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O CODIGO COSMICO HUMANO (2)

quarta-feira, abril 15th, 2009

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                                              LUCA E O CODIGO HUMANO COSMICO

( Por favor, click na Imagem para ver melhor)

O CODIGO UNIVERSAL, DO COSMOS AO HOMEM

O Ser Humano e’, em essencia, DNA: o Codigo da Vida. Mas o DNA e’ apenas uma pilha de uma especie de tijolinho, denominado Nucleotideo. Na figura acima, vemos as duas hastes laterais do DNA (cor laranja), formadas pela alternancia entre uma molecula de acucar e uma de fosfato. Tambem vemos um par de nucleotideos, que sao complementados com as quatro bases comuns nitrogenadas (guanina, citosina, adenina, timina) e uma quinta alternada, a uracila. Portanto, o segredo maior do Codigo da Vida esta’ na sua Unidade Fundamental, o Nucleotideo: a Unidade Fundamental de Informacao. Como e porque a Natureza (ou seja la’ quem tenha sido), usou este metodo de organizar alguns atomos nesta arquitetura?! A resposta nos leva a uma das maiores e revolucionarias descobertas de todos os tempos: o nosso elo com este imenso ceu estrelado que nos rodeia, denominado Universo!

 O Cosmos tambem possui DNA. E seu DNA tambem possui uma Unidade Fundamental, ou seja, todo o “edificio” cosmico foi construido com um unico tipo de ” tijolinho”, o qual e’ composto por sete tipos de astros: Buraco Negro, Quasar, Germe Estelar ou Lua, Planeta, Pulsar, Estrela, Cometa. Nesta sequencia os sete astros formam um Proto-Sistema, nos moldes da figura. Acontece,… ( e aqui esta’ concebido um lance fantastico de extraordinaria engenharia natural), acontece que a forma, a anatomia, do Proto-Sistema Celestial e’ identica `a forma de um … Nucleotideo! Nao so’ a mesma forma de Unidade Fundamental da Informacao existe tanto no Ceu como no Corpo Humano, mas tambem a Funcao de cada astro em seu Proto-Sistema e’ identica `a Funcao de cada Molecula no “Sistema Nucleotideo”! O que significa isto?!

Voce ja’ ouviu falar em Nanotecnologia. Podemos resumir uma letra escrita “A” neste tamanho, contendo milhares de atomos entre tinta e papel, com apenas cinco atomos e assim colocar todos os 30.000 volumes da Biblioteca dentro da cabeca de um alfinete! A Natureza aplicou nanotecnologia quando fez seu corpo: resumiu os seus pais, do tamanho e peso que apresentam, num microscopico saquinho cromossomico! Nao tem importancia o tamanho de um corpo, mas sim a quantidade de unidades de informacao diferentes entre si. Ora, um planeta como a Terra tem quaquilhoes de unidades com a mesma informacao, porem, devido ser um corpo muito simples, talvez nao possua mais que um milhar de particulas-informacao diferenciadas. Portanto seria possivel resumir o tamanho mantendo uma copia identica e colocar muitas vezes 30.000 planetas dentro da cabeca de um alfinete!

Agora podemos voltar ao tema “tijolinhos dos astros do Universo identicos aos tijolinhos do corpo humano” e responder o que significa isto. A 4 bilhoes de anos atras, a Evolucao Cosmologica que comecou com o Big Bang tinha produzido uma especie de arquitetura que ocupava o topo da Evolucao, assim como a especie humana ocupa o topo da Evolucao dentre os Sistemas Biologicos na Terra. E a especie que se encontrava no topo era o Proto-Sistema acima. Naquela epoca, atomos da terra comecaram a se comportarem estranhamente, se combinando de maneira que nunca fizeram antes, surgiram as combinacoes denominadas moleculas e a cerca de 3’5 bilhoes de anos atras um fantastico primeiro ser vivo saiu arrastando-se na superficie deste planeta. Magica? Produzida por Criacao Divina ou Acaso Absoluto? Ou teria sido apenas mais um passo evolucionario a partir da ultima especie evoluida naquela epoca? Onde estavam, como estavam organizadas, as forcas, substancias e demais elementos que convergiram para um mesmo ponto e num mesmo momento astronomico e produziram a Vida?  

Os primeiros RNA/DNA surgidos nos primeiros seres vivos ja’ continham cerca de trezentos pacotes de informacoes, denominados “genes”. Alias, o corpo deles ja tinha sido feito por estas informacoes. Mas eram informacoes sobre o que? De quem? Com que significado? Seriam apenas informacoes sobre a Historia dos 3.5 bilhoes de anos da Biogeneses, ou seja, da gestacao do primeiro ser vivo? Ou haveriam ali informacoes sobre algo mais?

