Pense Antes do Sexual Se Podes e Queres Gerar Filhos…ou Imite a Natureza Animal

Eu entro nêste assunto porque tôda vez que alguém gera mais um filho, prejudica diretamente minha vida. E não aceito passivamente o que me prejudica. Interessante artigo publicado no New York Times revela a coragem de uma autora em tocar em temas que são tabús tradicionais fortemente defendidos pela elite escravagista e seus asseclas: os religiosos. Àquêles que resolverem defenderem os principios da “A Grande Causa da Humanidade”, segundo a cosmovisão da Matrix/DNA, a respeito dêste tema, devem, sempre que houver oportunidades, se expressarem contra tôdas as investidas contrárias, condenarem-nas enérgicamente, e exigirem legislação que façam os responsáveis diretos e indiretos serem punidos pelas procriações que nos pareçam prejudiciais a nós e à Humanidade.

O artigo é:

Think Before You Breed ( Pense antes de você procriar)

By CHRISTINE OVERALL

June 17, 2012, 5:00 PM

http://opinionator.blogs.nytimes.com/2012/06/17/think-before-you-breed/

Se tiver tempo vou tentar pôr o artigo traduzido aqui.Mas enquanto isso vou a seguir citar as principais frases do artigo e comentá-las:

“… people are still expected to provide reasons not to have children, but no reasons are required to have them. It’s assumed that if individuals do not have children it is because they are infertile, too selfish or have just not yet gotten around to it. In any case, they owe their interlocutor an explanation. On the other hand, no one says to the proud parents of a newborn, Why did you choose to have that child? What are your reasons? The choice to procreate is not regarded as needing any thought or justification.”

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Árvore da Reprodução.jpg 1

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(…ainda é esperado das pessoas que decidem não se reproduzirem alguma explicação. Mas não se espera explicações das que geram filhos. É convencionalmente assumido pela mentalidade forjada pela cultura do sistema social acreditar que as pessoas que não se reproduzem se deve a que, ou são inférteis, ou muito egoístas, ou justamente não tiveram ainda oportunidade para fazê-lo. Não aocorre ao ser humano comum saber que existem pessoas que não são reproduzem por decisãi untelectual, apesar de serem normalmente férteis, serem socialmente altruístas, e terem oportunidade de fazê-lo se o quisessem. Tais pessoas, se for mulher, está revolucionando a sua natureza ( essa natureza que vem soberanamante por si mesma se esvaindo pelas brechas das oportunidades, mantendo-se como fôrça vital que teima em continuar existindo, tornando-se em sistemas cada vez mais complexos e alcançando aqui e agora o tôpo evolucionário na forma da espécie humana), de uma maneira que nunca aconteceu antes nos seus 13,7 bilhões de anos. Ela simplesmente está se impondo a uma maquinaria cega e impulsiva de seu corpo e dizendo “não”! Mas o mesmo acontece com estas pessoas que são homens, tambem têm que deliberadamente controlar e manietar sua maquinaria biológica pela fôrça de sua mente, evitando as oportunidades de exercer a atividade natural própria da meia-parte masculina da espécie.

Seja qual fôr o motivo que uma pessoa adulta não apresente filhos, seus interlocutores esperam uma explicação. Eu mesmo sei muito bem disso pois a frase “O que?! Você não tem, nunca têve filhos com essa idade? Porque?!”  Esta forma condicionada e não-mentalizada de pensar, ou não-pensar, é comum até entre as acadêmicas psicólogas que fizeram minhas entrevistas quando candidato a emprêgos. Por outro lado, ninguem pergunta aos orgulhosos pais de um recém-nascido, Porquê você escolheu fazer esta criança? Quis foram seus interêsses, motivos, razões?

A livre escôlha e decisão de fazer um ser humano não é considerada como obrigada a apresentar justificação e envolver raciocinio, reflexão mental.

