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Dormir: Novas Descobertas Científicas Reforçam a Tese que as Galáxias Tambem Dormem!

quinta-feira, dezembro 1st, 2011

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Porque a Natureza inventou êsse fenômeno denominado “sono”, pelo qual um corpo/sistema material que geralmente se move agitado, tem que ficar imóvel por 8 horas a cada 24 horas?! Uma pesquisa cientifica que transcrevemos abaixo trás interessantes novidades sôbre êste fenômeno.

Um fenômeno que nos custa um terço de nossas vidas merece nossa atenção e pesquisas à exaustão, certo?

Você já pensou nessa questão com profundidade? Você encontrou alguma hipótese/explicação? Qual?!

A explicação que encontramos vai surpreendê-lo (a), parece coisa de outro mundo.

Muitas pessoas responderiam: “Ah… o cérebro se cansa de atender o complexo sensorial e o desliga, ou se separa dos cinco sentidos, e depois os liga novamente…”

Sinto muito, mas esta explicação, como tôdas que tenho ouvido, caem por terra imediatamente quando nos fazemos a seguinte pergunta: “E qual foi a vantagem para o primeiro ser vivo que descobriu que seu cérebro podia “escapar temporáriamente” do estado de vigília permanente, que podia “dormir”, e que insistiu em repetir a primeira experência, inventando um novo comportamento que o tornou mais adaptado e melhor sobrevivente que os outros, de maneira que a seleção natural o selecionou?” Sinto muito, só vejo desvantagens. Quem dorme na selva ou no oceano tem menas chance de sobreviver e gerar prole mais numerosa do que quem não dorme.

O fenômeno “dormir” surgiu contra tôda a lógica da evolução Darwinista. Portanto êle não foi criado e desenvolvido pelos seres vivos, assim como tambem não o foi o fenômeno de “engravidar”, como explicamos em outro capitulo. O fenômeno de dormir foi impôsto aos seres vivos, assim como o fenômeno “engravidar”, porque eles já existem no céu, no meio das estrêlas, e são males temporários mas necessários e indispensáveis para os ciclos da macro-evolução universal. Não são fenômenos criados por mágica por alguma entidade sobrenatural e nem resultantes de acidentes do acaso absoluto: êles existem como fôrças brutas da matéria, tal como a que move os ventos e as marés. Vamos explicar isto.

A pausa noturna na correria da vida é a nós inevitável, é uma ordem da Natureza: não tem como contorná-la, pode-se adia-la por um curto período, mas então o atrasado será cobrado. Porque a Natureza impõe êsse tipo de coisa, esta forma de lei natural?

Como foi a origem e a evolução dêsse fenômeno? Em que momento êle emergiu da matéria? Antes haviam os sistemas dito inanimados, como átomos e galaxias. Êles dormiam? Depois surgiram os virus e bactérias… êles dormem? Então vieram as plantas. As plantas dormem? Vieram insetos, carangueijos, peixes… estes seres dormem? Depois os répteis, as aves. Aves sei que dormem, mas lagartos, lagartixas… dormem?

Vieram os mamiferos…ah…sim… aqui o fenômeno do sono se revela existente em tôdo seu esplendor. Então, foram nas aves e/ou nos mamíferos que a Natureza “criou” pela primeira vêz a lei natural que obriga um corpo a dormir? Como e porque a Natureza fêz isso?!

Um amigo meu, ermitão da selva, que mais parece um extra-terrestre, me disse que os extraterrestres com quem ele se comunica uma vez lhe disseram: “Porque não ensinamos a Humanidade a resolver seus problemas? Porque, por exemplo, se ensinásse-mos-lhes a controlar o clima, a Natureza, alguns de seus mais ambiciosos exemplares parariam o Sol ao meio-dia para terem mais tempo de obter dinheiro…”

Dormir é uma vantagem ou desvantagem para o ser humano? E as oito horas diárias, está certo? Não deveriam serem aumentadas ou diminuidas?

