Desconstruindo Esta Cultura Milenar Virtual da Face Negra da Matrix: O Feed-back que Produz o Povo Como Consumidor Moderno

A mentalidade dos humanos tendentes a grande predadores criam negócios sob a filosofia “forneça ao povo o que o povo quer”. O povo quer comer carne, então tem-se que desenvolver a mais eficiente e barata tecnologia para produzir hamburguer em massa. O povo quer sexo e violência, então que Hollywood produza filmes nestes termos. As mulheres querem satisfazerem seus instintos, sexo na forma de romance é sua pedida, então desenvolva-se a telenovela.

Se um produto que satisfaz o desejo do povo estiver contra a evolução natural, as leis naturais, ou contra o código moral, isto não é nosso problema – assim creem os grandes predadores humanos de hoje. Somos minoria dentro do “povo”, não vamos tentar mudar “o povo”, temos que fornecer ao povo o melhor que precisam para produzirem mais,  e disso extraímos a nossa vantagem, que é, na colheita, amealhar a maior quantidade de dinheiro possível, a qual é a nossa necessidade como minoria. Se houver algum pecado nisso, o pecado é do povo, não  nosso, pois apenas servimos o povo, o povo é quem manda. Se a Natureza um dia mostrar que estivemos errados, se ela revoltar-se e vingar-se, ela vai atacar o povo, que é o culpado. Nós, que não tivemos culpa nisso, estaremos resguardados pelo poder do nosso dinheiro, que nos proporciona tecnologia de auto-defesa, teremos chance de aguentar as intempéries e sobreviver a elas, mesmo que o povo pereça.

Concordo que é uma forma racional de pensar. Eles não são Deus, o cuidado do povo e do planeta cabe a Deus, não a eles. E esta forma de pensar gera a “auto-justificação”, que suporta com a razão o seu status social, a sua qualidade de vida. Esta “auto-justificação entorpece a “auto-consciência”, mas isto não é assunto deles, nem acreditam que isto exista, pois predadores ainda não desenvolveram esta propriedade natural. Alguns se escudam na ala cientifica ateísta que afirma que não existe conciencia mente, apenas o que existe é o cérebro; e alguns acreditam na mistica de que suas estrelas brilham e para sempre, porque são escolhidos por deus para dirigir a grande massa de pecadores.

O problema é que, quando tentamos identificar estes grandes predadores, dando nomes aos bois, caímos em umas poucas famílias, de longa tradição. Os Rockefellers, os Rothschild, as 13 famílias que dividiram entre si o Brasil em 13 fazendas denominadas “capitanias hereditárias”,  etc.  É como constatou um repórter ao investigar a industria moderna do alimento: nas prateleiras do supermercado existem centenas de marcas diferentes, mas quando se vai rastrear estas marcas, a quem pertencem de fato, chega-se a 4 conglomerados, os quais pertencem a estas famílias. E assim são todos os outros grandes negócios, grandes corporações multinacionais. O problema continua quando vamos estudar a História Humana, pois vemos que estas famílias já existiam poderosas antes do inicio da Era Industrial. Ora a era industrial foi causada por um súbito salto evolutivo ( ou uma mutação genética para pior?) da mente humana causado por uma reviravolta na interpretação do mundo natural. Isto começou com Copérnico descobrindo que não é a Terra, mas sim o Sol o centro do sistema astronômico em que existimos, depois prosseguiu com Darwin, etc. Esta nova visão do mundo revelou ao homem uma enormidade de mecanismos e processos que foram “inventados” pela Natureza para resolver seus problemas na sua trajetória evolutiva, e descobriu-se que estes mecanismos e processos naturais podem serem imitados pelo homem na forma de tecnologia. Estas famílias se apoderaram deste conhecimento e portanto da tecnologia, mas mais importante, tomaram a direção das escolas que antes pertencia aos grupos religiosos, para modelarem as mentes dos estudantes nesta nova visão do mundo.

Então aí está o problema. O refugio àquela “auto-justificação” é um jogo ladino subconsciente para o predador se manter espraiando à sombra na colina e de vez em quando descendo à campina para fazer sua colheita dentre as presas. Na verdade não existe fundamento natural para esta auto-justificação. Pois o povo quer isto e aquilo, então estas famílias acreditam que estão fazendo a missão divina de servir o povo, mas acontece que quem criou a mentalidade deste povo que quer, foram eles mesmos. Um processo de feed-back, retro-alimentação.