Eu entendo que antes de um novo ser humano nascer tem que estar definitivamente provado que êle/ela tem o título de propriedade de seu território ou espaço de boa terra, garantia de ser nutrido, protegido e fornecido diploma universitário aos 18 anos de idade. O aparecimento de novo ser humano sem que tenha préviamente ser apresentado qualquer dêstes ítens, acarretará ao pai, á mãe, e a quaisquer grupos que atuaram com estimulos de aprovação para essa produção, o arresto de seus bens e tempo de trabalho produtivo obrigatório pelos 18 anos até maioridade do novo ser. E não admito conversa contrária. Aqui não existe senões. Será meu adversário todo politico e qualquer partido existente que não elaborou projeto requerendo esta legislação, e todo individuo que manifestar-se contrário. Ponto final.

Tento justificar racionalmente minha radicalização nêste tema: Eu fui gerado sem observancia dos ítens acima, aos 3 anos caí na rua como menor abandonado, para sobreviver apenas apareceram oportunidades de existir como escravo e sob a miséria, e após ter lutado de tôdas as maneiras para sair dêste ciclo de escravidão e miséria aprendí que não existe saída lógica, que o mais racional seria ter praticado o suicidio ma infancia do que ter mantido uma constante tortura em vão, então que não nasçam aquêles que cêdo forem  esclarecidos pelos adultos sôbre como é o mundo real, por obrigações éticas morais, que será melhor se suicidarem do que teimarem em sobreviver alimentando vãs esperanças.  Meus pais eram simplórios semi-anlfabetos portanto ao sabor dos instintos naturais, mas eu ao contrário nascí com nova genética que me conduz a buscar conhecimentos do mundo real onde estiverem, e por isso ainda menor e antes do desabrochamento para a vida ativa sexual conhecí o processo da evolução, e compreendí que para a minha dignidade eu devia me descartar a mim mesmo ao invés de esperar quer a natureza tivesse que fazê-lo,  fizesse após gerações e gerações inutilizadas. Nascí com o sangue fervendo pela revolta e com tôda energia dirigida para a busca da liberdade do estado de escravidão, mas cuja vitória final assegurei ainda adolescente: “Este sistema porco acaba quando eu me acabar, pois não reproduzirei carne nova para abastecê-lo de novos escravos! Eu vim, ví e vencí, esta satisfação da vitória carregarei comigo até meu ultimo suspiro. Não me interessa que outros o façam e o sistema continue por isso após minha morte: por mim, o sistema ficará chupando o dedo, foi derrotado!”

Se alguem achar que minha radicalização é ilógica, só tenho uma resposta: “Você nada sabe sôbre isto porque não calça meus sapatos. Sua opinião sôbre isto não me interessa, mas se atuares de alguma maneira contra o comportamento humano exigido por esta visão, espere por minha reação contra ti. That’s it!”

Aos 30 anos de idade, minha madrasta casamenteira queria por toda maneira que eu casasse com uma sobrinha dela. Quando apresentei o motivo de que me proíbo reproduzir enquanto não ficar rico, ela não se conformou e disse que o meu salário era suficiente para sustentar uma familia. Como ela era seguidora à exaustão da ugreja católica e vivia rezando/trabalhando com o padre, pediu a êle para falar comigo. No inicio da conversa êle disse:

– “Mas está escrito, é um dos mandamentos: Crescei e Multiplicai-vos!”

– “Não – respondí – nos livros aos quais prefiro depositar munha credibilidade não está escrito isso. Mas mesmo que tivesse, eu interpretaria a frase diferente do senhor. Não se trata de crescer em tamanho e se multiplicar pela reprodução. Isto qualquer rato faz, não precisa ninguem vir dizer isso. Eu entenderia o crescer como “cresça intelectualmente e multiplique um intelecto evoluído…” E sabe o que mais? Saia da minha casa agora e não apareça atrapalhando o meu caminho. Estou sendo explorado no meu salário porque não tenho liberdade de exigir o verdadeiro valor ao meu trabalho porque pessoas como você que estão aí limpinhos e sem calos nas mãos como eu tenho, sem produzir e obedecer a condenação que cai a todos os humanos no nascimento: “morarás na casa e comerás o alimento produzidos pela tortura de seu corpo, senão estarás vampirizando o trabalho de outro humano”, e portanto atuam como predadores usando a astucia felina, estão visitando casas e aconselhando os estupidos a gerarem mais escravos para que recebas mais dizimo. Saia daqui agora!”

