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A Matrix/DNA transfere o mistério daqui para o antes do Universo mas para as dimensões ao lado também

Friday, December 6th, 2019

A formiga nada sabe do nosso mundo humano, mas ela convive conosco. Então porque não pode acontecer que mesmo nada sabendo do mundo da sétima faixa, ou sétima dimensão, não estejamos no mesmo lugar convivendo com as formas e seres daquela dimensão?

A fórmula que está em mim veio dos meus pais que veio dos avos que veio dos macacos, das amebas, da galaxia, do átomo e … do desconhecido sistema natural que plantou seu genoma antes ou no ato do Big Bang. Podem alegar que o que eu fiz foi igual à Teoria da Panspermia, que transfere a origem da vida para outro astro mas não explica como ela surgiu naquele astro. Mas isto aqui é muito diferente da Panspermia.

E como surgiu o ser natural que expeliu o genoma? Enfim, a minha teoria parece necessitar de uma causa inicial supernatural e talvez magica, ocorrendo antes do Big Bang. Porem, a minha teoria da luz sugere que talvez não. Para explicar isso preciso antes fazer a analogia da formiga.

A formiga não tem a menor noção da existência dos humanos, do ambiente que foi modelado pelos humanos, apesar dela viver juntos conosco no mesmo mundo. Quando ela está subindo na parede, ela pode sentir que está subindo uma montanha, não tem a menor noção que está na casa de humanos. Quando um humano se aproxima da formiga, seus sensores devem informar o que nossos sensores informam quando estamos perto de uma montanha e vem vindo uma rocha ou avalancha de pedras rolando. Sentimos o chão vibrar, como a formiga deve sentir vibração no piso devido aos nossos passos. Vemos um enorme bólido da avalancha e assim a formiga deve visualizar um corpo humano, como uma enorme pedra, sem maiores complexidades. Ela não tem cérebro e sistema nervoso para ser capaz de processar as informações do que é um animal gigantesco centenas ou milhares de vezes o tamanho dela e o qual provavelmente ela nunca vê, apenas capta alguns sinais elétricos ou luminosos. Me parece que você pode chegar na frente dela, aproximar sua mão dela, e ela não se move, ela não esta te vendo. Apenas se toca-la ela se move e sai correndo.

Pois bem. Nos humanos vemos a luz. Mas a luz tem varias formas diferentes acopladas numa só onda. Cada forma tem uma cor quando reflete num prisma ou passa na atmosfera formando o arco-iris. Mas estas cores que vemos não são cores da onda de luz, são cores de apenas uma das formas da luz. A forma que vemos damos o nome de luz visível. As outras seis formas não captamos, nada vemos, mesmo que no espectro geral ela apareça dividida em cores também ( veja a imagem do espectro eletromagnético abaixo). A luz visível esta bem no meio da onda de luz, pois se são sete formas, a luz visível é a quarta forma, deixando três formas de um lado e as outras três do outro lado.

Sugere a Matrix/DNA que uma onda de luz original trouxe a este nosso universo material a formula que cria sistemas naturais e nestes incluindo nos, humanos. E que as sete formas da onda são exatamente as sete formas diferentes de um corpo humano, produzidas pelo ciclo vital. Isto significa que estamos a faixa da onda que vemos, a luz visível, corresponde no humano a sua forma de adulto jovem, recém vindo da juventude.

Cada forma da luz tem um tipo de vibração, uma sequencia, um comprimento de onda, tudo especifico a ela, os quais são diferentes de todas as outras seis faixas de onda. Então a primeira faixa corresponde aos primórdios da onda, da vida, do universo, do ser humano, etc. É a faixa do baby recém nascido, chamada de raios gama, onde sua energia e vibração esta em maior intensidade. A segunda fase corresponde a criança, ou todas as formas infantis dos outros elementos. As três faixas acima da nossa são do adulto amadurecido e vai até os fragmentos do cadaver que corresponde aos fragmentos da luz em fótons.

