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Com esta nova descoberta da NASA, a Matriz/DNA nos leva a tocar os pés de Deus!

segunda-feira, maio 23rd, 2011

Galaxia com a Forma do DNA

A recente bombástica revelação da NASA foi a de que existem galáxias com a mesma forma do DNA! A 20 anos atrás eu estudava a biosfera do Amazonas e notei que havia um padrão repetitivo em todos os sub-sistemas conhecidos, desenhei êsse padrão na forma de uma fórmula, um diagrama de software, e denominei-a de “Matrix/DNA”.  A “Matrix” parece ser uma fórmula que surgiu inicialmente como um vórtice e vem evoluindo, sendo o DNA a sua face biológica. Ela tem organizado a matéria na forma de sistemas, desde antes das origens do Universo, criando assim, átomos, galáxias, árvores e corpos humanos. Portanto, naquela época apresentei esta teoria dizendo: ” as galáxias tambem possuem DNA, se êstes resultados estiverem corretos”. Claro, ninguém poderia tê-lo entendido sem conhecer o método utilizado e o desenvolvimento da pesquisa.

O fato é que a Matrix/DNA tem explicado desde então tudo o que de material existe por nós conhecido, e vem explicando tudo o que vai sendo descoberto. A ponto de eu ter chegado à conclusão de que nada mais nêste mundo material é segrêdo, está tudo elucidado. Não está aqui, nêste universo material, ainda, o tesouro supremo, a resposta para o sentido e significado da nossa existência. Porem, como a Matrix revelou que êste universo é uma produção genética – o que indica que seu criador é algo simplesmente natural, ainda havia a esperança de que, na continuidade da busca, chegássemos cada vez mais perto dêle.   

Porém, então aconteceu a dois mêses atrás, quando observava um gráfico do espectro da luz ( como ela se divide em frequências e períodos, e como cada divisão apresenta uma cor diferente), e meu fraco coração desembestou a bater quase me saindo pela bôca: estava ali,na luz, o início de tudo, as origens primordiais do código da vida e do processo dos ciclos vitais! A luz muda de cor,do violeta para o infra-vermelho, pelo mesmo mecanismo que nosso corpo muda de forma, da criança para o adulto. Tudo é produto de um código feito de luz!

Se existe Deus, a Luz é seu braço, é seu toque nêste Universo, é sua varinha mágica. Nela e através dela, Deus dissemina o código criador de mundos. Se não existe Deus, de qualquer maneira, o que veio de seja lá o que foi que deflagrou a existência dêste universo material, o fêz através da luz. 

Isto me fêz desmoronar intelectualmente. Porque eu posso lidar com a matéria, desvendar seus ultimos segrêdos, pois a matéria é palpável, acessível aos sofisticados instrumentos cientificos que são extensões dos nossos sentidos. Mas com a luz, não. A luz é uma abstração como é a mente,  algo intocável. Sei que um facho de luz  foi transformado em corrente elétrica por uma das mais fascinantes experiências cientificas recentemente, mas mesmo assim, ela continua sendo um fantasma. Como trabalhar com um fantasma?

Se agora a resposta fundamental, a solução suprema para a questão da nossa existência e da existência do mundo jaz em algo não acessível ao toque, à manipulação, isto significa que a espécie humana nunca terá a resposta. Foi para mim um golpe mental mortal. Tôda uma vida dedicada exclusivamente com tôda minhas energias numa busca de vida ou morte… e descubro que o tesouro que procuro está oculto atrás e além da luz, é definitivamente inalcançável, ao menos para nossa tecnologia materializada.  Sinceramente, a partir de então passei a desejar a paz da morte, sumir de um mundo que me quer como escravo ignorante até sôbre a minha própria existência. Nada me apega a êste mundo a não ser esta missão, e ela é irrealizável, então, nada mais tenho a fazer aqui. 

Mas… enquanto a morte não vem, e como sou teimoso, não pude evitar de pensar o seguinte… “Já que meu cérebro não pode parar de pensar enquanto a benfazeja morte não vem, porque não – apenas a título de passar o tempo e por mera curiosidade – procurar o que a Humanidade sabe ou diz sôbre as quatro ultimas fronteiras onde estacionei: a luz, hologramas, o cérebro e a mente.

Por isso me bateu forte esta noticia da NASA:

Magnetic forces at the center of the galaxy have twisted a nebula into the shape of DNA, a new study reveals. The double helix shape is commonly seen inside living organisms, but this is the first time it has been observed in the cosmos.

“Nobody has ever seen anything like that before in the cosmic realm,” said the study’s lead author, Mark Morris of the University of California at Los Angeles. “Most nebulae are either spiral galaxies full of stars or formless amorphous conglomerations of dust and gas — space weather. What we see indicates a high degree of order.” These observations, made with NASA’s Spitzer Space Telescope, are detailed in Thursday’s issue of the journal Nature.

My God! É  justamente isto, cem por cento exato, o que a Matriz/DNA previu a 20 anos atrás: “ O DNA que existe como essência dos seres vivos é meramente a forma biológica de uma Matriz Extra-Universal, que tem moldado desde átomos a galáxias! Ela é responsável pelos estados de ordem, do mais simples aos mais complexos.”

Fôrças eletro-magnéticas são campos gerados no escôpo da luz, e parece-me, vice-versa. Não faz parte do processo da Evolução que a fórmula da Matriz modele galáxias à sua imagem e semelhança. Isto não teria utilidade alguma. A forma do DNA, ou melhor, de sua unidade fundamental de informação ( um par vertical e horizontal de nucleotideos),  apenas precisa estar sedimentada na estrutura da galáxia, que é o sistema resultante dos sete tipos de astros se conectados entre si. Mas nada impede que – após ter completado seu trabalho na estrutura fundamental – as emanações eletro-magnéticas de uma porção cósmica de luz, que contem o código da existência, continue a influenciar o arranjo da galáxia inteira.  

O leitor não pode imaginar o grau de profundidade de conhecimento do que estou dizendo, por falta de treino nesta área. Descobrir que o nosso DNA está relacionado com galáxias… como indicou esta foto, é algo tão espetacular no nosso pequenino mundo mental de tantos labores filosóficos e cientificos, que a Humanidade ainda não captou ou não conseguiu digerir o significado desta noticia. Tem-se acreditado que a vida surgiu por força da acumulação de eventos protagonizados por simples fôrças naturais, porque isto teria que acontecer um dia, estatísticamente. Mas estas fôrças sempre foram buscadas a nivel microscópico, pois segundo ainda o que se tem acreditado, a vida surgiu microscópicamente numa pequenina porção de sôpa primordial em algum lugar nas profundezas de algum oceano. Mas agora estamos vendo a essência da vida a nível “MACROSCÖPICO”! Do tamanho de galáxias!

Os meus modêlos sugeriram a 20 anos atrás que a Natureza joga com o invisível pequeno da mesma maneira que com o absurdamente grande, passando de um nivel ao outro sem o menor escrúpulo, sem se distorcer ou sentir qualquer impacto. Até criei uma nova palavra: “giantologia”. Para esquematizar os processos naturais em que a Natureza aplica nanotecnologia e, vive-versa, ou seja, giantologia. Nosso corpo faz isso perante nossos olhos: êle se miniaturiza dentro de um espermatozóide, ou óvulo, sem se deformar ou perder qualquer detalhe, e depois se agigantesca a partir destas suas micro-formas. Assim sugerí um mecanismo genético o qual teria feito com que a célula seja a cópia miniaturizada fiel do DNA que paira no céu. 

Os meus modêlos viram dentro das galáxias que existe uma essência no mesmo formato do nosso DNA. Pela primeira vêz deixei de imitar os quimicos positivistas a se ajoelhar na beira dos pantanos remexendo a lama na busca do cêpo original que deflagrou a vida na Terra, e olhei para cima, na direção da Milk Way. Posso ser um zumbí morto-vivo a quem Deus nunca deu sequer um metro de terra meu mesmo para descançar meus ossos, sempre tendo que trabalhar duro no dia para pagar o quarto da pensão à noite. Posso ser um cadáver ambulante que sonha com a morte libertadora por não aguentar os limites que me foram impôstos ao nascer.  Mas… êsse prazer, essa indescritível satisfação, de ter lutado contra meu algoz pela liberdade, de ter visto esta foto tirada pela Nasa ontem, a 20 anos atrás quando do meio da selva amazônica levantei os olhos da mente para o céu… vale mais que tôdas as riquezas e posses nêste planeta.

Certa vez, ouvindo à volta da fogueira as revelações do curandeiro nativo que se embebedava com suas poções feitas à moda do Santo Daime, êle tentou explicar que em estado de transe saía dêste nosso mundo e entrava numa outra realidade. Mas era uma realidade pobre, simples demais, pois era tôda constituída de luz, uma luz muito forte, contínua, que se perdia de vista. Do meio da sua nova realidade êle olhava para nosso mundo e via um mundo de sombras. A luz era real, êle sentia isso, o nosso mundo era uma fantasia incongruente. O nosso mundo tôdo estava assentado sôbre êste oceano de luz. Mas – prosseguia êle a dizer – nós não vemos a luz com nossos olhos porque ela é demasiado forte para nós e nos cega, por isso vemos como fundo do céu, a escuridão. Quando na verdade seria o contrário. Lembrei-me então do efeito sentido quando na escuridão da selva de repente apontava o facho de luz da lanterna para meu rosto. Ficava cego repentinamente. O que o índio dizia fazia sentido, porem fui burro ao não perceber a profundidade do que êle estava dizendo. Não o percebí porque não acreditava no que êle dizia, um mero nativo selvagem. Preferí levar a coisa na brincadeira e pensar numa piada, lembrando de Platão descrevendo as sombras da caverna e me perguntando se tambem Platão não estaria bêbado quando disse aquilo. Mas acho que aquela conversa ficou gravada no inconsciente e me fêz 30 anos depois descobrir o código na luz. Pois me lembrei novamente da conversa do índio quando lí pela primeira vêz uma matéria sugerindo que 95% do Universo parece ser algo como uma “dark energy”, uma matéria escura. Não seria o caso de que o que os cientistas estão pensando ser escuro seja exatamente a luz na sua mais elevada essência e pureza? Isto agora faria sentido: o Universo está assentado sôbre uma fôrma de um sistema natural, funcional e caminha para ser reproduzido nesta forma.  

Se Deus nos fêz pequenos para nos recolher-mos aos nossos limites e insignificância, que Êle se cuide, pois a  mente dêste ser pequenino está crescendo a ponto de já conseguir alcançar Suas galáxias antes mesmo que nossos tentáculos materiais! E isto lampeja como uma centelha de luminiscência, uma esfuziante alegria alicerçada na quase certeza de que nossas futuras gerações vão conseguir com a mente que hoje ajudamos a evoluir, a tocar Sua luz e desvendar o código final que nos libertará de todos os limites. Pois se com a mente apenas conseguimos ver o que estava invisivel numa galáxia, isto levanta a esperança de que esta mente será capaz de ver o que está oculto além da luz.

Encontrada Nova Forma de Vida Extraterrestre!

sábado, março 5th, 2011

Vida Extraterrestre

– “… isto é uma batata frita?”

– “ Não, bocó, isto é um extraterrestre!”

( A mente humana está sendo obrigada a se ampliar, crescer, vencer os limites e fronteiras do planeta e da vida biológica para se estabelecer no espaço sideral e tornar-se uma unica e final mente universal, quando o Universo finalmente adquirirá sua auto-consciência de sua própria existência e se transcenderá, nascerá para outro mundo, talvez onde nos aguarda de braços abertos um casal onde sua parte feminina esteja grávida, no dia do Big Birth. Isto é o que sugerem os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, e isto foi o que me fêz despertar um amor apaixonado pela Humanidade inteira, pois cada ser humano, o mais simples que existe, é uma parcela de mim, e devo ajuda-la, trata-la com todo cuidado, pois de sua facilidade na vida e desenvolvimento perfeito dependerá  a perfeição e saúde do meu corpo mental no futuro. Nêsse processo temos ultimamente sendo acossados pela idéia de que não somos os unicos vivos no mundo, a Terra está sendo bombardeada por meteóritos e êstes estão sendo captados por sondas humanas, e nêstes meteóritos estamos descobrindo que, colado nêles, existem moléculas bioquimicas e até sistemas bioquimicos organizados, como indica a foto acima. A NASA está investindo pesado nesta busca, mas o problema, quando me baseio na cosmovisão da Matrix/DNA, é que o modêlo cosmológico e entendimento do Cosmos sugeridos pela teoria acadêmica oficial mais aceita no meio cientifico está com alguns êrros, e isto está prejudicando esta pesquisa, tornando-a muito mais lenta, gastando-se mais inutilmente, e sendo desviada da realidade. A sugestão de meus modêlos é unica e desconhecida para êles:  a Vida, tal como a vemos nêste planeta, nada mais é que a continuação evolutiva da evolução anterior, cosmológica, atômica, primordial, e qualquer sistema estelar com as suficientes e necessárias condições emite bits-informação na forma de fótons que carregam o código astronomico semi-biológico, e uma vez na superficie de qualquer planeta,  nestas condições,  pode gerar os sistemas biológicos (os seres vivos) em vários pontos do planeta. Alguns sistemas não apresentam perfeitas condições mas de qualquer maneira desenvolve algumas espécies, e isto resulta no que o cientista diz abaixo: formas de vida diferentes de tudo que vemos na Terra. Estou estudando com atenção o “paper” publicado pelos cientistas no Journal of Cosmogy  e emocionando-me por ver vários ítens comprovando o que meus modêlos preveram a 25 anos atrás. Por exemplo, que todos os exemplares organicos extraterrestres apresentam apenas 8 tipos de aminoácidos, quando a Vida é constituída por 20 tipos. Ora meus modêlos sugeriam que se  a vida principia prematuramente em velhos planetas, novos pulsares, ou em cometas produzidos nestes astros, ela deve se estabilizar apenas com a metade das informações do código genético, relativa à meia-face esquerda da Matriz/DNA. E pelo que diz os artigos, desconfiam que os meteóritos vieram de cometas.  Ora, a presença da metade dos aminoacidos indica justamente isso! Outra informação é que mediram temperaturas  do nucleo de cometas e descobriram que os nucleos tem regiões quentes ! Na base de 350 graus Kelvin! Quando expus os modêlos da Matriz/DNA um dos assuntos mais criticados foi essa sugestão que seus nucleos já foram quentes um dia, ou se o cometa ainda é novo deve ser ainda quente, pois todas as teorias na época afirmavam que o nucleo de cometas seria gêlo. Eu não quero acreditar na cosmovisão da Teoria da Matriz/DNA mas não tem como me desviar dela, ela agarra como carrapato, e cada vez que a Ciência descobre algo novo ela me dá um beliscão e sussurra: “Eu não disse?”

O trecho seguinte é meu comentário postado em alguns blogs que veicularam esta noticia:

Sinto muito mas posso estar trazendo uma má notícia: vocês com educação acadêmica podem terem sido enganados a respeito como funciona êste mundo. Da mesma forma que todos os estudantes antes de Copérnico foram enganados a verem o mundo ao contrário.

Resolver o mistério sôbre as origens da Vida hoje é mais um trabalho para detetives  filósofos do que laboratorial, aplicando o mesmo método de Watson e Crick para decifrar o código genético. Pois agora trata-se de identificar e decifrar o código cósmico que evoluiu e gerou o código genético. Vocês não estão fazendo isso porque separaram a Evolução Cosmológica da Evolução Biológica, criando dois blocos da História Universal sem conexão alguma entre êles, interpondo um abismo entre os dois que foi preenchido pela doutrina do Acaso Absoluto.

Meu método nesta tentativa de detetive filósofo foi a anatomia comparada entre as duas evoluções, entre sistemas naturais vivos e não-vivos, e o resultado que está sob testes por enquanto, está na Teoria “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” em cujo website estou publicando as evidências encontradas a cada dia. E segundo indicam estes resultados, rápidamente tenho os seguintes comentários sôbre o tema:

1) A Vida pode emergir em muitos astros e em vários pontos diferentes de um mesmo astro. O problema do Dr. Hoover é sua crença na panspermia, a qual aponta para uma unica origem da Vida e seu posterior espalhamento pelo Cosmos. Acontece que os sistemas biológicos (aka seres vivos) são meras continuidades evolutivas dos sistemas naturais anteriores, e o mais evoluído antes da primeira célula era o sistema galáctico, portanto nêste está o principio do código que evoluiu para o DNA, conforme indica o diagrama/software em meu website. Tôda galaxia tem este código como organizador de sua estrutura e portanto tôda galaxia pode gerar a Vida. E isto implica em vida sob muitas origens em muitos pontos diferentes.