E nunca mais êle apareceu na minha frente, minha madrasta ficou me odiando…paguei caro por isso, mas mantive meus principios morais… é o que me importa.

Mas vamos tentar seguir o artigo e discutir em bases menos individualista e mais filosófica. Vamos tentá-lo com a seguinte tradução automática do Google, tecendo nossos comentários no interím:

Pense antes de você procriar

Christine Overall is a professor of philosophy and holds a University Research Chair at Queen’s University, Kingston, Ontario. She is the author of “Why Have Children? The Ethical Debate.”


Como uma jovem mulher em meus 20 anos eu pensava ou não ter filhos. Existe uma maneira, eu me perguntava, para decidir cuidadosamente e não descuidadamente sobre a mais importante das escolhas humanas?
Ter filhos tem um impacto muito além do círculo familiar. É uma decisão difícil porque você não pode saber de antemão que tipo de criança que você vai ter ou o que vai ser quando se tornar um pai. Você não pode entender o que é bom ou o que é difícil sobre o processo de criação até depois de ter a criança. E a escolha de ter um filho é uma decisão de mudar sua vida para sempre. É irreversível e, portanto, em comparação com as escolhas de vida reversíveis sobre educação, trabalho, localização geográfica ou romance, ele tem muito maior importância ética.
A escolha se quer ou não procriar pode não parecer o tipo de decisão que é merecedor ou mesmo capaz de análise. O novelista canadense Margaret Laurence escreveu: “Eu realmente não sinto que tenho de analisar meus próprios motivos em querer filhos. Para minha própria confiança? Para se divertir? Para ego-satisfação? Não importa. É como (para mim) me perguntar por que você quer escrever. Quem se importa? Você tem que fazer, e é isso. “
Na verdade, ainda são esperados das pessoas fornecer razões para não ter filhos, mas não são obrigados há fornece razões  para tê-los.  Supõe-se que se os indivíduos não têm filhos é porque eles são inférteis, muito egoístsa ou não apenas ainda chegado à oportunidade de fazê-lo. Em qualquer caso, eles devem a seu interlocutor uma explicação. Por outro lado, ninguém diz para os orgulhosos pais de um recém-nascido, “Por que você escolheu ter esse filho? Quais são as suas razões? A escolha de procriar não é considerada como a necessidade de qualquer pensamento ou justificativa.
No entanto, acho que a titude de Laurence “Quem se importa?”,  é equivocada.
Temos sorte que a procriação é cada vez mais uma questão de escolha. Nem sempre, é claro – nem todos têm acesso a uma contracepção eficaz e acessível ao aborto, e algumas mulheres são submetidas a gravidez forçada. Mas a crescente disponibilidade de escolha reprodutiva deixa claro que a procriação não pode ser apenas uma expressão de gosto pessoal.
A questão de saber se ter filhos é, naturalmente, prudente, em parte, para quem está preocupado com o que é ou não em seus próprios interesses. Mas é também uma questão ética, pois é sobre a possibilidade de trazer uma pessoa (em alguns casos mais de uma pessoa) para a existência – e essa pessoa não pode, pela própria natureza da situação, dar o seu consentimento para ser trazido à existência. Tal questão também afeta profundamente o bem-estar das pessoas existentes (os pais potenciais, se houver, irmãos e avós). E isso tem efeitos além da família na sociedade mais ampla, que é inevitavelmente alterada pelo impacto cumulativo – em coisas como educação, saúde, emprego, agricultura, o crescimento da comunidade e design, e com a disponibilidade e distribuição dos recursos – de decisões individuais sobre  “para se procriar”.
(interrompido aqui a correção da tradução)
Há livros de auto-ajuda no mercado que se propõem a ajudar os potenciais pais a fazer uma escolha prática sobre se deve ou não ter filhos. Há também discussões informais sobre sites, em jornais e revistas e em blogs. No entanto, a natureza ética desta escolha é raramente reconhecido, mesmo – ou especialmente – por filósofos.
Talvez as pessoas não conseguem ver a gestação como uma decisão ética, porque eles pensam nisso como a expressão de uma unidade de instinto ou biológicas, como a atração sexual ou “se apaixonar”, que não é passível de avaliação ética. Mas sejam quais nossas inclinações biológicas possam ser, muitos seres humanos fazem assumir o controle sobre sua fertilidade, graças aos meios contemporâneos de contracepção e aborto. A taxa de natalidade em declínio rapidamente em muitas partes do mundo é uma evidência desse fato. Ao escolher se quer ou não ter filhos pode envolver sentimentos, motivos, impulsos, memórias e emoções, mas ele também pode e deve ser um assunto para reflexão cuidadosa.
Se não formos capazes de reconhecer que a decisão de se pai ou não é uma escolha real que tem importancia ética, então estamos tratando fértililidade como uma mera expressão do destino biológico. Em vez de se pensar que ter filhos como algo que as mulheres fazem, vamos continuar a vê-lo como algo que simplesmente acontece com as mulheres, ou como algo que é meramente “natural” e semelhante ao animal.
