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O DNA-LIXO PRODUZ AS MASSAS HUMANAS DAS QUAIS O LULA É COMO UM GENE ATIVADO QUE SE EXPRESSA

terça-feira, abril 26th, 2011

O DNA é o Código da Vida, na forma de uma fita magnética retorcida, mas 95% dêle parece não codificar nada, pois é uma mera repetição infindável do mesmo símbolo, por exemplo, “aaaaaaaaaggggggggg…”. Na linguagem científica deu-se o nome a estas vastas regiões repetitivas de “DNA-Lixo”, vindo do Inglês “Dust-DNA”,  porque não se tem detectado ali nenhuma função ou atividade importante. Isto tem confundido o pensamento de cientistas e filósofos naturalistas como eu. Para que e porque a Natureza – que sempre tem descartado o que é inútil – tem mantido estas longas massas de símbolos por 3 bilhões de anos?! Por incrível que pareça, a resposta é a mesma para a pergunta: “Porque os ricos necessitam dos pobres? Seria possível existirem apenas a elite, num mundo sem as grandes massas? A Natureza diz que não e quem sussurra esta mensagem é a Matriz/DNA ! Mas… e aqui vou abrir um parentêsis nêste artigo para no paragrafo a seguir explicar a minha cosmovisão baseada na Teoria da Matriz/DNA.

A Natureza tem determinado nêstes 13,7 bilhões de anos que matéria seja organizada em sistemas, que haja sistemas, como átomos, galáxias, corpos humanos, sistemas sociais humanos, etc. E tôdo sistema é formado por energia e massa, dois estados da matéria. Portanto, a Natureza determinou antes das origens dos seres humanos, que existiriam ricos e pobres, uma representação biológica da dualidade  “energia-massa”. Mas eu não aceito isso. E conto com a emergente propriedade mental que possuo para me revoltar e eliminar da Humanidade essa ditadura “dessa” Natureza. Seja ela produto de um Deus ou do Diabo. Até agora existem as massas humanas, eu fui estupidamente produzido em meio a essa massa, mas até o ultimo suspiro estarei lutando contra êste modêlo de sistema. O que é Natureza? É uma fórmula/software existente e atuando na matéria, a qual apresentei aqui sob o nome de Matriz/DNA. A Matriz é como os vírus ou bactérias no sentido que tanto podem ser bons ou serem maus para nós, depende de algumas coisas. E a matriz/DNA tem demonstrado que está sob evolução. E aqui está a Razão do porque acho que me é racional lutar contra ela e contra o tipo de vida indesejável que ela meu: vamos fazê-la evoluir para um tipo de sistema onde tôda auto-consciência existente e encarnada constitua um sistema onde todos são iguais e tenham os mesmos iniciais direitos e deveres. Não abro mão disso! 

Agora voltemos ao objetivo dêste artigo.

 Mas durante os seis anos que estive isolado na selva amazônica observando e identificando os circuítos dos sistemas naturais que se conectam numa intrincada rêde compondo a biosfera total que mais tarde se projetou na forma dêste intrincado cérebro que temos hoje, também notei que cêrca de 95% da matéria que a compõe é mera massa de informações repetitivas, ou seja, poderia ser considerado como lixo e não-funcional. A partir desta observação, o salto inevitável à conclusão de que o lixo natural da biosfera é uma projeção ao futuro do lixo no DNA foi um raciocínio lógico. Mas se agora nós temos o “lixo” ampliado no espaço e no tempo de maneira que podemos observa-lo a ôlho nu, de sentí-lo a ponto de nêle nos introduzir-mos e verificar seu estado material, então podemos aplicar os calculos da evolução regressiva e da contração do espaço-tempo nêste período de 3 bilhões de anos e projetar no invisivel estado material do DNA as propriedades identificadas para finalmente entender o que é êsse “DNA-Lixo”. Porque e para que a Natureza o mantém. De onde êle veio.