Bem vindo ao mundo dos filósofos naturalistas. Você deve estar se perguntando se as questões acima têm nexo ou se levam a alguma coisa, ou ainda surpreendido pelo fato de alguem se fazer tais perguntas. Mas êste é o mundo dos filósofos naturalistas: como você acha que se começa uma operação mental que depois de 20 ou 30 anos acaba produzindo uma teoria ou cosmovisão como a da Matrix/DNA? Como Darwin chegou a um novo e estranho mundo contra tudo o que se acreditava na época, com a teoria da evolução? Enquanto a Ciência prática reducionista, quando se depara com cada nôvo fenômeno se faz as perguntas “Porque a Natureza faz isso? Como o faz? Para que o faz? Quais os efeitos?”, atendo-se ao tempo presente, o filósófo naturalista que busca explicações existenciais, perante o mesmo fenômeno se volta para o passado perguntando-se ” Porque a Natureza fêz isto? Como fêz? Para que o fêz?”.

Cada novo fenômeno captado pelos nossos sentidos é imediatamente cercado por um bombardeio de perguntas. E enquanto não for-mos encontrando suas causas por trás destas causas até chegar ao limite ultimo do Universo, ao Big Bang, e não detectar-mos ali nas origens de tudo uma fôrça bruta, um mecanismo ou processo simples que deflagrou aquela linhagem evolucionária a qual culminou no fenômeno que captamos aqui e agora (nêste caso, o fenômeno “sono”), não paramos de estudar a questão e ela fica registrada entre as milhões que já temos, para lhe ser acrescentada tôda e qualquer novidade relacionada a ela.

O fenômeno “sono”, ou “sonho”, ou “dormir”, ainda é um mistério para nós porque não o vemos “claramente” na fórmula da Matrix/DNA, mas já temos uma hipótese muito forte que pode ser a solução do mistério. Para quem não conhece nosso método, explico resumidamente que a fórmula da Matrix/DNA é uma espécie de fôrma de todos os sistemas naturais conhecidos, desde átomos a corpos humanos. Devido ser uma fórmula que surgiu em extrema simplicidade nas origens do Universo (simples vórtices imateriais, talvez de consistência quântica, “talvez”…) e que vem evoluindo em sintonia com a evolução universal, fica dificil compreender as propriedades dos sistemas biológicos (seres vivos) quando comparados com a fórmula no seu estado inicial. Mas existiu um momento na História da Evolução Universal que a matéria realizou a sua suprema tendência, que é o equilibrio vibratório termodinamico, e naquêle momento a fórmula da Matrix alcançou sua extrema perfeição como sistema fechado em si mesmo. Foi quando a evolução tinha como seu produto-ápice o sistema natural que denominamos “building block de galáxias”. Então temos usado esta forma da fórmula como padrão para comparações com tudo o que observamos nos corpos ou sistemas vivos, pois nela já estavam sendo expressados e bem visiveis todos os principios rudimentares e ancestrais das propriedades biológicas. Sendo assim, de alguma maneira o fenômeno “dormir” tem que aparecer na fórmula, no seu aspecto rudimentar de 3,5 bilhões de anos atrás. De alguma maneira, o primeiro sistema galáctico “dormia”, ou ainda, os sistemas astronomicos “dormem”. Parece loucura, mas loucura seria acreditar nos contrários, ou seja, que alguma entidade não-natural criou o fenômeno “dormir” ( para cuja hipótese não existe evidência alguma nem mesmo como resultado de um calculo da lógica formal), ou que a matéria burra deste planetinha perdido na imensidão cósmica “criou”ou “inventou” do nada êste fenômeno, por acaso absoluto. Filósofos naturalistas não são loucos, são intelectualmente mais exigentes.

Então onde e como o nosso ancestral “não-vivo”, do qual os vivos evoluiram, a galáxia que criou a vida dentro dela – oculta ou pratica o ato de “dormir”? Vejamos o seu “DNA”, pois ali este fenômeno deve estar registrado, como o nosso DNA tem em seu código uma instrução que faz nosso cérebro dormir. Vejamos a sua fórmula-Matrix:

Matrix/DNA: Software na Forma de Sistema fechado

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E agora vejamos no desenho rustico feito na selva, o hardware que corresponde a esta forma de software (clique na imagem para vê-la melhor) :

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Matrix/DNA na forma de Hardwares: Galáxia, Célula, Nucleotideo, Circuito Elétrico

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Pois bem. Onde e como uma “estrêla” dorme”?! Se há 10 bilhões de anos atrás, as galaxias primordiais se resumiam às formas de um unico astro, era, por assim dizer, uma unica estrêla em dado momento, como a galáxia “dormia”?

