Filosofia Metafisica: Pensamentos originados pelo Numero Phi

(este texto está desarrumado e incompleto, registrado aguardando término)

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou as vestes de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888. 

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

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A matéria bruta do Universo, a massa sem forma, foi movida desde o caos primordial por uma tendência misteriosa para produzir esta profusão de formas que vemos hoje, constituindo-se em sistemas naturais, e atingir um estado de ordem funcional onde sómente então começa a se delinear as formas belas e a racionalidade previsível. Esta força misteriosa está por traz do problema que nossa Ciência ainda não solucionou, ou seja, como a matéria informe construiu o primeiro sistema, o primeiro átomo, e como desde este átomo se desenvolveram os outros sistemas, desde os galacticos aos corpos humanos.

Pois se houvesse sómente a matéria, constituída por massa e energia, e segundo a composição que dela conhecemos hoje, não tinha como nem porque ela sair de seu estado inicial onde a massa se esparrama pelo espaço sem qualquer forma-padrão e a energia apenas produz relampagos, eventos caóticos ao acaso. O Universo teria ficado patinando neste estado infinitamente.  Mas não foi o que aconteceu, havia algo mais na matéria que a fez dar passos evolutivos e chegar onde chegou. Tanto ateus como religiosos se esquecem convenientemente deste estado do mundo no priuncipio e dão um salto descomunal levado por suas imaginações, uns sugerindo que a invisivel e desconhecida variavel que havia ali era simplesmente uma força mal explicada denominada acaso, e outros sugerindo que esta variavel era uma inteligência mal explicada denominada Deus. 

Até o dia em encontrei a fórmula da Matriz eu estivera tendendo para o lado do pensamento cientifico e ateu moderno, o qual acredita que tudo tenha iniciado como mero fruto do acaso.  Não me alinhei definitivamente com eles porque eu sou um genuíno cético, aquele que só acredita no que pode ver e tocar. Mas a fórmula da Matriz me fêz ver que eu poderia construir um Universo inteiro igual ao que vejo hoje com tudo que nele existe, inclusive a auto-consciência humana, se eu tivesse em mãos aquela fórmula. Portanto, seja o que for que existiu antes da origem deste Universo, tendo aquela forma  pode ter feito o mesmo. Se o Universo foi realmente criado e construído com aquela fórmula, então não foi por acaso.

Mas isto ainda não é suficiente para se correr precipitadamente a dizer que existe uma inteligência por traz da criação. Uma girafa produz uma forma, e viva, sem aplicar nenhuma inteligência.  Apenas deixa a Natureza fluir através dela. Portanto, numa certa época cheguei à visão de que o Universo pode não ser fruto do acaso, mas sim, trata-se de mero ovo cósmico dentro do qual ocorre um processo de reprodução genética natural.  

 O problema é que a fórmula  apresenta um conceito de geometria espacial e calculo matemático. Estes fenômenos da bi-lateral simetria, da reprodução, da funcionalidade de um sistema natural, que são todos explicados pela Proporção Áurea, a qual é baseada na geometria e na matemática, sugere desconcertantemente a possibilidade de ter havido a atuação de alguma forma de  inteligência participando da criação  da coisa ou sistema que gerou genéticamente este Universo. 

Vamos supor que universos despontam espontaneamente por vibrações quanticas como sugere a vanguarda do pensamento cientifico atual, na voz de Stephen Hawking. Ele já deu aqui um inconsequente gigantesco salto imaginativo ao dizer “universos despontam”. Pois o que pode surgir inicialmente é matéria informe. A não ser que nas vibrações quanticas existam um poropósito pré-definido de apresentar como produto, universos. Sem propósito, o que as vibrações poderiam produzir seria matéria informe. Por mais que a massa seja movida pelo incessante movimento da energia, por mais que sejam os resultados de infinitas combinações é impossivel à matéria por si só chegar ao numero Pi. Porque?

Porque o Pi apenas surge quando já foram construídas e conectadas quatro arquiteturas naturais, três das quais só podem ser produzidas se aplicado o ciclo vital sobre a primeira.

