Archive for novembro, 2010

Átomos e Moléculas que compõem o corpo humano: tipos e quantidades

quinta-feira, novembro 25th, 2010

Quando a Matriz tinha construído as galáxias como a mais evoluída arquitetura natural e começou a construir na Terra a matéria orgânica, ela tinha como mais fiel e competente átomo o carbono, pois com seu número atômico igual a 6, êle expressa as seis funções universais do circuito na formula da Matrix, omitindo a Função 5, a qual reproduz o sistema mantendo-o fechado em si mesmo, e sem essa função o sistema torna-se aberto à diversidade. Portanto era de se esperar que o carbono fosse o átomo principal e de maior número no corpo humano. Quando explicamos isso para o leigo na Matriz êle contesta dizendo que o átomo em muito maior quantidade no corpo é o hidrogênio.  Ora, estamos falando de um processo da evolução, a qual significa o desenvolvimento a partir do extremo simples para cada vez maior complexidade, e complexidade é relacionada à qualidade, não quantidade. A essência evolutiva do corpo humano é sua parte orgânica, a qual compõem apenas cerca de 33,5% do corpo. Os outros 65% é composto de massa de sustentação espacial, no caso a água. Esta nada tem a ver com qualidade, complexidade, etc. Para estudar a Matriz construindo a Vida os átomos que constituem a água não contam, isso é apenas massa para preencher espaços vazios. O átomo que se apresenta com maior quantidade no corpo humano é o hidrogênio – porque cada molécula de água tem dois hidrogênios – e em segundo lugar o oxigênio – porque cada molécula de água contem um oxigênio.

Abaixo ficam registrados importantes dados que sempre precisaremos consultar em nossas pesquisas:

FORESIGHT ORG.

http://www.foresight.org/Nanomedicine/Ch03_1.html

3.1 Human Body Chemical Composition

 

The human body consists of ~7 x 1027 atoms arranged in a highly aperiodic physical structure. Although 41 chemical elements are commonly found in the body’s construction (Table 3-1), CHON comprises 99% of its atoms. Fully 87% of human body atoms are either hydrogen or oxygen.

Table 3-1. Estimated Atomic Composition
of the Lean 70-kg Male Human Body
(compiled & adapted from [749, 751-752, 817])

Element Sym # of Atoms Element Sym # of Atoms Element Sym # of Atoms
Hydrogen H 4.22 x 1027 Rubidium Rb 2.2 x 1021 Zirconium Zr 2 x 1019
Oxygen O 1.61 x 1027 Strontium Sr 2.2 x 1021 Cobalt Co 2 x 1019
Carbon C 8.03 x 1026 Bromine Br 2 x 1021 Cesium Cs 7 x 1018
Nitrogen N 3.9 x 1025 Aluminum Al 1 x 1021 Mercury Hg 6 x 1018
Calcium Ca 1.6 x 1025 Copper Cu 7 x 1020 Arsenic As 6 x 1018
Phosphorus P 9.6 x 1024 Lead Pb 3 x 1020 Chromium Cr 6 x 1018
Sulfur S 2.6 x 1024 Cadmium Cd 3 x 1020 Molybdenum Mo 3 x 1018
Sodium Na 2.5 x 1024 Boron B 2 x 1020 Selenium Se 3 x 1018
Potassium K 2.2 x 1024 Manganese Mn 1 x 1020 Beryllium Be 3 x 1018
Chlorine Cl 1.6 x 1024 Nickel Ni 1 x 1020 Vanadium V 8 x 1017
Magnesium Mg 4.7 x 1023 Lithium Li 1 x 1020 Uranium U 2 x 1017
Silicon Mg 3.9 x 1023 Barium Ba 8 x 1019 Radium Ra 8 x 1010
Fluorine F 8.3 x 1022 Iodine I 5 x 1019
Iron Fe 4.5 x 1022 Tin Sn 4 x 1019
Zinc Zn 2.1 x 1022 Gold Au 2 x 1019 TOTAL 6.71 x 1027

 

Somatic atoms are generally present in combined form as molecules or ions, not individual atoms. The molecules of greatest nanomedical interest are incorporated into cells or circulate freely in blood plasma or the interstitial fluid. Table 3-2 summarizes the gross molecular contents of the typical human cell, which is 99.5% water and salts, by molecule count, and contains ~5000 different types of molecules. Appendix B lists 261 of the most common molecular and cellular constituents of human blood, and their normal concentrations in whole blood and plasma. This listing is far from complete. The human body is comprised of ~105 different molecular species, mostly proteinsemdasha large but nonetheless finite molecular parts list. By 1997, at least ~104 of these proteins had been sequenced, ~103 had been spatially mapped, and ~7,000 structures (including proteins, peptides, viruses, protein/nucleic acid complexes, nucleic acids, and carbohydrates) had been registered in the Protein Data Bank maintained at Brookhaven National Laboratory [1144]. It is likely that the sequences and 3-D or tertiary structures of all human proteins will have been determined by the second decade of the 21st century, given the current accelerating pace of improving technology [1145].