A formiga nada sabe do nosso mundo humano, mas ela convive conosco. Então porque não pode acontecer que mesmo nada sabendo do mundo da sétima faixa, ou sétima dimensão, não estejamos no mesmo lugar convivendo com as formas e seres daquela dimensão? Não temos sensores para captar o que esta construído acima do mesmo piso que vivemos, não temos cérebro suficiente para processar as elevadas informações, mas vivemos no mesmo mundo, dentro dele. Não existe separação entre nos e eles entre natural e super-natural, pois tudo é natural, como entre nos e a formiga tudo é natural. Tente imaginar que a diferença entre a parte do mundo captada por nós não é apenas temporal e sim, espacial, ou seja, não é o caso de antes ou depois do Universo, como se aquele antes e depois estivessem fora do universo. Talvez, na diferença espacial, devíamos olhar apara os lados, pois talvez, aqui bem próximo a nós, ou no mesmo local que estamos, estão as fronteiras entre a quarta e quinta dimensões, a sexta está logo ali, vizinha à nossa direita, etc. Sei que é difícil processar mentalmente isso, mas a analogia da formiga pode ajudar a iniciar a sentir o x da coisa.

Agora vamos supor que os seres da sexta, da sétima faixa, também se reproduzem. As formigas se reproduzem, quase como nos. Vamos supor ainda que as formigas são nossas ancestrais, estão no tronco da arvore da evolução em que estamos. E que de alguma forma quando estamos sendo formados na embriogênese, em algum momento os genes tem que construir as estruturas básicas da formiga que permanecem em nós, o que significaria que naquele estagio tenhamos quase a mesma forma da formiga. Se isso também acontece com os seres da sétima faixa da onda de luz, em algum momento da embriogênese deles seus genes estão construindo as estruturas básicas do corpo humano, e naquele momento eles tem a forma quase humana.

Mas sendo de sétima geração tudo neles será astronomico para nós, inclusive suas escalas de tempo e espaço. De maneira que se nossa embriogênese demora 9 meses, a deles pode demorar 20 bilhões de anos.

A formula da Matrix/DNA sugere que neste universo esta ocorrendo um mero processo de reprodução genética. Tudo o que aconteceu nestes 14 bilhões de anos foi a mesma sequencia e historia do que acontece nos sete ou oito meses da nossa embriogênese. Portanto, isto indica que a especie humana aqui e agora é a forma do feto – talvez já do embrião – de um ser filho de alguém da sétima dimensão. Como a formula sugere que seres da sétima dimensão possuem o corpo como sistema natural porem cuja substancia é luz, e alem da luz tem a super-consciência cósmica, isto indica que somos o feto de uma super-consciência. De fato, observando nosso primitivo estagio consciente, parece que somos isto mesmo.

Então, mesmo que transferimos a origem do sistema natural universal – que inclui os seres vivos – para antes do Big Bang, não estamos saindo do mundo natural, não estamos sugerindo a existência de um, criador super-natural. Ou os humanos seriam supernaturais para as formigas? Claro que não…

Observe a ínfima faixa ente UV e Infrared: é apenas isso que vemos e captamos do nosso mundo… mas está certo, os fetos nada captam do mundo externo alem do seu universo-bolsa. Se captamos esta faixa toda é graças ao fato que não somos um feto biológico qualquer, somos o feto de uma super-consciência, e assim já podemos captar algo fora dos universos-bolsas, tais como estrelas, galaxias, etc.

Pondo o Sistema Universal dentro do seu corpo, o seu interesse em conhecer os detalhes do seu corpo te conduzem a intuir os detalhes do sistema universal e assim, reducionisticamente, você é levado a conhecer o TODO!

Tuesday, December 3rd, 2019

Abaixo tem uma extensa copia da introdução ao relato de uma investigação cientifica sobre um detalhe do corpo: o mecanismo que faz o diafragma inspirar o ar. Focando uma minuscula parte da medula óssea, os cientistas vão relatando o que constatam e que já foi constatado antes por outros cientistas em varias investigações. Como se trata de um documento cientifico, os autores são obrigados a citar cada documento publicado antes sobre os detalhes, confirmando o que estão observando. Apenas depois disso eles vão mencionar o que descobriram alem do que já se sabe.

