Imperdível! Um Gênio Descobrindo as Origens da Consciente Genialidade Humana

O H.D. Resolveu se Manifestar

(Artigo em Construção)

Antes de 3.200 anos atrás nossos ancestrais eram quase trogloditas sem auto-consciência. Então o lado direito do cérebro começou a emitir sinais para o lado esquerdo, o qual captava-os como algo parecido com vozes. Ainda hoje o lado esquerdo domina e o direito é recessivo mas como o empregado às vêzes responde ao chefe o direito começou a gritar alto. E disto emergiu no cérebro a auto-consciência, que parece ser um pensamento profundo capaz de “pensar” os pensamentos rotineiros. Um psiquiatra americano, Julian Jaynes, lançou esta teoria atordoante, e bem fundamentada técnicamente. Além de poder ser a explicação de como surgiu o misticismo e algumas religiões – pois os torturados ouvintes teriam acreditado que ouviam a voz de um ser invisivel, Deus – o autor nêste livro toca temas fascinantes. Será mesmo?! Vamos analisar, debater, pensar juntos esta incrível novidade?

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O cérebro e os hemisférios direito e esquerdo

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O livro tem por titulo:

The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind

Traduz-se por algo como: ” A origem da auto-consciência na queda da mente bi-cameral”

Autor: Julian Jaynes

Está à venda na Amazon.com
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Mas antes de falar do livro, deixa-me justificar algo. Êste autor da Matrix/DNA Theory (a qual sugere que existe uma fórmula/software de pura luz que denomina de “A Matrix Universal”, e que a Natureza estaria aplicando na matéria esta fórmula desde antes do Big Bang para organizar a massa em sistemas naturais), está pecando. Porque, a fórmula está sugerindo imediatamente muitas aplicações para resolver os atuais problemas humanos – saúde, tecnologia, moral, evolução – e me desespero sabendo que em todos os cantos do planeta existem seres humanos sendo torturados que poderiam serem libertados por estas soluções, mas ao invés de buscar como aplica-las, meu tempo está desviado para pesquisas de coisas distantes, como a auto-consciência, a luz, a estrutura do Cosmos, vida no espaço sideral, etc.. Mas não é inteira culpa minha. Estou na mesma situação em que estava Einstein por volta de 1914, lutando com sua desacreditada e desconhecida teoria da relatividade geral, implorando a astronomos focalizarem alguns pontos especificos do cosmos, fotografando alguns detalhes de estrêlas e eclipses do sol, enquanto dividia seu tempo com seu trabalho provedor, mas o mundo externo, ao contrário de atender suas necessidades, se envolveu numa guerra que êle, sempre pacifista, achava ridicula, e não têve outra alternativa senão fechar-se em seu escritório de estudos por anos e ficar pensando nos efeitos mais distantes e profundos da sua visão unica de um universo onde espaço/tempo seria uma substancia que poderia ser encurvada pela presença de corpos massivos. Eu tambem não tenho como obter da comunidade experimental cientifica a realização dos testes experimentais sugeridos pela suspeita de que a Matrix existe, enquanto tenho que despender 60 horas semanais no trabalho provedor ridiculo que seria evitadoà maioria, se a Matrix fôsse testada, aprovada e aplicada. E nas horas fora do trabalho, só me resta pensar nas implocações distantes e profundas dessa visão, por isso me dedico agora a um livro, uma nova teoria bombástica que me chega hoje ao conhecimento, mas que muito tem a ver com minha cosmovisão. E é sôbre “as possíveis causas deflagradoras nas origens da auto-consciência”. Enquanto não desvendar-mos aquelas causas, nunca nos conheceremos a nós mesmos. Bem… voltemos ao livro:

Por enquanto lí apenas algumas criticas, um trecho da introdução e a biografia do autor na wikipedia. E apressadamente a mente já fervilha em comparações com o que está sugerindo a fórmula da Matrix. Mas a novidade é tão bombástica, eu nunca tinha pensado nisso, que as coisas ainda estão confusas. Porem, à luz da Matrix/DNA, a coisa faz sentido, e muito.

Nosso cérebro tem duas meias faces, é dividido em dois hemisférios, esquerdo e direito. Entre êles uma espécie de ilha comprida, uma parede rochosa, como um continente comprido separando dois oceanos. Mas nêste continente foram feitos canais como o do Panamá, entre os dois oceanos tem alguma troca de alguma coisa.

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( pesquisas):

Critica da Amazon:
Intriguing but hard to prove idea
Explores the notion that human consciousness is a recent development, from an earlier stage when “bicameral” people acted on the instructions from hallucinated voices. These voices are the origin of gods, and were created by the right hemisphere of the brain which “told” the left hemisphere what to do.

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Wikipedia:

Julian Jaynes (February 27, 1920 – November 21, 1997) was an American psychologist, best known for his book The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind (1976), in which he argued that ancient peoples were not conscious.

Jaynes defines “consciousness” more narrowly than most philosophers. Jaynes’ definition of consciousness is synonymous with what philosophers call “meta-consciousness” or “meta-awareness” i.e. awareness of awareness, thoughts about thinking, desires about desires, beliefs about beliefs. This form of reflection is also distinct from the kinds of “deliberations” seen in other higher animals such as crows insofar as Jaynesian consciousness is dependent on linguistic cognition.

Jaynes wrote that ancient humans before roughly 1200 BC were not reflectively meta-conscious and operated by means of automatic, nonconscious habit-schemas. Instead of having meta-consciousness, these humans were constituted by what Jaynes calls the “bicameral mind”. For bicameral humans, when habit did not suffice to handle novel stimuli and stress rose at the moment of decision, neural activity in the “dominant” (left) hemisphere was modulated by auditory verbal hallucinations originating in the so-called “silent” (right) hemisphere (particularly the right temporal cortex), which were heard as the voice of a chieftain or god and immediately obeyed.

Jaynes wrote, “[For bicameral humans], volition came as a voice that was in the nature of a neurological command, in which the command and the action were not separated, in which to hear was to obey.”[1] Jaynes argued that the change from bicamerality to consciousness (linguistic meta-cognition) occurred over a period of centuries beginning around 1200 BC. The selection pressure for Jaynesian consciousness as a means for cognitive control is due, in part, to chaotic social disorganizations and the development of new methods of behavioral control such as writing.

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