Jovens, aprendam com as lições das experiencias dos mais velhos, não repitam seus erros!

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Humanos podem cometer na juventude um erro banal, impulsivo, sem lhe dar importância, porem, este erro pode tortura-los pelo resto de suas vidas. Vou falar aqui de um erro real, que pode acontecer aqui e agora sobre nossa vocação profissional ou em termos de hobby, e não de fantasias ou metafisica. Mas por falar em metafisica, me permita antes abrir um parêntesis para expor o que uma visão de mundo que vocês não conhecem, esta sugerindo sobre a atual absurda e torturante condição humana:

” A consciência que esta’ nos humanos veio de um código feito de luz, que se propaga em ondas pelo universo afora. Estas ondas são compostas de unidades, partículas, os chamados fótons. Acontece que este código respeita o livre-arbítrio de suas unidades, e na forma de fótons e’ muito fácil, por decisão própria, sair do fluxo da luz, aventurar-se por mundos sonhados como mais prazerosos, mas o retorno e’ muito difícil, doloroso. Estes fótons que funcionam como os radicais livres nos nossos corpos escolheram sair de um “lar” onde vive sua família, seus amigos, que são “brilhantes”, “positivos” e ao caírem no mundo externo das diversões em bordeis e orgias, se revestem com corpos feitos da dark matter, tornando-se fótons escuros, negativos. Sempre se descobrem infelizes, torturados, e então bate o imenso desejo de retornar `a brilhante família, mas para conseguirem isso, sera’ necessário convencerem os outros fótons negativos a iniciarem a se reunirem na mesma sequencia e estado do código, pois só se pode retornar como grupo, nunca individualmente. Ainda não sei como sera’, mas a humanidade apenas sera bem sucedida e aceita na aventura cósmica para retornar, se as 8 bilhões de consciências individualizadas aqui constituírem a consciência unica de Gaia, ou seja, perfeita e saudavelmente conectada numa network unica, como inconsciente coletivo deste planeta. Hoje somos 8 bilhões de genes semi-conscientes construindo um baby de consciência planetária, cósmica, cada qual carregamos uma cabeça que funciona como um ovo, um cérebro que funciona como amnion e placenta, no meio do qual germina uma “bolha”, destinada a se desfazer e retornar a ser seu oceano. Então, sair do fluxo da luz, do código cósmico foi um erro, colossal, impensado, impulsivo, para o qual não se deu importância, porem, para o código cósmico é um erro grave porque revela uma tendencia de caráter erradia, que o deprecia e  o despreza, o que significa desprezo a sua casa, seu reino, sua família, seus amigos, etc., em busca de se tornar um sistema fechado em si mesmo, extrema expressão de um ego demasiadamente egoísta. As leis estão feitas de modo que este caráter erradio seja tratado com cirurgias dolorosas, por isso o vagar no mundo sujeito a tragedias, predadores e as mortes consecutivas de seus corpos criados sustentando este ego. Muitos leram a fabula do filho prodigo, que deixou a rica casa de seus pais e caiu nas orgias, para terminar  entre os porcos limpando cocheiras e sonhando com o retorno onde tinha tudo, toda a felicidade e não sabia. Pois esta fabula foi um puro exercício do mais brilhante racionalismo de pensadores buscando uma explicação para a absurda condição humana.”

Mas se esta visão do mundo que penso ter descoberto sendo torturado por 7 anos na selva bruta amazônica estiver certa ou não, não seremos nos que o decidiremos, o que interessa aqui é que o que pode estar acontecendo conosco a nível cósmico, elevado, espiritual, se reflete para acontecer no microscópico mundo que existimos. E cometemos erros estúpidos sem o perceber, mas de efeitos `a nossa vida real idênticos ao do descontrolado filho prodigo. E vou citar um exemplo de um erro estupido que cometi na juventude mas que foi fatal, e apenas hoje, apenas quando entrando na velhice, o detectei e o reconheço.

Aos 19 ou 20 anos eu estava na posição profissional de Controle do Processamento de Dados de um dos maiores grupos multinacionais, de origem brasileira. Isto foi na década dos 80, senão me engano, quando ainda não existia computadores populares, e o que eu trabalhava era um monstro de maquinas ocupando uma sala inteira sob temperatura controlada. Funcionava ainda na base dos cartões perfurados, para os quais tinha uma equipe de 40 funcionarias na sua digitação. Todos os dias o operador da maquina extraia um rolo de listas de operações, registros, e os levava `a minha mesa para eu consertar tudo o que estivesse errado. Para se ter uma ideia de como a computação ainda era naqueles tempos de monstruosos ENIAC’s, as empresas não compravam os caríssimos computadores, preferindo aluga-los da IBM a U$ 800,00 dólares a hora, 24 horas por dia! Portanto, os funcionários que a s empresas colocavam para aproveitar o máximo das maquinas tinham que ser muito eficientes, não tenho como respeitar `a modéstia nesse caso – eu era o melhor no que fazia. Eu gostava do trabalho por isso havia sido promovido três vezes e muito rápido, pois entrara na companhia como mero calculista.

