Posts Tagged ‘Luz’

Fotons, luz: mais informacoes

domingo, fevereiro 10th, 2019

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In this illustration, one photon (purple) carries a million times the energy of another (yellow). Fermi data on two photons from a gamma-ray burst fail to show any travel delay, showing the speed of light’s constancy across energy. Image credit: NASA/Sonoma State University/Aurore Simonnet.

https://scienceblogs.com/startswithabang/2017/06/25/comments-of-the-week-166-from-expanding-faster-than-light-to-periodic-mass-extinctions

Matéria feita direta pela Luz?!

quarta-feira, janeiro 30th, 2019

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Matter from Light

http://milesmathis.com/limat.pdf

It has just been announced in the journal Nature Photonics by researchers at Imperial College that matter will be made directly from light within the year. That’s great, and it may even happen this time, unlike all the other things we are being told. However, the announcement, even if true, is still major misdirection. They are selling you the idea in these mainstream glosses that this will be a natural outcome of QED, but it isn’t. The process is one of the most spectacular predictions of a theory called quantum electrodynamics (QED) that was developed in the run up to the second world war. “You might call it the most dramatic consequence of QED and it clearly shows that light and matter are interchangeable,” [Steven] Rose told the Guardian.

Luz e fótons: PDF bastante explicativo – Uma nova forma de luz?

quarta-feira, janeiro 30th, 2019

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A New Form of Light? No.

http://milesmathis.com/mit.pdf

Scientists at MIT reported yesterday that they had discovered a new form of light. They sent a very weak laserbeam through ultracold Rubidium, and claimed to discover photons with mass coming out the other side moving only 3km/s. That’s .00001c. Here is how they explain that:

As a single photon moves through the cloud of rubidium atoms, it briefy lands on a nearby atom before skipping to another atom, like a bee fitting between fowers, until it reaches the other end. If another photon is simultaneously traveling through the cloud, it can also spend some time on a rubidium atom, forming a polariton — a hybrid that is part photon, part atom. Then two polaritons can interact with each other via their atomic component. At the edge of the cloud, the atoms remain where they are, while the photons exit, still bound together. The researchers found that this same phenomenon can occur with three photons, forming an even stronger bond than the interactions between two photons. ( cont. a ler )

O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.

 

 

DNA + RNA = Proteína / Luz Universal + Mente = Recurso para uma função sistêmica

segunda-feira, dezembro 31st, 2018

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Nova ideia de como deve funcionar nossa relação com o “Genoma de Deus”.

Sabemos que o DNA pode ser visualizado como uma fita com informações gravadas. O RNA pode ser visualizado como uma fita menor com partes ou trechos das informações no DNA.

Quando uma célula ou substancia do corpo necessita de algo, sua necessidade se materializa na forma de um RNA contendo o pedido na forma de código químico. E então ela emite o RNA  que se dirige ao DNA, o rei sentado no trono nuclear da célula. O RNA percorre ao longo da fita do DNA até achar o trecho que lhe corresponde. Então o pedido funde-se com a dadiva, e deste “acasalamento” nasce uma proteína. A proteína então vai para um local executar sua função.

Sabemos ainda que a molécula química do DNA obedece a um comando de instruções. Podemos supor que a molécula química é o hardware, e o comando é o software. Provavelmente – de acordo com meus modelos – o comando é constituído de fótons, partículas de luz, cada um com uma informação.

De onde veio tudo isto?! Esta extraordinária engenharia super complexa?!

De onde a Natureza tirou essa ideia ?! Onde estavam e quais eram as forças e os elementos naturais no estado do mundo antes das origens da Vida, que a Natureza usou para montar esse esquema fantástico?!

Qual elemento no Universo antes das origens da vida tinha os mecanismos e processos para fazer isso, ao menos em um estagio evolucionário inferior?

Tive agora uma ideia para responder estas questões pensando no mecanismo entre DNA, RNA, proteínas.

Existe a luz original universal, com suas sete ondas diferenciadas, cada onda tem propriedades e uma especie de personalidade própria diferente das outras seis. Deve existir uma grande onda universal, do mesmo tamanho ou maior que o Universo, que banha, penetra, se propaga, no meio da dark matter.