2) O fato de que todas as amostras creditadas como vida extraterrestre apresentarem apenas 8 dos 20 aminoacidos necessarios para a vida terrestre e a possibilidade de que estas amostras vieram de cometas confirma a minha teoria da Matriz/DNA. Cometas, ao contrário do que a teoria Acadêmica Nebular está sugerindo, são produzidos pela emissão no espaço de magma provenientes de gigantes vulcões em planetas velhos sendo transformados em pulsares. Como eles carregam apenas metade do código cósmico, apenas podem produzir protótipos de sistemas biológicos e com a metade dos aminoacidos relacionados à meia-face esquerda da Matriz/DNA.

3) A revelação no “paper” do Dr. Hoover de que nucleos de cometas apresentam regiões quentes (350 graus K) é consagração de mais uma das previsões dos modêlos registrados a 25 anos atrás da Teoria da Matriz/DNA, quando fui criticado por muitos devido a teoria acadêmica afirmar que este nucleo seria congelado.

4) Por meu lado eu estou muito satisfeito e animado que cientistas de coragem e muito trabalho como o Dr. Hoover esteja em atividade. Ele está lutando contra as barreiras das crenças predominantes e pode estar abrindo mais as portas para a evolução do conhecimento humano.
                                                          Atenciosamente, Louis Morelli, New York, USA

Vejamos artigos relacionados (alguém aí tem tempo para traduzir os textos em inglês para português e vice-versa? Por favor!)  

NASA Offers Proof Of Alien Life

http://spaceosaur.co.uk/2563/nasa-offers-proof-of-alien-life/

A NASA scientist has come to the surprising conclusion that alien life exists, and even has the fossils of it to back the claims up.

The alleged fossil shown in the picture above was found in a meteorite by Dr. Richard B. Hoover, an astrobiologist with NASA’s Marshall Space Flight Center, cracked open the meteorite in a totally sterile lab, and using an electron microscope took the image above, which certainly does look like bacteria. In fact, Dr Hoover noted that it looked surprisingly similar to the giant bacterium Titanospirillum velox, an organism found here on planet Earth.

I interpret it as indicating that life is more broadly distributed than restricted strictly to the planet earth. This field of study has just barely been touched — because quite frankly, a great many scientist would say that this is impossible.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Some of the supposed fossils found in the research look very similar to ones we have here on Earth, while he says that others are totally alien and look nothing like anything we have ever seen before. Many people often assume alien life will be remotely similar to Earths life, or totally different, but rarely not both.

The exciting thing is that they are in many cases recognizable and can be associated very closely with the generic species here on earth. There are some that are just very strange and don’t look like anything that I’ve been able to identify, and I’ve shown them to many other experts that have also come up stumped.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Dr Hoover spoke with Fox News about the discovery, although the report itself is not actually new, in fact it was published in a paper by NASA back in 2007 . It is surprising that this was not picked up on earlier, now that a major news source has picked up on it, the story is quickly gaining momentum in the media. The final article is to be published in the March addition of the Journal Of Cosmology. When officially published, this paper will be heavily scrutinized, people will try and deny it or prove it wrong, and it will be exciting to see what the consensus of opinion is.

This is not the first time people have claimed to have found fossilized life in a meteorite from Mars, although this was never confirmed and the supposed fossil did not look quite as convincing as this one.

If provable, this could change the way we explore space forever, we would no longer be looking for whether microbial life can exist elsewhere, but instead we will be looking to find out where it is from. It would be even more exciting for the prospects of the universal alien life if it were ever determined that this possible alien microbe was from somewhere else in our own solar system, as two occurrences of life in one solar system would mean that we can be near certain of life elsewhere and it might not be as rare as once thought.

Not only this, but if we want to send manned missions to other planets, moons and asteroids in the future, we will have to be extremely careful in doing so, careful to protect the crew from anything that could be harmful, but just as important is the protection of any potential ecosystems of microbes or more advanced life.

It shocks me that it has taken over 3 years for this story to get wide attention even though the work hasn’t been officially published yet, I’d have thought the media would have jumped on this from the go; now that the cat is out of the unsealed bag, what an exciting development, perhaps this is the first alien ever seen by mankind, it may not be a green man in a flying saucer on the lawn of the white house, but to us here at Spaceosaur, it is just as amazing if real.

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Microfossils of Cyanobacteria in the Orgueil Carbonaceous Meteorite

http://www.batse.msfc.nasa.gov/colloquia/abstracts_summer07/rhoover.html

Richard B. Hoover, BSc
Scientist
Astrobiology Laboratory
NASA/MSFC/NSSTC

During the past decade, Scanning Electron Microscopy investigations at NASA/MSFC and NSSTC have resulted in the detection of embedded coccoidal and filamentous forms in freshly fractured interior surfaces of the Orgueil CI1 carbonaceous meteorite. Many of these forms have sizes and morphologies consistent with well-known genera and species of Cyanobacteria. Similar forms have never been detected in any of the stony chondrites, achondrites, diogenites, nickel-iron meteorites or lunar samples studied. Energy Dispersive X-ray Spectroscopy (EDS) and 2D maps indicate that these filaments in Orgueil are permineralized with magnesium sulfate, encased within carbon-rich sheaths and depleted in Nitrogen. Many of the large and complex forms are polarized filaments that exhibit highly differentiated and specialized cells for nitrogen fixation (heterocysts) and reproduction (hormogonia, akinetes and baeocytes). High-resolution images will be presented to show that the Orgueil filaments are biological in origin and can be interpreted as morphotypes of all known Orders of Cyanobacteriaceae. C/S and C/N ratios will be presented to demonstrate that the forms embedded in the meteorite rock matrix cannot logically be dismissed as post-arrival biological contaminants. It is concluded that the well-preserved, fossilized filaments and dense mats found in Orgueil represent the remains of a complex aquatic and benthic cyanobacterial mat community that grew on the parent body of the meteorite prior to entry into Earth’s atmosphere.

BIOGRAPHICAL SKETCH:

Richard B. Hoover conducts research in Microbial Extremophiles and Astromaterials at the NSSTC Astrobiology Laboratory. He has authored/edited 35 books and over 250 scientific papers. He is well known for his work on X-Ray Optics and is an internationally recognized diatomist. He Inventoried the Henri van Heurck Diatom Collection at the invitation of the Royal Society of Belgium and authored the first article on Diatoms to appear in National Geographic (June, 1979). He collaborated with the late Sir Fred Hoyle exploring the possibility that diatoms and other microorganisms might inhabit comets or the oceans of Europa. His diatom photos have appeared in many international publications published and for almost a decade his arranged diatom slides were exhibited at the American Museum of Natural History in New York. Hoover has led scientific expeditions to collect microbial extremophiles in California, Santorini, Hawaii Alaska, Patagonia, North Siberia and Antarctica that resulted in the discovery and valid publication of a new genus Anaerovirgula and several new species of bacteria and archaea. Astronauts James Lovell and Owen Garriott participated in the Antarctica 2000 Expedition that resulted in the discovery of the new species Trichococcus patagoniensis that grows at -5 degrees C. The new species Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (a hydrogen producer) were discovered in samples from Mono Lake and Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene bacterium recovered from 32,000 year old ice sample from the Fox Tunnel of Alaska. Thermococcus thioreducens is a new species of archaeon from the Rainbow Hydrothermal Vent that will be published in July 2007. He has extensively studied living cyanobacteria, cryopreserved cyanobacteria in the Deep Vostok Ice Cores and cyanobacterial microfossils in Proterozoic Phosphorites from Mongolia and Archaean rocks from Siberia. Hoover is a Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President. He served on several Boards of Directors: SPIE; American Association of Engineering Societies; and Council of Scientific Society Presidents as well as Editorial Boards of several Journals: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering, Advances in Optical Technology; and Astrobiology and his book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. Richard Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club (2001) in recognition of his exploration in search for novel life forms in some of the most hostile environments on Earth, and his detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection as an Honorary Life Member (2004) of the Planetary Studies Foundation.

Richard Hoover has led scientific expeditions to collect extremophiles in the permafrost and glaciers of North Siberia, Alaska, Patagonia and Antarctica; haloalkaline lakes, geysers and fumaroles of California, Santorini, and Hawaii. He was Science Team Leader to the Patriot Hills, Thiel Mountains, and South Pole of Antarctica. These expeditions resulted in the discovery and valid publication of several genera and species of bacteria and archaea previously unknown to science. Astronauts James L. Lovell and Owen K. Garriott participated in Antarctica 2000 Expedition, which resulted in the discovery of Trichococcus patagoniensis that can grow at -5 degrees C. Novel species of bacteria: Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (which produces hydrogen as its main waste product) were isolated from samples he collected in Mono Lake, CA. Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene microorganism that he recovered from 32,000 year old ice of the Fox Permafrost Tunnel in Alaska. The new genus Anaerovirgula multivorans is unusual in that it can grow on both D- and L- sugars. Thermococcus thioreducens is a novel archaeon collected by Owen Garriott from the Rainbow Hydrothermal. He is Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President of SPIE. He has served on the Boards of Directors of SPIE; the American Association of Engineering Societies; and the Council of Scientific Society Presidents and the Editorial Board of: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering and Astrobiology. His book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. In recognition of his exploration in some of the most hostile environments on Earth in search of novel life forms, Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club in 2001. His research on new species of microbial extremophiles and the detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection in 2004 as an Honorary Life Member of the Planetary Studies Foundation.

Journal of Cosmology:

http://journalofcosmology.com/Life100.html

4.4 Amino Acids and Chiral Biomarkers Modern Bacteria and Carbonaceous Meteorites. A suite of 20 life-critical amino acids are present in the proteins of all life forms known on Earth. The protein amino acids exhibit homochirality in that they are exclusively the L-enantiomer. Table IV shows the protein L-amino acids in the exopolysaccharide (EPS) slime sheath of the cyanobacterium Microcystis aeruginosa K-3A; living cells of the bacteria E. Coli and Salmonella sp. and ancient terrestrial biology (e.g., a Fly in amber and teeth of a Cretaceous Duck-Billed Hadrosaur) for comparison with extraterrestrial amino acids detected in the Murchison, Murray, Orgueil and Ivuna meteorites reported by Ehrenfreund et al., Engel et al. and Cronin and Pizarello. The amino acids of Table IV shown in italics or marked with “-“ or “n.d.” were either not detected or present at only trace levels in the fossils in terrestrial rocks and carbonaceous meteorites. Even though there is no doubt that the amber encased fly and the Hadrosaur teeth are biological in origin, it is seen that these fossils are also missing several of the same amino acids that absent in the carbonaceous meteorites. Only 8 of the 20 life-critical protein amino acids are detectable in water/acid extracts of carbonaceous meteorites. The fact that several of the amino acids missing in meteorites and ancient terrestrial fossils are abundant in living bacteria provides strong evidence that the meteorites are not contaminated by modern biological materials. If modern bio-contaminants were present, all 20 protein amino acids should be detected.

The data of Table IV indicates that the most abundant (by weight%) amino acids in the cyanobacterium Microcystis sp. are GLU, ASP, ALA, GLY and LEU (all above 8%) followed closely by THR, SER, VAL, ILEU and PRO (all above ~5%). However, GLY is by far the most abundant protein amino acid in the Murchison (CM2), Murray (CM2), Orgueil (CI1) and Ivuna (CI1) carbonaceous meteorites and it is followed by ALA, GLU and ASP. However, in these carbonaceous meteorites, the protein amino acids LEU, THR, SER, VAL, ILEU and PRO, which are abundant in all life on Earth, are either totally absent or detected only at trace levels. As has been pointed out by Engel and Macko (2005) these missing protein amino acids provide clear and convincing evidence that the interior portions of the CI1 and CM2 carbonaceous meteorites are not contaminated by modern cyanobacteria, pollen, fingerprints or other microbial contaminants. Isovaline (IVA), α-aminoisobutyric acid (AIB) and γ -Aminobutyric Acid (GABA) are the most abundant non-protein amino acids in carbonaceous meteorites. While they are not protein amino acids it is wrong to conclude that they are not biological in nature. The amino acids IVA and AIB are formed on Earth by the diagenetic alteration of ancient biological materials and γ -Aminobutyric Acid is synthesized by organisms on Earth. However, most protein amino acids are absent in meteorites and terrestrial fossils and only 8 of the 20 life-critical protein amino acids have been found in carbonaceous meteorites using the most sensitive modern methodologies available.

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4.5 Comets as Parent Bodies of CI1 Carbonaceous Meteorites. The CI1 carbonaceous meteorites are jet-black stones that contain indigenous extraterrestrial water. The albedo of the Orgueil meteorite is extremely low (~0.05) and comparable to that of the very dark C-type asteroids and the nuclei of comets. This is blacker than asphalt which has an albedo of ~ 0.07. The European Space Agency Halley Multicolor Camera aboard the Giotto Spacecraft obtained images at the closest approach (00:03:01.84 UT on March 14, 1986) at a distance of 596 km from the centre of the nucleus revealing detailed topographic features on the black (albedo 0.04) surface and jets Lamarre et al. (1986) reported that IKS-Vega data indicated the temperature of nucleus of comet Halley was 420 K +/- 60K at 0.8 A.U which was consistent with “a thin layer of porous black material covering the comet nucleus.” The Deep Space 1 spacecraft found the 8 km long nucleus of Comet 19P/Borrelly to be very hot (~345 K) with prominent jets aligned with the orientation of the rotation axis of the nucleus and albedo of 0.01 to 0.03 (Soderbloom et al. 2002). Ices of water, carbon dioxide, methane and other volatiles in the cold nucleus in proximity to the hot crust would melt and then boil to produce high pressure beneath the crust if gas is released faster than it can escape through the porous crust. In regions where the pressure exceeds the strength of the crust, localized failure of portions of the crust could result in explosive release of the gas giving rise to the observed flaring of comets and the dramatic jets.

Once a comet enters the inner solar system, it becomes hot from solar radiation on the black nucleus and loses mass rapidly. The European Space Agency Infrared Space Observatory (ISO) showed that water was the primary volatile (75-80 %) of the 40-50 km diameter nucleus of Comet Hale-Bopp. Minor volatile fractions detected (CH4, NH3 and H2CO) could have come from clathrates (H2O ice with simple gasses like CO2 and NH3 in a stable lattice structure) or result from atmospheric chemistry. ISO found that Hale-Bopp released water vapor, carbon monoxide and carbon dioxide at a rate of 2 x 109 kg/sec and detected olivine in the dust. Olivine is commonly encountered in meteorites. As comets lose ices they develop an inert outer crust from the less volatile material. The nuclei of comets are extremely complex – they exhibit rugged terrain, smooth rolling plains, deep fractures and are composed of very dark material. This black crust becomes very hot while the comet is in the inner regions of the Solar System.