Porem, tinha um problema, o salario era pouco em relacao `as minhas necessidades, como sempre acontece nestas empresas escravagistas de terceiro mundo. Pagava universidade particular, não sobrava para pagar um aluguel razoável então tinha que morar em quarto de pensão, não tinha carro, lazer, e o pior, não podia ajudar uma irmã que precisava de minha ajuda. Gostando do trabalho e por isso evoluía a todo vapor, mas insatisfeito com as condições gerais, num belo dia, apareceu o ” chamado do diabo”: um anuncio buscando candidatos para testes no que seria um emprego com salario 3 vezes maior que o meu, na novidade que seria a construção e operação do primeiro Metro de São Paulo e do Brasil. E sem pensar muito, matei meio dia de trabalho, fui fazer o teste, passei nos primeiros lugares, e fui chamado para iniciar recebendo um salario 3 vezes maior. Ainda num breve momento cheguei a duvidar se seria uma boa decisão, pois eu cursava Administração de Empresas com a oportunidade de fazer Analise de Sistemas, e,  ler e estudar sistemas, inicialmente os naturais, era meu hobby. Era claro na época que aquela seria a profissão do futuro, como de fato foi a que produziu os mais recentes bilionários. E eu iria para a área de transportes urbanos de massa, o que nada tinha a ver comigo, por certo não iria apreciar o trabalho. Foi um momento de duvida cruel em que tinha de tomar uma decisão rápida, mas a perspectiva de ter uma visão consumista com todas suas atrativas benesses falou mais alto. Afinal, seria apenas um sacrifício a curto prazo, apenas para adquirir as coisas necessárias imediatas, e depois retornaria ao setor da minha vocação.

Erro estupido, impulsivo, fatal, que me torturou o resto da vida. O salario 3 vezes maior ainda é pouco, apenas uma ilusão, pois da mesma forma não sobrava nada depois que pulei para um grau de consumo mais sofisticado. Aluguei um razoável pequeno apartamento, comprei um carro médio a prestação, e não comprava mais sapatos de trinta cruzeiros da época, tinha que ser de noventa cruzeiros para cima, ou seja, justo 3 vezes o valor anterior, justamente o que tinha vindo como aumento da renda. E hoje penso: qual foi a vantagem de por sapato 3 vezes mais caro se todos acabavam do mesmo jeito que os de três vezes mais baratos? Não houve vantagem real, apenas uma satisfação de um ego ilusório, erradio, todos os sapatos se foram, ficaram no passado, e eu fiquei sem dinheiro do mesmo jeito, nada trouxe de lucrativo com isso para a velhice, quando eu mais precisava de ter juntado as economias.

O fato é que, devido a minha energia e concentração investida em tudo que eu faça, goste ou não do que esteja fazendo, fui logo promovido três vezes, o salario dobrou mais ainda, porem, para me enterrar mais no mundo materialista, para a minha perdição.  Chefe de mil funcionários, controle de operações de equipamentos sofisticados como trens automatizados e sub-estacoes elétricas, 3 anos gastos em cursos técnicos, contactos de elevado status social como a imprensa, televisão, autoridades como ministros dos transportes, etc… mas fazendo o que nada tinha a ver comigo ou com minha vocação, num super stress onde as satisfações materiais perdiam para o estado de insatisfação intima, o permanente aviso inconsciente de que estava no caminho errado, traindo o mundo quando eu me furtava a estar onde minha família mundial necessitava de mim, tais como os fótons pródigos a nível cósmico, espiritual agem com sua natureza de luz. Pois ali, no caminho e setor errado, eu não era criativo como era trabalhando com sistemas. E um pais de terceiro mundo com uma população sofrível necessitava de indivíduos criativos para sair do buraco crescente em que se encontrava. O ego negro, negativo, começando a se despertar e começando a desejar o retorno para dentre os irmãos brilhantes, positivos, com seu aconchegante lar familiar, o Código cósmico!

Aconteceu o inevitável. O dinheiro de dez salários mínimos desaparecia principalmente nas noitadas burguesas em que eu caia embriagado para acompanhar os novos “amigos da classe mais alta” e escapar da insatisfação intima, desviando o tempo que antes era empregado no silencio das bibliotecas estudando a natureza e seus sistemas naturais para noitadas inúteis, que mais tarde se revelam dolorosamente ilusórias, sem sentido, iniciadoras de doenças intermináveis. Desesperado por mais dinheiro comecei a criar empresas paralelas ao meu emprego, que demandava mais trabalho e portanto mais stress, e quando pensei ter acertado um ramo do negocio em que criei produtos com marca própria de certo sucesso de vendas, colocando-os nas prateleiras dos grandes supermercados através de uma equipe de 40 ou 50 vendedores, propaganda até na televisão, quando pensei que iria finalmente ter as posses suficientes de consumo e poder retornar `a minha vocação… a Natureza se impôs com suas leis cósmicas, espirituais, que desprezam os egos numa especie de vingança a egos que a desprezam e `a sua sagrada família de luz. Trabalhando 8 horas ou mais por dia num emprego de extrema responsabilidade com super-stress, arrumando tempo para continuar a faculdade, para dirigir uma empresa que avançava no mercado e ainda, arrumando tempo para as noitadas de bebedeiras… o cérebro querendo tudo sem saber que o corpo físico tem limites físicos, passados os quais ele se desmorona. Bateu-me uma severa gastrite, três anos rolando de dor e nas horas de trabalho ou das classes de aulas, não teve jeito, o stress tornous-se uma ulcera em cuja cirurgia perdi metade do estomago. E pior: três meses de cirurgia/hospitais/recuperação… e tudo o que eu tinha feito em 8 anos estava perdido… desapareceram no passado. Perdi o emprego, a empresa, a universidade… e cai no mundo onde a falta de habilidades braçais e de interesse criativo, onde as oportunidades não mais aparecem, onde nenhum dinheiro necessário para o retorno não vem de lugar nenhum, não nos permite sair dele. vais entrar na velhice e morrer sendo torturado por ele. É o preço imposto ao filho prodigo para o exorcizar de seu ego super-egocêntrico passando seu tempo a viver e limpar a cocheira entre os porcos imundos e somente assim desejar o retorno como ser brilhante de novo e poder entrar com pés limpos no reino da família de seres brilhantes.

Mas nesta lição, me parece ter aprendido um outro detalhe das leis naturais. Ela não é de todo rigidamente algoz e punitiva, ela ainda oferece tipos de cirurgias menos dolorosas, basta-nos detectar seus sinais que despontam perante nossos olhos e muitas vezes, o ego não nos permite reconhece-los. Antes de nos encaminhar para a cocheira, a natureza nos oferece um aposento com algum conforto e um trabalho menos sujo fora da cocheira, nos campos de plantação. Não terás a anarquia reinante no reino dos porcos, onde todos os impulsos podem ter sua vazão, não terás a fome desesperada por suculentas lavagens misturadas com lama, nem a indisciplina inconsequente que os leva a dormirem sujos sem tomarem banho. Teras menos produtos de consumo e terás que se impor uma auto-disciplina, porem, a contra-partida, estarás fazendo algo que ou seja a sua vocação, ou ao menos se aproxima dela. Era o meu caso em relacao ao trabalho com sistemas, eu estava ao menos, fora da cocheira, mesmo morando num quarto de pensão e sem as noitadas embriagadas.