A evolução se propaga como ondas concêntricas a partir de um núcleo central que foi o Big Bang. Assim como o que vemos quando atiramos uma pedra num lago de águas paradas, cada nova camada de onda nasce dos ultimos limites de capacidades da onda anterior, para abranger maior tempo e espaço e assim captar os ciscos, as sujeiras, as partículas-informação que existem nas águas à frente, e dessa captação e incorporação faz da ultima onda sempre a mais complexa que tôdas as anteriores. Mas a ultima onda não surge do nada e sim é a herdeira de fôrças e propriedades transmitidas pelas ondas anteriores, e estas características formam o esqueleto estrutural, a forma circular, as velocidades, etc, das regiões iniciais que receberão a cobertura das novas informações, das novas partículas. Então cada nova onda é formada por tôdas as informações de tôdas as ondas anteriores, senão seria impossível ela se formar e existir na água. Êsse fenômeno que acontece às nossas vistas aqui e agora nas águas do lago não é mero acaso: trata-se de uma projeção fractal no futuro de uma fórmula-matriz operacional que surgiu nas origens do Universo, de onde deduzimos que o que aqui vemos como água, naquêles tempos deve ter sido uma espécie de éter plásmico, ou porque não, a matéria escura que hoje descobrimos preencher 95 % do Universo.

Assim também é a Evolução, é a Vida, é o Cosmos. E é o DNA. Mas não apenas tudo isso pois a evolução não parou no DNA, ela continua e hoje produz como ultima camada da ultima onda estas coisas tão complexas como a mente humana, e os corpos-sistemas dos seres biológicos. No meio dessa História Natural, uma das formas de ondas produzidas foi o sistema social humano, do qual, estudiosos vêm compôsto de 95%, massas humanas, e 5%, elites, sendo estas classificadas de acôrdo com a qualidade dos valôres do estudioso, que se dividem em definir esta elite no aspecto de poder material ou no aspecto de capacidade intelectual.

Nas águas do lago observamos que à medida que os círculos se ampliam o nucleo circular central tambem se amplia e vai incorporando ondas vizinhas que vão desaparecendo. As primeiras ondas que são como as ancestrais das ultimas ondas podem desaparecer mas as informações que patentearam a existência delas continuam a existir e ter sua utilidade na ultima forma mais evoluída. Será mesmo nobre e honesto de nossa parte deprecia-las com a definição de “lixo”? Agora, passando a observar a forma mais evoluída dêste padrão matricial que vemos nas águas, que é o DNA, não temos mais alicerces sólidos e maior sabedoria para abordar e entender as vastas regiões repetitivas do DNA?

O primeiro sistema biológico real, funcional, completo, que surgiu na Terra, e que denominam de “ser vivo” foi um sistema celular, o qual já continha um pequeno DNA, e se minhas informações estiverem atualizadas, êle já era composto de cêrca de trezentos genes. Ora, genes são pacotes de informações constituídos de outras informações que são os nucleotídeos que por sua vez são constituídos de informações que são átomos, os quais são vastos pacotes de informações ainda mais simples que são as partículas… Enfim, naquêles trezentos pacotes de genes podem existir trilhões de informações. Mas a grande pergunta que ninguem que utiliza outros métodos de investigação nunca respondeu é: são informações sôbre o que?! A Matriz/DNA sorri e exclama: “Ora, olhe para as ondas nas águas do lago…”

Nas vastas regiões silenciosas e dormentes do DNA jazem as almas dos nossos ancestrais, desde os vórtices quânticos primordiais, aos átomos e às galáxias.

