Archive for outubro 23rd, 2015

Pensamento do Momento (1)

sexta-feira, outubro 23rd, 2015

” A presa ( o povo e as massas) nao merece o meu apoio `a sua causa, porque toda presa e’ uma rebelde contra o que eu acredito ser sua missao espiritual e portanto, atrapalha e e’ inutil `a minha causa. No entanto, tambem nao merece minha agressao, porque acredito ser a presa uma ignorante da sua missao espiritual”.

Artigo reflete minha visao social do Brasil

sexta-feira, outubro 23rd, 2015

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Por ter vivido a maior parte da minha vida como um brasileiro anormal, com uma visao diferente dos outros 200 milhoes, quando discuto o Brasil com outros brasileiros eles acabam nunca entendendo o que eu estava defendendo e eu vou morrer frustrado por nao entender como funciona a cabeca dos brasileiros por nao verem o que para mim e’ o obvio.

A visao diferente e as discussoes referem-se a que brasileiros sempre gostaram de puxar assunto criticando um ato corrupto de algum politico ou dos presidentes motivados pela noticia que viram na televisao. E logo arrumo um jeito de expor o tal ato como insigificante e como um pequeno desdobramento da grande corrupcao que vem da  aristocracia dominante no pais. Os ouvintes me deixam falar pois nunca ouviram tal tipo de discursos, argumentos e evidencias expostas, mas no final, se esquecem totalmente do que eu falei e voltam ao assunto da noticia. E isso me deixa louco, sem nunca entender tal mentalidade, pois nao entendo a vantagem se podar os galhos doentes de uma arvore cuja doenca esta na raiz.

Agora me deparo com um artigo que fala justamente o meu discurso comum e com nuances que eu mesmo nao conhecia, como a intervencao do filosofo Foucault nesse assunto. Uma das coisas que ele me fez perceber e’ que a diferenca fundamental entre eu e os brasileiros e’ que os brasileiros prestam mais atencao nos fatos imediatos, seja em termos de tempo e de espaco, e ignoram totalmente os fatos mais distantes dos seus olhos. Em termos de economia, poderes politicos, etc, e na linguagem de Foulcault, os brasileiros se ocupam dos micropoderes enquanto eu me ocupo do macropoder. Mas depois descubro que essa nao e’ apenas a causa da diferenca de visao social entre eu e o povo brasileiro. A tendencia em se ocupar do macro tambem me coloca em outra area – a da filosofia e das ciencias da natureza – como um anormal em relacao aos outros 7,99 bilhoes de humanos. Haja visto que a teoria da Matrix/DNA ser a unica a unir evolucao cosmologica com biologica e sugerir uma teoria da macroevolucao universal. Isto explica porque ninguem entende a Teoria da Matrix/DNA se para mim ela e’ tao facil e obvia. Com isso eu nunca vou me enganjar na causa ou lide de quiasquer outros porque sempre penso que estao mirando o alvo errado, enquanto eles sempre pensam que eu estou apontando para o alvo errado. Em outras palavras, posso perder as esperancas: nasci, vivi e vou morrer sozinho…

Por isso, registro o artigo aqui, talvez para usar seu palavreado numa proxima discussao, talvez assim meus debatedores entendam algo:

Eduardo Cunha e seu micropoder bombástico

http://professorlfg.jusbrasil.com.br/artigos/213303354/eduardo-cunha-e-seu-micropoder-bombastico

De que maneira nós, os senhores neofeudais donos do poder (financeiro e econômico), estamos encarando Eduardo Cunha? Poucos políticos têm apetite pelo exercício do poder como ele. Não é o detentor do poder supremo neofeudal, que nos pertence. Nós somos as classes dominantes mais poderosas e chegamos aonde chegamos porque temos o poder de “comprar” (sempre que possível) os mandatos dos parlamentares (financiando suas pródigas campanhas políticas). Eduardo Cunha na estrutura geral do poder é detentor de um micropoder (como dizia o filósofo francês Michel Foucault), mas é pertinaz e bombástico.