Tanto é prova da minha vocação era trabalhar com sistemas, que quando recuperei a saúde mas sujeito ao trabalho bruto escravizante, fugi da senzala para viver isolado no meio da selva amazônica, levei instintivamente um microscópio velho e barato, uma luneta ainda do tempo do Galileo, e alguns livros de teorias de sistemas e sistemas biológicos, físicos, etc. E no meio daquele inferno espinhento, venenoso, de sangue-sugas mil a te chupar o sangue 24 horas por dia, num calor que parece desfazer seu corpo em gotas de suor, ainda achava tempo para me debruçar a beira dos pântanos com o microscópio procurando enxergar os sistemas vivos minúsculos, estudar suas anatomias e interações com seus pares e ecossistema, enquanto nas noites de solidão total levantava a luneta para o céu mais límpido e estrelado do planeta, deixando os pensamentos vagarem em meio as estrelas, prescrutando seus segredos, perguntando se também formavam sistemas como o nosso Sol, e como funcionava o sistema das galaxias, etc. Estas atividades inerentes a hobby intelectual, que vem do fundo do espirito e suas vocações, simplesmente me levaram a ser o primeiro homem na Terra a ter conhecimento da formula universal que a Natureza tem aplicado a 13,8 bilhões de anos para organizar a matéria, sua massa e energia, em funcionais e vivos, ou quase-vivos, sistemas naturais! O que então eu não teria feito na área dos sistemas computacionais, em que eu estava encaminhado na juventude? Teria salvo a minha vida, teria tido uma vida mais simples talvez, mas sempre com um semblante sorridente ao invés do cenho carrancudo que carreguei por boa parte da vida e do qual os que me conheceram sempre notaram e reclamaram. Nos somos deuses caídos em termos de auto-consciência, caídos em corpos físicos de macacos, mas nem por isso para sermos punidos sadicamente, a Natureza nos oferece uma opção menos dolorosa, porem, depende da extensão, do tamanho do nosso ego erradio, qual a forma de retorno que escolhemos na juventude. Por favor, não faca a pior escolha, consulte sua vocação antes de se ceder ao caminho mundano consumista dos tempos modernos. Se estas bem acomodado, porem fazendo algo que não é sua vocação intima, e se percebes que a oportunidade para sua vocação esta’ em lugar distante onde não terás tal conforto, não escolhas a opção de continuar onde estas. Pois ai tens amigos e as noitadas embriagadas, mas não o percebes que estas na cocheira, enquanto la fora esta a plantação. Mesmo que erres, aprenderas para acertar numa próxima tentativa.

E referente a este tópico, me aconteceu uma segunda li, que posso posso lhe passar. na selva encontrei algum ouro e o desejo de ampliar meus estudos e até a divulgação da formula dos sistemas, me fez decidir a retornar `a cidade. Agora eu poderia adquirir uma casa razoável, um carro simples, onde terminaria o dinheiro mas poder, ia trabalhar em algo passageiro enquanto meus estudos poderia progredir. Tal foi meu segundo engano, pois eu estava num nível de conhecimento dos sistemas naturais muito alem do nível no meu pais, não havia como avançar, eu precisava de associados e aparelhamento técnico num nível cientifico. Percebi que a oportunidade estava nos USA, o pais que mais dava valor `as Ciências e investia pesado nela. Mas como deixar o conforto da moradia e os amigos de noitadas, o trabalho inconsequente e leve, para retornar a quartos de pensão e entrar no trabalho bruto da construção de arranha-céus e pontes? Sem falar o idioma, como comunicar nas universidades e meios acadêmicos? Mesmo assim decidi faze-lo e sabe qual foi o resultado? Mesmo morando num quarto três vezes menor que o meu no Brasil, de ter que dividir um banheiro com mais três moradores quando no Brasil tenho um banheiro completo e outro meio só para mim, chegando inicialmente a carregar diariamente 5 toneladas de blocos de concreto nas costas ( 400 blocos de 13 quilos), no meio do gelo… e sem ter conseguido superar as barreiras da comunicação e sociais, me tornei cidadão Americano, passei a fazer trabalhos mais leves, e posso dedicar 10 horas por dia ao meu hobby intelectual, ou seja, ao invés do cenho carrancudo, meus vizinhos me veem constantemente com o semblante sorridente. Esta foi uma decisão acertada, pois entro na velhice com um sorriso. Enquanto observo um vizinho que ficou rico, porem fora de seu caminho de vocação, esta sempre tao mal humorado, chutando cachorros e distribuindo veneno a todos de forma que até a família se mantem distante deixando-o velho na total solidão, e ao qual as vezes, por consideração a um ser humano, tenho que ajuda-lo a se recompor porque seu estado de embriagues o torna mental e fisicamente deplorável. Eu não troco minha pobreza física com o intelecto sempre super ocupado e progredindo  feliz, pela sua riqueza física e mente infeliz, por nada deste mundo.

Eu tenho um interesse privado em que escolhas o caminho certo, porque fazes parte dos 8 bilhões de genes semi-conscientes responsáveis por construir comigo o que sermos no futuro, o veiculo que nos levara’ ao retorno. Se não cumprires sua missão, eu não me elevo, ao menos, a isto esta apontando inexoravelmente a formula que é a nossa representação do nosso Código Genético e Cósmico. Tenho portanto que facilitar sua vida da melhor forma possível.

Entre na sua velhice com o cenho sorridente mesmo numa vida mais simples, e não cheio de badulaques ilusórios porem com o semblante carregado como a maioria dos idosos que se vê por ai. Você veio da luz, a qual abandonamos na forma de nossos primitivos ancestrais, porem a luz é seu lugar, e ela te espera de volta, pois seu destino é brilhar. Que a Luz e a Força esteja sempre com contigo!

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