Transporting and sorting such a broad range of essential molecular species will be an important basic capability of many nanomedical systems. The three principal methods for distinguishing and conveying molecules that are most useful in nanomedicine are diffusion transport (Section 3.2), membrane filtration (Section 3.3), and receptor-based transport (Section 3.4). The chapter ends with a brief discussion of binding site engineering (Section 3.5).

Table 3-2. Estimated Gross Molecular Contents
of a Typical 20-micron Human Cell
(compiled and revised from [398, 531, 758-760, 938])

Molecule Mass % MW (daltons) # Molecules Molecule % Number of
Molecular Types
Water 65% 18 1.74 x 1014 98.73 % 1
Other Inorganic 1.5% 55 1.31 x 1012 0.74 % 20
Lipid 12% 700 8.4 x 1011 0.475 % 50
Other Organic 0.4% 250 7.7 x 1010 0.044 % ~200
Protein 20% 50,000 1.9 x 1010 0.011 % ~5,000
RNA 1.0% 1 x 106 5 x 107 3 x 10-5 % —-
DNA 0.1% 1 x 1011 46 3 x 10-11 % —-
TOTALS 100% —- 1.76 x 1014 100% —-

Astronomia: Dados a anotar:

quarta-feira, novembro 24th, 2010

Distance from the Earth to the Moon is……………….. 384,403 km
Distance from the Earth to Mars is ………………..206,644,545 km
Distance from the Earth to closest star is 40,681,141,032,094 km

Proteínas: As ferramentas do tempo para os sistemas biológicos

quarta-feira, novembro 24th, 2010

Segundo a minha pessoal interpretação dos modêlos da teoria da Matriz/DNA, as proteínas representam para a Vida biológica o que o circuíto na forma de circunferência representa para o proto-sistema astronômico. Assim, no diagrama da Matriz como sistema fechado, o qual é o “DNA” do proto-sistema astronômico, as proteínas são a materialização dos canais de conexão entre as sete Funções Universais, as quais,  no proto-sistema astronomico produzem os sete astros. Mas note-se que o circuito sistêmico é uma alternancia entre setas indicando o canal de conexão e os corpos. Em outras palavras, as setas representam a onda do “tempo”, e os corpos representam as sete partículas que perfazem o “espaço”. É preciso lembrar que as sete formas de astros estão conectadas porque perfazem um ciclo vital de um só astro, que o ciclo vital faz com que um corpo tenha diversas formas diferentes durante sua existência, e que ciclo vital é o tempo de uma vida.

Se proteína é na biologia a materialização dos dados físicos e dos eventos que ocorrem entre uma Função e outra, deveríamos esperar que existissem apenas um tipo de proteína, representando  o circuito inteiro, ou ao menos, sete tipos diferentes de proteínas, representando os setes espaços entre as sete Funções. Mas sabemos que na verdade existem milhares de tipos diferentes. Penso que isto deve-se a que o circuito sistêmico foi fragmentado em milhares de trechos pequenos, e isto é compreensível, pois facilita muito executar as milhares de tarefas que acontecem dentro de um sistema celular e de um organismo. Pode ser também que existam proteínas que, ao invés de traduzir um trecho continuo do circuito, ela seja montada com pequenos trechos de locais variados do circuito, permitindo assim uma maior diversidade de funções e produtos finais.

Segundo a teoria, o ribossomo é a organela celular que representa a idade do adolescente. a mitocondria representa a idade do jovem-adulto, etc. Mas entre um adolescente e sua forma de adulto o corpo muda de forma uma enormidade de vêzes, pois a cada dia ou a cada segundo uma célula está morrendo e outra nova ( que trará algum minimo detalhe entrópico envelhecedor e portanto será diferente da que está substituindo) estará ocupando seu lugar. E a cada mudança, digamos, a cada pequeno período de tempo, o corpo está mudando sua função, seja em relação ao sistema social ou ao ecossistema. Considerando-se que o ribossomo é o adolescente, o que a Matriz teria que fazer na célula para representar cada uma das quase infinitas mudanças dêle, e para representar cada função de cada forma intermediária, até chegar a ser mitocondria? Infinitas quantidades de organelas? A Matriz resolve isso criando as proteínas.

Cada proteína é formada de uma longa cadeia de aminoácidos. Vimos em outro capitulo que os 20 aminoacidos usados pela Vida possuem uma estrutura esquelética central na mesma forma do sistema matricial, ou seja, do diagrama como sistema fechado. Mas um pequenino detalhe – o tipo de ligação quimica ou de átomo que está pendurado no esqueleto central –  faz com que os 20 aminoacidos sejam diferentes entre si. Isto significa que são cópias derivadas e mutadas do padrão original, e quando a Matriz faz isso é porque ela está querendo ampliar o leque de possibilidades para o novo sistema, para aumentar a diversidade. Mas mesmo que houvessem vinte cópias diferentes do sistema original que veio do céu, aqui chamado LUCA, e fôssem conectadas de uma só maneira, só haveria uma espécie de circuito sistêmico, uma só proteína, e o ser vivo daí resiltante seria tão estéril e monótono como o é o sistema solar. A vida precisava de ampla gama de diversas atuações. Então a Matriz resolve isso combinando as cópias diferenciadas de tôdas as maneiras diferentes possíveis no que denominamos proteínas, por isso, com apenas 20 varíáveis temos milhares de cópias diferentes do sistema original. 

