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Incrível! Cientistas Estão Descobrindo Agora O Que Um Brasileiro Registrou 30 Anos Atras!

terça-feira, outubro 1st, 2013

“Entire Star Systems are Needed to Generate Life” –Not Just Rocky Planets with Water

ttp://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2013/09/solar-systems-are-needed-to-generate-life-not-just-rocky-planets-with-water.html

September 28, 2013

Cientistas estão apenas agora intuindo o que já foi previsto e registrado os direitos autorais a 30 anos atras pela Teoria da Matrix/DNA Universal dos Sistemas Naturais. Os meus modelos astronômicos indicavam que sistemas biológicos são formados pela soma das informações dos sete tipos de astros existentes, as quais, muito raramente estariam sendo expressadas apenas por uma estrela mais um planeta. Apenas na ultima década esta ideia aparaceu e esta tomando corpo entre os astrônomos e astrofísicos devido ao problema das origens da vida não ter sido possível ser solucionado com a antiga teoria de que a vida teria surgido neste planeta por inteira e espontaneamente. Então as descobertas das atmosferas e composição de solos de outros planeta como Marte, as luas de Saturno, etc., – nas quais existiram ingredientes que na Terra não havia – estimulou o retorno a antiga Teoria da Panspermia. Esta sugere que a vida tenha começado em outro astro e de alguma forma transportada para a Terra, o que apenas transfere o problema das origens daqui para outro lugar. Mas também se constata que nos outros planetas faltavam ingredientes que na Terra havia e foram fundamentais para o longo período 3,5 bilhões de anos da abiogenese.  Então, dos muitos ingredientes necessários para formação do primeiro ser vivo, ou seja, da primeira célula completa e funcional, estão espalhados em muitos planetas, e nenhum contem todos. Como resolver isto? A ideia racional e que esta tomando corpo é a de que precisa um sistema estelar como o nosso sistema solar, inteiro, com a contribuição da estrela e muitos planetas. Então cada fase da formação na abiogenese teria acontecido no planeta que tinha certos ingredientes para aquela fase, e depois transportado em meteoritos para outro planeta onde teria ingredientes para a segunda fase, e assim por diante.

Não é bem isso que os meus modelos estão sugerindo, apesar de que eles não recusam totalmente esta possibilidade. Acho que a ideia dos acadêmicos é um pouco forçada, não vejo como este transporte poderia ter sido feito apenas por mero acaso, nesta sincronicidade surpreendente. A formula da Matrix/DNA, quando estava na forma de building block de galaxias, aponta onde estavam todas as informações, todos os ingredientes suficientes para a primeira célula vital. Para isso ela apresenta um novo e diferente modelo de formação de galaxias, no qual cada astro executa exatamente uma função de sistema idêntica a função executada por cada organela da célula. Isto significa que a célula surgiu como copia reproduzindo o sistema galáctico que a criou. Mas a formula da Matrix também aponta que a formação da galaxia obedeceu a um processo de ciclo vital semelhante ao que rege nossos corpos, o qual transforma um único corpo, ou melhor, um unico astro em muitas formas diferentes. Então todos os sete conhecidos tipos de astros na verdade são apenas um, em sete diferentes formas evolutivas. Com isso, apenas um astro, ou melhor, cada uma das formas, contem todas as informações, mas não todos os ingredientes. Isto é fácil de entender pensando no nosso corpo: todas as nossas formas tem todas as informações no DNA, mas, por exemplo, bebes não tem bigodes, ou seios. Muitos idosos não tem cabelos, atividade sexual, etc.

A formula sugere que a primeira metade das informações estão nos núcleos planetários e a segunda metade, na estrela, assim como os cromossomas X e Y.  Isto não seria problema para a vida na Terra, onde ela emergiu na superficie onde brotavam as informações vindas de seu núcleo que se encontravam com as informações vindas com os fótons da luz solar. Mas a mesma formula aponta que a estrela é como uma cebola, ou carretel, que vai se desenrolando em bilhões de anos, a medida que avança suas reações nucleares. Cada uma das suas camadas tem uma peculiar e diferente gama de informações, o que explicaria os 3,5 bilhões de anos da abiogeneses.