Figure 7.a. is a NASA Deep Space 1 spacecraft composite false color image showing geyser-like jets erupting from the long prolate nucleus (8 km) of comet 19P/Borrelly on Sept. 22, 2001. (The colors indicate three orders of magnitude in light level (red is 1/10, blue 1/100 and purple 1/1000 the intensity of the comet nucleus). The red bumps on the nucleus are real and show where the main jet resolves into three distinct narrow jets coming from distinct sources on the comet nucleus. These narrow jets are entirely consistent with the hypothesis that internal pressures generated by steam produced by melting of internal ices which then boil into gases as they are vaporized as heat conducts through hot crust. The NASA Deep Impact probe obtained the valuable data about the nature of comets as it approached and when the impactor collided with the nucleus of comet 9/P Temple 1 on July 4, 2005. Fig. 7.b is a Deep Impact image of the nucleus of comet Temple 1. The regions shown in blue are where exposed deposits of water ice that were detected on the surface of the comet nucleus Sunshine et al. (2005). These water ice regions ere observed to be ~30% brighter than the surrounding areas and probably were exposed when portions of the black crust was blown off into space by the explosive eruptions such as were recorded in a video by the spacecraft. The Deep Impact measurements of the temperature profile of comet P/Temple 1 nucleus at 1.5 AU is shown in Figure 7.c. Even as far away from the Sun as Mars the jet-black comet nucleus reaches temperatures as high as 330 K (57 oC). Furthermore, the lowest temperatures measured on the crust were ~ 280 K (7 oC) which is slightly above the temperature at which water ice changes from solid to liquid phase. Prior to the impact, the ambient outgassing of Temple 1 was ~6×1027 molecules/s of water. However, the free sublimation of ice calculated above (~200 K) was only ~4.5 x 1021 molecules/m2/s indicating that the ambient outgassing had significant subsurface sources. The Deep Impact spacecraft also observed numerous events of flaring of the nucleus and eruption of geyser-like jets as the comet was approached and before the collision of the impactor. On November 4, 2010, the NASA EPOXI extended mission of the Deep Impact Spacecraft passed within 435 miles of the 2.2 km long nucleus of comet Hartley 2 and revealed bright jets of carbon dioxide gas and dust.

These observations of comets are consistent with the hypothesis that the comet crust impedes the flow of gasses such that pressures develop as ices melt and vaporize in pockets and cavities beneath the crust. This provides the pressures needed to allow water to transition from the solid to the liquid state and then into the gaseous state. This would create micro-niches with pools of liquid water trapped within pockets in rock and ice, very much analogous to the cryoconite and ice bubble ecosystems contained psychrophilic microbial extremophiles such as those described from the glaciers and frozen Pleistocene thermokarst ponds of Alaska and Siberia and the glaciers and perennially ice covered lakes of the Schirmacher Oasis and Lake Untersee in East Antarctica (Hoover, 2008; Hoover and Pikuta, 2010; Pikuta et al. 2005). If gas is produced faster than it can escape through the porous crust, it could high pressures resulting in localized failure of weaker portions of the crust and the violent eruption into space of carbon dioxide, water vapor and chunks of crust and particles of ice and dust propelled into space and directed into the dust tail of the comet. These dust particulates could give rise to meteor showers as the comet passes through the tail. From time to time, larger chunks of the ejected may survive passage through the Earth’s atmosphere and this could be the link between comets and the CI1 (and possibly the CM2) carbonaceous meteorites. The fact that the CI1 meteorites contain minerals that were extensively altered by liquid water on the parent body and that the stones have been found to contain a large amount of indigenous extraterrestrial water clearly establishes that their parent bodies were most likely comets or water-bearing asteroids. It is now well known that the black nuclei of comets get very hot (significantly above >273 K where water ice melts) as they approach the Sun.

Gounelle et al. (2006) used the eyewitness accounts to compute the atmospheric trajectory and orbit of the Orgueil meteoroid and concluded that the orbital plane was close to the ecliptic and that entry into the atmosphere took place at a height of approximately 70 km and an angle of ~20°. Their calculations indicated the meteoroid terminal height was ~20 km and the pre-atmospheric velocity was > 17.8 km/sec. They found the aphelion to be 5.2 AU (the semi-major axis of orbit of Jupiter) and perihelion ~0.87 AU, which is just inside the Earth’s orbit as would be expected for an Earth-crossing meteorite. This calculated orbit suggests the Apollo Asteroids and the Jupiter-family of comets are likely candidates for the Orgueil parent body include (although Halley-type comets are not excluded).

The cosmochemistry data for a cometary parent body is entirely consistent with the composition and characteristics of the CI1 meteorites. This suggestion that the parent body of the CI1 carbonaceous meteorites were possibly comets is significant with regard to possible existence of indigenous microfossils in the Alais, Ivuna and Orgueil meteorites. From the extensive evidence of aqueous alteration on the Orgueil parent body and the presence of indigenous water in the Orgueil meteorite it is clear that the parent body was either a water-bearing asteroid or a comet. However the Giotto and Vega observations of Halley and the Deep Impact Observations of the nucleus of 9P/Temple-1 have clearly established that these bodies get very hot as they enter the inner regions of the Solar System. It is now clear that any water bearing asteroid with an albedo of the Orgueil meteorite would reach a temperature above 100 C at 1AU. At these temperatures, water ice and other volatiles would be converted to liquid water, steam, and produce an expanding cloud of gas and expelled particulates. Any planetessimal orbiting the Sun and possessing a gaseous envelope and dust tail is traditionally refered to as “comet” rather than an asteroid, and therefore it seems logical that comets represent the most probable parent bodies for these water rich, black meteorites that travel in trajectories that cross the orbit of planet Earth.

4.6 Role of Comets and Carbonaceous Meteorites in the Origin and Evolution of the Earth’s Atmosphere, Hydrosphere, and Biosphere The relationship of comets with carbonaceous meteorites and their role in the origin and evolution of the atmosphere, hydrosphere, and biosphere of Earth has become better understood during the past few decades. The cratered surface of the moon provides clear evidence of the intense Hadean bombardment of the inner planets and moons by comets, asteroids and meteorites during the early history of the Solar System. Watson and Harrison (2005) interpreted the crystallization temperatures of 4.4 Ga Zircons from Western Australia as providing evidence that liquid water oceans were present on the early Earth within 200 million years of the formation of the Solar System. It has recently become more widely recognized that comets played a crucial role in the formation of the atmosphere and oceans of early Earth during the Hadean bombardment (Delsemme, 1997; Steel, 1998; Owen, 1997).

In 1978, Sill and Wilkening proposed that comets may have delivered life-critical biogenic elements carbon and nitrogen trapped within clathrate hydrates in their icy nuclei. In the same year, Hoyle and Wickramasinghe (1978, 1981, 1982, 1985) have proposed that comets delivered not only water, biogenic elements and complex organic chemicals to the surface of planet Earth, but that they also delivered intact and viable microorganisms. The detection of microfossils of cyanobacteria and other filamentous trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites (which are likely cometary crustal remnants) may be interpreted as direct observational data in support of the Hoyle/Wickramasinghe Hypothesis (Wickramasinghe 2011) of the role of comets in the exogenous origin of terrestrial life.

Eberhardt et al. (1987) measured the deuterium/hydrogen ratios in the water of comet P/Halley. Delsemme (1998) found that that the D/H ratio of the water molecules of comets Halley, Hale–Bopp and Hyakutake were consistent with a cometary origin of the oceans. Dauphas et al., (2000) interpreted the deuterium/hydrogen ratios indicate that the delivery of water and ice to the early Earth during the late Hadean heavy bombardment by comets, asteroids and meteorites helped to cool the Earth’s crust and form the early oceans. Table V shows data extracted from the Robert et al. (2000) compilation of Deuterium/Hydrogen ratios of selected components of the Cosmos.

When these bodies are grouped in accordance with their D/H ratio it is easily seen that the telluric inner planets and the LL3 (stony) and SNC (Mars) meteorites have high (~500-16,000) ratios and the gas giants, protosolar nebula, ISM and Galaxies are very low (~15-65). The D/H ratios of the comets (~290-330) and carbonaceous meteorites (~180-370) are much closer to that of Earth (~149) and support the hypothesis that they may have made significant contributions to the formation of the oceans of our planet. It is interesting that the D/H ratios of comets are very similar to the ratios measured in the kerogen, amino acids and carboxylic acids of the Orgueil (CI) and other (CM, CV, and CR) carbonaceous meteorites. This supports the view that although stony meteorites are most probably derived from rocky asteroids, the carbonaceous meteorites most probably are derived from water-bearing asteroids or the nuclei of comets. The 30 m diameter fast-spinning carbonaceous asteroid 1998 KY26 that was discovered on June 2, 1998 has been found to contain 10-20% water. However, the small carbonaceous, water-rich asteroid 1998 KY26 also has color and radar reflectivity similar to carbonaceous meteorites and it may be a spent comet. Near IR observations indicated the presence of crystalline water ice and ammonia hydrate on the large Kuiper Belt object (50000) Quaoar with resurfacing suggesting cryovolcanic outgassing. The Cassini/Huygens spacecraft has recently obtained data indicating that a vast liquid water ocean may also exist beneath the thick frozen crust of Titan. Cassini/Huygens has also detected evidence for cryovolcanic water-ice geysers on Titan and Saturn’s moon Enceladus.

5. EVIDENCE OF MICROFOSSILS IN CI1 METEORITES AND LIFE IN ICE: IMPLICATIONS TO POSSIBLE LIFE ON COMETS, EUROPA, AND ENCELADUS

The detection of evidence of viable microbial life in ancient ice (Abyzov et al., 1998, 2003; Hoover and Pikuta, 2010) and the presence of microfossils of filamentous cyanobacteria and other trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites has direct implications to possible life on comets and icy moons with liquid water oceans of Jupiter (e.g. Europa, Ganymede or Callisto) and Enceladus (Fig. 8.a) Saturn’s spectacular moon that is exhibiting cryovolcanism and spewing water, ice and organics into space from the region of the blue and white “tiger stripes.” Europa exhibits red, orange, yellow and ochre colors and fractured regions indicating the icy crust is floating on a liquid water ocean. The possibility of life on Europa has been discussed by Hoover et al. (1986): Chyba et al. (2001) Dalton et al. (2003), and in edited books by Russell (2011), and Wickramasinghe (2011) and in Volumes 5, 11, and 13 of the Journal of Cosmology. Hoover et al. (1986) argued while deep blue and white colors in the Galileo images of the Jovian moon Europa were typical of glacial ice, ice bubbles and snow on Earth as seen in this image of ice bubbles from the Schirmacher Oasis of East Antarctica (Fig, 8.b). The red, yellow, brown, golden brown, green and blue colors detected by the Galileo spacecraft in the Conamara Chaos region (Fig. 8.c.) and the deep red lines of the icy crust of Europa (Fig. 8.d.) are consistent with microbial pigments rather than evaporite minerals. The 1986 paper suggested that the colors seen in Europa images resulted from microbial life in the upper layers of the ice. A number of more recent studies and books have been published concerning the significance of ice microbiota to the possibility of life elsewhere in the Solar System (e.g. Russell 2011; Wickramasinghe 2011; Volumes 5, 7, 13 of the Journal of Cosmology).

Diatoms are golden brown and cyanobacteria exhibit a wide range of colors from blue-green to red, orange, brown and black. Bacteria recovered from ice are often pigmented. For example, the extremophiles isolated from the ancient Greenland ice cores produce pigmented colonies. Herminiimonas glaciei colonies are red (Fig. 8.e) and the colonies of “Chryseobacterium greenlandensis” exhibit yellow pigments (Fig. 6.b.). Figure 5.c. shows the red pigmented colonies of the new genus of psychrophile, Rhodoglobus vestali isolated from a lake near the McMurdo Ice Shelf, Antarctica (Sheridan et al. 2003). Colonies of Hymenobacter sp. (Fig. 6.d.) isolated from the Schirmacher Oasis Ice Cave are red-ochre in color (Hoover and Pikuta, 2009, 2010). The possibility of life on Enceladus and the detection of biomarkers in the plumes of water, ice and organic chemicals ejected from the “Tiger Stripes” of Enceladus has been discussed by McKay et al., (2008) Hoover and Pikuta ( 2010) and in a number of articles published in volumes 5, 7, and 13 of the Journal of Cosmology.

6. CONCLUSIONS

It is concluded that the complex filaments found embedded in the CI1 carbonaceous meteorites represent the remains of indigenous microfossils of cyanobacteria and other prokaryotes associated with modern and fossil prokaryotic mats. Many of the Ivuna and Orgueil filaments are isodiametric and others tapered, polarized and exhibit clearly differentiated apical and basal cells. These filaments were found in freshly fractured stones and are observed to be attached to the meteorite rock matrix in the manner of terrestrial assemblages of aquatic benthic, epipelic, and epilithic cyanobacterial communities comprised of species that grow on or in mud or clay sediments. Filamentous cyanobacteria similar in size and detailed morphology with basal heterocysts are well known in benthic cyanobacterial mats, where they attach the filament to the sediment at the interface between the liquid water and the substratum. The size, size range and complex morphological features and characteristics exhibited by these filaments render them recognizable as representatives of the filamentous Cyanobacteriaceae and associated trichomic prokaryotes commonly encountered in cyanobacterial mats. Therefore, the well-preserved mineralized trichomic filaments with carbonaceous sheaths found embedded in freshly fractured interior surfaces of the Alais, Ivuna, and Orgueil CI1 carbonaceous meteorites are interpreted as the fossilized remains of prokaryotic microorganisms that grew in liquid regimes on the parent body of the meteorites before they entered the Earth’s atmosphere.

The Energy Dispersive X-ray spectroscopy data reveals that the filaments detected in the meteorites typically exhibit external sheaths enriched in carbon infilled with minerals enriched in magnesium and sulfur. These results are interpreted as indicating that the organisms died on the parent body while aqueous fluids were present and the internal cells were replaced by epsomite and other water soluble evaporite minerals dissolved in the liquids circulating through the parent body. The nitrogen level in the meteorite filaments was almost always below the detection limit of the EDS detector (0.5% atomic). However, nitrogen is essential for all amino acids, proteins, and purine and pyrimidine nitrogen bases of the nucleotides of all life on Earth.

Extensive EDS studies of living and dead cyanobacteria and other biological materials have shown that nitrogen is detectable at levels between 2% and 18% (atomic) in cyanobacterial filaments from Vostok Ice (82 Kya) and found in stomach milk the mammoth Lyuba (40 Kya); mammoth hair/ tissue (40-32 Kya); pre-dynastic Egyptian and Peruvian mummies (5-2 Kya) and herbarium filamentous diatom sheaths (1815). However, Nitrogen is not detected in ancient biological materials such as fossil insects in Miocene Amber (8 Mya); Cambrian Trilobites from the Wheeler Shale (505 Mya) or cyanobacterial filaments from Karelia (2.7 Gya). Consequently the absence of nitrogen in the cyanobacterial filaments detected in the CI1 carbonaceous meteorites indicates that the filaments represent the remains of extraterrestrial life forms that grew on the parent bodies of the meteorites when liquid water was present, long before the meteorites entered the Earth’s atmosphere. This finding has direct implications to the distribution of life in the Cosmos and the possibility of microbial life in liquid water regimes of cometary nuclei as they travel within the orbit of Mars and in icy moons with liquid water oceans such as Europa and Enceladus.

Astronomia:Importante Levantamento Atual da Pesquisa Espacial e da Vida Extraterrestre

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Artigo do NYT é prova que vamos descobrir Vida-Et antes da NASA

Artigo no NYT-Science desta semana ( link abaixo) descreve como está a corrida para encontrar outros planetas fora do sistema solar principalmente procurando detectar Vida Extraterrestre. O modêlo cosmológico da Matriz abordaria o problema, ao menos intelectualmente, acrescentando uma outra abordagem para a pesquisa. Explico com uma analogia.

Imagine micróbios inteligentes habitando a superficie de um ribossomo dentro de uma célula que está dentro do corpo de um elefante. Se êles estivessem em nosso atual nível da evolução, como fariam para saber se há outros ribossomos e se há vida nêles, nas outras células que lhe pareceriam tão difusas e distantes como as galáxias e as estrêlas parecem a nós?

Hein?

Pois êsse é exatamente o nosso caso atual. Para começar, poderiam detectar vários tipos de corpos à volta do nucleo celular, mas a difusa visibilidade e os deficientes meios técnicos atuais para identificar os corpos tornaria dificel saber se tais corpos seriam ribossomos e não mitocondrias, lisossomos, ou simples moléculas. Apenas temos as variações da luz da estrêla quando o corpo se põe entre nós e ela, o que quase nada elucida a identificação do corpo. Uma das idéias da Matriz/DNA é que devemos nos voltar para o planeta e pensar como êle poderia ser identificado por alguém naquelas estrêlas. Então quando o Kepler estiver distante de nós seria bom êle voltar-se em nossa direção, mandar imagens, e com elas estudaríamos esse problema. 