Em têrmos de seres vivos poderíamos dizer que proteínas e DNA é tudo. Elas são as obreiras que fazem quase tudo dentro de um organismo. Portanto, são demasiado importantes  nas doenças, na saúde, na evolução física do organismo. Portanto é da maior importância aprender o máximo que puder-mos sôbre as proteínas. A Teoria da Matriz/DNA, esteja certa ou errada, como vocês viram nas palavras aí encima, é uma nova abordagem das proteínas diferente de tudo o que foi pensado até agora. E assim ela explica diferente cada minima característica e resultados funcionais das ações das proteinas, sugerindo uma enormidade de mecanismos e processos que a abordagem tradicional não reconhece. O que posso fazer por enquanto, se tiver tempo para tal, é ir registrando aqui a versão da Matriz para cada detalhe conhecido e para cada novidade que dia a dia vai sendo descoberta, na esperança de que algum pesquisador laboratorial tome conhecimento disso apenas como curiosidade. Porque se a teoria estiver correta, tal pesquisador um dia estará perante um problema sem recursos para solução na abordagem tradicional, e por simples tentativa poderá experimentar o que sugere a Matriz. Ou então que nós mesmos consigamos apresentar uma solução baseada em experimentos, para  um problema, como algum tipo de doença, o que chamaria a atenção para nossos modêlos.

A seguir, iremos registrando se possível cada detalhe sôbre proteínas que encontrar-mos sendo abordado pela Ciência.  Já temos dezenas ou centenas de manuscritos sôbre diferentes detalhes levantados nestes 30 anos, mas por hora não tenho condições de passa-los para o computador.

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1)Heat shock protein drives yeast evolution

Physorg.com

http://www.physorg.com/news/2010-12-protein-yeast-evolution.html

December 23, 2010

Whitehead Institute researchers have determined that heat shock protein 90 (Hsp90) can create heritable traits in brewer’s yeast (Saccharomyces cerevisiae) by affecting a large portion of the yeast genome. The finding has led to the conclusion that Hsp90 has played a key role in genome evolution.

“This has been viewed as a very exciting, even revolutionary way of looking at how it is organisms could rapidly evolve new traits,” says Whitehead Member Susan Lindquist. “We’ve come about as close to proving such a broad evolutionary process as it’s likely that we can at this present date.”

The results are reported in the December 24, 2010 issue of the journal Science.

Proteins perform numerous functions in cells, including promoting chemical reactions, translating DNA, and maintaining the cell’s structure. To perform its job, a protein must fold from a long chain of into a precise form. Moreover, many vital proteins adopt unstable conformations. If the protein loses its normal shape due to, for example, excessive heat, toxins or other stressors, it can no longer perform its job and may even become toxic to the cell. To provide tolerance against such stresses , cells employ a repertoire of heat-shock proteins (Hsps) that guide other proteins into their proper shape. This ancient class of proteins is present in virtually all organisms, ranging from bacteria to humans.

One of these proteins, , is particularly abundant, comprising 1-2% of all proteins in a cell. Yet, under normal conditions, a cell uses only about 10% of its Hsp90, leaving a large reservoir of its function available should conditions suddenly turn more stressful.

Over the past several years, Lindquist has built the case that this Hsp reservoir is responsible for substantial in relatively short periods of time. Her lab has shown that the pathogenic and Aspergillus fungi rely on Hsp90 to evolve drug-resistance. often exploit the Hsps’ function to support carcinogenic proteins. Earlier research has also shown that selective breeding can enrich variation responsible for these phenotypes, allowing an Hsp90-reliant trait to be inherited even in the absence of stress.

The Hsp90 buffer appears to function in two ways with mutant proteins: either to mask or reveal the phenotypic consequences of mutations. In the first case, Hsp90 braces mutant proteins into “normal” shapes, thereby hiding the mutant proteins’ traits. As conditions become increasingly stressful, the Hsp90 buffer must act on more and more proteins. At a certain point, the Hsp90 buffer becomes overwhelmed, and the mutant proteins’ traits are exhibited.

In the second scenario, proteins that are not functional on their own are shaped into working forms. These mutant proteins cannot perform their jobs without the aid of Hsp90, so when the Hsp90 buffer is overwhelmed, the cells lose the mutant proteins’ traits.

In both of these scenarios, consumption of the Hsp90 reservoir by environmental stress allows numerous traits to be exhibited or lost immediately and simultaneously. If the new phenotype is beneficial for this stressful environment, the organism will survive. Because the new phenotypes are based on genetic variation they can be passed on to the next generation and evolution progresses. If the traits are detrimental, the organism will not survive and its traits will die with it.

This method of suddenly unveiling a new phenotype consisting of multiple traits could also explain the evolution of interdependent traits that are detrimental on their own. Such a seeming leap forward in evolution has puzzled biologists since Darwin.