Porem, nem mesmo a Teoria da Matrix/DNA ainda foi completamente interpretada, o que deixa ainda margem para duvidas e especulações. Um dos problemas diz respeito aos dois diferentes processos de formações de sistemas astronômicos. A célula vital apresentou dois tipos diferentes de formação: um foi o processo de simbiose entre organelas para a formação das  primeiras células originais e o outro foi o processo de mera reprodução uma vez que as originais estavam formadas. A formula da Matrix apontou esta ideia dos dois processos, mas não apenas para células, como também para galaxias, e seus internos sistemas estelares. De maneira que ainda não sei se a Via Láctea e o Sistema Solar pertencem ao primeiro processo ou ao segundo. Isto precisaria ser resolvido para se calcular com exatidão como emergiu a Vida aqui. Por exemplo, se foi pelo primeiro processo, não seria necessário mais que a Terra e o Sol, mas se foi pelo segundo processo, dificilmente esta emergência não necessitaria de pelo menos mais um astro contribuinte.

O segundo problema que falta elucidar por uma mais sabia e acurada interpretação da formula da Matrix/DNA tem como causa as nossas mais recentes descobertas sobre a luz.  Os sete diferentes tipos de vibrações de uma onda de luz são os ancestrais primordiais das sete principais formas do corpo humano. Ou seja, qualquer onda de luz natural contem o código da vida, as forças que imprimem o ciclo vital na matéria inerte como massa amorfa e cria os sistemas funcionais. Sendo o Sol uma fonte de ondas de luz, é de se supor que ele cria em torno de si sete diferentes aureolas, em sete estados vibratórios diferentes entre si. Desde que cada planeta esta na sua peculiar orbita, sua região no espaço sideral lhe modela no sentido de apresentar determinado tipos de ingredientes. E a mesma onda seria a força que de alguma maneira obriga o transporte da arquitetura construída por um planeta seja deslocada para o outro planeta na próxima orbita. Seria a vida construída por arrastões, levados a efeito pelas expansões das ondas de luz. Mas também ainda talvez isso não seja necessário. Talvez os planetas na segunda fase de formação seja moventes em termos de orbitas, assim como são os elétrons pulando orbitas nos átomos. Talvez os planetas seguem a cronologia da faixa etária que nos estamos sujeitos, mas enquanto este processo transforma nossos corpos, o mesmo processo transforme as orbitas dos planetas. Se for este o caso, então novamente apenas um planeta apresentaria todas as condições e ingredientes necessários, sem precisar do concurso de outros.

Nos não temos que tirar conclusões agora, não temos o monteante de dados necessários para tal. O que temos a fazer é continuar a busca de mais informações, estudar mais os planetas, enquanto eu continuo testando a formula da Matrix/DNA. O mais importante aqui é que as informações recentes colhidas sobre outros planetas, de repente, impulsionou espetacularmente a mente dos pesquisadores, ampliou consideravelmente seus horizontes, nos quais refletir. Mas é isto que a cosmovisão da Matrix/DNA começou a fazer desde a minha juventude quando comecei a desconfiar que a Via Láctea tinha culpa no cartório pelo nascimento da Vida aqui,  porque a Terra sozinha não podia ser o sistema criador do primeiro sistema celular. O salto gigantesco e no escuro necessário para que isto tivesse ocorrido era para mim, inconcebível, e eu nunca acreditei em magicas, nem mesmo aquelas que dizem serem produzidas pelas probabilidades num acaso absoluto.

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Meu Comentario postado na DailyGalaxy.Com e no meu Facebook:

Português:

Esta teoria foi registrada a 30 anos atras com o titulo ” A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”. Não existem origens da Vida, e sim apenas um mero processo de evolução onde sistemas astronômicos são transformados em sistemas biológicos e isto esta claro na formula da Matrix/DNA. . Os astros são formados pelo mesmo processo do ciclo vital que transforma as formas dos organismos, portanto, em cada faixa etária um astro tem as diferentes condições e ingredientes para que um sistema astronômico evolua para a forma de sistema biológico. A força que pode criar o transporte de ingredientes e das arquiteturas nas fases intermediarias da abiogenese dentro de um sistema astronômico teve origem no processo dinâmico da luz natural, cujas ondas são formadas por diferentes frequências vibratórias emitidas por uma unica fonte, no caso, pela estrela no núcleo do sistema. Mas o assinto é muito mais complexo pela perspectiva da Matrix/DNA e um artigo explicando melhor foi postado no seu website. Parabéns aos cientistas que estão nos fornecendo informações que comprovam as previsões da nossa teoria.

