Calvin Cycle, como é que os carbonos sabem que devem entrar em numero de seis, o que parece suicídio, na forma instável, porque lá na frente vai chegar algo que se os encontrassem na forma estável estariam todos mortos?!!!

NÃO EXISTE DE FATO A DUALIDADE SIMULTANEA DE UM OBJETO COMO ONDA E PARTICULA ?

Para mim, a formula da Matrix/DNA está sugerindo uma solução que me parece lógica. É uma solução parecida com a epigenética. E vem reforçar uma suspeita que venho pensando a tempo e que escandalizaria os cientistas da teoria quântica: “Não existe essa dualidade onda/partícula. Claro que essa ideia tem minado toda a nossa racionalidade, pois ela não existe de fato. O que existe, no experimento acima, é uma partícula fóton se movendo junto com seu background, seu fractal maior, que é um campo que é onda, como se fosse um campo eletromagnético. Acontece que essa onda é luz a luz original de onde vem os fótons, e os fótons são miniaturas da onda, eles contem tudo o que a onda completa contem, com seus sete estágios vibracionais. E acho que isso explica também o ainda desconhecido comando de instruções do DNA. A formula está ali materializada em carne e osso, mas ela continua junto como luz.

A MATRIX/DNA, ENQUANTO ONDA DE LUZ, É ATEMPORAL?

A onda é atemporal ( passado e futuro colapsam a um ponto que é o presente, então, sempre existe apenas o presente) portanto antes do fóton partir, a onda já sabe qual será sua futura trajetória. Se a onda sabe que terá a segunda barreira, ela modela o fóton para se comportar como onda. Essa ideia me veio do meu modelo teórico do átomo, quando procurava descobrir como a formula Matrix/DNA ( que é a onda que estamos falando) construiu os sistemas atômicos. Sendo o primeiro molde evolutivo do sistema universal, o átomo foi feito mais como template do que objeto real. O template está circunscrito nas sete camadas eletrônicas, cada camada sendo uma das partes da formula. Elas são campos abstratos de força, ou luz, e apenas emergem como objetos se tocadas por um elétron. É como se um corpo humano fosse invisível e quando tocado em algum órgão, ou mais alguns, estes órgãos se materializassem sendo visíveis… com o resto do corpo permanecendo invisível. E isso resolveria as contradições entre o modelo teórico de Rutherford, onde elétrons circulam o núcleo como partículas, e o modelo teórico quântico, onde os elétrons aparecem como ondas difusas. Ora, a partícula elétron continua, mas agora também a camada eletrônica correspondente a onda se manifesta, por isso os observadores veem como onda.

( Pesquisa a ser continuada)

O cérebro é o circuito de um sistema perfeito, o corpo, outro igual circuito: alterações no circuito corporal são detectadas no circuito cerebral, como dores, sensações. Nova sub-teoria da Teoria Geral da Matrix/DNA

Saturday, November 28th, 2020

Nem meu cérebro nem eu (como ego ou consciência), nunca vimos meu fígado, meu coração, nem meu estomago. Meu ego, ou consciência, sabe que tenho estes órgãos, qual a forma deles, e onde estão localizados, porque vejo figuras destes órgãos em outros corpos iguais ao meu. Mas o cérebro não pode saber nada disso, ele nunca recebeu sinais visuais, tácteis ou sonoros destes órgãos. Então, como o cérebro avisa meu ego que está ocorrendo má digestão no estomago, ou seja, alguma azia, e com um tipo de aviso ( na forma de dor) bem especifico, ou seja, aquela dor que imediatamente relacionamos à azia?!

Exemplos de que o cérebro nem sabe que ele tem – ou está ligado – a um corpo, são muitos. No vídeo com link abaixo, são mostrados alguns exemplos. Outro exemplo é o que acontece com crianças recém-nascidas. No inicio elas não controlam os movimentos de mãos e pernas. A certa idade elas ficando olhando para as mãos e os pés, curiosas, e uma mão pega, apalpa, sente a outra, pega um pé… só então a criança começa a ver que que aqueles membros não são como os outros objetos que ela vê – o berço, o brinquedo, etc – porque elas percebem que podem mover estes membros pela simples vontade de movê-los. Só então passam a ter controle deles, a aprender a andar, etc. Mas o que percebeu isso foi o ego, não o cérebro: para este, não tem diferença entre os diferentes objetos externos.