Ela dorme durante o espaço de tempo entre o seu “morrer” e o seu “renascer”. Isto está evidente na fórmula! Então estamos descobrindo agora que o mecanismo já existia a nível cósmico, que a Natureza não inventou nada a partir do nada, mágicamente, quando aplicou sôbre os animais a lei que os obriga a “dormir”.

O filósofo fuça o mundo inteiro mas acha! A causa da causa da causa da causa…até chegar no Big Bang.

Se você não viu a solução na fórmula por não ter como eu, 30 anos de treino estudando-a, vou explicar:

Primeiro lembre-se que o modêlo de uma galaxia tal como a vemos hoje não é o modêlo no desenho. O desenho descreve o processo da formação da(s) primeira(s) galáxias, quando a Natureza aplicou o processo do ciclo vital ao unico astro que ela tinha no Universo, um aglomerado condensado de atomos leves que se formou na primordial nebulosa de átomos. Assim ela pôde fazer o astro transformar-se normalmente pelo ciclo e apresentar sete formas diferenciadas entre si, que são as sete formas principais que conhecemos hoje: planeta, estrêla, quasar, pulsar, buraco negro, cometa, lua, etc. Mas estando sob o processo de um ciclo vital, êste astro chega a uma hora em que se desfaz, ou “morre”. Vemos no software êste estágio representado pela Função Sistêmica n.7. Vamos agora ao desenho azul, observemos o circuito astronomico, como uma velha estrêla se decompõe em seus fragmentos, os quais vão constituir uma nebulosa de poeira estelar. Esta nebulosa está dentro de um sistema universal rotativo, o qual a faz rodopiar sôbre si mesma até gerar um ralo, um vórtice no seu centro. A massa fragmentada vai adentrando aos poucos êsse vórtice, se misturando com a energia que vem ao nucleo a bordo de outro intruso que são os cometas, e isto vai gerando esferas incandescentes que são emitidas para fora do vórtice. Esta esfera vai se despertar, acordar, como uma nova estrêla.

Então existe um periodo no ciclo vital do sistema em que ele de fato não existe como nenhuma de suas formas funcionais. As formas funcionais do astro que estão representadas no software se tornaram mais tarde, nos sistemas biológicos, tambem uma imitação na forma do cérebro e seus sentidos. Então, na galáxia, existe um momento que os sentidos desaparecem, são desligados, mas a função que representa o cérebro, que é a função 1, que é o vórtice no meio da poeira estelar, continua existindo. E o que acontece quando dormimos? Sentidos dormentes e cérebro ativo! A Fórmula da Matrix/DNA impõe que êle continue ativo, mas isolado do mundo externo material, o que é um paradoxo, uma ordem contraditória. Como o nosso cérebro resolve êste dilema? Ora, criando seu próprio mundo imaginário e sendo ativo nêste seu mundo, um novo fenômeno que os humanos acharam por bem dar o bonito nome de “sonhos”!

– “I have a dream!…” – disse o grande Martin Luther King
-“Eu tenho um sonho!”

Bem… Isto está errado. Sonho é algo que ocorre apenas no mundo da imaginação, aquilo nunca se tornará real. Por êle não conhecer direito o que é sonho, mas devido a palavra ser bonita e fazer efeito num discurso politico, êle a usou no lugar de outra palavra mais correta, talvez… ideal, utopia,…

Então no céu nossos sistemas ancestrais não se multiplicavam e ainda não se multiplicam como nós o fazemos, reproduzindo-se. Mas êles tambem se perpetuam, reciclando-se. O processo da reprodução sexual que apareceu mais tarde bem expressado nos sistemas biológicos já existia em potencial e até de certa forma ativo no ancestral astronomico, como já explicamos em outra parte (veja aqui o capitulo “Origens dos Cromossomas Sexuais”), mas ele veio evoluindo aos poucos e, antes, numa sua forma mais rudimentar, a Matrix/DNA em seu aspecto de software tinha que “matar” um corpo-hardware exaurido para reproduzi-lo como novo. Entre a morte de um sistema astronomico e o seu renascimento vai um longo período em que o sistema ainda existe de fato, porem não existe funcionalmente, ele se encontra latente e oculto, inerte na forma de massa de poeira estelar. O astro está em seu periodo de “sono”.

Veja como essa hipótese se reforça com algumas descobertas publicadas nêste artigo:

It’s true. It will all seem better in the morning.