Mas agora imagine que tais micróbios estivessem numa célula do seu corpo e você pudesse saber de sua existência e observa-las, como imaginam os crentes seriam seus deuses.  Claro que se quisesse você arrumaria algum jeito de conduzi-los a contactarem micróbios de outra célula. Mas acho que você não iria querer. Pois se todos os micróbios de tôdas a s células se comunicarem e se unirem, podem dominar o seu corpo, tomar de ti o poder sôbre teu reino. Então acho que Deus não nos ajudaria nessa busca, por êsse motivo. “Dividir para reinar!”… já dizia Maquiavel. 

Mas que tal se nós ficar-mos pensando nesta história de micróbios vivendo na superfície de ribossomos para ver se temos alguma idéia genial e começamos a bater papo com os extraterrestres primeiro que a NASA? Já pensou na surprêsa do pessoal da NASA ao receberem um convite:

“Os senhores estão convidados a participarem de uma teleconferência na Internet Espacial com o Comandante Austriak e sua Esquadra Galáctica de Orion, Nebula, que se fará realizar aqui na Selva Amazônica no próximo domingo. Serão bem vindos. Alojamento grátis. Abraços… pessoal da Matriz/DNA”. 

Ahhhh… como é bom sonhar…ao menos, desopila o fígado…

Quer ver o artigo? Se pedir login, é fácil e vale a pena se registrar. Se não, procure que há outros caminhos para chegar a êste extraordinário jornal. 

The New York Times

Space @ Cosmos

http://www.nytimes.com/2011/01/31/science/space/31planet.html?pagewanted=2&ref=general&src=me

Gazing Afar for Other Earths, and Other Beings

Published: January 30, 2011

Noticias s/Origem da Vida: Mais evidências para a Teoria da Matriz

quinta-feira, dezembro 16th, 2010

Aminoácidos vindos do espaço: Espetaculares evidências para a Teoria da Matriz/DNA 

A noticia pode ser vista em: 

PhysOrg.com

http://www.physorg.com/news/2010-12-blocks-life-impossible.html 

  

sob o titulo: 

Building blocks of life created in ‘Impossible’ place

December 16, 2010 by Nancy Neal-Jones and Bill Steigerwald 

Planetas são como animais: se reunirem certos requisitos, serão selecionados pela Matriz, convidados a constituirem o tronco da árvore da evolução, contribuindo para gerarem e hospedarem  a prole biológica da Matriz: os seres vivos. É o que estamos confirmando através de meteóritos mostrando que no espaço sideral também existem aminoácidos e as condições em que estes foram formados. 

A cada dia encontra-se mais matéria primordial da Vida em meteóritos que vieram para a Terra do espaço sideral, aumentando a viabilidade da teoria atual acadêmica de que alguns dos ingredientes da vida teriam sido formados no espaço sideral além da Terra. 

Esta possibilidade veio salvar a teoria da abiogênese que estava cambaleando e perdendo crádito porque  muitos experimentos tentando diversas maneiras de calcular como seria  o ambiente na Terra quando a vida surgiu não deram resultado. Parecia que a Terra não poderia ter sózinha gerado a vida que temos aqui, estavam faltando ou ingredientes ou extraordunárias condições ambientais. Os meteóritos reacenderam as esperanças na abiogênese, pois em algum lugar ou varios lugares no espaço sideral poderão ter reunido as necessários condições e ingredientes. 

Portanto falta encontrar esse lugar para provar a toeria acadênica. Me parece que não resolvemos nada assim, apenas adiamos ou transportamos o problema da origem da vida para fora da Terra. 

Mas… a Teoria da Matriz/DNA a 30 anos registrou-se com direitos autorais apresentando modelos que sugeriam que a vida pode e deve se formar em muitos lugares do Universo. Mas para isso ela apresentou um modêlo de uma nova teoria de formação das galáxias, pelo qual os elementos e condições ambientais necessários e suficientes para serem elaborados os sistemas biológicos já se encontram nos próprios astros. Portanto, aminoácidos podem serem formados em todo o Universo, assim como na Terra. A diferença entre as duas teorias é que uma acredita que é necessário um evento extraordinário, quase como um acaso, num local tambem extraordinário, para a vida acontecer, enquanto a outra diz que a vida é mero passo evolutivo de um processo macro-evolutivo no qual os astros estão inseridos. 

Vamos a seguir realçar alguns dos textos do artigo científico e comentá-los pela visão da Matriz. 

NASA:  “Finding amino acids in these objects supports the theory that the origin of life got a boost from space — some of life’s ingredients formed in space and were delivered to Earth long ago by meteorite impacts.” 

Matriz:

“Essa “recarga” vinda do espaço não precisa ser necessáriamente aminoácidos já formados. Se a Terra não tivesse as condições e ingredientes para formar aminoácidos, os que aqui chegassem não teriam florescidom assim como os aminoácidos das experieências como Muller/Urey são incapazes de realizarem o segundo passo evolutivo, que é a formação de proteinas e RNA. Que tenham vindo proteínas e RNA já sintetizados é uma hipótese distante pois nunca foram encontrados em meteóritos. Se aqui na Terra a semente da vida floresceu é porque a Terra e/ou o sistema solar a qual pertence pode produzir as sementes de si mesma.

NASA: “… in both labs detected small amounts of 19 different amino acids in the sample,…” 

Louis Morelli: “Falta saber se não temos o mesmo problema da experiencia de Muller/Urey. Aminoácidos não são apenas os 20 tipos utilizados pela vida, pois existem muitos outros tipos que não aparecem na constituição dos seres vivos. Os aminoacidos produzidos naquela experiência, segundo tenho lido vários cientistas comentarem, não são vitais. Quais foram os aminoacidos encontrados? 

NASA: “The team had to be sure that the amino acids in the meteorite didn’t come from contamination by life on Earth, and they were able to do so because of the way amino acids are made. Amino acid molecules can be built in two ways that are mirror images of each other, like your hands. Life on Earth uses left-handed amino acids, and they are never mixed with right-handed ones, but the amino acids found in the meteorite had equal amounts of the left and right-handed varieties.” 

Matriz: “ Excelente informação para a Teoria da Matriz, e uma grande indicação favorecendo seus modêlos!… 

“Segundo êstes modêlos, os meteóritos e asteóides devem ter uma unica origem possível: cometas desfeitos. Na teoria da Matriz não existem eventos violentos em astronomia que poderiam produzir choques entre astros e quebrando-se em pedaços menores como meteóritos. E nem explosões de supernovas lançando meteóritos ao espaço. E desde que existem aminoacidos nos meteóritos, estes meteóritos não podem ser restos de estrêlas mortas. Porem, como fragmentos de cometas a existência dos aminoacidos torna-se previsivel. Pois cometas são produzidos pelos vulcões de velhos e gigantes planetas que a Matriz denomina de pulsares, os quais estão a caminho de se tornarem estrêlas. Por outro lado, os modêlos indicam que os ingredientes para a vida vem, 50% do nucleo de planetas novos como a Terra ( cujos 50% devem produzir apenas left-handed aninoacidos) e os outros 50% vem da radiação de estrêlas como o Sol ( cujos 50% produzem os right-handed aminoacidos). Mas o pulsar é o unico astro que – por ser justamente a unica forma intermediaria entre planeta novo e estrêla supernova – contem os dois tipos de aminoácidos.” 

Louis Morelli: “Isto foi previsto a 30 anos atrás! Pelos modêlos da Teoria da Matriz/DNA, unicamente. Basta ver o material apresentado para copyright… 

“ É um grande momento para a Teoria da Matriz/DNA. E para embevecimento e regozijo de todo ser humano, pois indica o enorme potencial da nossa racionalidade. Modêlos teóricos racionais, elaborados segundo a racionalidade humana, mostrando-se capazes de tão complexa e certeira previsão: é motivo de festa na Terra porque êste homen que vinha perdendo toda sua dignidade ao perder o centro da criação, o centro do Universo, tendo a paternalidade divina rebaixada para paternidade do macaco, é repentinamente guindado de novo ás alturas recuperando sua dignidade, por possuir uma capacidade que não esperávamos: a nossa Razão está em perfeita sintonia com a razão da Natureza Cosmológica. Nossa razão caminha de mãos dadas com a Razão Universal. Saltamos abismos e vales profundos de escuridão para o nosso conhecimento, mas lá na frente saímos na mesma estrada e na mesma direção por onde vem caminhando o Universo! 

“Previsões como esta indicam que, se nas formas primitivas nos distanciávamos da forma de nosso criador, com nossa evolução e nosso abnegado esforço estamos nos tornando `a imagem e semelhança de nosso criador. Seja êste o Universo, a Natureza, a Evolução, Deus, ou o que mais possa ser. 

Matriz: “E porque a Vida aqui na Terra, quer dizer, os sistemas biológicos, apenas se utilizam dos aninoacidos left-handed? Porque eles são produtos da primeira metade da Matriz, da parte do fluxo do circuito sistêmico que se inicia na Função 1 e termina na Função 4, que  está codificada na primeira metade do DNA, e que representa a metade esquerda da face da Matriz. Que representa o ciclo vital desde a concepção e nascimento do individuo até o ultimo estagio da juventude. A fase do crecimento, da formação, sem a fase do decaimento, da entropia, da degeneração. Sem o instrumento da morte. Pois a Matriz não estava aqui para fazer o aminoacido apenas e parar aí, o que teria acontecido se a left-handed molecula possuisse o prosseguimento do fluxo alem da ultima fronteira da face esquerda, pois  teria avançado para construir sua metade direita. E assim teria fechado o circuito, decretado seu destino perpétuo. Teria decretado a morte da Vida ali mesmo,  a 3,5 bilhões de anos atrás. 

“ A mitocondria na célula animal, assim como o cloroplasto na célula vegetal, são as organelas que abrem o sistema celular para se conectar com a estrêla Sol.  Ambas perfazem as operacões que finalizam na energia quimica, seja a síntese do ATP ou a fotossíntese. E ambas são as ferramentas construídas pela Função 4. E esta função, que representa o elemento masculuno do sistema, é a que pode quebrar um sistema fechado ao atirar seu espermatozóide na direção contraria à que encontra a função feminina, sua companheira, na posição 1. Graças a essa infidelidade conjugal ocorre a miscigenação das proles e não a eterna reprodução estéril de uma só raça, no caso, apenas de sistema fechado em si mesmo, aniquilando o processo da evolução. É isso o que acontece com a molécula  left-handed quando separada da right handed: o fluxo informacional é lançado ao espaço ao invés de misturar-se aos ingredientes envolventes para construir a face direita ligada a ela. Graças a isso, a esse extraordinario e quase imperceptivel detalhe, os aminoacidos passaram a formarem proteinas e RNA. Só depois, quando a fase  da biótica inorganica estava vencida, e a Matriz precisava se recompor completa para carregar as sendas da Vida. e para tanto precisava se compor como sistema, reortnou o velho mecanismo das estrelas que foi a perdição das galaxias: o RNA, contido no nucleo do sistema, e representando a metade esquerda da face, têve a liberdade de reconstruir a parte direita de sua face. E assim nasceu o DNA! 

A Matriz ressuscitada, e aqui na Terra! Agora como sistema aberto. Condenada a se arrastar em busca do seu pão, porem com os caminhos abertos para retornar sua evolução rumo à sua transcendencia, a qual é a forma de auto-consciencia do Universo, que apenas agora começa a se formar ainda fragmentada, com cada parcela de si dentro da cabeça de cada ser humano! 

Louis Morelli: “Ah… pombas… você pode dizer que não acredita nessa teoria, que eu sou im louco, etc. Mas numa coisa tem que concordar: ela é bonita “prá caraio”! É… ou não é?  E o pior: it makes sense… 

E repare na inteligência da Natureza, ou do criador, sei lá… Era preciso recompor um sistema com todos os ingredientes que vieram da evolução dos astros, resumidos em LUCA. Mas não copia ser igual a LUCA, um sistema fechado em si mesmo. Yunha que ser reconstruído um sistema com os mesmos ingredientes porem a forma final tinha que ser diferente: um sistema aberto para a evolução. Como a incrivel inteligência cósmica resolveu isso? Ora… simples! Refez o sistema original, fechado. Na forma de DNA.  Ali, a face esquerda constrói a direita e se completa formosa. Mas a seguir, constrói-se uma muralha em torno dele, aprisionando-o numa cela. Trata-se da membrana nuclear. A seguir recomeça-se a reconstruir o sistema de novo. Quando chega na função 4, tem-se uma mitocondria. Neste momento contrói-se correndo outra muralha agora em volta do segundo sistema que é maior. Trata-se da membrana externa celular. Assim foi interrompido o circuito, que iria começar a construir a face direita pelo cloroplasto. Apenas retira-se a ponte entre uma organela e sua próxima vizinha. Entre Função 4 e 6. O micro-organismo que estava na forma de mitocondria não evolue para a forma de cloroplasto. Então o circuito dêsse sistema só faz a face esquerda e para aí. No problem. O sistema celular necessita das partes que fazem as funções 6 e 7 (estrêla e cadaver estelar no céu, cloroplasto e lisossomo na célula).  Mas a essencia da função 6  que é produzir energia foi desemvolvida a partir da mitocondria que produz os cometas ATP’s. E mais tarde, deixa-se o lisossomo desenvolvido na célula vegetal ser incorporado na celula animal para fazer sua função, que é a de limpeza do sistema. 

“Assim a incrivel inteligencia natural resolveu o problema da vida reabrindo suas portas à  evolução, com a célula animal. O sistema cósmico foi reproduzido na integra como sistema fechado, porem ficou como nucleo, isolado no centro. Na periferia, em torno dele fêz novamente outro sistema, porem aberto…”     

NASA: “The sample had various minerals that only form under high temperatures, indicating it was forged in a violent collision. It’s possible that the amino acids are simply leftovers from one of the original asteroids in the collision.” 

Matriz: “Nope! Sorry, mas aqui vamos descordar. Altas temperaturas em astronomia não existem apenas quando existem violentas colisões. Existe a alta temperatura dos vulcões. Magmas podem ser formadores de metais… porque não?  As amostras não indicam que os aminoacidos foram formados em altas temperaturas, mas apenas que os seus ingredientes o foram. E considerando-se a história a seguir dos aminoacidos que foram usados pela vida, as condicões mais baixas de temperatura que eles precisam para se manterem organizados – como o foram – e para se organizarem em proteínas, seria mais racional pensar que eles nunca estiveram expostos à tal temperatura de 2.000 graus F, como teorizam no artigo. Acho que aqui se repetiu a cena nas origens do Universo quando se formaram as super-partuculas e os sistemas atomicos: enquanto a temperatura era elevada, as particulas agitadas se chocavam, não se firmavam e não se organizavam em compostos maiores. Foi preciso esperar o Universo esfriar para essa organização começar. Justamente isso acontece com os metais expelidos pelos vulcões dos pulsares. Porque os pulsares não produzem a Vida, se possuem 100% dos ingredientes? Faltam as necessárias condições ambientais. A temperatura na superficie é demasiada elevada, pois estão se transformando numa supernova. Mas se os ingredientes são espelidos em cometas para o espaço sideral, e desde que a maioria dos cometas não conseguem seu objetivo que é alcançar o nucleo do sistema e fecundar o buraco negro, e passam a ficar vagando no espaço frio interestelar, a temperatura onde estão estes ingredientes abaixa, torna-se ótima para os processos vitais, e daí… surgiram estes aminoacidos. A cena nas origens do Universo serve de parâmetro lógico para minha teoria.” 

Louis Morelli:  ”Essa mania de imputar tudo o que não se consegue explicar a eventos que inplicariam violência… No céu não há violência como regra… a astronomia está montada encima do estado de ordem da Natureza.” 

NASA: “However, the team thinks it’s unlikely amino acids could have survived the conditions that created the meteorite, which endured higher temperatures – more than 2,000 degrees Fahrenheit (over 1,100 Celsius) – over a much longer period. “It would be hard to transfer amino acids from an impactor to another body simply because of the high-energy conditions associated with the impact,” said Bada. 