Inglês:

This theory was recorded 30 years ago with the title ” The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Vital Cycles.” There are no origins of life, there is merelly a normal process of evolution transforming astronomical systems into biological systems. The stars are formed by the same process called “vital cycles” which transforms the forms of organisms into new forms, therefore, each age group of an astronomical body has different conditions and ingredients, able to realize one phase of abiogenesis.  for an astronomical system evolves to the form of the biological system. The force that can create the transport architectures ingredients and intermediate stages of abiogenesis within an astronomical system originated in the dynamic process of natural light, whose waves are formed by different vibrational frequencies emitted by a single source, in this case, the starat  the core of the system. But this issue is much more complex from the  perspective of  Matrix/DNA models, and an article explaining it better was posted on its website. Congratulations to the scientists who are providing us with information that prove the predictions of our theory.

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Segue-se a copia do artigo para estuda-lo nos seus detalhes:  

 

“Entire Star Systems are Needed to Generate Life” –Not Just Rocky Planets with Water

Whole solar systems are needed to generate life, not just terrestrial planets with water. Life probably needs a solar system similar to our own to start, although autogenic processes –where something in life is created spontaneously with self assembly– could still occur in a system that only has gas giants. There is evidence that life on Earth could not have started without the other planets. The conditions on the prehistoric Earth would only have served to inhibit the formation of RNA. Mars, on the other hand, would have been just right. While there was some water on ancient Mars, there wouldn’t have been enough to hamper the formation of RNA. Also, while the early Earth was starved of oxygen, Mars would have had enough to create oxidized molybdenum and boron, which are pivotal in the construction of RNA.

Autogenic forms are probably more widespread than life in the Universe as they can be constructed from many different materials. It’s a generic type of chemistry which may be similar throughout the Universe, indicating that the process is more important that than the molecules themselves.The iamge below shows a microtubule in a cell –an example where something in life is created spontaneously with self assembly.

1-didautocells

The origin of life on Earth is still a hotly-debated topic. There are many different theories on how life was kick-started, as well as various experiments underway attempting to understand the processes involved. For example, a reverse engineering approach can be used by stripping away cells until the simplest possible system is left. However, evolution has ultimately hampered our understanding of life’s origins as it has washed away the traces of the first forms of life, making it impossible to retrace life’s early steps. This means that even the simple systems left after the reverse engineering approach are still too complicated to bear a resemblance to the first forms of life.

Life must have started simply; it couldn’t be created from a complicated group of molecules already working together. There had to a step prior to this in which these molecules themselves were created. Terrence Deacon, of the University of California Berkeley, outlined in a recent talk how this step could have taken place.

A tricky challenge that must be overcome before life can form is that order must be generated. However, this is not as simple as it sounds because the laws of physics state that things will naturally descend into a state of disorder. For example, a book placed precariously on the edge of a shelf will probably fall – thus creating disorder – but it is highly unlikely to create order by picking itself up again.

Order can still be created locally, even when the overall system tends to go towards disorder. Pushing heat through a system can organize it, for example a regular pattern of hexagons is created when a thin layer of oil is heated evenly to form Benard convection cells.

“If you heat something up and it gets regularized, what it’s doing is it’s getting rid of the heat as fast as possible,” Deacon explained. “So if you don’t keep pumping heat into the system, it’ll shut itself down. In fact, self-organizing systems destroy the conditions that enable them as fast as possible.”

Life can only be formed by generating order, but it has to do so in such a way that this order doesn’t degrade and that the system doesn’t ultimately destroy itself.

Deacon described a theoretical process called “autogenesis” which has the ability to create, preserve and reproduce order – the distinctive features of living organisms. This process is effectively comprised of two sub processes: reciprocal catalysis and self assembly. A catalyst is something that speeds up a chemical reaction, and reciprocal catalysis means that two or more catalysts each contribute to the synthesis of each other. Some of the energy gets transferred from the initial molecule to the next, and this goes on to break up another molecule, in turn passing on the energy.

“It’s a you scratch my back I scratch your back kind of relationship,” said Deacon. “Almost all of the chemistry in living cells has this kind of circularity.”

Spontaneous self assembly can occur because some molecules fit together easily in a symmetric manner. This can happen within cells to create microtubules.

“Microtubules are kind of like the skeleton of a cell but they’re also kind of the roadways inside a cell that molecules travel along,” explained Deacon.

The famous Martian meteorite ALH 84001 contains a “fossil” that was ruled out as life because of its small size, however it could still be an autocell – a precursor to life.

Reciprocal catalysis and self assembly give each other a helping hand, as each produces what the other one needs. Reciprocal catalysis produces a local concentration of molecules, but without anything to keep them in place, they will soon wander so far apart that they will no longer be able interact. However, the local concentration of molecules is just what self assembly needs to build a barrier around the catalysts, thus encapsulating them.