EarthSky
A Clear Voice for Science

http://earthsky.org/health/its-true-it-will-all-seem-better-in-the-morning

By EarthSky Nov 23, 2011

Resumo: Pesquisadores da “UC Berkeley” descobriram que quimicos do stress são desativados e o cérebro processa as experiencias emocionais durante a fase de sonho REM ao dormir. ( Bottom line: UC Berkeley researchers have found that stress chemicals shut down and the brain processes emotional experiences during the REM dream phase of sleep.)

Obs: REM é a sigla para “Rapid Eye Movement”, que ocorre durasnte o sono e toma tipicamente 20% das horas de sono de uma pessoa saudável.

Primeira análise do artigo pela Matrix/DNA:

1) Diz o artigo: ” …our stress chemistry shuts down…”

A quimica do stress é paralizada. O que significa “stress”, na cosmovisão da Matrix/DNA? É o ritmo do fluir do fluxo informacional no circuito sistêmico. A “identidade” do sistema produz a velocidade do fluxo através de suas fôrças. Estas fôrças do software são materializadas no nosso corpo na forma de agentes quimicos. Então, na nossa maneira de pensar, os elementos quimicos do stress é o que move o fluxo dentro do circuito sistêmico, num sistema biológico. Inibir todos estes elementos significa desligar o circuito. E isto apenas acontece quando o circuito na fórmula perfeita da Matrix/DNA, de um sistema fechado chega na Função 7. Mas apesar do circuito terminar, o corpo continua existindo, na forma de seus fragmentos cadavéricos. Tudo isso foi imitado nos seres humanos: o dormir se dá numa posição em que o estado do corpo inerte imita o estado do defunto, etc..

2)… the brain processes emotional experiences and takes the painful edge off difficult memories…

O cérebro processa as esperiências emotivas e retira da memória as margens dificeis onde ocorrem as dores e desconfortos. Pela fórmula, isso não apenas é possível fazer como “tem” que ser feito. As cargas genéticas dos seres vivos inscritas no DNA e na biosfera ou meio envolvente, transmitidas por LUCA, conduzem os seres vivos a reconstruírem o sistema fechado perfeito. ora, n6este não existem dores porque não existem relações com nada externo então o sistema permanece sempre inalterado, em prazeiroso equilibrio termodinãmico. As dores e alterações ocorrem aos seres vivos porque se rebelam tornando-se sistemas abertos. Então a Matrix/DNA aproveita a fase do ciclo vital determinado pelo relógio biológico onde o circuito chega na extremidade “negativa’, quando o sistema está cansado, para acabar de derruba-lo e limpar o que pode de caracteristicas e atos de sistemas abertos, esperando que no dia seguinte, quando o ciclo vital é reativado pela energia solar, o ser vivo recomece corrigido com a vontade de ser sistema fechado, voltado para a ideologia do sistema fechado. isto seria dificil se o ser vivo não conseguisse esquecer as dores e más experiencias dos dias anteriores, o que significa que seria mais dificil deixar de se comportar como sistema aberto, pois é realimentado por eventos próprios dos sistemas abertos. Como disse acima, êste fenômeno ainda é um mistério, estamos tateando-o, mas temos que tatea-lo, por isso temos que ser até prolixos, registrando raciocinios como êste. Certo que a Matrix/DNA e Luca não estão “pessoalmente dirigindo isso”, o que está acontecendo é o livre fluir natural de causas e efeitos, estamos apenas empregando o inevitavel e irresistivel uso de metáforas. É bom saber que o sono tem assim uma função terapêutica que não tínhamos notado antes.

3) … when a … flashback is triggered by, say, a car backfiring, they relive the whole visceral experience once again because the emotion has not been properly stripped away from the memory during sleep.

Então, nêstes casos depressivos, o ser vivo resiste ou não tem receptores para captar as regras e mecanismos da fórmula matricial. O sistema aberto se impõe ao fechado mesmo à revelia das cargas genéticas? Isto sugere que algo entre os genes ocorre? O enfraquecimento de um sinal, a disrupção de alguma chave in/on nas operações do DNA? Mas se estamos tratando de problema psicológico talvez deviamos desviar-nos dos genes e ir-mos aos neuronios, cujo conjunto tambem reproduz as operações do DNA. Alguma sinapse é suprimida? Caso para pesquisar.