Instead, the team believes there’s an alternate method for making amino acids in space. “Previously, we thought the simplest way to make amino acids in an asteroid was at cooler temperatures in the presence of liquid water. This meteorite suggests there’s another way involving reactions in gases as a very hot asteroid cools down,” said Glavin. The team is planning experiments to test various gas-phase chemical reactions to see if they generate amino acids” 

Matriz: “Não… vocês vão perder tempo. A crença de que os meteoritos são produtos de colisões está levando vocês a caminhos errados. Cometas vagando no espaço sideral interestelar e  passando dentro de sistemas estelares mudam de temperatura, pois são cobertos de gêlo numa região e aquecidos em outras pelo calor de estrelas estes derretem formando estados liquidos da matéria. Os aminoacidos não tem problemas para se formarem e se manterem neles, pois nunca suas superficies tem temperaturas elevadas tanto.” 

NASA: “ Fragments of 2008 TC3 are collectively called “Almahata Sitta” or “Station Six” after the train stop in northern Sudan near the location where pieces were recovered. They are prized because they are Ureilites, a rare type of meteorite. “An interesting possibility is that Ureilites are thought by some researchers to have formed in the solar nebula and thus the findings of amino acids in Almahata Sitta might imply that amino acids were in fact synthesized very early in the history of the solar system,” adds Bada. 

Matriz: “Hummm… great! Vocês estão se tornando melhores defensores e propagadores da minha existência que êsse incompetente e burro velho empregado que tenho chamado Louis! Se as tais Ureilites, os fragmentos do meteórito, se formaram na solar nebula – quer dizer, quando ainda a estrêla sol estava se formando – está comprovada a Teoria da Matriz! Corra a dar uma olhada em LUCA, ou no diagrama da Matriz. Veja na Função 4 o pulsar. Veja que ele se transforma na estrela. Quer dizer, o pulsar existe antes e no momento da solar nebula, no ato da criação do Sol. E o modêlo está dizendo que naquele momento o pulsar emitia cometas. E que este meteórito é fragmento daqueles cometas. E que estes cometas carregavam todos os ingredientes e tiveram todas as temperaturas ideais e necessarias para formarem aminoacidos. O que querem mais?!” 

Louis Morelli: “Meu Deus! Que bomba tenho nas mãos!… Mas o pior: tenho que segura-la e sózinho… ninguem acredita que se trata de uma verdadeira… BOMBA!… E ela ainda me chama de burro velho!…” 

Origem da Vida: O que pensa a NASA hoje

sábado, dezembro 4th, 2010

Êstes são os principais tópicos e pontos de vista da comunidade que hoje está mais ativa e mais investindo na busca de entender a Vida e o Universo. O Departamento NAI – “NASA Astrobiosific Institute”, assumiu o comando desta busca (que interessa a milhões de pessoas no mundo) porque estão procurando vida fora do planeta Terra. De uma recente palestra da NAI, (o vídeo gravado é obtido em…

http://astrobiology.nasa.gov/nai/ool-www/program/

do web-site da NASA, setor NAI

que vai abrir uma janela do Adobe:

http://connect.arc.nasa.gov/p11452501/?launcher=false&fcsContent=true&pbMode=normal

… destacamos estes tópicos seguidos de comentários da Teoria da Matriz/DNA.

1)    Pelo título (Great moments in evolutionary history: Would they happen again?) deduzo que estão listando as principais caracteristicas da evolução para calcular se vale a pena procurar Vida fora da Terra, ou seja, se a  origem da Vida aqui foi produto de um acaso unico que dificilmente seria repetido em outro astro ou se a maneira como existe a cosmologia, se nela existem regras naturais que podem produzir vida em vários lugares e similares à nossa.

O que você pensa?

Eu parabenizo a racionalidade nesta forma de colocar a questão pois deixa-se o caminho aberto a várias possibilidades, sem o fundamentalismo dos criacionistas ou dos ateus. É uma atitude genuína cientifica, penso eu. E isto corrige um defeito no pensamento racionalista até a década passada: a Ciência afirmava que a Vida surgiu espontâneamente e apenas pelos ingredientes de uma sôpa terrestre primordial, portanto não haveria regras evolutivas nem elementos ocultos funcionando naquela sôpa que indizisse à algum processo de prévio design, nem mesmo que êsse design fôsse determinado apenas por meras forças físicas. Agora abre-se as portas para a possibilidade de que talvez o Cosmos tenha participado do evento e com isso, parte-se na direção do Cosmos para investigar a existência ou não dessas proproedades.

Matrix/DNA Theory: “Mas isto foi o que Louis Morelli fêz a 30 anos atrás. Até então ele tinha estado fazendo o que faziam os quimicos positivistas, inspirado nas idéias de Oparin e na experiência de Muller/Urey, ajoelhado na beira de algum pantano, revirando a lama e observando-a com um simples microscópio tentando entender como a Vida poderia ter surgido dali. O Sol radiante dos trópicos insistindo em ser notado ao incidir com luz forte na parte posterior e traseira de sua cabeça ao mesmo que iluminava e agitava a lama fêz com que ele se levantasse do chão, erguesse a cabeça fitando o céu, e se perguntasse: “Não existe vida sem os fótons dessa luz, nem mesmo nos fundos oceânicos. Mas o que é estes fótons? O que êles estão trazendo para cá? O que é na realidade a fonte dêles?” Tenha sido uma opção errada ou certa, assim como a ser concebida a teoria da Matriz/DNA. Louis Morelli foi assim um foguete elaborado pelo espirito primitvo natural da selva bruta que saiu na frente e foi mais rápido que os foguetes feitos pela NASA…”  

2)    A principal questão da NAI agora é exposta no seguinte quadro:

a)     Is evolution predictable (based on the physical, chemical and biological laws, …)

or

b)    Contingent (that is a product of the quirks of history?)

A evolução tal como a entendemos na biosfera terrestre, com suas regras como a seleção natural, variação, hereditariedade, é um produto determinado e previsivel pelas regras que regem a astronomia, o Cosmos? Ou as regras cosmológicas podem produzir outro tipo de evolução com outras regras, ou mesmo não produzir evolução em outros astros? A escolha entre estas duas alternativas é muitissimo importante agora porque a alternativa eleita determinará onde buscar e em que tipo de tecnologia devem gastar a limitada verba. Se ela é previsivel, por exemplo, deve-se concentrar a busca em astros que contenham carbono, água, temperatura próxima dos 100 graus Celsius, etc. Se  a evolução terrestre deu-se por acaso, então é possível que astros com outros elementos e condições possuam formas de vida, que não sejam baseadas no carbono e na água. Imagine se gastamos todo o dinheiro buscando a Vida só nos planetas similares à Terra e depois se descobre que aqui foi o unico lugar que ela aconteceu deste jeito. Enquanto isso poderíamos estar passando por astros mais fáceis de pesquisar, porem por serem muito diferentes os ignoramos, quando justo ali existia Vida… (talvez seres feitos de ferro e borracha que tomam ácidos… porque não?)

3)    A questão acima foi re-fraseada em novo slide:

Are there laws in evolution?

This is pertinent to

– Understanding evolution;

– Life elsewhere, and the…

– Future of life on Earth.

4) Gould (Stephen Jay) foi um dos primeiros a considerar sériamente e pesquisar a hipótese da “contingência”: “Is all evolution contingent, that is, the result of historical accidents? Or not?”

No seu livro, “The Burgess Shale and the Nature of History” Gould escreveu nas páginas 289-90:

“Invariant laws of Nature impact the general forms and functions of organisms; they set the channels in which organic design must evolve. But the channels are so broad relative to the details that fascinate us! … Charles Darwin recognized this central distinction between “LAWS IN THE BACKGROUND’ AND CONTINGENCY IN THE DETAILS”.

Eu acho muito feliz e bonita esta frase! Leis gerais e superiores, universais, deterministas, forçando a evolução mas sob certos limites, enquanto aos seres sob evolução é permitido o livre-arbitrio e ao ambiente terrestre imediato é permitido os acasos produzindo imprevisibilidade. Vamos ver o que os modêlos da Matriz/DNA dizem a respeito:

Matrix/DNA: “ Um átomo é um sistema atômico que está dentro de um sistema celular que está dentro de um sistema corpo humano que está dentro de um sistema estelar que está dentro de um sistema galactico que está dentro de um sistema… Hierarquia dos sistemas naturais. Uma criança “humana” (claro… não poderia ser uma criança girafica ou hipopotâmica. Hei, Matriz… agora você pisou na bola…) está dentro de uma familia que pertence a um sistema social que tem um especifico sistema religioso. Apesar de ser um sistema invisivel, a religião muçulmana faz um humano se comportar diferente de um católico em algum detalhe. Assim, o sistema galactico, tão distante que ainda é invisivel e desconhecido para muitos humanos, pode apresentar mil tipos deiferentes de sistemas estelares, porem nenhum tão exótico que sairia fora das leis físicas emanadas pelo sistema galáctico. Por exemplo, existem os sistemas estelares obliquos, redondos, os de uma estrêla só ou acompanhada por outra, mas não existe nenhum quadrado ou trapezóide. Qualquer acaso que produzisse um sistema estelar  quadrado teria determinado o seu fim breve, pois êste não se adaptaria e não seria selecionado pelo sistema galáctico.

As leis de sistemas distantes chegam aos átomos da Terra na forma de fôrças e particulas por radiação como os agentes subversivos do regime nazista chegavam nas populações rurais até de outros países. O objetivo é convencer ou mesmo forçar os individuos a mudarem o comportamento fazendo novo tipo de conexão social, mas o tipo que rege o sistema deles. O sistema galáctico é organizado de forma diferente do sistema solar. Assim, se os átomos da Terra se combinavam para formar rochas, água, ar, os agentes alíenigenas infiltrados nestes átomos fizeram com que estes átomos produzissem novas conexões e combinações, resultando daí as moléculae orgânicas. O nosso problema está em que ainda não sabemos ou não conhecemos todos os sistemas naturais que influenciam a matéria na superficie terrestre. Não temos idéia nem como estão interagindo e conectados aos astros do sistema solar de maneira que resulte num sistema de fato, quiçá do galáctico. Mas temos inteligência para saltar obstáculos de pontos obscuros e inferir corretamente o que há lá na frente. E sugere nossa inteligência que: a) – se o primeiro ser vivo de fato e completo foi um sistema e não uma parte de sistema, então é mais lógico pensar que quem ou o que o produziu já era em si um sistema; b) – se o primeiro ser vivo já surgiu com a capacidade de reprodução, então é mais lógico pensar que o sistema que o produziu possuía essa capacidade; c) – se os vivos se transformam do simples para o mais complexo, a que denominamos evolução, com certas regras, então é mais lógico pensar que o sistema que o produziu estava sob evolução pelas mesmas regras; d) – se os seres vivos evoluem numa sequencia em que os mais evoluidos vieram dos mais simples, então é mais lógico que o primeiro sistema vivo tenha vindo de um sistema ainda mais primitivo, talvez mesmo um proto-sistema. E assim por diante, com operações mentais, podemos elaborar o esquema ou protótipo do sistema invisivel que de algima forma infiltrou suas forças naquela sôpa primordial, como variaveis ocultas que produziram a variação de abiótico para biótico. Assim procedeu Louis Morelli quando me encontrou nas origens da galáxia através de um retrato falado que ele tinha elaborado na lama do pantano.”

Morelli: “Hei… devagar com o andor! Ainda não tenho certeza de que encontrei o réu correto pois apenas o vejo de longe e no escuro. Parece ser o tipo que corresponde ao retrato, mas ainda não dá para jurar isso no tribunal!”

5) E Coway Morris, no livro “The Crucibe of Creation”, 1998,concorda plenamente na p. 205: “It really is not very important if the many details of an alternative history are different, because in broad outlook the study of evolutionary convergence demonstrates that the world, perhaps even any world, would have to look broadly similar.”

Matrix/DNA Theory: “ É preciso notar que a vanguarda cientifica, tanto materialistas quanto criacionistas, concordam que as regras da Física que regem o Cosmos e as regras gerais da evolução biológica parecem ser as mesmas em qualquer lugar do mundo. Se são iguais, devem existir padrões semelhantes não só de seres vivos em diferentes regiões do Universo mas tambem padrões semelhantes entre os sistemas naturais, sejam micro ou macrocósmicos.  A Teoria da Matriz sugere que esta similaridade ocorre devido todos os sistemas naturais serem na verdade um só sistema, universal, que está sob macro-evolução. As formas de átomos, galáxias, células, são todas diferentes formas simplesmente porque este sistema está se transformando regido por um ciclo vital ugual ao cuclo vital humana que faz o corpo variar desde as formas de uma bolota de células como é a blástula à de um baby ou um adulto. Isto ela deduz devido ter encontrado uma fórmula que é um denominador comum a todos estes sistemas, a qual tambem sob evolução, tendo iniciado como simples vórtices imateriais até mesmo antes do Big Bang veio evoluindo até alcan’;car a forma mais evoluída de hoje que está nos sistemas biológicos e denominamos DNA. Por isso ela sugere que o DNA é apenas uma forma de uma Matriz Universal. E se existe uma Matriz, ela é responsavel por essa ampla aparência de similaridade, por essas “invariants laws of Nature”, ela é responsável por existirem estas “laws in the background”.

O mesmo foi dito por John Maynard Smith, in The Problems of Biology, 1986: “ My own view is of a series of historical accidents, subject to engineering constraints on the one hand, and to the conservatism of development on the other”.

Bem, a seguir a palestrante entra num te que demasiado interessa à Teoria da Matriz/DNA. Ela vai falar sôbre sôbre os padrões biológicos comuns que a NAI hipotéticamente está crendo serem universais. E apresenta o seguinte quadro:

There are biological patterns likely to be universal based on:

– The likelihood of life based on organic carbon because of the prevalence of organic chemistry in comets, meteorites and the interstellar medium;

O grifo em vermelho é meu porque preciso comentar algo aqui: a teoria da Matriz/DNA sugere que deve haver similaridade de vida em várias diferentes regiões do Universo devido a obrigatoriedade de se constityúrem de carbono. Isto porque o átomo de carbono é dentre todos o que melhor copiou a Matriz, no sentido de possuir as seis funções sistêmicas nos seus seis prótons. Por não ter representante da F5 ele não se reproduz, o que o impede de ser cópia perfeita da forma da Matriz que desceu à Terra, a qual é  um sistema fechado em si mesmo, e como tal, impossível de evoluir. Assim, o carbono é o único que contem todas as funções e na dose correta, porem é um sistema aberto, que o impulsiona a fazer conexões com o maior numero de vizinhos possivel. Estas seriam as caracteristicas necessárias e suficientes para que o sistema universal semi-biológico galgasse o próximo degrau evolutivo. Quanto á química orgânica, a Matriz sugere que não deve-se considera-la como geradora das leis que aparecem na evolução biológica. Estas leis vieram antes e acima dela, tanto é que os sistemas naturais que antecederam os biológicos – os quais sim, apresentam estas leis – não foram construídos pela quimica orgânica, a qual depende de solventes do estado líquido da matéria e antes só existiam os estados gazozo e sólido.

– The likelihood of water as a solvent because of the widespread occurrence and chemical properties of water;

– The universality of the laws of the chemistry and the physics;

– The universality in principal of the natural selection;

– The selective tyranny of the environment;

– The likelihood of the availability of solar radiation as a source of energy.

Near-term predictive power can be derived from…

– the constraints of an ancestry, genetics, and developmental biology.

This amalgam creates a surprising amount of predictive power in the broad outline. From these we hypothesize that life is always carbon-based, and generally similar to that on Earth. Based on what we know about the origin and evolution of life on Earth, there are certain tendencies, if not “laws”, that provide predictive power.

Obs: Baseada em que existe uma possibilidade de previsão sôbre como devem ser possíveis seres vivos alem da Terra, a NASA tem então maior estímulo em procurar detectar estas vidas, e investir tôda a verba num tipo especifico de tecnologia. Por isso não entendo porque a NASA se descuidou de fazer um peer-review super cuidadoso na experiência que ela mesmo financiou, sôbre bactérias contendo arsênio no DNA. Ora se essa experiência foi correta, indicaria que teríamos de atirar em todos os sentidos sem capacidade de previsão, pois poderia haver formas de vida constituídas dos mais tóxicos elementos. Ainda bem que houve um levante de cientistas em todo o planeta estudando minuciosamente os detalhes da experi6encia e estão contestando-a sugerindo que êrros foram cometidos, o que nos dá a esperança de que seja mantido o “predictive power”.

