Triste Arrogancia Fatal da Mulher Moderna

Carla Mecucci me chamou três vezes para transporta-la dentro de New York. Muito bonita e nos vinte e poucos escudava-se nestas qualidades para falar sempre com autoridade, e usar as pessoas, principalmente homens que pagavam para te-la por perto. Mas todos viam que ela estava se perdendo para um negro futuro, so ela não via isso. Entrava no carro bêbada falando ao celular que ela ia para a noite beber e a pessoa do outro lado da linha não tinha nada com isso, e desligava com um “pare de encher o saco”. (me desculpem erros de ortografia devido meu teclado inglês)
Um dia vi no jornal que estava sendo procurada. Ela estava no Adega, um grande pub de Newark, onde trabalhava sua colega de apartamento. A amiga disse que a viu muito louca, embriagada e provavelmente drogada, numa mesa com alguns indivíduos desconhecidos e tentou convence-la a ir embora. Ao rever as câmeras do ambiente a policia constatou que ela saiu com um individuo louro, musculosos, careca. Passam-se mais de um ano e ate mesmo um policial brasileiro-americano que se empenhou em sua busca, ou de seu corpo, já desistiu. Existem nos grandes edifícios fechados das capitais, apartamentos onde jovens bonitas raptadas estão amarradas em camas sendo pastos para todos tipos de monstros, ate morrerem. Acho um dos mais horríveis tipos de tortura ate a morte que possa existir e muito me admira a coragem dessas mulheres sempre em situações de risco.
Mas existe outro tipo de cruel armadilha apanhando mulheres mais jovens que ainda vivem com a família. Aconteceu na minha família e posso entender bem o caso. Algo na cabeça destas jovens sugerem-lhes que somente elas são inteligentes, espertas e que conhecem o mundo, sabem o que ev melhor para elas. Os pais, irmãos que começam a notar um comportamento errado e perigoso começam a “encher o saco”, mas elas reagem dizendo que eles não entendem e não sabem de nada. Passam a viver mais a noite que o dia e como na noite não se encontra ninguém que presta, sempre acabam encontrando e se apaixonando por algum bêbado drogado, filhinho de papai ou musico da banda. A pessoa de minha família surpreendeu a todos num dia que tomou uma overdose de álcool em casa, parece que procurando o suicídio, e no estado de coma alcoólico gritando para todos os vizinhos escutarem que estava apaixonada por fulano (o mais conhecido vagabundo e drogado da cidade), e estava gravida. A família queria matar o cara, tiveram que se separar, a overdose causou o aborto, mas ela continuava fora de controle, conheceu outro riquinho e num dia que um tio lhe deu uns tapas ela saiu de casa, forcando o riquinho a acomoda-la e sustenta-la. Saiu dizendo que nela ninguém batia e por isso estava saindo, mas era mera desculpa, pois já havia decidido antes.
Bem, o riquinho no inicio se aproveitava dos seus atributos sexuais, ate dizia que a amava, mas enquanto ele continuava sua vida evoluindo intelectual e profissionalmente, ela parou no tempo e dentro de casa, seu cérebro atrofiava-se. Veio o primeiro filho, foram forcados a se casarem, mas as drogas, noites acordadas e desmazelo logo deformou seu corpo, enquanto, é claro, o marido ainda atraente e com dinheiro era acossado por pretendentes jovens e bonitas. Final da historia: a minha parente se viu sozinha, rejeitada por todos, não mais amada pela família que já nada mais podia fazer por ela, tornou-se uma espécie de zumbi e aceitando continuar a apanhar quase todos os dias. Tenho visto essa historia se repetir muito, tenho tentado avisar as incautas, mas elas nem nos permite começar a falar, nos não sabemos de nada, elas entendem o mundo e sabem de tudo… enquanto dispõem de seus recursos sexuais e podem usa-los. A maioria termina assim como mera dona de casa totalmente reprimida, ou se divorciada, vai ser faxineira, ajudante de cozinheiro num boteco qualquer, e nas madrugadas me chamam como taxista para leva-las bêbadas e silenciosas, sozinhas, depois de passar a noitada nos bailes de velhos e sem ter serem sido convidadas a dançar, apesar de saberem tudo sobre dançar. A culpa de seu infortúnio foi seu “amor que a traiu e abandonou”, a família que lhe enchia o saco, nunca ela mesma, pois ela continua a crer que sabe mais que ninguém qual e a orquestra e a musica do mundo real, que apenas ela sabe conduzir sua dança da sua vida, e continua ironicamente arrogante, enquanto eu, por mais que tenha estudado este mundo vou morrer sabendo que quase nada sei. Agora, por exemplo, a descoberta da formula da Matrix/DNA, revela que todo o Universo desbravado e descrito nos seus detalhes pelos físicos, desde suas explosivas origens, não passa de apenas uma mera bruta dimensão perceptível pelos nossos brutos e limitados cinco sentidos, uma espécie de esqueleto estrutural ósseo, sobre o qual estamos descobrindo toda uma nova cobertura de fenômenos biológicos e neurologicamente quânticos, onde a matéria se organiza como algo viva, como a parte mole de carne e líquidos que revestem o esqueleto de nosso corpo. Quem poderia ter imaginado isso… cadê os cientistas e religiosos que acreditaram conhecer tudo… A vida sempre foi assim: em dado momento, quando pensavamos que sabíamos, uma nova jamais imaginada camada da realidade emerge… puxando os arrogantes, minando suas falsas seguranças, destruindo seus velhos mundos e civilizações, obrigando a dançarem diferente, como uma cirurgia dolorosa.

Tags: