Archive for julho 22nd, 2015

Na controversia mundial sobre a UBER, mais um exemplo do egoismo humano e nosso papel como burros sob cabrestos

quarta-feira, julho 22nd, 2015

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Porque a Uber deve ser apoiada

Todo mundo conhece o velho proverbio do ” é melhor dar a rede e ensinar a pescar do que dar o peixe”. O peixe neste caso é a licença concedida pelo povo, ou seja, eu e você, nós, a certas pessoas para trabalharem como motoristas aprovados para transportarem-nos mediante um pagamento. Nós ensinamos através dos cursos para carteira de motoristas e para taxistas. Nós damos a rede quando um fundo publico financia estes nossos empregados para adquirirem carros novos sem impostos e concedemos a licença para estes carros operarem no transporte publico. Porem, se esta era a ideia inicial, nos roubaram estas licenças na calada da noite enquanto dormíamos. Foram os leões carniceiros que ficam preguiçosamente espraiando nas sombras no alto da colina, enquanto esperam que as ovelhas no pasto trabalhem feito burras transformando grama em carne (ou neste caso, transformando nossos recursos em licenças) para descerem no momento que suas volúpias aumentam e fazerem a colheita.

Mas os especuladores agiotas como abutres tinham que fuçar as muitas falhas na legislação do sistema econômico capitalista, inserir seu capital predador e egoísta, para aumentar o preço no relacionamento passageiro/motorista e abocanhar esse dinheiro aumentado. E depois que conseguiram penetrar o sistema, cumulando predatórios lucros, aproveitaram a outra falha do sistema que é a de poderem colocar seus empregados nas eleições publicas financiadas com seu dinheiro para desempenharem o papel de políticos e aprovarem leis que os mantenham protegidos como monopólio e assim aumentem seus lucros. Entao estes predadores que nunca querem trabalhar de fato e muito o menos o seriam como empregados motoristas nossos, conseguiram por algum meio ilícito comprar os carros e fazer deles os nossos empregados. O resultado é que somos roubados em nosso suado dinheiro e limitados no uso desse serviço pelo seu alto preço. Isto porque os financiados empregados a serem funcionários publicos como politicos destes predadores tiveram que obedecer seus patrões e no cargo passaram a dar o peixe para eles – ou seja, a licença gratuita para carros – e os predadores na posse desse bem que tem valor monetário porque e’ limitado,  elevaram seus lucros ao venderem amoralmente uma coisa que nos lhes damos de graça, a preços absurdos muitas vezes maiores que o preço de uma residência! Ora, o que damos de graça jamais poderia ser comercializado ou transferido a outros sem nossa autorização! Esse valor fictício destas licenças é ilegal, onde esta a policia e porque não esta pondo estes ladroes na cadeia… senão a explicação de que também perdemos a policia como nossos empregados defensores. E tudo isso debaixo dos nossos narizes, na calada da noite enquanto dormíamos. E agora não podemos mais dar diretamente a rede e nem ensinar a pescar a pessoas que teriam de nos atender com gentileza porque são nossos empregados.

Um exemplo de provas do que estou dizendo é um artigo de hoje no New York Times ( http://www.nytimes.com/2015/07/18/opinion/limiting-uber-wont-end-congestion.html ) revelando que o prefeito da cidade foi financiado em sua campanha com dinheiro dos donos de companhias de taxi e agora, para obedecer seus verdadeiros patrões que não são os moradores da cidade, traz a tona argumentos desonestos para impedir a atuação de uma nova modalidade de transporte publico representado pela companhia Uber, que esta ameaçando o lucro e existência dos predadores confortavelmente instalados no sistema.

E então agora surge uma novidade: novos expertos predadores descobriram uma nova maneira de se inserirem nas falhas do sistema e faturarem ainda mais que os existentes predadores com suas tramas da idade da pedra. Inventaram um software de computador que conecta por telefone celular o passageiro necessitado de transporte diretamente a um desempregado candidato a ser tempo inteiro ou meio-período motorista, cujo  atravessador no meio entre ele e os passageiros suga um lucro menor, diminuindo os prejuízos para ele e os passageiros. Esta companhia, de nome Uber, dona deste software surgiu a 5 anos, rapidamente se espalhou por mais de 300 metrópoles em 50 países e vale hoje 120 bilhões de reais!