( bem a palestra é longa, tem muita coisa ainda a mencionar, mas acabou meu tempo agora. Fica aqui registrado o artigo  e o site do vídeo para posterior continuação, se Deus quizer, … quero dizer… se as leis universais no background, permitirem )

Nova Notícia da NASA: Mais uma Vitória da Matriz/DNA?

sábado, janeiro 9th, 2010

Veja no website da NASA – Science@NASA em:

http://science.nasa.gov/headlines/y2010/07jan_nustar.htm  do dia 01.07.2010 (Jan, 07 de 2010)

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Artigo sob titulo:….  

 

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Why Won’t the Supernova Explode?

 Porque a Supernova Não Quer Explodir?

 

  

 

   . E sinta-se desconfortávelmente indignado ao perceber como a Humanidade – com 6 bilhões de pessoas (90% da população mundial) – sendo ainda torturadas devido à falta de conhecimento sôbre a Natureza e sua materia está sendo desviada de suas realizações, perdendo tempo e considerável quantidade de recursos e energia humana, pela fôrça que vem do nosso ancestral, o incorrígivel LUCA. E sinta a presença da fôrça que nos acena com uma vitória, vindo da Matriz/DNA.

Vamos traduzir um trecho da noticia acima para sentir o drama:

Porque a Supernova Não Quer Explodir?   

 Uma velha e massiva estrêla está para ter uma morte espetacular. À medida que seu combustivel nuclear se esvai, ela começa a colapsar-se sob seu próprio tremendo pêso. A pressão esmagadora dentro da estrêla vai às ultimas, disparando novas reações nucleares, estabelendo o palco para uma terrificante explosão. E então… nada acontece! Ao menos isto é o que os supercomputadores tem estado a dizer aos astrofísicos por décadas. Muitos dos melhores modelos computacionais de esplosões de supernovas falham em produzir uma explosão. Ao invés, de acôrdo com as simulações, a gravitação ganha seu dia e a estrêla simplesmente colapsa. Óbviamente, os físicos estão falhando ou não percebendo alguma coisa.”

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 Agora observe esta figura de Cassiopeia e veja a interpretação que deram para a imagem: resultado da explosão de uma supernova.

cassiopeia-falsa-visao-de-explosao.jpg

Cassiopeia A in a Million
Credit: U. Hwang (GSFC/UMD), J.M. Lamming (NRL), et al., CXC, NASA, Explanation: One million seconds of x-ray image data were used to construct this view of supernova remnant Cassiopeia A, the expanding debris cloud from a stellar explosion.
E veja as duas figuras seguintes, dos modelos da Matriz/DNA. A figura menor representa o diagrama do software universal que a Natureza utiliza para organizar a matéria em sistemas e dar “vida” a esses sistemas introduzindo-lhes um ciclo vital. A figura maior representa como um astro celeste, qualquer que seja, obedecendo o esquema do software e se transformando com o tempo devido ao ciclo vital, apresenta todas as formas astrônomicas até então conhecidas. 

Modelos da Teoria da Matriz/DNA Universal indicando como um astro torna-se uma supernova, sem explosão. Esta transformação ocorre entre as funções 4 e 6. 

 origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg     LUCA - The Last Universal Common Ancestor

Pois bem. Pergunto: A imagem acima, de Cassiopéia, representa os restos de uma estrela que teria explodido – como reza a Hipótese Nebular – ou representa os restos de uma estrêla que tem uma morte lenta, gradual, sem explosões – como sugere os modelos da Matriz/DNA ?

 . Desde 1734 quando Emanuel Swedenborg apresentou a Hipótese Nebular – um modelo sugerindo como ocorre a formação de planetas e estrêlas – crianças aos 10 anos, sentam-se nos bancos escolares para ouvirem e serem obrigados a decorar essa peculiar visão do mundo. Resumindo, a Hipótese Nebular sugere que os astros celestes surgem ao acaso por geração expontãnea e como a Vida surgiu nesse mundo formado dessa maneira, surgiu a teoria da abiogênese. Ora, dentre estas crianças estão aquelas que se tornam astrônomos, amadores em astronomia, desenvolvedores da matemática astronômica, funcionãrios pesquisadores da NASA, os desenvolvedores dos instrumentos de pesquisa espacial, por não falar nos politicos, governantes e empresários que decidem o destino da Humanidade. Uma unica maneira de interpretar esta imensa distância do  espaço e do tempo desconhecidos esquematizada dentro de uma hipótese feita a quase 3 séculos.  Claro que existe a racional suspeita de que esta hipótese pode estar errada, pois a formação de astros celestes demoram milhões ou bilhões de anos e a humanidade nunca viu e nunca vai ver como um astro nasce. O que temos e sempre teremos serão apenas hipóteses. Mas a Humanidade inteira está anestesiada por um torpor mental prejudicando o livre exercício de sua inteligência e obnubilando sua racionalização natural de maneira que ninguém – veja bem, ninguém no mundo até agora – mantém em sua mente que sua cosmovisão está alicerçada, apoiada, sobre apenas uma mera hipótese! Muito menos não existe ninguém que tenha publicado algo que esteja procurando outras alternativas hipóteses! Os modelos da Matriz/DNA têm uma explicação para isto: ainda é muito forte a influência genética de LUCA no nosso genoma, essa genética tenta nos modelar reproduzir como LUCA e isto domina a nossa auto-consciência infantil que nasceu ainda ontem, assim como tôda criança humana tem sua visão de mundo modelada pela cultura de seus antepassados. Mas esta herança malfadada é um enorme prejuízo e uma traição contra nossas crianças, nossos filhos, foi um crime contra nossa geração e é  um crime que transferimos para nossos herdeiros, nossas gerações futuras. A cosmovisão é o que modela e conecta os dados e fatos e experiências registrados em nosso cérebro e determina o sentido existencial que acreditamos, o que vai por fim determinar nosso modo de nos relacionar com a Natureza à nossa volta, com a nossa sociedade e as  nossas atitudes e comportamentos. Isto é demasiado sério, não é brincadeira a possibilidade de que estamos pegando crianças inocentes – cujas mentes ainda são como um livro vazio e aberto a ser preenchido – e enchendo-as de visões distorcidas e anti-naturalistas, fundamentadas em alicerces imaginários sem suporte na realidade natural.  Nem mesmo os que estão profissionalmente ocupados nesse enorme empreendimento tecnológico e cientifíco conseguiram se livrar da contaminação deste virus abstrato e coletivo. Nem de longe lhes ocorre por um momento suspeitar de tais modelos baseados em “tão” primitivos calculos!      

Comentário da Matriz/DNA:

     . Isto está escrito num artigo, pasmem (!), da NASA! Isto é um indício que a mente matemática do computador não aceita o modelo de conexão do hard-wire que o cérebro humano aceitou. O computador não consegue trabalhar com a mesma linha lógica de raciocinio que a moderna mente humana. Mas não ocorre em hipótese alguma aos seres humanos que ao menos neste caso, o êrro pode estar dentro de nós, e não do computador. Que as leis naturais e processos naturais produzidos pelos mecanismos naturais não são exatamente aqueles em que estamos acreditando. O que seria normal suspeitar, pois a Natureza não está produzindo o efeito final que nós piamente acreditamos tinha que ser produzido.     . Alguém alguma vez na História da Humanidade viu alguma explosão no céu? Ao menos alguma turbulência? Ao menos um movimento violento resultante de choque entre astros ou de pressões internas? Não! Não existe em lugar algum, em depósito ou enciclopédia alguma, fotos ou descricões de reais fatos sôbre qualquer evento dessa magnitude. Então… porque se acredita cegamente que isso ocorre no céu? A ponto de se construir um software que resulta num modelo-base de simulação o qual gera nossas previsões astronômicas e ficamos esperando tais “explosões”ocorrerem?!!Hoje em dia qualquer estudante formado nos estudos basicos da Ciência ironiza a crença na Astrologia. Mas todo seu edificio cerebral está operando nos moldes da ASTROLOGIA! Pois estamos projetando no universal e descomunal desconhecido céu as microscópicas qualidades humanas geradas por eventos violentos na microscopica biosfera terrestre. É o mesmo que projetar sobre o microscópico tempo do dia a dia humano, o macrocósmico astronomico tempo que modela as qualidades dos astros.     . Enfim, este artigo tem por finalidade noticiar e alertar que existe outro modelo hipotético possivel de ser racionalmente lógico sobre a formação de estrelas e planetas como alternativa ao modelo de Swendenborg. E se eu que venho do mais baixo nivel das condições humanas conseguí elaborar um modelo alternativo, é sinal que existe a possibilidade de se imaginar muitos outros modelos diferentes mas igualmente lógicos e racionais. Tem por finalidade cutucar e despertar nossa mente coletiva para um aspecto para o qual ela não tem sido ativa e mais parece estar em estado sonambulico. E tem por finalidade lembrar que é a nossa visão de mundo formada pela nossa interpretação do mundo construida sobre nossa crença nas origens das coisas do céu que determinam nossas crenças na origem da Vida e portanto envolve toda nossa inteligencia na escolha do sentido e significado existencial. E isto não é brincadeira. Ao menos 6 bilhões de seres humanos estão lá fora aguardando o que decidirá os subterraneos de nossa mente. Aguardando o que produzirá nossa mente no combate aos inimigos que estão assolando essa população, como os bestiais e minusculos virus, as tragédias dos defeitos no clima do planeta, a escassez dos recursos naturais, os modelos de organizaçao de nossa sociedade, etc.

      . O modelo da Matriz/DNA sôbre Astronomia sugere que a origem e evolução dos Astros celestas é diferente do modelo da Hipótese Nebular. O modelo da Matriz/DNA situa os Astros que se encontram na fase de transformação concernente a supernovas nos quadros F4 e F6 do circuito sistêmico astronômico ( Ver as figuras acima).

     . De acôrdo com estes modelos, uma supernova é resultante da transformação de um pulsar. Em um pulsar, a crescent pressão interna produzida pelas reações nucleares vai sendo amenizada e mantida sob controle pela produção de cada vez maiores e mais potentes vulcões que ao entrarem em erupção podem emitir blocos de lavas ao espaço os quais se constituirão nos cometas. Por tanto existe um equilibrio termodinâmico regulado por essas valvulas vulcanicas cuja atuação impede que o astro chegue ao ponto de explosão definitiva. São pequenas ou menores explosões ocorrendo a intervalos regulares como estão sendo detectadas em outros Astros, notadamente em T Pyxidis. Quando as reações nucleares consomem os ultimos materiais sólidos e atingem a ultima camada superficial do astro, esta colapsa-se suavemente e em milhares ou milhões de anos, ao mesmo tempo que a luminosidade produzida pelo contacto entre a radiação interna do pulsar e a radiação enviada pela estrela-mãe se torna cada vez mais intenso anunciando a ocorrencia normal de um novo parto de uma nova estrêla.Não existe eventos violentos com esplosões abalando a harmonia celeste. Tudo se dá gradualmente absorvido pela força gravitacional. Se a supernova do Modelo Nebular não está explodinfdo como o esperado pelos observadores seres humanos a falha não está na estrela mas sim no objeto que gerou falsas expectativas, ou seja, um modelo cosmológico equivocado, que por sua vez produziu um software computacional equivocado, tão for a da realidade que nem mesmo as engrangens naturais do supercomputador consegue processa-lo. Eh…ai… amanhã cêdo novamente terá milhões de nossas inocentes crianças sentadas em bancos escolares e sendo traiçoeiramente desviadas da saúde mental que seria melhor proporcionada por uma maior sincronização entre o humano e sua natureza.

Astronomia: Kepler Telescope descobre mais cinco exo-planets e a Matriz/DNA sobrevive

terça-feira, janeiro 5th, 2010

nasa-arte-sobre-exoplanetas.jpg 

Nesta semana o web-site da NASA (em  http://www.nasa.gov/mission_pages/kepler/news/kepler-5-exoplanets.html ) anuncia sob o titulo  NASA’s Kepler Space Telescope Discovers its First Five Exoplanets” que o telescópio Kepler detectou 5 desconhecidos corpos astronômicos “maiores e mais quentes que Jupiter”.

 

Por um momento meu coração veio à bôca pois pareceu claro que havia chegado o momento de pôr meus 30 anos de trabalho na Matriz/DNA no lixo e aposentar-me.

 Pois se houvesse 5 astros nestas condições em volta de uma estrela significaria que meus modelos estão todos errados e que a Teoria Nebular se fixaria como vitoriosa. Cinco Astros com elevado volume de massa (mesmo com pouco peso ou densidade), maior que um planeta como Jupiter, e com a elevada temperatura de 2.000 a 3.000 graus Fahrenheit, num só sistema estelar é praticamente impossivel segundo os modelos da Matriz/DNA pois o fluxo de massa e energia do circuito sistêmico não poderia se aglomerar num ponto unico. Considerando que a Matriz/DNA sugere um ciclo vital para os Astros, seria o mesmo que dizer que numa familia de sete ou mais  pessoas ( o casal e 5 ou mais filhos) existam 5 filhos adultos com a mesma idade de 22 anos…

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Mas…ufa!… de repente, duas linhas da noticia a mais lidas e…a Matriz se salvou! Os cinco Astros não foram descobertas em volta de uma unica estrela, mas sim em cinco sistemas estelares diferentes, dentre as 150.000 estrelas que o Kepler está observando. Agora ao invés de ameaçá-la, a Teoria da Matriz/DNA se coloca numa posição mais confortável e olha acusadora e inquiridora para a Teoria Nebular, pois esta sim, terá que fazer exercicios extras para explicar e encaixar estas descobertas em seus modelos. Segundo meus modelos, no céu existe a mesma regra que existe para as familias humanas, ou seja, se existe um filho não-gêmeo com 22 anos, os outros tem que ter pelo menos 9 meses de diferença.

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Breve resumo da Notícia:

1)      Kepler foi desenhado para procurar e achar planetas do tamanho da Terra em zonas presumivelmente habitáveis de estrelas semelhantes ao Sol.2)      O Kepler tem alta sensibilidade para detectar tanto os pequenos quanto os grandes planetas, cujos instrumentos o capacitaram para descobrir estes planetas for a do nosso sistema estelar.3)      Diz Borucki, o chefe da equipe da missão Kepler: “ Estas observações contribuem para nosso entendimento de como os sistemas planetários se formam e evoluem desde os discos de gas e poeira que que dão forma tanto para as estrelas e seus planetas. Estas descobertas também mostram  que nossos  instrumentos cientificos ( para enfatizar o que ele disse em inglês: our science instrument) estão trabalhando muito bem. Indicações são de que Kepler vai cumprir todos seus objetivos científicos ( Kepler will meet all its science goals). 

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Nota da Teoria da Matriz/DNA:   

    . O destaque que dei à palavra “Science” duas vezes mencionadas acima por Borucki foi proposital para que entendam o que sinto. Pense bem: por que ele teria que lembrar que a Ciência está envolvida nisto, por duas vezes? Ele poderia simplesmente ter ditto que o Kepler está indo muito bem conforme planejado, os instrumentos técnicos trabalham perfeito e acredita que o plano que levou à sua construção será coroado de êxito. Não precisava, em têrmos claros, em nenhuma vez lembrar que a Ciência está por tras disto. Então aqui vai minha suspeita: Ele tem medo que as muitas pessoas que são contra o gasto de dinheiro na pesquisa espacial, ao lerem tal noticia reinforce suas conjecturas se perguntando qual a utilidade disto e para que ficar sustentando estas pessoas que mais parecem estar brincando de aventuras nas estrelas. Pondo a palavra Ciência na noticia, enfatizando ela, ele desvia o pensamento ou ao menos o nascimento do pensamento sobre brincadeira para algo sério que ninguem tem coragem de contestar. Estou certo, errado, ou pode ser que sim, que não? Nem eu sei.

