A Matematica da Natureza Interpretada por Outra Configuração Cerebral: Como os Chineses Multiplicam

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Ninguem entende quando começo a falar do mundo interpretado pela visão da Natureza que concluí na minha experiencia de sete anos vivendo isolado na selva bruta. Assim como não consigo ainda entender bem o que levou os cérebros de todas as outras pessoas a interpretar os fenômenos naturais e extrair seu significado para as existências, tão diferente do significado que penso ser o certo.  As pessoas não se interessam por esta diferença porque automaticamente concluem que eles, sendo a grande maioria, sabem o certo, e eu sou uma exceção, penso tudo errado. Não tem interesse em prestar atenção e tentar entender o que digo.

A herança genética tem grande influencia na forma como os cérebros são configurados nas suas conexões neuroniais – talvez ela contribua com 50% dessa configuração. O meio-ambiente, a cultura da raça, a experiencia de vida do individuo, talvez sejam responsáveis pelos outros 50%. Considerando-se que existem muitas heranças genéticas diferentes, modeladas pela geografia diferente, muitas culturas, e experiencias de vidas que podem serem completas exceções dentro mesmo de uma raça, concluo que deve haver muitas diferenças nas configurações cerebrais entre os indivíduos. Aqui está um exemplo estonteante de como pode diferenciar dois cérebros humanos: a diferença entre como a cultura ocidental interpreta e simboliza o aspecto contábil na Natureza quando comparado com o que faz a cultura chinesa. Devemos assistir o vídeo com link abaixo ( e ver os outros videos relacionados na lista do Youtube, inclusive parece-me haver alguns legendados) pois isto vai estremecer as bases na estrutura do nosso cérebro. Como eu faço ao descrever minha cosmovisão, os chineses mostram como vêm e como desenvolveram a interpretação matemática da Natureza. A diferença entre eu e os chineses é que, por mais que eu traga exemplos, evidencias, parâmetros reais e factuais conhecidos por todos, para embasar cada passo da minha teoria, de nada adianta para interessar as pessoas, enquanto nesta área restrita da natureza, sua face matemática, os chineses tem a sorte de mostrar na hora que seu método dá certo, portanto está também correto.

O ser humano precisa observar a diferença mental entre um homem e um tigre, um crocodilo, ao mesmo tempo que não julgue o cérebro humano superior ao cérebro do elefante, apenas são diferentes. Insetos com antenas são muito mais superiores que os humanos na captação das influencias do campo magnético do planeta, nos fenômenos da vida. Na selva eu aprendi a ser humilde neste ponto, apanhando duro onde o macaco ganha de sobra.  O segredo, a meu ver, está sugerido pela teoria das cordas, pela qual, existiriam no minimo 11 dimensões e não apenas as 4 ou 5 que nós captamos com nossos sensores cerebrais. Coisas “fantasmas” da maioria das outras dimensões pululam no mesmo espaço que vivemos que tambem tem suas montanhas fantasmas, constroem seus edifícios fantasmas, e jamais vamos poder digerir isso quando temos certeza absoluta que o mundo em que existimos tem o espaço todo ocupado pelo que denominamos de “reais”, ou “materiais”. Eu nunca vou acreditar nisso, esta é mais uma teoria mistica,… porem, as diferenças dos vários tipos de cérebros ao longo da evolução biológica, mais a minha cosmovisão inserindo a novidade teórica da Matrix/DNA na Natureza real,  sugerem racional e logicamente que esta teoria tem que estar certa. talvez, por exemplo, este planeta seja mais “vivo” do que pensamos, porem, as mais evidentes propriedades vitais dele se expressam no seu campo magnético, do qual quase nada sabemos. Talvez o Universo tenha sobre sua estrutura física uma camada de fenômenos biológicos sugerindo que o Universo tambem seja algo vivo; talvez vivemos no Universo como as bactérias que viveram na cauda de um dinossauro morreram sem saber que a cauda se move e que estavam dentro de um ser vivo. Não tem como saber-mos o que é e como é o Universo. No entanto estas teorias e estes talvezes não nos importam agora porque estamos atarefados na luta pela melhor sobrevivencia neste mundo captado pelos nossos sensores, não devemos desviar-mos nossos tempo e energias dessa luta. Mas tambem sabemos que uma boiada em disparada, se não parar nunca, um dia vai quebrar a cabeça numa montanha ou cair num precipício. A Humanidade inteira pode assim tambem desaparecer. Mesmo nessa louca correria em que estamos ( neste justo momento que estou escrevendo isto meu cérebro está me condenando porque tenho dezenas, centenas de coisas pendentes a resolver, centenas de fatos-oportunidades ou fatos ameaçadores estão agora passando ao meu lado, lá fora de casa, e eu ignorando tudo para parar e pensar…) sempre surgem momentos que somos parados temporariamente pelas circunstancias, e devemos então investir estes momentos para repensar nossa correria, o contexto ambiental, social, mesmo astronomico, em que estamos. Estamos acompanhando, sendo levados, numa longa caravana de humanos, em ritmo acelerado, por estradas das quais não temos a menor idéia sobre o que tem alem da curva e do horizonte que nossos olhos e raciocínios incompletos alcançam. Se alem da próxima curva tiver um pântano de areia movediça, não teremos tempo de parar os cavalos, será tarde demais.

