Guerra Entre Cosmovisões: PZ Mayers, Deepak Chopra, e Richard Dawkins

O livro recém lançado por Dawkins – The Magic of Reality – feriu a cosmovisão de Chopra (Author, ‘War of the Worldviews’; Founder, The Chopra Foundation), que publicou sua critica em:

Huff Post Books – October 12, 2011

http://www.huffingtonpost.com/deepak-chopra/dawkins-magic-of-reality_b_1004216.html

sob o título: Richard Dawkins Takes the Magic Out of Reality
a qual incitou uma resposta critica de PZ Mayers ( a biologist and associate professor at the University of Minnesota, Morris) e autor do famoso website Pharyngula, em:

http://scienceblogs.com/pharyngula/

sob o título: Deepak Chopra reviews Richard Dawkins

Bem… o que eu tenho a dizer sôbre o debate, como representante de uma terceira cosmovisão?

Lí os dois lados da questão, não lí o livro mencionado de Dawkins, mas assistí interessantes vídeos sugeridos pelos leitores do Huff nos comentários, com debates entre Chopra e cientistas.

Acho que Chopra, concentrando-se no fenômeno “counciousness”, lida com o que aconteceu antes da origem do Universo, do Big Bang, trazendo counciousness como causa da criação do Universo e como tela de fundo para amanutenção do Universo, e depois lida com o futuro após o fim do Universo. Dawkins, concentrando-se no conhecimento cientifico lida com o meio entre estes dois terminais, ou seja com o Universo depois do Big bang e antes do seu final. Então counciousness não lida com o meio e a Ciencia não lida com o passado e futuro alem do meio. São duas dimensões diferentes e acho que cada qual deve ficar na sua dimensão, evitaria tais conflitos. certamente os cientificistas ( e não a Ciência) diria que então Chopra lida com nada porque o universo é isso que aí está, para sempre, e mesmo que 6ele tenha tido um começo e pode ter um fim, a sua causa e efeito será sempre a matéria que está no Universo. Eu rebateria que esta resposta é válida e racional mas o ponto é que ao se lidar com o meio apenas não se atina com o significado, o sentido da existência, o qual jaz em algum lugar alem do objerto em si, ou seja, alem do Universo material. E Chopra apresenta uma hipótese final para êste significado, apesar que não explica “como” o Universo existindo tal como é preenche esse significado. Essa explicação do “como” pode ser alcançada pela Ciência. Então , no meu ponto de vista, que venha os dois, que existam os dois, e que continuem cada qual em sua área de pesquisa ou busca de conhecimento. Não entendo porque os mutuos xingamentos e aversões, pois cada um está num tempo e espaço que nada tem a ver com o outro. Acho que espiritualidade e praticidade nunca se cruzam.

Por outro lado existe a cosmovisão da Matrix/DNA. Ela começa como a Ciência, estudando o meio sem se preocupar com o antes e o depois do meio. Mas a final conclusão do estudo do meio sugere um modêlo do que existia antes e o que vai existir depois. Antes havia um sistema natural dorado de counciousness que gerou o Universo por um meio genético natural portanto o Universo não é produto de counciousness. Depois existirá um sistema natural dotado de counciousness á imagem e semelhança da sua causa, ou seja, um sistema-filho. O meio, o Universo, corresponde aos nove meses que estamos sendo materialmente desenvolvidos dentro da barriga de nossa mãe. Antes da barriga haviam os pais – sistemas naturais dotados de counciousness – e depois da barriga houve o filho – sistema natural dotado de counciousness. para mim essa cosmovisão expõe qual o sentido da existência, qual o significado do Universo, e explica como o Universo atende a este significado. Não significa que acredito nessa cosmovisão. Apenas a elegí como mais racional porque ela está fundamentada num parâmetro real, enquanto não vejo tal parâmetro nas outras. Mas tanto Dawkins quanto Chopra, que estão completamente separados entre si, tornam-se uma só fonte rica e valiosa em elementos para testar e desenvolver minha cosmovisão.

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Meus comentários postados no artigo do Chopra:

TheMatrixDNA

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Sally… thanks a lot because you lead me to discover how the terrestria­l nature produced this mechanism in the brain (see my website, if interest). But, maybe, Chopra has a point. Maybe the spectrum of light contains the fórmula that brings life to ordinary matter, as my models are suggesting­. And light, in this way, could be a bridge between our perceptive dimension and an unknown dimension, which could be what Chopra, instintiva­lly is trying to capturate. Cheers,…

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TheMatrixDNA
2 seconds ago (6:54 PM)
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Authoritat­ive statement is impossible yet, I think, but a logical and rational theory is possible. Counciousn­ess is a kind of software, the half-face of this Universe composed by the perceptibl­e hardware and the non-visibl­e but intelligen­tly captured software. Like in a baby, counciousn­ess inherited from its parents only wake up when the embryo has a final shape, the universal counciousn­ess only woke up at human specie because the three billion years of biological evolution was merely the process of reproducti­on of our ancestral, LUCA – the Last Universal Common Ancestor – which is the building block of astronomic­al systems. But, what is the origins of the natural software? A kind of intelligen­t mind or a natural systems living beyond the universe? Nobody knows, then, Chopra, as Dawkins, have both, a good point.

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