Archive for maio 16th, 2013

Armadilhas no Darwinismo e Efeitos na Juventude

quinta-feira, maio 16th, 2013

http://www.jornaisdehoje.com.br/

Folha de Sao Paulo – QUINTA-FEIRA, 16 DE MAIO DE 2013 16H26

Blog – Darwin e Deus

Há grandeza nesta visão da vida”

Notas:

– já que estamos na temporada das frases inspiradoras

– Assim, da guerra da natureza, da carestia e da morte, o objeto mais elevado que podemos conceber, ou seja, os animais superiores, diretamente deriva. Há grandeza nessa visão da vida, com seus vários poderes, tendo sido originalmente bafejados em umas poucas formas ou em uma só; e que, enquanto este planeta se manteve a circular de acordo com a lei fixa da gravidade, de tão simples começo infinitas formas belíssimas e mirabilíssimas evoluíram e estão evoluindo.”

Comentario enviado ao artigo:

O autor sente-se inspirado por esta frase de Darwin a se regozijar que ha grandeza na sua visão da vida. Nada tenho contra que o autor expresse sua visão do mundo e seu estado de espirito, mesmo que pareca-me arrogância  pois o discurso é livre.  Porem, aqui esta claro que ele deseja influenciar outros (como diz: “para tentar dar ao gentil leitor alguma ideia”), e talvez ate mesmo “impor” sua visão de mundo, como fazem muitos professores darwinistas com os alunos quando diz “pra derrubar a versão simplificada dela que a gente aprende no colegial”, pois essa visão de mundo também tenta derrubar a visão que a maioria dos alunos trouxe da família  a criacionista religiosa.

Eu não vejo grandeza nesta visão  e também sou livre para discursar. Primeiro porque Darwin fixa a meia-face caótica da Natureza (da guerra da natureza) como ponto de partida das leis, dos vários poderes. Mas a natureza possui sua outra meia-face, a da ordem, basta ver como se comportam os astros no firmamento, a incrível e regulada mecânica newtoniana do sistema solar. Ele diz que ” os poderes foram bafejados em umas poucas formas…”. Mas ele se contradiz ao realçar “este planeta a circular com a lei fixa da gravidade”. Pois isto não casa com a guerra da natureza. Como o estado de ordem bafejou o estado de guerra, o caos?

Durante dois mil anos alguns homens limitados a um pequeno espaço físico tiveram a ideia de Deus para explicar as coisas. Então Darwin ampliou o espaço e pode ver uma nova dimensão dos fenômenos  surgindo com a ideia de evolução  Mas tanto Deus Bíblico como Evolução Darwinista são objetos conceituais, impalpáveis  invisíveis  Quem pode garantir que nos próximos dois mil anos, a ampliação do espaço humano para o Cosmos, não descobrira uma nova dimensão, e imaginara uma terceira ideia?

Eu também fiquei sete anos na selva observando sistemas naturais e tive uma ideia de algo invisível que explica-me tudo: a Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais. O DNA seria a mera formula biológica de algo muito mais amplo, uma formula universal que a natureza aplica para organizar matéria em sistemas naturais. E ela explica como e onde estavam as forças no estado de ordem astronômico que atuaram produzindo o estado caótico da biosfera. Mas essa visão estará sob teste nos próximos dois mil anos antes que eu acredite que o pequenino cérebro humano surgido ainda ontem neste planetinha perdido na imensidão cósmica seja capaz de mentalizar a imagem correta do verdadeiro criador, ainda invisível e impalpável  E muito menos tentarei influenciar mentes de jovens que ainda não tiveram tempo de pensar o mundo por si próprios  Mas estou disponível para o autor me convencer que ele faz o melhor com estes artigos.

 

Imagem de superfície de planta com crateras e polens igual imagem de pulsar com vulcões e cometas!

quinta-feira, maio 16th, 2013

Esta ev  uma imagem da superficie de uma planta com crateras e polens. Interessante ev que ev uma imagem muito semelhante a ideia sugerida pelos modelos da Matrix/DNA de como deve ser a superficie do pulsar com seus vulcoes emitindo cometas. Como a funcao do polen no sistema vegetal ev a mesma funcao do cometa no sistema astronomico, as coincidencias aumentam, para reforcar a sugestao da Matrix/DNA que as primeiras criacoes biologicas na Terra imitaram ou copiaram o ancestral celeste…! Tenho que pesquisar isso e essa imagem servira de inspiracao para o desenho do pulsar.

