Archive for setembro, 2018

Nove traços de personalidade de pessoas más

terça-feira, setembro 25th, 2018

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Aqui na comunidade Matrix/DNA nos preferimos a teoria de que “os humanos são 8 bilhões de genes semi-conscientes construindo um embrião único super-consciente, o qual sera’ os 8 bilhões em 1”.

Portanto, cada ser humano é uma informação para o conjunto total do ser sendo construído. Se apenas um humano falhar não contribuindo com sua informação, o todo pode nascer com aleijões.  Assim como não vemos o corpo da nossa mente nem temos ideia do que seja, assim não sabemos  na nossa semi-consciência atual qual a nossa missão… mas os genes nunca sabem, no entanto fazem seu trabalho para o qual existem.

Mas… ao mesmo tempo, a teoria da Matrix/DNA diz que os humanos são 8 bilhões de fracões de um grande erro, ou defeito. Que, quando estavam na forma de um único ancestral, este escolheu o caminho antinatural, anti-universal, de ser um sistema fechado em si mesmo. E a Natureza Universal não aprovou isso, desfechando o principio degenerativo da entropia que produz  a queda de tal sistema. Foi quando a evolução descartou os sistemas astronômicos e continuou nos minúsculos sistemas biológicos. A entropia fragmentou o ancestral em seus bits-informação, dividindo o erro total em 8 bilhões de pedacinhos… pequenos defeitos do grande defeito. Pondo estes 8 bilhões de fracões de um defeito a se digladiarem entre si, mostra a cada qual o efeito indesejável do defeito no outro, e assim, no final todos devem odiar o defeito total, quando então, termina a queda e a criatura volta a escolher o sistema aberto.

Estes defeitos recebem na psicologia nomes, e a seguir temos nove destes nomes e suas definições. Se parece ser inteligente e vantajoso conviver, ajudar, colaborar com o humano como gene, também parece ser mais inteligente desaprovar, se despegar do humano como defeito. Sem violência, ofensas, devemos cortar relações com humanos que mais expressam o defeito que a missão, pois senão o fizermos estaremos alimentando o defeito e transferindo do missionário os recursos materiais que ele necessita para poder cumprir sua missão. Vejamos a lista:

Nove traços de personalidade de pessoas más

1. Egoísmo: a preocupação excessiva com o próprio prazer ou vantagem em detrimento do bem-estar da comunidade.

2. Maquiavelismo: manipulação, afeto insensível e inclinação estratégica-calculista.

3. Desapego moral: uma orientação cognitiva generalizada para o mundo que diferencia o pensamento dos indivíduos de uma forma que afeta muito comportamento antiético.

4. Narcisismo: o reforço do ego é o motivo absoluto.

5. Direito psicológico: um sentimento estável e generalizado de que se merece mais e se tem mais direito do que outros.

5 mentiras sobre psicologia que você provavelmente acredita

6. Psicopatia: déficits no afeto (ou seja, insensibilidade) e autocontrole (ou seja, impulsividade).

7. Sadismo: uma pessoa que humilha os outros, mostra um padrão duradouro de comportamento cruel ou humilhante para os outros, ou inflige intencionalmente dor ou sofrimento físico, sexual ou psicológico aos outros para afirmar poder e domínio ou para prazer e diversão.

8. Interesse próprio: a busca de ganhos em domínios socialmente valorizados, incluindo bens materiais, status social, reconhecimento, realização acadêmica ou ocupacional e felicidade.

9. Rancor: uma preferência que prejudicaria o outro, mas que também acarretaria danos a si mesmo. Esse dano pode ser social, financeiro, físico ou um inconveniente.

Esta lista foi obtida num artigo sobre uma pesquisa cientifica, que aborda a questão com mais informações, no link:

https://hypescience.com/tracos-personalidade-sombria/

Estudo sugere nove traços de personalidade de pessoas más

 

Origens da vida: Joel de Rosnay, entrevista interessante e livro a comprar

terça-feira, setembro 25th, 2018

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https://super.abril.com.br/ciencia/joel-de-rosnay-a-vida-nao-surgiu-por-acaso/

Joel de Rosnay: “A vida não surgiu por acaso”

( Obs: Procurar este livro, versao em ingles: Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil )

Desde Aristóteles, há 2300 anos, aos bioquímicos dos laboratórios computadorizados dos dias atuais, filósofos e cientistas – para não falar dos pensadores religiosos de todos os credos e épocas – têm procurado a resposta para aquilo que seguramente é a maior interrogação sobre a face da terra: como , quando e por que surgiu o que se chama vida? Esta portentosa pergunta, comparável apenas a indagação sobre a origem do Universo, desdobra-se numa variedade tão grande de complexas questões que chega a lembrar as assombrosas diversidade das formas vivas que povoaram este planeta.

Terá sido, por exemplo, um acidente num percurso dos componentes primitivos a matéria inanimada – o acaso, em suma, a matriz primeira da matéria orgânica? Ou, desde a formação da terra, uma lógica implacável determinou o nascimento das moléculas vitais? E que peculiaríssimo arranjo químico foi esse que, até onde a ainda precária vista humana alcança, só parece ter impregnado um único corpo celeste? Excluída a idéia da intervenção divina, pelo simples motivo de que tal resposta está além de qualquer verificação cientifica, restam as hipóteses construídas pelos próprios cientistas.
Estas não apenas são verossímeis, dado o acumulo de conhecimentos que permitiu formulá-las e testá-las, como também descrevem o que talvez seja a suprema odisséia já ocorrida nestas paragens do Cosmo. Do casamento das chamadas ciências planetárias, como a Geologia, a Climatologia e o estudo da atmosfera, com a Biologia Molecular e a Microbiologia, emergiu enfim uma explicação coerente e articulada para o enigma da vida. Poucos cientistas têm tanta familiaridade com cada tijolo dessa construção admirável quanto o francês Joël de Rosnay.

Aos 52 anos, químico de formação, ex-pesquisador do Instituto Pasteur, de Paris, e do não menos renomado Massachusetts Institute of Technology, em Cambrigde, Estados Unidos, Rosnay é autor, entre outros livros, de um clássico no assunto, Las origines de La vie, de 1965, do qual uma nova versão saiu em 1988 sob o titulo L’aventure Du vivant, ainda não editado no Brasil, assim como o anterior. Atual diretor da Cidade das Ciências, de La Villette, define-se como “um misto de administrador, cientista e comunicador”. Nesta entrevista a Dominique Simonnet, da revista francesa L’Express, que SUPERINTERESSANTE publica com exclusividade para o Brasil, Rosnay sustenta que “ a vida é o resultado de uma longa evolução”.

Já se passaram mais de vinte anos desde a publicação de seu livro As origens da vida. Nesses vinte anos o mistério original se esclareceu?

Em parte. As recentes descobertas confirmaram sobretudo uma grande idéia: a vida não apareceu por acaso. Ao contrário, ela é o resultado de uma longa evolução da matéria, das moléculas simples às primeira células. É um processo continuo intimamente ligado à evolução da própria terra. A novidade é que foi possível reproduzir em laboratório as principais etapas desse processo.

A idéia de que a vida surgiu da matéria lembra o conceito de “geração espontânea” dos nossos bisavós. Quer dizer então que eles não estavam completamente errados?

É verdade. Mas eles acreditavam que os vermes brotavam da imundície e as moscas, da carne estragada. No século XVII, um célebre médico chegou mesmo a dar uma receita para a criação de ratos em 21 dias a partir de um grão de trigo e de uma camisa suja. Pasteur acabou com esse mito: as gerações espontâneas eram na realidade devidas aos microorganismos que proliferam num ambiente. Na época concluiu-se daí que a vida só poderia nascer da vida. Como então explicar sua primeira aparição? Só havia duas soluções: uma origem divina, mas aí já não se tratava de ciência, ou uma origem extraterrestre – meteoritos teriam trazido os germes da vida, o que tampouco resolvia o problema. A ciência ficou assim bloqueada anos a fio.

Até que finalmente ela se resignou a estabelecer a ponto entre a matéria e a vida.
Sim. Graças em parte a Darwin, que introduziu a idéia fundamental da evolução do tempo. Isso seaplica as espécies vivas, desde o primeiro organismo até o homem. Mas também, como Darwin sugeriu, às moléculas antes mesmo das primeiras células. No começo do século, os bioquímicos Aleksander Oparin e John Burdon Halden afirmaram que os componentes da vida se formaram a partir das moléculas simples que se encontravam na Terra por ocasião de sua formação, há 4,5 bilhões de anos.

Por que isso aconteceu na Terra?

Porque se trata de um planeta realmente peculiar: possui uma massa suficiente para reter gases numa atmosfera; fica a uma boa distância de uma estrela, o Sol, que irradia infravermelhos e ultravioleta capazes de desencadear reações químicas. Sob o efeito dos raios ultravioleta do Sol e dos violentos relâmpagos terrestres, as moléculas de gás da atmosfera primitiva (principalmente metano, amônia e vapor de água) se partiram e se recombinaram em elementos mais complexos: as primeiras moléculas, a que chamamos orgânicas, porque elas entram hoje na composição dos seres vivos. Durante milhões de anos, essas moléculas caíram do céu, trazidas pelas chuvas resultantes da condensação do vapor de água nas camadas frias da atmosfera. Assim se fixaram duas características essenciais do mundo vivo: sua composição química – todos os organismos são feitos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio: e sua fonte de energia – o Sol.

Como se descobriu isso?

Mediante simulações em laboratório. A mais célebre foi realizada nos anos 50. Um jovem químico, Stanley Miller, fechou uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água (os quatro gases da atmosfera primitiva) num tubo de ensaio, que foi submetido a poderosas descargas elétricas para simular os relâmpagos e que ele havia equipado com um sistema de condenação da água para fazer as vezes das chuvas. Ao cabo de uma semana, ele obteve um liquido vermelho – alaranjado, onde encontrou notadamente aminoácidos, elementos essenciais dos seres vivos. Estava estabelecida a prova de que compostos orgânicos podiam se formar a partir de moléculas inertes.

Apesar disso, fica faltando a dimensão do tempo, è qual o senhor dá importância.

Sim, mas em laboratório sabe-se acelerar as reações e abreviar a duração. Além disso, de seu lado, os astrofísicos descobriram moléculas orgânicas no espaço, mais de setenta em quinze anos. Em 1986 a sonda Giotto encontrou tais moléculas no núcleo do Cometa de Halley. Isso mostra que antigamente a formação dessas moléculas não era um caso excepcional no Universo. Duas delas, o formaldeído e o ácido cianídrico, parecem haver desempenhado um papel importante: submetidas aos raios ultravioleta, deram origem a duas das quatro bases que compõem o DNA, o suporte de hereditariedade, ou seja, duas das quatro “letras” do código genético que caracteriza os seres vivos. Todas essas moléculas se acumularam inicialmente num gigantesco caldo de cultura, a sopa primitiva. As reações essenciais não se produziram apenas nos oceanos, como se acreditou durante muito tempo, mas também nas lagunas e nos pântanos, lugares secos e quentes de dia, frios e úmidos à noite, e sem dúvida no barro. Tais ambientes desempenharam o papel de desencadeadores das reações.