Although earlier evidence indicated that Hsp90 activity could affect evolution, a Lindquist postdoctoral researcher, Daniel Jarosz, wanted to understand mechanistically Hsp90’s effects on one species and provide solid evidence for Hsp90’s impact on evolution.

In the Science paper, first author Jarosz analyzed the effects of Hsp90 on 102 genetically diverse strains of brewer’s yeast by placing them under various stressful conditions and inhibiting Hsp90. All of the strains had substantial growth changes in specific conditions.

Jarosz then learned more about the Hsp90-affected traits by crossing two strains and looking at the progeny. He determined that about half of the traits affected by Hsp90 were positive and half were negative. Also, reducing Hsp90 in several of the crossed strains’ progeny revealed multiple interdependent traits.

To see how much Hsp90 affects the phenotypes of strains, Jarosz looked at the genetic sequences of 48 strains and compared the genotypes to the phenotypes that he saw in those strains. When Hsp90 functioned normally, the genotype and phenotype weakly resembled each other. But when the Hsp90 reservoir was depleted, the correlation between genotype and phenotype became much stronger.

“We’ve only looked at a few cases, but in all of them, there was a clear link between Hsp90 activity and phenotype,” says Jarosz. “What we show here is that Hsp90’s effects are very broad, and it operates on about 20% of all genetic variation in this organism.”

For Lindquist, the way Hsp90 is able to affect phenotypes may explain a longstanding mystery of evolution: how an organism could change multiple, interdependent traits in response to environmental changes.

“Taking what had been theory and very isolated incidents that had tremendous potential, we can help explain how organisms can rapidly acquire new traits,” says Lindquist, who is also a Howard Hughes Medical Institute investigator and professor of biology at MIT. “We can show that the stress of environmental change and selective pressures can actually influence how evolutionary processes occur. And now we have a much more solid framework to hang that on.”

Lindquist says she would like to learn more about the fixation process, which makes an Hsp90-reliant trait heritable, even in the absence of stress. By looking at genome sequences, her lab will try to determine whether Hsp90 affects the mechanisms of stability or if it perhaps influences the way that organisms accumulate new genetic variation.

More information: “Hsp90 and environmental stress transform the adaptive value of natural genetic variation” Science, December 24, 2010.

Provided by Whitehead Institute for Biomedical Research

Galáxias:Controvérsias e Mistérios da Milk Way

terça-feira, novembro 23rd, 2010
A cosmologia acadêmica é a mais crível por enquanto, óbviamente. Enquanto isso , os modêlos da cosmologia da Teoria da Matriz/DNA sugerem ou prevêem características para as galáxias que não batem com as teorias da cosmologia acadêmica. Isto se deve princ ipalmentye a dois diferentes tipos de pensamentos os quais feram ddois diferentes métodos na tentativa de conectar os poucos dados que dispomos sôbre cosmologia. O método acadêmico – penso eu – prefere conectar os dados usando os reciocinios da nossa matemática e alguns dos mecanismos certos ou errados obtidos pela disciplina da Física; o método que apliquei foi fixar os fenômenos que vejo na Terra e da Terra aqui e hoje, principalmernte a biosfera, ter em mente os mecanismos da evolução biológica, calcular a redução dessa história rumo aos principios/fôrças/leis naturais que acredito existam na cosmologia e com isso tudo em mãos tento então conectar os dados reais de que dispomos tomando o cuidado de, ao ler os relatórios de dados, separar o que é fato do que é teoria. Ou seja, eu calculo a cosmologia partindo do seu futuro que é o aqui e agora e descendo ao passado, na crença de que exista uma evolução universal única com as mesmas leis para todo o Universo.
Sôbre as origens, formação e estado atual das galáxias existem sérias contradições entre as duas teorias. Em vista disso, nêste capítulo ou categoria iremos registrando o que vamos encontrando e que seja digno de atenção para memorizar/pesquisar.
1) O centro da Milk Way é retangular? O que então sôbrre a forma espiral, os braços da galáxia? Como a fórmula da Matriz explica isso?
Veja artigo completo em:

Ten things you don’t know about the Milky Way Galaxy

 1) It’s a barred spiral.

You might know that the Milky Way is a spiral galaxy, perhaps the most beautiful galaxy type. You’ve seen ‘em: majestic arms sweeping out from a central hub or bulge of glowing stars. That’s us. But a lot of spirals have a weird feature: a rectangular block of stars at the center instead of a sphere, and the arms radiate away from the ends of the block. Astronomers call this block a bar, and, you guessed it: we have one.

Is fact, ours is pretty big. At 27,000 light years end-to-end, it’s beefier than most bars. Of course, space is a rough neighborhood. Who wouldn’t want a huge bar located right downtown?

By the way, the image above is not a photograph, it’s a drawing– there’s no way to get outside the galaxy and take a picture like this looking back. It would be a loooong walk home! Click the picture to embiggen and get more details (which is true for all the pictures in this post).

8) Spiral arms are an illusion.