Acusado por um dos delatores da Lava Jato (Júlio Camargo) de ter recebido 5 milhões de dólares em propinas (o dinheiro teria saído das empresas Samsung e Mitsui), redobrou seu ódio (e, assim, aumentou seu protagonismo) contra o governo petista de Dilma assim como contra o Procurador-Geral da República (Janot). Agora promete uma agenda bombástica para agosto e já fala abertamente no impeachment da presidente (presidenta) Dilma (cuja popularidade está virando um raquítico traço). Tudo isso está sob a análise do nosso clube. Nada será decidido, a não ser por nós mesmos.

Para se saber se Eduardo Cunha vai ou não incendiar o governo petista assim como o país, se vai mergulhar ou não na tese do impeachment, é preciso voltar a Foucault e perguntar o seguinte: quem são os verdadeiros donos do poder? Os agentes dos micropoderes ou os detentores do poder político, atrelado ao Estado? Ou ambos? Foucault, diferentemente de Hobbes, por exemplo, descatacteriza o Estado (no caso do Brasil aqui entramos nós, os senhores neofeudais) como fonte única do poder sobre os indivíduos (sobre as classes dominadas). Confere mais relevância aos micropoderes, que se produzem a cada instante, em todos os pontos, em todas as relações (de pais e filhos, de médico e paciente, de chefe e subordinado, professores-alunos, confessor-penitente, psicanalista e paciente etc.). São muitas as instituições que nos auxiliam na tarefa de “amansar” os indivíduos, consoante um padrão de disciplina. Isso vem desde o Iluminismo (século XVIII). Mas a pergunta mais importante é a seguinte: é o Estado (por meio de nós, os senhores neofeudais) que domina as massas ou são os micropoderes que fazem isso? Para Foucault são fundamentalmente os micropoderes que dominam. De acordo com essa teoria, portanto, Eduardo Cunha seria muito mais poderoso do que aparenta. Mas as aparências podem enganar.

Nós, os senhores neofeudais, contestamos em parte a tese de Foucault, que por sinal é muito criticada no mundo filosófico (cf. Jaime Osorio, El Estado en el centro de la mundialización), porque desconsidera o poder político que vem “do alto, de cima”, conferindo protagonismo somente para aquilo que vem de “baixo” (das relações diárias). O poder para Foucault seria ascendente (vai de baixo para cima), enquanto a teoria predominante (que nós seguimos) afirma o contrário (o poder é descendente, porque começa em cima e vem para baixo, onde muits instituições nos auxiliam nessa tarefa disciplinatória).

A questão mais relevante (para nós) na teoria de Foucault é que caberia contra o exercício dos poderes apenas resistências isoladas (dos alunos contra os professores, das mulheres contra o machismo, dos empregados contra seus empregadores etc.). Pensamos que essa tese nos é extremamente útil, porque tolhe a possibilidade de as massas se rebelarem contra as bases da nossa formação social, que se condensam hierarquizadamente no ente chamado Estado (dominado, aqui, por nós, os senhores neofeudais). Para a preservação dos nossos interesses é muito conveniente que as resistências sejam dirigidas contra os micropoderes, sem que nunca levantem os olhos (ou tirem as vendas dos olhos) visando à transformação dos macropoderes (exercidos por nós, os senhores neofeudais).

É importante para nossos padrões de prosperidade que não exista nada de tangível em termos de macrodominação para se contestar (a teoria de Foucault esvazia, atomiza, dilui e indetermina o poder do alto, de cima). Isso nos é muito conveniente. Essa, aliás, é a técnica empregada pela nossa tradicional aliada, que é a grande mídia: ela jamais apresenta os problemas com a perspectiva macrossocial. A lupa da mídia é sempre microssocial (algo tangível, concreto, determinado). A responsabilidade pelos problemas é sempre a imediata (nunca dos verdadeiros detentores do poder, que ficam invisíveis). Se uma escola não educa, o problema é da direção, do emprego do dinheiro público, do gerenciamento etc. Nunca o problema chega no topo, ou seja, nunca afeta o nosso poder neofeudalista.