Ora, a vida nascida do barro. Reencontra-se um dos grandes mitos da criação.

Sim. Os pesquisadores israelenses e americanos que simularam em laboratório os ciclos de secamento dos mares confirmaram: em presença do barro, as famosas bases se juntam espontaneamente em pequenas cadeias de DNA e sobretudo de RNA, o outro suporte da informação genética ( que duplica o DNA da célula). Ora, segundo uma descoberta realizada em 1986 pelo americano Thomas Cech, esse RNA tem um poder extraordinário – o de auto-reproduzir. Outra experiência, esta do americano Sidney Fox, permite completar o argumento. Segundo ele, certas moléculas se aglutinaram na sopa primitiva em numerosíssimas bolinhas, as “microsferas”, de certa forma como gotas de óleo na água. Foi uma grande novidade: cada gota podia, com efeito, possuir um conteúdo químico próprio. Sabe-se que certas reações internas podem destruí-la; outras, ao contrário, podem estabelecer sua estabilidade. Resultado: aquelas que dispunham de um conteúdo favorável puderam subsistir notadamente as que colhiam as famosas cadeia de RNA, capazes de se auto-reproduzir. Essa seleção natural química durou um bom bilhão de ano. Houve portanto luta pela vida – antes da vida.

Mas a partir de que momento existe vida

É uma questão de definição. Admite-se geralmente que um organismo vivo é um sistema capaz de assegurar sua própria conservação, de se gerir a si próprio e de se reproduzir – três propriedades que se aplicam a célula. Um cristal, ao contrário, não vive: ele é capaz de se reproduzir, mas não de metabolizar energia. O caso do vírus é mais ambíguo. Pode-se, por exemplo, transformar um vírus, como o mosaico do tabaco (TMV), em cristais, como o do açúcar comum, e conservá-lo durante anos. Ele não se reproduz, ele não se manifesta, ele não “vive”. E depois, um dia, pode-se buscar o pó, acrescentar-lhe água e despejar um pouco da solução numa folha de tabaco. A planta apresentará rapidamente sinais de infecção: o vírus reencontrou seus poderes e se reproduz a uma velocidade assombrosa. Digamos então que o vírus se situa na fronteira da vida. Segundo uma teoria original, os vírus seriam estruturas aperfeiçoadas, células que teriam evoluído livrando-se do estorvo do material da reprodução para se reduzirem a sua expressão mais simples. Em todo caso, ao contrario do que se chegou a acreditar, os vírus certamente não foram as primeiras formas de vida, pois eles necessitam de estruturas vivas para se reproduzir.

Os primeiros seres vivos foram portanto as esferas dotadas de RNA, as “gostas de vida”?

Provavelmente. Essa vida teria então invadido a terra muito depressa, ela teria contaminado como … um vírus. Talvez em menos de um ano, quem sabe. Quase nada., comparando aos bilhões de anos precedente. Não esqueça: quando uma célula se divide em duas, depois em quatro, oito dezesseis, 32 etc., chega-se muitos rapidamente a quantidades astronômicas. Além do que, naquela época não havia nada que destruísse os primeiros organismos. Hoje, qualquer tentativa de aparecimento de uma nova vida seria instantaneamente aniquilada pelos atuais seres vivos. A vida queimou as pontes atrás de si.

Quando ocorreu aquela contaminação?

Pelo menos a 3,5 bilhões de anos, visto que os mais antigos fósseis de bactérias, descobertos na Austrália, datam desse período. Em seguida, no interior das microgotas, o jogo das estruturas químicas conduziu progressivamente ao estabelecimento de um código genético rudimentar, depois à dupla hélice do DNA – este se impôs porque apresentava vantagens sobre o RNA, principalmente uma estabilidade maior. Mas como isso se deu? Os biólogos ainda não sabem. É um dos seus principais elos perdidos.

Será que algum designo, ou alguma lógica teria conduzido a natureza a inventar o DNA?

A natureza não “inventa” nada, não tem intenções; ela procede por eliminação. A vantagem do DNA é ter permitido,, mediante o jogo das mutações, uma variedade considerável de formas vivas. Com o tempo, o ambiente criou novas condições, novas necessidades. Os organismos que não foram capazes de se adaptar a elas acabaram eliminados. Os outros proliferaram. É o principio darwiniano da seleção natural.

Mas, se existem necessidades, não se pode dizer que o acaso participe dessa história?

Alguns pensam que a vida nasceu por acaso, por um arranjo acidental nos oceanos. O que faria da vida um acontecimento exclusivamente terrestre. Mas, para a maioria dos cientistas, a primazia é da necessidade. Nesse caso, todo planeta que contenha água e se encontre a uma distância ótima de uma estrela quente pode ter acumulado moléculas da mesma maneira que a terra. E estas, ao se tornarem mais complexas, desembocaram substancias químicas com seu meio etc. assim de necessidade em necessidade, a evolução química pode acabar resultando em seres vivos rudimentares.

Então a vida em outros planetas também se basearia no DNA?

Provavelmente. O DNA se insere numa evolução química lógica do Universo.

Depois que apareceu o DNA, o que aconteceu?

As microgotas continuaram a aperfeiçoar seu metabolismo. Depois da fermentação, a forma mais primitiva de obtenção de energia, que se produz na ausência de oxigênio, surgiram a fotossíntese e a respiração. A primeira se baseia na clorofila; a segunda, na hemoglobina. O universo de uma é verde. O da outra, vermelho. Mas essas duas moléculas são praticamente idênticas e provavelmente originarias de um mesmo “ancestral químico”. O surgimento da fotossíntese encheu o ambiente de oxigênio – o que sem duvida fez surgir na alta atmosfera a famosa camada protetora de ozônio. Produziu-se então uma separação entre aqueles que obtinham energia diretamente a partir do Sol e aqueles que absorviam as substâncias e o oxigênio rejeitados pelos outros. É a espoleta da separação entre mundo animal e mundo vegetal.