O registro eterno de que um dia existiram materialmente continuam sendo carregados por nós e parece que se destinam ao infinito. A ultima forma da Evolução Universal, que é a auto-consciência humana – ao menos nesta região do Universo – nasceu ainda ontem a 200.000 anos, como sugerem os ultimos modêlos cientificos arrolados no estudo da origem e evolução da consciência, ela ainda é um feto embrionário que está se formando como corpo na mesma configuração sistêmica de todos os sistemas ancestrais que a antecederam, e parece-nos que sua substância deve ser algo plásmica ou holografica. A consciência humana é a ultima onda na água do lago universal aqui e agora. Mas as ondas anteriores imediatas que foram a biosfera terrestre, o corpo humano, e o cérebro humano, notadamente constituídos de matéria a nós perceptível e visível, foram a manifestação sólida de um fractal universal que contem em si as várias existências anteriores dêste mesmo fractal, as quais hoje estão em nossos corpos, mas são invisíveis. Por isso estamos descobrindo no laboratório que a mente humana pode interagir e influir nos elementos de realidades e dimensões tão distantes como as partículas fantasmagóricas elementares: mente humana e almas dos ancestrais são a mesma coisa, a mesma essência, o invisivel se identifica com o invisivel. A própria consciência, por conclusão lógica, será uma espécie de alma embutida nas formas transcendentais que ainda podem surgir no futuro. O registro de sua existência está assegurado ao infinito para o qual é transportado dentro da Matriz/DNA. Quando isso acontecer, vamos apreciar que  nossas futuras gerações se refiram a nós como “lixo”?

Sempre que vai iniciar uma nova onda no lago, fôrças e propriedades das ondas ancestrais são convocadas a participar como o alicerce, a plataforma sólida, o corpo da mãe onde se assentará o novo embrião. Mas ás vêzes ocorrem mudanças bruscas nunca experimentadas pelas ondas anteriores nas águas à frente, seja pela presença de uma cupula flutuante de fungos, ou mesmo detritos de vegetais de um tronco que se decompôs. Portanto a nova onda surge num ambiente adverso, tal como ocorreu com as mudanças climáticas a milhões de anos atrás, que extinguiu abruptamente espécies como os dinossauros, mas que foi a oportunidade para a explosão de novas formas de vida no Cambriano. Nêstes eventos certas fôrças e propriedades dos ancestrais, que foram extremamente ativos na sua época, são convocados novamente a repetir o nível de atividade. Em nossa linguagem matricial diremos que informações ou genes no meio daquelas longas regiões repetitivas são convocadas a se expressarem. É possível que num novo ambiente, o representante material e codificado na Matriz que a 10 bilhões de anos atrás atuou em alguma substância quando se formava a primordial nebulosa de átomos, tenha que retornar a fazer sua mesma função.

Saindo do DNA e projetando-nos agora, bilhões de anos à frente, vamos nos deparar com o sistema natural denominado “sistema social humano”. O qual é meramente um fractal ampliado no tempo e espaço da sua forma fractal quando era DNA, porem agora muito mais complexo, ou seja, constituido de muitas maiores quantidades derivadas do fractal inicial universal, ao qual a Matriz/DNA sugere o nome de “bits-informação”. Ou seja, os “genes” primordiais recebidos daquilo ou daquêle ente, desconhecido ainda, que gerou êste Universo. E assim podemos projetar o que agora descobrimos do DSS, sigla de “DNA-Suporte-Sagrado” (pois êste será o nome que aqui no ambiente da Matriz/DNA vamos identificar e exprimir nosso respeito àquelas vastas regiões repetitivas do DNA), para melhor entender a sociedade humana.

De fato, temos que concordar com os estudiosos que dividem essa sociedade em 5% de humanos mais ativos individualmente e 95% de humanos menos ativos que se exprimem como fôrça ativa apenas no seu aspecto coletivo. Não concordaremos com a classificação entre “elite” e “massa”, pois isto supervaloriza indevidamente um dos segmentos e deprecia indevidamente o outro. Estamos descobrindo hoje muitos dos segrêdos do DSS, os quais surgem da fortuíta comparação com as ondas no lago, e como sempre voltaremos a refletir sôbre êste fenômeno, com certeza êste artigo será sempre refeito e enriquecido com novas descobertas. Uma delas é a curiosa esplicação do porque o mundo estava programado para resultar que os membros das elites consigam se informarem mais sôbre as novidades e as coisas mais complexas do que é possível aos membros da massa. Vemos que hoje os humanos mais abastados dispõe de mais potentes instrumentos de captação de informação, como a Internet, a frequência nas universidades, as viagens internacionais, etc., e de mais tempo para usarem êstes recursos, do que é possível aos elementos da massa, mesmo que êstes o desejassem ávidamente. Porque o mundo se programa de maneira que as informações novas, não existentes ou não comuns nos ambientes das gerações anteriores, se disponibilizem ao acesso dos membros das elites, mais que aos da massa? Ora, olhe para as ondas do lago: as fôrças e propriedades da onda anterior se projetam para formar a nova e ultima onda, mas avançam até a meio caminho da nova camada circular e aí a nova onda se depara com os ciscos, os detritos, como tambem com as seivas, os néctares, de recifes de corais, camadas flutuantes de fungos, troncos de sequóias apodrecidos, que jazem nas águas mais distante do lugar onde impactou a pedra e têve as origens das gerações. Portanto os ultimes níveis chegando aos limites e à  fronteira da ultima onda irão incorporar estas novas informações, as quais podem ou não vazar e em menor quantidade para os niveis iniciais da mesma onda. Assim, informações em poder das elites podem ou não vazarem e chegarem ao conhecimento das massas. Interessante… não é?