Essa onda de luz tem em sua anatomia as informações que inoculam o processo do ciclo vital na matéria. Então ela funciona como a longa fita do DNA.

Deve ter algo no mundo que funcione como o RNA.

E deve ter algo que tenha necessidades e a capacidade de solicitar recursos a luz universal emitindo uma especie de RNA.

Quando esse algo necessitado consegue fazer seu RNA – seu pedido – se fundir com o trecho certo da luz universal, recebe a proteína, ou seja, a ferramenta pra produzir o recurso necessário.

Como a luz universal original existe desde as origens do Universo, esta ai onde a Natureza encontrou e utilizou o mecanismo que depois aplicou ao criar os sistemas biológicos, no nível molecular do código genético, ou seja, criar a Vida.

Cheque-mate!

Esta ideia me surgiu agora, mas ela não veio por acaso, pela sorte, e nem estive pensando nesta forma de ver o DNA por acaso. Acontece que ha’ dias, semanas, tenho ocupado o cérebro, em minhas meditações, buscando melhor compreender a formula dos sistemas naturais – o Genoma de Deus – buscando desvendar como a luz original fazendo o papel de comando de instruções esta’ presente e opera a formula. Isto porque preciso urgente, antes de morrer, encontrar algum meio de aplicar na pratica toda a minha cosmovisão, aplicar a formula, para produzir algo em beneficio da melhoria da vida humana.

Então essa ideia seguiu um método, o mesmo método aplicado em todas as outras milhares de vezes em que encontrei as milhares de soluções para elaborar a grande teoria.

E posso supor, racionalmente o seguinte:

Eu sou o algo necessitado, que esta a fazer um pedido ‘a luz universal, ao Genoma de Deus. As semanas de perguntas mentais focalizando mentalmente esta luz podem ser os pensamentos que funcionam como o RNA. Talvez o pedido da minha mente, na forma de pensamento, seja o RNA no grande esquema cósmico.

Mas meu pensamento teria que ter um pedido codificado com o mesmo código existindo em certo trecho da luz universal, para que se funda e obtenha uma “proteína”.

A proteína seria uma intuição ou uma voz na forma de um sinal desconhecido, trazendo a orientação, o comando, as instruções de como construir uma objeto material para resolver a minha necessidade. Na verdade seria nada mais nada menos que uma comunicação entre a onda de luz cósmica e a onda de luz entranhada no meu DNA que executa a função de comando de instruções. Assim, a instrução passada pela luz cósmica para o meu DNA que esta alojado no centro dos meus neurônios, aflora ‘a mente, normalmente.

O fato verdadeiro, comprovado para mim, é que centenas ou milhares de vezes as soluções afloraram na minha mente, geralmente de manhã, depois de passar muitas noites meditando um problema relacionado a grande teoria, ou cosmovisão. E tenho ficado surpreso e sem entender como a solução surgiu de repente numa bela manhã, muitas vezes quando eu estava fazendo algum trabalho braçal, sem estar pensando no problema. A intuição surge de repente, vinda do nada, quando então procuro imediatamente uma maneira de anota-la para não esquece-la, e refletir nela mais tarde com tempo. Como fiz e estou fazendo hoje, com esta ideia e esta solução. Não encontrei ainda outra explicação racional para o como as minhas intuições são produzidas pelo ou no meu cérebro.

Bem… A minha questão, o meu pedido, foi a explicação de como funciona a emissão, execução e recepção de um pedido. Obtive uma explicação. Não posso acreditar nela porque não a vi, não a toquei, sou como São Tomás, tenho que ver e tocar para crer. Mas também não sou mente fechada, não vou jogar essa explicação no lixo. Vou trabalha-la, experimenta-la, testa-la, nem sei ainda como, mas tenho umas ideias.

Não podemos ser mentes fechadas, pois para a luz universal, mentes fechadas são como blocos de concreto, de rochas. A luz bate tentando penetra-la e trabalhar seu interior mas não consegue, a pedra é dura, a luz bate, reflete de volta. Ser mente fechada é ter a cabeça dura. Talvez até alguma inteligencia extraterrestre superior esteja querendo te ajudar te inserindo uma solução na sua mente, mas se você fechou sua crença para esta possibilidade,… perdeste uma grande oportunidade.