Mas este ponto é muito importante pois envolve muito dinheiro e de um certo modo, o destino da Humanidade. Por isso merece ser aqui melhor discutido. Eu não vejo como a Ciência está tão implicada nisto. Os instrumentos de observação acoplados ao Kepler são mais produtos da evolução da tecnologia “per se” do que por acréscimos de formulas, modelos teóricos, e teoremas matematicos advindos da Ciência. Os dados que serão obtidos por estes instrumentos sim, estes são dados que se tornam apoderados pela Ciência os quais servem para a evolução da Ciencia ( raios, alguem precisa fazer urgentemente este trabalho: estudar a história de nossa evolução separando a tecnologia criada pela  Ciência da tecnologia surgida por acaso ou empiricamente desenvolvida por ela mesma). A busca do aumento da capacidade das lentes, por exemplo, acho que não envolveu Ciência e sim foi trabalho manual de teste e experimentos. O que você acha?

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Eu vejo “Ciência”por tras destas noticia quando ele diz: “Estas observações contribuem para nosso entendimento de como os sistemas planetários se formam e evoluem desde os discos de gas e poeira que que dão forma tanto para as estrelas e seus planetas.” Pois bem: acontece que os cinco Astros observados e mais suas estrelas observadas não podem serem cientificamente denominados nem estrelas nem planetas de acordo com a classificação taxonomica dada pela Teoria Nebular. E não é cientifico dizer que os discos de gazes e poeiras dão as origens à planetas e estrelas. Pois é possivel que haja muito mais coisas importantes ( sem as quais não ocorreriam estas formações) nestes ambientes, coisas que ainda não conheçamos. Tais como os processos e mecanismos sugeridos pela Teoria da Matriz/DNA. Antes de finalizar vejamos algo mais constante no texto desta noticia:

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4)      O Kepler procura por sinais de planetas através de medição mergulhando profundamente na luminosidade da estrela. Quando planetas atravessam em frente dela, ou orbitam suas estrelas como são vistas desde a Terra, eles periodicamente bloqueiam a luz da estrela. O tamanho do planeta pode ser derivado ou calculado tendo por base o tamanho do mergulho. A temperatura pode ser estimada desde as caracteristicas da estrela que o planeta orbita e desde o periodo orbital do planeta.

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Comentário Da Teoria da Matriz/DNA:

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Portanto podemos ver o alto nivel hipotético e teórico que ainda envolve nossas interpretações, o que aconselha não se tirar daí ainda, conclusões. As medidas destes tão distantes astros não são como colocar o termometro embaixo do braço de um paciente –  e nem mesmo como enviar o termometro para próximo do astro: nossas noções de temperaturas, tamanhos, etc., são ainda meras conjecturas extraídas de calculos das manifestações e efeitos dos astros em suas redondezas. Ora, quando estudávamos os átomos a tempos atrás sem os atuais poderosos instrumentos cientificos,  apenas conjecturando do que víamos em suas redondezas, tínhamos e acreditamos por muito tempo aqueles  modelos teóricos de atomos que hoje sabemos estar longe da realidade. E quem acreditou piamente, quem fechou a mente naquela época en torno do modelo de atomo de Dalton, foi mal conselheiro de como aplicar as próximas pesquisas, o que não teria ocorrido se já houvesse e considerassem os modelos de Rutherford e Niehls Bohr ( para não falar dos novos modelos sugeridos pela quantica atual). Portanto, a afirmação de Borucki não é boa Ciencia, enquanto existem outros modelos alem da Teoria Nebular ( damos um desconto a ele porque a ele ainda não foi apresentado os Modelos da Matriz/DNA).   

5)      Lamçado em 06 de Março de 2009, a missão Kepler continuamente e simultaneamente observa mais de 150.000 estrelas. O instrumento cientifico do Kepler, o photometer, já tem medido centenas de possiveis sinais de planetas que estão sendo analizados.

 

6)      Enquanto muitos destes sinais são possiveis de serem algo mais do que planetas, tanto como pequenas estrelas orbitando estrelas maiores, observatorios baseados na Terra tem confirmado a existência dos cinco exoplanetas.

 

 

       7)      Disse Jon Morse, director da Astrophysics Division at NASA Headquarters in Washington: “ É gratificante ver as primeiras descobertas do Kepler emergindo desde a linha de montagem. Nós esperamos planetas do tamanho de Jupiter em órbitas curtas a serem os primeiros planetas que o Kepler poderia detectar. Trata-se apenas de uma questão de tempo antes que as observações do Kepler levem aos planetas menores com longos periodos de orbitas, chegando cada vez mais perto da descoberta do primeiro planeta analogo à Terra.” Nota da Teoria da Matriz/DNA:

Que Deus te ouça!… (ooops… que vacilada feia para um agnóstico!). Que seus sonhos, os quais são os mesmos meus, se realizem. Mas é tempo de lembrar de algo que venho insistindo a tempos:

Na Teoria da Evolução, tempos atras desenhou-se aquela arvore genealógica darwiniana que todos nós aprendemos na escola, e ali se presumia que dos répteis vieram logo a seguir os mamiferos. De uma espécie se pulava logo para outra. Hoje em dia existe uma lista de centenas de espécies que não cabem mais naquela classificação, pois umas tem tudo para parecer um  réptil porém tem muitas caracteristicas emergentes dos mamiferos, outros parecem mamiferos mas tem algumas coisas dos repteis. Isto mostra que a transformação foi muito lenta e detalhada, gerando muitas especies-elos que não se encaixam nas duas faixas e por isso talvez precise-se dar outros nomes a estas especies que não sejam répteis nem mamiferos.

 

A mesma coisa, segundo meus modelos teóricos,  terá que ocorrer com a classificação dos Astros pela Astronomia. Estes Astros descobertos por Kepler, realmente merecem ser chamados de planetas? Nos meus modelos aparecem mais próximos dos pulsares. Com uma lógica: as primeiras investidas do Kepler com tais instrumentos e suas capacidades limitadas ainda devem detectar Astros mais proeminentes como pulsares, por enquanto. Eles estão naquela faixa entre a F3 e a F6 no diagram do software da Matriz.

De fato, como diz Borukci, as descobertas de tantos novos tipos de Astros, com tantas novas possibilidades de periodos de orbitas, temperaturas, tamanhos. etc., são uteis para nos levar a um dia finalmente entender o quadro todo de como se originam os sistemas astronomicos. Só espero que as novas descobertas venham sempre mais a favor de meus modelos do que do modelo adversário… claro. Mas que o mérito esteja com a Verdade, e sómente com ela, pois está em jogo a saúde da Humanidade, a qual depende que ela se sintonize o mais possivel com a Natureza da qual ela depende mortalmente e que escolha os caminhos mais felizes na sua busca do conhecimento.    

Astronomia: Foto de Supernova Irregular, Explicada pela Teoria da Matriz

terça-feira, junho 23rd, 2009

 Em   http://chandra.harvard.edu/photo/2009/snr0104/  , no site da NASA sobre “Chandra, X-Ray Laboratory” , sob artigo de nome ” SNR 0104-72.3: Supernova Remnant is an Unusual Suspect”…

esta’ sendo publicada uma foto de uma Supernova com formato estranho, nao previsto pela teoria oficial denominada “Teoria Nebular”, mas que pode ser perfeitamente explicavel pelos modelos da Teoria da Matriz. Voce pode ir ao site, ver o artigo e a enorme confusao que suscitou tantas tentativas de explicacao e ver tambem o seguinte comentario que postei no meio dos comentarios que seguem o artigo: 

From Louis Morelli:

As said Donis, in the post above, “Listen, you guys are the experts, so my apologies for proposing some explanation for the irregular supernova remnant, that may be completely absurd BUT… Every tentative of explanations are based in the “Nebular Theory”. Since I advocate another astronomic model, The Universal Matrix of Natural Systems and Life’s Cycle, I will try to put the explanation from this theory (sorry the bad English, which can prejudice the explanation) :“ Supernovas are not result of explosion from white dwarf. The Matrix Theory does not suggest that new bodies appear by spontaneous generation as said by Nebular Theory. Astronomic bodies obeys a kind of life cycle, so like human beings, they change shapes while getting older. The new photo about baby stars in the center of the galaxy was designed by Matrix Theory about 25 years ago, and so, every photo from NASA in the last years are proven the models.  The models could be wrong or non complete, of course, but, if you know it, you have new opportunity for your progress.  What should be the object in this photo by Matrix Theory? We need go a little bit further for explain it, which is impossible here. But, resumed it is:“ When a planet is captured in the orbit of a star, the energy from the star reaches the planet’s core, then, it happens the something with a grain of corn: the germ of a star inside the core wake up and begin the nuclear reactions, when it is feeding from the geological plates surrounding it. The core grows from inside to outside, the pression produces volcanoes and billions years later; the volcanoes are so strong that emits matter like iron to the surrounding sky. The tectonic plates becomes tiny till disappearing completely and at this moment everything collapses into the core, which ignites the growing core and it suddenly is opened as a supernova. Everything happens like a seed of corn when grow up.  It is possible that the core “eats” more surrounding matter in the north than in the south ( due the geographic configuration between continents, oceans, gases, etc.) so, it is possible that the initial shape after the ignition be asymmetric, not circular. But, after some million years later, the star becomes circular.If you have some curiosity please see the web-site and models at http://theuniversalmatrix.com     The shape of SNR 0104-72.3 was better predicted by Matrix Theory than the Nebular Theory. I know that Matrix Theory seems an absurdity (it was for me when it resulted from my models), but, if you know and understand the final meanings, it is not absurd, it is the most rational possible. As I said in the post above, the process of formation of celestial bodies are mechanical and primitive process ancestors of the process about the formation of a plant, like corn. Now, I will ask you: who or what invented the process for formation of plants? God?! Prove it! Or do you think the whole process since the formation of a seed till the flourishment of fruits, this extraordinary engineer, is result by chance alone?! It should be more rational to think that not only the forces and the elements, but also the whole process, already was being applied in Nature, before life’s origins. The Nebular Theory has no foundations for life happened in the way it does.      As said Adonis, I am living in America for to stay more closer to advancement of Science and Astronomy specially, so, “ This is one governmental area where I have no problem with my tax dollars being spent. Thanks for all the great work. Have a great day.

A Foto de “Baby Stars” e a Teoria da Matriz

quinta-feira, junho 18th, 2009

                             GRANDE   VITORIA   PARA  A  TEORIA  DA  MATRIZ !!!

 

Foto do Spitzer Space Telescope sobre baby stars

(Veja traducao abaixo) . This infrared image from NASA’s Spitzer Space Telescope shows three baby stars in the bustling center of our Milky Way galaxy. The three stars are the first to be discovered in the region — previous attempts to find them were unsuccessful because there is so much dust standing between us and our galaxy’s core. Spitzer was able to find the newborns with its sharp infrared eyes, which can cut through dust.

The center of our galaxy is a hectic place. It’s stuffed with stars, gas and dust. Astronomers have long wondered how stars can form in such chaotic circumstances. While they have known that stars are born there, they weren’t able to see the stars forming until now. Astronomers plan to search for more newborn stars in the region, and ultimately learn more about stellar births at the center of the Milky Way.

Traducao: (…)

Comentario da Matriz:

Simplesmente sensacional! Mais uma vez agradecemos o heroico esforco na busca de dados e a gentileza de nos ceder estes dados, ao mesmo tempo que ficamos embevecidos com a tecnologia humana. 

Mas… e agora? A Teoria da Matriz foi derrubada? O modelo de “A face de LUCA” nao correspondia `a realidade e nao passou de um mero devaneio na cabeca de Louis Morelli? Ou os metodos de investigacao aplicados com tanto sacrificio em longos 7 anos no inferno selvagem da Amazonia, os quais conduziram Luis Morelli a  calcular e modelar uma nova teoria astronomica, diferente de todas as que existiam, foram metodos errados ou aplicados erroneamente?  Tudo nao passou de um lindo sonho onde se viu “namoros no ceu entre astros, resultando em maes gravidas e gerando rebentos astronomicos pelo mesmo processo de embriogenese que sao gerados os seres vivos”?

E como fica a minha cara agora que existe registrado na Internet a minha intervencao em foruns questionando os experts sobre sua crenca na teoria oficial que relata nascerem as estrelas por geracao espontanea e ao acaso em simples aglomerados de poeira cosmica, ao mesmo tempo que informava-os de uma nova teoria e convidava-os a verem-na neste web site? E depois de reclamar publicamente que nao estavam sendo responsaveis e honestos os academicos astronomos que forneceram ao governo a Teoria Nebular como sendo cientifica, ensinando aos alunos como se fosse verdade cientifica que estrelas nascem assim se nunca ninguem havia visto o nascimento de uma estrela e que por muitos milhoes de anos ainda nunca ninguem podera’ ve-lo? Com esta foto fica perfeitamente claro que no nucleo de galaxias nao existem buracos negros e que a “Funcao 1” nao existe… certo?

Errado! Os modelos sofreram um duro golpe, um baque tremendo, mas sobreviveram e retornam ainda mais fortalecidos! Foi sim constatado que havia um erro, mas nao de essencia, e sim apenas de “nomes”. O nome “buraco negro” devera’ ser mudado no modelo da face de LUCA, para algo como “Buraco Branco”. Mas o formato, a funcao e os eventos sugeridos pelo modelo, sao todos comprovados nesta foto.

Na verdade, quando eu tive que dar um nome para aquele aparato que surgia no modelo como nucleo do building block astronomico, veio-me `a mente o nome “buraco negro” por varias razoes:

1) Falava-se na existencia de buracos negros, eu procurei o livro mais famoso na epoca, do Stephen Hawkings, li apressadamente tudo o que pude a respeito, notei que tais fantasmas nao haviam sido observados, apenas detectaram determinadas manifestacoes em certas regioes do espaco, mas a matematica estava bem desenvolvida na elaboracao da teoria. Porem, notei tambem que as manifestacoes registradas que serviam de base para a crenca na existencia dos tais buracos negros se aplicavam tambem ao que deveriam ser as manifestacoes ao redor do nucleo do meu modelo. E como um dos meus graficos sugeriam que a linguagem matematica sempre extrapolava os limites naturais de determinada fase de um ciclo historico natural, devido aos matematicos se excederem na atividade mental muito alem dos dados reais, pensei que aquele fantasma do espaco nao existia daquela forma, e como os unicos dados disponiveis sobre buracos negros tambem podiam levar a uma modelacao teorica igual `a que eu tinha em maos, entao deveria aproveitar aquele nome. Mas nunca, jamais, o meu “buraco negro” se pareceu com o teorizado pelos fisicos encabecados por Hawkings. O nome nao me agradava porque eu via ali um vortice no espaco repleto de poeira energizada e luminosa, mas tive que engoli-lo, pois o modelo teria que conter todos os astros existentes, e nao havia no modelo nenhum buraco negro tal como o pintavam, mas como as bases de dados “batiam”, resolvia-se esta incomoda questao usando o mesmo nome;

2) O nucleo galactico, como aparece em meu modelo, tem a forma e a funcao de um utero, o qual se encontra ” num “buraco”, mais exatamente dominado orificio ou canal vaginal e portanto no escuro, portanto, nao se diria errado que para alcancar um ovulo, o espermatozoide tenha que atravessar um “buraco negro”. Isto reforcou minha decisao em usar o nome;

3) O nucleo galactico aparece no meu modelo como sendo “luminoso”. Minha ideia nesta epoca optava pelo nome “buraco branco”. Isto vai contra a ideia de buraco negro. Porem, ele e’ luminoso para um observador que estivesse situado dentro dele ou muito proximo ao seu redor, podendo ve-lo a olho nu. O nucleo e’ todo circundado pela poeira e detritos que desprendem  de cadaveres estelares, e isto formava – no modelo – um denso e opaco anel circular ou mesmo conico, o que impediria um observador situado muito distante de ver o nucleo luminoso. Ele deveria ver apenas uma regiao escura, sem forma, o que, mais uma vez sugeria a ideia de um buraco no espaco e ainda, negro. Ou seja: o buraco tanto pode ser visto como negro e como branco, e’ uma questao relativistica, apenas dependendo do ponto no espaco em que estao situados os observadores.  