O que precisa notar aqui é como um minimo pedacinho, talvez microscópico, e apenas da medula óssea, já revelou tantos mecanismos e processos feitos pela Natureza. E nessa experiencia em particular, os cientistas foram descobrir que existe mais um mistério – “Como faz, o que bombeia o inicio da inspiração quando o bombeador normal num corpo saudável foi injuriado e parou de funcionar?! Alguma coisa que não estava funcionando entrou em funcionamento e continuou o bombeamento. Assim foram suspeitar que existe uma invisível ou desconhecida network alem da network normal. Isto vai desencadear uma nova onda de pesquisas encima daquele detalhezinho. E algo mais profundo, ainda nem sequer imaginado, existente na Natureza, será descoberto!

Permita-me agora analisar isto sob a perspectiva da minha cosmovisão construída quando pensei ter descoberto a formula universal de todos os sistemas naturais na selva amazônica. Tudo o que eu disser daqui para a frente, lembre-se, é dedução da minha teoria consultando aquela formula.

” O corpo humano está montado como um sistema, à imagem e semelhança, na sua estrutura ultima, de todos os outros sistemas existentes no Universo. Na verdade todos os outros sistemas nada mais são que copias evolutivas derivadas de um sistema universal que se iniciou nas origens do Universo, talvez com o Big Bang. Assim, sistemas atômicos, astronômicos, como o sistema-corpo de bactérias, são todos nossos ancestrais na nossa linhagem evolucionaria. A formula universal surgiu neste mundo com todas as informações existentes dentro deste Universo. Então tudo o que a Natureza faz é uso e ativação daquelas informações. Para entender isto lembre-se que quando nasce um complexo corpo humano, tudo o que ali está veio de informações contidas no genoma inicial de seus pais. A formula universal é um genoma, vinda do alem deste Universo.

Parece-me ser uma meta suprema desta Natureza Universal conduzir o sistema universal que está crescendo, evoluindo, dentro deste Universo, a aprender e conhecer por completo o que é, como é, como funciona, a formula deste genoma extra-universal. Nestes tempos e aqui na Terra, uma copia deste sistema universal é a especie humana, então ela está sendo conduzida nesta aprendizagem.

Mas a espécie humana é uma forma do sistema universal quase microscópica, limitada a uma ínfima parte do espaço sideral, então como sua inteligencia pode ser conduzida a se desenvolver, sem acesso as informações que estão muito distantes? Simples: todas as informações do Universo estão na formula que esta dentro do corpo humano, expressadas nos mínimos detalhes das carnes, dos ossos, das substancias. Estes detalhes no corpo humano causam mal-estar na inteligencia humana quando estão funcionando mal, com dores, paralisias, disfunções, etc. Então essa inteligencia tem que entrar fundo nestes detalhes buscando conhece-los para ver se os consertam quando estão errados. E assim vamos aprendendo informações em nós mesmos que servem, muitas vezes inconscientemente e por intuições inexplicáveis, para ao mesmo tempo ir-mos montando modelos de galaxias, átomos, coisas distantes de nós nas dimensões do Universo, nos aproximando cada vez mais do conhecimento mais correto do que é este mundo, mesmo estando limitados neste pequenino ponto no espaço-tempo!