O cérebro tem extensões, denominadas “nervos”. Mas um nervo que desce pelo pescoço, ou sai da medula espinhal, atravessa larga área escura, passa pelo fígado, não vê nada, e o cérebro não pode saber onde ele está, são como tentáculos de um polvo cego no fundo escuro do oceano. Nervos que passam pelos dedos que sofre um ferimento são afetados naquele local, mas o cérebro, que nem sabe o que tem dentro dos dedos e em volta daquele nervo, nem a qual distancia o ferimento está, etc., jamais poderia saber que um dedo está sendo cortado.

No entanto, a realidade mostra que ele avisa o ego que o dedo está sendo cortado, mesmo que eu também esteja num oceano escuro sem ver meus dedos.

Neste vídeo, é ensinado como estão as ultimas pesquisas e mais atualizadas teorias dos cientistas. A teoria pode ser resumida neste trecho do seu discurso:

Aos 12:38 s – ” As experiências do corpo a partir de dentro são bem diferentes das experiências do mundo à nossa volta. Ao olhar à minha volta, o mundo parece cheio de objetos, mesas, cadeiras, mãos de borracha, pessoas, vocês todos…inclusive meu próprio corpo. Posso percebê-lo como um objeto externo. Mas as minhas experiências a partir de dentro do corpo não são assim. Não percebo meus rins aqui, meu fígado aqui, meu baço. Não sei onde fica meu baço, mas fica em algum lugar. Não percebo minhas vísceras como objetos. Na verdade, nunca as percebo, a não ser que haja algum problema com elas. E isso é importante, eu acho. A percepção do estado interno do corpo não tem a ver com saber o que está lá, mas tem a ver com controle e regulação, com manter nossas variáveis fisiológicas dentro dos limites necessários para nossa sobrevivência. Quando o cérebro se utiliza de palpites pra entender o que está fora, percebemos os objetos como causas das sensações. Quando o cérebro se utiliza de palpites para controlar e regular coisas, vemos o quanto esse controle está indo bem ou mal. Então, nossas experiências mais básicas de sermos um ser, de sermos um organismo corpóreo, estão profundamente arraigadas nos mecanismos biológicos que nos mantêm vivos. E, quando seguimos essa ideia, começamos a ver que todas as nossas experiências conscientes, já que dependem do mesmo mecanismo de percepção por palpites, vêm de uma necessidade básica de permanecermos vivos. Vivenciamos o mundo e a nós mesmos com, por meio de, e por causa dos nossos corpos vivos.”

Sinceramente, não entendi nada. Para mim, ele enrolou, escapando como os políticos escapam recorrendo a recursos de retoricas que nada dizem para enganar os eleitores de que elas sabem o que estão falando, mas o leitor que não sabe porque não tem inteligência suficiente, deve docilmente aceitar aquela verborreia como sentença definitiva. Ele não apresentou filmes animados mostrando o que são “variáveis fisiológicas, mecanismos biológicos que nos mantem vivos, ou por qual mecanismo o cérebro calculou a região e o local do nervo dentro do dedo, e como, por qual sinal, o cérebro materializou sua percepção em substancia mental para que minha consciência se inteire disso, e etc.”

Sei que minha inteligência é fraca, e posso até aceitar que é mais fraca do que o normal entre humanos, por isso, peço a alguém que tenha entendido e saiba traduzir isto numa outra forma de linguagem que ei entenda melhor, talvez nem precise mostrar os experimentos científicos que revelam estas variáveis fisiológicas, estes mecanismos biológicos, como são, fisicamente, estes controles de regulação… que pelo jeito, teriam que ser controles remotos, dada a distancia e separação do cérebro e o corpo.

Mas os cientistas mencionaram duas palavras que me impressionaram: controle e regulação.

Isto me lembrou imediatamente a minha Teoria Geral da Matrix/DNA, a sua formula universal, e me fez correr a calcular uma nova sub-teoria.