Well, they’re not an illusion per se, but the number of stars in the spiral arms of our galaxy isn’t really very different than the number between the arms! The arms are like cosmic traffic jams, regions where the local density is enhanced. Like a traffic jam on a highway, cars enter and leave the jam, but the jam itself stays. The arms have stars entering and leaving, but the arms themselves persist (that’s why they don’t wind up like twine on a spindle).

Just like on highways, too, there are fender benders. Giant gas clouds can collide in the arms, which makes them collapse and form stars. The vast majority of these stars are faint, low mass, and very long-lived, so they eventually wander out of the arms. But some rare stars are very massive, hot, and bright, and they illuminate the surrounding gas. These stars don’t live very long, and they die (bang!) before they can move out of the arms. Since the gas clouds in the arms light up this way, it makes the spiral arms more obvious.

We see the arms because the light is better there, not because that’s where all the stars are.

Comentário postado no artigo: 

  •   Spatially Challenged… Says:
    March 13th, 2008 at 11:46 am
  • Great post, very user friendly.

    I knew all – 8, ok 7 – and a half, of these.

    I have to admit, while I understand that the spiral arms are an illusion, I still don’t grasp how they occur. I’m not sure the traffic jam analogy works. I understand that gas and dust can slam into slower moving gas and dust and create stars that illuminate the arms. However, cars speed up again when they exit the traffic jam leaving the slower cars behind and can then run into a second traffic jam. But and I don’t suppose the stars or gas and dust speed up when they leave the arm. So how do we get the second spiral arm (as we move out from the center)? And why are the arms spiraled as opposed to concentric rings?

    Spatially Challenged…

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  • Genoma Projeto, Craig Venter, Causas das Doenças e as Sugestões da Matriz/DNA

    segunda-feira, novembro 22nd, 2010

    http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,709174,00.html

    Der Spiegel

    No site acima o magazine Der Spiegerl entrevista Craig Venter sôbre os dez anos que ele investiu sequenciando o genoma humano, onde Venter explica que temos aprendido muito pouco e o montante de dados obtidos não explicam quase nada. A Teoria da Matriz/DNA insiste que a chave do segrêdo para começar a entender tudo o qie precisamos está na fórmula da Matriz. Não só porque ela revela as origens e a história do genoma mas principalmente porque o genoma é composto de unidades –m os genes – que se juntam para formar sistemas e sub-sistemas, só então expressam funções e portanto tem que haver uma visão holistica sistêmica para entende-los, o qual é justamente o que nos fornece a formula sistêmica da Matriz.

    Interview conducted by Rafaela von Bredow and Johann Grolle

     

    Vejamos alguns iniciais e breves comentários da Matriz sôbre trechos desta entrevista:

    1) SPIEGEL: How much would you be able to learn about us by doing so?

    Venter: If anything, we don’t really know how to read the genome and it can’t tell us very much right now.

    Matrix/DNA: O conhecimento da formula da Matriz é o que está faltando aos pesquisadores de campo para começarem a entender os genes.

    2) SPIEGEL: The decoding of your personal genome has so far revealed little more than the fact that your ear wax tends to be moist.

    Venter: That’s what you say. And what else have I learned from my genome? Very little. We couldn’t even be certain from my genome what my eye color was. Isn’t that sad? Everyone was looking for miracle ‘yes/no’ answers in the genome. “Yes, you’ll have cancer.” Or “No, you won’t have cancer.” But that’s just not the way it is.

    Matrix/DNA: Chegou-se à conclusão que o cancer é causado por uma variação genética. Se não sabemos o que causa a variação e o que significa a variação, ficamos sem poder de ação. A formula da Matriz é capaz de identificar os genes a nível de átomos. A posição e o tipo de um átomo pode identificar a sua função na formula. Tendo todos os átomos identificados pode-se montar o gene segundo a formula de sistema. E tendo esta montagem pode se compara-la com a formula de sistems perfeito da Matriz e identificar onde está om defeito, porque o defeito ocorreu. Bem isto é o que penso, sem ter visto a coisa real no laboratório. Mas pode haver muitas outras possibilidades tendo-se conhecimento da formula.

    3) SPIEGEL: So the Human Genome Project has had very little medical benefits so far?

    Venter: Close to zero to put it precisely.

    Matrix/DNA: Importante anotar isto.

    4) SPIEGEL: Did it at least provide us with some new knowledge?

    Venter: It certainly has. Eleven years ago, we didn’t even know how many genes humans have. Many estimated that number at 100,000, and some went as high as 300,000. We made a lot of enemies when we claimed that there appeared to be considerably fewer — probably closer to the neighborhood of 40,000! And then we found out that there are only half as many. I was just in Stockholm for the 200th anniversary of the Karolinska Institute. The first presentation was about the many achievements the decoding of the genome has brought. Then I spoke and said that this century will be remembered for how little, and not how much, happened in this field.