Por exemplo, a suspeita dos cientistas nessa investigação de que existe uma network inibida, apenas em estado latente, que eles nunca conseguiram detectar, alem da normal network de músculos e nervos e neurônios que eles detectam, está conduzindo os humanos a uma descoberta fantastica, uma das coisas mais importante neste Universo. Trata-se de que este nosso mundo é feito como os computadores, possui um hardware – o mundo material que captamos – e um software – o mundo dos fótons que são partículas de luz constituindo os circuitos da formula Matrix, dentro de todos os sistemas. Não posso explicar aqui, mas a formula esta sugerindo que estes fótons interconectados com nossa matéria estão no estado de anti- fótons, com energia negativa e talvez opacos, escuros, pois seriam os fragmentos de uma onda de luz original que se fragmenta em fótons e estes tem a tendencia a retornarem pelos caminhos que vieram, reconstruindo a onda de luz original e quando chegam próximo á fonte se tornam novamente fótons positivos ( Como analogia, o genoma dos pais caem num oceano amniotic o e os genes começam a trabalhar para reconstruir o corpo dos pais, nossa conhecida reproduce genética sexual). Por serem quase fantasmagóricos não captamos os fótons e muito menos as networks que formam pois os fios de conexões são mais abstratos que as sinapses. Creio que é esta network que está escondida naquela região da medula espinhal e que os cientistas estão pressentindo, que apenas entrou em ação para salvar uma vida que não poderia viver sem inspirar ar. Quando os cientistas pensam com extrema curiosidade nesta network latente eles estão, sem o saberem, sendo conduzidos a descobrirem o que existe nas mais complexas dimensões deste universo, dentro de átomos, galaxias, etc.

Com isso descobri uma maior utilidade do reducionismo, este método cientifico que eu vinha, sem razão, combatendo porque acho que ele está impedindo o florescimento de um método ainda mais importante, o sistêmico.”

Copiei o pequeno trecho da introdução do paper cientifico apenas para ilustrar como temos que nos reduzir ao tamanho e dimensões de detalhes microscópicos para ir aprendendo o que a Natureza faz e é capaz, pois o que ela faz nas dimensões microscópicas aqui é o que ela aplica nas dimensões macroscópicas universais.

A Latent Propriospinal Network Can Restore Diaphragm Function after High Cervical Spinal Cord Injury: Cell Reports

https://www.cell.com/cell-reports/fulltext/S2211-1247(17)31381-5

Introduction

(Apenas uma observação: para você entender o texto mudei as cores de parágrafos. O texto dos autores esta em negro. Mas a cada citação de outros trabalhos que fazem, interrompi o texto para mostrar os outros trabalhos mencionados nestas citações, assim se tem uma ideia do grande grupo de cientistas e experiencias laboratoriais envolvidos no assunto. Quando retorna o texto dos autores, observe no inicio do paragrafo existe um parêntesis em aberto)

) Inspiration—the act of drawing air into the lungs—is executed primarily by the diaphragm, which contracts ∼20,000 times per day and 108 times over the average human lifespan. The diaphragm is solely innervated by phrenic motor neurons (PMNs), which are anatomically positioned at spinal cord levels C3-5/6. Thus, injury to the cervical spinal cord severely compromises diaphragm function.Excitatory circuits of the pre-Bötzinger complex (preBötC), located in the ventrolateral medulla, generate inspiration and relay inspiratory drive to PMNs via a medullary premotor nucleus termed the rostral ventral respiratory group (rVRG; Smith et al., 1991

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Pre-Bötzinger complex: a brainstem region that may generate respiratory rhythm in mammals.Science.1991; 254: 726-729

). Neurons of the rVRG maintain bulbospinal projections that synapse directly with PMNs (Davies et al., 1985

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Ventral respiratory group projections to phrenic motoneurons: electron microscopic evidence for monosynaptic connections.J. Comp. Neurol.1990; 302: 707-714

); therefore, it is well established that rhythmic PMN bursts arise from circuits rostral to the spinomedullary junction. Evidence that rVRG axons make direct synaptic contact with PMNs comes from studies examining cross-correlation between rVRG units and phrenic nerve activity, which exhibit 1- to 2-ms latencies typical of monosynaptic connections (Davies et al., 1985

  • Davies J.G.
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The detection of monosynaptic connexions from inspiratory bulbospinal neurones to inspiratory motoneurones in the cat.J. Physiol.1985; 368: 33-62

, Duffin and van Alphen, 1995

  • Bilateral connections from ventral group inspiratory neurons to phrenic motoneurons in the rat determined by cross-correlation.Brain Res.1995; 694: 55-60

). Additional evidence comes from anatomical studies demonstrating close apposition of rVRG axons, identified by anterograde labeling, with the dendritic arbors of retrogradely labeled PMNs (Ellenberger and Feldman, 1988

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Monosynaptic transmission of respiratory drive to phrenic motoneurons from brainstem bulbospinal neurons in rats.J. Comp. Neurol.1988; 269: 47-57

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). Also, synapses between rVRG axon terminals and PMNs have been identified at the ultrastructural level (Ellenberger et al., 1990

  • Ellenberger H.H.
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  • Goshgarian H.G.