Esse tema me lembrar ainda dos religiosos com suas rezas. As orações seriam o RNA enviado a Deus, com um pedido. Porem sabemos que a maioria das orações não surtem efeito, e as vezes, até acontece o contrario. Desconfio que isso se deve ao fato de que o crente nada conhece dessa luz universal, do Genoma de Deus, e por isso faz uma equivocada ideia de Deus. Do DNA.

Então acontece que a mensagem codificada no RNA, ou seja – o conteúdo do pedido de uma oração – não bate com nenhum trecho codificado no DNA, na luz universal.

Temos muito trabalho ‘a frente, buscando como sera o código para se comunicar com a luz, o comando universal de instruções, o Deus a quem se dirigem as orações. E buscar como deve ser emitido o pedido. E saber como ser bom entendedor ao receber a resposta.

 

 

 

O céu não é escuro, é iluminado, nós que somos quase cegos a luzes mais fortes (ver vídeo)

quinta-feira, dezembro 13th, 2018

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Trata-se de uma descoberta extraordinária!… Da próxima vez que olhar para o céu noturno sem Lua e vir as estrelas, imagine o brilho invisível do hidrogénio, os primeiros blocos constituintes do Universo, a iluminar todo o céu noturno.

Minha teoria: Com o Big Bang, uma onda de luz se expandiu no meio da substancia que preenchia o espaço onde hoje é o Universo, a matéria escura. Nesta expansão ocorreu fricção, atrito, da luz com a matéria, e dessa fricção resultou a energia que conhecemos. Da onda, e principalmente no fim da onda, emergem suas partículas, os fótons. Estes formam com a matéria escura as primeiras partículas elementares “quase fantasmas” como os quarks. Com estas surgem prótons, nêutrons e elétrons. Os fótons emigram procurando corpos mais densos em que “encarnar”, preferivelmente os elétrons. Mas tem um grande segredo nisso tudo, segundo minha teoria. Notei que uma onda de luz total, universal, como a que vemos resultando de todas as setes radiações do espectro eletromagnético, se expande no espaço/tempo pelo mesmo método que um ser vivo ” se expande no espaço/tempo”, repetindo a mesma sequencia de formas de um corpo vivo com suas formas de sete diferentes faixas de frequências. Isto significa que a onda de luz primordial, emitida na origem do Universo, continha em si encriptado o processo do ciclo vital, o qual e’ o código que da a vida a matéria. Assim descobri o cerne da minha teoria, que é a formula natural universal a que denominei Matrix/DNA, a qual estou descobrindo ser o principio criador de todos os sistemas naturais, o “template” sobre o qual estão montadas a célula, os building blocks das galaxias, o átomo, e ate os building blocks do DNA. Fantástico, esta formula de luz era uma especie de genoma “natural” vindo do antes e alem deste Universo! ( a formula esta no meu website). Alguém contesta? Porque?

(Obs: Pesquisar o que e Radiacao de Lyman-alfa) 

http://www.astropt.org/2018/12/13/um-universo-resplandecente/

Um Universo resplandecente

Pesquisa:

Radiacao de Lyman-alfa

Luz das estrelas: Mais uma teoria minha sobre fótons e luz

segunda-feira, dezembro 3rd, 2018

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Baseado no artigo da Livescience:

https://www.livescience.com/64193-all-starlight-universe.html

E sua copia no artigo do Dawkins website :

https://www.richarddawkins.net/2018/11/heres-how-much-starlight-has-been-created-since-the-beginning-of-the-universe/#comment-234984

(Obs: Enviei meu comentário abaixo aos dois artigos. No Livescience foi publicado e no Dawkins não, aguardando moderacao)

Here’s How Much Starlight Has Been Created Since the Beginning of the Universe

Meu comentario enviado para o artigo em 12/o3/18 ( nao publicado, talvez aguardando moderacao. Checar depois.)

I have two layman’s question and some layman’s suggestions:

1) What about the light released by the Big Bang event? It does not fill up the whole universe?

2) If “protons releases photons”, and the stars are formed and composed by hydrogens with these photons, it is not the star that creates light, it was already created and packed into stars. Am I wrong? Why?

