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Endogenous retroviruses (ERVs): Forte Argumento para a Teoria da Reprodução Biológica de LUCA da Matrix/DNA Theory

terça-feira, setembro 25th, 2012

A observação do ecossistema da selva amazônica durante sete anos por êste autor o levou a uma intuição:  se aplicar o velho método da anatomia comparada entre os conhecidos sistemas vivos e não-vivos será possível conhecer cada um melhor porque pode-se projetar o que se conhece em um sôbre o que está escondido no outro e vice-versa. Como efeito inesperado, o  método o levou a projetar um modêlo do que seria um sistema-link entre vivos e não-vivos supondo-se que tenha havido uma unica linhagem de evolução linear desde o Big Bang até o ser humano.  A analise do modêlo teórico surpreendeu devido sua racionalidade,  lógica funcional, capacidade de predições corretas e a sugestão para se ampliar tudo o que se pensava conhecer até então. Uma das sugestões dos modêlos é que êste teórico link ( denomiando  LUCA: the Last Universal Common Ancestor de todos os sistemas biológicos),  emite informações para a superficie terrestre obedecendo o natural processo da transmissão genética e reprodução. Porem devido ser um sistema meio-mecânico/meio-biológico e muito primitivo, seu “genoma” não é  transmitido encerrado dentro de um envoltório como os cromossomas biológicos, mas sim seus bits-informação são espalhados no espaço sideral e chegam a um mesmo ponto em diferentes épocas do tempo. Isto faria com que um unico sustema se diversifique em milhões de sistemas derivados, todos mutados,  incompletos e mais complexos, quando comparados com LUCA. Por êste modêlo, vírus são pequenos pacotes de bits-informação relacionados com a Função Sistêmica numero 4, a qual consiste em reproduzir sistemas após penetrar sistemas que possuam a Função numero 1.  Em vista disso é perfeitamente possivel que muitos dos casos de “saltos evolutivos” notados por Stephen Jay Gould em sua teoria do “equilibrio pontuado”  sejam causados pelo que na teoria da  Modern Synthesis é denominado ERVs. E assim abrimos aqui mais um campo de pesquisa para a Matrix/DNA começando por uma rápida introdução através da Wikipedia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Endogenous_retrovirus

Endogenous retroviruses (ERVs) are sequences in the genome that are derived from ancient viral infections of germ cells in mammals and other vertebrates; as such their proviruses are passed on to the next generation and now remain in the genome.

ERVs Virus Incorporados ao Genoma

ERVs Virus Incorporados ao Genoma

Matrix/DNA E A Evolução Proibida

terça-feira, setembro 25th, 2012

A reação rude, às vêzes violenta e ofensiva de ateístas que militam dentro da comunidade cientifica, aos modêlos e teses da Matrix/DNA, a total ferrenha resistência em exercitar o raciocinio quando impactado pela primeira vista aos modêlos deve-se principalmente que esta teoria sugere ser a Vida e o Universo produzidos por prévios designs, não lhes importando o aviso logo a seguir que tais designs são naturais, não tendo sido detectados nenhima interferencia inteligente e/ou supernatural. Embora isto não nos preocupa porque, pois como está explicado nas primeiras fases da introdução ao website, isto é uma teoria filosófica naturalista ( portanto diferente da definição de teoria dentro da academia dos cientistas e mais relativa à definição da palavra “teoria” tal como foi elaborada pelos Gregos da Antigudade), esta teoria não tem a menor pretenção de ser cientifica em relação ao método cientifico da academia, e a visão de mundo sugerida por esta teoria – apesar de ser a mais naturalista e portanto racionalista na opinião do seu autor –  não é acreditada nem pelo seu autor, o qual é agnóstico cético a respeito do conhecimento real possivel ao limitado cérebro humano ainda, e que  se limita a colecionar evidencias a favor dos modêlos teóricos enquanto procura um unico fato real comprovado que os destruam para sempre.

Mas a Matrix/DNA não está sózinha nesta lista negra dos ditos ateístas, e como exemplo registro aqui um caso que tem tido certa repercussào pela importanica religiosa/filófica do seu assunto:

Forbidden Archeology: The Hidden History of the Human Race by Michael A. Cremo and Richard L. Thompson quickly became a best selling underground classic, with over 200,000 copies sold and translations in more than 13 languages. This massive work spawned waves of resistance and wonder amongst the scientific community, with over 900 pages of well-documented evidence suggesting that modern man did not evolve from ape man, but instead has co-existed with apes for millions of years!

Michael Cremo lectures to academic, popular, and scientific audiences around the world in a continuing challenge to Darwinian evolution.

http://www.forbiddenarcheology.com/

The knowledge filter and scientific suppression

One of the prominent themes introduced in Forbidden Archeology is the phenomena of “knowledge filtration.” This is the process by which scientists and others routinely accept evidence that supports their preconceptions and theories while rejecting, either consciously or unconsciously, other evidence that does not uphold their views. This process of suppression of evidence is illustrated by many of the anomalous paleoanthropological findings discussed in the book. This evidence now tends to be extremely obscure, and it also tends to be clouded by a series of negative reports, themselves obscure and dating from the time when the evidence was being actively rejected. Thus, evolutionary prejudices held by powerful groups of scientists act as a “knowledge filter” which has eliminated evidence challenging accepted views and left us with a radically altered understanding of human origins and antiquity.