Então vamos supor como quer a teoria do acaso que o caos primordial produziu uma arquitetura por todos os lados ao mesmo tempo, a qual se assentou definitivamente como tijolo basico da matéria. Que eventos ao acaso possam produzir uma particula, digamos, quark, num determinado ponto, é plausivel. Mas ela seria inevitavelmente destruída dentre os eventos ao acaso que continuam a ocorrer no mundo externo a ela. Para que ela sobrevivesse por longo tempo suficiente para evoluir, como a primeira célula sobreviveu e evoluiu na Terra, seria preciso uma certa manutenção de ordem por um certo tempo, como ocorria na Terra naquela época. Mas no caos primordial não havia ordem alguma e muito menos duradoura. Todos os fazimentos eram desfazidos…  Como se a primeira célula surgiu segurando-se num planeta que no instante seguinte seria desfeito. Ora então a teoria do acaso recorre à possibilidade de que de infinitos eventos ao acaso tenha surgido num ponto um quark. Até aí, tudo bem, não sei mesmo o que é um quark, aceito qualquer idéia. Mas a matéria era muita e se ocorreu a aparição de um quark num ponto, os outros quase infinitos pontos daquela matéria continuaram caóticos, o que não dava sustentabilidade ao tal quark. Mas aí a teoria começa a apelar: suponhamos que dentre infinitas possibilidades muitas vezes tenha surgido um quark naquele ponto e nada ou outras coisas surgiam nos noutros pontos. Mas suponhamos que quando numa daquelas vezes que voltou a surgir o quark no mesmo ponto, em outros trezentos pontos distantes tambem surgiram quarks. Ok, todos seriam desfeitos ainda. Mas suponha que dentro da eternidade outra vez surgiu quarks em 500 pontos. Ou seja, o mesmo tipo de acidente que fêz uma força vibracional se chocar com outras num ponto, tambem aconteceu em outros quinhentos pontos…

Bem, já temos uma idéia do que o teorista do acaso quer propor. Que a primeira célula surgida na Terra teve em seguida a Terra desaparecida sob seus pés, mas que por uma feliz coincidencia toda a matéria não só da Terra como de todo o Universo ressurgiu a seguir na forma de células prontas! E assim umas se agarraram às outras e formaram uma colonia de células tal como são os nossos recifes de corais. Neste ponto só me resta mandar nosso teorista do acaso ir dormir. Não precisa nem lembra-lo do problema seguinte: esta universal colonia de quarks estaria flutuando no espaço sem ter mundo material externo algum. Não sei como poderiam sobreviver e ainda evoluir como o Universo material evoluiu. Concluindo: a não ser que os cientistas coloquem matéria em boa quantidade no collider da Europa, fazendo essa matéria se chocar caóticamente até o dia que todos os choques produzam uma arquitetura universal que se fixe perante nossos olhos… nunca vou me alinhar na fila dos ateus. E mais: vou tender para a possibilidade do universo como ovo cósmico reproduzindo um sistema genéticamente, e quiçá, se mais atordoantes novidades surgirem do numero Phi, vou começar a tender para a possibilidade de que o sistema que está sendo reproduzido teve, em algum momento de sua ancestralidade, sido criado por uma forma de inteligência. Não tenho outra saída à luz dos conhecimentos atuais.            

Pensando nisso, a partir daquele dia fiquei boiando nas nuvens, esta era uma novidade que eu não esperava e mudava tudo o que eu supunha saber e pensava ser a verdade.

Não se trata da mera questão de saber se a fórmula realmente existe ou é apenas uma criação da minha mente. O fato é que a fórmula tem todos os requisitos para produzir o Universo tal como se encontra hoje a partir de meros vórtices imateriais. Então opiniões humanas discutindo se a fórmula existe na Natureza de nada valem porque a mente humana, o conhecimento cientifico atual, não tem a capacidade para solucionar esta questão. Manda a lógica que agora só nos resta uma alternativa. Continuar investigando qual o certo: acaso ou prévio design? As duas soluções supremas são perfeitamente, lógicamente, racionalmente possíveis, e uma não é melhor que a outra, à luz dos fatos reais e comprovados que conhecemos até este momento .

Quando vejo uma cena na selva de uma fera atacando e estraçalhando uma horrorizada e indefesa ovelha, ou fico sabendo que o agente de segurança do Carajás que estava desaparecido e foi encontrado quase inteiro mas móido dentro de uma jibóia, e imagino o terror daquele homem sentindo-se enrolado pela cobra e vendo sua bocarra se aproximando para enguli-lo sem que ele pudesse se mexer e escapar dela… perco totalmente a esperança de que haja algum tipo de Deus. Ou de alguma inteligência superior à humana criando por vontade própria uma fórmula quantica viva capaz de produzir universos e vidas como a nossa. Impossível que uma inteligência superior não tivesse o minimo de compaixão e permitisse acontecer estes horrores.