Já? Num estágio tão primitivo?

Assim se acredita. A árvore da vida ramificou muito cedo. Depois das bactérias e das algas aparecem as células ais complexas, dotadas de um núcleo e de órgãos… ? duvida Segundo uma teoria muito recente. Tais células teriam resultado de simbioses: a célula vegetal, por exemplo, seria uma célula na qual teria ido viver uma alga – e assim teria constituído nela o cloroplasto. A célula animal com núcleo teria da mesma forma, acolhido uma bactéria – que nela viria a se transformar na mitocôndria, uma espécie de minicentral de produção de energia.

Uma lógica de associação, desta vez?

Sim. Pois chegou um momento em que nenhuma dessas células pôde evoluir sozinha. Os dejetos que elas, por assim dizer, cuspiam no ambiente as envenenavam: elas também conheceram a poluição. Seu modo de sobrevivência foi se associar em sistemas, o que oferecia a vantagem de diversificar o trabalho. Então elas se diferenciaram. Vê-se ainda esse fenômeno no caso do volvox, pequena célula independente munida de flagelos: num meio pobre em substâncias nutritivas, esses organismos secretam uma espécie de gel e se colam uns aos outros formando um colônia que pode alcançar vários milhares de espécimes. Então eles se deslocam todos na mesma direção, de maneira muito coordenada, formando uma única entidade. Talvez tenha sido uma lógica parecida que tornou possível o aparecimento dos primeiros seres multicelulares. Também a sexualidade teve seu papel: é um modo de fundir o DNA, portanto, de criar variedade. Depois, a árvore da vida continuou a se ramificar: os cogumelos, as algas multicelulares, as esponjas, os corais, os peixes, os insetos, os pássaros, os mamíferos…

… e o homem, enfim. O senhor … ? duvida

Sim, se considera que a sociedade humana forma com a biosfera (ou seja, a parte viva do planeta) um gigantesco organismo que vive e continua a evoluir. As invenções do cérebro humano serão agora os equivalentes das mutações.

Mas se está muito longe das primeiras gotas de vida.

Nem tanto. O DNA guarda na memória trações da evolução biológica. No curso de seu desenvolvimento, um feto revive rapidamente algumas etapas dessa evolução. Nosso cérebro, com suas três partes – , é igualmente o resultado de um espécie de sedimentação. E a composição química de nossos tecidos permanece muito semelhante à do meio orgânico há 4,5 bilhões de anos: cada uma de nossas células é um pedacinho do oceano primitivo do qual emergiu a vida. De fato, nosso corpo inteiro continua a contar a história de nossas origens.

Como surgiu essa hipocrisia de “direita = bem/esquerda = mal”. Nao seja esquerdista, seja transformador.

domingo, setembro 23rd, 2018

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Direita x Esquerda, não! E' conservador x transformador

Direita x Esquerda, não! E’ conservador x transformador

Os partidos e movimentos tachados de “esquerdistas”, ou “left”, jamais deveriam mencionar as palavras direita ou esquerda em relacao a politica, economia, sistema social, etc. Muito menos aceitar quando alguem fala estas palavras, para não ser conduzido como marionete a perder no debate e suscitar no publico leigo sentimentos de aversão. O mundo e’ redondo e esta sempre girando, não existe nenhum ponto fixo de referencia para dizer “este lado e’ esquerdo ou direito”, apenas a cultura predadora dominante adotou isso por conveniência, desde os inícios da criacao desta doutrina, como explica este texto:

” Curioso notar que a associação de esquerda/ruim e direita/bom está presente no Oriente médio tanto para árabes como judeus, e impregnou nossa cultura ocidental. O lado direito é mencionado positivamente mais de 100 vezes na Bíblia. Jesus senta à direita do Deus-pai. A esquerda aparece só 25 vezes – e quase sempre negativamente. Isso teve consequências desastrosas na Idade Média: Pela lógica, a Igreja entendeu que a esquerda estava ligada ao Diabo. Durante a Inquisição no século XII e a caça às bruxas organizada pelos protestantes na América no século XVI vários canhotos foram torturados e queimados como bruxos.”

http://www.saindodamatrix.com.br/

Assim de chofre, eu sugiro que estes movimentos sempre contestadores do poder estabelecido, cujos agentes sempre serao, obviamente, conservadores, se chamem de “transformadores”, ( que e’ justo o oposto de conservador), e comecem a impor este nome nos debates ou entao, saiam sem aceitar o debate se insistem em esquerda ou direita. A Natureza e’ transformadora, ela não conserva nada eternamente, assim o transformador se torna o naturalmente certo e o conservador, contra as leis naturais. Os transformadores que tem aceitado a alcunha de esquerdistas tem sido burros…

Porque sempre tive perfeita saude depois de descobrir a formula do DNA? A meditacao baseada na formula, explica?