A Matrix/DNA diz que existe uma formula natural de todos os sistemas naturais. Essa formula é vista no corpo, do pescoço para baixo, e outra vez, como forma do cérebro, pois são dois sistemas naturais. Então ela sugere que somos duas cópias do sistema universal, uma como corpo e outra como cérebro. O cérebro foi construído evolutivamente como auto projeção do corpo, desde as bactérias, iniciando por sistemas nervosos muito simples. E diz que todos os sistemas naturais são como fractais em diferentes tamanhos, uns dentro de outros, numa universal hierarquia de sistemas. Acima de todos os fractais existe o fractal perfeito universal como template de todo este Universo, uma espécie de genoma da fonte geradora deste Universo. I sentido da existência destes fractais menores, como nós humanos, é serem moldados pela evolução e crescerem para se empalharem com o genoma divino. Assim como aconteceu entre seu corpo e o de seus pais. Para lembrar e fixar melhor a nossa mente vamos trazer a formula para cá:

Se esta formula está como template tanto do cérebro como do corpo, seus órgãos principais do corpo correspondem a seis regiões ou glândulas do cérebro. No corpo, F1 deve ser o coração, no cérebro sabemos que é o hipocampo. E assim por diante. No cérebro as partes todas são fixas, não se móvel e não realizam funções metabólicas, então no cérebro a formula é fielmente estabelecida e imutável. No corpo as partes executam funções metabólicas, podem ter seus estados variados. Enfim, o que interessa mais na formula é o fluxo de informações do sistema inteiro que corre no circuito esférico. Sendo a mesma formula na forma de dois fractais e estando os dois interconectados, podemos supor que estão alinhados, encaixados, superpostos, como ocorre na superposição quântica. E devemos supor que qualquer saída da anormalidade, qualquer influencia negativa em qualquer órgão ou ponto do circuito do corpo, causará uma perturbação local da energia fluindo no circuito. Assim, qualquer perturbação num ponto do circuito do corpo, será imediatamente percebido como alteração ou desvio ou bloqueamento da energia no mesmo ponto do circuito do fractal cerebral.

O cérebro não diz ao ego que está doendo o pulmão. O cérebro não sabe que existe pulmão. E o pulmão por si só não tem e não sente dor. E quem está conectado com o ego, ou consciência, não é o pulmão, e sim o cérebro.

No emaranhamento quântico, qualquer alteração numa partícula repercute e produz alteração imediata na sua contraparte que pode estar a milhas de distancia. Então quando existe bolhas de sopro/água perturbando o pulmão, o cérebro retira o ponto correspondente de seu circuito de contato com o ego e cede lugar ao mesmo ponto de circuito que corresponde ao pulmão. Assim o pulmão entra em contato direto com a mente. E a mente sente a dor localizada e característica do pulmão.

O cérebro deveria ter o poder de impor a correção do seu circuito sobre o ponto correspondente doentio no corpo. Isto seria uma espécie de epigenética, e tem evidencias sugerindo que de fato pode acontecer. Com a evolução, talvez nossa mente, através do cérebro seja assim capacitado a nos curar.

Na minha mente – acostumada a 30 anos a lidar com esta formula – a figura se desenha com clareza, a superposição dos fractais, mas entendo que ao leigo no assunto, fica difícil de ver o quadro mental. Se tiver tempo e melhores recursos computacionais aqui vou fazer o desenho que tenho na mente desta superposição e adiciona-lo neste artigo. Por ora, fica registrado maus um ramo de pesquisa a ser refletido e desenvolvido.

O vídeo é muito bom, pode ser escolher a legenda em português, e até ver o transcript. Mas a mensagem final, a meu ver, é obscura, mostrando que a uma certa ideologia está falando mais que a ciência real. Isto se nota no inicio quando dizem que : ” antigamente se acreditava que a vida foi feita por magicas, hoje já sabemos como foi feita pela física e pela química…” Novamente o escapar pelo reino das palavras humanas que são desconectadas da realidade captada pelos nossos censores e pelos instrumentos científicos. Para a Natureza não existe isto de física e química, não existe separação nos eventos naturais de isto pertence a uma área, e isto a outra área, ali tudo é uma coisa só é natureza. Física e química se tornaram duas palavras representando entidades magicas que criaram as propriedades vitais e toda a vida em si. Onde estavam – nos átomos do planeta terra, no sistema solar e nesta galáxia, as forças e elementos naturais que convergiram para a superfície terrestre e entre suas ações e reações produziram a vida? Não venham me enrolar com palavras que, tendo a Natureza como observadora, nada significa. E este salto da realidade para o mundo das ideologias, sejam deístas ou materialistas, que foi aplicado ao fenômeno da vida, estão agora aplicando-o ao fenômeno e maior mistério de todos os tempos que é a autoconsciência…

Your brain hallucinates your conscious reality | Anil Seth

FIM 

WHERE is the working proof for evolution?