Obtido em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-37652013000100147&lng=pt&nrm=iso&tlng=en

Anais da Academia Brasileira de Ciências

Relationship between pollen morphology and chromosome numbers in Brazilian species ofLippia L. (Verbenaceae)

http://dx.doi.org/10.1590/S0001-37652013005000010

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Pollen Formation: Development Of A Pollen Grain Within The Pollen Sac Of An Anther – A cross section of the developing anther displays four chambers. These chambers are called pollen sacs (see upper left illustration). Each pollen sac is filled with cells containing large nuclei. As the anther grows, each of these cells goes through two meiotic divisions, forming a four-celled tetrad. These cells are called microspores. Each one of these microspores eventually becomes a pollen grain. First, each nucleus divides by mitosis to become two nuclei. One is the tube nucleus. The other is a generative nucleus. The wall of the cell thickens to protect the developing pollen grain. As the anther ripens, the wall between the paired pollen sacs disappear. The pollen sacs burst open and the mature pollen grains are ready for dispersal.

 

Ovule Formation: Development Of An Ovule Within The Ovary At The Base Of The Pistil – While pollen grains are forming in the anthers, there are also changes in the ovary. An ovule starts as a tiny knob on the ovary wall. Each knob contains one cell. The ovule grows away from the wall on the end of a short stalk through which it is nourished. It is completely enclosed except for a tiny pore called a micropyle. The single ovule cell now goes through two meiotic divisions, resulting in four megaspores. One of these survives. This megaspore get larger and turns into an oval embryo sac ( see upper right illustration). More cell division occurs and a polar nucleus is formed in a cell in the center of the embryo sac. This sac goes on developing until it is ready for fertilization. In order for fertilization to take place, a pollen grain must get to a stigma pad of the pistil – pollination.

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REPRODUCAO DAS PLANTAS – WIKIPEDIA

Na maioria das espécies de plantas verdes, os indivíduos podem reproduzir-se tanto assexuada (agâmica) como sexuadamente (reprodução gâmica, ou por meio de gâmetas).23

Assexuadamente, as plantas se reproduzem através da separação de partes do indivíduo que podem dar origem a novos indivíduos. Neste processo, não há recombinação genética, e portanto os descendentes são geneticamente iguais aos “pais”, podendo ser considerados clones de um indivíduo. A reprodução assexuada nas plantas ocorre de várias maneiras: por brotamento (ou gemulação), por fragmentação, pela formação de estolhos, e poresporulação. Na esporulação podem se formar células especiais os esporos que podem ser aplanósporos (normalmente transportados pelo vento ou por animais) ou zoósporos (móveis) com dois ou mais flagelos.

O homem tirou partido desta capacidade de reprodução assexuada nas plantas, desenvolvendo métodos especializados de multiplicação, como aestaquiaalporquia e enxertia.24

reprodução sexuada nas plantas verdes ocorre normalmente com alternância de gerações, em que ocorre um esporófito (o indivíduo “adulto” nasplantas vasculares) e um gametófito – o indivíduo que produz os gâmetas – que pode ser “parasita” do esporófito, como nas espermatófitas ou ter vida independente. Nas plantas verdes aquáticas (por exemplo, as Chlorophyta e Charophyta, ou algas verdes) existe a produção de gâmetas móveis, podendo o processo ser por isogamia (gâmetas iguais) ou oogamia (gâmetas “femininos” grandes e imóveis e masculinos, móveis).

 

Luz: Produzida por Seres Vivos

quinta-feira, maio 16th, 2013

http://www.biomedcentral.com/1741-7007/10/107/abstract

Genomic organization, evolution, and expression of photoprotein and opsin genes in Mnemiopsis leidyi: a new view of ctenophore photocytes

BMC Biology 2012, 10:107 doi:10.1186/1741-7007-10-107

Published: 21 December 2012

Abstract

Background

Calcium-activated photoproteins are luciferase variants found in photocyte cells of bioluminescent jellyfish (Phylum Cnidaria) and comb jellies (Phylum Ctenophora). The complete genomic sequence from the ctenophore Mnemiopsis leidyi, a representative of the earliest branch of animals that emit light, provided an opportunity to examine the genome of an organism that uses this class of luciferase for bioluminescence and to look for genes involved in light reception. To determine when photoprotein genes first arose, we examined the genomic sequence from other early-branching taxa. We combined our genomic survey with gene trees, developmental expression patterns, and functional protein assays of photoproteins and opsins to provide a comprehensive view of light production and light reception in Mnemiopsis.

