Os Maiores Vampiros e Vampiras Amanhã no Banquete do Suor Humano em Londres

Para mim não faz o menor sentido quando entro no bar para lanchar e a televisão ligada mostrando cenas de um casamento  em Londres onde todos e tôdas que aparecem nas imagens têm a cara e vestimentas dos parasitas da Humanidade. Quanta coisa inútil, quantas pessoas inúteis, que pêso, que fardo para os trabalhadores escravizados carregarem nas costas! O que a Humanidade vai ganhar com um casal anunciando que vão ter relações sexuais?! E porque bilhões de humanos vão ter que trabalhar algumas horas a mais, perdendo horas que poderia serem empregadas em suas melhorias materiais e evoluções mentais, para que suas produções sejam assim desperdiçadas como energia que se esvai pelo ralo?

Ainda se celebra desenvergonhadamente em Londres a herança animalesca dos humanos em que as feras ficam na sombra à espreita enquanto as ovelhas trabalham escravizadamente transformando as ervas em suas carnes para caírem enciima e colherem no momento oportuno tôdo o resultado daquela produção. De que adianta as sêdas, os cosméticos, as risadas para o publico ver, se cheiram mal como feras? Se ainda atuam como feras? Se ainda fazem questão de nos lembrar que são meros macacos melhorados? Mil vêzes assistir um Einstein subindo as escadas da escola de Princeon, aquilo sim, nos agrada, pois é um como um hino de vitória de exemplares da espécie que lutam contra suas heranças malcheirosas e vampirescas. Pergunto o que êsse casal produz de prático para nós, o que fizeram de benefício para a nossa espécie, e a resposta fica clara na face abobalhada da garçonete: “nada”!

Eu nunca ganhei um centavo de graça e o pior, não me devolveram em outros bens a metade do valor do que produzí trabalhando duro com as mangas arregaçadas. Se essa metade tivesse sido investida na satisfação de necessidades básicas e melhoria da educação de outras pessoas eu me sentiria realizado, mas ver o produto de meu suor ser desperdiçado dessa maneira me faz largar o trabalho inutilizado assim e de alguma maneira atuar para patentear que isso tem de acabar. Os amigos da Humanidade tem que se reunirem, debaterem e tomarem decisões para proteger os recursos de nossos territórios e fiscalizar o destino de nossas energias. Nada temos contra qualquer casal que queira trabalhar como burros para gastar sua produção em festas e rituais, apenas desprezamos estas irracionalidades. Nos dá asco, pois estas cenas nos lembra as festas dos porcos de George Orwell.

Tags: , , ,