My suggestion:

Stars are secondary transmission towers of light, a secondary level of light coming from its primary level, lots time more powerful, which came from the Big Bang or a source that triggered it. Gamma-ray is the first “slice” or shape of light waves, the second is infrared, violet, etc., till radio. I have a theory suggesting the existence of a universal formula that exists at all natural systems, from atoms to galaxies to human beings, I later I found that the complete light wave resulting from the entire electromagnetic spectrum was the first manifestation of this formula in the Universe. The formula is a system built by the process of life’s cycle, which begins with a unique body transforming it into new more complex shapes. An individual human body also is a system, under the process of life’s cycles it is transformed from shapes to new shapes. It happens that the electromagnetic spectrum shows to us that its produced light waves propagates into time/space everything equal as a human body. So, the light shape as gamma-ray behaviours and functions are equal the behaviors and functions of a human baby; the second shape, infrared is equal the human shape as a child. And so on… the light waves dies fragmented into its particles, photons, as humans dies and its cadaver are fragmented… Final conclusion?

These photons from stars are fragments of a died primary light wave that was born with the Big Bang. Since that the primary light  was more powerful, its powerful photons choose the most powerful particles for “reincarnating”, the protons. When these photons are released by protons, they are second generation, less powerful, so, now they need a less powerful particle, the electrons. When atoms released by supernovas they composes biological systems, as human bodies, so, our bodies receives these electrons with these photons of second generation. At planetary atoms these photons gets the control of atoms machinery, like virus gets the control of cells machinery, and these photons drives these atoms to new combinations, emerging the organic matter. These photons have an unconscious and automatic, predetermined purpose: to joining together in the same sequence they was when composing the light wave, so, they tried to drive planetary atoms to re-build the prior system, the result in this new environment and new material is a mutation into biological systems. This was the origins of life here. Our DNA is the atual modern shape of primordial light waves from the Big Bang – re-transmitted and packed by stars. Our genetic code is coming from beyond a source from beyond the Big Bang.  And these gracious, marvellous stars are our grand-grand-mothers…

But, ok, We have only a theory, we need now testing it…

O que nao vemos além da luz visível e sua vibração.

sexta-feira, novembro 9th, 2018

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There are LOTS of things that human beings cannot see OR hear that are VERY real. My cats were alert and awake more than 20 minutes BEFORE a Richter scale magnitude 5.8 earthquake in central Oklahoma on September 3, 2016.

Oklahoma has more earthquakes than California does. Many of them are fracking induced earthquakes, but not all of them. The USGS and the Oklahoma Geological Survey have acknowledged this after years of denial. The fleeing insects and birds shoe up on Doppler radar. Humans cannot see the radio waves used in radar. We cannot see microwaves or ultraviolet light that sunburns many people.

In many ways human beings are blind and deaf to very real things.

And things that are simply transparent or not matter.
You cannot “see” still air or many gasses as they are clear, though you can tell they are there by feeling eg wind or trying to move something through it.

You cannot even see light until it’s somehow directed in to your eyes – shine a torch beam across or upwards so if does not hit anything and the only way you see the beam itself is if it reflects off dust etc. in the air..

And that’s visible light – other frequencies like infra-red or radio waves simply cannot be seen or detected without tools

Our eyes are easily fooled – which is what optical illusions are all about. We can see things that are not there – like rainbows. There is plenty we can’t see.

Porque sempre tive perfeita saude depois de descobrir a formula do DNA? A meditacao baseada na formula, explica?