Outro detalhe importante que aprendemos aqui é que as elites de hoje serão as massas amanhã. Assim como as massas de hoje foram elites em ondas anteriores. Cito como exemplo a minha própria experiência de vida, a história de minha carga e herança genética. Pesquisando a genealogia do meu sobrenome cheguei aos palacios de Roma onde ancestrais faziam parte da elite do Império do mundo. Mas naturalmente essa carga genética como tudo o mais foi atacada pela entropia degenerativa, os filhos abastados se entregando a orgias sem a disciplina dos pais e erodindo os patrimonios, perdendo os poderes do Império até que os ultimos remanecesntes, meus pais, foram acabar num país de terceiro mundo sem nada mais que a roupa do corpo. Mas a queda continuou de maneira que faleceram logo após gerarem a nova geração, quando eu tinha 3 anos de idade. Eu fui o ultimo patamar no fundo do poço, o qual foi a mais profunda e selvagem área das selvas amazônicas, aquêle ponto Zen onde o fluxo começa a reverter para cima. Surgí portanto nos mais inferiores extratos das massas, uma massa que foi elite outrora, mas a minha insaciavel dedicação ao estudo e busca de informações num ambiente tão inóspito, sem acesso aos instrumentos disponiveis à civilização, sem o tempo livre devido as lides para a sobrevivência , não a explico como sendo uma virtude a qual eu devia me vangloriar, mas sim se explica pelos comuns processos da evolução natural, a qual é como um barco a motor navegando contra a correnteza e que no seu caminho vai recolhendo os naufragos como eu.        

Mas uma das particularidades notáveis é que dessa “massa” de humanos muitas vêzes emerge alguns que se expressam a ponto de liderar os destinos de todo o conjunto. Podemos citar uma infinidade de exemplos, como Karl Marx e até mesmo Jesus Cristo, no seu aspecto humano. No Brasil tivemos o notável exemplo de Luís Ignácio da Silva, o Lula, que nascido nas mais inferiores camadas da onda de suporte da nova sociedade brasileira, emergiu se projetando e ultrapassando os limites da onda ancestral para se posicionar nas ultimas fronteiras da onda mais moderna. O mundo contem segrêdos qua ainda nossa mais elevada sabedoria desconhece e por isso ainda não podemos atinar como e porque a alma do “gene” Lula foi convocada a despertar e reassumir suas funções na grande senda da evolução universal. Mas são eventos como êsse as oportunidades para captarmos os sinais iluminadores do nosso caminho evolutivo, por isso devemos prestar atenção a êles, refletir sôbre êles, recompor teóricamente o quadro que produziu o evento, como estava o estado do mundo e da sociedade brasileira naquêle momento, pois é nossa meta mudar a situação de nossos ancestrais que eram mais levados pela vida que condutores dela, para com sabedoria assumir-mos nossa cota de responsabilidade nos destinos da evolução, com a recompensa de que assim nós seremos os condutores e livres programadores do nosso destino. Um destino que já pode ser previsto se novamente olharmos as águas do lago. Quando as ultimas ondas atingem o fim das águas e se deparam com uma nova realidade que é as margens do continente, elas se projetam nestas novas terras na forma de espuma plásmica, onde se misturam todos os niveis das ondas, massas e elites numa só essência, e como os anfíbios primordiais que vieram dos oceanos, começam a arrastarem-se para formarem um novo e espetacular reino da Vida. Sagrado seja êsse nosso destino e sagrado seja o DNA-Suporte.