Ventral respiratory group projections to phrenic motoneurons: electron microscopic evidence for monosynaptic connections.J. Comp. Neurol.1990; 302: 707-714

).The simplest model, which is widely accepted, is that PMN bursts are always directly evoked by rVRG input. Nonetheless, there are also data indicating that, in the absence of supraspinal (rVRG) input, PMN activity can be initiated centrally by various pharmacological manipulations (Coglianese et al., 1977

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) or by electrical stimulation (Huang et al., 2016

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Diaphragm activation via high frequency spinal cord stimulation in a rodent model of spinal cord injury.Exp. Neurol.2013; 247: 689-693

). Although it has been suggested that this activity might be generated by a spinal analog of the preBötC (Ghali and Marchenko, 2016

  • Ghali M.G.Z.
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Patterns of phrenic nerve discharge after complete high cervical spinal cord injury in the decerebrate rat.J. Neurotrauma.2016; 33: 1115-1127

), the origin of this activity has always been elusive. Indeed, it is largely unclear whether this PMN activity is caused by pharmacologic/electrical action on PMNs themselves or whether these manipulations engage propriospinal neurons, which are also known to synapse with PMNs (Dobbins and Feldman, 1994

  • Dobbins E.G.
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Brainstem network controlling descending drive to phrenic motoneurons in rat.J. Comp. Neurol.1994; 347: 64-86

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Cervical prephrenic interneurons in the normal and lesioned spinal cord of the adult rat.J. Comp. Neurol.2008; 511: 692-709

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Neural circuits controlling diaphragm function in the cat revealed by transneuronal tracing.J. Appl. Physiol.2009; 106: 138-152

). Importantly, there is no existing evidence that, when isolated from the medulla, propriospinal neurons can generate spontaneous PMN burst activity.If there is a population of propriospinal neurons that can generate PMN bursts, then it is important to determine whether these interneurons simply relay inspiratory drive from the preBötC (e.g., preBötC → rVRG → interneuronal burst population → PMNs) or whether these neurons act as part of some other independent system—and what relevance this system might have. In this study, we establish an ex vivo model of spinal cord injury (SCI) and combine this model with pharmacologic and optogenetic perturbations to investigate whether propriospinal circuits are capable of evoking PMN bursts. We identify a recurrent excitatory network that is both sufficient and necessary for PMN bursting in the absence of the medulla and show that activity generated by this network is dissociable from bona fide inspiration. Furthermore, we demonstrate that this network can be used to promote diaphragm function after SCI in adult mice and rats.

Um novo Deus, para uma Nova Era

Saturday, September 7th, 2019

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Se eu tivesse uma capacidade de raciocínio, mas não o conhecimento que tenho hoje quando era aquela microscópica única célula, dois minutos apos a fecundação, e quando olhasse a distância, veria um oceano de líquido terminando numa casca, acreditaria que aquele era o inteiro universo, meu mundo se resumiria aquilo dentro da casca. Mas se nos dias seguintes visse meu corpo se transformando de formas mais simples para formas cada vez mais complexas, concluiria que estaria sendo objeto de uma evolução. Se nessa evolução, logo nos dias seguintes, desenvolvesse uma visão de raios-X e uma mente capaz de ver o passado, veria além da casca do ovo, o mundo dos meus pais, e os genomas deles produzindo aquele enorme Big Bang no centro do meu mundo quando a membrana do espermatozoide explodiu. E concluiria que além e antes do meu mundo é tudo natural, não existem seres supernaturais, e o processo pelo qual meu mundo foi feito é simplesmente um processo natural, sem nenhuma magica. E então também compreenderia que o que pensei ser evolução era, na verdade, uma ilusão, pois o que estava acontecendo dentro do meu mundo era um simples processo natural de reprodução genética. Nada supernatural, nada magico. E meu pai, e minha mãe, seriam meus deuses, o que mais amaria no mundo, mesmo eles sendo simplesmente naturais e incapazes de fazerem magicas.