A decisão de ter filhos com certeza merece, pelo menos, tanto pensamento como as pessoas dedicam a locação de um carro ou comprar uma casa. Procriação são decisões sobre se deve ou não assumir a responsabilidade completa, durante um período de pelo menos 18 anos, para uma vida nova ou novas vidas. Como decidir se deve procriar tem dimensões éticas, as razões que as pessoas dão para as suas escolhas procriação merecem exame. Algumas razões podem ser melhor – ou pior – do que outros.
Meu objetivo, apresso-me a acrescentar, não é defender policiamento motivos das pessoas procriação. Eu estou simplesmente defendendo a necessidade de se pensar sistematicamente e profundamente sobre um aspecto fundamental da vida humana.
O ônus da prova – ou, pelo menos, o ónus da justificação – deve, portanto, descansar principalmente sobre aqueles que optam por ter filhos, e não sobre aqueles que escolhem não ter filhos. A escolha de ter filhos exige justificação mais cuidado e pensou que não a escolha de ter filhos porque a procriação cria um ser dependente, carente, vulnerável e humano, cujo futuro pode estar em risco. O indivíduo que escolhe não ter filhos toma o caminho eticamente menos arriscado. Afinal, as pessoas inexistentes não pode sofrer por não ser criada. Eles não têm direito a entrar em existência, e nós não devemos isso a eles para levá-los à existência. Mas uma vez que as crianças não existem, incorremos em graves responsabilidades para eles.
Porque as crianças são dependentes, carente e vulnerável, os futuros pais devem considerar quão bem eles podem amar e cuidar da prole que eles criam, e do tipo de relacionamento que pode ter com eles. O plano de vida genuinamente altruísta pode, pelo menos, por vezes, ser a escolha de não ter filhos, especialmente no caso de indivíduos que de outra forma procriam apenas para cumprir a tradição, para agradar aos outros, em conformidade com as convenções de gênero, ou para beneficiar-se fora do expectativa de que as crianças vão resolver seus problemas inadequado. As crianças não são nem animais nem humanos terapeutas pequenos.
Algumas pessoas afirmam que o simples fato de que nossos descendentes provavelmente será feliz nos dá razão suficiente para procriar. O problema com este argumento é, em primeiro lugar, que não existem garantias. A imprevisibilidade absoluta das crianças, os limites de nossas capacidades como pais, ea instabilidade das condições sociais tornam imprudente tomar por certo que nossos descendentes terão uma vida boa. Mas tão importante, justificando ter filhos, alegando que nossos filhos serão felizes não fornece nenhum ponto de parada para o comportamento procriativo. Se duas crianças estão felizes, talvez quatro serão, ou sete, ou 10.
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A falta de vontade de parar é dramatizada pelo Octomom chamado, Nadya Suleman, que primeiro teve seis filhos através de fertilização in vitro, em seguida, acabou com mais oito a partir de apenas uma gravidez, auxiliado pelo seu médico repreensível, Michael Kamrava. Superior ordem múltiplas gestações, muitas vezes criar problemas a longo prazo de saúde para as crianças nascidas deles. É também improvável que Suleman pode prestar assistência adequada e atenção para com suas 14 crianças com idade inferior a 12, especialmente à luz da sua recente falência, suas tentativas muito público para levantar dinheiro, ea perda iminente de sua casa. Era o desejo de Suleman para uma feira de grande família para seus filhos indefesos?
Considere também a realidade de televisão “estrelas” Michelle e Jim Bob Duggar, os pais de 19 crianças. Os Duggars afirmam ter motivos religiosos para a criação de sua grande família. Mas não é de todo claro que Deus coloca um valor tão alto sobre o património genético Duggar. Ao contrário de Suleman, os Duggars não se esforçam para apoiar a sua ninhada, mas mera solvência financeira não é razão suficiente para nascer mais de uma dúzia e meia prole, mesmo que as crianças parecem razoavelmente conteúdo.
Pessoas como o Duggars e Suleman poderia responder que eles têm o direito de se reproduzir. Certamente eles têm o direito de estar livre da interferência estatal em seu comportamento procriativo; contracepção eo aborto obrigatórios, ou penalidades para ter filhos, são abomináveis. Mas o direito de não interferência não, por si só, justificar cada decisão de ter um bebê.
Não devemos lamentar a existência das crianças nestas famílias muito público, agora que eles estão aqui. Meu ponto é apenas que os modelos de seus pais de decisão procriativa fazendo merecem ceticismo. Os pais parecem ignorar o que é eticamente central: a possibilidade de formar um relacionamento de suporte, a vida de melhoria e estreita com cada um de seus filhos.
Depois de lutar com a nossa própria decisão sobre a possibilidade de procriar, no fim o meu esposo e eu escolhi para ter dois filhos, a quem adoramos. As recompensas e desafios de criar filhos têm revelado gradualmente as implicações de longo alcance de tomada de decisão procriativa. Na escolha para se tornar um pai, procura-se criar um relacionamento, e, excepcionalmente, também se procura criar a pessoa com quem se tem relação. A escolha se quer ou não ter filhos é, portanto, o debate ético mais importante da vida da maioria das pessoas.