sábado, setembro 22nd, 2018

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O texto abaixo, obtido neste link, diz sobre tres experimentos ( falta-me confirmar aa fontes e verificar se esta descricao corresponde fielmente aos experimentos ) que são previstos na minha interpretacao da formula da Matrix/DNA, o que poderia ser uma indicação de estou no caminho certo. E’ preciso saber ler o texto separando fatos de interpretacoes teóricas dos autores, e a interpretacao final pelo autor do texto diferencia da minha interpretacao. Enquanto o autor do texto diz acredita na “a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo”, a minha interpretacao da formula sugere que existe uma onda de luz contendo as informacoes para construir um sistema natural funcional sob evolucao, ao se propagar na substancia espacial essa onda gera atrito que produz o que denomino eletricidade ou energia, a qual e’ o elo entre a massa espacial e a luz. O DNA deve conter um grupo de fotons constituindo a formula e fotons dispersos tendem a interagirem e se acomodarem com os fotons do DNA, o que explicaria os resultados das experiencias e e’ o modelo em que baseio a dinâmica do meu metodo de meditação, talvez o responsável por manter minha saude. Mas lembre-se, talvez não e’ certeza, ainda falta muitos testes, inclusive com outras pessoas para confirmar ou negar esta minha teoria. Eu sou extremamente cético e não acredito nem em minhas teorias mesmo que baseadas na pura logica dos fatos conhecidos, entao porque continuo esta meditação? Porque não me custa nada, me faz vencer insônias trazendo um sono harmônico, me e’ agradável, e obedeço o lema de que “em time que esta ganhando, não se mexe”. principalmente se a mexida pode significar ficar suscetível a doencas.

http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/03/dna-emocoes.html

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A seguir três experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e auto-cura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi relatado por Gregg Braden em seu programa intitulado Curando Corações/Curando Nações: A Ciência da Paz e o Poder das Orações:

EXPERIMENTO #1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência. Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixada dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição destes fotons e descobriu-se que estavam distribuidos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.

Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.

Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz?

Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo. (sublinhado por mim)

EXPERIMENTO # 2

Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nesta experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de vídeoclips. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.

Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 kilometros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão.

O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isto? Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO #3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)

Este Experimento relaciona-se diretamente com a situação do Antrax. Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana e colocou-se em um recipiente onde se podia medir as alterações do mesmo. Vinte e oito amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso.

2. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez “descarregado” por emoções negativas? Agora já sabe porque seu corpo também se descarrega! Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles. Assim, o que temos aqui é uma resposta que nos pode auxiliar a permanecermos com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.

Estas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

Interpretacoes de Gregg Braden:

O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O efeito Isaías, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao escolhermos nossos sentimentos. Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se focas em temer qualquer coisa seja lá o que for, estás enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que mais temes. Em troca, se puderes manter-te com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão, e focar em trazer mais disto para tua vida, automaticamente irás afastar o negativo.

Estarias escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com estes sentimentos. Sendo assim, esta é uma proteção para o que vier: Busque algo pelo qual estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que podes ter.

Fonte: Gregg Braden

Tradução: Liane B. de Mesquita, a partir da tradução em espanhol de Abjini Arraíz

Referências: The DNA PHANTOM EFFECT (update);
DNA can be influenced and reprogrammed by words and frequencies

Humor na Matrix: Quem esta encima ou embaixo no Mapa Mundial?

sexta-feira, setembro 21st, 2018

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( postado no Facebook em 21/09/18)

O povo do sul sempre foi enganado. O mapa mundial sempre foi enfiado nas suas cabecas que o Norte esta em cima, e’ superior, o Sul esta em baixo, inferior. Desde que o planeta e’ redondo, e não existe acima ou abaixo no ceu, porque todos os mapas são mostrados apenas na posicao em que a Europa fica em cima, o Brasil fica embaixo? Absurdo, isto não tem a menor justificativa racional.
Ai chega o europeu an biblioteca e me diz:
– ” Excuse-me… porque voce esta vendo o mapa de ponta-cabeça?”
– ” Estou com o mapa na posição certa!”
– ” Nao senhor. A Europa fica em cima…”
– ” Quem determinou isso? Baseado em que? Em relacao a qual ponto de referencia?”
– ” Bem,… não sei, mas as letras no mapa sempre vem assim olha. Como voce le as letras de ponta-cabeça?”
– ” Entao fazem estes mapas errados. Deviam fazer metade dos mapas com as letras viradas para o norte e outra metade com letras para o Sul. Assim ficaria livre para se escolher qual prefere. Mas o Brasil fica em cima, a Europa em baixo.”
– ” Nao. A Europa em cima…
-” Negativo. O Brasil em cima…
Ficaram discutindo ate que o planeta deu meia volta e o que estava em cima foi para baixo…

Pense nisso olhando o mapa abaixo:

Mapa Mundial na posicao certa!

Mapa Mundial na posicao certa!

Matrix/DNA: Nova interpretação do mundo esbarra no sistema operacional humano.

quinta-feira, setembro 20th, 2018

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Como diz o americano Scott Adams:

“A maioria das pessoas sabe o que é viés de confirmação, senão pelo nome, certamente por experiência pessoal. Todos sabemos quanto é difícil mudar a opinião de alguém sobre algo importante, mesmo quando todos os fatos estão do nosso lado. O que os não persuasores usualmente não percebem é quão prevalente é o viés de confirmação. Ele não é um bug ocasional no sistema operacional humano. Ele é o sistema operacional humano. Somos programados pela evolução para fazer com que novas informações apoiem opiniões existentes, desde que isso não nos impeça de procriar. A evolução não liga se você compreende ou não a realidade. Ela só quer que você se reproduza. Também quer que você conserve energia para coisas importantes, como sobreviver. A pior coisa que seu cérebro pode fazer é reinterpretar a realidade em um filme totalmente novo a cada nova peça de informação. Isso seria exaustivo e não traria nenhum benefício. Em vez disso, o seu cérebro escolhe o caminho de menor resistência e instantaneamente interpreta suas observações para se adequar a sua visão de mundo. É bem mais fácil.”