Neste momento comecam a aparecerem as pistas para resolver-mos o quebra-cabecas, o maior enigma de todos os tempos, aquele que mais de perto interessa ao ser humano. Enquanto um corpo humano demora nove meses para ser gestado, o primeiro sistema biologico demorou bilhoes de anos! Estamos portanto falando em dimensoes astronomicas. E isto forcosamente nos obriga – na nossa suprema investigacao sobre as nossas origens –  a desviar os olhos do solo da Terra e levantar a cabeca para observar o ceu onde se encontram as dimensoes astronomicas. O primeiro ser vivo ja’ era um “SISTEMA” – o celular – e nao apenas uma peca ou parte de sistemas. Portanto, seu criador, aquele que deveria estar inscrito nos transmitidos pacotes geneticos e gestou a nova criatura por tanto tempo,  deve ter sido um “sistema”. Mas na superficie nua e arida da Terra nao havia sistema com configuracao proxima ao que surgiu aqui. Certamente vieram forcas e substancias de outros lugares alem da Terra. Mas como, de que maneira?       

Como vimos acima, o estado do mundo naquela e’poca apresentava como topo evolucionario o Proto-Sistema. Esta criatura, formada por sete corpos flutuando no espaco, era ou tinha o “DNA” mais evoluido do Universo. E vimos que ele e’ `a imagem e semelhanca e funcionalmente identico so DNA do primeiro ser vivo. Ja’ vimos que existe a nanotecnologia e a natureza sabe fazer uso dela. Portanto, creio nao ser mais necessario expor motivos e argumentos e evidencias aqui: O Codigo do Cosmos evoluiu para o   Codigo da Vida!

Alias ja’ nao faz mais sentido falar em “origens da Vida”. Primeiro porque a palavra “origem” significa uma quebra abrupta na corrente natural de causas e efeitos por algum elemento nao-natural e eu nunca vi isto ocorrer; segundo porque a maneira como funciona o Proto-Sistema Astronomico, apesar de na maior parte ser regido pelas leis da mecanica newtoniana, utiliza sete funcoes que sao identicas `as sete principais propriedades vitais ( reproducao, metabolismo, auto-regulacao de pressao, etc), portanto nao existe mais divisao entre Vida e inanimados, a nao ser que se refiram a pedacos ou partes isoladas de seus sistemas.

Hoje completamos 200 anos passados desde que Charles Darwin teve a ideia da “Evolucao” e desde entao um exercito de quimicos positivistas e fisicos e biologos de todas as areas se ajoelham na lama de pantanos ou lodo de fundos oceanicos em busca do mais misterioso personagem de todos os tempos: o microscopico cepo primitivo comum que teria deflagrado a Vida na Terra. A Teoria da Evolucao Neo-Darwiniana esta fundamentada na formula VSH ( Variacao, Selecao, Hereditariedade). Mas Darwin nao poderia ter alcancado a verdadeira essencia do processo da Evolucao com os conhecimentos da epoca, ele ficou limitado aos tres postulados universais variaveis, as pistas apontavam realmente para o microcosmo como residencia de L.U.C.A ( the Last Universal Common Ancestral), ele lidou apenas com a Micrp-Evolucao e firmou os alicerces de um edificio cosmico de proporcoes inimaginaveis que danca sob as Leis da Macro-Evolucao, as quais implicam em que a Evolucao possua sete variaveis universais e nao apenas as tres darwinianas, e que ao inves de um LUCA microscopico se arrastando nos pantanos da Terra, o verdadeiro criador da Vida na Terra ‘e macro-cosmico e espraia-se no ceu cobrindo-nos por todos os lados, estamos dentro dele e ele esta dentro de nos!

Esta mudanca do ponto de referencia da base de uma visao de mundo, a descoberta do nosso elo com o Universo, nao poderia ter tardado mais e vem num momento oportuno. Nossa especie tem sido humilhada, enfraquecida, perdemos nosso lar cosmico como centro do Universo, nossa posicao como centro da criacao, fomos vistos como mera extensao dos animais descendentes de macacos melhorados, perdemos a sintonia com a nossa Natureza e estamos a ponto de perder nossa liberdade de consciencia. Ela vem como uma reacao espetacular, capaz de nos reconduzir ao tronco da Evolucao nao apenas daquela em que esta’ assentado LUCA, mas a outra muito mais elevada e suprema que nos espreita de alem do Cosmos: retornamos nao apenas ao centro do Universo mas sim como o proprio Universo que adquiriu pernas e caminha, agora para ir atras do codigo de identidade de nos como…

“Auto-Consciencia“!

Congratulacoes… seres humanos! Voces estao de parabens!