Na minha opinião estas aberrações permitidas pelas brechas no sistema capitalista acontecem porque o povo é egoísta a ponto de desvia-los da formação de suas sociedades publicas, e mentalmente preguiçoso a ponto de se deixar ser roubado pelos abutres de plantão. Bastaria terem um canal de televisão publica com acesso livre aos telespectadores do sofá na participação nos debates por telefone dedicando uma noite por semana aos assuntos da comunidade com um recurso de aplicação das decisões no poder publico, mantendo os políticos como seus empregados, e esse câncer predatório das brechas legais mas imorais no sistema seria banido para sempre. A ideia deste software teria surgido límpida e clara na mente de qualquer bem intencionado participante do debate e seria instalado por nos, sem cobrarmos lucros que no final saíram dos nossos próprios bolsos – e digo isso honestamente porque eu mesmo tive ideia semelhante quando trabalhei para um sistema quase igual, uma companhia de auto-cab em New York, e cheguei inclusive a convidar outros motoristas pra montarmos uma cooperativa baseada neste sistema, mas os outros motoristas são normais egoístas seres humanos e nem sequer responderam a minha sugestão. Transformar uma espécie em socialmente altruísta quando ela ainda mantem fortes os resquícios das regras selvagens dos animais egoístas no mato, é por enquanto uma sonhada utopia, temos que nos conformar em tentar por remendos novos nos buracos da roupa velha.

Desde que a presença de companhias como a Uber e novas concorrentes que estão surgindo como a Lift, apesar de ainda serem um mal porem que nos prejudica menos do que o mal que esta instalado, o certo a fazer agora é impor medidas legais a esta nova modalidade de transporte, como obrigando os motoristas a fazerem os cursos profissionais para obterem a licença de motorista, apresentarem os carros no setor publico para obterem gratuitamente a licença profissional do veiculo, obrigar a companhia a ter um pacote de seguro igual aos praticados pelos taxis na segurança dos motoristas e passageiros, obrigar a companhia a assumir alguns encargos dos direitos trabalhistas dos motoristas como seguro saúde, etc., pois o lucro estratosférico desta companhia mostrou que podem arcar com estas despesas.  O problema agora é achar na sociedade principalmente brasileira, dentre os 200 milhões de habitantes, alguma pessoa não egoísta que decida ser altruísta e investir algo de seu tempo e esforço para que estas urgentes tarefas sejam aplicadas de fato. Procura-los dentre os políticos e demais funcionários públicos seria pura perda de tempo pois estamos farto de ver que não tiveram educação cívica e não evoluíram mentalmente para exercerem os cargos que ocupam. Os homens e mulheres comuns imediatamente reagiriam tirando o corpo fora da responsabilidade dizendo que não vão se investir nisso porque isso é obrigação dos políticos, os quais são empregados daqueles que tudo vão fazer para que tais medidas não sejam aplicadas. Sei que o trabalhador real braçal e responsável por famílias tem realmente pouco tempo a doar, mas o resto…. Os jovens desocupados vão preferir matar o tempo na ociosidade, os aposentados que deveriam dar o exemplo e se preocuparem com o tipo de mundo que estão deixando de herança para nossas futuras gerações vão preferir continuar jogando dama nos bancos das praças publicas e falarem da vida alheia do Lula, as donas de casa vão odiar a ideia de se desconectar do entretenimento novelesco da Globo para esforçarem o cérebro se inteirando dos problemas além de seus quintais no canal publico, etc. E todos vão ficar mais pobres porque parte de seu dinheiro vai continuar saindo de seus bolsos para encherem mais os bolsos dos abutres deste capitalismo selvagem.