Enfim, com a nova foto, descubro que cometi um grande erro, e mesmo um erro de etica, moral, pois intencionalmente eu procurei me aliar a uma ideia que me cheirava a corrupta. O excesso da matematica e’ uma corrupcao dentro da Ciencia, as figuras sugeridas por este excesso devem ser denunciadas, questionadas, nunca consentidas e muito menos, promovidas. Mas eu ia ter que enfrentar uma batalha sem ter recurso nenhum: como um semi-selvagem recem-saido da selva iria gritar ao mundo que esta historia de buraco negro agindo como canibal do espaco, devorador de estrelas e galaxias inteiras, monstro alado e invisivel,… nao existe, e nao poderia existir, pois nao constava de meus modelos feitos na selva… ?!

Mas se o modelo nao tivesse ali um elemento com o nome “buraco negro”, seria ainda muito menos atraente e muito mais ridicularizado. Eu confiava que o tempo e novos dados iriam destruir aquele fantasma, mas ate’ la’, eu ja’ teria morrido e meus modelos iam comigo para o tumulo… por isso vendi a alma ao diabo e agora pago o pato, tendo que mudar duas palavras na imagem da Face de LUCA e torcer para que a imagem antiga desapareca da Internet. Enfim, nao existe alternativa: a Funcao 1 e’ executada pelo “buraco branco”, por mais feio e estranho que seja este nome.

Para se ter uma ideia de como se encontra a controversia entre eu, de um lado, representando os modelos da Matriz, e os astronomos oficiais, do outro lado, reproduzo a seguir uma questao feita por um internauta e respondida por um astronomo, no site “Curious about Astronomy? Ask An Astronomer.” Porque esta questao foi feita por mim muitas vezes e esta resposta sempre foi a mesma:   

Has anyone ever seen a star “turn on”?

Internauta: ” What actual observational evidence has been collected for star birth? My friend states that no one has actually seen a star being born, but I told him that observation over a long time in star birth regions would show a star shining one day when it was not there earlier. Is there anything like that?”

Astronomer Ryan Anderson: ” I don’t think anyone has ever observed a star “turning on” like a switch has been flicked. Even though star formation can happen quite “quickly” compared to other astronomical events, it still can take hundreds of thousands of years for a molecular cloud to collapse and form stars. That time scale totally dwarfs a human lifespan, so the likelihood of looking at the exact place in the sky where a star begins fusion, and looking with a powerful enough telescope, is extremely low.

That said, we have seen stars at every stage in their evolution, because there are so many of them! I like to make the following analogy: Imagine that you are an alien scientist visiting the earth for one day, and you need to learn about the life cycle of humans. You can’t witness one human’s whole life in one day, but if you observe many many humans at different stages of life, you could piece together how humans are born, live, and die. ( Nao posso esperar pela traducao antes de levantar de meu tumulo gritando: “E porque entao nao te imaginas como um alien astronomer que nao conhece e nunca viu o aparecimento de nenhum tipo de astro celeste, e tenha a calma suficiente antes de tirar precipitadas conclusoes de geracoes espontaneas, para observar calmamente as varias formas dos astros e verificar se nao existe uma conexao entre estas formas, tal como a conexao do tempo que levaria uma forma a se transformar na outra e assim descobririas que tambem no ceu os astros nascem, vivem e morrem como os humanos?!” 

With telescopes like the Spitzer infrared space telescope, which can look through dust clouds and which detects infrared light like that given off by stars even before they begin fusion in their cores, we can take stellar “baby pictures”. (Check the Spitzer website for some spectacular examples)

For more information about star formation, check these links (the second one has cool videos of computer simulated star formation):

Wikipedia : Star Formation – Observations
UK Astrophysical Fluids Facility (cool movies!)”

 Comentario da Matriz:

Na descricao da Nasa, logo abaixo da foto, explica-se que nunca havia sido observada uma baby star, porque a densa area de poeira em volta delas era impenetravel aos nossos instrumentos opticos, mas felizmente o novo telescopio ultrapassou esta barreira. Bem… tudo isto estava previsto no modelo da Matriz. Mas o modelo da Matriz diz que existe um vortice turbilhonar naquele centro, que ali penetram cometas, que ali existe todo um processo definido em tres fases, que se assemelham as fases da formacao de seres vivos. E porque a foto nao capta tudo isto? Porque nada disso existe? Eu confesso que nestes momentos sempre ponho a Teoria da Matriz sob suspeita, `as vezes ate’ mesmo quase chegando `a mesma reacao que deve ter tido todo mundo, ou seja, jamais acreditar naquilo. Mas o acumulo de evidencias em 30 anos, suportando o modelo, e que so’ eu as tenho, me fazem persistir no estudo e consideracao do modelo. A explicacao seria talvez, ate’ muito facil: o “infrared” pode captar as poderosas fontes de energia dentro do vortice, (e estas esferas de energia constam do modelo da Matriz), mas nao pode captar as linhas espirais do vortice, as quais sao meramente correntes ou forcas magneticas. Para captar estas teremos que desenvolver novas tecnologias. E’ certo que, segundo o modelo da Matriz, estas correntes ou linhas de forca espiraladas arrastem consigo muita poeira e detritos adjacentes, o que deve criar uma figura conica mais visivel, ou seja, um cone meio-escuro dentro da molecular nebulosa de poeira externa, e esta formaria finalmente uma figura arrendondada. Mas se o infrared atravessou, ignorou mesmo, a parede externa de poeira, como ele poderia se deparar e registrar a parede menos densa e conica interna? Portanto, a foto por infrared nao pode anular a hipotese da existencia do cone nuclear.

Em seguida, poderiamos argumentar que o infrared nao registrou os dados que revelariam o processo embriogenetico que estaria produzindo todas aquelas esferas que denominaram de baby stars. Ora, jamais ele poderia captar este processo, pois ele deve demovar centenas de milhares de anos ou mesmo de milhoes de anos. Pode-se ver varias diferentes esferas mas nao pode-se ver a ligacao temporal que une uma morula a uma blastula e esta a um feto…  Este contra-argumento nao faz sentido. 

A descricao diz ainda que o centro galactico e’ um lugar agitado. O modelo da Matriz disse isso a 30 anos atras. Tudo o que esta’ dentro de um turbilhao quente e a girar, esta’ sendo agitado. Diz tambem que e’ um lugar caotico. O modelo da Matriz disse que os cometas e detritos maiores que penetram o turbilhao sao triturados primeiro na base inferior do cone, devido serem lancados uns aos outros, o que os leva a se fragmentarem. Por isso inclusive se usou a analogia com os liquidificadores. Portanto, a Matriz tambem falou nesse caos a 30 anos atras.

Mas esta’ sendo cometido um grande equivoco na interpretacao da foto pelos astronomos da Nasa, segundo o que diz a Matriz. Refiro-me `a ideia ligada ao nome “baby stars”.  Isto devido pensarem que estao vendo estrelas reais ja’ nascendo como estrelas. Mas nao se assistiu ainda o que vai acontecer a seguir. Aquelas esferas estao mesmo se transformando em estrelas normais? Ora, esta transformacao leva outros milhoes ou bilhoes de anos, ninguem podera’ jamais assisti-las para afirmar que sejam assim ou assado. Nao preciso repetir aqui o que os modelos da Matriz dizem a respeito, basta ver a imagem da face de LUCA.  Mas elas sao claras ao indicarem que estas esferas fotografadas vao, antes de tornarem estrelas adultas, serem expelidas da nuvem de gaz, vao se revestirem de poeira congelada e se tornarem nucleos de planetas, os quais vao se transformar em pulsares e so’ entao se tornarao estrelas adultas.  Este detalhe – este trecho que vai desde aquelas esferas fotografadas ate’ a final formacao de uma estrela adulta – e’ muitissimo importante pois ele esta’ na base da formacao das duas cosmovisoes – da cosmovisao astronomica e academica moderna, e da cosmovisao da Matriz. Astros por mera geracao espontanea ao sabor do acaso antes das origens da Vida, ou astros sendo gerados por processos primitivos vitais? Observe que nem uma das duas cosmovisoes tem suporte cientifico, pois aquele trecho nao foi observado e nao pode ser comprovado, ainda. nao me venham dizer que a teoria academica e’ cientifica e a da Matriz nao e’, pois isto nao e’ verdade e todo mundo sabe disso! 

QUANTO AO TEMA DA PERGUNTA E RESPOSTA ACIMA:

Os amigos do internauta parece terem caido do ceu, pois ate’ agora eu pensava que era o unico que tinha observado este detalhe – de que nao existe teoria cientifica sobre formacao de estrelas ja’ que qualquer teoria nao e’ testavel, pois o processo nao pode ser observado – e atormentava os fanaticos crentes na Teoria Nebular. Ao menos nunca tinha visto ninguem mais fazer esta pergunta ou escrever esta observacao em algum lugar. Mas se os amigos do internauta estao do meu lado nesta pergunta, o internauta (que parece discordar dos amigos) erra quando supoe que um dia poderemos ver uma estrela brilhando onde antes nao existia nenhuma, pois se nos a ver-mos brilhando, nos nunca teriamos visto aquele ponto sem estrela brilhando nele. Talvez ele tenha sido engando pela leitura da biografia de Galileu. Diz-se que certa noite Galileu, que talvez fosse o unico homem na Terra a ter aquelas lentes poderosas na observacao do ceu, ja’ que ajudou a desenvolve-las – saiu altas horas da noite `a rua, apenas vestindo ceroulas, e gritando enquanto apontava para o ceu: ” Vejam, apareceu uma nova estrela no ceu que nao estava nos mapas! Isto significa que o Universo nao e’ estatico e imovel como diz a Biblia! Nele acontecem eventos, ele se move!” Exageros `a parte, se a estrela que Galileu viu e que os antigos nao teriam visto poderia ter sido uma supernova, originaria da implosao de um pulsar. Os modelos da Matriz sugerem que este evento pode ser realmente rapido: desde a bilhoes de anos atras o nucleo do astro vai comendo ou sugando os atomos ao seu redor que formam a crostra geologica do astro, vem comendo de dentro para fora, e chega um tempo em que a crosctra se tornou tao fina que pode de repente se colapsar toda e entao o astro revela no seu espelndor o seu nucleo tao efersvecente que se torna luminoso. Mesmo assim estou propenso a pensar que este colapso e essa revelacao tomaria um tempo muito grande para ser visto por inteiro dentro de umas poucas geracoes humanas. Mas… pode ser.  Porem neste caso a nova estrela brilhante nao teria sido formada naquele instante pela nuvem de gaz, nao teria vindo diretamente de uma baby star e sim seria uma supernova vindo da forma de um pulsar. 

Porem, ainda para mim, em particular, a mais emocionante e alvissareira parte desta noticia, nao esta’ praticamente na foto que confirma a Matriz, nem mesmo na noticia em si, e sim na questao e pergunta que fui encontrar atraves desta noticia. Me refiro ao astronomo tendo a ideia de se imaginar um extraterrestre observando humanos em varias formas diferentes sem saber que eram todas formas de um unico ser humano e assim descobrindo que temos um ciclo vital. Ele esta’ tendo a mesma ideia que tive numa madrugada em que estava trepado na copa da arvore mais alta do meu nicho na selva, para observar a linda e inigualvael noite estrelada da Amazonia e tentando penetrar seus segredos, a 35 anos atras… E isto promete que ele vai chegar onde cheguei, por si so’… Aleluia! 

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Outro Artigo sobre a materia. Os trechos em vermelho sao comentados pela Matriz, a seguir.

Baby Stars Finally Found in Jumbled Galactic Center

http://www.spitzer.caltech.edu/Media/releases/ssc2009-13/release.shtml

For Release: June 10, 2009

PASADENA, Calif. — Astronomers have at last uncovered newborn stars at the frenzied center of our Milky Way galaxy. The discovery was made using the infrared vision of NASA’s Spitzer Space Telescope.

The heart of our spiral galaxy is cluttered with stars, dust and gas, and at its very center, a supermassive black hole. Conditions there are harsh, with fierce stellar winds, powerful shock waves and other factors that make it difficult for stars to form. Astronomers have known that stars can form in this chaotic place, but they’re baffled as to how this occurs. Confounding the problem is all the dust standing between us and the center of our galaxy. Until now, nobody had been able to definitively locate any baby stars.

“These stars are like needles in a haystack,” said Solange Ramirez, the principal investigator of the research program at NASA’s Exoplanet Science Institute at the California Institute of Technology, Pasadena. “There’s no way to find them using optical light, because dust gets in the way. We needed Spitzer’s infrared instruments to cut through the dust and narrow in on the objects.”

The team plans to look for additional baby stars in the future, and ultimately to piece together what types of conditions allow stars to form in such an inhospitable environment as our galaxy’s core.

“By studying individual stars in the galactic center, we can better understand how stars are formed in different interstellar environments,” said Deokkeun An of the Infrared Processing and Analysis Center at Caltech, lead author of a paper submitted for publication in the Astrophysical Journal. “The Milky Way galaxy is just one of more than hundreds of billions of galaxies in the visible universe. However, our galaxy is so special because we can take a closer look at its individual stellar components.” An started working on this program while a graduate student at Ohio State University, Columbus, under the leadership of Ohio State astronomer Kris Sellgren, the co-investigator on the project.

The core of the Milky Way is a mysterious place about 600 light-years across (light would take 600 years to travel from one end to the other). While this is just a fraction of the size of the entire Milky Way, which is about 100,000 light-years across, the core is stuffed with 10 percent of all the gas in the galaxy — and loads and loads of stars.

Before now, there were only a few clues that stars can form in the galaxy’s core. Astronomers had found clusters of massive adolescent stars, in addition to clouds of charged gas — a sign that new stars are beginning to ignite and ionize surrounding gas. Past attempts had been unsuccessful in finding newborn stars, or as astronomers call them, young stellar objects.

Ramirez and colleagues began their search by scanning large Spitzer mosaics of our galactic center. They narrowed in on more than 100 candidates, but needed more detailed data to confirm the stars’ identities. Young stellar objects, when viewed from far away, can look a lot like much older stars. Both types of stars are very dusty, and the dust lying between us and them obscures the view even further.

To sort through the confusion, the astronomers looked at their candidate stars with Spitzer’s spectrograph – an instrument that breaks light apart to reveal its rainbow-like array of infrared colors. Molecules around stars leave imprints in their light, which the spectrograph can detect.

The results revealed three stars with clear signs of youth, for example, certain warm, dense gases. These youthful features are found in other places in the galaxy where stars are being formed.

“It is amazing to me that we have found these stars,” said Ramirez. “The galactic center is a very interesting place. It has young stars, old stars, black holes, everything. We started mining a catalog of about 1 million sources and managed to find three young stars — stars that will help reveal the secrets at the core of the Milky Way.”

The young stellar objects are all less than about 1 million years old. They are embedded in cocoons of gas and dust, which will eventually flatten to disks that, according to theory, later lump together to form planets.

Other collaborators include Richard Arendt of NASA’s Goddard Space Flight Center, Greenbelt, Md.; A. C. Adwin Boogert of NASA’s Herschel Science Center, Caltech in Pasadena; Mathias Schultheis of the Besancon Observatory in France; Susan Stolovy of NASA’s Spitzer Science Center, Caltech in Pasadena; Angela Cotera of SETI Institute, Mountain View, Calif.; and Thomas Robitaille and Howard Smith of Harvard Smithsonian Center for Astrophysics, Cambridge, Mass    

Astronomia: Novamente outro golpe na Teoria Oficial

sábado, abril 25th, 2009

Hubble Discovers a Strange Collection of White Dwarf… Dwarfs

Small helium white dwarfs can be caused by a binary partner (NASA)

A collection of very odd white dwarfs have been discovered in a local globular cluster. Twenty-four white dwarfs (18 of them are new discoveries) have been spotted. Although these degenerate stars aren’t exactly an uncommon (they are the small sparkling remnants left over after star death), this particular set are unique (os grifos em vermelhos sao meus, sinalizando onde o fato contraria a teoria); they are made from helium, rather than the “standard” carbon and oxygen. And they are small, even smaller than the smallest dwarfs.

How did this dense cluster of old stars evolve? It turns out their stellar material is being stolen, stifling their development… ( que esforco em salvar a teoria! Porem projetam as coisas humanas – tais como roubo e ladroes – a nivel de Cosmos!)