Como uma jovem mulher em meus 20 anos eu pensava ou não ter filhos. Existe uma maneira, eu me perguntava, para decidir cuidadosamente e não descuidadamente sobre a mais importante das escolhas humanas?
Ter filhos tem um impacto muito além do círculo familiar.É uma decisão difícil porque você não pode saber de antemão que tipo de criança que você vai ter ou o que vai ser como ser um pai. Você não pode entender o que é bom ou o que é difícil sobre o processo de criação e criação até depois de ter a criança. E a escolha de ter um filho é uma decisão de mudar sua vida para sempre. É irreversível e, portanto, em comparação com as escolhas de vida reversíveis sobre educação, trabalho, localização geográfica ou romance, ele tem muito maior importância ética.
A escolha se quer ou não procriar pode não parecer o tipo de decisão que é merecedor ou mesmo capaz de análise. O novelista canadense Margaret Laurence escreveu: “Eu realmente não sinto que tenho de analisar meus próprios motivos em querer filhos. Para minha própria confiança? Para se divertir? Para ego-satisfação? Não importa. É como (para mim) perguntando por que você quer escrever. Quem se importa? Você tem que, e é isso. ”
Na verdade, as pessoas ainda são esperados para fornecer razões para não ter filhos, mas não há razões são obrigados a tê-los. Supõe-se que se os indivíduos não têm filhos é porque eles são inférteis, muito egoísta ou não apenas ainda chegado ao redor dele. Em qualquer caso, eles devem a sua interlocutor uma explicação. Por outro lado, ninguém diz para os orgulhosos pais de um recém-nascido, Por que você escolheu para ter esse filho? Quais são as suas razões? A escolha de procriar não é considerada como a necessidade de qualquer pensamento ou justificativa.
No entanto, acho que Laurence “Quem se importa?” Atitude é equivocada.
Temos sorte que a procriação é cada vez mais uma questão de escolha. Nem sempre, é claro – nem todos têm acesso a uma contracepção eficaz e acessível o aborto, e algumas mulheres são submetidas a gravidez forçada. Mas a crescente disponibilidade de escolha reprodutiva deixa claro que a procriação não pode ser apenas uma expressão de gosto pessoal.