Saturday, May 2nd, 2020

Somebody posted this question in Yahoo Answer, at Society & Culture, 02/05/20. Below is my answer:

https://answers.yahoo.com/question/index?qid=20200430200935AAxKyHc

I am seeing here and now, watching embryogenesis, that Nature applies the process of transforming one shape in a new different shape (blastula into fetus, so on) and turning on initial simplicity into terminal complexity. If Nature does it here and now, why not there and in the past? I never saw any miracle, like appearing all shapes from nothing. So, I think that is rational to elect evolution as the best theory. It happens that Darwinian theory is merely half of the whole universal process of evolution. There is a new and more accurate theory of evolution which found the evolutionary link between Cosmological and Biological Evolution, the DNA as a kind of ex-universe genoma that is encrypted into all natural systems ( from atoms to galaxies to biological systems). In the picture below you can see the evolution of this process called “vital cycle” from our astronomic ancestor to humans.

Attachment image

Aprendendo a se preparar e resolver os problemas antes que eles surjam

Sunday, January 19th, 2020

“O ser humano não é capaz de mudar quando tudo está bem. É quando algo muito ruim acontece que o ser humano se transforma. Quando acontece uma catástrofe, o ser humano se dá conta de que não dá para continuar como está” – palavras do japones Kengo Kuma

Grande fato constatado na realidade. Mas porque o ser humano é assim? Se Kengo Kuma não apontar a causa e sugerir uma solução para nós corrigir-mos esse defeito, de que adianta constatar e alardear uma critica? Assim Kengo não vai plantar a semente no cérebro para motivar a auto-mutação de ninguém.

Aqui na Matrix/DNA nós gastamos nosso tempo e o dos leitores apenas quando já procuramos uma explicação e uma causa na formula universal para adicionar logo a seguir ao apontamento de um dos nossos defeitos. E qual a causa primeira desse fenômeno real, natural, que observamos aqui e agora? Qual a explicação do porque fomos feitos assim?

A massa que constitui a maior parte do nosso corpo tem a tendencia a se acomodar na inercia do equilíbrio termodinâmico. Por isso procuramos em todas as situações a melhor acomodação possível para nosso corpo. Se sentimos um vento frio entrando por alguma fresta na casa, corremos a tampar a fresta. Existe um nível de temperatura ideal para manter nosso corpo confortável e funcionando, qualquer diferença de temperatura no meio ambiente prejudica nosso equilíbrio termodinâmico.

E enquanto um sistema natural qualquer – como um corpo humano – não alcança o nível evolucionário em que o intelecto domine as forças elementares dos átomos e células de seu corpo, o corpo todo fica dominado e dirigido por estas forças elementares, que vem lá dos sistemas naturais que são nossos ancestrais mais remotos, como os sistemas atômicos e astronômicos. Os animais irracionais são impulsivos justamente porque ainda não possuem intelecto.

E vemos que os nossos ancestrais mais recentes, como os animais das selvas, se dividem em instintos para predador ou presas ( E porque surgem divididos assim? Porque seus corpos são sistemas, e todo sistema natural é construído pelo processo do ciclo vital. E neste processo os corpos vao mudando de formas, sendo que a forma posterior sempre “engole” a forma anterior, ou seja, torna-se predadora de si mesma. Como a sua forma adulta “engoliu” a sua forma adolescente, a qual continua como estrutura de seu corpo. Quando num ambiente ecológico varias formas de corpos são mantidas convivendo no mesmo tempo, os corpos animais maiores “engolem” os menores, surgindo dai o fenômeno que denominamos de predador e presa ).