As diferencas entre teismo, deismo, ateismo, panteismo e meu agnosticismo

quarta-feira, abril 15th, 2009

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No livro “The God Delusion”, Richard Dawkins nos brinda com um valioso esclarecimento que normalmente nos causa confusoes. Trata-se do testo abaixo:

Let’s remind ourselves of the terminology. A theist believes in a supernatural intelligence who, in addition to his main work of creating the universe in the first place, is still around to oversee and influence the subsequent fate of his initial creation. In many theistic belief systems, the deity is intimately involved in human affairs. He answers prayers; forgives or punishes sins; intervenes in the world by performing miracles; frets about good and bad deeds, and knows when we do them (or even think of doing them). A deist, too, believes in a supernatural intelligence, but one whose activities were confined to setting up the laws that govern the universe in the first place. The deist God never intervenes thereafter, and certainly has no specific interest in human affairs. Pantheists don’t believe in a supernatural God at all, but use the word God as a nonsupernatural synonym for Nature, or for the Universe, or for the lawfulness that governs its workings. Deists differ from theists in that their God does not answer prayers, is not interested in sins or confessions, does not read our thoughts and does not intervene with capricious miracles. Deists differ from pantheists in that the deist God is some kind of cosmic intelligence, rather than the pantheist’s metaphoric or poetic synonym for the laws of the universe. Pantheism is sexed-up atheism. Deism is watered-down theism.

There is every reason to think that famous Einsteinisms like ‘God is subtle but he is not malicious’ or ‘He does not play dice’ or ‘Did God have a choice in creating the Universe?’ are pantheistic, not deistic, and certainly not theistic. ‘God does not play dice’ should be translated as ‘Randomness does not lie at the heart of all things.’ ‘Did God have a choice in creating the Universe?’ means ‘Could the universe have begun in any other way?’ Einstein was using ‘God’ in a purely metaphorical, poetic sense. So is Stephen Hawking, and so are most of those physicists who occasionally slip into the language of religious metaphor. Paul Davies’s The Mind of God seems to hover somewhere between Einsteinian pantheism and an obscure form of deism – for which he was rewarded with the Templeton Prize (a very large sum of money given annually by the Templeton Foundation, usually to a scientist who is prepared to say something nice about religion). . . .

Pelo dito acima parece-me que ele se esqueceu apenas do agnosticismo, o qual e’ justamente meu caso. Talvez Dawkins entende agnosticismo como panteismo, sera’? Em todo caso, a visao de mundo da Matriz nao tem hard-wired meu cerebro como um panteista na definicao de Dawkins: eu desconfio que o mundo todo e’ um ser dividido em hardware e software, que o software pode ser um campo holografico banhando o corpo inteiro, tem que ser inteligente e consciente de sua existencia, como tambem pode ate’ ter consciencia sobre os microbios(como nos, humanos) existentes em seu corpo (cujos microbios sao tambem seu corpo e em alguns casos, tambem sua mente), que pode ate’ ter tomado providencias para que todos os microbios de seu corpo tenham um final feliz ou um nao-final sempre voltado para a sua melhoria, mas… esse ser nao pode ser chamado Deus, porque existe a forte possibilidade de que este ser e este mundo nao ser tudo o que ha’, existindo ainda a possibilidade dos dois mundos auto-excludentes, auto-retroalimentadores, anbos finitos mas formando o infinito, que a Matriz esta’ sugerindo. Portanto, este ser que pode existir e ser este mundo, sera’ apenas a metade do mundo, apesar de que a outra metade nunca exista quando este existe e vice-versa, mas que na outra metade exista outro ser que tambem e’ o outro mundo, e em tudo excludente em relacao a este… e’meio confuso mas eu entendo isto perfeitamente… e a chave para entender e aceitar a possibilidade dos dois mundos esta’ naquela analogia que faco da agua que vai para o Polo Norte e o gelo que vai para o Sul, que escrevo aqui em outro artigo nao me lembro onde…

ERROS DO ATEISMO (1)

quarta-feira, abril 15th, 2009

r-dawkins.jpgRichard Dawkins, no primeiro capitulo de ” The God Delusion”, escreve:  

“Human thoughts and emotions emerge from exceedingly complex interconnections of physical entities within the brain. An atheist in this sense of philosophical naturalist is somebody who believes there is nothing beyond the natural, physical world, no supernatural creative intelligence lurking behind the observable universe, no soul that outlasts the body and no miracles – except in the sense of natural phenomena that we don’t yet understand. If there is something that appears to lie beyond the natural world as it is now imperfectly understood, we hope eventually to understand it and embrace it within the natural. As ever when we unweave a rainbow, it will not become less wonderful.”

Entao a visao de mundo construida pela Matriz nao fez de mim um ateu. Existem dois problemas com o ateismo, se de fato Dawkins fala em nome do ateismo. Primeiro, quando diz ” ateu acredita que nao existe supernatural inteligencia alem do Universo observavel”. Segundo, quando acredita que nao existe alma ligada ao corpo”; terceiro, quando alimentam a esperanca de que vao entender qualquer coisa que jaz alem do mundo natural. A Matriz esta’ sugerindo outras diferentes conclusoes.