Leif ParsonsA questão de saber de ter filhos é, naturalmente, prudencial, em parte, que está preocupado com o que é ou não em seus próprios interesses. Mas é também uma questão ética, pois é sobre a possibilidade de trazer uma pessoa (em alguns casos mais de uma pessoa) para a existência – e essa pessoa não pode, pela própria natureza da situação, dar o seu consentimento para ser trazido à existência. Tal questão também afeta profundamente o bem-estar das pessoas existentes (os pais potenciais, se houver, irmãos e avós). E isso tem efeitos além da família na sociedade mais ampla, que é inevitavelmente alterada pelo impacto cumulativo – em coisas como educação, saúde, emprego, agricultura, o crescimento da comunidade e design, e com a disponibilidade e distribuição dos recursos – de decisões individuais sobre se para procriar.
Há livros de auto-ajuda no mercado que se propõem a ajudar os potenciais pais a fazer uma escolha prática sobre se deve ou não ter filhos. Há também discussões informais sobre sites, em jornais e revistas e em blogs. No entanto, a natureza ética desta escolha é raramente reconhecido, mesmo – ou especialmente – por filósofos.
Talvez as pessoas não conseguem ver a gestação como uma decisão ética, porque eles pensam nisso como a expressão de uma unidade de instinto ou biológicas, como a atração sexual ou “se apaixonar”, que não é passível de avaliação ética. Mas sejam quais forem nossas inclinações biológicas podem ser, muitos seres humanos fazem assumir o controle sobre sua fertilidade, graças aos meios contemporâneos de contracepção e aborto. A taxa de natalidade em declínio rapidamente em muitas partes do mundo é uma evidência desse fato. Ao escolher se quer ou não ter filhos pode envolver sentimentos, motivos, impulsos, memórias e emoções, ele também pode e deve ser um assunto para reflexão cuidadosa.
Se não formos capazes de reconhecer que a decisão de se pai ou não é uma escolha real que tem de importação ético, então estamos tratando fértil como uma mera expressão do destino biológico. Em vez de ver ter filhos como algo que as mulheres fazem, vamos continuar a vê-lo como algo que simplesmente acontece com as mulheres, ou como algo que é meramente “natural” e animal-like.
A decisão de ter filhos com certeza merece, pelo menos, tanto pensamento como as pessoas dedicam a locação de um carro ou comprar uma casa. Procriação são decisões sobre se deve ou não assumir a responsabilidade completa, durante um período de pelo menos 18 anos, para uma vida nova ou novas vidas. Como decidir se deve procriar tem dimensões éticas, as razões que as pessoas dão para as suas escolhas procriação merecem exame. Algumas razões podem ser melhor – ou pior – do que outros.
Meu objetivo, apresso-me a acrescentar, não é defender policiamento motivos das pessoas procriação. Eu estou simplesmente defendendo a necessidade de se pensar sistematicamente e profundamente sobre um aspecto fundamental da vida humana.
O ônus da prova – ou, pelo menos, o ónus da justificação – deve, portanto, descansar principalmente sobre aqueles que optam por ter filhos, e não sobre aqueles que escolhem não ter filhos. A escolha de ter filhos exige justificação mais cuidado e pensou que não a escolha de ter filhos porque a procriação cria um ser dependente, carente, vulnerável e humano, cujo futuro pode estar em risco. O indivíduo que escolhe não ter filhos toma o caminho eticamente menos arriscado. Afinal, as pessoas inexistentes não pode sofrer por não ser criada. Eles não têm direito a entrar em existência, e nós não devemos isso a eles para levá-los à existência. Mas uma vez que as crianças não existem, incorremos em graves responsabilidades para eles.