Tanto os predadores como as presas possuem a tendência elementar de se acomodarem na inercia. Apenas a necessidade de alimento e algumas vezes, de escapar de um clima insuportável ou de um predador, os faz se moverem. Com a exceção dos filhotes que nascem com grande potencial de energia e essa energia move o corpo em busca de brincadeiras. ( Porque os filhotes nascem com maior energia natural e à medida que a idade avança ela vai diminuindo? Porque o que chamamos de energia foi produzido pela propagação da luz no meio da dark matter inerte desde as origens deste Universo, e nessa propagação ocorre atrito, fricção, e essa fricção se estabelece como energia. Então a energia – sendo o elo entre a luz e a massa espacial – traz em si algumas propriedades da luz, como as diferenças das diferentes fases de frequência, vibração, comprimento de onda, etc. E como podem ver no gráfico do espectro eletromagnético da luz natural aqui neste website, em outros artigos, logo que uma nova onda de luz nasce de uma fonte ( o que mais tarde evoluiu para o fenômeno em que observamos um baby nascendo de uma mãe), a luz tem a sua mais elevada vibração, a mais alta que existe, na forma de raios gama. Isso passou para nossos bebês).

Quando uma especie destes ancestrais ditos “irracionais” passou pela mutação que a transformou na forma de humanos, os primeiros trogloditas trouxeram estes instintos das selvas para as suas cavernas. ( E porque houve essa mutação para a forma humana? Porque o corpo animal sendo uma forma de sistema natural alcançou um estagio no ciclo vital universal em que este sistema vindo desde o Big Bang se transformaria naturalmente, digamos, da forma de bebê para a forma de criança do sistema universal. Esta transformação faz se expressar uma informação que já havia na onda de luz inicial – a qual veio do antes do Big Bang e podemos chama-la de “O genoma do nosso pai/mãe hermafrodita que existe alem deste Universo”, ou se preferirem os deístas, de “O Genoma de Deus” – como os genes retardados que só entram em ação em nossos corpos mais tarde, como os genes para barba, atividade sexual, etc. – e trata-se de uma informação referente ao fato que a luz inicial estava impregnada da substancia que denominamos de “auto-consciência”. Esta nova característica genética universal produz no cérebro a nova estrutura denominada neo-cortex, que os irracionais não possuem, o qual deve ser a sede da auto-consciência, ou ao menos, o ponto de onde se projeta um cordão umbilical com a bolha de auto-consciência.)

Sendo pouca ainda a substancia de auto-consciencia, o intelecto é demasiado debil e incipiente, então os corpos dos humanos primitivos são dirigidos pelos instintos trazidos da selva que foram trazidos das forças naturais elementares entre atomos e galaxias. Devido ter nestes instintos a tendencia à comodação na inercia, ela dominou e ainda domina grande parte da população humana. Os humanos quando nascem vem com a genética contendo os tres instintos como latentes potenciais : o instinto para grande predador, para médio predador e para presa. Creio que vai depender da criação, da qualidade do corpo que os genes produziram, das condições econômicas do berço em que se nasce, qual dos tres genes vai se expressar para o resto da vida. mas pode tambem a causa ser relacionada a dimensões mais sutis que desconhecemos, como a espiritual ou karmica, não sei. E o gene expressado modela a psique do individuo a ser predador ou presa.

O humano que nasce com o gene predador será predador, parasita, de humanos. Basta ver como vivem os leões na selva para perceber sua tendencia ‘a inércia: depois de se alimentarem procuram uma sombra no alto da colina e ali vivem preguiçosamente, nunca tiveram uma atitude para mudarem nada do ambiente ou em si mesmos. Um dos melhores exemplos que mostram como os humanos predadores possuem vícios de acomodação foi o que aconteceu com a predadora família e corte de luis XV, rei da França. O palácio real vivia em festas orgíacas por semanas enquanto o governo do pais era negligenciado e o povo cada vez mais faminto. Um conselheiro do rei lhe disse que devia fazer uma pausa nas festas e cuidar do reino porque “a turba lá fora está cada vez mais enfurecida e ameaçando a invadir o palácio”. Ao que o rei respondeu: ” E você pensa que não sei disso? Que não sei que a multidão vai invadir o palácio e nos cortar a cabeça na guilhotina? Mas o que podemos fazer para evitar isso? Nada. Estamos escravos do vicio, prisioneiros deste estado mental, e de dentro de nós não vai surgir a força para nos corrigir-mos a tempo”.