A corrupção é sempre do funcionário público e do político, não nossa, não dos poderosos econômicos e financeiros (ou seja: dos senhores neofeudais). A corrupção delatada contra Eduardo Cunha seria exclusivamente do Eduardo Cunha, não de quem teria pago as propinas para ele (aliás, os nomes das empresas corruptoras são quase sempre atomizados, diluídos, intangibilizados, escondidos). É assim que nós, os senhores neofeudais, continuamos sendo os donos do poder. O impeachment é assunto que nos compete. No tempo devido decidiremos.

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Interessante o comentario postado no artigo, o qual explica o estado mental brasileiro dos com quem tenho discutido, os quais ja passaram da fase das necessidades baixas e agora concentram a cabeca na busca na busca da sua chacara, sua mansao, seu carro importado…..:

” Enquanto o povo não educado (sim, pois a educação/informação/esclarecimento) continuar interessado (precisado/necessitado) em casa, comida, telefone celular e num automóvel (qualquer automóvel) o que ai está vai continuar, e, ao que parece, por muito tempo ainda!!!

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E o meu comentario postado no artigo:

1 voto

Primeiro de tudo, os intelectuais que leem autores como Luis Flavio Gomes e entendem sua mensagem nas entrelinhas, precisam aprender a agir diferente do povo inerte, inutil e reclamao dos micropoderes. Agir diferente no sentido de acrescentar algo ao discurso e debate intellectual, como por exemplo, na militancia, agindo de fato. E qual o comeco para se agir de fato? Um intellectual falando aqui, outro ali, outro acola, nao valem nada, suas vozes se perdem no vazio. E’ preciso unir-se em grupo para criar alguma forca e fazer-se notar, ouvir. E entao, a qual grupo que esta tentando revelar o invisivel neofeudalismo ao povo cego, voce pertence? Qual o grupo de Luis Flavio Gomes atuando de fato nisso? Mas Luis Flavio nem sequer foi capaz de dar um nome a um boi neofeudalista. Como os intelectuais vao conseguir assim alguma forca vinda do poder do povo no combate aos neofeudalistas?

Entao vamos la. Neste momento e neste artigo, aqui na seção comentarios esta lancada a Associacao do Combate aos Bancos e Financeiras Privadas no Brasil.

Plano inicial:
Cada cidade so’ podera’ ter 3 bancos 1) O banco da cidade, onde todos os moradores são socios e balancete transparante total publicado mensalmente; 2) O banco do Estado a que a cidade pertence, onde os moradores do estado são socios, e 3) O Banco do Brasil onde os 200 milhoes de brasileiros são socios, com direito a votos, etc.

Se estas de acordo, de o sim embaixo. E continue atento para as outras associacoes que virao atacando este alvo. Senao, nao venha reclamar nada nos meus ouvidos…

E mais este comentario de outro leitor:

O texto me parece ter sido mal compreendido pelos colegas. O que entendo dele é o mecanismo de blindar os atores principais por trás dessas peças descartáveis que cumprem pequenas penas em troca das propinas. Propina, quando estive no Chile, é gorjeta. Ou seja, paga-se um percentual para o serviçal fazer um serviço em benefício de outro. O texto é crítico quanto a blindagem que fazem dos nossos verdadeiros governantes.

Os políticos não nos governam. São apenas peças do sistema que aceitam” migalhas “(migalhas comparadas com o que fica nas mãos dos poderosos). A riqueza que eles ( os invisiveis do poder real) possuem são riquezas reais. Ouro, diamantes, nióbio e terras são coisas que realmente tem valor. Moedas são manipuladas e impressas. Uma mera convenção social que atribui valor a essa folha de papel. É volátil, seu valor fica a cargo de empresas de análises de riscos e da bolsa de valores que são operadas pelas mesmas pessoas que possuem as riquezas.

