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Mais uma Espetacular descoberta da Matrix/DNA: Porque a Água-Viva é Imortal: Auto-reciclagem

quarta-feira, maio 22nd, 2013

xxxxxx

( Lembre-se que existe o outro caso da imortalidade da população inteira do jellyfish ou água-marinha em relação as ondas alternando-se me mare baixa e alta, com artigo aqui > digite jelyfish na busca) 

 

The only known living organism that is Immortal

O único organismo vivo conhecido que é imortal

http://wewillblowyourmind.blogspot.be/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html

Ver o interessante video anexo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2kLSiE-eNjw

Foi descoberto que um ser vivo é imortal! Trata-se de uma especie de água viva. Ela começou um ciclo de vida normal como todos nós ( nascimento, maturação  reprodução  degeneração e morte), mas quando chegou na maturação e se reproduziu, seu ciclo retornou para o começo  para uma fase denominada “polipo” . Isto alvoroçou a comunidade cientifica, pois imagine o que isto significa se conseguir-mos reproduzir este fenômeno  Desde a cura do câncer ate o elixir da longa vida. Mas eu também fiquei tonto com a noticia (mais do que já sou) e corri para a formula da Matrix/DNA, meu supremo oraculo, buscar a explicação para o fenômeno  E a encontrei, é simplesmente fantástico! Tem muita coisa ai envolvida, os mais belos segredos e mecanismos da Natureza. Esta envolvido o mecanismo que gera o famoso numero Phi,  a sagrada geometria. Esta envolvida aquela imagem curiosa que surge em nossa mente quando tentamos entender o que acontece no núcleo atômico; um proton lança sua carga tornando-se um neutron, mas a carga alcança um neutron que torna-se um proton, em seguida a carga volta, e assim fica essa metamorfose eterna. Basta aqui olhar para água viva madura e pensar no proton, imaginar seu ciclo de vida como sendo a carga de energia, o polipo como sendo o neutron, e ai ver a cena transformando continuamente polipo em agua-viva e agua-viva em polipo. Fascinante tambem é perceber na formula da Matrix/DNA que na agua-viva, a forca da morte se torna a força do numero Phi! Mas só observando a formula se ve isso imediatamente.   

Mas que não se alegrem os humanos, não sera possível obter assim a imortalidade, simplesmente por um detalhe: não somos hermafroditas.

Vejamos o primeiro paragrafo do artigo em inglês: 

” While the humans have been looking for the elixir of life throughout every period of history, it appears that there is one species of jellyfish that are actually immortal. Turritopsis nutricula, or sometimes – Turritopsis dohrnii, is able to transform its cells from mature state back to immaturity, in other words – back to youth. The medusa leads a regular cycle of life, but after maturing and mating, it reverts back to its initial state – a polyp colony. The process is referred to as“transdifferentiation”, and it basically makes the jellyfish unable to die.

Read more at http://wewillblowyourmind.blogspot.com/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html#FBXgxPBSUyPVuC0y.99

Vamos agora buscar a formula da Matrix/DNA e o ciclo de vida da agua-viva:

A fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

A fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

Jellyfish Life Cycle

 

Vamos explicar o segredo da imortalidade da agua-viva:

Observe a formula da Matrix/DNA. Ela apresenta um circuito esférico que passa por seis figuras, mas que se bifurca na figura numero 4 criando um ramo lateral que retorna a figura numero 1. O circuito esférico é o fluxo de um ciclo de vida, e as seis figuras representam seis principais diferentes formas que um corpo adquire em sua vida. Mas o corpo aqui é hermafrodita, sendo a figura numero 4 representando seu aspecto macho, e a figura numero um, representando a fêmea.  Esta é a formula no seu estado de perfeição  completa, que a Natureza usaria para transformar a matéria inerte em sistemas naturais ao mesmo tempo que lhe imprime a dinâmica da vida. Agora, observando o ciclo vital da agua-viva, vemos perfeitamente o circuito esférico  faltando o fluxo interno, Função numero 5.  Que é a função reprodutora do sistema. O que aconteceria na formula da Matriz se a Função 5 se encurvar e tomar o lugar do circuito que vai de 4 a 1… Vai ocorrer um vai-e-vem entre F1 e F4 ininterrupto, enquanto as figuras 6 e 7 desaparecem.  Ora, mas é justamente em F4 que começa a entropia, o decaimento da energia do sistema, ou seja, a força que leva o sistema a degeneração e morte. E na agua-viva esse trecho do circuito foi suprimido. A Função 4 é na Matrix/DNA o ponto da maturação e reprodução .. a agua-viva muito esperta parou por aqui! Esta assim explicado o segredo da imortalidade.