Obtido num artigo analisando a metade da população que acredita ter sido o atentado a Bolsonaro, uma farsa.

https://cultura.estadao.com.br/blogs/estado-da-arte/quem-nega-o-atentado-contra-bolsonaro-assume-viver-uma-alucinacao-coletiva/

 

Papo entre filósofos

quinta-feira, setembro 20th, 2018

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Papo apenas entre filosofos sobre esta noticia:

Isto apenas confirma que o consciente coletivo do Brasil ainda está num estágio sofrível, lamentável. Recém-nascido no qual ainda é dominante a psique modelada pela genética herdada dos ancestrais irracionais. O que dizem “direita” é a classe animalizada dos grandes predadores ( anacondas, tubarões, leões,etc.), o que dizem “esquerda” é a classe dos médios predadores aspirantes a grandes (lobos, raposas, pequenas anacondas ou cobrinhas, etc.). Como o código da vida tem 4 variáveis, faltam duas forças, as quais são a classe das presas e a classe dos elevados que se exorcizaram destes instintos, não são direita, nem esquerda, nem presas. Mas como são raros, essa força não se expressa, e quanto às presas, nunca se expressaram em luta pelo poder predador. Mais uma dezena de anos assistindo este teatro dos horrores… – ” Mas Louis deixa de ser burro! Pregar a tese de que o homem é evolução dos animais só inculca nos humanos o ódio contra você, tu só tens a perder, o certo é pregar a tese romântica de que o homem veio de Adão e Eva, aí todos te adoram, te dão até seus salários,..”. – ” Sei disso, mas pelo mesmo vício dos outros alimentarem as fantasias imaginárias infantis até na vida adulta e pagarem caro por isso, eu tambem nao consigo vencer o meu vício de crer que a Verdade, se expressada, melhoraria o Brasil…”

André Philos – Com esses 2 não dá nem vontade de morar no Brasil. Sério, se confirmar esses lixos no 2o turno eu largo a minha vida social, todo brasileiro será um inimigo.

Louis Charles Morelli – Parabéns pela posição, porém tem um problema. Isto é mera continuidade de 500 anos de lixo no poder e de servos que alimentam esse poder. Mas do caos sempre se levanta o princípio da ordem, então, assim como você, alguns raros pioneiros da ordem vão se despertando aqui e ali, mas se todos abandonam o barco, o Universo tem que ficar adiando seu projeto. Os raros tem que se identificarem, se unirem.

 

 

 

 

 

 

A Matrix/DNA é atéia? Qual o tipo de Deus deduzido da Filosofia Naturalista?

quinta-feira, setembro 20th, 2018

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Não. Ateu é o individuo que entra na imaginaria metafisica para dizer que lá não existe Deus. A Matrix/DNA lida apenas com fenômenos e eventos naturais, e perseguindo estes ela chega ate’ as ultimas fronteiras do Universo, o tempo vai até o instante do Big Bang, mas sempre para ai’, e dai’ retorna, revendo o que viu. Então ela não poderia ser deísta – do tipo de deísmo sugerido pela Bíblia – porque em toda essa caminhada ela nunca viu nada metafisico, nenhum Deus sobrenatural. Inclusive acho um contra-senso os deístas imaginarem que exista um Deus “que não é deste mundo”, que é “espirito”, um ser sobrenatural, que faça magicas fazendo coisas aparecerem do nada. Um deus desse tipo seria inútil para humanos. A forma de funcionar sua consciência, sua inteligencia, seus pensamentos, seriam totalmente diferentes dos pensamentos, sentimentos, desejos e emoções dos humanos. Se para um humano é insuportável assistir uma fera predadora comendo uma ovelha viva, para esse deus isso ignorável, sem importância.  Esse deus teria que se vestir de natural quando quisesse se relacionar com humanos, viver no meio de humanos, assistir e interferir na vida de humanos. Teria que comunicar-se nos idiomas dos humanos e ter a voz captável pelos ouvidos humanos. Mas ele não precisa disso, pelo mesmo motivo que a mãe gravida não se comunica com os genes que constroem seu filho. Basta ele ter a certeza que de uma maneira ou outra os genes construirão seu filho e perfeito.

Mesmo que esse Deus fosse metafisico – para entender e se envolver na vida humana, ele não pode ser metafisico. E aqui então, apenas aqui, a Matrix/DNA, tem a sensação, durante sua caminhada, e na analise do que vê, que exista ao menos um deus. Mas é um deus natural, que gera filhos e não cria do Nada. Que gera pelo mesmo processo genético. Que só recebe o nome de deus porque não tem outro nome adequando para algo natural que já existia desde antes do Big Bang, que deflagrou o Big Bang num mero ato de fecundação como meus pais deflagraram o microscópico big bang ao romper da membrana de um espermatozoide no centro do ovulo e deu inicio ao meu corpo num ato de fecundação.

Que só recebe esse nome porque em toda essa caminhada se sentiu uma estrela sempre indicando o norte, e quando chegamos na ultima fronteira, a estrela continua lá, indicando o norte, o mesmo caminho natural. Com esse deus natural ainda seria quase impossível a nos comunicar-mos, pois o resultado aprendido na caminhada indica que esse deus, é hermafrodita, está gravida, e nem uma mãe nem um pai pode se comunicar com os genes que constroem o embrião de seu filho. Talvez a oração fervorosa, de um tipo realmente emocional, especial, seja captada e ouvida e até atendida pelo pai e a mãe, porque ela pode funcionar como quando o embrião chuta a barriga, reclamando que algo vai mal.