    Matrix/DNA: Portanto são cerca de 20.000 genes responsáveis por milhões de funções, como as caracteristicas físicas. e produções, como as proteinas. É preciso ver o DNA como uma network constituída de individuos, onde os individuos são sistemas. Eles se juntam em diferentes grupos para produzirem algo ou se desviam em grupos causando doenças. Imagine a grande sociedade humana, como um unico individuo que è em si mesmo um sistema, se junta a um grupo de bairro, depois a um grupo nacional, variando para grupos de religião, ideologia, tipos de hobby, esportes, preferencias de alimentos, roupas, etc. Alem disso tem a variação localizada no tempo, por exemplo, os grupos ora compõem um sistema feudal, ora um sistema capitalista ou marxista. Essa variação no tempo dentro do DNA é demarcada pela posição do gene e do grupo na escala cronológica da fita de registros. Sem identificar cada individio como sistema seria como tentar entender a população e as produções de New York sem saber que certa pessoa é americana, outra chineza, outra cristã, outra é gorda, ou branca, etc. Mas o desafio para o conhecimento é sempre o mesmo e nós temos avançado nos conhecimentos. A principio um dado quadro natural parece muito complexo e insolivel mas com persistencia e método acabamos identificando chavers, denominadores comuns,significados, o que nos levaa então a de imediato compreender o todo. Imagine um nativo da Amazônia da primeira vez que vê um automovel. Parece simples por fora, como parecia fácil para os cientistas entender o DNA e detectar as causas das doenças. Mas quando abre o capô e se depara com aquela cena da parafernália de fios e peças, o nativo pode pensar que jamais irá entender aquilo tudo. Porem nós que já temos experiencia de muitos anos com automoveis temos um completo entendimento da coisa toda. Assim será na nossa busca de entendimento destas networks complexas como a dos genes, dos neuronios no cérebro, etc.

     5) SPIEGEL: There are hundreds of hereditary diseases that can be traced to defects in individual genes. You can determine a lot more than just probabilities through them. But that still hasn’t led to a flood of new treatments.

    Venter: There were false expectations. Take Ataxia telangiectasia, for example, a horrible disease. The nervous system degenerates, and people who have it often die in their early teens. The cause is a defect in a single gene, but it is a developmental gene. If your body is built in the wrong way, then you can’t just take a magic pill to rebuild it. If your brain is wired wrong, then it is wired wrong.

    Matrix/DNA: Temos que por cada gene desenhado numa folha transparente e por esta folha sobre a fórmula da Matriz, para saber quem é aquele gene. Se é um arabe, muçulmano e portanto faz as coisas à sua maneira, ou se é um russo ortodoxo, etc. Tendo a posição dele na fita quimica do DNA saberemos o que sua versão matricial produzia na nebulosa de atomos, depois o que produzia nas galaxias, e o que tenta produzir no corpo humano. Temos de mudar certos conceitos atuais. Por exemplo quando Venter diz “it is a developmental gene” temos que entender que o gene expressa um certo momento e forma dentro de um ciclo vital, ou seja, um gene que atua mais em determinada fase de um processo. E tendo seu mapa é possivel localiza-lo numa das sete funções do ciclo vital da Matriz.  

     6) SPIEGEL: Who is to blame for those false expectations?

    Venter: We were simply always looking at single genes because they were the only genes we had. When people lose their keys at night, they look under the lamp post. Why? Because that’s where you can still see something.

    SPIEGEL: But the keys are really located in the dark?

    Venter: Exactly. Why did people think there were so many human genes? It’s because they thought there was going to be one gene for each human trait. And if you want to cure greed, you change the greed gene, right? Or the envy gene, which is probably far more dangerous. But it turns out that we’re pretty complex. If you want to find out why someone gets Alzheimer’s or cancer, then it is not enough to look at one gene. To do so, we have to have the whole picture. It’s like saying you want to explore Valencia and the only thing you can see is this table. You see a little rust, but that tells you nothing about Valencia other than that the air is maybe salty. That’s where we are with the genome. We know nothing.

    Matrix/DNA: A formula da Matriz neste caso é a lampada luminosa. The whole picture não é concernente a partes ou seja, genes, mas sim concernente ao sistema que as partes compõem.

    7) SPIEGEL: Will that lead in the end to the kind of personalized medicine that genetic researchers have always touted? Each person would get his or her own personal treatment that is tailored precisely to that person’s genetic make-up?

    Venter: That was another one of these silly naïve notions that was out there. It’s not, ‘Oh, we know your genome, we’re going to make this drug for you.’ That will never happen. It is more important that you use the information in the genome about your personal risks and reduce them through intelligent behavior.

    Matrix/DNA: É isto aí. Comportamento inteligente anulando os riscos de variação genética as quais causam doenças e podem transmiti-las hereditariamente. Mas o que siginifica comportamento inteligente? Senão uma perfeita sintonia do corpo humano com o ritmo da Natureza ao redor, as vibrações, as composições das substancias, o momento evolucionario, etc.? É claro que o ser humano não é uma maquina que se auto-controla como um relógio tem seu todo controlado por uma disciplina severa de ritmo. O ser humano não consegue muita disciplina, mas principalmente porque ele foi gerado e vive num meio ainda selvagem, caótico, como o é a biosfera. Mas antes de desenhar o perfeito comportamento inteligente precisamos conhecer a fundo a natureza do meio-ambiente, saber qual seu ritmo e tendencias. Para isto precisamos conhecer a História Universal Natural e localizar nosso ambiente no devido ponto do espaço-tempo desta história. Nada melhor para isto que a história revelada pela Matriz. Tendo consciencia de como a natureza quer que nos comportemos a cada momento e evento e sabendo maneiras de contornar os nossos vicios vamos nos aproximando do comportamento que não produz variação genética.