Tenho aqui um longo artigo explicando como o ponto do fluxo interno F5 que coincide com o centro da esfera é medido resultando no numero 1,618. E este numero é conhecido, trata-se do famoso numero Phi, que ev encontrado em muitos casos da Natureza e diz-se ser o numero que confere beleza as arquiteturas naturais. Portanto descobrimos na Matrix/DNA que o Phi é justamente o fluxo da reprodução que reproduz a face esquerda da Matrix numa copia como face direita, e por isso acontece a bi-lateral simetria, desde na face humana como nas flores, etc. Hora, vimos que na agua-viva esse fluxo se desloca para tomar o lugar do trecho a direita da esfera. Por isso a agua-viva é talvez o único ser vivo que não apresenta bi-lateral simetria. Alias, tudo isso aqui esta revelando que a agua-viva é um animal diretamente herdeiro de LUCA, o que é comprovado pela Ciência quando ensina que trata-se de uma das especies mais antigas, desde a 600 milhões de anos, tendo sobrevivido a seis eventos de extinção em massa de outros seres vivos. E sendo uma herdeira direta, ela respeita o velho lema: tal pai, tal filha. Sua forma e quase a mesma forma da Milk Way! Veja, compare, analise.

Como estamos vendo, esse mecanismo da agua-viva não foi inventado por ela, ele existe na formula universal, esta a disposição de todos os seres vivos, quando a formula se torna o par-lateral de nucleotideos do DNA. A Matrix apenas exige que o elemento seja hermafrodita, não ha como aplicar esse mecanismo em dois corpos separados. Mas então vemos tambem porque o fantástico fenômeno da cola nuclear que gruda protons a neutrons existe. Um proton emite sua carga energética tornando-se neutron, a carga alcança um neutron que o transforma em proton, assim como na agua-viva a medusa se torna polipo. Em seguida a carga retorna do proton que era neutron e volta a ser neutron para alcançar o agora neutron que era proton para voltar a ser proton, assim como o agora polipo que era medusa volta a ser medusa…

A agua-viva foi a pouco tempo atras noticia de sensação entre cientistas quando se descobriu porque a totalidade delas não se extingue quando a mare abaixa as arrasta para alto-mar todas as noites e no outro dia de manha elas reaparecem nas praias fazendo seu almoço. Tambem naquela ocasião a formula da Matrix/DNA forneceu outra explicação atordoante que foi motivo de um longo “artigo aqui e o leitor pode encontra-lo se puxar a categoria “agua-viva ou jellyfish”.

Meu amigo, minha amiga… a Natureza é fantástica!

Quando se descobre a Matrix!

Quando chega a um certo ponto de seu ciclo de vida (mais ou menos no meio do circuito), ao invés do circuito continuar para a face direita – da degeneração – ele retorna para Função 1. Assim, e claro, ela fica sempre na fase da energia crescente e nunca morre. Isto e totalmente novo, nunca pensado, e se conseguíssemos repetir este circuito, poderíamos ate conseguir o motor perpetuo.

Tenho que pesquisar a fundo isso.

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E meu comentário para postar no artigo e no Youtube:

If immortality is fascinant, more fascinant is the explanation of this phenomena: the force that produces death becomes in jellyfish, the force of “Phi number”. For understanding it you need see the Matrix/DNA formula, where the Matrix is the building block of galaxies, and DNA is it biological shape. When the flow of the systemic circuit arrives at Function 4, there is a bifurcation. One (F6) will be entropy, death, the other (F5) is the flow of reproduction that goes to F1. This galactic mechanism was transferred to biological systems, but galaxies inherited it from atomic system, when proton becomes neutron and vice-versa. Here, at jellyfich, the mature shape mimics proton and the polypo shape mimics  neutron. See my article about.

Capitulo 1: Agua-Viva (Jellyfish), Propriedades unicas – Primeira Herdeira de Luca?

quarta-feira, maio 22nd, 2013

1) Agua-Viva: Mais que Plasma e Veneno

2)

Água-viva: mais que plasma e veneno

New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

 Traducao do Artigo:

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

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Esta entrada foi postada em segunda-feira, junho 13, 2011 às 23:54 e foi catalogada em SistemasTeoria do Relógio Astronômico.

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