“The very thing that you need to do to keep these independent catalysts together is what they produce as a consequence,” said Deacon. “The result is that containers contain the stuff that is necessary to make them.”

If the container surrounding the catalysts becomes shattered, the catalysts will spill out. All is not lost, however, because they will just create another container for themselves. If the catalysts spread apart a little after the breakage, it’s possible that multiple systems could then be created meaning they can effectively “reproduce”.

These autogenic “cells”, or autocells, are still not living cells in the traditional sense because they still lacks processes that are essential for life.

Nonetheless, the work cycle is similar to what living things can do. They have the ability to create order and then stop it from degrading, instead capturing the conditions needed to recreate itself.

Deacon emphasizes that, in our search for life elsewhere in the cosmos, we need to stop thinking about how life was created on Earth, and the specific molecules needed, and instead focus our attention on the general principles involved in the creation of life.

The catalysts could form enough molecules that self assembly occurs, creating a barrier around the catalysts so that they don’t disperse.

As the autocells repeatedly break apart and reform, they have the chance to sample their environment. If one of the autocells captures a catalyst that functions better than the others, it will produce more of these proactive catalysts, allowing a limited form of evolution.

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If this hypothetical molecule was actually something like a nucleotide, then it could also grab energy from the environment by capturing additional phosphates. This extra energy would speed up the system. However, high energy phosphates can hinder the system as it could break it apart completely. By grouping these energetic molecules into polymers, it is possible to store the energy when it is not being used.

A huge problem lies in the fact that the autogenic process is unlikely to start on a planet such as the prebiotic Earth, as the polymers needed for life will break down in water. However, if we take our chemistry experiment to a gas giant like Jupiter, the high levels of methane and ammonia will produce hydrogen cyanide polymers. These polymers can only be produced in environments without water and have a “backbone” identical to proteins, but with different side chains. These are called polyamidines.

If these polyamidines hitched a ride to the Earth in earlier epochs when the Earth was being bombarded by outer Solar System material, they would come into contact with water. However, these particular polymers will resist being broken down for some time. Instead, they replace their side chains with the carbohydrates characteristic of proteins.

In this way, they create partial proteins, and this might be a way that autogenesis based on proteins began on the early Earth. The inner planets also have the advantage of containing phosphorous, sulfur and iron which are unavailable in the outer planets, and these metals speed up catalysis.

The size of Earth compared to the gas giant Jupiter. The autogenic process is unlikely to start on a watery planet like Earth, but the high levels of methane and ammonia of Jupiter could produce the needed hydrogen cyanide polymers.

Deacon also raised an interesting point regarding the ALH 84001 Martian meteorite, which initially excited scientists by appearing to contain fossilized microbes. This possibility was later ruled out by most people, partly because the structures are thought to be too small. However the size and structure are what is expected from an autocell, so this meteorite could be showing us a fossilized precursor for life.

Deacon believes that autogenesis could have occurred on Mars before Earth, but only our planet had the right conditions in the long term for this to lead to life.

The image at the top of the page shows HD 98800, a quadruple star system located in the TW Hydrae association, is located about 150 light-years from Earth. Star TW Hydrae is only about 10 million years old, and is currently in this planet-forming stage. Because TW Hydrae is relatively close and bright, and because it rotates with its pole pointed nearly directly towards the Earth, scientists can view the star’s disk of material nearly face on to study what is happening.

One unsolved puzzle is how rocky planets (like the Earth) can acquire their water. Most scenarios argue that the Earth’s water arrived later on – via comets from the outer solar system. Thus a focus of recent astronomy has been the study of the composition of the outer parts of the young stellar disk.

CfA astronomer Gary Melnick, a leading expert on water in space, joined with a team of colleagues to use the Herschel Space Observatory to look for traces of water around TW Hydrae. The team reported finding convincing evidence for a reservoir of water ice in this star’s disk — with inferred quantities of water ice amounting to several thousand Earth-oceans.

Moreover, they discovered from details of the ice chemistry that probably the ice comes from a mixture distributed throughout the system. The results gave convincing support to the current scenario of the origin of the Earth’s oceans.

The Daily Galaxy via Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics and http://www.astrobio.net/exclusive/5703/did-autocells-lead-to-life

Image credits: Credit: Eva Nogales and NASA Apollo 17 and Cassini images. Image at top of page with thanks to… http://en.wikipedia.org/wiki/Star_system