Astronomia: Teoria Oficial Sôbre Formação de Estrêlas

1. Clouds of atoms and molecules (mostly hydrogen) hang out for a while in space, each bit with it’s own little teeny tiny bit of gravity. Because absolute zero is a theoretical absolute, we can assume that these little guys have energy to move about. So they do, and in so doing bump into each other and get closer because of aforementioned gravity.

2. When a molecule of interstellar dust attracts another molecule of interstellar dust, and the two are captured by each others gravity, they now have ~twice as much gravity as the rest of the atoms and molecule. They therefore are the most attractive duo in the cloud.

3. This duo (over the course of a really unfathomably long period of time) attract more and more particles and atoms, and grow more massive. More mass means more gravity. More gravity means you pull in more mass. As you pull in more mass, you get more gravity.

4. So, now, lots of gravity and mass later, you have this big clump of stuff. It’s so big, in fact, that the gravity in the center is squeezing the atoms there a lot. This squeezing heats up the atoms in the middle (core) of the clump. Meanwhile, more stuff is being attracted to the clump, so more mass is raining into the clump, giving it more mass and more gravity.

5. After an even longer time, the heat that’s coming from the squeezing of gravity gets to the point where the atoms in the core are so energetic they’re basically reduced to free roaming protons (the electrons get stripped from the atoms of hydrogen that are prevalent in the original clump). These protons, of course, repel each other when they get too close to one another because of the electromagnetic force – like charge repels like.

6. Gravity keeps squeezing and heating up the proton soup in the core. One day, when no one’s looking, the temperature inside the core finally reaches the magic temperature that fusion can start (10 million degrees F – I think F, I need to review my notes). Protons that once bounced off one another without really ever touching suddenly find themselves moving so quickly that they can overcome the electromagnetic force occasionally and fuse with another proton.

7. Lots of complicated things happen, but fusion has started and once fusion has started the new star is ‘born’.

Comentários de um estudante que faz parte do movimento “The Skeptic’s Guide to the Universe”, site: http://sguforums.com, que tem por objetivo combater a pseudociencia e concluindo que a Teoria da Matriz tenha pretensões de ser cientifica e não naturalmente holistica como ela é, quando compara essa aula acima de astronomia, com om pouco que ouviu falar da Teoria da Matriz.  

“My point with this, besides as an impromptu reason to study for my forthcoming midterm? Well, for one, the ‘birth’ of a star is nothing like the birth of a child in any way at all. Except that the term birth is used as an arbitrary marker for when a fetus becomes a baby and it’s an appropriate analogy when discussing the formation of stellar objects (stars being the best known, brown dwarfs being the sad failures of the Universe).

 A daddy planet does not copulate with a mommy planet to form a new planet that is a combination of daddy and mommy planet. Planets form from the material that is left over around the star that didn’t have a chance to fall into the star before it ignited (before fusion began). 

Your theory is based on the idea that the analogies that are used to discuss scientific ideas with lay people are real patterns and not analogies. Therefore, I can only conclude that your theory is based on no fact at all.”

Meu comentário:

O professor só se esqueceu de dizer a primeira palavra mais importante e honesta que devia dizer: TEORIA. Esta é a forma como uma ideologia é incutida numa mente em formação, talvez desviando-a da sua Natureza se a teoria estiver errada, e catapultando o livre pensamento que poderia  continuar a busca da verdade talvez até por novos caminhos com novos métodos e novas idéias. Eu acho que a teoria acima descrita está bem está bem estruturada, raciocinada, tem  embasamento no atual conhecimento cientifico e deve sim, ser transmitida na escola. Mas onde está a revelação do que ela é de fato, apenas uma teoria? O texto mesmo diz que todo esse processo desde o aparecimento da poeira dos átomos até o nascimento final da estrêla demora um tempo astronômico ( senão muitos milhões, talvez bilhões de anos). Portanto nunca ser humano algum viu e nunca vai ver o nascimento ou formação de uma estrela, como podemos ver aqui em 9 meses o nascimento ou formação de um bebê. Sempre, para todo o sempre vamos ter apenas teoria.

Mas foi justamente essa mesma falha dos curriculuns escolares e a pressa dos ideólogos em propagar sua ideologia que causou os problemas que estão ocorrendo entre os opositores e os crentes na Teoria da Evolução.

Quando terminei de ler o texto, exclamei: “… e então, esta fornalha estelar e os monticulos de poeira apagadas chamado planetas resolveram inventar coisas como código genético, ciclo vital, macacos, corpos que se reproduzem genéticamente, etc.! Como essa estrêla e planeta nada tinha destes complexos fenomenos, fica-me parecendo que eles tiraram tudo isso como o mágico saca um coelho da cartola…”

A Teoria da Matriz apenas resvalou na questão da formação de astros e astronomia, que quase nada tinha a ver com nossa pesquisa, quando tentou verificar a hipótese de que os menscionados complexos fenomenos gerados pelos astros aqui na superficie deste planeta já teriam seus principios embutidos de alguma forma na matéria da Natureza dos tempos passados. O modêlo surgiu dêste calculo, está aí como simples curiosidade para todo mundo que queira ver e para muito trabalho à frente dêste autor que tentará testar de alguma forma essa teoria. TEORIA.

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