Hoje estou sentado numa pedra grande que tem ao lado da porta da minha casinha numa pequena terra rural, ‘a meia-noite. Olho para o céu estrelado, penso que este é o meu mundo. Sei que o Universo esta se expandindo, então obrigatoriamente ele tem um limite, não é infinito. Mesmo que seja uma aureola de vácuo circundando-o, ele deve ter algo como a casca membranosa alem das últimas galaxias. E sei que o Universo teve início num Big Bang, similar ao do que ocorreu no primeiro instante da existência do meu corpo carnal. Tudo igual, me sinto como nos meus primeiros segundos neste mundo, um microscópico ser, que sente apenas as coisas naturais de seu mundo. Mas eu estudei muito, passei a vida carregando uma luneta para ver o céu e um microscópico rustico para ver as criaturinhas na lama dos pântanos. Sinto que minha mente se desenvolveu com as descobertas que fiz, como a existência da formula universal da Matrix/DNA, ao ponto de ter uma visão mais profunda e calcular com bom grau de probabilidade o que existe além das últimas galaxias. Também as Ciências Humanas e a minha fórmula me ajudaram a ver mais profundo no passado. Estou neste universo no ponto que estava alguns dias apos meu aparecimento como célulazinha no seu pequenino universo. E o que vejo além e no passado deste Universo, antes do meu aparecimento?

 

A fórmula universal mostrou as causas das existências de todas as coisas existentes dentro deste universo, e mais ainda, as causas de todos os eventos ocorridos nesta natureza universal. E para minha surpresa, tudo o que ela sugeriu bateu exatamente com minhas exigências racionais. Se ela sugeriu uma nova versão mais racional da Historia Universal, e nesta historia esta claramente revelado um longo processo de reprodução genética que ate ontem eu pensava, como meus amigos humanos, estar vendo evolução, então bastaria projetar a logica do processo ocorrendo aqui dentro deste mundo, para calcular o que deve existir alem e antes das fronteiras deste Universo. De certa forma adquiri uma visão de raios-X, pois agora olho o Universo pelos olhos de uma fórmula universal. Realizei os cálculos em enorme excitação e impaciência, pois intuitivamente eu sentia o que ia descobrir. E não foi surpresa quando vi, além e antes deste Universo, meus pais, naturais e auto-conscientes, mas nada de mágicas e nada supernaturais. São simples, mas sei que observam o universo engravidado, e esperam ansiosos pelo meu nascimento. Eles não desenharam este mundo onde estou, assim como minha mãe não desenhou a placenta que me envolveu e nutriu.  Assim existem os maus obstáculos, mas quando a coisa aqui vai mal, nós chutamos a barriga, gritando, rezando alto, então nossos pais percebem e administram alguma medicina, que meus irmãos aqui dizem ser “milagres que caíram do céu”… kkkkkk. São seres naturais, mas eu os amo como meus deuses. Aliás, os únicos deuses que tenho.

E agora admiro ainda mais aquele simples carpinteiro que um dia perguntado qual era o segredo fundamental deste mundo, ele levantou os olhos para o céu e disse: “Pai”. Em seguida abaixou os olhos à Terra, olhando seu corpo e disse: “Filho!”

Seus discípulos pensaram que quando ele olhou para si ele estava se vendo como Deus. Não, ele estava vendo seu corpo de homem, um corpo humano. O humano é o filho. Grande intuição! Se seus discípulos conhecessem estas coisas de DNA e genética, ao invés de filho ele teria dito “Genes”. Pois, na verdade, carregamos 8 bilhões de bolhas de auto-consciência com as quais estamos construindo-nos como o futuro filho. Mas mesmo assim, ele acertou na mosca!