Results

The Mnemiopsis genome has 10 full-length photoprotein genes situated within two genomic clusters with high sequence conservation that are maintained due to strong purifying selection and concerted evolution. Photoprotein-like genes were also identified in the genomes of the non-luminescent sponge Amphimedon queenslandica and the non-luminescent cnidarianNematostella vectensis, and phylogenomic analysis demonstrated that photoprotein genes arose at the base of all animals. Photoprotein gene expression in Mnemiopsis embryos begins during gastrulation in migrating precursors to photocytes and persists throughout development in the canals where photocytes reside. We identified three putative opsin genes in theMnemiopsis genome and show that they do not group with well-known bilaterian opsin subfamilies. Interestingly, photoprotein transcripts are co-expressed with two of the putative opsins in developing photocytes. Opsin expression is also seen in the apical sensory organ. We present evidence that one opsin functions as a photopigment in vitro, absorbing light at wavelengths that overlap with peak photoprotein light emission, raising the hypothesis that light production and light reception may be functionally connected in ctenophore photocytes. We also present genomic evidence of a complete ciliary phototransduction cascade inMnemiopsis.

Conclusions

This study elucidates the genomic organization, evolutionary history, and developmental expression of photoprotein and opsin genes in the ctenophore Mnemiopsis leidyi, introduces a novel dual role for ctenophore photocytes in both bioluminescence and phototransduction, and raises the possibility that light production and light reception are linked in this early-branching non-bilaterian animal.

Keywords:

Bioluminescence; ctenophore; Mnemiopsis leidyi; opsin; photocyte; photoprotein; photoreception; phototransduction

PDF pode ser lido

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Pesquisa:

Bioluminescense Female glowworm

Bioluminescense Female glowworm

Photoproteins refer to bioluminescent proteins from luminous organisms. These proteins do not exhibit a luciferinluciferase reaction,[1] that is, a normal enzymesubstrate reaction. Instead, these proteins display luminescence proportional to the amount of the protein. Such proteins are stable as a luciferin-photoprotein complex, often until the addition of another required factor, such as Ca2+ for the photoprotein aequorin.

The term was first used to describe the unusual chemistry of the Chaetopterus luminescent system

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Bioluminescence is the production and emission of light by a living organism. Bioluminescence occurs widely in marine vertebrates and invertebrates, as well as in some fungi, microorganisms and terrestrial invertebrates. Some Symbiotic organisms carried within larger organisms produce light.

Overview [edit]

Further information: List of bioluminescent organisms

Bioluminescence is a form of luminescence, or “cold light” emission by living organisms; less than 20% of the light generates thermal radiation. It should not be confused with iridescencestructural colorationphosphorescence.

By etymology, bioluminescence is a hybrid word, originating from the Greek bios for “living” and the Latin lumen “light”.

Bioluminescence is a form of chemiluminescence where light energy is released by a chemical reaction. Firefliesanglerfish, and other creatures produce the chemicals luciferin (a pigment) andluciferase (an enzyme).[4] The luciferin reacts with oxygen to create light. The luciferase acts as a catalyst to speed up the reaction, which is sometimes mediated by cofactors such as calciumions or ATP. The chemical reaction can occur either inside or outside the cell. In bacteria, the expression of genes related to bioluminescence is controlled by an operon called the Lux operon.[5]

Distribution [edit]

Bioluminescence occurs widely among some groups of animals, especially in the open sea; in some fungi and bacteria; and in various terrestrial invertebrates including insects. Many, perhaps most deep-sea animals produce light. Most marine light-emission is in the blue and green light spectrum, the wavelengths that pass furthest through seawater. However, some loose-jawed fishemit red and infrared light, and the genus Tomopteris emits yellow light. Sometimes thousands of square miles of the ocean shine with the light of bioluminescent bacteria in the “Milky seas effect“.[6]

Non-marine bioluminescence is less widely distributed. The two best-known forms of land bioluminescence are fireflies and glow worms. Other insects, insect larvaeannelidsarachnids and even species of fungi have been noted to possess bioluminescent abilities. Some forms of bioluminescence are brighter (or exist only) at night, following a circadian rhythm.

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Luciferins (from the Latin lucifer, “light-bringer”) are a class of light-emitting heterocyclic compounds found in organisms that cause bioluminescence. Luciferins typically undergo an enzyme-catalysed oxidation and the resulting unstable reaction intermediate emits light upon decaying to its ground state. The term luciferin is also used generically to refer both to the molecules that react with luciferases to emit light and to photoprotein, which emits light without the intervention of an enzyme

Luciferins are a class of small-molecule substrates that are oxidized in the presence of the enzyme luciferase to produce oxyluciferin and energy in the form of light. It is not known just how many types of luciferins there are, but some of the better-studied compounds are listed below. There are many types of luciferins, yet all share the use of reactive oxygen species to emit light.

File:Firefly luciferin.svg

Firefly_luciferin.svg

Nota: Porque aqui a F3 é substituida por S (enxofre) e a F6 é substituida por N ? E porque isto produz luz?

( CONTINUAR PESQUISA)