 

A cosmovisão centrada no Darwinismo ( que não traduz a realidade da evolução natural, pois desconhece a maioria dos mecanismos que dirigem a evolução natural, como bem mostra a Matrix/DNA Theory) tem o efeito de retardar o processo da evolução natural investido sobre a espécie humana porque esta cosmovisão reforça a genética herdada do reino animal, retardando o caminho evolutivo rumo a transcendência da espécie, ao distanciamento do reino animal. O mais claro exemplo disso é a forma de todos os sistemas sociais atuais, quer seja o capitalismo ou o comunismo ou o socialismo escandinavo, etc.: a sociedade é dividida entre as classes alta, média e baixa, assim como na selva os animais são divididos entre grandes predadores, médios predadores e presas.  Todos os valores humanos atuais ( a preferencia pela carne, a corrida às academia de culto ao corpo físico, a competição apelando pelos meios disponíveis, etc.) são valores desenvolvidos, projetados, pelos mecanismos Darwinistas que explicam a seleção natural dentre as espécies. Então essa aculturação que emana dos bancos escolares, intrinsecamente arraigada às matérias nos curriculuns escolares, na forma de grandes teorias ensinadas como verdades absolutas já estabelecidas cientificamente,  produzem os gostos e preferencias da espécie humana moderna, enquanto o trabalho da espécie humana retroalimenta estas escolas. O feitiço continua a trabalhar a favor dos feiticeiros, que têm um nome: são aquelas grandes famílias tradicionais.

Porem o Darwinismo esconde, varre para baixo do tapete, muitas coisas constatadas numa observação mais acurada de como tem trabalhado a Natureza. Por exemplo, ele esconde o fato de que todas as espécies que foram selecionadas pela seleção natural, que cresceram em poder e dominaram temporariamente os seus habitats, se tornaram como galhos que saíram do tronco da arvore da evolução, para secarem e se extinguirem. Onde estão os dinossauros, os gorilas, os leões, as anacondas, senhores dos continentes da Terra? Onde estão as grandes águias, o condor, o gavião-real, senhores dos ares da Terra? Onde estão as grandes baleias, os grandes tubarões, os grandes monstros marinhos, que se constituíram nos senhores deste habitat ainda não tão invadido pelos humanos? A maioria desapareceu e os outros estão a caminho da sua extinção.

Então que tipo de seleção natural é esta que leva seus selecionados a lugar nenhum?! Só os grandes predadores humanos modernos ainda não perceberam isto, e qual será seu destino. Oh, não, com eles a História Natural não se repetirá, pois eles são selecionados por Deus…  Aí está a base movediça daquela falsa auto-justificação.

Mas este artigo não é endereçado aos grandes predadores, ele não visa tocar a inteligencia deles e apelar para que mudem enquanto há tempo para se salvarem, pois não temos tais ilusões, contra a fôrça da genética que domina ainda um intelecto não existe tratamento eficaz. Quando conselheiros preocupados diziam às famílias e reis imperiais da frança que deviam refrear suas longas festas orgíacas e prestar atenção, administrar o pais, pois o povo faminto lá fora estava ficando cada vez mais agitado e perigoso, o rei respondia-lhes: “Temos noção disto, sabemos que nossos pescoços irão parar na guilhotina, mas o que podemos fazer? Estamos viciados nisso, é-nos impossível vencer nossos vícios.” O mesmo responderiam estas famílias hoje, sendo porem, o maior de seus vicios, nem tantos as suas orgias luxuriosas consumistas, mas sim o jogo nos cassinos de Wall Street e todas as outras “bolsas de valores”. Você já conheceu um viciado no jogo? Ele sente prazer quando ganha, pois isto reafirma sua segurança com uma ilógica sensação de superior selecionado, e sente um prazer intimo sadomasoquista quando perde, pois seu inconsciente parece saber que tem débito moral a pagar, e as perdas são pagamentos para perdão dos seus pecados.

Este artigo “teria” a intenção de se dirigir ao povo. Tentar mostrar-lhe que o enganaram na escola. Que precisa saber disso e tentar por todos os meios corrigir este engano enquanto ainda há tempo. Pois todas as presas que também se acomodaram num modo de vida, terminam por se extinguirem. Também estão indo a lugar nenhum. Mas este artigo não tem a pretensão de se dirigir ao povo, pois a equivocada cosmovisão está tão arraigada em suas entranhas que o povo se tornou cego e surdo para o mundo real. Se fossem os engravatados  e belos atores ou as belas perfumadas madames mandados pelas famílias dos grandes predadores a levantar esta bandeira, o povo prestaria atenção e poderia até ser tocado a nível mais profundo. Não somos tão ingênuos como o personagem da parábola bíblica, chamado Jesus Cristo. Pensar que um pobre e esfarrapado pode fazer sua voz suplantar os silenciosos condicionamentos nos bancos dos templos escolares  e os bonecos da midia televisiva, é caminhar para a cruz e nos últimos minutos preguntar: “Pai, por que me abandonastes?” Enquanto o próprio povo está pedindo sua crucificação.

Este artigo então é dirigido a um numero muito reduzido de inteligencias que sei existir e estão espalhados por este mundo afora. Que não tiveram tempo ou oportunidade para pensar neste tema e perceber este mecanismo de feed-back que explica o que se passa na mente de grandes predadores e presas da espécie humana moderna.

Tags: , , ,