A Matrix/DNA nunca se esquece, nos seus estudos, de seu Deus. Porque ela nunca se esquece da Natureza em sua totalidade atuando sobre o minusculo objeto que ela estuda, e isto é seu Deus. Mas ela nunca percebeu nenhuma força atuando nos fenômenos e eventos que não tenha sido detectada como natural, e nunca vê deus influenciando no objeto e nos eventos ao redor dos objetos, então, porque se preocupar ou ocupar-se com sua existência? Basta ‘a Matrix/DNA que ela procura aprender tudo e agir correto para contribuir com o processo da embriogênese, ou seja, com a evolução natural. Alias, em algum lugar foi escrito: ” Se queres conhecer a Mim, se queres saber como penso, observe e estude a Minha Obra!” Todo artista se revela em sua obra. E qual o elo entre um deus, mesmo que fosse metafisico, e o homem? Senão a Natureza?

Porem, não se deve esquecer que a biosfera terrestre, e mesmo esse sistema solar, são partes da natureza mais imediatas e próximas a nos, ao alcance do nosso tato e visão. Mas a Natureza é universal, é o Universo, e este – as fotos do Hubble estão avisando – é de uma dimensão estonteante, parece não ter fim. O ambiente e essa biosfera que nos cerca está em estado de caos, o que é apenas 33% da Natureza, ou de um ciclo da evolução. Depois de conhecido este estado de caos pelo qual nossos corpos físicos foram criados, vem o estado da ordem, já vislumbrado ao se levantar os olhos e ver a perfeita sincronia da mecânica do sistema solar. Para entende-lo temos que superar o pensamento reducionista e entrar no pensamento sistêmico. Mas mesmo depois do estado da ordem ainda temos apenas 66% da Natureza Universal. Os outros 34% por cento vem da comparação entre caos e ordem, de onde emerge seu nome, a SABEDORIA.

Se a Matrix/DNA tem o desejo e a necessidade de ser eterna, infinita, de não morrer com tão pouca vida, ela não precisa de um deus sobrenatural para lhe dizer que ela tem uma essência infinita. Ela aprendeu que todo sistema natural é composto de hardware e software, que sua mente, ou auto-consciência, e o software em seu cérebro. E ela sabe que a copia do cérebro, chamado de computador, tem suas gerações e mais gerações de hardwares abandonados, desaparecidos. Ela sabe que uma copia de um software foi inserida em uma unidade do hardware, que essa copia de software se foi quando o hardware se foi.  Mas ela sabe também que o verdadeiro software nunca foi totalmente colocado num computador. Em cada unidade, em cada geração, o software emitiu uma copia e a destacou para tal lugar, para tal unidade, para executar sua função. Quando aquela copia se vai com o hardware, a função executada, os obstáculos enfrentados, a aprendizagem adquirida, tudo isso é incorporado ao software total que de longe observou.

Assim como o DNA primordial teve trilhões de copias materiais divisíveis e todas morreram ou estão para morrer, mas o DNA primordial continua vivo, apenas evoluiu nestes 3,5 bilhões de anos. Como?  Porque?  Ora porque DNA visível é hardware, mas ele apenas funciona sob um comando de instruções, o qual é invisível, é o seu software, o seu projeto primordial que mais tarde se tornara mente no cérebro e auto-consciência da luz. Um software que não é apenas DNA, mas sim uma Matrix que apenas aqui neste Universo já conta 13,8 bilhões de anos e nunca morreu. E como tudo indica, esse software já tinha muito mais de 13,8 bilhões de anos quando se inseriu aqui.

Em certo momento de sua investigação, a Matrix/DNA flagrou o instante em que o software vem do espaço sideral e se insere num hardware. Foi quando a semente da galaxia chegou a Terra e gerou esta Vida. Nesse flagrante a Matrix descobriu  muito rapidamente, num relance, qual a substancia do software: fótons. Fótons vieram da luz primordial, a 13,8 bilhões de anos atras. Então a Matrix aprendeu que este software entra e sai de corpos hardwares a todo momento, ele continua inteiro, vivo, evoluindo, crescendo. Ele entrou no meu cérebro, ele vai sair, e vai para outro hardware. Isso é o que me interessava saber. Estou realizado.

” No principio, tudo era escuridão, e então a luz surgiu. E dessa luz tudo o mais foi feito”. Se existe deus, de qualquer forma, seus bracos e suas mãos que criam coisas são de luz. Ou a luz é a sua ferramenta. Na luz, todas as informações podem ser gravadas, e como a onda de luz funciona pelo ciclo vital, as informações se tornam vivas.

Todo galho pensa que é a arvore. Mas seus suportes e seus alimentos químicos vem do tronco de uma arvore. A arvore verdadeira tem suas raízes ocultas em algo que o galho nunca conheceu, o solo da Terra. Jamais um galho vai conseguir se agir e se entender como uma arvore. Quanto ‘a arvore, apenas emite cílios, extensões, para realizar certas tarefas, como captar mais luz do sol, etc.. Perdendo um galho, apodrecendo um galho, a arvore continua.

A ideia mais próxima do conhecimento humano que uso como analogia para explicar o que é a mente de um humano é a do lago de água produzindo bolhas contendo água em forma de vapor que sobem, flutuam, e voltam a cair no lago desfazendo-se, seus conteúdo de água misturando-se na água do lago, retornando ao lugar de onde veio. A bolha também pode ser chamada de ego humano, enquanto ela flutua separada do lago. O ego é descartável, o conteúdo da bolha, a auto-consciência, é eterna, volta porque pertence ao lago, o alicerce sempre solido. Mas na verdade não deve e não pode existir nada que possa ser conhecido pelo cérebro humano que sirva de analogia exata ao que seja auto-consciência e o mundo a qual ela pertence. O cérebro humano e o ego não teriam capacidade para processar tal informação.

