Sistemas: A Plasticidade nas Expansões `a Complexidade e nas Introspecções `a Simplicidade

Para entender as fantásticas habilidades que vem da incrível complexidade do cérebro humano, e para entender porque um microscópico virus tem a força para derrubar um elefante, e` preciso antes entender este assunto.

O estado ideal de máxima perfeição da formula MatrixLight/DNA para sistemas naturais ( sistemas como o cérebro e o virtual) é sua forma de sistema fechado em si mesmo, como na figura abaixo:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

Mas esta forma da formula pode mudar dependendo da situação do sistema em dado tempo e ambiente. Assim, uma função pode se desdobrar em duas ou mais partes, como pode ser omitida e ficar potencialmente latente dentro das outras funções/partes. Por exemplo, a função 1 nesta forma da formula executa uma função cujo processo pode ser dividido em processos menores. Ela recicla, ela mistura, ela bombeia, ela gera um estado da matéria no inicio do processo, este estado e’ alterado no prosseguimento do processo, etc, o processo inteiro e’ uma soma de vários processos menores. Então, para fazer o corpo humano, esta função 1 foi dividia em varias partes: o coração, apenas para bombear; o estomago, apenas para processar a matéria.

Este desdobamento de uma função torna o sistema mais “complexo”. Pois varias novas intervenções tem que surgirem, como os canais de ligação entre estas duas partes, diferentes substancias para interação entre as duas partes, etc. Por isso, por exemplo, o cérebro humano parece tao complexo.

Mas o contrario tambem pode acontece, quando uma função não é necessário no inicio ou na vida toda de um sistema e ela fica encubada dentro do fluxo de informações que desponta nas outras parts que foram expressadas. E a cada função universal – que são sete na forma da formula ideal – que for sendo suprimida da necessidade de se manifestar materialmente, o sistema caminha mais na direcao da redução para a simplicidade. Isto até chegar ao estado da formula apresentar apenas uma parte – a F1 – que seria a singularidade total, e que suspeito ter sido a primeira forma manifestada, dois bits quânticos com spins opostos, na forma de um torvelinho em espiral. Naquele turbilhão quântico, se observar-mos bem, já estão ali funcionando as sete forças naturais e nos seus estados opostos entre si, que mais tarde evoluíram para as propriedades vitais. E essa simplicidade quase absoluta ainda se reduz mais, chegando ao ponto do estado de uma onda de luz – a qual resume estas sete forças nas suas sete diferentes frequências/vibrações.

 

Então, por exemplo, se você se deparar com um artigo cientifico que diga o seguinte:

The interaction between a neurotransmitter and its receptor is “much more complex than previously thought,  Uncounted billions of nerve impulses fly around through our brains all the time, but the way they travel seems like a kludge. Each nerve ending hits a gap called a synapse. To cross the gap, chemicals have to be wrapped in a membrane-lined vesicle, sent out into the gap, picked up by the next nerve cell, unwrapped, and converted into an electrical pulse. It happens really fast, but why the complexity? Why can’t the electrical signal reach out and continue on the next neuron? Synapse transmission seems overly complex, but one can’t criticize a system that works at lightning speed.  (See more at: http://crev.info/2016/02/lightning-fast-brain-explored/#sthash.kRqRx5kE.dpuf )

Tradução: A interação entre um neurotransmissor e seu receptor é “muito mais complexa do que previamente suposto”. Incontáveis bilhões de impulsos voam em círculos e através de nossos cérebros todo o tempo, mas o modo que eles viajam parece como um caos. Cada final de nervo atinge um abismo chamado sinapse. Para atravessar o abismo, elementos químicos tem que serem embrulhados numa membrana alinhada como uma vesícula, enviado fora do abismo, pego pela próxima célula nervosa, desembrulhado, e convertido num pulso elétrico. Isto acontece realmente muito rápido, mas porque esta complexidade? Porque não pode o sinal elétrico atravessar e sair fora e continuar para o próximo neurônio? Transmissão por sinapses parecem muito simples, mas ninguém deve criticar um sistema que trabalha `a velocidade da luz.

Os cientistas perguntam porque a complexidade, se isto poderia ser feito de maneira muito mais simples, no entender deles. Mas eles não conhecem a formula, e como você a tem aqui, infelizmente para você e para mim, nos podemos ir `a frente dos cientistas no entendimento desta questão. ( infelizmente porque são eles e não nos que podem transformar o conhecimento teórico em objetos práticos e uteis `a humanidade).

Basta olhar a formula e entender que na verdade, onde estão aquelas setas entre as partes manifestadas, na verdade não existem setas naquele trecho, e sim as partes rolando naquele trecho como a Terra rola em volta do Sol, mas enquanto as partes rolam, elas estão se transformando, crescendo pelo processo do ciclo vital. E quando um impulso elétrico esta se movendo no meio do abismo, é o corpo que esta sendo carregado com todas suas informações, e informações que estão sendo alteradas. Alteradas para chegar na próxima célula que não é igual a célula anterior que emitiu o sinal: esta já representa uma nova parte/função que é mais crescida, mais madura. Ora, se o pulso elétrico tivesse atravessado o trecho do abismo como querem os cientistas, da mameira mais simples, sem se modificar, o cérebro todo colapsaria instantaneamente. Pois a próxima célula depois do abismo não tem receptor para aceitar um sinal atrasado na evolução que representa uma forma muito precária como e a célula que ficou do outro lado. Todas as bilhões de células neuroniais que hoje são todas diferentes entre si, se tornariam copias de uma so célula. E suponha que esta célula neuronial seja aquela que tem apenas uma informação registrada nela, que é  palavra ” cebola”. Teríamos um humano funcionando como um zumbi que ficaria apenas repetindo a palavra cebola. Um dia estes cientistas vão descobrir isto e vão sorrir quando se lembrarem que um dia fizeram e publicaram tal pergunta.

 

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