Sindicato dos professores do Rio se mobiliza contra ensino religioso e eu ofereço minha participação

A matéria está no website do Paulo Lopes, cujo link vai abaixo.

http://www.paulopes.com.br/2012/06/sindicato-dos-professores-do-rio-se.html

http://www.paulopes.com.br/2012/06/sindicato-dos-professores-do-rio-se.html#ixzz1ywSSHMVE

Assim como Deus, se existe,  não apareceu e nada disse sôbre esta noticia, tambem a Matrix/DNA, se existe, nada disse aqui e não podemos mentir desonestamente dizendo que estamos transmitindo sua palavra. Mas assim como os crentes em Deus, e tambem os crentes na não existência de Deus, eu como eleitor da Matrix/DNA intervenho no debate mencionando o que penso ler e interpretar na face da Matrix/DNA, e qual seria sua palavra sôbre o tema. Primeiro vou copiar aqui os tópicos do artigo e dos comentários que se seguem ao artigo que acho interessantes e registrar meu comentário.

1) Artigo: … a entidade vai começar a realizar atos contra o ensino religioso que começa a ser ministrado no segundo semestre nas escolas do ensino fundamental da rede municipal.

R) Louis Morelli: Como?! Mas a constituição brasileira não é como a estadounidense que proíbe a influência de religiões nas decisões do Estado e portanto de qualquer instituição publica pertencente ao Estado? Que Estado é separado de religiões? Se está registrado êste ítem na Constituição Brasileira e alguem desobedeceu, tem que ser retirado do quadro de decisões do Estado e ser punido com multa em dinheiro e tempo de prisão. Não pode haver senões aqui. Se o juíz que for incumbido de julgar o caso tomar decisão diferente tambem estará agredindo a Constituição e deverá ser punido da mesma maneira.

Religiões (assim como visões do mundo, cosmovisões, filosofias, ideologias, etc.), devem serem vistas como produtos de algumas mentes humanas nas suas operações buscando explicações para existências dos fatos reais e dos eventos ocorridos que sugerem ao restante das mentes humanas a existência de fôrças invisiveis e imperceptíveis aos sentidos humanos que estariam envolvidas em tais fatos e eventos.  Portanto são religiões tôda asserção a  fôrças ou elementos aos quais não foram oferecidas provas pelo método cientifico enquanto êste se resume à compilação das fôrças e elementos que são causas comprovadas dos fatos e eventos reais. Portanto na gama das religiões são arroladas as crenças em deuses não comprovados, assim como as crenças nas teorias naturalistas ( teorias do Big Bang, da abiogênese, e em certo grau, a teoria da Síntese Moderna enquanto baseada na teoria da evolução neo-darwinista que ainda não comprovou serem seus postulados universais as causas fundamentais dos fenômenos que estuda), e como a crença na teoria da Matrix/DNA.

Acertado isto vem as perguntas: a escola publica deve conter em seu curriculum educacional um espaço para informar os alunos de que existem as religiões e o que são, cada uma delas? A Constutuição Federal não proíbe isto? Todos os cidadãos da nação devem retirar parte dos produtos de seu trabalho ou posses para sustentar êste espaço, se fôr aprovado? Ou se existem cidadãos que não autorizam que uma parcela de seus produtos pagos ao Estado sejam destinados a êste espaço e portanto devem ser respeitados em suas decisões, aos cidadãos que concordarem pagar por tal espaço serão obrigados a construir suas escolas privadas?

Quanto ao curriculum educacional atual, quais as   fronteiras em cada área, da Biologia, da Física, da Quimíca, da Geologia, da Matemática, entre os fatos e eventos reais comprovados pelo método cientifico e as interpretações teóricas feitas por quaisquer cidadãos sôbre tais fatos e eventos? Delineadas as fronteiras, e identificados as matérias concernentes às teorias, enquadrados os espaços tomados por estas teorias, como serão resolvidas tendo em vista as questões acima?

Minha sugestão: Apesar de intangível, inapalpável, invisível e indefinida, o fenômeno mental, que consiste no conjunto de todos os pensamentos produzidos nas sinapses das conexões neuroniais no cérebro humano, foi provado pelo método cientifico que é um elemento ainda abstrato mas do qual emana uma fôrça real capaz de interferir e dirigir a matéria, não só a limitada a corpos humanos como aseus efeitos no mundo exterior a tais corpos, inclusive afectando o Estado. Portanto, esta fôrça, seu suposto elemento causador que é a mente e seus efeitos, suas produções, devem sim, serem inseridas no curriculum educacional das escolas publicas. As religiões, as ideologias, as cosmovisões, as teorias cientificas, são tais produtos. Tôdo aluno deve ter o direito de poder absorver o conhecimento d6estes produtos, suas origens, histórias e estados atuais, para que não tenham que reinventar a roda, repetir êrros comprovados que outros cometeram, e assim, conhecedor de tôdo o existente, ter sua mente livre sem qualquer tipo de coerção ou direção, para escolher um dos produtos existentes ou elaborar o seu próprio… e requerer que, no caos de ter elaborado um novo e inédito produto, seja considerado em juízo sua inclusão no curriculum educacional.

Enquanto ninguem vier discutir as conclusões acima, e apresentar fatos ou eventos reais que disprovam tais conclusões, continuarei firme a defendê-las publicamente denunciando que no atual curruculum educacional existem muitos êrros. E militarei ativamente quando ocorrer sugestões ou medidas efetivas que aumentem tais êrros, como por exemplo êste fato denunciado pelo Sindicato dos Professôres do Rio de Janeiro. E particularmente publico minha opinião de não entendimento do porque os pais dos alunos em tais escolas estão aceitando estas agressivas contravenções da lei constitucional contra a saúde mental de seus filhos.

( Tenho que interromper agora êste artigo, mas voltarei para termina-lo)

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