Sabemos que o Windows existe em cada computador que compramos e jogamos fora, mas sabemos que o Windows continua numa mente fora do computador, na mente do Bill Gates, do pessoal da Microsoft, e continuará na mente humana depois que o Bill Gates morrer.

Agora, como entender que o EU, o EU que é software, não é apenas a copia no meu corpo, e sim algo muito maior que está fora e alem do meu corpo, que quando meu corpo hardware se for, o Eu continuará sendo o mesmo software que terá evoluído, crescido, um pouco mais, eu concordo que é difícil entender isto. Pois a mente do Bill Gates não está dentro do meu computador, aqui só está uma criacão, uma emissão produzida por ela. O Bill Gates não tem a menor idéia da existência deste computador ‘a minha frente. Então como o Eu tem ideia, sabe da existência do meu corpo? Ora, nem precisa saber. Ele só utiliza daqui os efeitos, os resultados, os obstáculos reclamados, para ele aprimorar-se.

Eu não vejo a mente do Bill Gates. Mas nem por isso eu a classifico como metafisica, ou como de outro mundo. Sei que ela existe aqui, agora, e em outros lugares. Por eu não ter acesso a essa mente, não vou nem tentar entende-la na sua substancia, na sua razão de existência, não adiantaria, eu nunca conseguiria. Assim acontece com Eu. Eu não existo aqui neste corpo, este corpo não sabe e não pode dizer o que é o Eu. Não tem capacidade para processar esta informação. A sede do software total, original, real, é onde existe o Eu. Não a copia. O resultado da existência do meu corpo não será inutilizado, ele será absorvido pelo Eu. Ele será sacramentado, entrará no tronco da arvore da evolução, ficará ali registrado para toda eternidade, como base do EU que não é apenas a arvore total, mas a forma transcendental em que ela estará se transformando na sua transcendência.

Talvez o Eu não seja material, não seja natural, talvez seja metafisico. De que me valeria saber isso agora? Nada, ou melhor, só atrapalharia, pois imediatamente eu deixaria de agir naturalmente, a copia do software num computador começaria a dar pane, fazer tudo errado. A copia tem que agir como copia, esta sua função, não querer ser o original. Como disse Don Juan a Carlos Castaneda: ” Estás na Terra como homem, então atue, exista, como homem”.

A copia é a imagem no espelho quando o original mira-se a si mesmo. O espelho se quebra, a copia, a imagem se vai, o original em nada será afetado por isso. A imagem do espelho não pode sair do espelho para ver o mundo do original. Por isso a ultima fronteira do Universo material é – para a Matrix/DNA – o bate-e-volta: dali não posso e nem quero passar agora. Deixei muitos problemas urgentes a serem resolvidos antes.

Nova questao para Matrix/DNA: Celulas se dividem ou se reproduzem?

quarta-feira, setembro 19th, 2018

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Imagine um ser meio humano/alienigena, preso num apartamento com televisao e fornecimento de comida ‘a vontade. O individuo vai engordando. Ele/ela tem no meio das pernas os dois orgaos sexuais, e’ hermafrodita, de forma que pode se copular. O ser continua engordando mas num belo dia entramos no apartamento dele e … sao dois, praticamente iguais. nao vimos como isso aconteceu e entao vem a grande questao: ele se multiplicou em dois num estalo, ou aconteceu um processo construindo o segundo corpo pouco a pouco? O mais propvael e’ a hipotese do processo, porem esta levanta outra questao: alguma coisa no corpo dele surgiu como um novo tubo na superficie e desse tubo saiu o material para fazer o segundo corpo, ou tambem surgiu um tubo porem ficou interno e construiu o segundo corpo dentro dele e depois o botou para fora?

Quando o espermatozide se funde com um ovulo, forma-se uma celula inicial. Em seguida, aparecem duas celulas iguais lado a lado. A celula original se multiplicou num estalo magico? Ja sabemos que nao. Ja vimos o que aconteceu, a celula engorfdou, cresceu, dentro dela existia dois corpusculos chamados centriolos que se colocaram ao lado da fita do DNA, de cada corpusculo surgiram tentaculos, os tentaculos agarraram as hastes do DNA e cada um a puxou para seu lado.

De onde a natureza tirou este processo?

Copyright do primeiro original da Matrix/DNA nos USA

quarta-feira, setembro 19th, 2018

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United States Copyright Office

https://cocatalog.loc.gov/cgi-bin/Pwebrecon.cgi?v1=3&ti=1,3&SAB1=Louis%20Morelli&BOOL1=all%20of%20these&FLD1=Name%20Claimant%20%20%28KCLN%29%20%28KCLN%29&GRP1=OR%20with%20next%20set&SAB2=&BOOL2=as%20a%20phrase&FLD2=Keyword%20Anywhere%20%28GKEY%29%20%28GKEY%29&CNT=25&PID=jfGVLRRWLo5iAQCWX–K7of5Cg3U&SEQ=20180919032912&SID=6

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A differenca entre a vida–ou sistemas animados–e a “nao-vida”–ous…

Type of Work: Text
Registration Number / Date: TXu000998487 / 2001-02-20
Application Title: The discovery of the link-system between living and non-living systems.
Title: A differenca entre a vida–ou sistemas animados–e a “nao-vida”–ous sistemas inanimados.
Description: 164 p.
Copyright Claimant: Luiz Carlos Morello, 1951-, (Louis Morelli, pseud.)
Date of Creation: 1995
Basis of Claim: New Matter: compilation & additional new material.
Copyright Note: C.O. correspondence.
Names: Morello, Luiz Carlos, 1951-
Morelli, Louis, pseud.