    8) SPIEGEL: When can we anticipate seeing the next tailor-made microbes from your laboratory?

    Venter: Well, the goal is multifold. We have to start by creating minimal cells. A human cell is too complex — we have no idea how any human cell works. We don’t even know how the simplest bacterial cell works. We want to learn what the minimum cellular components are, so we’re going to be taking out all the non-essential genes. But we’re also trying to design new life forms for energy production, capturing carbon dioxide or to produce chemicals.

    Matrix/DNA: Com a formula da Matriz nós temos melhor entendimento como uma célula trabalha. Por exemplo sabemos alinhar as organelas de acordo com o alinhamento sistêmico, o que revela entre outras, alguns mecanismos e invisiveis formas de interações entre as organelas. Reduzir a célula a seus componentes mais simples precisa antes entender que muitos dos componentes são resultantes da fuzzy logic, ou seja, resultam das interações entre os componentes essenciais. E tendo a célula desenhada numa folha transparente sobreposta à formula da Matriz torna-se facil ver o que é essencial ou não.

    9) SPIEGEL: ExxonMobile, at the very least, appears to be convinced by your vision …

    Venter: … yes, they are investing $600 million in the project, with half going to our partnership. It’s a good round number. It’s the same money that PerkinElmer gave me to decode the human genome. With it, we sequenced the human genome in nine months instead of many, many years. The public money that flowed into the Human Genome Project, above all, created an enormous, inflexible bureaucracy. And it is only because of private money that we can now sail across the ocean with this sailboat and discover 40 million genes — there are only 41 million genes known to all of science. All you need are a few innovative ideas and independent funding to allow you to do things that other people can only dream about.

    Matrix/DNA: Craig Venter é a mente ideal para esta tarefa por ser brilhantemente pratica, pragmatica, realista, onde a fé e seus desvios misticos, se existe alguma, é deixada do lado de fora da porta do laboratório, ou do escritório da administração. Por isso ele nos surpreende com tantos rapidos e eficientes progressos. Falta a ele e sua equipe conhecer a formula da Matriz e entender que ela nada tem de pessoal imaginação humana mas sim é resultado do mais materialista e naturalista método conhecido, que é a anatomia comparada entre duas coisas diferentes anotando semelhanças e diferenças e tentando, experimentando previsões baseadas nos dados. Esta formula é a fonte de idéias inovativas que essa pesquisa está precisando, uma avalancha delas que nos ocorrem a todo momento que vemos os dados na banca do laboratório. Seria um minimo custo com uma recompensa inimaginavel se alguem que entende a formula como eu tenho estudado-a por 30 anos pudesse estar presente no laboratório, de inicio apenas como simples observador e aprendiz, para em seguida começar a expor as sugestões.     

    Curiosidades: 12,3 trilhões de dolares roubados do povo americano?! Será isto verdade?!

    segunda-feira, novembro 22nd, 2010

    http://pubrecord.org/nation/8622/pentagon-papers-wall-street/

    Estou registrando isso aqui para ler com mais tempo e perguntar a quem entende. Será mesmo verdade? Já faz mais de dez anos que pago o imposto para o Tio Sam e levaram meu suado dinheirinho também? Por isso sou socialista/cooperativista. Se ao menos tivéssemos um capitalismo keynesiano…, não suporto êsse capitalismo selvagem que imita e tenta perpetuar as leis e o animalismo do nosso triste passado vindo do macaco assassino…

    Black Jets

    domingo, novembro 21st, 2010

    http://www.thunderbolts.info/tpod/2010/arch10/101117jets.htm

    Estes jets poferiam confirmr nossos sobre pulsars? Registrado para pesquisa.

    Chefe da Lockheed diz que capturaram OVNI e construíram discos voadores?!

    domingo, novembro 21st, 2010

    Impressionante o artigo no site abaixo, e deixo-o aqui registrado pela sua importância

    http://xenophilius.wordpress.com/2010/09/14/ben-rich-lockheed-ceo-admits-on-deathbed-et-ufo-are-real/

    Ben Rich Lockheed CEO Admits on Deathbed: ET UFO Are Real

    Ciência em 2010:Áreas de Investimentos, Principais Avanços

    sábado, novembro 20th, 2010

    http://www.foxnews.com/scitech/2010/12/17/beam-teleportation-years-biggest-breakthrough/

    Science’s list of the nine other groundbreaking achievements from 2010 follows.

    (O Primeiro lugar foi para a quantum machine)

    Synthetic Biology: In a defining moment for biology and biotechnology, researchers built a synthetic genome and used it to transform the identity of a bacterium. The genome replaced the bacterium’s DNA so that it produced a new set of proteins—an achievement that prompted a Congressional hearing on synthetic biology. In the future, researchers envision synthetic genomes that are custom-built to generate biofuels, pharmaceuticals or other useful chemicals.