O poder atrai esses bens.

O que acontece com a Grécia é isso. O FMI e o Banco Mundial retraem o dinheiro emprestado e colocam um monte de exigências ao povo grego que terá que pagar mais impostos ainda para que o FMI libere dinheiro para os próprios bancos. Isso parece piada. Como se os bancos internos gregos não fossem ramificações dos poderosos bancos internacionais.

Esse mecanismo é o mesmo empregado nos impérios antigos. Para garantir o bem estar da capital do império e as loucuras dos líderes, eles colocam o julgo em cima dos povos dominados. O Império Romano assim fazia. Dentro de Roma se tinha casas de banho, espetáculos colossais e fartura. Já nas cidades conquistadas, impostos, opressão e miséria.

Horizontalizando o problema de partido em partido não chegamos a origem do problema. Igual um jogo de xadrez que possui vários peões e outras peças para proteger o rei, assim eles fazem para se proteger. São tantas camadas de corrupção e mentiras que nunca os atingem. São níveis de vantagens que se afunilam até chegar ao topo da pirâmide.

Salvo engano, o que me parece ser a crítica do texto é, exatamente, o foco nos grupos de” micropoder “que possui as suas peças que blindam o” macropoder ” que coordena o circo de longe sem serem atingidos. Os seus capangas são presos, ficam em evidência, mas os chefes orquestradores do sistema ficam olhando o circo pegar fogo.

Bem… vemos aqui que criticar governos afeta somente a base da pirâmide. Nem faz cosquinha na estrutura. Apenas alterna figuras descartáveis na estrutura dominante. São escândalos atrás de escândalos e nada muda. Somente os rostos nos meios de comunicação. Aliás, sabemos que os meios de comunicação não vão divulgar o envolvimento dos donos das emissoras, né? Quem se autoincrimina? Ninguém.

Mas, tudo bem! Vamos continuar apontando para o partido A, partido B e etc.

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E assim, aos trancos e barrancos, caminha a Ciencia

sexta-feira, outubro 23rd, 2015

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Voce acredita que este cara esta dormindo?

7. Keeping Eyes Wide Open

Dormir de olhos abertos

Um psiquiatra e pesquisador do sono da Universidade de Edimburgh conduziu uma experiencia para determiner se as pessoas poderiam dormer quando expostas `a musica em alto volume, choques eletricos, e ouros fatores de perturbacao. Ian Oswald entao instalou um aparelho que segura os olhos abertos de um voluntario e ficou balancando uma brilhante lantern na frente dele. Todos os voluntaries cairam no sono e Oswald concluiu que o corpo pode ainda achar uma repeticao de estimulos permitindo a ele tirar sua soneca.

Pos e’. Ponha um bicho desse na cabeca depois de umas vinte horas acordado, e pode mandar vir a bacteria de samba da Sapucai batendo forte ao seu lado que dormiras no meio da folia e de olhos abertos… Palavras da Ciencia.

Mas a proposito, deixa-me aproveitar esta oportunidade desta noticia, para vender meu peixe, ou seja, mais um anuncio da Matrix/DNA. Voce nao acha estranho ver um corpo sempre se mechendo com energia, como o gatinho que pula em casa o dia inteiro, de repente totalmente imobilizado e assim fica por horas? E depois volta a se mexer, mexe daqui, pula dali, morde minha canela, arranha o sofa, puxa o rabo do cachorro, e depois, de repente, cai de novo naquele estado imovel por mais tantas horas… De onde veio isso?! Seria racional se este corpo parasse temporariamente paa se reabastecer de energia e voltar a mover-se, mas nao e’ isso que acontece. Emtao porque a Terra inventou isso que corpos vivos aqui tem de parar num ciclo  de determinadas horas? Que raios significa ” dormir”? Nao foram os vivos que inventaram isso pois se pudessem, na maioria, ficariam 24 horas acordados. Os animais para se protegerem dos predadores, a vaca para comer mais grama, os homens para ganharem mais dinheiro… Isto nos foi imposto de fora, mas porque, por quem?