A Historia de 13,7 bilhoes de anos e os elementos materiais existentes nesta Historia indicam que existem duas possiveis realidades alem deste Universo e antes do Big Bang: um ser na forma de sistema natural gerando Universos pelo processo genetico e/ou uma inteligencia ex-machine elaborando softwares vivos que evoluem criando hardwares e se retro-alimentando deles; porem como as duas coisas – genetica e programas computacionais – podem no fundo serem resumidos a um so processo, e sabendo-se que um rato qualquer tem o poder de gerar sistemas por este processo, apenas saber que este Universo e’ uma producao genetica e sempre houve uma formula organizando a materia em sistemas que se parece com o diagrama de um software, nao e’ evidencia suficiente para se acreditar que o tal ser natural ex-machine continha ( ou contem), inteligencia. Mas o fato incontestavel de que nesta Historia, dentre as varias formas adquiridas pela cria que esta’ sendo geneticamente reproduzida, surgiu o que denominamos auto-consciencia, inteligente, e nao acreditando que isto seja produto de acidental mutacao, a nossa suspeita obvia e’ de que o tal ser ex-machine era, ou e’, dotado de inteligencia. Porem, esta inteligencia deve ser natural, o que indica que ela nao tem o poder de fazer milagres, no sentido de fazer coisas aparecerem do nada. 

Podemos, como os ateus, acreditar – quer dizer, afirmar – que nao existe alma ligada ao nosso corpo? A sugestao dos modelos da Matriz quando descreve o processo pelo qual LUCA se tornou um sistema biologico, indica que o circuito sistemico constituido do fluxo de informacoes de LUCA  como sistema natural, foi fragmentado em fotons e depois recompos-se aqui na superficie da Terra criando novo hardware que foi o primeiro sistema biologico. Portanto teria acontecido que a contraparte energetica da parte de massa do corpo de LUCA se constituiu numa especie de diagrama de software que se decompos para ser transmitido `a distancia tal como a voz ou imagem de televisao se transforma em sinal e depois se recompoe num hardware receptor. Neste longo processo de 13,7 bilhoes de anos de retro-alimentacao entre software e hardware e a existencia de especies que continuam existindo mesmo apos terem saido do tronco da arvore da Evolucao, indica que corpos sobrevivem `a fragmentacao da “alma” enquanto a “alma” sobrevive `a morte do corpo.  Esta “alma”, na teoria da Matriz adquire uma forma, uma face, a mesma de uma seccao do DNA, cuja forma e’ a mesma apontada intuicao oriental antiga da “aura” cpmposta de duas hastes chamadas de serpentes kundaline e sete sois centrais, a qual e’ a mesma forma do DNA, e do diagrama que sustentava o Cosmos antes da origem da Vida.  Claro que a nossa incapacidade de encontrar parametros que embasem aquele possivel evento e/ou de encontrar evidencias que desmintam aquele possivel evento nos conduz nao `a crenca na alma, mas a uma suspeita de que ela exista porque ela parece algo perfeitamente natural, logica e natural, tendo em vista que um so’ DNA que apareceu neste mundo terrestre a 3,5 bilhoes de anos atras continua vivo ate’ hoje. E nao vemos como explicar isto sem a ideia da retroalimentacao. Por isso, ao contrario do ateismo, eu nao tenho certeza da nao existencia da alma.

Terceiro, eu nao tenho a esperanca de que possamos vir a entender tudo, inclusive o que exista no mais distante espaco/tempo alem do mundo natural. Acho que isso e’ arrogancia e uma certa falta de nocao de grandezas, do verdadeiro tamanho do que pode existir alem deste mundo natural. Obviamente Dawkins pensa no Universo observavel quando usa as palavras “o mundo natural”, e desde que o nosso cerebro e’ feito por este mundo natural, deve ser limitado a ele, ou seja, as informacoes que ele pode captar, armazenar e operar estao limitadas a ele. Por exemplo, nem a ideia de eternidade/infinitude  e/ou “causa primeira e finitude” podem ser entendidas por este cerebro, jamais.  Os modelos da Matriz sugerem  que em ultima instancia exista a realidade de dois mundos contrarios entre si que se retro-alimentam, tornando cada mundo finito e infinito ao mesmo tempo, enquanto que as substancias de um mundo – como a consciencia humana – podem atravessar a barreira entre os dois, porem sao transformadas nesta passagem de maneira que tudo o que pertence ao mundo deixado la fica, inclusive a memoria de sua existencia. E com isso, jamais entenderiamos mais que a metade do verdadeiro mundo. 

Porem, como agnostico, e’ possivel que algum futuro dado factual destrua essa cosmovisao e me transforme num ateu… quem sabe?