Mas, por outro lado, quando vejo fenômenos naturais comprovados como a magistral proporção que gera a beleza através da bi-lateral simetria, e vejo que esta proporção é uma produção geométrica espacial com bases sólidas matematicas, retorna a esperança, pois isto não poderia de maneira alguma ser produzida por um acaso onde faltasse a inteligência.

Assim vivo oscilando entre duas possíveis soluções para as existências do mundo e a nossa própria: depende da cena que vejo em cada momento. Por isso hoje me sinto o mais infeliz dos humanos pois todos tem algo em acreditar e eu não tenho, perdido entre duas alternativas que não tenho como saber qual a correta. No final de tudo a deprimente certeza que vou morrer sem resolver o mistério da minha existência, pois o meu cérebro e a minha Razão são demasiado pequeninos para alcançar esta suprema solução.

Vamos então entrar agora nas explicações do reino de aparência mágica e inteligente do numero Phi.   

Imagine a cozinheira fazendo a massa para um bolo que terá a forma, digamos, de uma pessoa. Ela começa a modelar a massa pela base, fazendo os dois pés, mas é importante notar que ela focaliza um ponto central e vai levantando a forma de maneira que as partes esquerda e direita dêste ponto central sejam iguais, aplicando a famosa bi-lateral simetria que dá a beleza às formas. Ela constrói sua imagem baseada no seu conhecimento de uma imagem que ela já viu antes e conhece muito bem. Portanto ela parte de uma imagem préviamente existente. O segundo ponto importante a notar é que a cozinheira não tem a pretensão de fazer a imagem de um ser humano  real, com vida. Sua produção final será um mero boneco, uma estátua. 

A Natureza ( que na minha definição seria a força universal ou o próprio Universo que se expande e se transforma) pode ser comparada, a grosso modo, com a cozinheira de bolos que ao invés de jogar a massa sem forma trabalhada dentro do forno, trabalha-a antes, modelando-a, obtendo formas. Mas é dificel acreditar que a Natureza inconsciente tenha propósitos, planos futuros, para as formas que ela produz. No entanto, quando olhamos mais à frente e vemos como estas formas produzidas estão se comportando, descobrimos estupefatos que elas serviram a um propósito.  A imagem do boneco serviu para o prazer estético dos convivas, a imagem do réptil serviu para produzir a imagem do mamifero. Quer queiramos ou não, até agora a Natureza tem se comportado como a cozinheira consciente que sabe préviamente o que quer quando trabalha a massa.

Mas existem diferenças patentes entre a Natureza e a cozinheira quando modelam a massa.

a) a cozinheira tem prévias imagens já construídas na mente, ela apenas reproduz imagens; a Natureza não tinha imagem alguma de mamiferos quando modelava a massa de répteis, ou seja, ela têve que criar uma nova imagem. E não se trata da cozinheira criando uma imagem que nunca existiu, sem plano algum, por exemplo, trocando a imagem de braços por martelos. Isto é fácil a qualquer um fazer. A Natureza tinha que criar uma imagem nova, nunca vista antes, que atendesse a um plano futuro: a imagem do mamifero produziu uma arquitetura mais complexa, o cérebro humano. O Homem com martelos no lugar dos braços jamais poderia produzir a próxima forma biológica mais complexa. Portanto, o fato incontestável é que a Natureza sempre criou imagens novas nunca existentes antes, e tôdas as imagens anteriores eram protótipos da imagem ultima existente agora, como mostram as evidências.

Raios! Como um ser inconsciente pode fazer isso?! Eu acho que não pode. Seria o mesmo que dizer que o conjunto de tôdas as particulas do Universo constituem uma espécie de cozinheira que desde o Big Bang já tinha em mente fazer um bolo que apresentasse imagens de seres humanos, que ela nunca viu antes e ainda mais: vivos!

Prefiro a tese da fórmula matricial no meio da matéria. Esta explica tudo, racionalmente, o que aconteceu depois do Big Bang, ao menos.

Está bem. Os ateus vão retrucar que estou abordando a coisa pelo lado errado. Que o agente da evolução não teria sido a Natureza, nem a cozinheira, mas a imagem. Ela é que possui a força de se mover, se adaptar, variar, evoluir, de forma em forma.

Minha resposta? Acertaram na môsca!