sábado, setembro 22nd, 2018

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O texto abaixo, obtido neste link, diz sobre tres experimentos ( falta-me confirmar aa fontes e verificar se esta descricao corresponde fielmente aos experimentos ) que são previstos na minha interpretacao da formula da Matrix/DNA, o que poderia ser uma indicação de estou no caminho certo. E’ preciso saber ler o texto separando fatos de interpretacoes teóricas dos autores, e a interpretacao final pelo autor do texto diferencia da minha interpretacao. Enquanto o autor do texto diz acredita na “a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo”, a minha interpretacao da formula sugere que existe uma onda de luz contendo as informacoes para construir um sistema natural funcional sob evolucao, ao se propagar na substancia espacial essa onda gera atrito que produz o que denomino eletricidade ou energia, a qual e’ o elo entre a massa espacial e a luz. O DNA deve conter um grupo de fotons constituindo a formula e fotons dispersos tendem a interagirem e se acomodarem com os fotons do DNA, o que explicaria os resultados das experiencias e e’ o modelo em que baseio a dinâmica do meu metodo de meditação, talvez o responsável por manter minha saude. Mas lembre-se, talvez não e’ certeza, ainda falta muitos testes, inclusive com outras pessoas para confirmar ou negar esta minha teoria. Eu sou extremamente cético e não acredito nem em minhas teorias mesmo que baseadas na pura logica dos fatos conhecidos, entao porque continuo esta meditação? Porque não me custa nada, me faz vencer insônias trazendo um sono harmônico, me e’ agradável, e obedeço o lema de que “em time que esta ganhando, não se mexe”. principalmente se a mexida pode significar ficar suscetível a doencas.

http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/03/dna-emocoes.html

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A seguir três experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e auto-cura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi relatado por Gregg Braden em seu programa intitulado Curando Corações/Curando Nações: A Ciência da Paz e o Poder das Orações:

EXPERIMENTO #1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência. Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixada dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição destes fotons e descobriu-se que estavam distribuidos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.

Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.

Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz?

Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo. (sublinhado por mim)

EXPERIMENTO # 2

Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nesta experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de vídeoclips. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.

Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 kilometros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão.

O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isto? Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO #3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)

Este Experimento relaciona-se diretamente com a situação do Antrax. Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana e colocou-se em um recipiente onde se podia medir as alterações do mesmo. Vinte e oito amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso.

2. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez “descarregado” por emoções negativas? Agora já sabe porque seu corpo também se descarrega! Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles. Assim, o que temos aqui é uma resposta que nos pode auxiliar a permanecermos com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.

Estas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

Interpretacoes de Gregg Braden:

O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O efeito Isaías, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao escolhermos nossos sentimentos. Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se focas em temer qualquer coisa seja lá o que for, estás enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que mais temes. Em troca, se puderes manter-te com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão, e focar em trazer mais disto para tua vida, automaticamente irás afastar o negativo.

Estarias escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com estes sentimentos. Sendo assim, esta é uma proteção para o que vier: Busque algo pelo qual estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que podes ter.

Fonte: Gregg Braden

Tradução: Liane B. de Mesquita, a partir da tradução em espanhol de Abjini Arraíz

Referências: The DNA PHANTOM EFFECT (update);
DNA can be influenced and reprogrammed by words and frequencies

Luz para Matrix/DNA: Mesmo que Energia Vital, viva, que preenche todo o vácuo espacial de Seth

domingo, setembro 2nd, 2018

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WHAT IS THE NATURE OF TIME AND SPACE?

https://www.sethlearningcenter.org/q_time_space.html

 

“The settings in your physical environment…the physical aspects of life as you know it, are all camouflages.

Matrix/DNA: Face do Universo ou camuflagem? O Universo Relativo tem mil faces, cada face e’ uma camuflagem. A qual contem uma lição preparatoria para a grande licao final.

The brain is a camouflage pattern. It takes up space. It exists in time. The mind takes up no space, it does not have its basic existence in time. The reality of the inner universe does not take up space, nor does it have its basic existence in time. Your camouflage universe, on the other hand, takes up space and has an existence in time, but it is not the real and basic universe, any more than the brain is the mind.

Your idea of space is some completely erroneous conception of an emptiness to be filled… True inner space is to the contrary vital energy, itself alive, possessing abilities or transformation, forming all existences, even the camouflage reality with which you are familiar, and which you attempt to probe so ineffectively.

This basic universe of which I speak expands constantly in terms of intensity and quality and value, in a way that has nothing to do with your idea of space. The basic universe beneath all camouflage does not have existence in space at all, as you envision it… Space is a camouflage… ”

From the book, Seth Speaks, page 235:

“As I have said many times, time as you think of it does not exist.”

From the book, The Nature of Personal Reality, page 152:

“…the fact is that all ‘time’ is simultaneous.”

From the book, Seth Speaks, page 245:

“There are an infinite number of inner universes…