Quando eu de repente arrumei minha mochila e partí para o meio da selva deixando a vida civilizada no centro de numa metrópole como São Paulo, ou quando deixo New York e seus yuppies que trabalham em Wall Street retornando à selva e seus macacos, é como se eu desse uma escapadinha, saindo fora da caravana, subindo uma montanha ao lado da estrada, e tentando ver do pico da montanha, o que nos espera lá á frente. Temos que exercitar o cérebro e seus sensores para abranger horizontes mais amplos que o nosso atual, habitual, e imposto, imediatismo. Não sou eu, não são minhas teorias escabrosas que estão ordenando que façamos isto: é a História Natural. Ela mostra que todas as espécies que foram pelo caminho que estamos indo, pereceram ou estão em vias de extinção. Não ligar para isso porque nossa arrogância sugere que nós somos superiores e vamos mudar as leis naturais, é estar com o cérebro dominado ainda pela mistica e as fantasias infantis. O Universo não está nem aí para nós, e o menino que na semana passada caiu na cela do tigre, ficou estancado pelo terror pondo as mãos sobre cabeça e pescoço para se proteger, minutos depois estava urrando de dor e sendo despedaçado: nenhuma entidade supernatural, superior, estava ali assistindo-o, ninguém parou o tigre, portanto, não existem deuses nos vendo: as leis naturais existem assim e são implacáveis, invioláveis. É mais sensato buscar conhecer as leis naturais do que buscar conhecer os deuses. Diferentes genéticas mais diferentes ambientes mais diferentes experiencias de vida causam diferenças sutis, evolutivas ou involutivas, nos sensores cerebrais, por isso, é preciso prestar atenção a que os cérebros diferentes estão dizendo dos fenômenos naturais. Temos que tentar entender o mundo visto pela cultura chinesa, como essa cultura levou eles a interpretar a matemática desta maneira tão incompreensível ao modo como nossos cérebro está configurado por outra cultura. Aproveito a oportunidade ladinamente para tambem lembrar que existe a cosmovisão da Matrix/DNA, construída por uma forma diferente de perceber os fenômenos naturais, e que ela tambem merece que invista alguns daqueles tempos que surgem de sobra na sua louca correria do dia a dia. Ela está sugerindo centenas, milhares, de necessárias urgentes providencias para corrigir a trajetória da nossa caravana, ela está dizendo que existe pântanos de areia movediça logo após a próxima curva… ela pode estar totalmente errada, mas,… senão, então será tarde demais. Fique acreditando que foi um meteorito que destruiu todos os dinossauros em todos os continentes ao mesmo tempo, ao invés de ver que as leis naturais estavam condenando-os á extinção implacavelmente, devido ao tipo errado de vida que resolveram adotar.

Vejamos então o link inicial para esta série de videos e artigos relacionados ( e tente raciocinar como raciocina esta estranha cultura, pois para desenvolver nossos cérebro, precisamos expô-lo à diversidade de experiencias) :

The way Chinese Multiply, really amazing

https://www.youtube.com/watch?v=Iy0_YNN-H_I

 

 

 

Matemática Chinesa: Configuração Cerebral Por Uma Cultura

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