    Neandertal Genome: Researchers sequenced the Neandertal genome from the bones of three female Neandertals who lived in Croatia sometime between 38,000 and 44,000 years ago. New methods of sequencing degraded fragments of DNA allowed scientists to make the first direct comparisons between the modern human genome and that of our Neandertal ancestors.

    HIV Prophylaxis: Two HIV prevention trials of different, novel strategies reported unequivocal success: A vaginal gel that contains the anti-HIV drug tenofovir reduced HIV infections in women by 39 percent and an oral pre-exposure prophylaxis led to 43.8 fewer HIV infections in a group of men and transgender women who have sex with men.

    Exome Sequencing/Rare Disease Genes: By sequencing just the exons of a genome, or the tiny portion that actually codes for proteins, researchers who study rare inherited diseases caused by a single, flawed gene were able to identify specific mutations underlying at least a dozen diseases.

    Molecular Dynamics Simulations: Simulating the gyrations that proteins make as they fold has been a combinatorial nightmare. Now, researchers have harnessed the power of one of the world’s most powerful computers to track the motions of atoms in a small, folding protein for a length of time 100 times longer than any previous efforts.

    Quantum Simulator: To describe what they see in the lab, physicists cook up theories based on equations. Those equations can be fiendishly hard to solve. This year, though, researchers found a short-cut by making quantum simulators—artificial crystals in which spots of laser light play the role of ions and atoms trapped in the light stand in for electrons. The devices provide quick answers to theoretical problems in condensed matter physics and they might eventually help solve mysteries such as superconductivity.

    Next-Generation Genomics: Faster and cheaper sequencing technologies are enabling very large-scale studies of both ancient and modern DNA. The 1,000 Genomes Project, for example, has already identified much of the genome variation that makes us uniquely human—and other projects in the works are set to reveal much more of the genome’s function.

    RNA Reprogramming: Reprogramming cells—turning back their developmental clocks to make them behave like unspecialized “stem cells” in an embryo—has become a standard lab technique for studying diseases and development. This year, researchers found a way to do it using synthetic RNA. Compared with previous methods, the new technique is twice as fast, 100 times as efficient and potentially safer for therapeutic use.

    The Return of the Rat: Mice rule the world of laboratory animals, but for many purposes researchers would rather use rats. Rats are easier to work with and anatomically more similar to human beings; their big drawback is that methods used to make “knockout mice”—animals tailored for research by having specific genes precisely disabled—don’t work for rats. A flurry of research this year, however, promises to bring “knockout rats” to labs in a big way.

    Quântica:Noticias para saber/pesquisar

    sábado, novembro 20th, 2010

    Beam Me Up: ‘Teleportation’ Is Year’s Biggest Breakthrough

    http://www.foxnews.com/scitech/2010/12/17/beam-teleportation-years-biggest-breakthrough/

    Thanks to physics, and the truly bizarre quirks of quarks, those Star Trek style teleporters may be more than fiction. 

    A strange discovery by quantum physicists at the University of California Santa Barbara means that an object you can see in front of you may exist simultaneously in a parallel universe — a multi-state condition that has scientists theorizing that teleportation or even time travel may be much more than just the plaything of science fiction writers.

    Until this year, all human-made objects have moved according to the laws of classical mechanics, the rules governing ordinary objects. Toss a ball in the air and it falls back to Earth. Drop a coin from your roof and it falls into your yard. But back in March, a group of researchers designed a gadget that moves in ways that can only be described by quantum mechanics — the set of rules that governs the behavior of tiny things like molecules, atoms, and subatomic particles. 

    And the implication — that teleportation and even time travel may someday, somehow be a reality — is so groundbreaking that Science magazine has labelled it the most significant scientific advance of 2010.

    Physicists Andrew Cleland and John Martinis from the University of California at Santa Barbara and their colleagues designed the machine — a tiny metal paddle just barely visible to the naked eye — and coaxed it into dancing with a quantum groove: First, they cooled the paddle until it reached its “ground state,” or the lowest energy state permitted by the laws of quantum mechanics (a goal long-sought by physicists). Then they raised the widget’s energy by a single quantum to produce a purely quantum-mechanical state of motion. 

    They even managed to put the gadget in both states at once, so that it literally vibrated a little and a lot at the same time — a bizarre phenomenon allowed by the weird rules of quantum mechanics.

    “When you observe something in one state, one theory is it split the universe into two parts,” Cleland told FoxNews.com at the time, trying to explain how there can be multiple universes and we can see only one of them. 

    Crazy? Maybe. Insanely great science? Absolutely. 

    Science magazine has just recognized this first quantum machine as the 2010 Breakthrough of the Year. The magazine’s editors have also compiled nine other important scientific accomplishments from this past year into a top ten list, appearing in a special feature in the journal’s current issue

    “On a conceptual level that’s cool because it extends quantum mechanics into a whole new realm,” said Adrian Cho, a news writer for Science. “On a practical level, it opens up a variety of possibilities ranging from new experiments that meld quantum control over light, electrical currents and motion to, perhaps someday, tests of the bounds of quantum mechanics and our sense of reality.”