Porque as crianças são dependentes, carente e vulnerável, os futuros pais devem considerar quão bem eles podem amar e cuidar da prole que eles criam, e do tipo de relacionamento que pode ter com eles. O plano de vida genuinamente altruísta pode, pelo menos, por vezes, ser a escolha de não ter filhos, especialmente no caso de indivíduos que de outra forma procriam apenas para cumprir a tradição, para agradar aos outros, em conformidade com as convenções de gênero, ou para beneficiar-se fora do expectativa de que as crianças vão resolver seus problemas inadequado. As crianças não são nem animais nem humanos terapeutas pequenos.
Algumas pessoas afirmam que o simples fato de que nossos descendentes provavelmente será feliz nos dá razão suficiente para procriar. O problema com este argumento é, em primeiro lugar, que não existem garantias. A imprevisibilidade absoluta das crianças, os limites de nossas capacidades como pais, ea instabilidade das condições sociais tornam imprudente tomar por certo que nossos descendentes terão uma vida boa. Mas tão importante, justificando ter filhos, alegando que nossos filhos serão felizes não fornece nenhum ponto de parada para o comportamento procriativo. Se duas crianças estão felizes, talvez quatro serão, ou sete, ou 10.
RELACIONADOMais de The StoneLeia as contribuições anteriores a essa série.
A falta de vontade de parar é dramatizada pelo Octomom chamado, Nadya Suleman, que primeiro teve seis filhos através de fertilização in vitro, em seguida, acabou com mais oito a partir de apenas uma gravidez, auxiliado pelo seu médico repreensível, Michael Kamrava. Superior ordem múltiplas gestações, muitas vezes criar problemas a longo prazo de saúde para as crianças nascidas deles. É também improvável que Suleman pode prestar assistência adequada e atenção para com suas 14 crianças com idade inferior a 12, especialmente à luz da sua recente falência, suas tentativas muito público para levantar dinheiro, ea perda iminente de sua casa. Era o desejo de Suleman para uma feira de grande família para seus filhos indefesos?
Considere também a realidade de televisão “estrelas” Michelle e Jim Bob Duggar, os pais de 19 crianças. Os Duggars afirmam ter motivos religiosos para a criação de sua grande família. Mas não é de todo claro que Deus coloca um valor tão alto sobre o património genético Duggar. Ao contrário de Suleman, os Duggars não se esforçam para apoiar a sua ninhada, mas mera solvência financeira não é razão suficiente para nascer mais de uma dúzia e meia prole, mesmo que as crianças parecem razoavelmente conteúdo.
Pessoas como o Duggars e Suleman poderia responder que eles têm o direito de se reproduzir. Certamente eles têm o direito de estar livre da interferência estatal em seu comportamento procriativo; contracepção eo aborto obrigatórios, ou penalidades para ter filhos, são abomináveis. Mas o direito de não interferência não, por si só, justificar cada decisão de ter um bebê.
Não devemos lamentar a existência das crianças nestas famílias muito público, agora que eles estão aqui. Meu ponto é apenas que os modelos de seus pais de decisão procriativa fazendo merecem ceticismo. Os pais parecem ignorar o que é eticamente central: a possibilidade de formar um relacionamento de suporte, a vida de melhoria e estreita com cada um de seus filhos.
Depois de lutar com a nossa própria decisão sobre a possibilidade de procriar, no fim o meu esposo e eu escolhi para ter dois filhos, a quem adoramos. As recompensas e desafios de criar filhos têm revelado gradualmente as implicações de longo alcance de tomada de decisão procriativa. Na escolha para se tornar um pai, procura-se criar um relacionamento, e, excepcionalmente, também se procura criar a pessoa com quem se tem relação. A escolha se quer ou não ter filhos é, portanto, o debate ético mais importante da vida da maioria das pessoas.


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