De fato, toda a família e os aristocratas da Côrte de Luis XV foram parar na guilhotina. Hoje, os grandes predadores, como a mafia internacional financeira continua a tramar o afunilamento do capital nas mãos do 1%, crendo que agora nada nem meringue conseguiria lhes parar. A Natureza continua se movendo, se transformando, e certamente vai arrumar seu jeito de parar isso. os dinossauros também acreditaram que nada nem ninguém na Terra poderia vence-los, mas não contaram com o fato que na Natureza existem meteóritos. Humanos aprenderam isso e hoje a NASA luta desesperadamente para desenvolver armas que destruam meteoritos no espaço… Os ditadores Sadam Hussein e Khadafi acreditaram que o povo nunca teria forças para insurgir, mas se esqueceram que sempre pode vir forças imprevistas de fora. O fato é a lei natural: “Deixe de atuar como predador, senão serás inevitavelmente extinto!

As presas ainda apresentam mais essa tendencia, passando se possível 24 horas por dia com a cabeça baixa procurando alimento, totalmente desinteressadas do que está ocorrendo nos horizontes alem do que alcança sua visão e audição, e quando os leões atacam saem correndo deixando para trás os filhotes ( daí veio o habito dos humanos primitivos em sacrificarem os jovens para doar no altar aos poderosos para aplacarem sua ira e deixa-los vivos e acomodados).

Em decorrência disso tudo, Kengo Kuma notou que “O ser humano não é capaz de mudar quando tudo está bem. É quando algo muito ruim acontece que o ser humano se transforma. Quando acontece uma catástrofe, o ser humano se dá conta de que não dá para continuar como está”.

Então a sugestão para mudar o ser humano a ser precavido, a ser motivado a atuar preventivamente antes que o mundo externo venha com forças incomodas e ameaçadoras, é a de que ele procure se auto-exorcizar destes instintos, procurando alimentar e fazer crescer seu intelecto absorvendo ou permitindo o maior acesso de substancia autoconsciente. Mas para que ele seja motivado a isso, é preciso antes que seja informado da sua realidade existencial, de onde veio seu corpo. É uma herança incomoda, indesejável, essa vinda dos ancestrais animais e dos sistemas animados não-vivos. É preciso supera-la. Todas as especies de predadores e de presas não possuem futuro evolutivo algum, muitas já foram extintas e as que existem estão a caminho da extinção. A Natureza não admite a acomodação, porque Ela mesma vem se transformando, e com isso vai chegar um momento que Ela não vai mais suportar a vida neste planeta. Nós vamos ter que desenvolver asas e aprender a voar, para fazer como as aves que imigram do norte frio para o sul aconchegante. Mesmo que sejam com asas tecnológicas, produzidas pela consciência maior ao ser alimentada com as informações dos mecanismos e processos disponíveis existentes na Natureza micro ou macroscópica, como as que revelamos aqui, para desenvolver o intelecto subjugando nossos primitivos instintos.

Descoberto mais um padrão universal: fluxo de elétrons num condutor

Thursday, September 26th, 2019

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Universal Pattern Explains Why Materials Conduct

Isto deve vir da formula da Matrix/DNA, talvez do fluxo de energia/informação que corre no circuito esférico do ciclo vital. Mas trata-se apenas da criação de uma faixa ampla de possibilidades numa Matrix matemática estatística com números que registrou os elétrons se posicionando mais ou menos no meio entre os dois lados extremos. Mas todos os padrões universais interessam a teoria da Matrix/DNA.

https://www.quantamagazine.org/universal-pattern-explains-why-materials-conduct-20190506/

Art for "Universal Pattern Explains Why Materials Conduct"

The movement of electrons inside a conductor is impossible to calculate exactly.

Esta imagem pode ir para o livro para dar uma ideia de como a entropia faz os fótons-bits-informações escaparem do fluxo do circuito sistêmico tornando-se os radicais livres que podem reproduzir o sistema em outro lugar.

“What they show, which I think is a breakthrough mathematically … is that first you have conduction, and second [you have] universality,” said Tom Spencer, a mathematician at the Institute for Advanced Study in Princeton, New Jersey.