A imagem é um simbolo representando uma arquitetura concreta, material, natural. E o que mais é a fórmula da Matriz? Senão um simbolo abstrato na forma de imagem que contem em si todas as formas que essa arquitetura adquiriu durante sua história de evolução? Ela desponta como a mais forte candidata a ser a invisivel variavel que tem movido as coisas dentro do Universo e produzido tudo o que aí está. 

b) A cozinheira produz formas estáticas enquanto a Natureza produz arquiteturas vivas, dinamicas. Terá a cozinheira um dia a capacidade de fazer bolos com imagens de pessoas e animais que vivem e se movem na superficie do bolo estragando toda a decoração? A resposta é sim, talvez em 20 bilhões de anos. Basta a ela inserir como ingredientes todos os elementos básicos da Natureza e imitar a história da evolução natural. Mas quando a Natureza começou a fazer seu bolo, era apenas uma quantidade de massa disforme e energia movendo-se caóticamente. E não tinha na mente a recordação de imagem alguma de pessoas e animais, muito menos de processo evolutivo, do método evolutivo.

Vem então os ateus correndo apontar para sua teoria: o que existe hoje, pessoas, animais, a Vida em si, estão aí simplesmente porque aconteceu, porque dentre as infinitas possibilidades daquela massa disforme inicial, este quadro universal era um dos possiveis. A cozinheira nào prrecisava ter imagem mental alguma, bastava simplesmente mexer com a massa, fazendo experiencias, descartando formas, aprovando outras.

Estes caras são uns pentelhos! E não é que têm razão?! Como saio dessa agora salvando a fórmula da Matriz?

Achei! Heureka! Bastou pensar um minuto e recordar qual o motivo de todo este pensamento: a bi-lateral simetria.

Vamos supor a Natureza como sendo a cozinheira dos ateus. Ela fêz os ingredientes, aprovou uns, descartou outros. Depois tentou combinar estes ingredientes e obtêve átomos. Continuou e obteve galáxias. Até aqui são todos sistemas inanimados. Agora eu peço por favor a um ateu onde, no modelo deles de galaxia, de atomos, ou sistemas estelares, está o numero Phi? Sei onde estava a bi-lateral simetria naquelas épocas, desde as particulas ela já existia. Mas a Razão Áurea nunca foi apontada em átomos e sistemas astronomicos. Simplesmente porque estes são esféricos, as partes movem-se por todos os lugares internos, será dificel encontrar uma correspondencia entre o tamanho da circunferencia e um ponto fixo interno que sirva como base para achar Phi. Eu vou ao extremo de afirmar categóricamente que o Phi nunca será encontrado nos ditos sistemas inanimados, que ele apenas surgiu junto com os sistemas biológicos. Por  isso apenas estes apresentam o fenômeno da auto-reprodução.

Então a cozinheira dos ateus teria descoberto a geometria e a matemática ao observar sua ultima forma, a galáxia? Tambem não pois a matematica já se aplicava à Física de antes. Como essa cozinheira saltou dos sistemas não-vivos que não possuem o Phi, para os sistemas vivos que dependem do Phi? Ao menos da reprodução que ele proporciona, para não citar a funcionalidade das formas simétricas?

Resposta dos ateus: como tudo o mais na Natureza, o Phi era uma possibilidade da matéria, e como tal, ele surgiu espontaneamente. A Natureza viu, gostou, aprovou e aí ele está até hoje.

Pode ser. Por isso nunca descartei a teoria do acaso. Ela continua em minha mente como viva possibilidade e sempre é chamada quando estou estudando um novo assunto natural. Como lhe tenho dado espaço aqui.

Mas existe a outra possibilidade. Se a origem e evolução das galáxias foi tal como sigerida pela Teoria da Matriz, o Phi nunca surgou in Universo espontaneamente. Ele está nos seres vivos porque veio de LUCA. Ele está em LUCA porque veio dos vórtices quanticos imateriais antes do Big Bang. E aí então me perco nas brumas da escuridão: não sei se a matematica e a geometria surgiram espontaneamente antes das origens dêste Universo ou se foi em algum momento, dentro da evolução dos universos, criada por alguma inteligência.      