Observando a formula que a Natureza aplica para criar sistemas naturais como sao os corpos dos seres vivos, e ainda observando como estava esta formula antes de vir para a Terra e criar os vivos aqui, temos a explicacao. Alias,… uma fantastica explicacao! Fazemos isso para enganar a morte…

Vamos trazer a formula ( la’ venho eu vendendo meu peixe…):

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

No nosso ultimo ancestral celeste, quando a energia, ou seu fluxo de informacao, chega nos seus ultimos suspiros de vida, ela se fragmenta em seus bits e se torna uma mera nuvem de poeira. Podemos dizer que o Sistema morreu. Na formula, esta etapa acontece na Funcao 7. Quando esta formla se refere ao nosso ancestral celeste, que e; o building block das galaxias, a Funcao 7 e’ realizada pelo cadaver estelar, uma estrela que que comecou a morrer na Funcao 6 e esta se desmanchando como qualquer cadaver aqui na Terra. Entao fica aquela poeira por um periodo girando sobre si mesma devido estar dentro de uma galaxia que gira, ate que comece a se formar um turbilhao, um rodamoinho no centro da nuvem. Chegam os cometas com energia nova pela Funcao 6, aquela massa de poeira e’ misturada com a energia, e sai do turbilhao o baby de um novo corpo celeste. O Sistema inteiro renasceu, por isso dizemos que ele e’ auto-reciclavel, ou seja, ele se ressuscita. Isto sigmifica que no period s’o na forma de poeira o Sistema estava morto.

Pois bem, esta forma vem deste jeito para a superficie da Terra, dirige atomos a formarem um Sistema como ela e’. Mas aqui com aforma biologica, a quimica, devido a presence da agua, esta formula nao funcionou assim. Aqui um Sistema biologico more e nao ressuscita. isto seignificaria muito pouco tempo de vida, o que nao permitiria a maturidade sexual, a  perpetuacao da especie, etc. Entao como resolver isto? O SONO PERIODICO. CICLICO!

Essa Natureza… Vai ser esperta assim la’ nas bandas da Alfa Centauro!

O fenomeno da” respiracao” tambem veio dai’. Toda vez que o Sistema morre, o turbilhao o engole, o inala, e quando fica cheio, o exala, o solta para fora. Assim o turbilhao ‘e uma bomba pulsante, de onde veio tambem todas as bombas, como o coracao…

Estou falando que estava tudo escrito nas estrelas a 5 bilhoes de anos atras… e voces teimam em acreditar… Deixa eu conseguir montar esta formula que fabrico em cima da mesa para todo mundo ver,  um macaquinho serelepe, vivo e completo, novinho em folha. So’ que nessa fabricacao eu demoro 3,5 bilhoes de anos…

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Estes boisinhos que gostam de pisar fundo no acelerador para impressionar a namorada e se rirem da cara de medo dela, deveriam se olharem no espelho como ficam suas caretas, e nunca mais repetiririam isso.

9. Quickly Accelerated Man Alive                                                                                            O Homem vivo mais rapidamente acelerado

John Paul Stapp se tornou conhecido como ” o homem vivo mais rapidamente acelerado da Terra”, depois que ele fez uns experimentos de voo acelerado usando-se a si mesmo como cobaia. Seu experimento provou ser imensamente util considerando os efeitos da aceleracao e desaceleracao no corpo humano como tambem para desenvolver mais confortaveis e seguros designs de avioes. Meu avo tentou fazer isso muito tempo antes mas na primeira experiencia perdeu a dentadura.

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