Eu acho que ninguém engana a Deus com rezas e padres-nossos sem atender as obras que Deus espera que façamos para nossos irmãos que são Seus filhos, e como não quero continuar irritando-O com minha hipocrisia marota que só engana a mim mesmo, vou correndo fazer a minha parte. Me ofereço a lutar no máximo possível para que estas medidas sejam aplicadas. Mas como nada posso fazer sozinho além dessa oferta, o segundo passo racional aqui é convidar pessoas a se subscreverem no movimento mesmo que seja com o mero peso de sua assinatura, a qual, somada a muitas outras confere um peso de poder politico, que obrigara os políticos empregados das aves de rapina ao menos a nos ouvirem e saberem que estão sendo vigiados e exigidos a que apliquem a legislação. O leitor pode participar comunicando ao meu e-mail – austriak727@hotmail.com – ou postando nos comentários abaixo do artigo no meu website – http://theuniversalmatrix.com

E no inicio, ondas de luz do Big Bang penetraram a substancia do espaço imprimindo a formula vital da Matrix/DNA

quarta-feira, julho 22nd, 2015

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Músico usa a Ciência para Ajudar a ver o Som…

https://www.youtube.com/watch?v=Q3oItpVa9fs

Uma série de experiências de visualização de som formam a base do vídeo da música para um novo single pelo músico Nigel Stanford. Em teoria, sabemos como é que as ondas sonoras seriam visualmente se pudéssemos vê-las, mas não é todos os dias que podemos testemunhar com os nossos próprios olhos sobre os efeitos que produzem no mundo. Existem realmente um número de experiências científicas que podem ser utilizadas para produzir um efeito visual prático em resposta ao som. Seis delas foram usadas ​​por Nigel Stanford, músico da Nova Zelândia, que, junto com o director Shahir Daud, juntou-as para formar o vídeo da música “Cymatics“, o single do seu álbum recém-lançado “Solar Echoes“. O vídeo de “Cymatics” – nomeado para o estudo do som visível – representa cada faixa de áudio com uma visualização diferente. E, em vez de criar as visualizações como uma resposta para a pista, foram essas visualizações que formaram a base para a composição da faixa musical. O teclado secundário usa um Prato Chladni, uma placa de metal fina que vibra quando as ondas sonoras correm sobre ele, causando looping, padrões ondulantes que adoptam formas na areia polvilhada sobre a superfície. Stanford experimentou com o teclado, e escolheu as quatro notas que ele pensou que produziram os melhores padrões, mantendo-os o tempo suficiente para os padrões se formarem – um motivo melódico lento. A faixa base usa um prato fino de água colocada num altifalante. O som cresce através do altifalante e faz com que a água ondule adopte diversas formas. Duas frequências diferentes produziram padrões interessantes, e o líquido utilizado foi vodka congelado, que tinha viscosidade suficiente para produzir ondas eficazes. O tambor utiliza uma mangueira ligada a um subwoofer. Embora pareça que a água está a torcer-se numa onda senoidal de pé, isto é realmente uma ilusão. A frequência da onda deve ser a mesma que a taxa de quadros da câmara, a fim de produzir o efeito visual direito quando filmado. Por esta razão, Stanford ficou-se pelos 25 Hz. O teclado principal utilizou ferro fluido – material magnético, microscópico suspenso num fluido transportador. Este foi colocado num prato raso e longo, contendo ímãs ativados pelas teclas. O órgão usa um “Rubens’ tube“- um tubo perfurado com furos ao longo de um lado.Gás inflamável é alimentado para dentro deste tubo a uma taxa controlada – tal como um bico de Bunsen – e os furos são iluminados, o que produz uma linha de chamas. Quando a frequência de áudio é constante e lançada para dentro do tubo, ele cria uma onda vertical, empurrando o gás em padrões. Stanford escolheu três tons diferentes para produzir três ondas diferentes. Finalmente, as faixas todas juntas no clímax do vídeo são representadas usando uma Bobina de Tesla – com Stanford e o seu duplo vestidos em malhas ternos de Faraday, que capta a eletricidade em redor do exterior protegendo a pessoa dentro do fato. “Em 1999, eu assisti a um documentário sobre sinestesia – uma doença que afeta as funções visuais e áudio do cérebro. As pessoas com tal distúrbio ouvem um som quando vêm cores brilhantes, ou vêm uma cor quando ouvem vários sons. Eu não tenho esta patologia (acho eu), mas sempre senti que as frequências graves são o vermelho, e as frequências agudas são brancas”, escreveu Stanford. “Isto fez-me pensar que seria interessante fazer um vídeo de música, onde cada vez que um som é reproduzido, é possível visualizar um elemento visual correspondente. Muitos anos depois, eu vi alguns vídeos sobre “Cymatics” – a ciência de visualizar frequências de áudio – E a ideia para o vídeo nasceu”