4) While humans spend one-third of their lives sleeping, there is no scientific consensus on the function of sleep. However, Walker and his research team have unlocked many of these mysteries linking sleep to learning, memory and mood regulation. The latest study shows the importance of the REM dream state. Els van der Helm, a doctoral student in psychology at UC Berkeley and lead author of the study, said: “During REM sleep, memories are being reactivated, put in perspective and connected and integrated, but in a state where stress neurochemicals are beneficially suppressed.”

Muito bom!

5) MRI scans showed a dramatic reduction in reactivity in the amygdala, a part of the brain that processes emotions, allowing the brain’s “rational” prefrontal cortex to regain control of the participants’ emotional reactions.

Ahnn…?! Ok. Então as amigdalas é quem normalmente processa as emoções num instintivo ou impulsivo estado, e o prefrontal cortex controla as emoções num racional estado. Não gostei disso. Parece indicar que LUCA dirige tambem a central da nossa racionalidade e não apenas se expressa através dos instintos. Bem… se isso é mal ainda é uma questão por resolver pois não sabemos qual o melhor caminho a escolher, se o da estupidez feliz como sistema fechado ou do inteligente masoquismo como sistema aberto… o certo para mim seria optar por um meio-termo, mas não me arrisco a passar êste conselho para ninguem.

6) We know that during REM sleep there is a sharp decrease in levels of norepinephrine, a brain chemical associated with stress. By reprocessing previous emotional experiences in this neuro-chemically safe environment of low norepinephrine during REM sleep.

Norepinephrine. Um elemento quimico do cérebro associado com stress. Uma fôrça empurrando o fluxo do circuito para a frente. precisamos estudar êste elemento á luz da fórmula.

7) … It turns out that the generic blood pressure drug had a side effect of suppressing norepinephrine in the brain…

Sim, a pressão sobre o fluxo sanguineo imita a velocidade ou ritmo do fluxo sistêmico na fórmula.

Fim do Artigo.

Vamos ver o Wikipédia (sono, sonho, dormir) para ver como anda o conhecimento humano a respeito dêste fenômeno? E temos que extender a pesquisa para amigdalas, norepin… what?…, pressão sanguinea, etc.

(Enquanto pesquiso isso, você pode ler o artigo, alguem poderia tentar traduzi-lo para nós, e vou tentar elaborar um comentário para por no EarthLink, pois nós temos uma hipótese/explicação, mas como aborda-la num lugar onde nào conhecem a Matrix/DNA? Quem lê-lo vai pensar que se trata de algum louco… mas os pesquisadores do tema precisam ter idéia de que a Teoria da Matrix/DNA existe… e é fascinante… isto pode inspira-los a mais algumas importantes pesquisas/descobertas. Muitos humanos sofrem com disfunções do sono, depressões, etc. Tôdas as idéias com intenção de sanar estes problemas devem serem bem-vindas.)

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Retorno aqui com mais material para esta pesquisa. Foi encontrado no artigo:

O que aconteceria se ficássemos sem dormir?

Colégio Oficina do Estudante de Campinas

http://www.colegiooficinadoestudante.com.br/atualidades.php?codigo=2090

– Ïtens a serem pesquisados:

8. Sexualmente inativos: Quando dormimos, o hormônio prolactina entra em ação, e a substância liberada por ele é essencial para a reprodução humana. Sem dormir, e consequentemente sem este hormônio, as mulheres teriam ciclo menstrual desregulado, e os homens sofreriam de impotência sexual, além de infertilidade.

Obs.: Pesquisar êste hormonio. Os hormonios são os ‘tentáculos” obreiros biológicos que representam as fôrças do software-Matrix/DNA. A produção de proclatina e sua função na reprodução está bem localizada na fórmula perfeita, pois nesta, o processo da reprodução começa a ocorrer justamente quando o astro está “dormindo”, entre F.7 e F.1.

3. Mundo de baixinhos: O hormônio do crescimento é liberado no corpo humano durante a infância e a adolescência e, principalmente, quando os pequenos estão dormindo. Como a quantidade de hormônio liberado durante o sono é muito significativa, se nunca chegássemos perto da cama, seríamos extremamente baixinhos.

Obs.: Sensacional para a nossa hipótese! Veja na formula, no desenho azul, que a poeira estelar circunda a esfera emitida e é a ela agregada (F.2). Isto é o mesmo que dizer: na sua infância, um novo sistema recebe a matéria que o faz crescer. Como essa matéria, quando dominante, faz o sistema “dormir”, o sistema-baby dorme mais que o normal.

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