Para responder esta questão cientificamente de maneira que a solução seja inquestionável só existiria uma maneira: voltar no tempo e assistir com nossos próprios olhos a cena quando pela primeira vez surgiu uma forma bi-lateralmente simétrica. Mas isto nos é impossível. Segundo os calculos da Teoria da Matriz/DNA, a primeira forma simétrica surgiu neste espaço onde hoje se encontra este nosso Universo antes mesmo de surgou a primeira matéria e isto teria sido antes do Big Bang, a mais de 13,7 bilhões de anos atrás. A primeira construção simétrica terá sido os dois tipos de vórtices quanticos que, unidos deram origem à semi-matéria e depois, quatro dêles teria constituido a primeira particula material, o quark. Um vortice spin right, girando para a direita, é a meia face que se une a um vórtice spin left, girando para a esquerda, e fixam-se com face completa, onde o fenótipo é bi-lateral simétrico e o genótipo é assimétrico. Bem, essa teoria das origens está explicada em outro artigo neste website sob o tutulo “As bolhas de Yukawa”.

Desenvolvendo os calculos a partir destes vórtices chegamos a perceber que os vórtices quanticos eram muito mais complexos do que se poderia imaginar: eles continham sete forças brutas, que deram origem às sete funções sistêmicas universais que construíram desde átomos, às galaxias, aos corpos humanos. A teoria é bastante lógica e racional aja visto que na verdade chegamos a este quadro das origens partindo do futuro – do mundo tal como está construído hoje – e fomos descendo rumo ao passado cada vez mais distante, principalmente orientado pelo elo denominado LUCA – the Last Universal Common Ancestor – entre a matéria inanimada e a Vida. É racional porque o resultado final, a História do Universo, é a mesma tanto faz se partirmos do passado no momento incial e chegamos no dia de hoje, ou se partimos de hoje e regredimos ao instante inicial.

Então desponta a estonteante conclusão: a Natureza material não inventou, não criou a bi-lateral simetria nem a assimetria, pelo contrário, esta Natureza foi criada a partir de um plano, uma fórmula não material que já possuía em si estes fenômenos. Esta fórmula é invisivel, apenas conceitual, parece que existe apenas na dimensão quantica, mas ela é uma força igual à nossa mente, a qual tambem é invisivel e apenas conceitual mas que tem o poder de atuar na matéria e  influenciar a matéria por uma simples vontade, como por exemplo, quando ela move nossos braços e assim pode até transformar o mundo externo ao nosso redor.

Não há como um exigente agnóstico e cético como eu escapar dessa inquestionável conclusão: a Natureza material produz formas simétricas e belas, a simetria é um fato incontestável, mas assim como a cozinheira tem a simetria na mente e portanto numa forma abstrata e não-material antes de modelar a massa, assim tambem os vórtices quanticos abstratos possuiam em si a simetria antes de produzir e modelar a massa material.

Mas o mais surpreendente de tudo é que quando vamos analizar inteligentemente um vórtice qualquer, tal como os remoinhos que surgem do ar no quintal da nossa casa, e tal como os furacões e tornados que surgem nos mares do Caribe, cujos remoinhos são movimentos de forças invisiveis aos nossos olhos, e são cópias exatas e atuais dos vórtices quanticos que deram origem a este Universo, descobrimos que eles são uma produção de um planejamento geométrico e matemático! Cujo planejamento só poderia ter como fonte três alternativas: ou foi  elaborado por uma inteligência extra-universal; ou fou produto espontãneo de um infinito processo de reprodução genética de um corpo-sistema existente antes e alem deste universo, corpo este que obedece a um esqiema geométrico-matematico; ou é efeito de deuses peraltas e moleques que na maneira dos nossos hackers se deleitam em criar softwares quanticos vivos que produzem universos… canalizados para nos produzirem. O que me interessa aqui é a conclusão inevitavel: a Natureza só existe como tal porque é assentada numa fórmula geométrica, matematicalmente calculada.

E uma das grandes impressionantes evidências desta fórmula é o Numero Pi, ou Phi. O que é o Pi? A formula da Matriz Perfeita é um circuito redondo, uma circunferencia. Quando essa fórmula chegou ao nivel evolutivo de produzir o sistema meio-mecanico, meio-biológico que é a galaxia, ela se manifestou pela primeira vez na Natureza em toda sua exuberancia, em sua maxima perfeição. Ela, a partir de um astro, construiu LUCA, o nosso mais antigo ancestral semi-vivo.  Em seguida ela teria que construir o primeiro sistema vivo com a massa do astro. Desde que a imagem contendo a bi-lateral simetria já existia no céu, de forma invisivel e abstrata como essa imagem existe na mente da cozinheira, ela desce completa sôbre a superficie de um astro para modelar sua massa. A formula completa significa um volta completa do circuito que perfaz a curcunferencia. Uma volta completa é matematicamente simbolizada pelo numero 1, sendo que nele já esta subtentendido a imagem com simetria.

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