My answer in Portuguese and English (voltar ao article para ver se foi publicado – aguardando moderador):

Matrix / DNA – A Systemic/Biological Approach –

And why is that? First, there must be a kind of matter that can be traversed by electrons. And as soon as electrons penetrate this material, instead of scattering like clouds across the material or coiling in one place, they line up and move forward in a row. Thus arises universality, because this line always happens.

An ant follows the last of a row because it has sensors such as smell, maybe vision, etc. Which sensors have the electrons to follow the last in line? When we look at an anthill or a beehive from a more distant location we see the whole set functioning as a system that copies the Matrix / DNA formula system. And the systems of those insects were not created by sensors like smells, etc., they build a design that insects couldn’t possibly do, so we learned that the system is automatically imposed by the formula inside the atoms and DNA forming the bodies of the insect proving to be a will from the inside out, but at the same time the same formula is in the larger environment surrounding the insects, suggesting an automatic imposition from the outside in.

In the case of these electrons, when penetrating a conductive substance that artificially conducts them through a pre-established wire could not function modeling to form a system. Even if the wire were bent by joining the beginning end to the end forming a ring, the flow would probably remain permanent running without further effect.

From the Matrix/DNA formula’s perspective, the scattering of electrons escaping from the flow and composing those few random numbers are due entropy of electrons. But comparison with the formula where the flow are photons, we ask what would these electrons lack that photons have to form systems? That is, forming parts and transforming the flow in the life cycle circuit? The photons – which are the registers / transporters of information – within the electrons would be missing. In simple natural systems the photons are the internal sensors. In the future when we get instruments that identify each photon and manipulate them, maybe it will be possible to emit photons aligned in the formula sequence and even in a conductive amorphous mass, systems may spontaneously arise.

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Matrix/DNA – Uma perspectiva sistemica e biologica:

E porque é assim? Primeiro é preciso que haja um tipo de matéria que seja atravessável pelos elétrons. E assim que elétrons penetram esse material, ao invés de se espalharem como nuvens por todo o material ou de se embolarem num só lugar, eles se enfileiram e seguem a frente como uma fila. Assim surge a universalidade, porque essa fila acontece sempre. Uma formiga segue as ultimas de uma fila porque tem sensores, como olfato, talvez visão, etc. Quais sensores tem os elétrons para seguirem os últimos da fila? Quando observamos um formigueiro ou uma colmeia de abelhas de um local mais distante vemos todo o conjunto funcionando como um sistema que copia o sistema da formula da Matrix/DNA. E os sistemas daqueles insetos não foram criados por sensores como cheiros, etc., eles constroem um design, impossível de ter sido feito pelos insetos, então aprendemos que o sistema fé imposto automaticamente pela formula que esta dentro dos átomos e do DNA formando os corpos do inseto mostrando ser uma vontade, de dentro para fora, mas ao mesmo tempo a mesma formula está no ambiente maior que envolve os insetos, sugerindo uma imposição automática de fora para dentro.

No caso destes elétrons, ao penetrarem uma substância condutora que os conduzem artificialmente através de um fio pré-estabelecido não poderia funcionar a modelagem para formarem um sistema. Mesmo que se curvasse o fio unindo a ponta inicial a ponta final formando um anel, provavelmente o fluxo se manteria permanente correndo sem mais efeitos. Pela perspectiva da formula da Matrix/DNA, o espalhamento dos elétrons escapando do fluxo e compondo aqueles poucos números ao acaso  são devidos a entropia dos eléctrons. Pela comparação com a formula onde o fluxo é composto por fótons, nos perguntamos o que estaria faltando aos elétrons que os fótons possuem para formar sistemas?  Ou seja formarem partes e transformarem o fluxo no circuito do ciclo vital? Faltariam justamente os fótons – que são os registradores/transportadores das informações – dentro dos elétrons. Nos sistemas naturais simples os fótons são os sensores internos.

No futuro quando conseguirmos instrumentos que identifiquem cada foton e os manipulem, talvez sera possível uma emissão de fótons alinhados na sequencia da formula e mesmo numa massa amorfa condutora, talvez surjam sistemas espontaneamente.