Os Acionistas como Inimigos da Humanidade e as Fábricas Sem Fins Lucrativos

terça-feira, abril 26th, 2011

A nossa “Grande Causa da Humanidade” é construir o lar perfeito na Terra mas manter a mente livre. Em vista disso estamos criando a Lista dos Inimigos da Humanidade, a qual será dividida em externos e internos, sendo êstes os próprios seres humanos que de alguma forma prejudicam o bem-estar e a evolução material e intelectual de qualquer outro ser humano. Claro que a lista deve ser encabeçada pelos maiores criminosos diretos mas como estamos iniciando um protótipo, vamos arrolando quem aparece no momento. Por exemplo apareceu-me agora um novo tipo de inimigo interno que eu não tinha bem definido: os acionistas. E por tabela seus instrumentos de ação: as companhias de capital aberto. Apareceu num artigo cujo trecho deixo anexado abaixo, mas antes de expô-lo quero explicar que andei pensando brevemente nesta questão:

“Se a cosmovisão da Matriz/DNA está sugerindo que a transcendência de qualquer espécie depende de que seja acionado por ela mesma o Principio da Solidariedade – no qual todos os membros da espécie estão perfeitamente e voluntáriamente integrados – e se as empresas de sociedades anônimas pareciam ser um grande avanço nessa direção, mas agora estamos vendo que não é, qual a alternativa mais próxima para substituir êste tipo de emprêsas? Já havia pensado no tipo de emprêsa em que os donos, ou seja, quem obtem cotas do lucro, seriam apenas aquêles que nela trabalham de fato, de igual para igual. Mas ninguém garante que os defeitos de caráter dos acionistas mencionados no artigo abaixo não se apresentariam tambem como defeitos de caráter dos empregados-donos. 

Então agora à queima-roupa me surge a idéia que iria produzir risos e ira em muita gente: “Tôda emprêsa que atua no mercado, desde fábricas a bancos, devem ser “non-profits organizations”, ou seja, sem fins lucrativos. Como seria isso, não me pergunte, por enquanto não faço a minima idéia. Vamos começar a pensar nisso agora. Mas talvez êsse tipo é o unico que está previsto na Matriz/DNA para efetivar-se a solidariedade final que levará à transcendência da espécie, e, se fôr, quer queira, quer não, ninguém conseguirá evitar que as “non-profit” sejam a realidade do futuro. 

O trecho copiado abaixo está no artigo:

The next financial crisis could be right around the corner 

Journal: The Globe and Mail

http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/economy/the-next-financial-crisis-could-be-right-around-the-corner/article1995104/page2/

By: 

Roger Martin

Special to Globe and Mail Update
Published Monday, Apr. 25, 2011 10:00AM EDT

” The true cause of the mayhem in our capital markets is our slavish devotion to the theory of shareholder value maximization. Over the past 40 years, we have come to utterly embrace the notion that the singular objective of a company is to maximize the return it earns for its shareholders. It is not to make customers happy. It is not to serve as an employer of choice, nor is it to contribute to society. And it is not, importantly, to earn a fair return for shareholders, given all the other stakeholders. No – the sole purpose of the organization, according to shareholder value theory, is to maximize shareholder value by increasing its own stock price more or less forever.

This theory has, unsurprisingly, caused executives to turn their attention from the real market – where products are made, services provided, employees hired and customers served – to the expectations market – where stocks are traded and dividends paid. Executives have turned their attention from winning with customers over the long term to focusing on investors in the short term. It’s incredibly damaging to real market performance and the executives themselves. The executives have to convince themselves that there is meaning in talking up their stock price to analysts, making deals with hedge funds and sweet-talking the financial press. There just isn’t. It’s all demotivating and unproductive.”